União De Sangue-Parte II

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2° PASTA:O negro relacionamento.

Mensagem  Ana Nery em Qui 19 Ago - 12:21:49

2° Anotação:Depois de tudo,desse encontro tenebroso com Lilith em meio a noite,sei que fui embora.O que sei e que se passou mais algum tempo,eu continuava envolta
em meu trabalho.Se certo modo eu tinha chegado em uma noite desgastante para mim.Eu não acreditei na ousadia dela em após tanto tempo ter vindo a minha procura,e
dessa vez em minha casa,meu lar.

Ela estava vestida com uma saia pregueada indo até os joelhos,negra,a camiseta de algodão em cor vinho,um lindo sobretudo por cima em cor negro,ela tinha cortado os
seus cabelos,em estilo Channel,surpreedente em todos os sentidos.Sinuosamente foquei meus olhos em sua bota pesada,aveludada,negra,salto baixo,ela me fitava enfrente
ao portão,brincos de pérolas negras,usava óculos escutos,um lindo lenço de seda de cor vinho ao pescoço.

Entramos,eu nada quis dizer,tudo que sei e que como investigadora sabia que tudo deveria continuar,holocausto,isso,sim.Fechei a porta,me sentei na mesa da sala de minha
casa,ela de imediato deixou algumas mechas serem jogadas para trás,esperava,vi as orelhas delicadas,pontudas no topo da orelha,um lembrete do que ela é,do que hávia se
tornado ao longo do tempo.Os dentes delicados,afiadinhos(Caninos) ficaram a amostra quando ela começou a falar,eu a anotar,ageitei a borda de meu longo vestido de lã em
cor oliva,és meu relato nessa segunda pasta.

HISTÓRIA:Tudo foi tenebroso apartir daquele momento,mas como devemos prever um modo que da gual nunca nós curamos?Sara,e loucura,eu sei,anote isso.Apartir do
momento daquele ataque,eu sei que minha vida mudaria,já vinha mudando,mas naquele momento de ataque,digo que algo me tomou na profundeza da alma.Ah,céus,eu
nunca saberia com quem deveria falar,eu tinha uma necessidade,entende?Uma tenebrosa necessidade de continuar,avançar minha amada Sara,por que confeço:Diante de
sua coragem,foi o que se tornou para mim grande investigadora,errante andarilha.

Mas bem!Depois de tudo tinha se passado longos momentos,dias,acho que uma semana e meia,era dia de terça feira quando me deparei envolvida em uma terrível solidão.
Isso nem Aziel compreendia,tinha começado dois dias antes disso,e ele me importunando para compreender,tentar saber o que acontecia,mas meu coração não permitia,não
desejava isso,Tinha ficado com medo,imenso medo,muito medo.

Nem sempre as pessoas compreendem,viu?Eu precisava desse momento,eu precisava.Tudo que tinha acontecido naquela noite em que aqueles três vieram me visitar,não
saia de minha mente,não saia,Sara.Esse dia tinha chegado,foi quando meu coração falou alto.Ah,céus,não parava de refletir sobre isso enquando me encontrava sentada,o
sol morno entrando pela casa,suas lindas janelas.Me encontrava sozinha nesse momento.Sentada na linda poltrona da sala.

Queria muito e tinha a necessidade de Redenção ao meu lado,eu tinha chorado ao longo do tempo,graças que Aziel tinha saído,estado envolvido em compromissos fortes a
respeito de seus compromissos facultativos.Olhava os detalhes na mesa de centro,meus olhos marejados,eu pensava,eu tinha escolhido uma linda túnica de cor greme para
mim,tecido fininho,delicioso ao toque.Nada mais importava para mim a não ser esse momento.

Meus cabelos soltos,eu pensava,minha sandália baixa proporcionava conforto para mim,sinuosamente senti a presença de Redenção,ele que foi visto a minha frente-O que
faz aqui?Não sabe que desejo ficar sozinha?-Ele ofegou,caminhou sentando-se no sofá,nunca pensei que suas asas ficassem tão fechadas a ponto de lhe permitir isso,seus o-
lhos brilhando por algo-Lilith,a criança cresce,ela ganha peso,e sabe que o cuidado em sua alimentação está surtindoe feito,Samantha pode nascer com muita saúde-O olhava
sinistramente.

Sim,eu admito,estava naquela época correto?Minhas curvas tinham ficado mais largas,minha barriga crescido mais um pouquinho,começava a ficar redondinha apesar de
pequenina-Cale-se,não sabe o que se passa em meu coração Redenção-Ele assentiu,pensou tenuamente na questão-Ah,entendo,mas sabe disso,Lilith,não precisa ficar se
martinizando por tudo,por favor!-Bramiu.

Nunca pensei que ele pensasse por esse lado,céus,como eu necessitava disso,como!Mesmo assim minha pessoa háveria de continuar,nunca me senti pertubada como na-
quele momento-Pensa que errou,mas não,não sabe,mas têm algo espécial para cuidar,continuar,deixem com que eles ameacem,com que briguem,as vezes concordo com
Aziel,e uma guerra que não e sua e nem dele,agora entende?-Pensei,o olhava friamente.

-Não é o que vejo Redenção,eles ameaçam,tentam me tirar algo crucial,e o que devo fazer?Estou com medo,se eles fizeram isso,podem fazer pior-Redenção ofegou,ele a
fitar-me sem parar-É o que eles querem,que tenham medo,ameaças,mas não tema,por favor!Se temer será pior,Lilith,és melhor que isso,sempre foi mais forte,acho que o
mero fato dessa gravidez lhe tirou muito disso-Ofeguei olhando de lado,foi nesse momento que o choro veio com tudo.

-Ah,agora entende!?Ah,meu querido!Me sinto destruída,tomada de algo que me tira as forças-Ele riu,se levantou,deixou-se pegar minhas mãos unidas-Lilith,após é,a peque-
na deseja força e não perdoará até vir,nossa,ela será grande,das melhores Lilith,verá,quero e vou estar aqui,vou vê-la nascer,crescer,tudo isso,nunca pensei que algo tão
preciso viesse,estou ancioso!-Assustador,mas compreendi,cheguei a rir nesse momento,e desse modo continuamos nossa conversa alheiamente.

A tarde chegou,a noite veio,eu estava sentada na mesa na varanda do salão,nossa,tinha tirado esse tempo para lê mais dos livros que Aziel e eu tinhamos conseguido na
biblioteca.Gratificante,eu sei,ele veio,e céus,ofeguei ao vê como ele tinha penteados seus lindos cabelos ruivos,ele que tinha puxado duas mechas centrais as puxando para
trás e as prentendo,usava uma linda regata de cor vinho,cachecou de lã vinho em tom claro,camiseta negra por baixo de algodão,calça justa,bota pesada devido o frio da
noite,é,ele tinha se prepado desde sua saída.

Eu ri,o vi,a noite tinha chegado e claro,o que mais fazer?Nunca o vi tão bonito,os cabelos soltos atrás mas com aquele lindo aprecias das duas mechas presas para trás,ele
a me fitar,sentou-se na minha frente,foi quando ele confeçara algo crucial para mim ao deixar sua bolsa de lado negra,a qual tinha levado um dos seus laptops,sobre a me-
sa-Lilith,ainda pensa naquilo?Falo de...-Ele parou,ainda se sentia angustiado,temeroso.

-Sobre o fato deu querer que fique com sua famîlia até Samantha nascer?-Ele ofegou,estendeu as duas mãos unidas a frente sobre a base da linda mesa-Aziel se for,saiba
que e pelo seu bem,meu amor eu estou com medo,medo de verdade.Ainda me restam cicatrizes entende?Muitas delas Aziel-Ele ofegou,fechou os olhos lindamente,o verde
precioso que sumirá nesse ato.

-Hum...Ainda restam lembranças dele?Falo de seu ex-marido-Veio um doce silêncio,o que me fez assentir ao me levantar com as mãos sobre a mesa-Aziel!Não quero ter
que passar pelo que eu passei,não sabe o que senti quando ele foi morto,assassinado em nossa própria casa!Aziel eu perdi dois filhos preciosos para mim,se entendesse!-O
medo me tomou na mesma hora,isso quando ele me voltou o olhar furioso para mim,nunca pensei que ele gritaria comigo daquele modo.

Ele que levantou-se,a queima alheia o tomando-Ele não faz mais parte de sua vida!Nunca mais!Não aceita isso,Lilith eu não tenho os mesmos defeitos que ele,e dificil tu en-
tender!?-O fitava angustiada,silenciosa-Ah,e você que não entende,foram traumas que nunca mais quero passar,tenho medo!Quero contruir algo,não perder o que perdi nova-
mente.Ah,céus,e dificil enchergar,quero me precaver Aziel! Só isso!-Gritei,o choro veio,eu que movi as mãos a frente de meu rosto.

Me sentia tão transtornada!Tão transtonada que tudo que fiz foi sentar-me chorando forte-Ah,céus,fui perseguida e volto a ser perseguida,queria muito que essa ligação com
aquele mau não existisse,nucna!-Ele me fitava,os olhos verdes brilhosos,ele respirou fundo-Se precaver,é acha que minha família,aqueles malditos vão conseguir?Nem eu os
conheço Lilith,nem eu-Bramiu raivoso ao sentar-se na mesa novamente-Não quero me irritar com você,entende?Não quero-Sussurrou.

-Brigar?Só sendo realista meu querido-O respondi em meio ao choro.Ele silencioso nesse momento-Vou sumir por alguns dias,pense melhor,por quê eu não estou disposto a
brigar,chorar,entende?Basta,estou cansado Lilith,imensamente cansado,muito cansado-Ofeguei-Não seria louco Aziel-Ele ofegou olhando para o nada de lado,deixou-se se le-
vantar-Vou subir,arrumar algumas roupas,não sei,eu me viro,passarei algumas noites fora,sem ser importunado,espero que isso a faça se recuperar-Ofeguei.

-Lamento,isso é angustiante meu amor-Ele me olhou,nunca o vi tão machucado,triste,o meu pedido e que o fazia se sentir assim-Me trata como criança,não sou criança,eu
sou o que sou,e entenda isso:Se tivermos que lutar,prefiro lutar junto de você,sozinhos,mas lutar,é isso que esperava tanto que entendesse-Bem!Bastava,foi o que percebi,
ele seguiu pelas escadas,a tristeza me tomou por completo nesse momento.

Aziel sumiria,e isso ele tinha deixado claro,sem mais,BASTAVA para ele por dado momento.Não demorou para ele descer com uma bolsa pequena,ele que tinha escolhido
poucas roupas-Aziel pense melhor,por favor,isso não e necessário-Brami o seguindo.Descemos as escadas,seguimos pela sala-Não,espero que isso lhe faça pensar de verda-
de,tinhamos feito essa promessa,correto?A de que caso suas suspeita referente a seu passado se confirmassem,ficaríamos juntos,não entende,e isso me faz muito triste-Eu
e ele tinhamos saído pela varanda,seguímos pelo jardim.

-És louco!Com quem estará?O que fará?-Ele ofegou,andava,sequer tinha se atrevido a pegar a bolsa de lado com seu laptop-Não importa,estarei bem,mas reflita,e tudo que
eu te peço-Céus! Que loucura,loucura!Ofeguei,me mantinha chorosa.Ele abriu o portão,saiu,parou para esperar um táxi,eu esperando a continuidade-Aziel,não e necessário,eu
não esperava-Ele me olhou-Olha,estarei com alguém,quem sabe,né?Não te odeio,jamais!-Foi quando um táxi veio,parou.

Ele abriu a porta,me olhou já dentro-Lilith,entenda,quero estar sozinho.Mas deixo isso com você:Eu te amo e tudo que sei e que estive com você em outra vida,em outro
momento no passado,és minha metade,meu coração,estou indo,pensa!-Bramiu guase gritando,ele fechou a porta,o táxi deu partida-Aziel!-Gritei chorosa,não adiantava,ele
tinha ido,e apartir daquele momento tudo se tinha continuidade,holocausto.Eu entrei,fechei o portão.

Lembro de ter desabado ao entrar na casa,fechado a porta.Eu que me sentei ao chão,sobre o lindo tapete,chorei,muito!Redenção veio,ele que sentou-se atrás de mim-Lilith
e necessário para ele,deixe-o por alguns momentos-Ele me acariciava sobre os ombros-Ah,querido,não entendo,eu o amo,amo a ponto a pondo de morrer,não pensava que
ele me provocasse essas dores,pior do que o anterior,mas o amo-Ah,foi um dos piores momentos,sem dúvida,entende?

Um dos piores.E nesse modo tudo se foi,seguiu-se,Aziel não dava nem um sinal,eu tentei ligar para ele várias vezes,para seu IPHONE.Desligado,nem um sinal de vida dele.
Cheguei ao longo desses dias até a ligar para alguns hoteis para saber se hávia alguns registros dele,nada,nem uma pessoa com nome AZIEL DE LIONCOURT para eu ir,se-
guir.Terrível em todos os sentidos com que possa imaginar.

Tudo hávia se tornado sinuoso.Nesse momento soube que não poderia fazer diferente:ESPERAR,só isso que eu podia fazer.Mais dois dias se seguiram,nada,eu hávia me a-
cordado novamente sozinha,e admito,uma reflezão tinha tomado conta de mim,e nem soube como isso tinha acontecido.Sinuosamente desci,preparei uma deliciosa tigela ten-
to cereais naturais,morangos,leite fresco,me sentei comendo.

Eu tinha escolhido uma camisola verde,roupão também verde,um dos meus conjuntos prediletos para dormir,pensava,comida.Nesse momento algo me tomou,foi quando ao
decorrer desse simples,mas delicioso café da manhã,senti a subita vontade de ter Isabem comigo,minha Tia amada,irmã de minha mãe desconhecida e morta para mim,eu
pensava,comi mais algumas colheradas.

-Será que seria demais?-Brami,pensei.'Não seria demais,acho que seria reconfortante'.Houvi Redenção brami em meus pensamentos,assenti rindo em meio a mágoa,nunca a
vontade e soudades de minha tia Isabel foi tão grande,arrebatadora-Sim,eu entendo-Continuei comendo,esses cereais naturais eu tinha passado a comer todos os dias,isso pe-
lo fato de serem naturais,terem fibra,tudo isso,Samantha precisava,apesar de tudo,claro que o risco dela nascer com baixo peso era real,mas me sentia feliz por que esse risco
começava a ficar escaço.

Segui nessa comilança alheia,a manhã estava maravilhosa apesar dos meus sentimentos recentemente machucados,pisados.Mesmo assim,continuidade,se parasse coisa pior
podia acontecer,sem dúvida.Ao decorrer desse momento senti alguns chutes de Samantha,surreal em todos os sentidos,ela chutava sem piedade,como se o espaço lá dentro
começasse a ficar pequeno,e estava,senti isso.

Aquele sinuoso aperto se fortificava ao decorrer do tempo,parei de comer por alguns momentos-Menina,que vitalidade,amedrontador-E era mesmo,sentia pelo meu coração
de mãe que se fortificava.Quando terminei eu rapidamente segui para sala,iria ligar para Isabel,tentar convencer ela a vi com o tempo,tive a vontade de tê-la junto de mim
antes de Samantha vir.Consegui,quando ela atendeu,conversei com ela,respondeu-me.'Nossa,tudo bem,entendo,veremos,eu lhe ligo minha querida,isso para avisar a época
em que chegarei'.Desabei no sofá ao colocar o aparelho de volta,digno,pensei,soudades,aonde Aziel estaria?Que angustia!
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Qui 19 Ago - 13:25:54

Ah! Apartir desse momento a vitalidade que eu esperava voltar,não voltou.Esperava que voltasse,mas não foi o que aconteceu,sinuodamente ao longo de mais três dias
me veio o que não esperava.Era início de noite,tenebroso,eu sei,tenebroso.Eu tinha tomado uma decisão importante:Ir a um lugar silencioso,sem gente,tentar contato ao
decorrer do tempo com aquele maldito animal.Eu estava no quarto,acabado de tomar um delicioso banho.Nem um sinal de Aziel,nem um!

Nunca pensei que ele poderia se esconder tão bem,principalmente em uma Cidade informatizada e sistematizada como Paris.Era loucura,eu sei,apartir dai ei ofeguei,eu a
terminar de me vestir:Eu tinha escolhido um vestido de cor lilás em tom escuro de algodão,o manto negro por trás para me aquecer do frio da noite,meus cabelos pentea-
dos a essa altura,céus,precisava ir,aonde que quer fosse,mas tinha que ser silencioso,eu sei.

-Que loucura-Brami,aonde eu tinha parado?Holocausto passando-se em minha mente,mesmo assim,continuidade.Calcei minha sandália,com isso sai,tudo que levei foi as
chaves jazendo em um delicado bolso do vestido ao lado de minha silhueta.O manto me aquecia bem,ele que estava perfeitamente ajustado sobre meus ombros,isso ao
meu vê foi macabro,mas esperado.Quando nas Ruas sabia que essa noite seria diferente.

Eram o que meus instintos diziam a mim.Nem um sinal de presença de Aziel,Redenção,eu que pensei que por ACASO do destino poderia encontrá-lo pelas Ruas de Paris.
Eu andava pela calçada,seguia para um lugar em particular,um dos cemitérios da Cidade que ficava a alguns quarteirões.Não me preocupava com a casa,tinha fechado a
porta,tudo isso antes de sair,e claro.

Sabia que teria que fazer uma caminhada até lá,e foi assim,andava,os braços cruzados a frente,uma vez ou outra alguns chutes de Samantha-Não e o momento de me cha-
mar mocinha-Brami baixinho ao continuar andando.Admirável como daquele silêncio ela despertará para essas ações.Sinuoso,eu sei,mas admirável.Marcante quando ela teve
a audásia de dar mais chutes,apesar de tão pequenina,guerreava,como de quisesse dizer.'Odeio esse lugar,quero sair!'.

Mas não era o tempo,ela sabia,meu corpo sabia.Segui,só quando me afastei o bastante dos prédios e casas luxuosas de Paris e que segui por uma trilha em espécial,a trilha
que levava ao cemitério local insolado da Cidade,de tudo.Me deparei com um lindo portão preateado,a murada de pedra rochosa devidamente polida percorrendo toda dimen-
ção do cemitério.Encarava o lugar.

Só o lugar e algumas luminárias de cálida iluminação dando visão ao lugar,pensei,braços cruzados-Que seja-Brami ao andar a frente,fechei meus olhos por alguns momentos
antes de fazer a fechadura pesada do portão ceder ao comando de minha mente.Lembrei de Aziel,ele que sabia fazer isso melhor que eu.Tudo foi pensado,mas as ações a se-
guir não.Fechei o portão para não dar visão a quem pasasse no lugar.

Endei entre os túmulos,folhas secas ao chão pedregoso,arvores oscilando devido ao vento,o manto me aquecia,evitava o frio.Admito que para dispistar Redenção o mandei a
procura de Aziel ao decorrer de meu banho,essas coisas.Olhava os túmulos,estátuas macabras,estava muito pensativa nesse momento,só quando entrei mais a dentro do cemi-
tério e que houvi e senti o atender de meus chamados mentais,de alma.

Me virei,estava sentada em um dos túmulos-Acho que preciso conversar com você,obrigada por tudo,mas antes de tudo quero e vou tirar minha dúvida FERA-Acho que as
vibrações foram o recado do que aquele animal sentia,emanava:MEDO por eu ter cidado aquele nome alheiamente,inesperadamente no momento de sua vinda.'Acho que a
sua intuiçao anda forte ultimamente Lilith'.Assenti saltando delicadamente so túmulo em que jazia sentada.

Andei em sua direção,ela que jazia deitada,as patas a frente,os olhos ferozes me fitando,só algumas partes a amostra,o resto?Sombra,unicamente isso.A olhei por alguns se-
gundos quando parei a encarando-Por quê tem medo de se mostrar completamente?-Brami,sentia tanta raiva que fechei as mãos em punho fechado.'Não entende,sua intuí-
ção,e ela que me assusta'.Ofeguei,seus olhos claros,ferozes passearam em direção a um lugar.

'Queria muito que ele moresse,seria o melhor,daria fim a essa guerra,e por quem foi se apaixonar?Por um dos filhos daquele maldito'.A indaguei-Que seja maldita!Não pode
lê meu coração,digo-te que isso vai acabar,vai ter um fim,está entendo?-Nada ela respondeu,nada,a voz feminina veio após isso.'Acha que ele pode lutar sozinho com quer?
E um sonho,suicidio querida'.Maldição,pensei.

Andei,passei a seguí-la delicadamente-Esse e seu nome?FERA?Responda-me,preciso e tenho direito a essa resposta!-Brami me enchendo de raiva alheia.'Não importa,tudo
que sei e que aquele maldito vai morrer,terei meu templo de corpo de volta,assim,como foi com ele'.Avancei a frente,sei que estendi uma das mãos sobre sua cabeça.eu a
sentir as orelhas,mas foi nesse momento que tive coragem.'Ah,vamos,vamos negociar,pode ser?'.Ela me fitava,seus olhos ferozes me queimando.

'Admito,será complicado lhe convencer a ter-me,a me aceitar,Lilith'.Ofeguei,me sentei a sua frente-Ah,sim,não pode lê meu coração,isso jamais,ele pertence unicamente a
mim-Passou-se alguns segundos,continuei falando-Se diz que não é a Fera,então quem és?-Nada,o maldito animal com ego feminino sentou-se,me fitou novamente,não dei-
xava de me encarar,uma profunda troca de olhares veio,silêncio.

Foi quando algo me tomou,entrou dentro de mim me passando nitidas imagens:O homem de cabelos negros e olhos azuis sendo morto,morto uma mulher,traído,morto sem
a minina piedade,depois um outro ser ruivo,mas por um homem loiro,coração arrancado.'Sabe quem são eles?Os mesmos que criaram Aziel,eles destruíram tudo que um
dia tive,guase matei um deles,um em espécial,em troca?Fui queimdva,jogava e trancafiada em um abismo'.Me desfiz desse transe diante dessas palavras.

'Se é o que acha,o que sua intuíção diz,eu confeço,isso por quê eu quero ser justa com você.Eu sou o que sou,vim da onde venho,fiz o que fiz,e quero reconquistar tudo o
que perdi,és o meu elo,o meu novo elo Lilith'.Ela se levantou,foi nesse momento que pela primeira vez ela se mostrou a mim por completo,céus,cai para trás,mas consegui
me apoiar com as palmas das mãos,ofeguei ao visionar o imenso animal.

A pelagem branca,sedosa!Os olhos que daquela fúria passaram a doçura,como se tivesse acabado de sair de um profundo sofrimento,as orelhas pontudas,ela fazia a sua
imensa calda oscilar de um lado o outro,era como se ela tivesse sido tomada de felizidade,o que não compreendi completamente.Mas algo me chamou atenção,nesse mo-
mento pude ver nitidamente a lua negra em sua testa,estiquei uma das mãos a frente.

-Isso é...Eu não sei o que falar-Brami,ela não me respondeu,tudo que fez foi lamber minha mão,sentou-se me lambendo a mão,era como se isso fosse espécial para ela,e
como se tudo isso fosse tenebroso.Esperei,e em sua finalidade ela disse.'Drarytha sofreu,entende?Não acho justo,fui tirada dele na base da força,pancadaria digamos isso,
aquilo que lhe mostrei,foi a morte dele,do filho dele'.Sinuoso pensei.

Mas diante disso a loucura me veio,me levantei,comecei a caminhar-Saia de perto de mim,obrigada,mas entenda!Eu não quero!Quero e peço que possa explica risso a cada
um deles,que possa me respeitar,a minha liberdade digamos isso-Eu não esperava que ela me seguisse,eu que andava em meio aos túmulos em direçao ao portão.'E errado
Lilith,não será bem recebida por eles!Eles mataram Drarytha,eles odeiam quem somos!'.Me virei a olhando.

-Mas e claro!Afinal foi isso que fizeram,ao invéz de procurarem PAZ,fizeram guerra contra eles!O que esperavam?-Ela me olhava,os dentes afiados,e sabe o que me dava
mais medo?O mero fato dela falar pela mente,sua voz soando em meus houvidos,mente como um todo.'Quer paz?Ah,céus malditos!E minha change e não vou deixar esca-
par,terá paz,mas até a criança nascer,e saiba disso!Quando acontecer,eles vão tirá-la de você,entende?'.Maldição!

Fui até o portão,ela tinha sumido,em pensar que eu tinha ido lá,a chamado,especialmente para tentar um acordo,em nada tinha dado,e isso me deixou desesperada,esse
fato fazia meu coração se atenuar,atenuar em seu medo,as trevas.Eu andava entre as pessoas,seguia pela calçada,hávia saído do cemitério,eu chorava,cheia de medo,a
plena loucura,eu enjugava meus olhos deslizando a palma da mão.

-Maldita,malditos-Brami sussurrando nessa volta terrível,tudo que não esperava era me deparar com Aziel ao entrar pelos portões,ele hávia voltado,por eu não estar,ele
tinha me esperado sentado na borda do cháfariz-Querido,Aziel!-Eu corri apressada em sua direção,nunca quis tê-lo como nesse momento,ele me fitava,tinha ficado cheio
de medo devido a minha angustia-Nossa-Houvi ele brami ao abraçá-lo.

-Ah,céus,aonde esteve?Meu amor aonde andou?-Falei erguendo meu olhar para ele-Você sabe,mas...-Rompeu as palavras,ele me beijou nesse momento,me beijou com
uma sequida vontade,um beijo demorado,muito demorado,imensamente demorado-Ah,céus negros,obrigada,obrigada por ter voltado-Brami ao me afastar-Está com medo,
mas pelo quê?-Foi a sua pergunta crucial.

Eu me apressei em ageitar a borda do manto que me aquecia,o vento veio tão forte que fez meu vestido se mover-Nada,anda vendo coisas demais,estive andando,eu
estive andando,foi o que fiz por essas noites Aziel,estive andando,sozinha,mas andando-Ele me segurou pelo pulso quando andei,passei por ele,o encarei,ele me olhava
friamente,era como se ele entrasse em mim,lesse meu coração por inteiro.

O vento fez sua camisa branca de seda se mover,a sua bolsa jazia encostada na borda do cháfariz,sua calça era justa,jeans em cor negra,a bota curta,ele me fitava em
sua maior frieza-É esteve falando com ela,o animal,infeliz!-Gritou,ofeguei,não estava preparada para isso,sua descoberta subita-Conheço a quem amo,não sombe de mi-
nha palavra,está entendendo!?-Ah,céus!A gritaria começava nesse momento,pertunada fiquei.

-Infeliz?Sabe o que senti?O que senti por esses dias!?Loucura!Esteve fora,me deixou sozinha,isso foi o que mais me doeu!-Ele reverbava,andava de um lado para o outro,
chegou a apontar o dedo para mim-Ah!E só sumir que dá as costas para mim,era de se esperar!Nunca pensei nisso,em pensar que pensei que fosse mais sensata!-Que rai-
va senti,imensa raiva,ele tinha lido meu coraçao,tirado de mim as profundas informações,foi o que indaguei a seguir.

-Cale-se você,foi irresponsável,sabe o que ela poderia ter feito?A vida de Samantha depende de você,Lilith,e isso que quero que entenda!-A gritaria continuou,continuou
por vários minutos,eu segui pelo jardim,abri a porta ao entrar na varanda-Maldito!Me provoca dor,quis paz,simplesmente isso!Não aguento aquilo,ameaças,o que eles pen-
sam que são!?Tenho direito correto!?Isso por aquela maldita ter uma ligação comigo-Ele me fitava,deixou a bolsa no chão.

-E foi isso que descobriu?E agora?Vai ceder a ela?As chantagens de cada um deles!?-Gritou ele,nunca o vi tão nervoso-Não importa!Quero paz,unicamente isso,que eles
sumam,foi o que pedi a ela.Aziel!Ao menos tentei,eu tenho que tentar-Como resposta recebi aquele tapa na faze,ardido,mas um tapa que eu não esperava,o olhei,eu a
ficar paralisada,quieta,silenciosa-Tudo que terá se continuar assim,e a morte de nossa Samantha,e ela que me preocupa,infeliz és e está se tornando-Ele subiu,parou,ele
romperá a conversa e briga naquele momento.

Me sentei paralisada no sofá,eu não esperava por isso,a mão deslizando pelo meu rosto,ainda quente devido ao tapa-Ele não fez isso,fez?-Me deitei de lado,puxei a bor-
da do manto a frente,chorei nesse momento,olhava para a lareira,as chamas queimavam,graças que a tinha deixado acessa antes de ir,tomar o banho,me arrumar-Céus,
ele não fez-Que solidão em meu coração!Meus gemidos ecoavam pela sala.Não adiantaria subir,tentar argumentar com ele,isso não.Era como se as trevas da dor tomas-
sem conta de meu coração,inesperado,eu admito,mas infelizmente racional segundo ele,e ele sabia disso.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Sex 20 Ago - 12:07:46

Diante de tudo minha pessoa se fez sentir,atenuar todo um modo alheio para que possamos reaver um conceito alheio.Sinuosamente minha pessoa continuou.Eu ainda me
recuperando do que tinha acontecendo.Eu me mantive deitada no sofá,eu que tentava reaver o controle de minha mente.Com o tempo sem querer eu me deparei com os
mistérios de transes alheios.Holocausto,eu sei,holocausto terrível.

Assim como um doce atrevimento da alma.Tudo se encontrava em silêncio,a lareira queimava,graças que aquele fogo estava acesso.Tudo se tornou ténue,delicado,como o
esmero de prestinação.Nem sempre conseguímos continuar,e dessa forma que minha pessoa seguiu,se deixou envolver nesse momento.Lágrimas caiam pelo meu rosto duran-
te o sono,sinuosamente um calor tomou conta de meu coração e alma.

Será que dessa forma eu me sentiria melhor?Eu não sabia.não conseguia prever,entenden?Rápido como esperado,rápido como um ráio atravessando e cortando os céus.Com
a transcorrência de um ténue processo,tudo se tornou continuo.Nem sempre conseguímos sair desse processo,mas mesmo assim,ultrapassamos a barreira do tempo,e era o eu
estava fazendo nesse momento inesperado,que hávia se tornado perfeito,apesar de doloroso.

Comecei a houvir gémidos,céus,eu chorava em meio a esse doce sono,meu coração ardia,a repetição daquele tapa na face não me saia da mente,se repetia,se atenuava,eu
tentava reaver uma espera,um momento sublime,mas estava complicado de fazê-lo.O som reverbava pela sala,com o tempo coisa pior aconteceu,eu me vi na mente,como
se isso não bastasse,como se isso adiantasse.

Eu me vi no mesmo cemitério que hávia me encontrado com o maldito animal,toda aquela confirmação,descoberta foi relembrada,o que marcou com maior profundidade meu
coração.Será que isso e como se possamos caminhar sem chão?E mais ou menos isso,mais ou menos querida Sara.O choro continuava,eu deitada,eu que em determinado mo-
mento estiquei a borda do manto a frente para me aquecer melhor.

Eu não parava de sentir essa dor ácida em minha alma.Que momento!Mesmo assim,toda uma forma de reaver um conceito transcorreu,fui foi continuo,e sei que ao decorrer do
que acontecia,o ritimo de batidas de meu coração não parou,aumentou sem piedade,eu cheguei a houvir suas batidas,nitidas aos meus houvidos sinuosos.Terrível,eu sei,um mo-
mento que eu não estava preparada.O tic-tac do relógio continuava,houvia nitidamente como música aos meus houvidos.

Me virei em meio so sono,os delírios ficaram mais fortes,era como se meu corpo começasse a se tornar pedra de gelo.Esperava que algo acontecesse para poder me livrar
do que acontecia,mas não foi o que aconteceu,eu me vi gritar forte,meu grito ecoou pela sala com a impulsão que tive em despertar,eu me vi sentada apoiada com as mãos
para trás,a visão do escuro da sala,as chamas da lareira acessa,tudo isso me impactou.

Eu ofegava,estava suada,foi nesse instante que o medo me tomou-Não posso perdê-lo,não seria louca,eu o amo,foi loucura,loucura ter ido ao encontro dela-Brami,meu cora-
ção batia forte,era como se eu tivesse envelhecido vinte anos,céus,o que eu tinha feito?Quando me virei me sentando corretamente no sofá deslizei a mão no rosto,era como
se eu voltasse a sentir o tapa de Aziel novamente-Maldito,ele sabe,e o fez,sabe que eu estava errada,eu errei-Brami em meio ao silêncio da noite,chorei por alguns instantes.

Foi nesse momento que tive a coragem,mesmo transtornada me apressei ao me direcionar as escadas,subi apressada,meus gemidos e delírios ecoando nesse momento,uma
quietude que me causava medo,sem dúvida.Tudo voltava,eu recuperava meu controle-Aziel você vai me houvir,maldito,vai me houvir-Quase grite nesse momento,subia,eu
cheguei ao salão,pensei que ele estivesse lá,mas mesmo assim,estava dificil de comprender.

Olhei na varanda,nada,subi para outra escada,passei pela salinha,nada,não estava lá,me direcionei ao quarto,céus,abri a porta,vi que ele dormia docemente na cama,nesse
momento eu não tive coragem de me apróximar,tudo foi tão amedrontador!Um silêncio tenebroso,assustador pairava pela casa.Sinistro,eu sei,sinistro.Eu me seitei a beira da
cama chorando,chorando como uma criança-Ah,céus,como pude pensar que poderia conseguir algo?-Brami.

Puxei a borda do macio manto a frente,enjuguei meus olhos,sinuosamente brami,sequei os olhos,o rosto,meus soluços ecoavam pelo quarto,foi quando houvi Aziel se mexer
docemente.Ofeguei conforme isso aconteceu,ele tinha ardomecido ao subir,ao se enfronhar no quarto daquela forma-Aziel,você vai me houvir,não se faça de desentendido!-
Brami quase gritando em meio aos soluções.

Eu tinha me acordado tão artodoada que me envolverá nesse desespero,foi quando me levantei,ele continuava dormindo,céus,que sono pesado,que sono pesado!Ofeguei,o
choro nesse momento começou a ser controlado por mim,minha pisique agia nesse momento-Querido me ouça,eu estou aqui,precisa me houvir-Brami,tomei folego,deslizei as
mãos pelo seu lindo rosto,ele tinha se trocado,colocado uma de suas calças de algodão macio antes de dormir,a cor branca lhe caia bem,tive que admitir.

Primeiro foi o ofegar,para depois seus olhos se abrirem,ele se assustou,acho que pensou que não tivesse coragem de ir ao encontro dele,de nunca mais olhar na face dele
devido ao tapa-Lilith,eu...-Coitado,eu admito que tenho que chamá-lo assim depois de tudo-O que foi?Eu te adoro,sabe disso,Aziel não me considere despretenciosa,eu se
tive que ir ao encontro dela,pensei conseguir algo-Ele ofegou,a tristeza emanava de seus olhos.

-O que descobriu foi a verdade,eu vi em seu coração,se aconteceu o que aconteceu e que viu no coração dela também-Ofeguei,me curvei sobre a cama em sua direção,o
seu olhar maciço,sinuoso,receoso-Não me castigue,aquilo foi forte,muito forte-Ele me fitava,foi quando me tocou o rosto-Ah,céus,acho que não haverá nem uma pessoa a
me descontrolar desse modo,e como antigamente-Bramiu ele baixo.

-Como assim?-Ele ofegou,ele se apoiava com as mãos para trás sobre a cama,os lençóis,eu curvada sobre ele me apoiado com os joelhos-E dificil você entender Lilith,mui-
to dificil-Ofeguei,foi como se algo tomasse conta dele,ele se esquivou se levantando-E me despreza por eu não entender?-Disse conforme ele se ageitava,conforme ele colo-
cava seu belo roupão de seda branca-Nossa,se enchergasse o que enchergo!Ah,querida,você sempre foi linda,maravilhosa,uma andarilha entanto desde que veio para esse
mundo,esse patámar-Ofeguei,lutava para entender.

O houvi sentar-se do outro lado da cama,ele pegou o cigarro,acendeu um deles,tudo tão sinuoso,rápido,perceptível aos meus houvidos-Sabe?Quando eu entrava,encontra-
va a velha andarilha me esperando,me desfazia,estava feliz apesar da vida complicada-Houvia tudo isso-Não sabe mas nossas famílias desde suas origens sempre estive-
ram ligadas,seus destinos cruzados,ligados pelo sangue,o elo que nunca se rompe-Bramiu,sua voz aveludada ecoando pelo quarto.

-Mente para mim,és louco,mente para mim-Houvi seu ofegar,eu me perdi nesse momento ao olhar para a entrada da varanda,a paisagem da noite imensa-Por que eu men-
tiria para você?Menti no passado,na outra vida,o que rompeu nosso elo,o que a fez fugir,por quê dessa vez eu mentiria?-Isso me deixou com taiva raiva que me fez gritar.a
minha voz reverbou pelo quarto,isso o fez se levantar-Cala boca,não tens o direito de dizer nada aqui,importunou meu sono,e para quê?Chorar como uma criança mimada de-
vido ao erro cometido,cale-se-Medo,tive medo ao olhar para ele.

-Me machuca,bate em mim,por quê?Para me fazer sofrer?-Disse chorosa,ele focou seu frio olhar sobre mim,ele de pé a frente da cama,eu sobre a cama apoiada nos joelhos.
-Se fiz o que fiz,foi para que entendesse,para que captasse o meu conceito,seu erro!Nunca foi de sua natureza agir assim,não e de sua estirpe e conceito pessoal,agir por esses
lados pecaminosos,não foi no passado,não seria agora-Ele tragou mais do cigarro,foi até a mesinha,o apagou por que tinha acabado.

Voltou-se para me olhar,agora a tristeza era nitida em seu olhar,apontando o dedo para mim,ele bramiu-Para de agir como menina,por quê não és mais uma menina,és
minha esposa,entenda isso!Queria que entendesse,que entregasse seu coração de uma vez por todas a mim,assim,como estou disposto a entregar o meu coração,e isso
que eu quero que entenda,Lilith.Ah,céus negros,como queria que entedesse definitivamente-Ele andou a frente,se curvou pousando as mãos no meu rosto.

-Meu coração?Ah,céus,por quê?Aziel por quê?Por quê?-Brami o olhando,meus lábios trémulos devido a indagação,o momento,deixei minhas mãos se grudarem aos seus
pulsos,sinuosamente ele continuou,seu olhar grudado ao meu,conseguia houvir sua respiração,a batida de seu coração imensamente forte-Simplesmente por quê quando
eu a vi entrar aqui por aquele portão,quando a encontrei naquela Rua,no ponto,eu me deparei com uma menininha perdida,o meu elo antigo,simplesmente por isos,e te
juro,eu demorei,é muito para encontrar-te novamente,Lilith,não me faça parte tudo que perdi e demorei tanto tempo para reencontrar nessa vida-Ofeguei,silêncio.

-Está desesperada,é me é duro me deparar com essa verdade,saber que seu coração está sangrando tanto,principalmente em um momento tão espécial como esse-Não
respirava,continuava houvindo,ele que não parou,ofegou me olhando,não desgrudando os olhos dos meus-É isso que está houvindo,eu fui capaz de tirar a venda dos o-
lhos,capaz de recuperar toda uma memória extinda,a memória da vida que tive antes de estar aqui novamente-Silêncio novamente.

Nunca senti tanto medo como nesse momento,viu?Nunca-Ah,minha Lilith,queria tanto que entendesse,tanto-Ele mantinha as mãos com firmeza ao lado de meu rosto,os
seus olhos passeando pelos meus,sua ténue é deliciosa respiração houvida a todo momento-Acredita com força,tenho que admitir,e como se enchergasse com toda sua al-
ma o que fala,mas e dificil acreditar que estivesse com você,em um outro momento-A quietude pairou com toda força nesse momento.

O que o fez se aquietar,sentar-se ao meu lado,ele olhou para o teto por alguns momentos,o roupão aberto,isso me fez delirar por alguns momentos,a calça londa macia
de tecido molinho,ele pensava-Eu sei,eu vejo,eu vi,não deixo de vê,mas tu não podes vê,e sabe por quê?Ainda não abriu seu coração para isso,Lilith,o seu coração ain-
da não e meu por completo,e isso que tem que acontecer para que entenda-Olhou para mim,senti seu perfume de longe-Não quero que faça mais isso,se pensa que vai
conseguir alguma negociação com eles ou ela,está enganada,está colocando em risco tudo que eu demorei anos,uma vida inteira,uma volta,para reencontrar nessa vida-
Loucura pensei,estavamos chegando a um momento crucial ali,perceptível.




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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Sex 20 Ago - 13:14:35

Bem,acho que chegar a esse impasse tornava tudo tenebroso,tudo se aquietou,eu olhava para ele,ele me olhava,não tirava suas mãos do lado de meu rosto.Eu
ainda pensava,meus lábrios trémulos semi-abertos,silêncio-E você?Está decidida a esquecer?A tentar nem um contato com ela?Aquele animal que faz parte de seu
passado?-Ofeguei,como queria fazer o que ele tinha feito,enchergar o que dizia ele,termos vivido em um outro momento histórico.

-Ah,sim,entendo,entendo,loucura-Brami começando a chorar,foi quando ele se curvou a frente,ele que deixou suas mãos pousarem docemente sobre a cama,ele a
me beijar,não me tocava,só se curvava a frente desse modo,beijando-me como se quisesse me tirar algo-Isso é amor ou apenas atração?-Perguntei o olhando em
silêncio-O que é?Não queira saber,e a conseguência de muitas,muitas vidas passadas,Lilith-Sussurrou me fitando-Maldito-Brami envolta nesse trocar de olhares.

Eu tombei para trás,ele se curvou sobre mim,deixou-se beijar meus ombros,meu rosto-Ah,me deixou descontrolado,tenho medo de perder esse algo precioso,muito
entende?Não sente o que sinto-Bramiu-Não é que eu sinta,mas pense,agi por impulsão,eu sei,mas quase cheguei ao meu objetivo-Ele me olhou,ele que deslizava a
mão livre pelas minhas nadegas-Ah,quase lá,não colha esperanças,Lilith,não nutra essas esperanças-Pediu angustiado.

-Desculpe! Eu não pensei,ela está ainda dentro de mim,precisa de meu corpo para vir,desculpe por não ter relevado isso-Ele me olhava com a máxima profundidade
possível-Ah,céus negros,falei demais,falei demais-Disse ele se perdendo,quase se descontrolando devido ao meu sentimento,meus trémores conforme me mantive por
baixo dele-Não,estou falando sério,não descarte meus sentimentos Aziel-Ele se silênciou,eu deixei os dedos deslizarem por seus ombros-Se eu lhe peço desculpas e
por quê sei que e necessário-Loucura imediata.

Ele do nada deixou o choro vir,não pensei que ele fosse capaz disso,ele olhava para meu rosto,ele se moveu deitando-se de lado ao meu lado,fiz o mesmo,ele que só
fazia emanar sua terrível angustia-Não ficou marcado,graças aos deuses sagrados,os elos sagrados-Ele se aflingia-Desculpe,se tem medo,eu tenho,não sou de ferro,en-
tende?Não sou de ferro-Deixou a mão pousar a frente de seus sedosos lábios delicadamente.

-Sou um miserável,isso,sim-Toquei na sua mão pousada sobre a boca-Não fica assim,não iria embora,jamais,jamais,foi uma promessa correto?Não se arrependerá de
fazer o que quer,correto?-Ele sussurrou ao desencosta a mão de sua boca,ele tremia todo nesse momento-Do que?-Ele tomou ar,se controlava para não chorar-De vol-
tarmos a unirmos nossas famílias,se sabe,se sente,se viu em seu coração que já estivermos unidos no passado,então,que seja,completaremos essa união-Ele ofegou,o
seu olhar,se direciou ao teto quando se deitou por completo.

-Seria a coisa mais preciosa de minha existência-Soube e senti através daqueles gestos descoordenados que ele iria chorar,mas pude repreendê-lo conforme me coloquei
por cima dele,o beijava com vontade,imensa vontade,ele que não deixou de me puxar para si,me apertava contra ele.E dessa forma acho que uma aceitação veio,come-
çou a se formar dentro de mim.Comecei a descobrir o guão importante ele se tornará para mim.

-Tudo que precisa e aceitar meu coração Lilith,isso a fará entender-Bramia ele enquanto o beijava-Não sabe,mas acho que ele se tornou seu desde que me pegará naque-
le ponto,pelos braços,eu e que não entendi-Brami enquanto o beijava,ele riu secamente nesse momento,a noite transcendeu a sua existência,a nossa existência.Isso fez a
minha pessoa ter vontade ao longo do tempo de ir se trocar.

Eu tirei meu vestido é manto os dobrando é os colocando no cesto no banheiro.Gradualmente minha pessoa assentiu,eu desabei na cama,ele tinha adormecido,não tinha
mais forças para se manter consciênte.Sinuosamente o sono veio,eu que senti as dores de todo o impacto dessa noite me tomar,foi fatal,digamos assim.Acho que isso era
o bastante para eu me recompor.O tempo veio,e a minha consciência começou a voltar quando houvi barulhos.

Bem,meu corpo estava tão pesado que assenti sinuosamente,me senti virar para frente,sabia que uma de minhas mãos estava pousada sobre meus seios,um dos braços
estendidos para baixo.O barulho continuava,alguém se movia pelo quarto,barulhos,sons,em meio a esse transe de despertar.Dedos se movendo por cima de mim,queren-
do desabotoar os botões de minha túnica sedosa.'Psiu,calado Redenção,me deixa,tenho que fazê-lo'.Houvi a voz bramir.

O que será que esse alguém insano pretendia?Foi quando minha mão se moveu em direção ao pulso de Aziel,ele que me olhava,foi a primeira imagem que vi ao abrir os
olhos-Oi,finalmente desperto,eu...-Ele parou de falar-O que pretendia seu maluco?-Brami ofegante,ele tinha desabotoado toda túnica-Ah,vamos,nada que uma massagem
faça,melhore-Riu sinuosamente.

-Ah,admito,estou precisando,acho que essa menininha anda me tirando as forças,sinto meus ossos quebrarem-Brami me deitando de lado,ele se moveu deitando-se por
trás de mim,eu olhava a entrada da varanda,a mesinha encostada na parede do quarto,as cortinas oscilando pelo vento,fechei meus olhos-Tudo bem,deixe comigo,admi-
to que faço isso com prazer,por quê sei que precisa-Sussurrou em meus ouvidos,ele deslizou as mãos terminando de tirar-me a túnica do corpo,eu ofeguei.

Meu corpo latejava tanto,tanto.Eu fiquei apenas de calcinha de algodão,larga,macia,sempre as peças prediletas por mim.Ele olhou o pote sobre a mesinha,ele levantou-se
rapidamente para pegar,tudo tão inesperado,mas necessário.

Acho que aquele toque também era inesperado-Nossa,está redonda,ficando reconda-Bramiu Aziel,ele que sentou-se ao meu lado,eu deitada olhando o teto,o frescor do
quarto maravilhoso-Para,isso me deprime,por favor,basta as energias e forças que Samantha tira de mim-Ele riu-Desculpe,mas e que está linda,simplesmente linda com
a continuidade dessas formas-Cerrei meu olhar,sinistramente ele ofegou sentindo medo.

-Nossa,assim até eu tenho medo de continuar,viu?-Mas ele continuou,abrindo o pote espalhou uma boa quantidade entre os dedos,me sentia tão relaxada que fechei os
olhos conforme ele espalhava o greme perfumado sobre meus ombros,braços,depois sobre os ceios-Por favor,depois nas costas-Ele riu,deixei meu rosto se virar de lado,a
sua pessoa continuou,quando terminou eu me sentei,ele começou a massagear meus ombros,seus dedos deslizando-se docemente.

-Ah,que bom,que bom-E estava mesmo,ele fez alguns momentos que fizeram meus olhos estalarem,isso me trouxe conforto imediato,meus olhos fechados,ele que não
parava,foi quando voltei a me deitar,dessa vez de lado,ele que passou por fim mais um pouquinho de greme em minhas pernas,pés,delirei sentido-me confortante,isso a
me trazer pleno relaxamento pleno.

-Me sinto cada vez mais pesada,incrível,mas cada vez pesada-Brami olhando para frente-Não precisa se sentir assim,voltará a sua antiga forma quando ela vier,como fa-
rá isso?-Eu ri,tive que rir,ele tentando compreender as coisas,mas estava dificil-Nossa Aziel,para,e coisa feminina demais para entender,ela virá,simplesmente isso,virá na-
turamente-Ele ofegou,beijou-me sobre os ombros,depois pescoço.

-Quero vê,serei corajoso,corajoso-O olhei,tive que rir-Hum...Homens,insanos,digamos que em determinados momentos babacas-Ele me olhou amedrontado-Nossa,nossa,eu
não pretendia lhe magoar-Eu ri-Quero Isabel comigo,nunca a quis tanto como agora,ao meu lado-Ah,sim,e já pediu a ela?-Ele riu-Sim,eu pedi,liguei,sim,estou esperando a
resposta para quando ela vai vir-Ele se grudou mais a mim.

-O que mais?-Disse me desferindo mais beijos,só que agora em minha nuca quando ele afastou meus cabelos,arrepios-Aziel,sua mãe,acha justo privá-la disso?E neta dela,
será neta dela,por favor,eu...-Ele ofegou,me fez virar-se de frente para olhá-lo-Mesmo diante de tudo,quer conhecer ela?-O olhei-Mas e claro!Quero minha change,entende?
De mostrar que não sou o que sou-Ele assentiu me tocando o rosto com uma das mãos.

-Entendo-Ofeguei-Me prometa que tentará por favor,nem que seja só ela,mas por favor-Pedi sinuosamente-Vou tentar,mas não posso lhe prometer nada,não vou lhe pro-
meter algo que nem eu sei no que resultará-Eu ri,o beijei,isso me fez ofegar,de nada lamentava,mas o que me foi mais graça foi quando ele me tocou a frente do corpo,so-
bre o ventre,isso o vez se arquear-Céus!-Houvi ele gritar.

-O que foi?-Ele me olhava assustado-Essa coisa!-O fitava silenciosa,foi quando estiquei meus braços a frente-Ah,Samantha já ficou fortinha o bastante para fazer isso,me
chutar,se mover,exercitar seus musculos em formação-Brami,ele mesmo tremendo se deitou de lado ao meu lado-Holocausto,olha só-Disse ele tremendo,temeroso-Não te-
nha medo,olha só-Eu ri,eu me mantive deitada para cima,docemente acolhida pelos travesseiros macios-Vamos,por quê o medo?-Brami.

Eu deslizei docemente o meu dedo indicador sobre meu ventre,Samantha continuava chutando-Loucura-Bramiu ele com voz trémula-Porém maravilhoso querido-Sussurrei
baixinho temendo que Samantha parasse de chorar-Claro que ela e ainda pequenina,mas já crescidinha para fazer esse tipo de provocação,mais um tempo e ela vai virar,
ficar de cabeça para baixo-Ele riu-Hediondo-Riu.

-Sagrado,porém-Conclui,Fechei meus olhos,ainda precisaria ficar mais um tempinho deitada,Aziel se manteve deitado ao meu lado,com seu rosto acolhido entre meus ceios.
Ele descansaça,isso me fez pensar,fechar os olhos por alguns minutos,beijei os cabelos perfumados dele-Ah,vai entender-Brami,o fitava,ele com os olhos abertos,o sol que
clareava seu limpido rosto.

-Será?Ainda estou aceitando que ela pode se mover ai-Riu por fim-Vai sim-Ele riu,foi quando ele puxou as cobertas por cima da gente-Ah,não e necessário-Brami,acho que
aquelas gargalhadas eram o começo de meu controle mental-Não precisa-Pedi conforme ele se movia por baixos das cobertas,meu corpo que se atiçava com as cocegas-Eu
ofego-Gritei em meios aos risos-Peça perdão-Pediu ele-Ah,não peço-Disse rindo novamente-Peça-Disse ele conforme me continuava fazendo cocegas,minhas risadas ecoando
pelo quarto-Ah,não!-E assim continuou,o começo de meu dia,sinuosamente desejado.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Sab 21 Ago - 15:45:24

Acho que depois de um momento como esses,tudo que podíamos esperar um momento para que podessemos continuar,acho que o fato de termos saído naquele
momento se tornou honroso,honroso no que diz respeito a todo um modo de continuar.Não que fossemos exasperados,e sim,um modo de continuarmos.Ainda me
sentia sinuosa,eu e Aziel tinhamos desejado sair para visitar a Torre na Cidade.

Valeu a pena?Ah,eu admito que,sim,valeu a pena,sim,mas garanto que o que estava para vir sequer se passou em minha mente,como muitos fatos que vieram.
A sinuosa ordem era continua,isso para que o esmero de desenvolvimento fosse surreal.Apesar de tudo,a nossa atitude tinha valido a pena.Eu e Aziel viamos,eu
e ele andavamos pelas lindas calçadas da Cidade,começamos a percorrer a Rua que moravamos.

O que pensar em um momento como esse?A observação era continua,mesmo assim,necessária para que absorvessemos o que devíamos obter naquele instante a
mercê dessa saída esperada e planejada.Nossos passos ecoavam pela calçada,baixinho,mas eram ouvidos por mim e ele.nunca esperei que Aziel estievesse tão belo
como um momento desses.

Ele tinha escolhido muito bem a roupa:Uma calça jeans em tom azul,a bota pesada devido ao frio,a camiseta de algodão macio em cor negra,o lindo cordão com
asas de anjos em prata a frente.O olhei de lado,ele usava óculos escuros,pensava silencioso enquanto andavamos,acho que a visão da Torre ainda não me saia
da cabeça,mas sentia na alma o guão tinha sido importante essa saída.

Mas continuando com meu esmero de análises Sara:Meu vestido oscilava com meu andar,o tecido de algodão delicioso,as alças delicadas,a bota curta,o conjunto
em cor oliva me tinha feito feliz essa noite,brincos de esmeraldas talhadas em fomato oval,o que pensar?Continuamos,foi quando do nada senti um doce aperto a
darmos a volta a frente-Lilith,ainda continua com sua vontade querida?-Pensei,friamente pensei.

-Sim,e claro que,sim,não disse que morreríamos por isso,correto?Apesar de tudo,eu tenho o imensod esejo de conhecer sua mãe,nem que seja passajeiro,entende?-
Ele riu por alguns segundos,quando nós apróximamos do portão,ele tirou a chave do bolso da calça tão linda e justa-Entendo,farei isso par ao mais breve possível-
E com isso ele desferiu a chave na linda fechadura,o vento veio do nada,era como se trouxesse algo terrível para mim,o que não compreendi de imediatol,mas com
mais dois,três passos,eu compreendi.

A visão ficou turva,as arvores oscilaram do nada! Eu senti tanto medo!Era como se algo tivesse pego em meu corpo me trazendo esse tipo de sentimento.Quando
a minha pessoa olhou de lado,foi como se Aziel fosse tomado de desespero-Lilith,está branca,querida consegue andar?-Ofeguei,senti um dos primeiros lapsos de do-
res que viria a seguir,terrível!Eu ofeguei deixando com que lágrimas viessem ao rosto.

-Não,Aziel eu não estou bem!-Brami sentindo mais lapsos de dores,dessa vez ao pé de meu ventre,foi quando do nada senti algo quente me sair entre as pernas,o
Aziel que esbugalhou os olhos-Céus negros!-Gritou ele-Lilith,se segure por favor!-Não conseguia,mas tudo que sei e que esvai,esvai conforme minha visão começou
a ficar negra,turva.

-Ah,céus!-Gritava ele que conforme me esvaia ele me segurava,ele me pegou nos braços,ele que saiu comigo pelo portão-Alguém me ajuda!Por favor!-Gritava ele,o
desespero tomando conta de sua voz-Lilith aguenta firme,por favor-Bramiu ele,ele que andava nesse momento comigo nos braços-Alguém me ajuda!-Não demorou,o
Aziel sentou-se comigo no vão da calçada,ele atenuou os pés a frente,tudo que lembro e dele me deixando no chão,dele levantando-se deixando-se saltar de frente a
um táxi que vinha.

-Não vá!Preciso que me leve ao hospital mais próximo!-O motorista abriu a porta,Aziel se apressou em minha direção,ele pegou-me entrando no carro,mesmo com o
desespero,ele pode ter forças-Não pensa,por favor amorsinho-Pedia ele em prantos,eu deitada ao seu colo,eu que tremia,era como se tudo tivesse sido tirado de mim,
eu nada enchergava apartir desse momento,eu que gemia de dor.

'Não seria bom me deixar agora Samantha'.Esse foi meu último pensamento antes de nada mais houvir,mas sentia as lágrimas de Aziel me caindo sobre o rosto,os
seus afagos.Meus olhos fechados,o Táxi que seguia.O motivo pela qual isso tinha acontecido,nunca vim a entender,nem mesmo nesse momento,nas sei que meu
corpo entrou em um sério processo de expulsão de Samantha,mesmo com isso,eu lutava,tentava lutar para que nada de errado acontecesse.

Gradualmente tudo que veio a pairar foi o silêncio,quietude amedrontadora para que eu começasse a me envolver em uma nova aceitação.Eu não iria perder aquela
criança,nem que moresse.Chegando ao Hospital,eu houvi barulhos,muitos barulhos,houvi em meio a meus delírios vozes,acho que até o momento em que Aziel saiu
procurando por qualquer enfeiro lá dentro,médico.

O motorista ajudava,disso eu soube,ao menos estava ciênte.Com mais alguma espera as presenças ficaram forte,vozes mais forte,eu dentro do carro agonizante,eu
a atenuar meu pensamento,por mais que ele estivesse escasso-Não,ainda está em tempo,tenha calma jovem-Disse uma voz feminina,a voz que deu ordens para a
maca vir.houvi barulhos metálicos-Tenham cuidado,por favor,a criança e mãe são crucial-Disse a voz feminina.

Me senti pega,um enfermeiro me pegou nos braços,meus braços penderam de lado,meu rosto tombado para trás viu o céu estrelado.'Vou morrer,meu bebê,isso não
vou permitir,não e justo'.Pensei,essas palavras ecoando em minha mente.'Não vai,lute'.Houvi alguém,houvi o choro de Aziel,ele que chorava desesperado-Preciso
ter a certeza-Houvi sua voz falar.

-Calma jovem,entendo que seja o pai,o esposo da mãe,mas precisa ter calma,estamos aqui,vamos ajudar-Disse a voz feminina enquanto o enfermeiro me deitava
na maca,uma mascara de oxigênio foi colocada em mim,céus,todo meu corpo latejava,doia de verdade.Acho que as sinuosas palavras pedindo luta eram de Reden-
ção,nunca senti tamanha imposição de forta emanando dele,ofeguei aspirando aquele ar maldito da mascara.

Gritos de Aziel,gritos terríveis,acho que a loucura o tomaria dessa vez,em pensar que tinhamos chegado em casa,tinhamos tido uma tarde e início de noite plenos,o
que esperar depois dessa?Não sabia,compreende?A maca era empurrada,houvi,deu para perceber enquanto a maca era empurrada pelo corredor,em meio ao barulho
que Aziel teve que ser contido pelos outros enfermeiros,seguranças-Preciso de uma resposta!Não e justo,preciso estar com ela!-Reverbava ele em meio ao choro.

"Vai estar com ela!Mas antes precisamos assegurar a criança,a vida dela"-Houvi gritos masculinos ecoarem,foi quando a voz feminina disse-Cuidado,mais um pouco,eu
sei que tudo vai dar certo-Ofeguei,meus olhos encarando o teto branco do hospital,o corredor,a maca continuava sendo empurrada,entramos em mais um corredor,eu
senti quando mãos deslizaram por cima de mim.

Me tirando o vestido ao desabotorem os botões.Rapidamente estava despida sobre a maca,ofeguei,quase gritei quando um algodão foi passado em meu braço,na
junta entre o braço e ante-braço.Uma agulha de soro foi introduzida,soro,terrível pensar nisso.Eu chorava,lágrimas escorriam ao lado de meus olhos.'Estou morren-
do'.Pensei,mas novamente aquela nova visão me veio.'Não,não vai,o bebê e seu,ele vai nascer'.Redenção,ofeguei,meus olhos turvos.

-O bebê,me assegurem o bebê-Disse baixinho,do nada a visão ficou mais turva,eles continuavam todo um esmero de preparativos-Ainda bem,tudo dará certo,ele
a trouxe a tempo,por favor mandem mais seguranças para controlar jovem-Que ordem pensem em meio a meu tormento,dor!Céus,era terrível,mesmo assim,ainda
demorava a entender o motivo disso tudo acontecer.

Aspirava aquele ar,a mascará de oxigênio em meu rosto sobre a boca.Não sei como,mas senti um pleno toque de calma vir,pairar sobre mim,isso me fez oscilar,o
revernar duarante isso foi como glória.Eu conforme esvai em delírio,sono,me deparei enchergando aquele bebê,ele sofria,e muito,imensamente,os motivos não en-
tenderia,mas sabia que aquele bebê estava sofrendo.

'Acho que sou evoluída demais para viver,mas lutarei'.Que voisinha de menininha,eu estava sonhando?Ah,céus,aquele bebê oscilando em meio ao liquido,dentro
de algo.'Está complicado'.A voisinha bramiu novamente.'Muito complicado!'.Quase um gritinho.Foi quando me deparei com a plena verdade:A de que o elo e forte,
mesmo distante,e imensamente forte,pleno.

'Amorsinho'.Me deparei falando,era como se tivesse sido levada a um lugar,visto isso tudo,barulhos,sons artodoantes ecoando a minha volta.A calmaria veio para
ficar,acho que se Redenção não tivesse imposto sua força contra mim,teria morrido,esvaído de verdade,acho que nem meu bebê precioso teria vivido.Para ser cla-
ra,me deixei nos braços daqueles enfermeiros,de Redenção.Nunca entenderei,mas e algo que não poderia deixar escapar,correto?

Todo um processo de recuperação e estabilidade de meu corpo começava,era continuo.delírios,coisas sendo introduzidas e mim.Que horrível,eu não queria isso,não
queria me sentir tocada daquele modo,principalmente em um momento tão sagrado para mim,porém,as lutas e batalhas são travadas nesses processos mais doloro-
sos,e garanto que se alguém,qualquer ser humano pudesse ser protegido disso,seria vitorioso.Guerra esperitual,pensei dessa forma.'Não demorei tantos milênios pa-
ra vir novamente!Não vou falhar!'.Houvi a voisinha bramir,tão feminina,delicada!.'Esperava que o sangue fosse mais forte,é forte,nas não o bastante para mim!Mas
eu virei!'.Terrível!




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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Sab 21 Ago - 16:52:27

Admito que de mais nada lembro.Mas sei que comecei a despertar já no quarto do hospital.O que me causou esse despertar?O termino de tudo,o sono,ainda mais todo
um movimento a minha volta.Tudo veio aos poucos,sinuoso,adorável,apesar de fraca.O sol batia em meu rosto,senti cheiro de comida,acho que alguma enfermeira há-
via deixado algo para mim já prevendo meu despertar.

-Pode deixar comigo,eu á ajudo-Houvi um homem falando,gemi de dor nos ossos,e devido a isso meus olhos abriram do nada,me deparei olhando uma porta,um pedes-
tal metálico com uma bolsa de soro,o fio vindo,a agulha em minha veia,o esparadrapo-Ah,céus-Brami ainda tonta,foi quando olhei para Aziel,isso me deixou magoada,eu
senti as lágrimas virem quentes nos olhos.

-Querido me desculpe,me desculpe-Sussurrei,a porta foi aberta,quem estava me atendendo tinha saído,sinuosamente nós deparamos sozinhos,o rosto dele estava incha-
do,ele tinha chorado a noite toda,ele se apróximou,deixou-se esquivar para frente ainda sentado na cadeira de hospita-Ah,céus,que susto meu amor,imenso susto,mas eu
fico feliz,Samantha ainda está ai-Bramiu ele me beijando a mão que segurava.

-Ah,está metindo?-Brami o olhando,meu rosto tombado de lado o fitando-Não,não,não mentiria sobre isso,jamais-Sussurrou ele,dessa vez me beijando o rosto,a testa,um
doce afago nos cabelos-O que houve?Por que tudo isso?-Quis saber,foi quando ele se afastou se recompondo,ele riu secamente,as expressões de seu rosto marcadas,nao
previa isso,mas compreendi.

-Eles falaram que foi deslocamente de placenta,o que deu para se cuperar,mas eu sei,eu tive medo,imenso medo,o desenvolvimento de Samantha está em um patámar
esperitual tão elevado que nem eu sei se meu sangue foi o bastante para lhe dar forças para vir a luz nesse mundo-Ofeguei,foi quando virei meu rosto para o outro lado,a
minha pessoa pensava francamente no que acontecia.

A paisagem na janela era linda-Não se culpe por favor,e como penso:Tem tanto sangue do Clã Lioncourt que seria dificil apesar das dificuldades ela não vir-Ele oscilou,eu
senti quando ele se moveu docemente-Aziel por quê sempre teve a certeza que era o nome dela?Que deveria dar esse nome a ela?-Ele riu,da tristeza a felizidade,mesmo
assim,ele se silenciou para depois explicar.

-Meu amor lembra daquele dia em que desceu para o salão de sua mansão e me viu só com o outro?-Pensei,as imagens me vieram com tudo:O homem alto,de cabelos
negros,parente de Aziel,mas a outra mulher não estava lá,mas perceptível que ele estava triste por algo,acho que em relação a falta de algo-Ah,sim,a mulher-Brami em
meio a rouquidão,o cansaço-Então,ela é a Samantha,Lilith,a primeira monarca de minha família-Ofeguei espantada.

-Ah,céus!-Quase gritei-Psiu meu amor,tenha calma-Pediu ele esticando-me os braços,eu estava vestida com uma roupa do hospital,aqueles frangalhos que eles colocam nos
paciêntes,mas nem ligava para isso-Ah,céus,Aziel por isso não estava preparada-Me coloquei sentada,encostada no apoio da cama-Entendo,eu entendo,mas eu não esperava
que a alma escolhida para vir era ela,só isso-Que tristeza.

Senti culpa,imensa culpa-Aquele pobre homem,ele deve estar tão sosinho,ela era a compainha dele-Aziel assentiu deixando-se tomar por algo,foi quando sinuosamente o
senti transcorreu tudo-Mas me prometa,ela nunca saberá quem ela foi,por assim não pode ser-O olhei,mas será que apesar de tudo,esse doce holocausto seria desfeito?A
minha pessoa começava a duvidar disso.

Nem sempre a minha pessoa e fugaz,digamos que sensata,mas nesse momento eu devia ser para com Aziel,lamentei ao voltar a olhar para ele,o guão ele tinha sofrido
nessa noite-Aziel,é isso que me pede?-Quis saber,ele riu secamente em resposta,segurou as lágrimas-Sim,por favor-Pensei,ofeguei-Acredita mesmo nisso,céus,acredita
que a reencarnação e possível,o que não me deixa a temer-Ele riu,de curvou,o beijei docemente.

-Digo que deve manter seu coração em paz,tudo bem?-Brami,ele segurou forte minhas mãos,apesar de tudo era necessário,suportei para tentar compreender,tive que vê
além do que ele tinha me dito para que me permitir uma coisa dessas.Só conforme continue a olhá-lo nos olhos e que a calma veio,que tive certeza que finalmente chega-
ria até o fm de minha gestação.

-Continuará se culpando?-Falei rompendo o doce silêncio-Não,eu não-Bramiu ele docemente-Então fique ciênte de que ela virá,que tudo dará certo,quero que esteja ao
meu lado-Ele riu me meio a angustia que só agora começava a passar-Sim,tudo bem,continuarei tentando-Cálidos beijos vieram,tomaram conta de mim,o beijava com
imensa vontade.Eu estava pálida,imensamente pálida.

-Desculpem mas preciso continuar-Disse uma enfermeira ao entrar,ela que trazia um copinho de comprimidos e água na bandeja-Sinceramente estava para ter dia melhor.
Mesmo assim,eu tentei pressentir o que deveria vir.Olhei,eu mesmo sem querer tive que tomar aquele remédio amargo-Teve sorte,acho que continuar viva com a pouca
quantidade de sangue,e sorte,mas vai se recuperar-Disse ela,ela que depois saiu fechando a porta.

Olhei de lado para Aziel-O que ela quis dizer com isso?-Ele moveu seus olhos docemente á frente,foi como se o fracasso viesse-Lilith,por uma semana,tavéz duas,terá que
evitar qualquer tipo de cortes,tudo isso,sangue,globúlos vermelhos,e tudo que mais precisa agora-Ofeguei,olhei para a paisagem da janela,meus pensamentos começaram a
pairar por todo lugar,Aziel silencioso,pensativo.

Sinuosamente me deixei envolver nesse doce trance,apesar de tudo,eu estava começando a retroceder nesse processo.Minha pessoa ofegou por mais algumas vezes.
O bastante para Aziel se levantar,ele quis se direcionar a bandeja,ele a pegou,eu olhei para o prato,odiava saber que aquilo era comida de hospital,mesmo assim,eu a
me deparar com várias coisas alheias.Sinuosamente continuei absorvendo,captando a questão.

-Vamos,só terá que ficar aqui mais alguns dias,acho que apenas dois-Ofeguei-Será um inferno-Brami baixinho,ele riu-Não,não será,eu não sairei daqui-Disse-me,ofeguei
em resposta.Comecei a comer,soube com isso que tudo tinha terminado,que o sofrimento hávia acabado.Não sei como Samantha sobrevivei a esse ataque sanguíneo e
corporal,mas admirável como ela ainda se mantinha lá,presente.

Aziel esperava,eu comia,a quietude pairando pelo quarto,me sentia tranquila por Isabel não saber de nada disso,desse momento dolorido que passei e tive que suportar.
Delicadeza,cemblante de holocausto.Mesmo assim a transposição de pensamento era necessária.Conquista,foi isso que se passou em minha mente ao decorrer desse mo-
mento inportudo em minha vida.

Nunca esperei me deparar com Aziel tão quieto,observador.Quando terminei de comer,ele deixou a bandeja em cima da mesa,ofeguei,pensei-Não vou ter que passar
por isso,vai trazer comida para mim,correto?-Ele riu ao sentar-se-Bem que gostaria,mas não posso-Ofeguei após isso,ele deslizou a mão sobre meu rosto,assentiu em
profunda observação.Sinuosamente minha pessoa ofegou,assentiu conforme a troca de olhares acontecia.

-Nossa,lamento,lamento em lhe ver assim-Palavras a respeito de minha cor,minha palidez-Por pouco tempo-Respondi arqueando a sobrancelha,nossos rostos se encos-
taram,acho que inocência maior não poderia ter acontecido-Desejo voltar logo para casa,não vou suportar-Tristeza em minha palavras,o que o levou a deslizar os dedos
em meus lábios-Não pense isso princesa-Pediu.

Ofeguei,foi como se uma neutralidade imediata se formasse dentro de mim,como se uma neutralidade fosse esperada,continua.Adorável,sentir seus braços se curvarem
sobre minha silhueta,o modo como ele me beijava,como me fazia sentir os sinuosos toques desejados.Os beijos silenciosos,os afagos em meus cabelos.Sentia a vibração
dessa felizidade me invadir,me contamina.

Acho que era a energia que estava precisando nesse momento espontâneo.Lampejo de sentimentos,lembranças,coração,tudo isso acontecia ao mesmo tempo.Eu
não deixei de pensar em tudo que acontecerá durante a noite,mas o necessário para mim,era aquele enlace majistral de Aziel-Depois dessa eu sei que não morre-
rei fácil-Disse-lhe,ele riu,riu com vontade.

-Ah,é?Eu iria com você,sabia?-Dessa vez só afagos.Mas o temor me veio,me veio por que nunca me senti tão aprofundada em relação ao que sentia por ele.Eu a
atenuar meus olhares.Era certeza de que por ele,sim,começava a sentir algo maior do que senti por meu ex-marido.Pensei enquanto o fitava,enquanto ele mantinha
o olhar sobre mim.Era malícioso,eu sei,mas tão magnifico!O brilho em seus olhos,seus gestos.

-Tenha calma-Pediu sussurrando,voltei a beijá-lo,ele tomava todo cuidado,eu também,vitalidade,recuperação.Silêncio pairando pelo quarto.Que dia!Que noite tive!
Sobrevivi,e não esperava por isso.E tudo foi continuo,planejado,continuava assim,o processo de espera para eu ir para era continuava,como começava a ter souda-
des do lugar,viu?Tantas soudades.Apesar de tudo me mantinha forte,tinha que ser desse modo.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Dom 22 Ago - 11:47:28

Acho que meu ferido e dolorido coração podia esperar era um modo para que eu continuasse me recuperando,e foi assim ao decorrer daqueles dois dias
terríveis para mi,apesar de tudo,a minha pessoa se sobressaia docemente,transpunha todo um modo para que mantivesse a ordem de pensamento.Sinuosamente foi
desse modo.Aziel veio me visitar nesses dois dias,ele que não deixou de me ajudar,até tinha trázido uma troca de toupa para mim,o que me deixou tomada de glória,
isso para mim significou muita coisa.

Esses determinados cuidados ao menos fez com que meu corpo ganhasse estabilidade,doce como esmero de acalando de doçura.Ténue como toque de seda,como
toque de um doce holocausto.Chegado o terceiro dia,eu me acordei no início da manhã,hávia sofrido para que conseguisse dormir,mas rapidamente me enchi de es-
mero de cálido momento.Unisono como rosas caíndo sobre mim.

Será que as vezes tudo isso e necessário para que possamos sobreviver?Tive a certeza que,sim,Aziel dormia,ele sentado arqueado a frente da cama,seus braços cur-
vados abaixo de seu belo rosto,o olhei por alguns segundos,o que causou certo alerta em meu coração.Queria tanto que ele sentisse o que sentia nesse momento,eu
tive que me conformar,acho que o fato dele ter arrumado minha bolsa já sabendo que ia embora aquela manhã,me deixou tranquila.

-Aziel pode me houvir?-O chamei,mas me assustou o fato dele ter demorado para responder,para despertar,nunca o vi tão sonolento,ele que vestia jaqueta negra,sua
camiseta branca de algodão por baixo,a calça negra justa,a bota também no mesmo tom curta,um jovem clamando por ajuda nesse momento tão importante,ainda es-
tava para alguém me tocar como ele,viu?

Seus olhos se moveram,ele bojejou docemente-Ah,sim,acho que e hora de irmos,não é?Querida eu espero que possa me perdoar,cheguei cedo ontém,não me con-
tive-Ofeguei em risos continuos,doces como malva da brisa-Não peça perdão,eu e que agradesço por ter me suportado esses dias meu querido-Ele riu docemente,o
olhar pairando pobre mim.

Eu me levantei,ele me ajudou a me arrumar,ele já tinha separado uma bela roupa para mim:Um vestido branco de algodão de alças finas,um sobretudo negro,eu a
ficar grata pelo vestido ir até a altura dos joelhos,por fim coloquei o pá de botas negras pelpudas,macias indo até os joelhos,belo conjunto com o sobretudo,será que
tudo acabaria bem?Era o que eu esperava.

Sinuosamente houve uma continuidade alheia,apesar de tudo minha pessoa a pressentir que eu estaria de volta em questão de poucos minutos.Após isso eu ele pega-
mos a bolsa,acho que o mero fato de meu corpo começar a se sentir tão vigorado foi maravilhoso.Quando passamos na recepção do hospital,recebi uma dispensa em
papel,o que me deixou alíviada apartir daquele momento.

Não demorou para pegarmos um Táxi quando símos pelas calçadas da Cidade,quando paramos em um ponto especifico.Quando dentro o veículo deu partida,Aziel não
deixava nada escapar,nada mesmo.Eu ofeguei quando pousei meu rosto ao lado de seu ombro,ele sentado ao meu lado-Não sabe a dor que me provoca quando penso
que está nesse estado-Bramiu,o olhei de lado.

-Ah,não se preocupe,quando eu chegar,estarei melhor,muito melhor-Ele riu docemente,foi como se tudo sumisse a minha volta,como se tudo sumisse para que eu des-
se toda atenção a ele-Aziel fico agradescida,acho que se não estivesse lá,não suportaria,teria fugido do lugar-Ele deslizou a mão sobre meus cabelos nesse momento,o
bramir de sua voz sinuoso-Não fale isso querida,jamais,por favor-Pediu em clamor.

-Tudo bem,tudo bem-Com isso eu fechei meus olhos,sinuosamente minha pessoa de deixou levar pelos sons,o perfume,acho que a presença de Aziel me facia reaver a
vitalidade perdida.Apesar de tudo meu coração era puro conforto,vitalidade sendo reconquistada.Tudo transcorreu bem,como esperado.Quando chegamos eu despertei
com o som da voz de Aziel-Chegamos-Disse ele me afagando os cabelos.

Olhei tudo a minha volta,ele abriu a porta,eu sai logo em seguida que ele saiu.Quando o Táxi foi embora abriu-se o portão,eu segurava a pequena bolsa que ele tinha
trazido para mim.Entramos,foi quando me deparei com a ténue presença de Redenção,como temi,como tive medo nesse momento tenebroso,holocausto.Mas mesmo
me envolvendo nesse tipo de sensação,eu reavia todo um conceito de vitalidade,compreende?

Risos,glória,felizidade.Entramos na casa,Aziel me ajudou a subir aquelas malditas escadas,quando no quarto,deixei a bolsa pousada em um cantinho em espécial do lu-
gar,eu tirei as roupas com a ajuda dele,quando tudo dobrada nas gavetas,eu me direcionei ao banheiro,tomei banho,depois disso me enjuguei,me enrolei na toalha,eu
limpei meu rosto,escovei os dentes,queria me sentir livre de tudo aquilo,acho que purificada.

Quando sai do banheiro Aziel me ajudou a me vestir com uma de minhas túnicas prediletas:Em cor turqueza,acho que o pá de pantufas nunca me foi tão espécial,ainda
reavi um conceito vital para mim:RECUPERAÇÃO;essa era a palavra que reverbava em minha mente.Aziel me fez uma linda trança quando me sentei a beira da cama e
ele atrás de mim com a escova.

Ele terminou e por fim disse-Fique aqui,o que precisa e de uma boa comida,entende?Simplesmente isso-Bramiu,eu virei meu rosto para trás para beijá-lo-Faria isso por
mim?Você consegue?-Ele riu,me apertou por trás-Sim,deixe comigo,estarei lá embaixo,tudo bem?-Assenti me deitado á frente,ele que puxou as cobertas macias tão de-
jadas por cima de mim,adorável o clima frio apesar de estar sol nesse dia em Paris.

Ele pegou a toalha,colocou no cesto indo ao banheiro,saiu fechando a porta,o silêncio pairou no quarto nesse momento,mas a surpreza mais adorável foi a plenitude com
que Redenção me veio a mente.'Finalmente em casa,estive no inferno esses dias sem você por aqui'-Ofeguei,eu que movi meu rosto sobre o travesseiro-Entendo querido,
eu entendo,mas não se preocupe,Samantha está bem-Houvi seu risto.

Eu senti suas mãos pairarem sobre minha cabeça,meus cabelos,os fios se moveram do nada,adorável como ele sempre terá essa capazidade de mostrar-se e não mostrar-
se,isso mesclando sua vontade espectral,esperitual.Eu ri baixinho,me mantive encolhida por baixo das cobertas,ele ficou comigo,não quis sair do meu lado,ele que disse os
modos como refletiu sobre isso.

Uma conversa em sussurros delíciosos,com o tempo o cheiro de comida começou a pairar pela casa,era de sopa-Nossa,Aziel está caprichando,eu sei,eu sinto-Eu ri com
minhas palavras,nada com que posamos nós desesperar.Eu me sentei delicadamente encostada no espelho da cama-Por favor,apareça para mim-Pedi ao Redenção,ele
atenuando seu olhar,foi quando tive a plena visão.

-Lilith,tive medo,imenso medo,céus,teria sido seu fim caso Samantha não tivesse lutado,e garanto que ela lutou muito,viu?-O olhava,meus braços docemente curvados a
frente,as mãos pousadas no colo,pensei-Não pense desse modo Redenção,acho que eu começo a entender,e como disse:E muito sangue de um Clã em uma unica pesso-
a,até os dias atuais eu tinha ingnorado o poder que o sangue pode dar,mas começo a me arrepender amargamente por esse pensamento-Ele ofegou,pensou-Ai e que es-
tá a diferença:Nada do que Aziel é foi feito de modo incestuoso,mesmo sendo entre o Clã,não foi-Compreendi.

-E isso me faz tão plena,assim?-Ele riu,pensou por alguns momentos,tudo foi gradualmente,doce como bananas fritas,eu ri ao imaginar isso,enquanto Aziel preparava
a comida,eu me perdia nessa doce conversa-As minhas espectativas nunca foram tão grandes!Fico feliz pela piralha que continua vivendo ai dentro,será uma peste,eu
ao menos entendo-Eu ri nesse momento.

-Não diga isso,não quero imaginar-Ele assentiu se levantando,suas asas se abriram,eu a pensar,olhava seus cabelos negros,fios lisos,mas em ondas lindas!Redenção
me fitava andando de um lado a outro-Depois dessa provação eu sei querida,eu sei,ela será forte,linda-O fitava incrédula,pensativa,mas cheia de uma vitalidade que
me enchia-Sofri enquanto esteve naquele hospital,ao saber que foi furada daquele modo em suas veias,céus,que horror-Gradualmente ele continuou.

-Nunca mais quero sentir e passar pelo que passei,ok?Nunca mais,nunca mais-Ofeguei chorosa,rindo-Ah,desculpe,desculpe,admito que até os dias atuais eu estou me
adaptando com o que pensa de mim-Ele riu-Amor minha querida Lilith,amor,ajudo no posso,mesmo me custando caro como foi em alguns momentos-Eu ri novamente.
Assenti me enchendod e plenitude.

-Obrigada querido,entendo,mas por favor,não sofra mais,estou de volta-Ele assentiu andando a frente,se abaixando a frente da cama-Está fraca,tomada de cansaço.
Espero que isso passe rápido-O olhei,foi quando toquei em seus cabelos-Passará,mas tudo que preciso e de descanço,estou faminta,faminta,espero a comida,acho
que Aziel matará minha fome-Ele riu-Vai,sim,aquela comida de hospital não tem a mesma sustância que uma comida feita em casa-Eu ri docemente.

-Eu sei que,sim-Ele me fitou docemente,beijou-me no rosto-Quando vieres para luz estará comigo,Lilith,tudo bem?-O olhava,ofeguei me enchendo de tristeza,mas
meu coração disse e me impulsinou a dizer o que tanto desejava-Sonha em um dia estares comigo definitivamente,não e?Ah,meu querido Redenção,por favor,me
pegue quando estiver agonizando,seria um destino entanto-Ele me afagou os cabelos.

-Ah,sim,e tenha a certeza minha Lilith,a esperarei,a esperarei com toda paciência possível-Eu ri fechando os olhos por alguns segundos,foi quando docemente eu
fechei meus olhos,me deitei de lado,foi imediato para que Redenção ageitasse as cobertas,ele sumiu,sua presença apesar de tudo pairando pelo quarto,tudo que o
meu corpo sentiu foi um modo ténue de descançar.

E mesmo assim,o cheirinho de comida era sentida,pairava por toda casa.'Ah,Aziel!Estou faminta,faminta!'.Não pensava que ele tivesse esses dotes,mas apesar
de tudo,ele era ferrenho,docemente ativo.'Sim,meu amor,estou subindo,não vou demorar'.Acho que essas palavras eram a resposta dele,ele que pelo visto não
deixou meus pensamentos passarem despercebidos.

Acho que apartir desse momento tudo se tornou tão pleno que eu corpo começou a expulsar aquelas dores,o martírio de cansaço,desgaste,perda de vitalidade
se moldado,se transmutando em algo melhor.Nem sempre almejamos um modo de pressentimento,mas de aceitação,eu descançava,me mantinha deitada,espe-
rava apesar de tudo,a comida.

Meu corpo clamava por isso,gradualmente minha pessoa deixou a mente percorrer um esmero de transmutação e soube que nada mais restava a não ser espe-
rar,que nem um susto como o que eu tinha passado,viria a acontecer.Não que minha mente falasse,mas coração,sensações do modo como meu corpo começaria
a reagir apartir desse momento.

Será que apesar de tudo eu passaria por tudo isso novamente?A certeza me era dita,mesmo assim,eu tinha medo,continuava tendo medo de que algo voltasse
a acontecer.Esmurecimento pisicológico,compreende?Transmutação para que a plena capazidade seja vinda,que possa entrar em nosso ego de modo a refazer
o que perdemos um dia.Apesar disso,eu tive a certeza de que a continuidade era plena.

Eu voltei a sonhar com aquela mulher andando entre os bosques,gritando,agonizante,ela que andava,ela que era perseguida por algo,ela que caiu ribanceira
abaixo,ela que me foi vista caíndo,se estatelando nas pedras,o chão humido de terra fresca em meio a noite.Céus,terror se passou em minha visão,ter uma
morte como essas não e das mais agradáveis.Desgastante em todos os sentidos.

'E não é,tenha certeza'.Houvi algo falar aos meus houvidos,o cheirinho de comida continuava pairando pela casa,Aziel continuava preparando.Será que ele ia
demorar tanto!?Mas nem sempre eu estive preparada para esse tipo de espera,mas diante de ciscunstância como essas,eu deveria ter.E foi assim,eu que não
saia por nada debaixo das cobertas,esperava sonolenta daquele modo,silêncio.


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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Dom 22 Ago - 12:49:53

Não poderia ter acontecido coisa melhor a seguir:O modo como o cheiro de ervas,tudo isso se misturava naquele cheiro maravilhoso de comida.Mesmo assim,ainda
tentava reaver o conceito de deveria ou não acordar.Aziel estava demorando demais.Será que ele tinha todo esse cuidado?Não sei,mas sei que a cada minuto,a ca-
da passar de tempo,meu corpo ficava mais cedento,cheiro de vontade de comer.

Transmutando meus desejos,foi quando senti uma poderosa presença vir,foi quando do nada eu sem querer abri os olhos,acho que cheguei a ver aquela mulher,eu
a pensar se era o que eu estava vendo ou não-Mamãe?-Céus,como eu desejei do fundo de meu coração sentir seu toque,mas ela não aceitou,se manteve visível por
alguns momentos,ela que me fitava,a mulher alta,de pele limpida e cabelos negros andulados.

Ela que moveu seu rosto em concordância para depois sumir no nada,houvi barulhos,era Aziel subindo pela escada,ele que provavélmente me trozia a comida,vi pela
linda paisagem da varanda que a noite se iniciava,Aziel não tinha tido nem uma pressa,isso por que ele sabia que precisava de mais descanço do que qualquer tipo de
comida naquele momento,eu me mantive na cama,pensava.

-Mamãe,era ela,eu sei-Sussurrei movendo meu rosto de lado,pensando no que tinha acontecido,um forte pressentimento me tomou nesse momento,foi como se eu
sentisse meus membros dormentes,mas tirei isso da cabeça,estava tão cedenta pela comida que minha pessoa desejava mais que tudo,um desejo de comer,e claro
que a cada passo de Aziel houvido pela escada,meu coração e corpo de atiçava.

Tudo foi gradual,desejado,ele entrou empurrando a porta apenas encostada com a ponta do pé,ainda vestia a mesma roupa,pelo visto só tinha tirado a jaqueta,ficado
só com camiseta.Ele riu ao me fitar-Nossa,acordou,desculpe,não tive pressa mesmo,tudo que mais precisava era de descanço,esteve com Redenção correto?-O olhei,o
meu doce olhar atenuando sua face.

-Sim,estive,estive,sim-Ele foi até a varanda,deixou a linda bandeja com a comida sobre a mesa,depois veio,ele me ajudou a me levantar-E mesmo assim,suas forças
demoram a vir,fico preocupado-Eu ri-Mas vão vir,vão se manisfestar novamente-Ele segurava firme minhas mãos,caminhei entrando na varanda,me sentei a mesa,eu
agraciada com a bela bandeja a minha frente.

Um prato fundo com sopa:Sopa de frango,aqueles pedacinhos cladriculados delicados,sinuosos,o perfume das ervas,legumes,o caldo tão suculento,meus olhos que se
marejavam devido a vontade.Eu comecei a comer,eu que não esperei duas vezes-Vá com calma-Pediu Aziel,eu me apressava,desferia a colher,começava a atenuar os
pedaços de legumes,tudo isso.

-Ah,que isso!Obrigada!-Quase gritei mal me contendo devido ao momento,a fome,com isso foi perceptível como ele demonstrava afeição,sensação de missão cumpri-
da devido a minha fome-Lilith,se não percebeu,a sensação de dor foi embora,era isso o necessário-Eu ri docemente,delicadamente minha pessoa assentiu querendo
saber do que isso se tratava.

-Aziel não tema,por favor-Clamei,ele riu novamente-Coma,esperarei você comer,estarei aqui-Disse,foi o que fiz,comia com vontade,na tigela ao lado tinha mais sopa.
Me servi com mais depois que comi o primeiro prato,tinha um lindo copo cheiro de vinho gelado,uma tigelinha com bananas e canela(Sobremessa),ofeguei,continuei á
comer com vontade,viu?

Imensa vontade,sinuosamente foi assim,toda uma necessidade de recuperação desejada,ascedente para que pudessemos transmutar um esmero de acolhimento,eu
não pensei duas vezes,continuei.Aziel atento,ele que me observava,ele que não tinha nem uma pressa em me esperar terminar de comer,gradualmente a vontade co-
meçou a ser saciada,minha pessa reavendo conceitos imediatos.

Quando terminei tinha deixado prato limpo,peguei a tigelinha com bananas e canela,enfiei o garfo dentro-Nossa,estava precisando disso,sua pele está melhor corada-
Disse ele lindamente-Obrigada-Respondi,com isso ele teve todo um geito para que conseguisse puxar aquele assunto tão espécial,ele que tentou argumentar,eu que o
observava multuamente-Estive pensando,acho que se mamãe vier,eu terei que ir lá,só temo pelo que poderá acontecer-Ofeguei,ele me fitou.

-Aziel,meu querido,não tenha medo,se são sua família,nunca,nunca erguerão um dedo contra você-Ele sorriu,ele que fechou os olhos por alguns instantes-Ah,como a
minha pessoa queria pensar como você-Ofeguei novamente,comi mais algumas das fatias de banana,depois falei-Não pensei,reaja,faça-Ele se levantou nesse momen-
to,atenuou seus limpidos olhos sobre mim.

-O que espera?-Eu ri-Querido eu não sei dizer ao certo o que devo esperar,mas que não custa nada tentar-Ele ofegou,se encostou no vão da entrada da varanda.Seu
observar delicado,multuo,sinuoso,foi quando ergueu os olhos ao teto,pensou com profundidade em algo-Ah,sim,sobre Isabel,acho que ela adorará conhecer mamãe,a
minha pessoa está tentando-Compreendi.

-Não vai demorar,sabe disso Aziel! Não quero que Samantha nasça e em troca receba um NÃO de sua família,já pensou!?-Ele me olhava,eu que tinha me atrevido a
levantar-me-Meu amor fique sentada,não e necessario isso,tudo bem?Eu entendo!-Disse atenuando as palavras,eu ofeguei,eu que andei a frente,eu que o abrecei a
emanar toda força,vontade do mundo.

-Não pode desistir Aziel,estou disposta,eu quero!-Brami o olhando amargurada-Querida fique calma,viu?-Pediu ele me acariciando o rosto-Eu garanto que vai dar cer-
to,eu preciso tentar-Ofeguei,acho que a febre tinha voltado,mas não,era apenas a sensação de calor que a sopa me provocava.A sensação de saciedade me tomou,eu
tive certeza que fome não teria mais.

-Te garanto,tenha calma,só isso-Pediu novamente,ofeguei mantendo minha quietude,o que me foi tranquilizador,eu deixei meu rosto encostar-se ao seu ombro,ele
que me apertou mais contra si.Eu respirei com muita vontade,ele riu nesse momento-Acho que estamos em um impasse,correto?-Bramiu,eu o olhei novamente,ele
que transmutava todo olhar.

-Ah,não exatamente meu querido,só ficarei tranquila quando no tempo certo eles compreenderem,quando vierem vê a pequena Samantha-Ele riu,deslizou seus de-
dos sobre meu rosto com a maior doçura possível-Acha que ao verem um ser tão inocênte,vão entender?-Eu ri lindamente,ele riu junto-Ah,sim,e claro,ela precisou
vir,correto?O que podíamos esperar?-Ele asssentiu.

-Ah,és meu maior presente,sem dúvida querida Lilith-Ofeguei em resposta-Obrigada,mas não me considero isso-Gradualmente eu dei passos para trás-Ah,mas eu
não podia fazer diferente,correto?-Ele riu,ele que se deixava puxar por mim-O que pretende?-Ofeguei,ele assentiu arqueando a sobrancelha por alguns momentos.
Ainda estava para me envolver em momento pior,viu?

-Calado-Pedi,eu nunca me senti tão cheia de graça,acho que uma necessidade me veio,lamentei por Aziel estar envolto naqueles momentos tenebrosos,e isso sem
o menor apoio moral,viu?Ele riu quando eu o encostei contra a parece-Ah,céus negros,és louca,loucura-Bramiu tremendo-Não faça uma loucura aqui Lilith!Não seria
um momento própicio,correto?-Eu ri.

O beijei por longos momentos-Não e preciso querido,não e preciso,viu?Não da forma que pensa-Ele ofegou se enchendo de calor,vi quando sua face corou,eu que
tentava absorver algo importante naquele momento-E como seria?-Bramiu,eu me abaixei,me abaixei devagar conforme lhe tirava a camisa delicadamente,eu que o-
bservava seus braços despidos,seu abdômen tão rigido,durinho,reto!

Um jovem delicado,mas com uma musculatura surreal de tão perfeita-Calado-Pedi,pedi repetidamente,foi como se um cálido calor emasse dele,ele que respirou
fundo.Eu lhe atiçava aqueles instindos infinitos,eu que o beijava sobre o pescoço,depos boca,desci pelo seu abdômen,ele que sofria para se manter calado.Com o
tempo comecei a ter pena dele,muita pena.

Ele foi impulsionado por mim a sentar-se a beira da cama,ele que ofegou,se segurava,se segurava para não cometer uma barbaridade naquele momento.Fiz com
que ele tombasse para trás,me curvei sobre ele beijando-lhe nos ombros largos,delicados,o perfume de seus cabelos sentido por mim-Não teria coisa melhor-Hou-
vi ele dizer,eu ri,voltei a desferir beijos em seus lábios.

-Tudo que tenho a dizer e obrigada meu querido,obrigada por tudo-Ele riu,deslizou com firmeza as mãos ao lado de meu rosto,o beijava com tanta vontade,força
que ele esvaiu ofegando em interválos necessários,agradável como seu corpo se atiçava,esquentava,ele que sofria de verdade enquanto essa multua troca de bei-
jos acontecia-Loucura,simplesmente loucura-Bramiu gemendo entre os beijos.

-Não e loucura-O respondi,aquele ofegar,ele que teve que sufocar seu ar quando aticei meus lábios sobre suas orelhas,os movi em direção aos ombros,ele ainda
conseguia se degurar,atiçaria ainda mais,acho que troca de malícia não poderia ser melhor,entende?Quando voltei a beijá-lo na boca,foi o bastante para segurar
seus gritos,o sufoquei conforme lhe enfiava a mão entre a calça.

-Toma cuidado maldito,não e momento não-Ele ofegou voltando a me beijar-Vou morrer,está me matando-Eu ri entre os beijos,continuava,movia os dedos com
vontade,delicadeza,ele que fazia os gritos aumentarem.Silêncio começando a ser rompido.Ele nada fazia,tinha se rendido,simplesmente atenuado a um modo de
prática alheia,sinuosa,maravilhosa.

-Vou morrer-Bramiu,eu ri com isso,eu que me grudava a ele,minha mão que agia devagar,a troca de beijos ácida.Tudo foi continuo,o pequeno grito vindo dele
foi houvido,ele ofegou depois disso,ele que estava suado,as gotas de suor perceptível pelo rosto,os cabelos,ele se desgrudou lentamente de mim,ficou me olhan-
do,tentando me tirar alguma informação.

Ele que se deitou de lado,as mãos curvadas a frente do corpo,me olhava-Ah,se eu não morrer antes de Samantha vier,me leve para um hospício-Sinuoso,isso a
me transmutar em um conceito alheio,sinuoso.Silêncio,deslizei os dedos sobre seus lábios-Calado,não fale nada,deixa Aziel-Coitado,acho que só nesse momento
e que a angustia lhe tomou-Me sentiria melhor,sabe?Se eu não tivesse que está nesse mundo-O respondi-E com isso eu estaria só,não teria minha Samantha-E
isso lhe deu impulsão-Desculpe,falei besteira-Eu ri,o beijei novamente,o que fez a tranquilidade o tomar.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Seg 23 Ago - 13:15:53

Bem,será que apesar de tudo as coisas acontecem para que possamos reaver tudo um conceito revigorador?Bem!Creio eu que sim,viu?Creio eu que sim,que
tudo isso vem para nos calmar em todos os sentidos.Espero que com isso possa entender querida Sara.Eu e Aziel dormimos juntos naquela noite fresca,ele a
ofegar docemente deitado ao meu lado.

As forças de meu corpo continuando a serem tomadas,revigoradas em todos os sentidos.As vezes a sensação de estarmos vivendo em uma guerra esperitu-
al e real querida Sara,imensamente real,anote isso.Gradualmente minha pessoa refez a ordem de pensamento,unisono,eu sei,mas necessário,nunca me foi es-
esperado como nesse momento.

Sonolência plena se sintuando em meus sonhos,corpo e alma com plenitude.Notável como até em um momento como esse as nossas pessoas conseguém um
retorno de vigor pleno,viu?Esperado,desejado como intimos beijos e carícias eternas.Como beijos de anjos plenos,anjos que nós espionam e até as vezes nós
olham com outros olhos.Gradualmente minha pessoa continuava envolta nesse vigor enquanto dormia junto de Aziel.

Garanto que tudo não passou do que foi descrito por mim querida,não passou daquilo,não seria louca de cometer a maior das barbaridades,correto?A presença
de Aziel de foi,se deixou esvair ao decorrer de meu correr de meu doce descanço.O doce calor não me foi incomodo e sim multuo,desejado para que nem uma
sensação de frio me tomasse naquele momento.Sinceramente a vontade era de morrer,mudar de plano,qualquer coisa,mas me mantive vigorosa,esperançosa.

Sinuosamente a falta de presença de Aziel me fez acordar,eu despertei podendo andar,me direcionar a linda sala,depois para cozinha,ele que tinha preparado o
café da manhã.Esperançoso,eu sei,mesmo assim,digno de vitória queridos.Em todos os sentidos a minha pessoa refez alguns reajustes,plenitude.Sentei-me para
comer,foi assim ao decorrer do início da manhã fresca,ensolarada.

Tudo foi gradual.Mas porém aguarde e se prepare para o ato que mais me chocou ao decorrer do início da tarde,início da noite:Eu estava escrevendo,sentada na
mesa na varanda do lindo salão no andar acima,Aziel estava no andar de baixo,eu tinha escolhido uma túnica de cor cinza para vestir-me,o pá de pantufas macias
aos meus pés.Tudo sinuoso,maravilhoso.

O silêncio pairava pelo lugar,o cheiro do perfume do vento pairando,juro que quase consegui tocar por alguns momentos,apesar de tudo,a minha pessoa refez
a sensação para que fosse gradual essa forma de evoluir,sentir as coisas.Do nada veio o que me despertou consciêntemente do transe de escrever,o som que
eu não esperava,a campainha que tocou forte,mas quem poderia ser em um momento como esse?

Levantei-me,segui devagar em direção a escada,desci docemente,a mão deslizando pelo corrimão.Nada disso eu esperava,acho que Aziel tinha atendido nesse
momento.Mas o que mais me tocou foi ao entrar no chão vislumbrar Aziel falando com um carteiro-Sim,obrigada,mas por favor,da onde mandaram a carta?-O
carteiro respondeu-Cidade de Athena senhor,só vim entregar-Aos poucos Aziel se despediu fechando a porta.

Sinuoso,eu sei,lindo em todos os sentidos-O que há querido?-Quis saber,Aziel sentou-se docemente no sofá,ele segurava o envelope,foi quando me direcionei a
linda poltrona,cruzei as pernas ao sentar.O olhei docemente,pensei,eu não tinha me atrevido a desfazer a trança feita em meus cabelos,temia de verdade que a
permanência da trança não me irritasse,isso devido aos cabelos longos.

Aziel me olhou sinuosamente-Chegou agora como viu,o remetente e segreto,mas o Endereço-Ele rompeu as palavras docemente,se deixou pensar por alguns ins-
tantes,Será que era sério do modo como aconteceu?Eu não sabia,mas ele deslizou a carta sobre a mesa de centro,as luzes da sala acesas,brilhosas,majestosas,eu
pensava com profundidade docemente.Refletia em algumas questões quanto ao que deveria acontecer.

-Leia para mim,acho que devido ao medo,nem eu consigo-Bramiu,arqueou o cenho da sobrancelha docemente,pensei,atenueu meus olhos por alguns momentos,e
deslacrei a carta,o lacre vermelho,tirei a carta,lindo papel em papiro sedoso,macio de se tocar,pensie,foi quando desdobrei a carta,jamais pensei que o que viria a
seguir aconteceria,sinuosamente deixei as palavras serem ditas,majestosas:

"Acho que eu não poderia esperar mais Aziel,eu lamento imensamente a que ponto tudo chegou,em pensar que eu o vi crescer,um menino tão pequenino que veio
a se tornar o que se tornou.Eu,seu amigo de anos lamento,lamento por que não posso negar que gostaria de sua presença aqui.Me sinto desgastado devido ao mero
fato de que as coisas mudam e se transmutam.

Pelo visto foi o que aconteceu com você ao decorrer desses anos.Eu escrevo essa carta na mansão aqui em Athena,em meu quarto solitário,pensando no que as
soudades provocam.Quero meu garoto de volta,meu menino que vi crescer,nascer resumidamente,naquela noite no jardim.Será que isso continua irrelevante para
você?

E isso que tenho a dizer por último,tudo bem?Se as coisas continuarem assim,tudo que consigo enchergar e holocausto pairando sobre você,acho que sobre seu pai,
sua mãe,qualquer um de nós que o conheça desde tão pequeno.Continuamos a batalha,e isso que volto a deixar claro.Quero sua volta,sua volta por que sonho em
um dia,antes de você morrer,olhar em seus olhos,compreende?

Palavras de um amigo e guerreiro em batalha,soudades,espero que possa responder-me.Eu,Louis De Pointe Du Lac,imploro para que volte,para que desfaça tudo o
que está fazendo,preciso,necessitamos de sua compaia.Até mais jovem,espero nós vermos em breve.

Assinado: Louis De Pointe Du Lac"

-Isso e terrível,Aziel acho que nem eu posso deixar isso passar em branco,entende?Céus,como poderá responder a isso?Quem e ele?Pode me responder a isso?Não
deixei de citar uma palavra,viu?-Ele pensou,refletia,entreguei a carta a ele,ele passeou os olhos pelas palavras por alguns segundos,voltou a pensar,pensar no que a
minha pessoa acabava de dizer-lhe.

-Sinuoso,Louis está sofrendo,sofrendo imensamente,e tenho que confeçar que não me agrado disso,não se tratando dele,de mamãe-Ofeguei docemente,pensei como
as coisas deveriam continuar.Tive que ousar nesse momento,ousar ao tentar lhe explicar meus conceitos perante uma situação dessas,foi quando ofeguei tomando ar,
quando ofeguei refletindo.

-A atitude partiu dele,isso está claro meu amor,mas dependerá de você,dependerá de ti se vai ou não conceituar as duas questões.Aziel eu estou aberta a qualquer
vinda,de qualquer um deles,só espero que entenda-Ele houviu as palavras com a máxima plenitude possível,sinuosamente ele pensou,foi quando ele cruzou as per-
nas a frente,ele que estava vestindo uma simples calça de linho em cor vermelha em tom vinho,a linda faixa negra em ajuste perfeito.

Os densos cabelos lisos e ruivos aos ombros,seus olhos verdes refletindo a luz da sala-Tenho que admitir,não tem medo,o engraçado e que você mesmo sabendo o
que eles são,não teme a eles-Sorri docemente,como poderia odiar?Odiar a eles,quando se tratava de minha filha e Aziel?Um doce momento de quietude pairou entre
nós dois,foi como se por acaso a nossas pessoas unissem os pensamentos sinuosamente,docemente.

-O que decidiu?-Disse,quis saber,ele assentiu levantando-se docemente,eu o indaguei querendo saber do que se passava em sua cabeça,o que se passava em sua
mente sinuosa-Lilith,não queria,sabe?Para dizer a verdade,foi atrevimento dele,mas entendo ele,o unico sensato entre todos eles depois de mamãe,ele e amante de
meu pai-Ofeguei espantada.

-Ah,por isso não esperava,mas tento compreender,tenha calma,estamos dando passos importantes aqui!Aziel nunca em sua vida teve que manter sua mente contro-
lada,sinuosa,não saia de controle agora-Disse me apróximando dele,o indagando,deslizando as mãos pelos seus ombros despidos-Lilith acho que rosa maior que você
ainda está para nascer nesse mundo-Assenti em rissos.

-Vamos Aziel,o que decidiu?-Ele se desvencilhou de mim docemente,caminhou em direção a escada,subiu,o segui depois disso,querendo saber o que faria a respeito
do que acontecia,do que se passava.Chocante,arrepiante,eu sei!Foi como se tudo isso se tornasse unisono,passageiro,mas não,era real.Quando no salão ele tinha a-
cabado de sentar-se,ele tinha pego um papel em papiro.

-O que vai fazer?-Disse me direcionando a ele-Escrever ao Louis,sei para qual endereço devo mandar a carta-Eu pensei,mas tive que rir ao sentar-me a sua frente,a
minha mão direita pousava sobre a base da linda mesa,o frio da noite tomando o lugar,passeando em brisa por todo salão,varanda.Sinuoso,eu sei,mesmo assim,eu a
refletir quanto ao que deveria fazer.Ele escrevia,ele que tinha até pego uma caneta.

Silêncio enquanto ele escrevia,foi quando houvi lindos sussurares de seus lábios-Eu te adoro Louis,a você não deveria deixar de responder-te não-Tenebroso,eu sei,a
tenebrosidade era surreal,terrível!Mas ele continuava,escrevia,sinuosamente minha pessoa refletiu quanto ao que era continuo.Quietude inquebravél enquanto ele des-
feria suas palavras no papel,enquanto ele agia com toda uma continuidade.Cemblante de guerra,eu sei.




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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Seg 23 Ago - 14:30:02

Tudo que eu esperava era ele terminar,eu estava anciosa para saber o que ele tinha escrito naquela carta.Meu coração batia forte,eu sei,imensamente forte!Nunca esperei
que algo dessa natureza viesse a acontecer,apesar de tudo,minha pessoa esperava por isso,misericódia divina,mas será que ela existe?Não sei e nem sabia naquele instan-
te em que ele pousou a caneta ao lado papel,e nunca saberia.Ele bramiu sinuoso,feliz,apesar de chateado com o que tinha escrito,forçado a fazer.Ele esticou o papel a fren-
te pedindo-me opinião-Leia e diga-me o que achou-Pensei,peguei o papel.

"Obrigada pelas palavras Louis De Pointe Du Lac,amante insensato de meu odioso pai,fico feliz com que tenha tomado coragem,coragem para que venha ao meu encontro
atravéz dessa humilde carta que eu acabado de receber.Pena que as palavras sejam negras,de machucar,porém,acho que coisa melhor não poderia ter acontecido,correto?O
cemblante de glória ainda ecoa pelo Universo,pelo mundo,por mais que esses dois elos nós façam sofrer em meio a evolução moral e esperitual.

Mas és meu convite e espero que o aceite:Espero que um dia possa vir aqui,por favor,se souber de qualquer notícia de que mamãe possa vir,a siga,ela e meu elo,acho que
o último elo junto a uma vida maldita que levo.Por quê maldita?Simplesmente pelo que eu sou,pelo que eu vim para ser,mas são coisas de minha natureza meu querido,eu
não deixo de te adorar.

Todo um caminha e errante,sublime,eu sei,entenda minhas palavras é as quarde para si,entenderá futuramente.És um imortal entanto Louis,o que deveria procurar de toda a
forma subir de patámar entre vocês,eu estou cheio de seres o choroso de sempre,apesar de teres se tornado tão forte ao longo dos anos.E dessa forma que me despeço,peço
do fundo da alma que mantenha isso em segredo junto de mamãe,só vocês dois virão ao meu encontro,caso contrário,nem sonhe com isso.

Assinado:Aziel De Lioncourt"

-Aziel,creio que e um ótimo começo meu querido,mesmo eu sendo contrá manteres seu pai longe-Ele assentiu,foi quando ele olhou para o nada choroso,pensou,nesse instante
ele levantou-se vindo em minha direção docemente,pegando o papel de minhas mãos seguiu em direção a mesa de escrever,fiz o mesmo.Silencioso ele pegou um pote em es-
pécial dentro da gaveta da mesa,o abriu.

Era uma cera de lacre em especial,gradualmente ele refez seu conceito,dobrou o papel,o colocou dentro de um envelope,rapidamente escreveu o Endereço do lutar que deve-
ria mandar a carta.Sinuoso,eu sei,mas digno do que ele pensava ser real ao ser feito.Foi surreal quando ele tirou seu anel do dedo,o anel em brasão,o brasão tão marcante na
minha memória,ele desferiu algumas gotas entre o lacre do envelope,esquentou aquele anel na chama de uma vela em espécial acesa sobre o castiçal.

-Acho que ele entenderá,ele tem que entender,ele vai entender-Bramiu,ele desferiu o anel sobre o liquido,a fumacinha veio-Lilith leve isso,deixe na caixa,eles vão pegar,eles
vão levar,falo do correio-Compreendi,depois disso eu refleti-Aziel não fique triste,eu estou com você,e isso que quero que entenda-Coitado,por essa ele não esperava,quando
estava prestes a descer houvi algum bramir,ele que se curvou a frente da mesa pensando.

Lamentei sua mágoa nesse momento,imensamente,mas eu lamentei de verdade.Fiz o que tinha que fazer,me direcionei ao jardim ao sair da sala,delicadamente enfiei o enve-
lope na caixa de ferro do correio,abri a tampa de trás e a enfiei lá dentro,a fechando cruzei os braços pensando,refletindo.'Esse homem,queria muito saber quem ele é,ainda es-
pero para saber'.Houvi risos,Redenção.

Me virei olhando para trás.'Não queira saber de coisas antes do acontecido Lilith'.Andei a frente,meus passos delicados,o lindo jardim cheiro de perfumes,cheiros que eu tanto
desejava.Acho que a vontade deu falar com ele foi imensa demais,sinuosa-Obrigada,palavras deliciosas meu querido-Disse-lhe,ele que naquele momento sequer quis manter
alguma centelha ou fagulha de sua presença.

Holocausto,esses termos e modo de pensar me vieram a mente.Gradualmente minha pessoa refez um novo conceito de vivência,sinceramente era o que eu precisava,necessi-
tava.Segui em direção a casa.Esse foi o fim de tudo,com três dias a frente eu me deparei com mais uma situação tenebrosa,assustadora,os motivos nem eu sei o por quê.Mas
tudo que sei e que o destino me levava a aquilo.

Eu tinha desejado ir a biblioteca da Cidade,eu tinha desejado ardentemente passear pela Cidade nessa noite.Tinha ido sozinha,compreende?Eu tinha escolhido um vestido de
cor clarinha,tecido de linho,escolhido um manto em cor violeta para me aquecer naquela noite fria.Sinuosamente minha pessoa continuou,eu tinha acabado de sair da bilbiote-
ca,eu segurava uma pequena bolsa de compras ao lado.

Mas o que me chamou a atenção enquanto descia a escadaria foi aquele ser em espécial,um homem não muito alto,de cabelos negros andulados,os ferozes olhos azuis,eu o
fitei parada,era como se ele estivesse ali especialmente para falar comigo.Docemente eu continuei.Desci a escada,o homem estava vestido com sobretudo branco,a camise-
ta de algodão de cor negra por baixo,a calça justa,a boca,o lenço branco em seu pescoço(Pura seda).

Tormento,a presença desse ser me tomou desprevenida,ele tinha as mãos nos bolsos da calça,eu terminei de descer as escadas,a multidão passou entre ele,a sua frente,foi no
impasse do nada que ele sumiu!Ofeguei o procurando,da onde esse homem tinha vindo!?Alternava os olhos,nem um sinal dele,tudo que eu podia fazer era e conformar,seguir
com meu destino.Muitos carros passavam na rua a frente da escadaria da biblioteca.

As luzes da Cidade acesas-Nossa,aquele jovem,aquele homem,eu queria muito saber,que olhos Azuis,céus,parece que não faziam parte dele,um outro olhar fazia parte dele-O
meu pensamento oscilando,eu ofeguei ao esticar o dedo tentando parar algum Táxi,nada.Demou um pouco para parar,eu abrir a porta do veículo eu entrei fechando a porta,eu
deixei a linda bolsa ao lado,docemente pensei ao mover meu rosto ao lado.

Sussurrei o Endereço,o motorista deu partida,só que nesse momento que o motorista deu partida,houvi algo nitido em meus houvidos.'És bonita,tenho que admitir,és linda,eu
agora entendo o por quê ser você a privilégiada'.Me assustei,a voz era masculina,nada,nada!Me senti tomada,tomada de algo,admito que esse fato mantive escondido dele,o
Aziel,algo que eu nunca mais vou esquecer,mas pensando agora,suspeito de quem seja.

Mas continuemos:Voltei para casa,nosso lar,a surpresa da noite esteve durante todo esse tempo a minha espera.Terrível,eu sei,mas necessário.Sai do Táxi ao chegar,eu que a
esperar minha chegada,não compreendia.Eu assenti em meus andares pelo jardim,Aziel estava a minha espera,ele sentado a beira do chafáriz-Querida,que lindo,viu?Acho que
se tivesse demorado mais,iria enlouquecer-Assenti em risos.

-Ah,sim e claro!-Ele pegou a bolsa,mas depois disso ele me fez algo inesperado,tirou uma faixa do bolso de sua jaqueta negra,ele usava uma camisa por baixo de algodão,a cor
branca lhe caia bem,a calça justa em tom azul,a bota negra pesada-Não tenha medo,viu?-Disse rindo,ele me colocou a venda nos olhos-Por que isso?-Assenti docemente,ainda
me mantive silenciosa,recentida por algo.

Sinuosamente minha pessoa refez um sentido de sublimação.Aziel segurando a bolsa com outra mão,esticou a outra me guiando-Verá-Disse-me,eu chocada e temerosa com
Isso,o que ele hávia feito.Majestosa a forma como ele guiou.Sei que fomos até o nosso quarto,nunca me senti tão bem,viu?Sentei-me a beira da cama,tudo escuro,tudo es-
curo e tomado por algo.Ele andou pelo quarto,procurava algo.

-O que procura querido?-Ele riu nesse momento,houvi quando ele tirou sua jaqueta,a colocou ao meu lado sobre a cama-Lilith eu estive a procura disso,essa tarde,acho que o
momento não poderia ser melhor-Concluiu,ele me tirou a venda,ofeguei alternando o olhar por algumas nuances do quarto-Ah,querido,não entendo-Ele riu,se curvou me desfe-
rindo beijos doces-O que há?-Quis saber.

Me sentia angustiada,isso,sim,viu?O que se passava naquela mente?Ele disse-me-Vamos,enfie seu dedo dentro do bolso de minha camisa-Assenti arqueando a sobrancelha,o
ofegar foi imediato,notável.Eu enfiei os dedos no bolso da camisa,ele esperava paciênte,mas sei que o que senti,que o que me veio a mente foi atenuante!Acho que a impul-
são deu o empurrar para trás foi imediata.

-Vamos,vamos-Pedi,ele que me fitava,ele que cobria meu rosto de beijos ácidos,rapidos,imediatos-Ah,e?Eu?-Eu ri,o beijei em resposta-Tudo bem-Compreendi,eu tive que
me conter,ele de cara de pau que tinha sido me fizerá aquela ameaça:Se eu não aceitasse aquele anel no bolso dele,ele iria embora,foi o que disse-me em sussurros aos hou-
vidos,ele enfiou o indicador,ele tirou.

Um anel delicado,gravejado de esmeraldas pequeninas,talhadas em cristais-Nossa,maravilhoso-Disse,silêncio,quis comentar daquele homem a me fitar,mas não quis,deixei pa-
ra se esquecido,não queria me pertubar com isso-Pronto querida,espero que seja coerente,eu te adoro,resumidamente isso,continuamos esperando,eu sei-Eu ri,foi desse modo
que o respondi-Entendo,vai ser-Ele riu,eu me curvei por cima dele o cobrindo de beijos,ele deitado ao chão,eu curvada por cima,ele que ria as vezes,acho que nada de melhor
poderia acontecer.

Seria isso:Não importava como,mas as famílias iriam ser unidas,resumidamente isso,ofeguei docemente envolta nesses beijos,que noite!Continuidade.Eu estava anciosa,queri-
a para o mais rápido possível a realização do que se passava em nossas mentes.Seria doloroso,eu sei,mas necessário.Musica aos meus houvidos,ecoando do fundo de nossas
almas,mentes!Respirava fundo envolta nesses beijos,eu precisava,mesmo chorosa eu continuava-Ah,malvado,eu te amo,tome cuidado,eu te amo-Ele ria com isso,ele que se
esvaia nesses beijos cálidos.Que moralidade!
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Ter 24 Ago - 11:32:59

Em todos os sentidos nossa noite foi ténue,continua em nosso pressentimento alheio.Sinuosamente minha pessoa refez um conceito alheio,mas nem sempre estamos a mercé
de um mar sem significados,disso pode ter certeza,mas bem! Quem pode lhe explicar e nós explicar isso,e o que nossas almas falam,emanam sem que sejamos persuadidos a
mercé do que as outras pessoas falama.Argumentos não falhos,eu sei,mas sinuoso.

Remetente em nossas sensações e pressentimentos.E assim se leva a vida,a vida que nós dada mesmo sem que possamos entender o por quê.Concluo com essas palavras o
que desejo dizer a respeito dessa indagação,o fim de nossa noite.O tempo passou-se,no dia seguinte tive o prazer de ficar sozinho,sinuosamente minha pessoa ressentiu como a
respiração de flores maravilhosas.

Aziel fora de casa,eu em meio ao silêncio,o tempo passou-se e admito que de certo modo minha pessoa atenuou o olhar docemente envolta nesse momento de solidão.Ainda
pensava no que eu deveria fazer,mas estava complicado.Almocei ao longo do tempo,o que me deixou cheia,saciada,durante o resto da tarde eu fiquei sem vontade de comer.
A vontade que me deu foi de morrer.

Nunca pensei que minha pessoa ao longo desse tempo começasse a se sentir tão cansada,cheia de tantas coisas.Docemente me aquietei,eu quis ficar na salinha que ficava antes
do quarto.O que deixou minha pessoa plena,as forças já escaças devido a essa gestação desgastante,ao menos poderiam ser preservadas por mais um pouquinho de tempo com
o decorrer do dia e tarde.

Eu cochilei nesse momento,enquanto me mantinha a mercé desse momento.No início dessa noite eu acordei do cochilo,me deu vontade de acordar,tomar banho,o fiz quando eu
me direcionei ao quarto.Entrei fechando a porta,as luzes acesas,a noite veio,estava novamente presente,eu me despi tirando a túnica de puro linho que eu vestia,o linho em cor
malva,a faixa de cetim verde.Ofeguei,entrei no banheiro.

Queria tomar banho na banheira,foi o que fiz após encher a banheira perto do box.Me sentei sobre a borda,derramei salvia,saia de banho,o perfume de formando,eu que comecei
a desfazer as tranças depois disso.Por que as vezes a dor nós toma em tudo?Por que?O medo provoca vibrações terríveis,medo do que não conhecemos,do que não podemos vê,
o medo que faz muitos pararem,serem tomados dessas vibrações esperituais.

Quando emersa na banheira me mantive sentada,observadora,era impossível Samantha ficar quieta nesse momento,os chutes pequeninos que me vieram do nada,imensamente
cheia de cansaço mental e corporal,porém,apesar de tudo as coisas deveriam ser feitas,replicadas e prolongadas-Querida queria muito que se silenciase,me sinto tomada-Brami ao
manter os olhos fechados,a cabeça pendendo de lado sobre a base da linda banheira.

E tudo foi continuo,eu quando me senti relaxada senti aquele gelo na mão,sobre o dedo,um lembrete do compromisso que teria futuramente,ergui a mão a frente,o anel brilhoso,
o anel que delicadamente eu tinha ganho.Pensei com profundidade,meus musculos se atiçavam devido a tranquilidade e limpeza que a água me provocava.Sorri docemente,eu
a lembrar-me de Aziel-Ah,céus,como e lindo,lindo no sentido de ter sido eu-Pensei a seguir no que eu faria de minha vida.

-Imagino o que Aziel teve ter aprontado em sua reles juventude,imagino-Brami docemente,delicadamente eu comecei o termino da limpeza,o banho que era continuo,eu sempre
a senti a elevação da barriga um pouco crescida ao decorrer do tempo como descrito por mim,a forma pequena que começava a ficar arredontada,pensei,eu tive que rir com os
continues chutes delicados de Samantha,brami-Pequenina,ainda em formação,mas brigando desde o início-Loucura,eu sei.

'Tome cuidado querida Lilith,Samantha odeia isso,porém,eu entendo sua irritação'.Sorri,se tratava de alguém,eu virei meu rosto em direção a porta,eu nem tinha percebido que o
Aziel tinha chegado,ele chegará como sombra,silencioso em meio a essa linda noite-Querido,que provocação-Brami em risos,ele andou se apróximando docemente,foi como se eu
conseguisse enchergar a profundidade de sua aura,sua alma como um todo.

-Nossa,está tomando banho,se recupera bem,fico admirado Lilith-O olhava,ele que se manteve abaixado ao lado da linda banheira,ele segurou firme minha mão direita-Sim,não
poderia fazer diferente-Ele riu,foi como se aquela luz divina o tomasse,ele tinha saído bem vestido antes de sair:Uma camisa em cor malva,a calça em corte clássico em cor escu-
ra,os sapatos luxuosos-Precisa de ajuda?-Eu ri com suas palavras.

-Não querido,só separe uma roupa para mim,eu estou saíndo jaja-Ele se ergueu,sorriu para mim em resposta,seus cabelos ruivos amarrados para trás,tenuamente minha pessoa
apreciou um modo cálido de sensações.Novos chutinhos de Samantha-Nossa,que briguenta-Disse rindo docemente,delicadamente minha pessoa se esticou-se pegando a toalha
ao lado da borda da banheira.

Quando de pé sai,me direcionei a pia da benheira,já enrolada na toalha comecei a pentear meus cabelos,foi nesse momento que sai,sai logo após pentar os fios.Me arrumei em
seguida,Aziel tinha se trocado de roupas,colocado algumas roupas mais frescas para ele:Uma camiseta negra,uma calça de algodão na mesma cor,a linda faixa branca pendendo
ao lado de sua cintura-Obrigada-Ele riu com isso,seus cabelos continuavam amarrados.

-Aziel eu queria dizer que...-Não tive mais coragem de dizer,entende?Me virei,o olhei,ele que tinha me ajudado a colocar uma túnica de linho,a cor rosa clarinha tinha sido
bem escolhida por ele,docemente o beijei,meus cabelos soltos,humidos,devidamente escocados-O que ia dizer?-Ofeguei,acho que as coisas ao decorrer do dia tinham sido
demais,eu que o puxei delicadamente,eu que me deite de lado com ele atrás de mim,acho que se eu pudesse me desesperar,o faria nesse momento.

-Nada querido,nada,nada viu?-Ele me sacudiu por trás-O que te aflinge?-Não respondi,não respondi por quê a essa altura começava a dormir profundamente,o peso no cor-
po que me tomava,tudo que senti foi seus dedos se moverem atrás de minha nuca,ele que deslizou seus lábios sobre meu pescoço,tudo que me foi esperado foi o aquecer
de corpo,ele que me apertou com força por trás,meus braços tremeram docemente,ele que me apertou ainda mais.

-Eu estou aqui,acho que isso tudo lhe tira forças,viu?-Eu ri ainda de olhos fechados-Aziel,por favor meu querido!O presságio foi feito-Ele riu,foi quando apaguei de vez,isso
que me deixou pensativa,envolta em meus unisonos pensamentos.Gradualmente o descanço veio,o descanço que eu procurei junto de Aziel,jamais em minha vida espera-
va que isso continuasse,se tornasse novamente real.

'Não quero passar por tudo novamente'.Me vi pensando em delírios enquanto dormia em meio ao silêncio do quarto,a presença de Aziel forte,poderosa,mas do nada algo a
me chamar,a me tomar.'Socorro,preciso de socorro'.Pensei,barulhos terríveis vindo aos meus houvidos,não compreendi,foi quando me movi de lado,Aziel estava deitado,ele
que dormia voltado para o outro lado da cama,a escuridão do quarto sendo rompida pelo luar,luzes vindo da Rua.

-Aziel-O chamei pelo nome,coitado,eu não entendia,ele delirava enquanto dormia ao meu lado,ele que suava-Aziel,por favor-Coitadinho,era como se ele estivesse lutando,
estivesse tendo sua guerra em particular.Seus olhos se moviam por baixo das palpebras delicadas,foi quando ele virou seu rosto de lado,suas mãos frias quando as peguei,a
temperatura de seu corpo baixará dradiscamente.

-Aziel-E desse modo continuou,continuou,era possível ver a pulsação de sangue sobre seu pescoço,a artéria que subia e descia,o coberto estava por cima dele,ele que nunca
dormia descoberto,seus dedos tremeram conforme os peguei,eu me sentei sobre a cama o olhando,não tentando importunálo,deslizei uma das mãos sobre sua testa suada,eu
sofria com isso-Querido isso não e legal-Não era mesmo!Não quando ele sofria sonhando daquele modo.

Seus lábios querendo falar algo,a tortura pisicológica profunda nesses delírios mentais,sonhos,foi imediato quando ele parou do nada.'Não vou morrer,eu não posso morrer!Me
larga!'.Houvi gritos vindo de seus pensamentos,gritos altos,era como se o pobre Aziel estivesse conversando desesperamente com alguém,tudo foi brusco,ele foi segurado por
mim,ele que gritou tão alto que o grito ecoou em meio a seu desespero pelo quarto.

-Aziel,Azie,estou aqui,meu querido se acalme,esteve sonhando,sonhando-Ele olhava para frente,eu o segurava com força,meus braços curvados de lado,ele se angustiava,
a sensação era terrível,entende?-Ah,céus,estive no inferno,o puro inferno-Disse choroso,ele que só fez chorar,pensava,pensava aflito-Não vou morrer,eu não vou morrer,eu
juro Lilith,foi como viesse minha morte-Lhe afaguei os cabelos docemente-Tenha calma meu querido-Ele mesmo assim chorava.

Eu me deitei de lado,ele junto de mim-Vou morrer,estou morrendo,não posso fazer nada-O mandei se aquietar docemente,ele tremia por inteiro,inteiro.Nunca vi tamanho me-
do nos olhos de Aziel,jamais.Ele não parava de chorar,ele que quis esconder seu rosto entre meus seios-Aziel o que há?-Brami angustiada,lhe afaguei os cabelos-Nada,nada,eu
vi minha morte,só isso,estou com medo.Ah,céus,estou morrendo,morrendo-Batidas fortes me vieram ao coração,nunca senti o medo emanar dele como naquele momento.

Olhava para frente,eu lhe beijava os cabelos perfumados agora soltos-Ah,meu amor,isso me doi,me doi saber que está envolto nessas vibrações negativas-Gradualmente a
minha pessoa assentiu,se fez clamar por paz em seu coração.E assim Aziel ficou chorando,chorava como criança,pelo visto o que ele tinha sentido era forte,forte demais para
deixá-lo com tanto medo e receio.Seu choro ecoava pelo quarto,tudo era gradual,ele tremia muito,tremores que me assustavam,ele começava uma luta para se livrar desse
tormento,o tormento provocado pelo sonho.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Ter 24 Ago - 12:49:05

Eu e ele depois disso descemos até a cozinha,isso para que ele conseguisse se acalmar,se tomar por algo importante.Docemente Aziel re recompos,mesmo chorando ao
sentar-se ele pressentiu o que podia acontecer em seu futuro,eu lhe entreguei um lindo copo cheio de água gelada,fresca,sentei-me a olhar para ele,ele que ainda tinha
os lindos cabelos ruivos humidos de suor,o corpo quente.Sons de carros eram ouvidos conforme passavam na Rua logo a frente da casa.

Docemente minha pessoa quis saber do que acontecia,ele bebeu vários goles,delirante ainda estava-Lilith eu estou com medo,sabe,não foi apenas um pesadelo amor,eu
me vi morrendo,morrendo-Bramiu sofocado ao deixar o copo em cima da mesa-Aziel está preocupado demais meu amor,imensamente preocupado-Ele assentiu olhando a
cada parte da cozinha,as luzes acesas.

-Não sei,pode ser a imensa vontade da vinda de Samantha,mas foi real demais-Compreendi docemente,delicadamente minha pessoa refez todo um modo para que ainda
se restasse algum cemblante de compreensão-Não sabemos ao certo Aziel,mas tenha calma,tenha calma-Disse ao esticar a mão a frente,peguei firme em sua mão,foi nes-
se momento que ele disse-Nossa,deve está me considerando um chato-Eu ri apesar de amargurada.

-Não exatamente meu amor,mas temo por suas loucuras,pelo que ela possa fazer-Ele gradualmente continuou-Sabe por quê eu te amo?A escolhi?No fundo no fundo soube
contra minha contade que seria você a escolhida,a unica capaz de gerar uma família para mim,a unica capaz de contruir algo comigo,de me amar-Eu ofeguei corrando,ele a
me fitar,percorrer seus doces olhos verdes por mim.

Nunca vi seus olhos tão atenuados em sua cor puramente verde,um verde forte,clareado,a irís negra que tinha aumentado devido a loucura-Entendo de todo coração,enten-
do e não posso nergar-te isso meu amor-Ele bramiu algumas palavras em gredo,apertou fundo minha mão-Desculpe qualquer dor que te causei Lilith,falo do ataque em sua
mansão,aqui,o porão,tudo isso,desculpa por qualquer dor que lhe causei-Assenti pensativa,o encarando.

-Aziel volto a responder que não era você,não era você,como o culparia se não era você?-Ele ofegou,olhou para as lindas janelas da cozinha,o lindo luar acentinado,as estre-
las lindamente postas-Sabe?Valeu a pena,larguei tudo,aquele vinculo,mas valeu a pena querida,terei o que tanto desejei,por que é exatamente isso-Compreendi,gradualmente
eu compreendi envolta em minhas observações.

-Sobre o casamento,terá o que quer Lilith,tenha certeza,e não vai demorar,guarde minhas palavras Rainha-Ofeguei,levantei-me o olhando,parei ao seu lado,ele que manteve
o lindo olhar sobre mim,seus cabelos tinha crescido,chegado a tamanha perfeição que os fios escorriam até a altura dos ombros,alguns ainda grudados na pele do pescoço devi-
do aos sonhos e delírios mentais(A morte que ele disse ter sentido com tanta força).

-Nada vai nós separar Lilith,nada,eu tenho que lhe garantir isso,imagino a dor que deva ter sentido na primeira vez,não quero lhe prococar isso,entende?Admito que começo a
sentir o peso dessa responsabilidade-Ofeguei corando,lhe acariciando o rosto,ele levantou-se-Cuidado com suas palavras meu amor,ódio demais destroi,e como veneno-Ele riu,
tocou-me o rosto também,o beijei,acho que isso o deixou mais tranquilo.

-Não me imagino sem você,sem vê-la,sem tocá-la por ao menos um minuto-Ofeguei,que angustia,céus alados,que pavor!Mesmo desesperada continuamos,a troca de beijos,a
calma que o tomava.Foi assim o termino da noite,a madrugada que seguiu-se.Com dois dias após isso,algo notável aconteceu,era uma linda tarde quando eu me envolvia em
uma grave conversa pela Internet,a respeito de meu trabalho,o andamento das pesquisar.

Aziel vinha subindo,ele que tinha chegado rápido,tinha saído para comprar alguns envelopes longos para mandar alguns trabalhos facultativos já concluidos.Quando ele entrou
apressou-se em deixá-los sobre a mesa,eu ofeguei-Nossa,o que trouxe?-Ele ofegou amargurado-Louis,ele respondeu,vi a carta chegar ainda agora em minha entrada-Compreen-
di,entendia,todos tão distantes,mas temerosos,uma aproximação que tinhamos que pensar muito antes de fazê-lo.

Não demorou para ele abrir o envelope docemente,delicadamente sua pessoa tirou a carta,ele riu secamente quando a abriu,foi como se tudo isso se tornasse um doce holo-
causto.Ele lia,depois me passou a carta,nossa,não era lá aquelas coisa,mas clara,as palavras em grego para que Aziel entendesse,já que ele desde pequenino estava adapta-
do a isso,pouco de inglês ele falava.Eu ri,mas apesar disso,eram secas as palavras de Louis:

"Obrigada pela carta,cheguei ainda agora de um lugar,mas bem,coisa minha.Estive rondando o mundo,passei pela Fortaleza de seu irmão depois isso meu querido menino.
Mas bem!Tudo bem,eu estarei de olho Aziel,falarei particulamente com sua mãe,vossa criadora e geradora,se pede que seja coisa unicamente nossa,será!

Entendo sua preocupação,afinal,e sua família,correto?Sua família que só pretende revelar ao seu pai no momento certeiro.Que seja,terei a plena calma esperando,estarei
com sua mãe.Soudades meu querido,me conforta o coração negro que tenho,que noite está tendo aqui,continuamos nossa batalha moral e esperitual.Abraços de um gran-
de amigo e criador.

Assinado:Louis De Pointe Du Lac"

-Nossa Aziel,e agora?Ele está disposto,e tenho que confeçar,esse ser me impacta-Aziel ofegou,ele que deslizou docemente as mãos pelos cabelos,ele estava belo nesse mo-
mento,trajava um sobretudo de tecido fino,a cor cinza me causava calma,a camiseta de linho branca por baixo também,a calça jeans justa em tom azul escuro um esmero de
loucura,mas foi o pá de botas cinzas combinando com o sobretudo que me causou doce loucura.

O anel cintilou em seus gestos-E agora?Tenho que confiar,correto,Lilith?Não posso voltar atrás,a troca de informações já foi dada,ele entendeu muito bem,em pensar que o
maldito me criou de modo indireto-Eu ri,pensei-Entendo,fique calmo,tudo bem?Aos poucos,temos que tentar-Ele riu apesar de amargurado,apesar de chateado-Ah,sim,tem
que ser assim-Seus olhos se arregaram por alguns momentos.

-E você?Tens certeza que o bebê está bem?Entrou em contato com Isabel?-Ofeguei afastando o Laptop de lado,pensei por alguns momentos,conflitos me vieram a mente,a
minha pessoa ofegou.Nem sempre estamos com os pensamentos em ordem,correto?Gradualmente minha pessoa refez um conceito alheio,um conceito para que de certo mo-
do a minha pessoa pudesse responder ao Aziel.

Lindamente percorrei meus olhos por ele,ele esperava minha resposta-Sim,eu estou,admito que ela anda irritada,estranha,se movimentando a cada segundo,não para,e como
uma brincadeira para ela-Disse-me,Lindamente minha pessoa parou,ele riu com isso-Nossa,não suporto,não suporto,vou enlouquecer antes dela vir,entende?Foi nesse instante
que ele compreendeu,eu compreendi,as palavras dele tenebrosas.

-Não vai,e claro que não!-Brami alto,ele refletindo no que deveria fazer,as vezes o meio termo e o melhor a ser feito,mas nem sempre nossas pessoas conseguém sentir.Eu
o fitava,a troca de olhares imediata,necessária!Que lindo,que lindo,viu?Eu tenho que admitir que era belo demais,imensamente belo.Gradualmente a necessidade do encontro
fez com que Aziel agisse.

Ele que levantou-se me puxando para si,ele que pegou-me nos braços-O que pretende?-Quis saber não entendendo a situação-Nada,venha comigo,acho que precisamos ir
para sala-Quando na sala vi que o sol começava a se por,o frio começava a tomar a casa,foi nesse momento que Aziel me colocou sentada sobre o tapete da sala,ele que
me fitava,acho que sua loucura precisava ser restaurada.

-Não vamos subir,tudo bem?Eu preciso estar aqui-O fitei,eu que o encarava com naturalidade-Entendo,e como se estivesse precisando de algo-Ele riu,e estou,sim-Quando
ele me deixou acolher-me em seus braços ao deitar-nos,eu senti as batidas de seu coração,senti as batidas como se fossem elevadas,ronronosas,a escuridão da noite começa-
va a vir,o sol se pondo,o perfume doce como malva.

Acho que cálido momento como esse não haveria,tinha sido a segunda vez que Aziel aprontará daquela comigo,a segunda vez.Eu me mantive deitada com ele sobre as
almofadas,cálidamente minha pessoa sentiu aqueles lapsos de sua vontade,nunca o silêncio da noite esteve tão envolvente,a noite que ainda tinha a malva do fim da tarde,
o turquesa em tom escuro que começava a tomar conta do céu.

Tudo foi continuo,Aziel que me desferia beijos e mais beijos,ele que não queria se desgrudar de mim,implorava por algo,implorava com sua alma-Por favor,não tema,não
poderia querer outra coisa.Ah,Lilith,isso para mim e revigorante-Me vi de olhos fechados,ele que me afagava os cabelos,ele que tocava minha mão,abrindo os olhos deliran-
te pude vê o brilho do anel-Loucura-Brami sonolenta.

Eu que me perdi naquela malva de início de noite.Acho que a tontura desse delírio me pegou desprevenida,principalmente quando Aziel se grudou a mim daquele modo
doce,delicioso,ele que de curvou abaixando a cabeça,seu rosto,ele que deixou aqueles beijos percorrerem a frente de meus ombros,seus dedos que deslizaram a frente de
meus seios,que peso corporal,era malicioso demais.Eu delirei do nada,com mais daqueles afagos,alguns beijos maliciosos em meus ombros,por fim?Aquela boca deliciosa,o
macio de seus lábios se grudando a mim,os lábios que deslizaram entre meus seios,o aconchegar esperado dele junto a mim,apagão! Parecia que estava morrendo,mas a
minha pessoa compreendeu,aquele sugar delicado,céus,que coisa,que coisa,o beber delicioso que ele tirava de mim,de meus ceios,loucura devagante,apagão necessário.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Ter 31 Ago - 17:11:10

Ah,o que eu posso dizer e que gostaria de estar preparada para o que viria a seguir.Eu sei,eu senti no fundo de meu ego o que viria a acontecer.Admito!Eu não deixei
de ficar chocada com o que aconteceu no dia seguinte:Lucy,a bela Lucy que ligou para mim querendo saber o que poderia fazer.Bem,tudo que sei e que eu não deixei
de falar com ela,de deixar claro de que caso ela viesse,seria uma das melhores coisas que poderia acontecer.

E foi o que acontece.Eu e Aziel saímos após dois dias,a previa de sua chegada.Céus,início de tarde quando soubemos pelo recepcionista que ela hávia chegado,o voo
que acabará de pousar.Eu e Aziel estavamos no lindo salão de recepção do Aeroporto,meu coração batia forte,rebumbava dentro de meu corpo,loucamente minha pe-
soa repensou em várias coisas,ocasiões da vida com a qual levava.

Aziel se mantinha de pé ao meu lado,o lindo jovem ruivo,de cabelos aos ombros,óculos escuros,cabelos soltos,camiseta lilás em tom escuro,a calça justa,bota pesada a
ter a mesma tonalidade da camiseta,ele pensava,eu também,eu que fitava a linda multidão que entrava.Eu tinha escolhido um vestido de tecido delicado(Algodão),ele
era solto,o tecido oscilada com a brisa do lugar,uma sandália delicada baixa,a cor violeta do vestido me encantou.

Eu tinha meus cabelos trançados para trás,odiava o incomodo de quando soltos,vós sabes do que falo aqui,tudo tinha se tornado a maior loucura com que podia imaginar.
Entenderá com a continuidade.Bem,lá estava ela,ela que entrou pelo lindo salão,céus,que linda,uma mulher entanto com seus cabelos escuros,olhos claros,pele alva como
a neve que sempre cai em novo pais.Ela vestia saia channel até a altura dos joelhos,a cor negra linda,a camisa de mangas dobradas até os cotovelos em cor branca,ela a
ter um lindo cordão de ouro,o pingente em camafeu de rubi (Linda imagem de seu pai talhada na pedra).

Um chapel negro ela usava,os chapeus channeus que sempre encontramos em qualquer vitrine das Cidades,que loucura!A pela delicada como enfeite.Ela riu,ela que
ao me ver não poderia deixar de rir,ela deixou as duas malas no chão-Nossa,olhe para você! Não parece a Lilith que saiu,mudou muito,afinal,desculpe,tentei esperar,
mas foi complicado-Eu ri conforme a abraçava com força,vontade imensa.

-Como dispor de algo tão precioso querida?-Ela riu em resposta,foi quando direcionou seus lindos olhos ao Aziel,ele que tirou os oculos delicadamente,ele que pensou
profundamente antes de lhe cumprimentar-E você,meu caro amigo,o que se passa em sua mente?-Ele riu em resposta,porém,a minha pessoa compreendia o que ele
iria responde-lhe-Bem,graças que tudo bem,sem muitos problemas-Tudo gradual,eu sei,em pensar que ela tinha adiado alguns compromissos importantes para vir ao
meu encontro.

-Vamos,não podemos esperar,correto?-Ela sabia que não,e nesse momento Aziel pegou as suas malas,uma em cada mão,malicioso,pude imaginar,mesmo assim,eu a
refletir em como tinha sido meus dias.Respaldo de acalanto,eu sei,céus! Pegamos um Táxi ao saírmos,com isso a viagem prosseguiu docemente,imaginava sentada ao
lado de Lucy o que aconteceria,o que podíamos esperar depois de tudo.

Aziel silencioso,pensando,pensando sozinho.Tadinho,nunca o vi com um olhar tão vazio,triste como nesse momento.Tudo prosseguiu.Chegando em casa descemos ra-
pidamente,seguimos para a casa.Não me imprecionei com a forma com que Lucy observou todo lugar-Nossa,isso e loucura-Disse-nos,docemente seguímos para nosso
quarto,foi nesse momento que senti o quanto ela estava a vontade.

Aziel sabendo que deveria trazer algo para ela beber desceu quando colocou as duas malas ao chão,fiquei a sós com ela-E você?Está realmente feliz,Lilith?-Assenti
arreapiada devido a pergunta-Nossa querida,por quê me pergunta isso?-Ela riu novamente,tirou o chapeu o colocando sobre a cama-Lilith,admito que mudou muito,
eu não acredito que estou diante de minha amiga,irmã para ser clara-Compreendi,ela segurou firme minhas mãos.

-Isabel,como ela está?-Ela riu novamente,em um momento que me tomou desprevenida-Ótima querida,feliz,ela toma conta de tudo,tudo que ela queria era sua ca-
sa e lar tranquilos,soldão por alguns momentos,ela virá,mas só quando à bebesinha nascer-Entendi apesar de triste,tive que compreender plenamente o que se passa-
va em sua mente,doloroso,eu sei,mas necessario para eu suportar.

-Não se preocupe,nos fundos da casa há estadia,um quarto imenso,fica logo ao lado da pequena biblioteca-Nossa,pensei que era a sala,cozinha,salão,a salinha e quar-
to,assenti em risos-Não exatamente,lembre-se,são os comodos principais querida-Ela ofegou,sorriu,me abraçou novamente com imensa força,gradualmente minha ob-
servação se atenuou sobre ela.

-Olha,e só descer,vá pelo lado oposto do jardim,o outro lado dos fundos da casa,e lá aonde estão a pequena biblioteca e seu quarto,do outro lado oporto há uma oli-
veita,digamos que do outro lado da casa,não entre lá,coisa de Aziel-Ela assentiu preocupada,pensativa,riu em resposta-Entendo querida,entendo-Continuamos trocan-
do conversa,uma troca ácida devido a tudo que tinha se passado por lá.

Com o tempo Aziel entrou no quarto,em pensar que o coitado tinha tido que se trocar no salão,calçava sandália negra,uma de suas amadas calças de algodão em cor
vinho-Lucy aqui está,não e lá aquelas coisas até jantarmos,mas e o bastante-Ela o olhava,ofegou tomando ar devido as palavras-Entendo querido,entendo,cuidado,a
minha pessoa pensa-Ele riu,seus limpidos olhos verdes atenuados sobre ela.

Ele deixou a bandeja sobre a cama:Tinha colocado um lindo pratinho de procelana turquesa cheio de biscoitos amanteigados,um copo de chá gelado,maça-Obrigada,a
minha pessoa admite que escolheu bem-Ele compreendeu,ele sentou-se ao lado dela,eu me mantive do outro lado,ela bebeu fartos goles de chá gelado-Céus,como a
minha pessoa precisava disso,viu?-Eu sabia que sim.

-Nossa,tenho compainha,a melhor possível-Ela riu com isso-Oh!Imagino-Suas bochechas coradas devido ao suave calor,ela bebeu mais goles,depois comeu mais dos
biscoitos amanteigados-Sei que não poderei ficar por muito tempo,mas voltarei quando Samantha nascer-Me espantei-Sobre o Intitude,eles estão anciosos para o seu
retorno,Lilith,sabe disso-Loucura pensei docemente.

Foi nesse momento que ela assentiu repensando em tudo o que faríamos,uma ácida conversa se passou com eu,Aziel e ela.Com o tempo,ela terminou de comer,ela
que quis ir ao seu quarto.Fomos ao passarmos pelo salão,a sala,irmos pelo outro lado do jardim.Chegando lá Aziel abriu a porta,ela se espantou com isso,grande par-
te do dia dia ido,início da noite,o crepusculo já vierá-Nossa,obrigada-Disse ela ao entrar.

Uma imensa cama de dorcel a sua espera,forrada com lençóis em cor oliva e fronhas brancas nos travesseiros,o tapete imenso ao chão,imensas janelas,o cortinado
oscilando devido a brisa,a mesinha de leitura na parede,uma comoda para suas roupas-Perfeito,acho que dormirei até amanhá depois do jantar-Eu ri com isso,eu e o
Aziel a ajudamos a quardar as roupas nas gavetas das comodas,de qualquer modo,era o lugar dela enquanto estivesse conosco.

Quando terminamos,saímos,quisemos providênciar nosso jantar,iríamos fazê-lo,acho que de forma alguma iria deixar passar em branco.Enquando Aziel escrevia no
seu Laptop na sala,ele que mataria tempo até o jantar ficar pronto,eu e Lucy escolhíamos e fazíamos o jantar.Tinhamos escolhido fazer lazanha de presunto e quei-
jo,salada de lentilhas,aspargos e anface americana,tomates cerejas para acompamhar,uma jarra farta cheia de gelo e chá gelado nós esperava na geladeira.

Céus,com o tempo a lazanha foi ao forno,Lucy e eu agiamos na salada,tudo isso,ainda me perdia nessas coisas,mas ela me compreendia-Toma cuidado,acho que eu
e que deveria terminar-Eu ri desse modo pacato,me sentia acompanhada,acredite,plena devido a presença dela.Lucy é ou ainda era uma das poucas pessoas que eu
conseguia me assegurar desse modo descrito a você,Sara.

Quando o cheiro do assado da lazanha veio,sabia que era o momento de charmos Aziel,o coitado que tinha sido deixado de lado até o momento,foi quando Lucy
de dispois a chamá-lo,eu a segui,me mantive por trás dela,ele escrevia,acho que tinha encontrado um ótimo site de jogos para se aliviar até poder come,admitor
que chegamos a houvir o ronco de seu estomago.

-Nossa-Bramiu Lucy-Aziel,querido venha comer,acho que já esperou demais,já e noite querido,início de noite nova-Ele parou,deixou o Laptop ao lado sobre o sofá.
-Terminaram mesmo?-Ela riu,o olhava-Sim,venha comer-Foi nesse momento que ele levantou-se,ele que ronronava choroso,muita fome,quase o dia todo nesse
sofrimento.Acho que Lucy não podia esperar coisa melhor.

Ele que se serviu sozinho enfiando a espatula na lazanha a cortando,um farto pedaço quatricular foi colocado em seu prato,ele sentou-se,rei a jarra cheia de chá
gelado,ele encheu o copo,Lucy também se servia,depois ela iria tomar banho,se trocar depois dessa tensa chegada.Começamos a comer,a comilança desejada a
pairar entre nós,os risos que ecoavam pela sala,a noite lustrosa que vierá para encantar.

Aziel em poucos minutos partiu para o segundo pedaço de lazanha,ele que tirou mais um do refratario de vidro temperado-Cuidado,vai se queimar,não se sensa-
to-Eu que o ajudei rapidamente.O transcorrer da noite foi dessa forma,o que eu não esperava e que após arrumarmos a cozinha,após ficarmos mais um pouco a
mercé de Lucy,após irmos dormir,eu tivesse a vontade que tive.

Nossa,foi indescritiavel a sensação.Eu estava dormindo,tinha escolhido uma túnica sedosa de fino tecido em linho,as alças delicadas,Aziel dormia ao meu lado,eu
sei,eu ainda lembro do momento em que meus olhos se abriram do nada,eu ofeguei tomando ar.Silêncio,eu sentia sede,pavor,susto devido ao algo que sentia.Eu
repensava em tudo-O que acontece?-Disse.

Eu lembro de ter pego um longo casado para mim,de ter seguido pelas escadas.No jardim fui até o quarto de Lucy,me certifiquei de que ela dormia,e sim,dormia
sobre a cama,ela que descansava depois de um dia tenso:A linda dama aconchegada,vestida com uma sedosa camisola azul turquesa,os lençõis sobre si,fechei a
porta,não quis importuná-la,ageitei meu casaco longo,a sua faixa-O bosque,vou caminhar,preciso disso-Um momento sosinha,resumidamente isso,era o que eu de-
desejava depois dessa pequena felizidade.

Sai pelo portão,o vento veio em rajada ao meu rosto,cabelos soltos a essa altura da noite.Segui pelos quarteirões,ruelas,calçadas.Uma mulher que andava sozi-
nha pela noite de Paris.Aos poucos me afastei da casa,a solidão me tomava,sozinha,era isso que acontecerá.Segui para o bosque mais próximo.Barulhos,sons a
me deixar frustrada por alguns momentos.Seguia,meu momento de solidão.


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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Ter 31 Ago - 18:18:22

Tudo que sei e que minha chegada foi sublime,esperada,tão desejada! Era como se a pequenina Samantha estivesse tão feliz que viesse a chutar como chutava.
Eu ri diante disso-Nossa menina,está esperta-Sim,ela estava,e desejava que meu ventre crescesse mais,mais,que tudo tivesse termino para eu saber como ela e-
ra,como seu rostinho háveria de ser depois de tanta espera.

Finalmente estava a trilha,com o tempo segui trilha a dentro,o bosque que ficou maus lustroso,iluminado pela linda Lua jazendo aos céus da ténue Paris.Ainda es-
tava para nascer uma Cidade mais corrida que Paris,acredite.Aos poucos minha pessoa atenuou melhor a linda caminhada,a andança que me levou até um lugar
em espécial,digamos que pacato,esperado.

Se tratava de uma arvore imensa ao fim da trilha,as arvores a rodear o lugar.Me ageitei,sentei-me docemente debaixo da arvore encostada no tronco,foi como se
a paz me viesse ao coração,como se Samantha e eu construíssemos toda uma forma de mantermos contado,será que mesmo assim,tudo hávera de valer a pena?
Eu não sabia,mas acreditava que isso era possível,viu?Apesar de tudo,uma continua corrente de doçura me enlaçou nesse momento.

-O que faz aqui sozinha,Lilith?-Redenção me chamava,não me deixaria em paz em um momento como esses,principalmente se tratando de meu estado.Pensei,eu re-
fletia se deveria ou não lhe atender-Redenção,obrigada pela preocupação,mas acho que não e necessário-Houvi gemidos,lamento vindo dele,eu que mantinha meus
olhos fechados,a cabeça encostada no tronco da arvore.

-Lamentável-Bramiu,olhei de lado,ele que foi visto sentado sobre o chão de terra,folhas caindo sobre ele,as folhas espalhadas no lugar-Cuidado,não e o que eu pre-
ciso houvir,meu querido anjo-demônio-Ele assentiu,manteve todo foco de observar sobre mim-Nem sempre os viroriosos ganham a guerram,ganhas-tes apenas a
batalha Lilith-Compreendi,fazia sentido,mas não largaria mão de tudo.

Jamais faria algo desssa natureza pensei-Mas o que o preocupa?-Quis saber,ele levantou-se-Sua solidão-Compreendi,mas ele do nada assentiu olhando para trás,o
seu olhar que focou-se em algo,ele gemeu de raiva,foi como se ele tivesse entrado em quarda-O que há?-Novamente quis saber-Por essa não esperava-Bramiu es-
ticando a mão a frente-O que pretende maldita?-Ah,me mantive atenta,aos poucos minha mente entrou em contato com aquele algo,foi quando soube.Minha voz e-
coando pelo lugar.

-Não espera,não e?O que quer?Não deixa de aproveitar um momento que eu precise refletir Fera-Houvi uivos delicados,ela que foi vista na frente de Redenção.
'Quem deve lamentar sou eu,o que devo fazer para convencê-la?'-Me senti ofendida,mas me mantive fria a respeito de sua vinda,de sua audácia ao aproveitar
o momento que eu estivesse sozinha,como me encontrava nesse momento.

-Nada,nada,nada deve fazer a não ser me deixar em paz maldita,a mim,ao Aziel,a minha filha,a minha família-O olhar feroz foi a tristeza de imediato,isso foi co-
mo uma perseguição,pensei.Fera sentou-se,suas imensas patas curvadas a frente,sua linguá macia,longa foi esticada para fora,ela sentia falta de ar,era como se
ela estivesse com cede.

'Um dia vai compreender,só não quero fazer contra sua vontade,entende?Eu estou bem,é como vés,mas ao seu Aziel,ele está bem?'-Me apressei em lhe res-
ponder-O que quer dizer com isso?-Redenção caminhou,sentou-se ao meu lado,ele que a olhava furiosamente.'Não se preocupe maldito,não tocarei um dedo nela
até a criança nascer'.Ele sentia raiva,nunca me sentia ofendida como nesse momento.

-Nada lhe interessa,não a respeito de mim,de Aziel-Foi quando ela focou seus ferozes olhos em mim.'Será?Não quando se trata de uma mulher jovem,adulta,
suculenta,macia,digamos que desejável como Lucy'.Por isso não esperava,perdi a paciência,pensei que poderíamos chegarmos a um acordo já que ela vierá ao
meu encontro,mas não,para me avisar sobre o provavel perigo?

-Não o conhece,não pode lê o coração dele! Não quando se trata de um homem como ele-Fera levantou-se,seguiu em minha direção,mas teve que parar ao
sentir-se ameaçada por Redenção.'Ele e jovem,Lilith,não sabe como se sente sufocado por dentro,em estares no estado que se encontra,o que a impossibili-
ta de lhe prover prazer,ele buscará isso em Lucy,ela está livre para ele.Ah,não entende'.Audácia pensei,audácia!

-Não tente me envenenar com suas palavras,são palavras sujas,cheias do pior veneno possível-Ela arqueou suas orelhas delicadamente,sua linguá deslizou
por sua boca,ela se abaixou.'Não é o que pensa,lhe recomendo deixá-lo fazer o que se passa em sua mente,ele a terá,querendo ou não ele a terá,só não que-
ro que chore depois de tudo'.Ofeguei.

Dei passos para trás,e o pior e que ela dizia isso com plena convicção-Vai para o inferno,volta para as chamas que da qual veio,que deveria estar,sua existên-
cia e uma lástima para a humanidade,qualquer ser desse mundo!-Brami alto,eu que passei por ela em passos apressados,quando ela me chamou novamente o
instinto foi de virar-me,Redenção a encarando-Não se aproxime,não vai querer sentir o que tenho a lhe dar-Fera rugiu alto em resposta,suas ácidas palavras a
disparar-se contra mim.

'Verás com teus próprios olhos! Maldita és em me renegares! Cedo ou tarde serás minha Lilith! Não terá volta,eu serei sua como tu serás minha,cuidado,cuida-
do com suas opiniões e certezas.Ele e jovem,ele cede,ele clama por todos os prazeres carnais! Lucy pode dar isso a ele,ele tirará proveito.Ah,insana,maldita
filha renegada!'.Céus!

A melhor resposta que eu poderia dar-lhe era a imposição de Redenção,ele que deixou a emanação espectral falar alto nesse momento,ela sumiu,ela que não
respondeu devido ao ato.Foi quando desabei-Ah,céus,por quê?Ela tem razão Redenção,ela tem razão!-Ele aflito me segurou pelos ombros,me manteve sana
de mente-Lilith,pode ser que sim,pode ser que não,mas reflita,respire fundo,por Samantha-Ofeguei o olhando chorosa.

-Não terei paz querido,quanto mais corro de meu destino,do que sou,pior é-Ele beijou-me o rosto-Não,vamos embora,tudo que tens a fazer e descansar,ainda
resta-te forças-Compreendi,o bastante para seguirmos pela trilha,sai chorosa do lugar,eu que pretendia descansar e acabará me envolvendo nessa situação.Eu
tinha minha mente queimando devido a tantas coisas!

-Maldita,ele não faria isso,jamais,não seria louco,não meu Aziel,não ele-Envolta nesse tormendo segui pelas Ruelas,Quarteirões,Calçadas e Ruas.Pensava no
que houvi,no que fui indagada a suportar,e o pior vindo de Fera,a maldita por natureza.Lembro de ter chegado,de entrar pelo portão,eu houvi gritos,gemidos,
isso tudo indagando a um acalanto de preocupação.

-Nossa,Aziel deve estar desesperado-Brami seguindo pelo jardim,as luzes acesas,entrei na varanda abrindo a porta,me deparei com Aziel aflito,ele que falava
com Lucy-Tem certeza?Ela não está?-Disse ele,eu me mantive parada no vão da porta,ele me vitou sentindo minha presença-Lilith! Sua louca!-Ele tinha seus
olhos marejados,chorosos.

-Céus,não faça isso,se for sair,me avise!-Pediu ele me abraçando com força,não compreendi,de certo modo eu não estava e nunca estarei ligada as conseguên-
cias de meus atos,entende?Eu esperava,o abraçava em resposta,seus gemidos e soluços houvidos,ecoando pela sala,eu olhava para Lucy,ela que tinha coloca-
do um lindo roupão na mesma cor de sua camisola luxuosa de dormir.

-Desculpe,não tinha pretenção de lhe preocupar-Ele se afastou,afagou-me os cabelos nesse ato-Por favor,nunca mais faça isso,está louca?Não mede as conse-
guências do que pode acontecer?-O fitava,os brilhosos olhos verdes marejados-Por favor,entenda,nem tudo tenho que falar,correto?Agora suba,vá dormir,eu
e que sinto muito em ter causado toda essa preocapação-Ele segurou-me as mãos,as beijou ainda em lágrimas.

-Tudo bem-Disse olhando para mim,olhando para Lucy em seguida disse-Obrigada por tudo,me sinto melhor-Indagação ao fato de que sem dúvida ela estava
prestes a ligar para polícia,ele beijou-me antes de subir-Agora vá,subirei daqui a pouco-Quando ele seguiu pelas escadas sentei-me no sofá,ela que me olhava
aflita,suas mãos curvadas a frente do corpo,seus delicados braços se moveram em minha direção.

-Lilith,o que há? Entende o que ele sentiu ao acordar e não lhe ver lá? Céus,ele entrou gritando,chorando aos berros no meu quarto,entende o que eu senti?-O
seu olhar era pacato,majestoso nesse momento,a olhava,eu sorri amargamente,ela sentou-se ao meu lado,sua linda camisola que oscilou nesse momento brus-
co-Não preocupe-se,e coisa minha Lucy,querida eu temo,tenho medo,medo pelo mero fato dele ser tão jovem,desesperado por algo,eu tenho medo de não al-
cançar ao que ele quer-Ela me olhava atenciosa.

-Lilith,por quê esse medo? Aziel têm tudo que meu pai não teve,papai pode ter sido maduro,porém,ultrapassava ao que você deveria ter,uma família,é isso ele
pode lhe dar,o Aziel lhe deu,tudo que deves fazer e pegar para si-Compreendi,ofeguei,o desespero me tomou nesse momento-Céus negros,eu vou morrer,eu te-
mo que eu morra,que não chegue a presenciar tudo isso-Ela ofegou docemente.

-Tire esses pensamentos de sua mente,Lilith,por favor! Mas do Aziel,eu tenho pena,viu?Imensa pena,pena por quê vi em seus olhos a fúria ser tomada pelo de-
sespero.Lilith eu digo! Se acontecer algo a você,aquele garoto morre,Lilith,tenha consciência dessa realidade imã?-Assenti quando ela beijou meu rosto,eu ainda
estava aflita.

Tomada pelo desespero,mas compreendi,ela que secou minhas lágrimas com seu lenço-Agora vá,suba para seu quarto,nos falamos amanhã,espero que tudo isso
passe,Aziel precisa de você-Assenti ao levantar-me,a encarei antes de sair,eu segui pelas escadas,me deparei com Aziel sentado,com Aziel sentado sobre a cama,
encostado no espelho,pernas e braços curvados a frente.

-Tudo bem?-Disse,sentei a sua frente a beira da cama,ele que me fitava,nunca o vi tão amedrontado como nesse momento,ele olhava para o nada,não para
mim,foi nesse momento que pensei com profundidade.'Tenho que admitir,esse jovem,esse andarilho,esse jovem machucado pela vida estaria muito melhor
com Lucy do que comigo.Quem sabe deveria ter sido ela à estar naquele sinal ao invés de mim?'.Ele me olhou do nada-Maldita! Não pense coisas que me faz
ter nojo-Eu ri docemente-Era você,unicamente você,eu te amo,nunca mais me faça passar por isso-Assenti ao compreender docemente,o beijei em resposta.

O afagar de momentos,eu que deitei-me de lado,ele que se deitou ao meu lado,ele começava a se sentir melhor-Pensei que tinha fujido de mim-Eu ri,ainda
estava para surgir homem que me fizesse rir do que ele-Jamais,nunca fujiria de você-,ele afagou-me o rosto,depois os cabelos,eu que deslizei meus dedos por
seus olhos-Obrigada por voltar-Eu ri novamente,foi quando o beijei com vontade,virtudes,sensações,tudo isso junto,resumdamente isso,ele que deslizava as
suas mãos por minha cintura,seus gemidos chorosos que eram engolidos.Adorável.Simplesmente foi assim,deveria ser assim,e ídéias crepusculosas se passa-
vam em minha mente,o motivo?Nem eu sei,a palavra RECOMPENSA era talhada em minha mente envolta nesses beijos.



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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Qua 1 Set - 11:56:36

Oh! Diga-me o que você faria em meu lugar Sara,será que conseguiria?Bem,admito que no despertar da manhã seguinte a resposta começou a se passar em minha
mente querida espiã.Sinuosamente o silêncio a qual eu tinha me envolvido me tomou por completo,isso me deixou despreparada para o que deveria fazer.O cheiro
de algo cozinhando me veio ao faro,o despertar que eu sequer desejava naquele momento.

Em pensar que eu tinha demorado tanto para fazê-lo! Dormir tranquilamente ao decorrer da madrugada.Maravilhoso,eu sei,delirante quando se trata de todo um mo-
do e geito de percorrermos nossas nuanses de paz,delírios de amor e paixão.Me movi por baixo das cobertas,docemente devaguei por alguns momentos,o perfume de-
le sendo sentido por mim.Aziel dormia docemente,ele que sem sombre ade dúvida tinha compromissos ao decorrer do dia.

-Aziel-Brami baixinho tentando reaver meu controle de mente,ele dormia ainda,ao meu lado,dormia deitado de bruços,um travesseiro por baixo de seu rosto,outro por
cima(Ele que tinha o custume de fazê-lo por causa do barulho).Aziel odiava barulho enquanto dormia,eu tenho receio e raiva ao comentar nesse momento,como queria
tê-lo de volta,tenho soudades desses momentos;lembranças que sem dúvida devem ser esquecidas.

O olhava,ele não me respondeu de imediato,mas com o devagar de meus dedos deslizando por baixo dos travesseiros ele gemeu sonolento,o sol batendo sobre ele,ele
que resmungou algumas palavras em grego-Não era para ter me acordado agora-Eu ri,eu que me esquivei por cima dele,ele que se sentou encostado de encontro ao es-
pelho da cama,ele me fitou,me puxou para si.

-Não sinta meu querido,acho que Lucy está preparando nosso café da manhã-Ele riu,ele que pelo visto tinha dormido muito bem ao decorrer da madrugada,em pensar
que ele tinha resmungado é chorado horreres-Entendo,admito,não poderei ficar ao longo do dia querida,eu acho que devemos acatar,deverá ficar com Lucy,ainda tenho
que seguir com as malditas pesquisas facultativas,devo algumas matérias-Deixei meus dedos deslizarem pelos seus cabelos delicadamente.

Foi o bastante para ele me abraçar com mais força,senti os lapsos de seus tremores nesse momento,ele que tremia por inteiro nesse momento-Aziel?Coisas se passam
em sua mente,e isso me deixa infeliz-Ele bramiu a resposta ao pé de meus houvidos delicadamente,nunca surgirá um homem que tenha a pele macia como a dele,um
homem que tenha um corpo perfumado como dele,um perfume único.

-Desça,vou até o centro da Cidade,estou descendo daqui a pouco-Foi o que fiz,ele levantou-se quando eu o fiz,ele seguiu para o banheiro,ele fechou a porta,eu desci a
escadaria até o salão,fui até a outra,quando na sala senti o cheiro de panquecas doces no ar! Céus,Lucy tinha pegado pesado,em pensar que eu não podia deixar de lado
a alimentação restrita que tinha sido imposta a mim.Eu ri ao seguir em direção a cozinha.

Á vi andando pela cozinha,ela tinha colocado pratos de porcelana em cor cinza sobre a mesa,copos cintilantes,talheres,uma tigela com calda de morangos,pensei no que
se passava em sua mente-Lucy?-Ela me olhou,tinha acordado cedo essa tarde,me espantou a delicadeza com que ela tinha preparado o café-Oi,querida não se preocupe,
eu fiz uma delíciosa salada de frutas para você,acho que não demorar,só preciso terminar de fazer mais algumas panquecas-Compreendi.

Me sentei,a olhei sinuocamente,seu cheiro era pacato.'Ah,infernos,que infernos'.Será que alguém houvia meus pensamentos?Uma mulher tão delicada,refinada que eu
me sentia um NADA diante dela,pensei no meu encontro com Fera,suas terríveis palavras.'Aziel teria coragem?'.Não sabia,mas compreendia e tomava a realidade no
que diz respeito a masculinidade dele,a sua atuação,a sua sensação de sufoco ao longo dos meses.

'Ele vai pirar,eu sei,um jovem como ele não há de suportar,disso eu sei'.Lucy acabará de terminar as últimas panquecas que faltavam,o cheiro delícioso emanando pelo ar.
Ela deslizou a brilante frigidera sobre o refratário de vidro temperado em cor violeta,ela trouxe para a mesa,deslizou a mão em direção ao pote de mel-Vai querer?-Eu ri,eu
ainda pensando nas idéias que se passavam em minha cabeça,acho que iria enlouquecer alheiamente.

-Não,disponha irmã-É assim ela se serviu,eu fui a geladeira pegar a tigela com frutas,nossa,morangos,maças,bananas,o pote de cereal estava lá,levei tudo para mesa,eu
joguei uma boa quantidade no prato,ela riu com isso,o sol iluminava toda sala,delícia.Ela comia,se servia,colocou uma xícara para si de chá quente,fervente!Continuamos
a comer,o silêncio que emanava pela cozinha.

Nunca me senti tomada por idéias tão holocaustas,mas a verdade me feria,me tomava.'Tire isso de sua cabeça!Sua louca!'.Brami alto em meus pensamentos,foi nesse ins-
tante que Aziel apareceu na cozinha,ele entrou dando a volta na mesa,sentou-se ao meu lado,ele beijou meu rosto,o banho tinha lhe feito bem,sem dúvida! Tinha escolhido
roupas frescas como ténis negros,a calça jeans em cor negra,a camiseta na mesma cor,um cordão de prata com pingente em asas de anjo-Nossa,vai passar o dia fora-Ele
riu,devagou se perdendo por alguns momentos na paisagem da cozinha.

Ele começou a se servir-Não se preocupe,volto o mais rápido possível,Lilith-Lucy se esvaia nesse momento,a dama que pensava devagando,era sublme o conceito que ela
demonstrou-Aziel,Isabel ainda deseja vê-lo,acho que ela vai pirar,apesar de tudo,suporta-Ele a olhava,ele que pensou arqueando a sobrancelha por alguns momentos,Lucy
deixou os dedos deslizarem pelos cabelos escuros os jogando para trás,as ondas delicadas,os fios finos,devidamente escovados ao acordar.

-Entendo,mas não vai demorar,só mais um pouquinho,não é?-Ela riu nesse momento-Ah,e como,mas a impaciência daquela senhora estava me deixando sufocada,ainda te-
mo por ela-Ele riu,ele que enfiou o gargo em uma boa quantidade de panquecas,levou ao prato,derramou muito mel por cima,pegou o búle enchendo a xícada com chá-Ah! A
unisona música e houvida-Eu ri,acho que ela não compreendia.

-E sua mãe sabe querido?Falo de Lilith-Ele arqueou ás delicadas sobrancelhas,a olhou pousando a xícara ao lado do prato-Ah,sabe,mas,acho que o resto da família me sufoca-
O que será que se passava na cabeça dela?Nunca senti tanta vontade de lhe contar a respeito do que eu era,do que ele era,do que Tia Isabel era-Entendo,mas espere,ao me-
nos sua mãe sabe,correto?O que ela acha?-Ele bebeu mais alguns goles do chá.

-Bem! É minha mãe,correto? Ela sabe,deseja vir,se deparar com Samantha,mas quanto ao meu pai,não tenho muitas esperanças no que sinto por ele-Eu o olhava de lado.
Esse era o problema de tudo,a guerra pessoal entre ele é seu pai-Aziel,não pense por ele lado,acho que ele deve estar tão desespero quanto você-Eu disse,ele me olhou de
volta-Será Lilith?-Ofeguei,foi quando levei os dedos a seus lábios que Lucy percebeu.

-Casamento!?-Ela se espantou,levantou-se delicadamente-Lilith! Casamento!-Eu ri quando a olhei sentada-Nossa,não tinha visto?-Esticando a mão ela se apressou em saber,o
toque na minha mão,o anel dado por Aziel brilhava a luz do sol-Céus alados,que glória!-Aziel comeu fartos pedaços das panquecas,limpando a boca teve que indagar a situa-
ção-Ela não queria,não me falou,mas eu mesmo o fiz ao sair,trouxe do nada,isso fez Lilith se calar,aceitar,de qualquer modo,está feito-Ela alternou o olhar entre eu e ele,ela se
sentou novamente.

-Ah,imagino,Lilith sempre teve e morrará com a personalidade que têm,e uma glória entanto,em pensar que ainda por cima,essa menininha fará parte de tudo isso!Acho que
coisa melhor não poderia ter acontecido-Eu ri,a olhei com a maior perfeição possível-Nãos e preocupe,terá a honra de passar por um momento desses-Ela não comprendeu,eu
acabará de lhe enviar a primeira mensagem a respeito de meus planos,ela voltou a comer.'Que se dane,entende?Não posso fazer diferente'.Esse pensamento foi fechado,na-
da e ninguém leria algo dessa natureza.

Continuamos a comer café,um devagar de tempo sem igual!.Com o tempo terminamos de comer,Lucy se direcionou ao salão,claro que a arrumação da cozinha tinha sido ple-
na,antes disso eu avisei que precisaria conversar com ela,mas que me importava nesse momento?Sozinha na varanda eu encarava Aziel,pensava-Volta logo,estarei aqui,espe-
ro que consiga um matérial entanto para seus trabalhos facultativos-Ele desceu o vão,seguiu em direção ao jardm,ao sair pelo portão devaguei em minha solidão que não me
largava.

Lucy estava no salão da casa,eu sozinha nesse momento,foi quando senti a terrível presença de Redenção-Querido está aqui?-Quis saber,houvi risos delíciosos,ele foi visto
ao meu lado-E claro que,sim,seu coração sofre,queria saber o por quê-Ofeguei,eu sentada a beira do vão da linda varanda,o dia estava claro,o limpido céu visto por mim,o
Redenção vierá,ficará agradescida por tudo isso,ofeguei novamente.

-O que Fera disse,eu refleti,eu não nego que ela tenha razão,apesar de meu coração se sentir angustiado-Ele assentiu cruzando os braços,as asas fechadas,o sentar de um
ser pleno por natureza-Lilih,aquilo foi para lhe envenenar,não dê atenção a coisas que lhe atingem,que podem destruir sua família-Compreendi,apesar de tudo,meu ser,meu
ego pedia para realizar o que supostamente era inevitável-Ela mentiu,Lilith eu posso e sempre leio no coração de Aziel! Ele nunca faria isso,céus,está querendo forçar Lucy
a algo que nem ela entende! Lucy e doce,refinada demais para isso-Compreendi,eu ri o olhando.

-Ela pode dar ao Aziel o que no momento estou impossibilitada de lhe dar,Redenção,ele é jovem,selvagem,ele como homem de sua natureza óbvio que clama por prazer
que nem uma mulher poderia lhe dar,até eu me recompor,quem sabe Lucy faça isso por mim-Ele ofegou,levantou-se delicadamente-Lilith faça o que lhe conviver,desde a
decisão,tudo isso,mas desde que sua alma,você se sinta em paz consigo mesma-Levantei quando ele esticou-me as mãos.

-Tudo bem meu querido,não se preocupe,eu simplesmente acato isso para mim,apesar de tudo,seguíremos,tudo bem?-Ele ofegou,beijou-me o rosto docemente,o abracei,fa-
zia tempos que não tinha uma oportunidade como essas,a de abraçá-lo como nesse momento delícioso-Agora vá, tome conta de Aziel por mim,ele precisará enquanto estiver
envolto nessa face facultiva que lhe toma tanto tempo-Ele ofegou,me olhou com tristeza.

-Sabe de uma coisa? Mal vejo a hora de Samantha nascer,de tu saíres desse martírio de gerar uma vida,se sente apricionada-Eu ri-Mas é algo com que sonheire em
grande parte de minha vida,está valendo a pena-Ele sumiu,sabia o profundo significado dessas palavras,terrível,eu sei,mas necessário para que a minha natureza fa-
lasse por si.Entrei.

Devaguei na paisagem da linda sala.Subi as escadas,me deparei com Lucy mexendo no Laptop disponível no salão-Nossa,ainda está ai?Posso conversar com você?-A
Lucy me olhou delicadamente,sentei-me na mesa na varanda,ela pressentiu algo,estava arrepiada-Lilith,nem pense em me pedir o que está disposta a pedir-Ofeguei,a
sua pessoa que voltou a atenção ao que fazia no Laptop.

-Não e nada demais,sabe disso-Ela ofegou,ageitou a borda da linda camisola com que tinha dormido toda noite-Lilith? Não seria de minha natureza,nunca será-Eu ri,iNa-
da mais poderia lhe surpreender,nem a mim! Soube nesse momento que eu teria que usar de todas as minhas artimanhas,uma ácida conversa se iníciou entre eu e ela,a
minha pessoa que reverbava por todo salão,ela que andava de um lado para o outro,pensativa,chorosa por alguns momentos.

-És plena,por favor! Faça por ele,falo de necessidade,malícia!-Lhe disse em determinado momento-És louca! Ele vai chorar,entende?Ele vai chorar,se sentir magoado-A
minha pessoa teve que rir diante de uma pergunta como essas-Aziel chorar por ter uma mulher como você!? Não conhece o maldito querida,não mesmo!-Cruzei os bra-
ços,ela de pé a minha frente-Ah,céus,vou pensar,pensar! És maluca!-Sentamos no sofá.O tempo passou,com isso a necessidade de jantarmos veio.Mas antes de tudo
isso,o cair da noite.

Em meio a quietude enquanto estavamos sentadas na varanda,enquanto eu lia e Lucy escrevia no Laptop a respeito de seus compromissos que ela fazia por ali mesmo,
o som-Calada! Ele chegou,calada!-Ela se espantou,se angustiou-Estou ferrada com você,maluca-Bramiu quando segui em direção a escada.Era ele,ele que trazia uma bol-
sa delicada-Chegou,finalmente!-Ele me fitou,sentiu-se desprevenido.Eu abri a bolsa,ao sentar-se ao meu lado ele deixou a bolsa de lado com seu Laptop dentro,ele que o
tinha levado,eu vi na bolsa que pegará a caixa com Tarot-Nossa,pretenção demais-Ele riu,afagou-me os cabelos-Nada demais-Sabia que,sim,idéias,trevas se passando na
minha mente enquanto o encarava.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Qua 1 Set - 13:05:46

Com o tempo houvimos sons de passos vindo da escada,Lucy apareceu no vão da escada,Aziel a olhou por alguns momentos,ela que tinha se trocado por necessidade.
Colocou uma linda túnica sobranco no quarda-roupas.Uma nuance de momento se passou em minha mente.Aziel tinha cabado de sentar-se ao chão,ele que tirou todo o
baralho de Tarot da embalagem-Finalmente juta-se a nós,por favor-Ela tremeu de medo,acho que se ela tivesse que dar meia volta,teria dado.

-Entendo,Aziel entende e têm conhecimentos a respeito disso,dessas coisas querido?-Ele riu,eu me mantive sentada no sofá,cruzei as pernas e dei-me ao luxo de mexer
no Laptop de Aziel,eu que do nada tiverá vontade de averiguar os sites-Sim,se falasse que,sim,isso a deixaria chateada? Com medo?-Ela corou do nada,vi nesse instan-
te,ela tinha tanta caltela que cada detalhe lhe desferia medo.

-Não,sinceramente não,eu e que sempre tive vontade de ter acesso aos conhecimentos mediúnicos,esperituais-Ele riu,ela que se manteve sentada a sua frente,ele espa-
lhava as cartas sobre os tabuleiros,pensava,foi quando a chuva começou a cair-Infernos,logo agora?-Disse ele,eu e que tinha que irritada,afinal,não era bom momento pa-
ra acontecer uma coisa dessas!

'Infernos,infernos!'.Gritei em pensamento fechado,voltei a atenção ao Laptop,que maravilha,só poderia restar-me a destruíção de meus planos trevorosos para Aziel,Ainda
restava-me a esperança! Passou-me alguns minutos,ele e Lucy conversavam,o frio vierá com força,isso me deixou plena,com vontade de tomar banho e claro.Aziel se sen-
tiu incomodado com todo frio,entende? Ele deixou o tabuleiro com as cartas de Tarot de lado,Lucy mexia nas cartas.

Ele começou o preparo da lareira,os céus da Cidade começavam a relampearem-Aziel vai demorar a acender a lareira?-Disse,ele voltou a atenção para mim-Não muito
querida,por quê?-Eu ri,ele estava por demais bonito essa noite,ele tinha saído vitorioso nas pesquisas,vi só pelos arquivos-Eu vou subir,tomar banho antes de jantar,me
espera?-Ele riu,ele gestulava organizando as toras de madeiras finas,perfumadas dentro da lareira.

-Sim,eu esquento o jantar depois,mas se quiser,suba,mas esses arquivos,as pesquisar,demorou,mas valeu a pena,toda matéria que devo na faculdade poderá ser envia-
da,olhe no arquivo principal,são minhas sínteses sobre meus conceitos-Entendi,Lucy tinha terminado de organizar tudo baralho sobre o tabuleiro,tinha ficado muito interes-
sada no arquivo,que escrita! Divina,perfeita!

Levantei-me com o Laptop na mão,com uma mão o segurava,com a outra mexia na barrinha que servia como mouse digital-Lucy me acompanha?-Mesmo distraída com
o texto de Aziel,com a tela ultra-fina do Laptop do Aziel,não me desligará do que devia conversar com ela.'Não me escapa maldito'.Pensei andando em direção a escada,
Lucy levantou-se vindo atrás de mim-Nossa,que conceitos,adorável!-Brami me sentindo tomada de entusíasmo com o que lia.

-Lilith?Me houve?-Sussurrou ela enquanto subíamos,quando no quarto me desliguei,depois leria os textos de Aziel,ele mandaria um matérial de sínte-se entanto,foi o que
pensei ao deixar o Laptop sobre a cama,quando comecei a tirar as roupas para tomar banho-Não pense que me esqueci,vai fazer o que lhe mando,por favor!Sei que vai
gostar,seu que parece loucura,mas Lucy! Olhe para ele irmã,tenho tanta pena-Ela sentiu raiva-Ah! Imagina,imagina! Louca és,mas por quê eu!?-Quis saber.

Ela,a linda dama sentada a beira da cama,me fitando enquanto eu me ageitava para tomar banho,escovava meus cabelos já despida antes de ir ao banheiro-Prefiro
que seja você,do que a qualquer vagabunda que anda,aí,penas Ruas da Cidade-Ela se espantou.Passou-se alguns momentos,continuava escovando os cabelos-Acha
isso de mim?-Disse temerosa,sentei-me ao seu lado quando dexei a escova na mesa de pentear.

-Não! Aziel não merece qualquer mulher,merece mulher de luxo,refinada,não qualquer uma,afinal,confio mais em você,prefiro você,do que essas indiotas que existem
por aí.És mulher de luxo,forjada na mais alta refinação e cultura que se possa ter,por isso,és minha escolhida-Ela refletiu depois de minhas palavras-Agora pense,vou
tomar banho,por quê eu realmente estou precisando,a minha filhinha também.Lucy pense,estarei naquele banheiro e quando sair?Estarei a espera de uma resposta-Isso
a deixou transtornada.

Imensamente tocada,tudo que fiz fou levantar-me,entrar no banheiro devidamente preparada para o prazer que só a água pode proporcionar.Ah,que maravilhoso ao
sentir a água derramar-se sobre meu corpo ao entrar no box,não quis tomar banho na banheira,iria demorar demais,eu lavei meus cabelos,a chuva torrencial caia do
lado de fora,os trovões foram houvidos até mesmo dentro do silêncio do banheiro,que loucura,não é!?

O som da ducha ligada maravilhoso,eu lavava meus cabelos,todo corpo.Foram quinze minutinhos até eu terminar todo esse processo,eu sai pegando o roupão de
banho ao lado do lindo balcão da pia,me vesti,passei o pente desenlinhando os cabelos,meus olhos azuis refletindo sobre o espelho limpido.Silêncio.Quando sai do
quarto,foram mais vinte minutos,Lucy não estava,futuramente presenciaria a resposta dela.

-Se ela não está,e que deve estar agindo-Ah,trevoroso esse tipo de pensamentos,escolhi uma linda túnica em cor verde,túnicas claramente tinha se tornado minhas
vestes durante a gestação,nada mais adorável do que elas,ageitei as bordas,terminei de escovar os cabelos,devidamente limpida,sequida levei a toalha ao gesto no
banheiro,apaguei todas as luzes-Agora?Veremos o que me responde Lucy-Admito que me sentia anciosa,meu coração batia forte.

Tudo estava silêncio,Lucy tinha apagado as luzes do salão ao descer,os trovões ecoavam por toda casa,salão,todos os comodos! Assustador,era como se a chuva ti-
vesse vindo como presságio-Que adorável,Lucy?Sua resposta?-Brami baixinho,silêncio,nesse passar de tempo ela tinha tomado uma decisão,e tinha que me mostrar
de algum modo como esperado por mim.Houvi sons ao ir para a escada que ia para sala.

-Oh,o que será?-Disse,o cheiro de banho provindo de mim,que frescor adorável,meus cabelos soltos,a pele limpida,perfumada,a túnica macia de encontro a meu cor-
po.Quietude emanando pela sala,eu não me atrevi a sequer ultrapassar o vão da escada,a visão era perfeita:Eu,a atrevida,a trevorosa sentada no vão da escada a
presenciar tudo.Lucy tinha escolhido,ajido,presenciaria sua resposta.

Ela estava sentada a frente de Aziel,ele tinha incensos acesos ao lado do tabuleiro,ela tinha se atrevido a pedir a ele que tira-se algo a respeito daquelas malditas e
sinuosas cartas,as chamas da lareira eram a única iluminação-Eu ainda não entendo Lucy,por quê me pede uma coisa dessas?-Ela o olhava,suas longas vestes que se
atenuavam a seu corpo-Eu preciso! Por isso!-Ele riu do nada.

-Ah,sim,a curiosidade mata,sabia?-Isso a deixou aflita,ela ofegou,foi quando distraído,Aziel teve que pegar mais um incenso,ela olhou em direção ao vão da escada,
me viu escondida entre as sombras-Eu quero minha resposta mocinha-Ela tinha entendido essas palavras citadas em meio ao silêncio,se passou alguns momentos,eu
me sentia sufocada,Aziel passará grande parte desse tempo tirando cartas para ela.

Foi quando do nada,após pensar,se aflingir,que ela decidiu,ela siplesmente bateu a mão em cima do tabuleiro,o fitou cruelmente,rancorosa,pensativa-O que foi!?Me
pediu para tirar as malditas cartas,que ataque foi esse!?-Aziel se sentirá ofendido por isso,foi quando vi o rubor corando-lhe a face-E isso,mas quero mais algo Aziel-
Tadinho! Ele ergueu a mão a frente,tombou para trás quando ela se esquivou para frente ainda sentada-Para!Que que enlouquencia e essa? Lilith está no quarto,ela
pesaria merdas da gente-Ela riu.

-Ah,não,tadinho,não conhece sua esposa não,viu?-Ele se silenciou,ela atavou,ela simplesmente se esquivou mais para frente,esticou-se sobre ele,ele que a olhava
trémulo-Nossa senhora,as mulheres de hoge em dia podem matar-Trémulo,ela riu-Ah,podem sim querido-Eu me segurei,me segurei para não comete um erro,Lucy
se deitará por cima dele,o manteve quieto-Aziel,coitado-Bramiu,coitado mesmo,pensei em resposta,vi quando suas mãos deslizaram pela silhueta dela,ele que fez a
vontade agir com plenitude.

'Isso mesmo querido,fisgue-a,depois conversamos'.Pensei,ele lhe apertou firme os cabelos,os sons trevorosos ecoandod evido a chuva,as chamas da lareira incensa-
tes,Lucy tremia envolta nesses beijos,ele se deitou por cima dela,deslixou os dedos pelos botões de suas roupas longas-Vai lamentar por isso-Ela riu,ela que se manti-
nha deitada,um dos braços esticadoa a frente de modo a fazer a mão pousar sobre seu ombro.

-Não vou Aziel-É,o maldito não deixará uma change dessas escapar,o vulgor,a terrível desgraça que a vontade carnal fala,sempre fala mais alto,céus,ele abriu toda
toupa dela,deixou-se esquivar sobre ela lhe beijando os céios,os ombros,a barriguinha tão seca,ele se deliciava com aquilo,Lucy deixou o rosto tombar para trás,ainda
estava para nascer menina mais esperta que ela,seus olhos estavam fechados,foi quando se abriram.'Continua'.Brami,ela me olhou nesse ato,se aproveitando de to-
da distração de Aziel.

Ela lhe apertou com firmeza os cabelos,toda uma forma de esperar,ela não pretendia ter prazer,mas nessa situação,se tratando dele,estava dificil,muito dificil,vi pela
cor de suas bochechas,seu rosto,sua pele limpida,imaculamente clarinha que se corava,Aziel se esquivava por cima dela,lhe continuava beijando o corpo,ele subiu,a
boca se encontrou com seus ceios,os mamilos rigidos,duros devido a sensação-Ah,está sendo dificil-Ele riu a olhando por alguns momentos-Vai ser dificil,esperava o
que?Que depois dessa eu fosse bonsinho?O micericordioso?Agora aguenta gracinnha-Maldito,pensei,muita vontade de rir.

Ela se deixou tomar depois disso-Tudo que fez foi fechar os olhos,tadinha,pensei,ele que a beijava,suas mãos delicadas que deslizavam pelo rosto dele,era insuportá-
vel para ela,ela queimava,mas ele?Oh!Foi destruídor ao parar e descer com beijos percorrendo todo seu corpo,deixou o corpo tombar para trás,gemeu alto,houvi niti-
damente-Céus,de-me logo o que quero-Bramiu.

Ela lhe apertou os ombros,quando Aziel voltou a se envolver em seus braços,ela simplesmente lhe abriu o ziper da calça,o beijava furiosa,lhe apertava os cabelos por
trás da nuca,ele gemia com isso,lhe mordia os lábios enquanto a tomava com beijos-Vá com calma-Que nada! A resposta dela foi imediata-Calma e o caramba,calma
e para os infelizes-Ele riu,quando ela abaixou mais a calça dele,foi o ato imediato.

A voracidade dele foi pacata,o orgão duro que entrava dentro dela,o rosto dela tombado para trás,um de seus braços esticados de lado,ele que lhe desferia beijos ao
lado do pescoço,ela que sofria para não gritar.Voracidade,tudo isso,Aziel tinha esperato tanto! Coitado,desonrietado a respeito do significado de tudo isso.O ácido mo-
mento,a transa foi continua,ele se sufocava para não critar,Lucy o puxava para si,ele cedia a ela sem preceitos do PERIGO.

Não foi preciso ele falar,ela se esquivou para frente quando tentou fugir,mas não adiantou,ele a segurou com as mãos a frente dos céus-Vai embora?E isso?-Ela riu,ela
que tombou para frente do sofá logo ao lado,ele voltou a tomá-la,lhe puxou as toupas abertas,esticando as mãos a frente lhe acariciava os ceios,ela gritou com vontade.
-Está dificil-Ele riu-Ah,sim,está-Voz aveludada,ela a vez se curvar mais a frente so sofá,voltou ao ato,o orgão rigido entrou sem piedade em Lucy,sofoco!

Aziel que se deixava agir,tomar,se curvava sobre ela lhe beijando atrás da nuca deliliciosamente ao lhe afastar os cabelos,e foi assim por mais alguns minutos,ele que
gemia com vontade,quando ele pode se despir por completo,puxará Lucy,a fez deitar-me ao chão,a volta da insensatez foi esperava,ela por baixo dele,ele por cima de-
la,ele quando tentou beijá-la,não cedeu,ela virou o rosto de lado,seus pés se movimentaram para baixo,ela se sentia expremida pela voracidade com que transava com
ele,os gritos vieram,altos-Com vontade-Pediu envolta na aridez do momento.Ah,que trevoroso,subi,agi rapidamente.Entrei no quarto sinuosamente,silenciosa-Finalmen-
te-Brami ao deitar-me quieta.Passaria,só silêncio apartir daquele momento.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Qui 2 Set - 13:29:36

Tudo foi trevoroso apartir daquele momento,o momento em que eu me deitei na cama e cai no sono.Ao menos meu coração se sentia melhor,melhor por quê
me deparei envolta em um momento solene como a madrugada de descanso.Tudo tão doce,acetinado como véu de flores,malva de perfumes de rosas é pena
de pavão.Sinuosamente esse foi meu doce recomeço apartir daquele momento trevoroso entre Aziel e Lucy.

'Ela marece,sempre mereceu,essa e a verdade'.O pensamento me dizia ao ecoar em minha mente enquanto dormia.Lembro de ter acordado na manhã seguin-
te,eu me assombrei,meu coração bateu forte,o temor era de que ele tivesse fugido,sei lá! De que tivesse passado mau depois de tudo,mas nem sempre esses
pensamentos trevorosos se tornam realidade,correto?

Tudo sinuoso,delícioso como esperava.Eu sentei-me a beira da cama,segui ao levantar-me em direção ao quarda-roupas,me vesti com uma túnica de cor tosa
em tom escuro,o decore maravilhoso,exaltando meus ceios que nunca foram tão fartos como naquele momento.Presságio,pensei ao entrar no banheiro e do na-
da me deparar me vendo no espelho.

Peguei o pente no balcão da pia,pentei meus cabelos,o sol da manhã iluminando o banheiro ao entrar pelas pequenas persianas das janelas,lavei meu rosto quan-
do terminei,docemente escovei os dentes,tudo isso,devidamente pronta respirei fundo-Vamos Lilith,está na hora,na hora querida,hora de encarar a verdade-Quan-
do decidi sair,me senti alíviada,tomada,céus,que holocausto,viu?

Quando passei pela sala vi que as roupas de Aziel e Lucy não estavam presentes,sequer o tabuleiro, as cartas de tarot,algo assim,sinuosamente caminhei pelo
jardim-Eu não acredito,ele deve estar no sotão-Pensei caminhando ao outro lado dos fundos da casa,nada,nem ele e ela estavam lá,abri a porta e me deparei
com essa verdade cruel.Sai dando a volta e fechando a porta.

-Nossa,isso me assusta-Senti a terrível presença de Redenção.'O quarto Lilith,ele está lá com ela'.Compreendi,fui para o outro lado dos fundos,o outro lado oposto
da casa,a porta do quarto estava semi-aberta,a entrada da pequena biblioteca logo ao lado devidamente fechada,a brecha era vissível,céus,o sol entrava pelo quar-
to,iluminava todo comodo imenso! Que visão adorável,tive medo de entrar,mas me contive,admito que diante dessas circunstâncias me deu vontade de espionar,o
meu ser desejava ter a plena certeza do que aconteceria.

Ele estava sonolento,deitado de bruços,suas roupas largadas ao chão,as dela também,o tabuleiro logo em cima da mesinha,ofeguei,ela deslizou as mãos por baixo
das cobertas sobre ele,ele ofegou,foi quando ele lhe beijou com a impulsividade esperada,nada ela falou,só lhe respondia com beijos-Ah,por favor,não vai me dei-
xar cedento,não e Lucy?-Ela riu,lhe afagava os cabelos-Não,claro que não-Invejavél uma situação dessas.

Perceptível quando ele se sentiu aquecido,tão aquecido enquanto a beijava que não esperou,tive certeza de que as orgias entre os dois tinha durado o resto da noi-
te dentro do quarto.Nossa,ela o tomava para vi,o tinha sobre ela,os dois abraçados,os lençóis macios a lhes aquecer do frio que a chuva tinha causado,tanto que goti-
nhas de água ainda jaziam por todo gramado do jardim,flores e ao pé da porta.

O rosto de Lucy de curvou para trás,insuportável sentir-se daquele modo,ele não parava,agia,transava com ela com voracidade,vontade,era como se descontasse
na delicada Lucy tantos dias sem se envolver nesses prazeres naturais da vida,ela deixou um de seus delicados braços curvaren-se para cima,o olhava,tinha a outra
mão sobre o ombro dele,ele não tinha nada de sua seriedade típica.

Continuava,os lábios dele deslizaram até os ceios dela,foi quando os gemidos vieram,ele a fez se deitar de lado,ele por trás dela,um deslize tão delicado que para
mim,só faltou eu querer sair do lugar temendo ser percebida.Ele pousou o rosto sobre o ombro dela,a outra mão sobre a cintura dela,ela o beijava,ele continuava,o
toque dele era como toque de seda sobre ela,ela suportava,agora,sim,podia suportar.

Lucy se deixou tomar quando seu rosto se moveu ao encostar sobre o travesseiro,seus lábios rosados,macios,aveludados se moveram se abrindo,seus olhos fecha-
dos,Aziel esticou o braço a frente dela,ela também,segurava com força sua mão-Está maravilhoso-Disse Lucy envolta no devaneio do prazer,ele pode beij-ala nova-
mente,segurou o grito dos orgasmos,ele temia por algo,só quando ele se sentiu escotado e que tombou do outro lado da cama,ela se manteve quieta,pensando com
os olhos fechados.

-Isso tudo e loucura,eu sei que é-Disse Aziel pensando,deixando a raiva passar,raiva por tudo que estava fazendo.'Não sinta culpa meu querido'.Pensei espionando.
Ele foi trevoroso nesse momento,isso quando a querida Lucy sentou-se ainda nua a beira da cama-Aziel?Não me escapa miserável-E ele era mesmo,sempre forá,e
morreria como um,pensei,tendo a plena certeza-Ah,não precisa,não precisa bonequinha-Ela riu.

Ele pode sentar-se a beira da cama,pegou o maço do cigarro sobre a mesinha,o baralho de Tarot estava lá,logo ao lado do tabuleiro,tragou um dos cigarros,Lucy
que agiria de modo uninisono,lhe fazendo bons grados,não sabia que ela podia ser tão pevertida desse modo.Ele sentado a beira da cama,tragando o cigarro com
os olhos fechado,seus cabelos humidos depois dos orgasmos desgastantes,céus,terrível para ele.

Ela postou-se a sua frente se apoiando sobre os joelhos,uma delicadeza de jovem mulher,quase menina digamos assim,ele gemeu alto quando Lucy deixou sua bo-
ca deslizar pelo seu pau duro-Maldita-Bramiu ele,ela para sufocar,tive pela dele,dó para ser clara Sara,tanta pena,viu?Seus delicados dedos expremendo o cigarro ao
se envolver nessas orgias de Lucy,ela continuava,ele gemia alto,tanto que ele teve que tragar logo aquele maldito cigarro se não iria se queimar.

Ele lhe afagou os cabelos com a outra mão,gemeu novamente,sua face corada,seu corpo queimando,as gotas de suor escorrendo por seus ombros,peitoral,todo cor-
por despido-Continua,estou gostando bonequinha-Ele riu de lado,os olhos ainda fechados,tragou o restante do cigarro de canela,o predileto dele,Lucy continuou,não
parou,mesmo podendo machuá-lo,ela não parou,só quando ele terminou de tragar o cigarro o apagando no cinceiro ao lado da mesinha.

Quando ele segurou o grito devido aos novos orgamos e que se deu conta do perigo-Desculpe-Ah,isso não,não era necessário,pensei novamente,ele a puxou para
si,Lucy deitou-se esticada por cima dele delicadamente,uma bonequinha que era segurada e tratada por um lobo,coloco nesses termos por que era essa a situação.O
olhar de Aziel foi passivo,profundo-Loucura-Bramiu ele.

Seus dedos deslizando pelo seu rosto-Não,o pior e que não e Aziel-Ele riu em resposta,tão suado devido aos atos e orgias provocados pela Lucy que era complicado
respirar.Os afagos,as doces mordidas sobre os lábios de Lucy foram demorados,tive raiva,mas não arrependimento,jamais,não quando eu tinha procurado uma situa-
ção dessas,arrependimento não poderia acontecer em um momento como esses.Céus,foi doloroso presenciar isso,mas me contive e claro,eu tinha procurado prococar
uma situação dessas.

Não voltaria atrás,jamais.Com o tempo Lucy sentou-se a beira da cama,tudo que precisava desesperadamente era se arrumar,qualquer coisa,tão nervosa que nunca
esperei vê-la envolta nesses tormendos.A delicada mulher que pegará as vestes da mão de Aziel:Uma saia de fino tecido em cor cinza,a camisa branca no mesmo te-
cido decotada,justa ao corpo-Céus,vou morrer-Ele a olhava,pensava.

-Não,não vai,sobreviverá-Ela vestiu a saia,ajustou a linda faixa negra,colocou a camisa,ele não teve que ajudá-la-Aziel por favor,se acha que foi uma loucura,pode
ter sido querido,e das grandes-Ele se espantou-Como assim? Lucy eu não pedi,está entendendo?-Ela levantou-se indo até as gavetas da comosa,tirou uma calcinha
delicada,rendada,a vestiiu-Eu estou entendendo,mas...-Ela parou.

Ele andou a frente a fitando-Quer me dizer alguma coisa?-Ela deu passos para trás,o fitou sentindo medo-Ah,não,não preciso querido-Ele ofegou,foi quando ela quis
pegar a escova para escovar seus cabelos,o fez rapidamente,quando pronta teve segurança,ela sabia que eu estava atrás da porta todo esse tempo,ofegou andando
a frente encarando Aziel.

-Ficaria chateado se eu lhe contasse que não era para eu ter decido?-Ele cerrou o olhar,corou do nada-Não,eu gostei,simplesmente isso,como poderia agir de forma
diferente?-Ela ofegou,pensou,não imaginava em estar envolta em um momento como esse-Tenho que admitir,sabe ser um homem entanto-Ele olhou de lado,quis
se arrumar,pegou a calça,a camisa,tudo isso,se arrumou rapidamente.

-Pense melhor,acho que uma morte pode acontecer aqui-Ela riu-Aziel desculpe,seriamente desculpe querido,mas se não fosse pela Lilith não o teria feito-Coitato!Eu
não esperava que ela soltasse a bomba tão cedo,viu!?Ele voltou-se para trás,quando me viu atrás da porta cerrou os punhos para não me bater,algo dessa natureza.
-Calma,não estou entendendo,eu não estou entendendo!-Bramiu ele corando,sentindo raiva.

Eu entrei olhando para Lucy,ela que caminhou delicadamente,a saia indo até a altura dos joelhos se movia maravilhosamente com seu andar-Lucy pode me espe-
rar na sala,obrigada por tudo-Ela ofegou silenciosamente,sentiu-se triste por algo,eu sabia o que,Aziel transtornado,o coitado que sentou-se a beira da cama envolto
na sensação de destruíção.

A porta bateu se fechando quando Lucy saiu,ele ofegava,olhava para o chão,suas mãos arqueadas a frente-Não era para ter sido assim,brincou com meus senti-
mentos Lilith-O olhava,me deparei com nem um pingo de sentimentos a respeito disso,tudo que sei e que eu me sentia maravilhada por ter alcançado minha me-
ta,de lhe propíciar um momento como esses,o prazer que ele desejava a tantas semanas.

-Aziel não se aflinja,eu sabia muito bem o que eu estava fazendo,o que pedi a ela-Ele ergueu seu olhar com tanta fúria que dei passos para trás,passou-se instan-
es silenciosos entre eu e ele,gradualmente as lágrimas lhe vieram aos olhos,mas ele teve forças para se segurar,momentaneamente Aziel deixou com que toda es-
sa quietude viesse,se transmutasse naquele observer macabro que exercia sobre mim.

-Não têm sentimentos,não tem coração! Não pensa ou sequer mediu as conseguências? No perigo que se abateu sobre eu e ela? Lilith e se eu passasse a amá-la?
Se eu transmutasse tudo que sinto por você para ela!? O que seria de mim!?-Ah,pavor não senti,mas raiva pelo mal-agracimento,sim-Cala sua boca,não se com-
porte como um menino mimado maldito-Ele levantou-se.

-Ah,não venha dizer-me que não gostou,que odiou estar com ela,a adorável Lucy.Ah,querido,ela têm isso e muito mais a lhe dar,mas quero que saiba de uma coi-
sa:Quando eu voltar a plenitude,tudo isso acabou,reaverei meu lugar-Ele ergueu sua mão querendo me bater,tudo que fiz foi segurar seu pulso-Mandei ficar calado,
Aziel pena que me conheça tão pouco,se eu não estivesse nesse estado,juro que teria lhe mostrado muito mais do que eu sou-Ele se espantou,eu o empurrei para
trás,ele caiu sentado sobre a cama-Ah,que ofensa!-Bramiu olhando-me furioso,revoltado.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Qui 2 Set - 14:30:18

Sinceramente eu estava a beira da loucura,ele se senta tão ofendido que sinceramente me custou muito para compreender-Eu te amo,colocou em risco tudo que
sinto por você-Ah,que lástima pensei por alguns momentos,ele sentou-se a beira da cama,mesmo furioso estava disposto a ouvir-me-Aziel mandei ficar calado,a
minha pretenção e que me ouça-Ele ofegou sentindo-se tomado por algo.

-Nem sempre consquistamos o que queremos,correto?-Sinuosamente ele pensou no que eu acabará de falar,tudo foi como trovões em sua mente,sinuosamente a
sua pessoa teve certeza do que planejava,do que deveria fazer,quando deslizei as mãos pelos meus cabelos,deparei-me na verdade que eu iria lhe falar,Aziel não
pensava,ele gemia devido aos atos unisonos da vida,no que eu lhe provocará.

-Aziel não precisa mentir,iria comete uma loucura,não pense que eu sou tão distraída.Um homem jovem como você,cedento por aventuras,se segurando?Ah,uma
pura mentira querido,mentira de todos os níveis-Ele ofegou,levantou-se se sentindo impulsionado devido as palavras,a crueldade do significado delas,me olhou se-
veramente,seus lindos cabelos ruivos soltos,mesmo vestido,ainda sapecado de suor,o delírio do prazer.

-Não pode lê meu coração,isso não maldita,maldita por natureza-O indaguei cruelmente ao levantar-me,sinuosamente ele me encarou-Ainda mente na minha cara?
Ainda tem a coragem de me dizer que não o faria!?-Ele andou a frente,seus olhos emanando uma frieza despretenciosa,trevorosa,destruídora-Não o faria,e volto a
repetir:Eu não o faria-Lástima se passou em meu coração.

Foi nesse momento que uma discussão começou,os gritos reverbando pelo quarto,Aziel jamais me foi visto daquele modo,ele que andava pelo quarto,gritava,enca-
rava-me cruelmente,ele que gesticulava apontando-me os dedos com a fúria esperada,seus cabelos oscilando devido aos bruscos gestos-Ah,mentir não,mas e claro
que conseguiria-O indaguei em aproveitamento.

-Aziel é a Lucy! Preferiria que fosse ela do que qualquer vagabunda que estivesse a mercé de seus prazeres alheios-Ele riu envolto na fúria nesse momento,ainda es-
tava para existir um ser que emanasse a fúria que se passava em sua mente como nesse momento,céus,como eu desejava que trovões ecoassem nesse momento o
assustando por inteiro.Selvageria plena,uma selvageria que nunca vi em minha existência.

-Acontece que aquela mulher que chama de LUCY e apenas uma prévia do que eu sinto com você-Ódio de passou em minha mente,furiosamente a discussão seguiu-
se,os gritos e berros voltaram a ecoar pelo quarto,apesar de tudo Lucy não se atreveu a vir,ela estava na sala,sem dúvida a nossa espera,para saber do que aconteci-
a entre eu e ele.Tudo foi inesperado.

Uma discussão de valores,momentos,atitudes,decições.Aziel sem dúvida que começava a ficar rouco devido a isso,loucura,pensei envolta ne briga,ele seguiu em dire-
ção a saída-Volta aqui!-Brami,ele não respondeu-me,saímos dos fundos,fomos para o jardim-Não temos nada o que falar!-O encarei logo abaixo do vão da varanda,a
sua pessoa me olhando furiosamente apesar de quieto.

-Mentiroso!-Brami o mais alto que pude-Calada,chega! Lilith você está me levando a loucura!-Gritou seguindo para a sala,subi o vão da varanda,só que quando quis en-
trar,tudo que vi foi o jarro sendo disparado contra mim,o jarro quebrou em mil pedaços ao lado de minha cabeça-O que?-Brami andando a frente-Sai! Chega! Eu não vou
ter que aturar isso,jamais,não vou ter que dizer algo que só diz respeito a mim-Que pavor,pensei.

Além de furioso,desesperado com algo,Lucy veio da cozinha,senti pena dela ao tentar segurar Aziel por trás-Está entendendo?O que quer que eu diga,diz respeito a
mim,unicamente a mim!-Gritou,Lucy fez pressão,ele tentou se desvencilhar,quando na cozinha senti tanta raiva que me dei a lhe jogar talhes,copos,pratos,jarros,tu-
do isso,ele que se desvencilhava andando de canto a canto do lugar.

-Ah,céus! Parem com isso!-Pediu Lucy,ela que a essa altura estava tão angustiada que sentia falta de ar-Ah,é? Filho da mãe descarado,traidor! Lhe entrego todo o
martírio do prazer e me responde,me agradece desse modo!?-Ele arqueava as mãos a frente,berrava pedindo ajuda-Não e isso! Entendeu mal,Lilith não e isso!-Mais
copos e pratos em sua direção-O que então!? Fala Aziel!-Bati as mãos na mesa.

-Por todos os Deuses,você e uma pessoa impossível!-Sentindo medo ela se direcionou a sala,o segui,Lucy pediu para parar-Não paro,não paro até ter a resposta que
eu quero-Ela se silenciou,Aziel sentou-se no sofá angustiado,ele me fitava-Chega,não suporto brigas Lilith,não quero machucá-la,magoar você,não quero com que te-
nha que falar algo que lhe doeria tanto-Cruzei meus braços.

Tentando acalmar Aziel,Lucy sentou-se ao lado dele-Querido eu conheço Lilith melhor do que ninguém,por favor,diga para ela,e tudo que ela precisa-Ele olhava
para ela,eu esperava friamente,passou-se alguns momentos até que ele tivesse a coragem necessária para falar-Ah,eu admito,pouco me importa se isso vai ou
não lhe machucar-Oh! Tinhamos chegado a um impasse,correto?

Arqueei a sobrancelha delicadamente até que ele pode falar-Ah,maldita,maldita,viu? Ficaria,sim,e dai!? Apesar de tudo,mesmo não aguentando,só você seria ca-
paz de suprir tudo que procuraria nas outras pessoas-Respirei fundo! Isso me fez refletir-Lucy pode subir? Já fez o bastante por mim-Ela compreendeu,saiu indo na
direção da escada,sentando ao lado dele,ele me fitou.

-Aziel,sabia que todo esse sentimento está me fazendo triste? Querido eu tenho imensos defeitos,isso que viu e apenas um dos vários que tenho-Ele riu cheio
de amargura,deslizando os dedos pelos cabelos pode responder-Eu sei,por isso e que te admiro,Lilith-Ofeguei-Ah,sensatez de sua parte,obrigada,era isso que eu
estava precisando depois de tudo-Ele riu amargamente.

-Sobre Lucy? Não pensa que não gostei,por que eu gostei,sim,Lilith-Coitado,coitado,só isso que se passava em minha cabeça,foi nesse momento que senti todo
respaldo de sua fúria,mas compreenção.Ele levantou-se-Venha,precisamos arrumar toda bagunça-Depois de tudo era necessário,mesmo contra,era necessário.Eu
e ele em duas horas arrumamos toda bagunda.

Nossa,foi cansativo,mas se deixaxemos tudo de lado por causa da briga e que seria loucura.Eu e ele estavamos na cozinha,ele segurava a vasoura,encostou-se
no balcão da pia,olhou para o teto-Sabe de uma coisa?Você foi louca,Lilith eu gostei,o pior e que adorei estar com Lucy,eu tenho medo que volte aos braços dela-
Ele calou-se,eu terminei de colocar o restante dos cacos quebrados na lixeira,abaixando a tampa o olhei.

-Ah,medo? Querido não a conhece mesmo,coitado-Ele ofegou,deixando a vasoura em seu lugar,sentou-se a mesa,eu também-Novamente maldita és Lilith,não
preciso comentar-Sabia que sim,e ele compreendia muito bem a situação.Foi como crueldade tudo isso,sinuosamente ele deslizou as mãos a frente,foi quando a
Lucy veio pelo corredor,ela viu que tudo estava arrumado nesse momento.

Parando na entrada da cozinha,ela nós olhou-Tudo bem?A briga acabou?-Eu ri quando a olhei,a fitei quando ela caminhou sentando-se ao meu lado-Acabou,tive
a resposta que precisava-A noite vai sair,tudo bem?Falo de sair com Aziel-Ela corou,sentiu-se encurralada,essa era minha pretenção,sem dúvida de que ela iria
resmungar,mas seria sensato,adorável.

-Lilith,melhor parar por aqui,querida eu não me imagino nessa situação-Nao parava de olhá-la,de atenuar meus olhos sobre ela,ela vestida com vestes tão delica-
das,finas,devidamente escolhidas por ele-Esqueça,é isso e ponto final,sei que vai gostar-Silêncio,passou-se alguns instantes até que ela tivesse coragem de olhar
para ele,mesmo assustado,temeroso,ele respondeu.

Ela desviou o olhar corada,cheia de vergonha,olhou para baixo pensando.'Que vergonha,o pior e que gostei,ele sabe tratar bem uma mulher'.Tadinha,olhei para
o teto,apartir desse momento não demoraria para a noite chegar.Céus,vou trevoroso,mas maravilhoso! As 18:20 já com os céus de Paris brilhando,eu e Azil esta-
vamos de pé,a espera de Lucy.

Ela demorou para se arrumar,Aziel tinha escolhido roupas clássicas essa noite:Regata de corte ajustado a cintura em cor negra,a calça de carmin na mesma tonali-
dade,os capatos lustrosos,a camiseta branca por baixo da regata era tudo em questão de detalhes,ele esperava,céus,admito que cheguei a estalar meus dedos de-
vido ao momento.

A doce Lucy foi vista saíndo da varanda,delicadamente ela caminhou em nossa direção pelo jardim,minha túnica de cor greme oscilava devido ao vento.Ela tinha
escolhido um vestido justo,até a altura dos joelhos,sandália delicada,um conjunto de cor vinho sublime,as alças delicadas,ela segurava uma bolsa de lado,delicada,
era de brilhantes.Uma loucura exasperada,mas desejada.

Os cabelos soltos,Aziel adiantouse para sair,parar algum Táxi,ela me olhou-Digo que isso e loucura-Eu ri-Não é,vá em paz-Brami,quando Aziel entrou no Táxi,ela
seguiu,entrou sentando-se ao lado dele,ele fechou a porta,olhou para frente falando para onde iría.Os olhava,o céu limpido da noite brilhava,vi quando ele se virou
a beijando com vontade,Lucy estava perdida,situação adorável.

Quando no salão da sala,sentei-me colocando o laptop a frente,abri um dos livros de Aziel,quis lê mais a respeito dos assuntos esperituais.'Loucura Lilith,Aziel vai
se machucar,e se ela prover dele?'.Mandei Redenção de calar-Não,fico despreocupada,Lucy não tê e nunca teria sangue ávido o bastante para prover dele como
eu-Ele ofegou,continuei atenta ao que fazia,a noite seguíria,que fosse como eu queria,como deveria ser.


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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Dom 5 Set - 15:41:58

Tudo se tornou sinuoso a respeito do que eu continua a fazer.Nem sempre as coisas se tornam a tenebrosa era com que sonhamos que seja.Vislumbre,eu sei.
Partimos para um pensamento icensassante.Ao longo do tempo eu continuei a lê os livros que cabia ao meu interesse.O alaptop de Aziel jazendo a minha fren-
te,tudo era sinuoso,esperto,eu sei,eu pressentia.

Gradualmente segui deixando a leitura percorrer,se tornar plena como esmero de um simples olhar e ato de lê.Sinuosamente minha pessoa assentiu como se
as coisas se tornassem tocante,plena.Página após página eu virava dos simples livres,admito,tinha pego mais alguns.Símbolos,embremas,tudo isso eu gravava
na minha mente,o que me deixava estasíada.Já sentiu essa sensanção Sara?

Espero que já a tenha sentido querida,que tudo isso percorra toda uma forma sublíme de encantadamento a mercé de seus olhos delíciosos,gostosos de encher-
gar.Silêncio,isso foi o que pairou no salão durante todo tempo,na varanda me mantive,o que me deixou mais atenta foi um modo alheio de transcorrer o tempo.
Á ininona música sempre nós faz reaver um doce modo de precípitação.

Foi o que aconteceu nesse tempo.Voltei ao Laptop,acessei a INTERNET,cheguei a conversar com alguns amigos a respeito de meu trabalho,do que deveriam fa-
zer,tudo isso.Ah,que maravilha sublíme,viu?Mas ao desligar o Laptop a vontade de práticar o que eu tinha lido veio,o que fazer?Quis seguir meus instintos,enten-
de?Sinuosamente minha pessoa seguiu,se tornou real,tudo isso.Uma doce loucura pressentida de advento de eras e guerras!

Levantei-me delicadamente,eu atenuei meus olhos sobre o lindo jarro de flores sobre a mesa,isso me fez respirar fundo,jamais pensei que me depararia a respei-
to de uma situação como essas.Eu estava disposta a conseguir,faria o máximo para conseguir.Continuei assentindo,atenuando todo foco mental e pisíquico sobre o
jarro,tudo seguiu-se como esperado,de primeiro momento senti lapsos vindo de meu célebro.

Uma pequena ardência provindo de minha testa,meus olhos,era como algo emanasse de mim,viesse das profundezas de meu ego,alma,tudo isso.Senti
tontura de primeiro momento,mas respirando fundo tive forças para que continuasse,estiquei minha mão a frente,eu não acreditava que isso estava se
tornando realidade.

Um presságio que mal sabia eu que daria no que presenciaria a seguir.Andei docemente a frente da mesa,estiquei a mão sobre o jarro,eu que até dado momento
tinha me mantido afastada.O acontecimento me surpreendeu,me encheu de estagmas terríveis! Respirei fundo nosamente,tudo foi continuo,preenchido como uma
centelha de vida jazendo dentro de mim.

Ofeguei sentindo a dor vindo de meu célebro piorar,se atenuar.A tontura passou quando a força antes lozalizada no célebro transcorreu meu ombro,passou pelos
meus dedos indo em direção as flores,o jarro.Vieram os estalos para depois as flores murcharem! Céus,eu hávia retirado a vida daquelas flores perfumadas,as fei-
to o NADA diante do meu ato exasperado e pisíquico.

O que pensar!?Eu fui a loucura erguendo as mãos atrás da cabeça,viu? Respirei fundo várias vezes-Céus alados,o que foi isso?-Bramia docemente,ofegante por
causa do acontecido.'Lilith,tome cuidado,há coisas que ainda não devem ser exploradas com você,isso diz respeito ao Aziel,unicamente a ele'.Assenti houvindo o
que Redenção falou,mesmo assim não contive o lindo riso vindo de mim.

Meus lábios se alargaram docemente,a raiva,a tristeza antes tida a forma de medo,tomará a forma de pressentimento,tudo isso-Céus,isso e perfeito,nunca pen-
sei que poderia fazer algo dessa natureza-Silêncio,minhas exasperação poderia ir al alge conforme eu me envolvia nesse pressentimento. Foi como se algo conti-
nuasse subindo aos nervos,tudo isso.

'Posso conversar com você?'.Ofeguei ao saber que se tratava de Redenção,pensei por alguns momentos,céus,aonde e que eu iria parar?Sinceramente minha
paciência estava se esgotando com ele,o motivo eu não sabia,só que depois disso,eu tinha essa sensação holocausta.Atenuando todo um modo real,pensei no-
vamente,e seguiu-se mais alguns momentos.

Céus,tinham se passado horas desde Aziel e Lucy tinha saído,eu jazia acordada no início da madrugada envolta nessa situação.O que fazer?Atenuei meus de-
dos pelos cabelos docemente,mordi meus lábios-Tudo bem Redenção,o que deseja falar?-Ele foi visto sentado a minha frente,pensei,nunca o vi tão belo como
essa noite,um ser alto,lindo,corpo atenuado,espectral em todos os sentidos.

Os cabelos soltos até os ombros em sua cor negra,mas os olhos,o verde da doçura a fúria.'Não vou permitir que provoque uma trájedia Lilith,não vou'.Tive o
prazer de me silenciar,não precisar lhe responder de imediato-Redenção isso não foi nada demais-Ele ofegou tristemente,deixou-se percorrer o olhar por mim.
Algo passava em sua mente,eu tinha que saber o que era.

'Lilith pensei que a prática esperitual só iria ser retornada apôs o nascimento de Samantha'.Ah,essa era a preocupação,unicamente ela-Redenção ela para
você e tão importante assim?-Ele assentiu esticando as mãos em minha direção docemente,arqueou a sobrancelha esperando alguma resposta de mim,ele
pensava antes de responder,repensava em muitos conceitos,só em encará-lo sentia.

'Lilith,ela para mim e uma esperança para sua mudança,o que e necessário,céus,precisa deixar de lado seu egoísmo,ele chegou a ponto de fazer o que fez
ao Aziel e Lucy! Não pensa em Samantha,nem nela?'.Jamais pensei houvir essas palavras de sua boca,jamais,tudo que senti foi uma abrupta raiva dele,eu
esperava cooperação,e não resistência-Cala sua boca! Não sabe de nada! Do que sinto por ele e ela,minha Lucy! Infeliz que veio de lugar desconhecido,deve
respeita a mim,eu que lhe dei a luz para estar nesse mundo!-Ele se espantou com essas palavras.

'Ah,e assim,eu entendo,entendo,acho que não posso lhe sobrar nada Lilith,afinal,foi você que me trouxe a esse mundo,correto? Os ama mesmo? Aos dois?A-
cha isso fará bem ao Aziel?'.Presságio foi o que se pasosu em minha mente-Sim,claro que os amo,se eu não considerasse Lucy digna de Aziel,não teria pedi-
do,permitido.Uma coisa é real Redenção! Ele e jovem,cedento por prazes que qualquer jovem teria,não posso fugir a essa realidade,seria ganância demais,a
minha pessoa ofega com sua incredulidade-Ele assentiu levantando-se.

O encarei abruptamente,ascos,o que ele falaria dessa vez!? Ele parou a minha frente,ofegou raivoso.'Tudo bem,concordo,mas e se ela prover dele?Sabe que
Lucy odeia se prevenir,Lilith eu leio no coração dela! Sabe do modo como ela aprecia o prazer,o ato alheio,por essas e muitas coisas,a vida dela corre perigo,
eu só lamento por quê a doce Lucy não têm resistência sanguínea para suportar tudo isso'.Ah,sim,nisso concordavámos.

-Redenção não se preocupe com isso,eu cuido disso,tudo que quero e que ela seja feliz,que ame,assim como ele,no fundo no fundo,sabia que ela conseguíri-
a cuidar dele-Ele pensou,atenuou seu doce andar,que momento! Nunca me esquecerei de como ele me forçou a levantar-me a seguir,como ele se fez atenuar
o cemblante de olhares,momentos inesperados.

'Prometa-me que a protegerá,que cuidará dela,que Lucy será excluida de tudo isso Lilith,ela não merece,ela e inocênte demais,temo que o que venha a sentir
por ele a deixe destruída a ponto de querer morrer'.Assenti absorvendo essas palavras para mim,deixei as mãos deslizarem pelos seus ombros,docemente a
minha pessoa refez um modo ténue de loucura,isso sim,holocausto? Não,momento trevoroso,vi por esse lado.

-Tudo bem,tudo bem,o que e isso?Tudo bem Redenção,mas por favor,não seria sensato continuares,assim,envolto nesses tormentos,alias,eu preciso preparar
um pressente para Lucy,preciso que se retire-Ele me olhava,raivoso,mas deixou a concordância o tomar por completo.Sinceramente estavamos longe de chegar-
mos a perfeição de nossa convivência,mas um passo importante tinha sido dado nesse momento,Sara.

'Tudo bem,vou indo embora Lilith,mas garanto que varrerei céus e terras caso algo aconteceça,tome cuidado,foi louca para ir a procura da maldita Fera,não
me surpreenderia se fizesse mais uma loucura a respeito de Lucy,Aziel'.Sim,me virei,eu precisava de uma linda rosa para fazer o que precisava,sinceramen-
te esse momento com Redenção me provocou desgaste,mas seguíria.Ele sumiu aos poucos,senti os lapsos no ar.

Dobrei os livros,os coloquei no lugar correto quando segui até a mesa de escrever,ler.Deixando o laptop lá me deparei sozinha-E agora? Aonde vou encontar
uma rosa negra?-Ah,soube nas profundezas de minha alma que o que devería fazer era um mágica,uma pequenina mágica.Sabia que sobre a mesa de centro
da sala existia rosas brancas no jarro.

Ah,que requinte.Desci devagar,às mãos escorregando pelo corrimão em minha decida pelos degraus.Vi a imagem de longe:As rosas brancas jazendo dentro
do jarro,era o momento certeiro de seguir,isso,sim.Entrando na sala me deparei devagante,faria um presente entanto para Lucy,uma rosa que não morreria,
que ela pudesse quardar por toda sua vida,e acredite,isso e possível Sara.

Sei que a fúria me tomaria,mas céus,só quando me sentei e erguia a mão em direção a uma das rosas e que tive certeza-Ah,céus,eu os amo,esse e o proble-
ma,os amo de verdade,de verdade,céus,que loucura-Bramia enquanto sentia o perfume da rosa erguida aos lábios.Tudo me foi surreal:A cena de quando eu
conheci Lucy,de quando conheci Aziel.

Lucy ainda menina,Aziel feroz daquele modo ao me indagar daquele geito no ponto de sinal em Paris.O que faria!? Tudo que sei e que a loucura pairava sobre
mim,eu corria sério risco de enlouquecer ao ser tomada por esses sentimentos profundos.Jamais em minha vida pensei que pudesse ser tomada desprevenida
por esses sentimentos.Abri meus olhos delicadamente.

-Eu posso fazer,eu vou fazer,Lucy e Aziel,eu os amo queridos,morreria por vocês-Foi desse modo sublíme e surreal que me levantei segurando a rosa em uma
das mãos,eu segui em direção ao sotão.Sai pelo Jardim,dei a vonta até ir em direção aos fundos.Vi a Oliveira brilhando em meio a noite,céu limpido,ao menos
isso me confortava.Acendi as tochas ao descer o vão da escada,abri a porta a fechando por dentro quando entrei.Meu processo seria rápido,delicado,esperado.
Um presente entanto para minha amada Lucy.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Dom 5 Set - 16:43:41

Ah,nada de errado poderia ter acontecido nesse momento tão importante,e não aconteceu conforme o esperado.Eu hávia enchido o caldeirão compato de Aziel.
Pensava ao encará-lo sobre o altar no que fazer,como faria a rosa branca se transmutar em rosa negra,a não se degradar,ficar imortalizada.Delicadamente olha-
va a água oscilar docemente lá dentro.

Velas acesas sobre dois castiçais de prata,incensos nos icenssários queimando,escuridão sendo rompida pela iluminação-Dai-me forças para continuar,e tudo do
que preciso-Brami rompendo o silêncio deliciosamente.Continuamente minha pessoa pensava,eu segurava a rosa com as duas mãos a frente de meu corpo,ainda
não tinha chegado a uma resposta.

-Vamos Lilith,pode fazer melhor do que deseja fazer minha querida,pode fazê-lo-Seriamente tive medo de que algo desse errado,andei a frente,meus passos ecoa-
ram pelo sotão,o caldeirão a minha frente-Tudo tem que prover das águas,unicamente isso,o que pensar?-Disse para mim mesma,foi nesse momento que algo que
não esperava tomou conta de mim.Foi como mensagem.

'Trevoroso como trevas,escuro como malva da noite,negativo como a destruíção,mas iluminado como a iluminação'.Entende esse pensamento Sara?Ah,céus,foi
essas palavras que me vieram a mente,as repetia em transe,foi uma espécie de transe que me tomou.Repetia continuamente essas palavras,meus olhos aber-
tos,eu segurando a rosa com as duas mãos a frente do corpo,de pé encarando o candeirão,as velas,os icensos.

Repetição,repetição e mais repetição.Foi essa forma que tudo foi adorado,continuo,transmutável como a própria vida.Adocicado como esmero de malva.Jamais
me imagine de outra forma,Sara.Quando senti lapsos alheios percorrendo a rosa eu soube que o momento tinha chegado.Delicadamente as chamas das velas a
emanarem o sinal,pensei que viria de outro lugar,mas não foi assim.

O doce holocausto esperado,se tornando real como esmero de encantamentos.Quando vi as águas dentro do caldeirão compacto eu estiquei a rosa,a água ficou
turva,a mágia estava lá.'Ser criadora'.Pensei,a negritude pura tomava conta da água,as velas oscilavam iluminando as águas negras,o borbular veio,era para eu
fazer o que iría fazer.

A rosa mergulhou delicadamente dentro do caldeirão quando gesticulei docemente-Vamos,e o momento,o moment-E tudo se tornou real,o bruxelear das rosas a
me chamarem atenção,meus olhos fe fecharam.Vi por mente a rosa branca absorvendo o espectral das águas escuras dentro do caldeirão-Vitalidade,venha para
mim,nunca se destruíra-Brami repetidamente.

Pronto,novos lapsos vieram,percorreram meu corpo,indo até os dedos,foi,ia continuamente até a rosa,passava para ela.Descrevo como a corrente sagrada,de pu-
ra transformação e transmutação.Estava feito,eu ergui a rosa abrindo os olhos docemente,eu sorri de felizidade,céus,eu chorei de felizidade ao ver a rosa negra,a
escuridão que a tomava em cor plena.

-Ah,está feito querida Lucy,meu presente-Brami,nunca me senti tão feliz desde que engravidei de Samantha.Será que a minha pequenina e pacata filha sentiu?Eu
pensei nisso por alguns instantes.Ah,me questionava se minha filha,tirada de mim,de meus braços,sentia nesse momento.Encarava a rosa negra docemente,sabia
que deveria subir ao quarto,que eu deveria descançar até eles chegarem.

Foi o que fiz ao arrumar as coisas no sotão,apagar as velas,icensos.Sai fechando a porta na chave,eu hávia embrulhado a linda rosa em um pedaço de seda viole-
ta.Passei pelo jardim,fui a sala,fechei a porta da casa,me direcionei ao quarto.Tudo foi drástico,esperado,como se tudo me fosse surreal,viu?Lembro de ter deixado
a rosa sobre a penteadeira.As luzes apagadas preferi manter.Acho que a vontade de dormir um pouquinho até eles chegarem era esperado.Foi o que fiz conforme
meu corpo relaxou,conforme fiz por onde ser.

Foram mais alguns minutos nesse cochilo,eu tinha entrado em tamanho transe que me deparei fora de meu corpo,me vi andando pelo jardim,tudo isso.Só que ao
sentir lapsos de transmutar de tempos,presenças,me vi no meu quarto,eu encarava meu corpo deitado sobre a cama descansando,recuperando as energias.Pensei
no que faria a seguir-Lucy e Aziel chegaram,o que devo fazer?-Será que isso me faria acordar?

Eu ri,as luzes da Rua e Jardim entrando pela varanda iluminando o quarto em meio a madrugada.Eu pulei em direção a meu corpo,mas do nada resolvi sair-Calma
ai,eu preciso espionar,claro que não deixaria de espionar-Ah,esperitualmente eu era forte para fazê-lo,o fiz.Eu tive forças,capazidade de pegar a rosa,sair em dire-
ção ao quarto,imagine uma rosa flutuando no ar embrulhada em um pedaço de pura seda.

Que loucura,mas e era realidade.Ah,escuridão no quarto de Lucy,sussurros,eu houvia isso,unicamente isso,eu entrei de lado,a rosa não podia desaparecer,mas eu
podia e o tinha feito ao me manter fora do corpo.Espreitando as sombras do quarto me escondi,eles estavam distraídos por demais nesse momento,Aziel tinha bebi-
do muito vinho durante a noite,suas bochechas rosadas indicavam a bebedeira.

-Aziel o que se passa em sua mente?O que realmente quer de mim?-Lucy se sentia dezorientada,mas aguentava firme,ele estava deitado de lado ao lado dela,arque-
ado de lado sobre ela,ela deitada ao seu lado para cima sobre o travesseiro macio-Nada demais Lucy,querida eu pensava que essa loucura em nada daria,mas tenho
que admitir,seus encantos foram longe o bastante para eu te amar-Ela compreendia,riu de suas palavras.

-An,sim,e claro,entendo-Ele riu,ele deslizou seu polegar sobre seu lingo queixo,ele gesliculou docemente sobre seu rosto,teve a audácia de a beijar,ela o correspon-
deu,seus lábios macios,rosados de encontro aos dele,ela lhe afagou os cabelos lisos,ruivos,respirava fundo,o silêncio era forte,apenas um abajur aceso,a pacata es-
curidão me ajudava,eu espreitando com a rosa em minha mão.

-E burrice Aziel,não me ama,não e isso,céus,ama a Lilith-Ele riu-Lucy,tome cuidado com suas palavras-Ela ofegou,ficou chorosa,o olhava docemente-E possível amar
a duas ou à mais de duas pessoas?-Ele foi direto a resposta-E se fosse? Consideraria isso pecado? Um erro? Lucy,você e Lilith,minha filha,admito que foram a melhor
e maior coisa que aconteceu em minha vida-Ela ofegou o fitando.

O queimou por alguns momentos-Ah,céus,eu vou morrer,o pior e que eu te amo,eu sei que,sim,depois dessa noite eu sei que,sim,o pior e que sei que vous sofrer,eu
me sinto sufocada-Ele a beijou em resposta,se passou alguns momentos nesse transe,momento,foi quando percebi que ele tinha espalhado muitas rosas pela cama,a
maioria era vermelha,branca,o silêncio sendo quebrado pelas carícias.

'Ele e um descarado,mesmo,nem a ela perdoa'.Pensei espionando na espreita das sombras,com o tempo o afagar de momento foi o bastante para ele estar despido,
se manter por baixo dos lençóis,mas ela?Ele sofreu para desabotoar o vestido justo ao corpo,Lucy sofria mentalmente,mas não no coração,ela ainda estava compreen-
dendo as coisas,ainda! Ela ofegou ao sentar-se a beira da cama,ele sentou-se atrás dela,lhe beijava o pescoço enquanto a ajudava a tirar o justo vestico,quando todo
o vestido estava aberto ele foi feroz.

A fez deitar de costas,a beijava por todos os cantos,a pele macia tocada por ele,pele ávida em sua cor limpida,clarinha-Lucy,minha menina que sempre se manterá
intacta-Ela gemeu com essas palavras,seus beijos sobre as costas,beijos que se direcionaram a seu pescoço-Olha,tenho raiva só em pensar que em algum momen-
to de sua vida homens a tomaram,homens jamais dignos de você,a tendo,como pode uma jovem mulher passar por isso?-Ela riu,se virou,foi quando ele terminou de
lhe tirar o vestido.

Os ceios de Lilith a amostra,ceios doces,macios-Ah,isso me deixa desconfortada,e agora? Vai impor sua raiva sobre mim Aziel,por tudo isso?-Ele riu,se curvou de
lado lhe beijando os ceios macios,os mordendo,se deliciando com eles,ela gemeu por alguns momentos-Não,jamais Lucy,mas ciúmes eu sinto,claramente que eu
definho em saber que nunca teria um filho meu,jamais,mas eu te amo,sim,a única que ficaria intocável por minhas mãos-Ela riu,o beijou em resposta.

Tantas rosas sobre a cama! Ao se afastar ele pegou uma,a deslizou entre os ceios dela,ela ria com isso,o modo como ele o fazia a fazia delirar,achar graça,um en-
tanto para ela-Ah,céus,isso e gracioso,és louco! Lilith está dormindo,ela não pode acordar,merece descansar-Ele riu,a beijou novamente,cálidos beijos,o corpo dela
queimava,dava para ver,suas pernas graciosas que se moviam.

-Eu sei que,sim,novamente afirmo,e possível amar a várias pessoas,como ela e você,minha Samantha,filhinha esperada.Ah,céus,estou feliz,acho que agora eu sou
feliz-Ela riu nesse momento,achou graça quando ele se esticou de lado pegando um colar de pérolas negras para ela-Ah,e para você,fiz essa audácia ao irmos lá,a
procura dessas pérolas,a loja,não poderia deixar uma de minhas meninas sem algo dessa natureza-Ela riu.

Ele quase arrebentou o colar a beijando,o deslizando sobre seu corpo,os ceios,que nesse momento estavam duros devido ao prazer,seus pequenos gemidos.Ele lhe
afagou os longos cabelos escuros,a olhou profundamente nos olhos claros,os olhos que brilhavam.Quando ele se deitou por cima dela,às rosas se expremeram quan-
do eles se moveram pela cama,um buque de rosas que ele abriu espalhando as rosas na chegada dele.

-Infeliz,vou morrer-Lucy disse ao deitar-se,ele puxou os lençóis por cima deles,a beijou no rosto-Não vai não minha menina,não vai,sobreviverá-Ela riu,teve que rir,
mas a tristeza a tomou nesse momento-Disse que Lilith quase perdeu o bebê;isso me assustou-Aziel se espantou com isso-Algo dela,algo que somente ela entende,
prefiro deixar isso de lado,não quero lembrar momentos dolorosos,não vale a pena-Ela compreendeu.

-Quem dera eu ficar por mais tempo-Ele ofegou,a abraçava contra ele ao estar deitado por trás-Ficará mais alguns dias,isso me deixa feliz,mas quando voltarmos
eu prometo que vou a seu encontro-Ela ofegou,hávia fechado os olhos docemente,o rosto pousado no travesseiro-Aziel,és louco,assim como Lilith,mas admito,não
me imagino vivendo sem os dois-Ele a apertou mais ainda contra si,a beijou no ombro-Entendo,te amamos,resumidamente e isso-Ela riu,foi quando do nada todo o
efeito de muito vinho,champanhe veio.

Os dois dormirão,eu sabia que o momento era esse,sai das sombras,o canto dos grilhos é cigarras vindo do jardim-Ah,céus,entendo,agora eu entendo,acertei,fico
feliz meus queridos,não estava errada-Queria chorar,a rosa foi colocada sobre a comoda de Lucy,a comoda que tinha suas roupas,eu estava aflita por quê nunca a
fazer algo assim,pensei que poderia estar certa.

Encarei Lucy e Aziel dormindo,me curvei ajoelhada a frente da cama,fitava o rosto de Lucy,Aziel deitado atrás dela abraçado a ela,seus braços curvados a frente de
Lucy,as mãos sobre seus ceios-Loucura jamais será,eu sei!-Quase gritei,meu esperito vivênciando tudo isso,que momento! Sumi,tive que deixá-los sozinhos,quando
no meu corpo lá no quarto principal,me mantive dormindo,descansando.'Tormento'.Palavra percorrendo o leito de minha mente,transmutação,resumidamente,isso.
Lucy e Aziel dormindo,era o que eu queria.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Seg 6 Set - 13:18:00

Tudo se tornaria um chamado,vi por esse lado,viu? Sara,apartir daquele momento a convivência se tornaria ácida,cemblante de um chocante momento.Ainda estava
para transmutar algo a respeito do que acontecia,do que se formava.Despertei na manhã seguinte,mas isso se deu devido a presença de Samantha,ela que chutava.
A pequenina que demonstrava sua força.

Doeu por alguns momentos,juro que a força do chute me surpreendeu,com os olhos abertos deslizei uma das mãos em direção a barriga crescidinha-Nossa,admito que
começa a me dar trabalho-E estava dando trabalho,viu?Minha pessoa reaveu um conceito de perseguição,acho que toda essa forma de transmutação foi esperada,não
acreditei por dados momentos que isso acontecia.

Sentando a beira da cama me senti tonta por alguns momentos,o que me fez atiçar os musculos do corpo,de pé segui em direção ao banheiro,cheguei a lavar o rosto.A
necessidade era inesperada,mas seria assim até eu descer.Secando o rosto eu sabia que deveria me trocar,escovei os cabelos rapidamente,os fios lisos,longos,tive vonta-
de de cortá-los,mesmo assim,tudo seguiu como esperado.

Escolhi uma linda túnica de cor azul-turquesa,sinuosamente a vesti,ajustei a linda faixa,Samantha não perdoava,se agitava,chutava-Nossa,estou com medo,imendo me-
do-Respirei fundo nesse momento devido a necessidade de me tranquilizar.Segui para salinha,pelo visto Aziel e Lucy não tinham acordado essa manhã.Delicadamente a
minha pessoa refez todo um modo de repensar,de agir.

Como tudo estava belo nessa manhã.Passando pela sala apôs descer as escadas fui até a cozinha,sabia que meu desejo de tomar café era esperado,me deparei abrindo
a geladeira,lá estava um lindo pote de greme de leite doce,frutas na bandeja.Coloquei tudo no balcão da pita,cortei as frutas(Morangos,uvas,franboeza),tudo isso para eu
poder me deliciar nesse começo de dia.

Quando terminei depositei tudo na tigela,derramei o greme doce por cima,pegando o pote de cereais integraul derramei uma boa quantidade por cima,sai em direção a
sala,de modo filho da mãe iria remexer em um dos Laptops.Um deles estava sobre o sofá,que maravilha,pensei ao sentar-me.Deixando a tigela por alguns momentos
sobre a mesa de centro,tomei o Laptop para mim.

O coloquei no colo,liguei de imediato,delicadamente minha pessoa começou a remexer em alguns arquivos,pelo visto Aziel tinha mandando toda a pesquisa faculdativa
a tempos,desde aquele momento e claro.Delicadamente continuei,com o tempo peguei a tigela,comecei a comer,colherada apôs colherada,céus,estava delicioso,nunca a
pensar na vida,pensei que poderia fazer algo tão simples,mas gostoso de se comer,o sol iluminava a sala.

Continuei,com mais um tempinho entrei na internet.E foi assim,eu comendo,me deliciando,voltei a ter contato com meus colegas de trabalhos,respondi a alguns E-mails
na caixa de recados,tudo isso,muitos falando que mal esperavam a hora de vê Samantha,soudades,tudo isso.Pensei que não tinha colegas,mas fiquei muito contente ao
me deparar com esse doce acolhimento.

Do nada houvi barulhos,sussurros-Lilith está acordada,eu sei-Bramiu alguém,pela voz se tratava de Aziel,tinha acordado! Eu limpei a boca rapidamente temendo que me
emcontrassem em um estado deplorável como o que me encontrava.Lucy apareceu na porta ao entrar pela varanda,ela tinha se trocado,escolhido um lindo vestido em
cor violeta,a faixa branca me encantou,alças finas,delicadas,o vestido ia até a altura dos joelhos,calçava sandália baixa na mesma cor delicada.

Ela andou a frente,pelo visto tinha acordado cheia de energia nesse início de dia,sinuosamente eles me encarava-Desculpe,estava comendo algo,eu acabo de acordar,eu
não quis esperar por vocês-Aziel alternou o olhar entre eu e Lucy,os dois se olhavam por alguns momentos,ele tinha colocado apenas a calça que tinha ido,descalço,um in-
sano pensando no que deveria falar.

Foi quando vi que Lucy segurava a linda rosa,delicadamente pensei,repensei em várias coisas fitando a rosa que ela segurava docemente,os olhos claros passearam
pelo nada,o tom sempre marcante.Será que ela me consideraria tão maldita,assim?Voltei a comer mais da fruta-Está comendo bem,pena que eu não estava aqui,eu
pensava que acordaria mais tarde-Queimei Aziel com essas palavras,nunca senti tanta raiva.

Admito que esse tom me deixou frustrada como mulher,céus,deixei o Laptop de lado,pousei a tigela na mesa de centro logo a frente,levantei-me em passos lentos,ele
não esperava por esse tipo de resposta-Olha,nada lhe devo Aziel,nada,viu? Não esperaria por você,não mesmo,tenho uma vida a seguir,alias,até Samantha têm-Ele
se sentiu cheio de algo,acho que rancor,decernir pelo seu olhar amedrontado.

-Tem algo com ela? Algo de errado?-Eu ri nesse momento,Lucy sentou-se no sofá-Não,não há nada de errado querido,só que você e cordial demais,já lhe pedi desde
antes que parasse com isso,e nunca para-Ele ofegou,tomou ar-Lilith,não está sendo fácil,ainda mais agora...-Ele rompeu a palavra,olhou de lado para a doce Lucy,não
lhe respondi de imediato,mas ele previa o que eu lhe responderia.

-Não seja cínico Aziel,agora por favor,até eu tenho algumas coisas a fazer,por quê não sobre e não toma banho? Se prepara para tomar café,tudo isso?-Ele desconfia-
va de algo,mas eu sabia e confiava em minha pretenção,ele ofegou,caminhou em direção a escada,deslizei as mãos pelos cabelos ofegando,sentindo falta de ar,ainda
não tinha focado minha atenção a Lucy,mas quando ela falou,eu respondi-Algo de errado Lilith?-Olhei para ela-Não,e que Samantha acordou irritada,muito agitava,eu
me preocupo-Lucy compreendeu.

-Por favor,sente-se comigo-Eu ri em resposta,quando o fiz vieram mais alguns chutes de Samantha,isso me fez gemer de dor-Se ela soubesse o quanto isso me deixa
sufocada-Lucy riu docemente-Eu entendo,tome cuidado,acho que demora,mas quando eles despertam consciêntemente,se prepare-Eu ri,Lucy ainda segurava a rosa,eu
pensando no futuro,olhei para o teto,pensei por profundos momentos.

Houvi a voz de Lucy falando comigo-Obrigada Lilith,obrigada querida,acho que época melhor,jamais passaria-Arqueei a sobrancelha docemente,delicadamente minha
pessoa refez um modo de organizar os pensamentos-Que isso,Lucy sabe que há coisas maiores por vir-Ela ofegou,seus cabelos escuros soltos,que brilho,ela ainda não
estava preparada para falar algo,mas tomava folego.

-Ah,sim,e claro,mas olha querida,digo que eu estou feliz,só lamento que seja por pouco tempo-Assenti delicadamente,eu que pude encarar Lucy nos olhos,isso a deixou
preocupada por alguns instantes-Lucy,por favor,será por pouco tempo,quando voltarmos estará conosco,mas por favor! Tudo que peço e que cuide de Isabel até que eu
possa voltar-Ela riu docemente.

Suas bochechas rosadas,a pele limpida como malva de neve ao inverno-Sim,disponha,pode deixar,eu cuidarei de Isabel-Ela parou de falar,temia continuar,mas foi eu
que consegui romper sua quietude típica,incensável,isso a deixou pensativa-Lucy por favor,seja sincerá,clara,odeio de verdade saber que se esconde,céus,compreenda
o que lhe disse,não e complicado-Ela olhou para a rosa,foi quando o silêncio veio.

Quando se rostinho foi tomado por lágrimas,demorou,esperei,eu não compreendi o motivo disso,os soluções que a tomavam por completo,só quando ela conseguiu
se conter e que me olhou-Tenho soudade de papai,Lilith o que sinto por Aziel e o amor que sentia por papai,Lilith está doendo,de verdade,acredita que ele me disse
ontêm que me admira por não poder lhe dar filhos,não entendi-Esperei ela continuar.

-Lilith! Eu não compreendo a importância disso,não entendi essas palavras-Estiquei as mãos lhe limpando o rosto docemente,ofeguei-Lucy,és plena,mais plena do que
eu,acredite.Para Aziel nada poderia ser melhor,acredite que era você para estar no ponto de sinal,não eu verdade eu acho que você e merecedora,resumidamente e
isso que tenho a lhe dizer querida-Ela riu cheia de amargura.

-Então essa rosa e sua? Por tudo isso?-Eu sorri fechando os olhos por alguns momentos-Sim,minha querida,sim,e sua,eu a deixei-Ela riu nesse momento,deixou toda
a palma da mão deslizar abaixo de seus olhos-Ah,o pior e que você estava certa,odeio admitir que gosto dele,ele e isensato em vários momentos,mas afinal de con-
tas,eu me deixei contaminar-Eu ri nesse momento.

-Ah,seja óbvia,só isso,sobre a família dele,a mãe dele e mais uma pessoa virá,são os unicos que Aziel permite-Lucy ofegou nesse momento,deixou a rosa em cima
da mesa de centro-Então ele continua coma idéia de manter seu pai fora de tudo,o odeia tanto assim?-A olhava,tive a coragem de lhe responder,mas não me atre-
veria a lhe falar tantas coisas.

-Sim,Lucy,sim,e isso,se soubesse o motivo juro que nunca acreditaria-Ele ofegou por mais alguns momentos-Admito que para mim,tu,ele e Isabel sempre tiveram o
mistério-Assenti arqueando a sobrancelha delicadamente-Toda pessoa quarda seus segredos e mistérios Lucy,que só ela conhece-Ela compreendeu,foi quando teve a
coragem de me abraçar com força.

-Não precisa querida-Ela continuou,me abraçava silenciosa,suas lágrimas vindo ao rosto,pensei,o que faria?Será que a doce Lucy sobreviveria perante as provações
caso eu lhe contasse tudo?.'Nem tente'.Houvi Redenção falar na minha mente,jamais,ela chorava,chorava-Eu te amo Lilith,obrigada por tudo,nada melhor poderia a-
contecer-Me mantive silenciada,pensava.Que provação,mas passaria,eu sabia,passaria,lhe afagava os cabelos-Tenha calma,vá preparar algo para comer-Ela olhou-
me,se passaria alguns momentos até ela se recompor,tomar coragem para fazê-lo.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Seg 6 Set - 14:29:47

Ah,mas acho que a maior coisa que poderia acontecer,era eu poder ir até o quarto.Foi o que fiz quando Lucy foi a cozinha preparar seu desejado café da manhã.
Quando entrei no quarto senti o cheiro de banho no ar,delicadamente esperei sentada a beira da cama,a porta do banheiro estava fechada,ele pelo visto estava
terminando de se arrumar.

Será que iria sair?Não,soube que não devido a atitude dele em continuar lá dentro,silenciosamente esperava,será que ele não se dava conta de minha presença?
O que eu faria?Sinuosamente minha pessoa refez toda uma forma de continuar.Foi quando ele me surpreendeu falando comigo mentalmente,o susto foi imediato.
'Por que não abre a porta Lilith?'.Isso me era doloroso,eu sei.

Levantei-me espreitando a porta do banheiro,admito que tinha medo de fazê-lo se tratando o que ele poderia estar prester a realizar;Ofeguei abrindo a porta,o vi
de pé de frente a linda pia se olhando no espelho,ele delicadamente me olhava do espelho,eu postei-me atrás dele,seus ferozes olhos verdes me queimando,ainda
não entendia o motivo dele me olhar desse modo.

-Samantha está bem?-Arqueei minha sobrancelha,ele lavava as mãos delicadamente-Está,só está agitada demais-Ele se calou,não respondeu de imediato,mas eu
soube que ele tinha algo a dizer a respeito de Lucy-Lavou o rosto,secou-se pegando a toalha sobre o balcão da pia,respirou fundo,céus,ele estava tomado por algo.
Como desejava saber o que era.

Sinuosamente minha pessoa se direcionou para porta do banheiro,ele esticou a mão segurando firme meu pulso,fazia pressão-Calma,para onde vai?Estou em casa
e depois de tudo acha mesmo que vou deixar passar em branco?-Me virei o olhando irritada-Infeliz,como ousa me olhar assim?Se comportar dessa maneira?-Aziel
se adiantou-Psiu,não lhe disse nada ainda!-Céus,nunca sentirá tamanha raiva dele.

-Ah,pronto,vai querer dar uma de violento,valentão,só pode ser,e olha,eu não estou disposta a isso,Aziel!-Ele cruzou os braços nesse momento,deixou-se olhar para
o teto por alguns momentos,depois me olhou,tinha tomado banho,os cabelos penteados humidos até os ombros,vestia calça de algodão de cor negra,a faixa branca
que se ajustava perfeitamente a sua cintura.

Pés descalços,um pequeno selvagem digamos,assim-Sabe Lilith,pensei que seria diferente,mas não,céus,como queria mais tempo-O que ele queria dizer com isso?A
compreensão me escapou a mente,ele se silenciou,quando voltou a me olhar pode deixar o riso vir,silencioso ele se manteve até poder argumentar comigo,eu que ti-
nha falado com ele gaguejando envolta em meu nervosismo.

-Como assim? Aziel não diga que está doente,algo assim,algo que chamo de DOENÇA-Ele riu novamente,foi quando ele pode me abraçar com força,nunc ao virá
tão nervoso,ele beijou-me no rosto nesse momento-Não querida,não e isso,só que um dia esse corpo envelhecerá,mal passarei de um velho chato,tudo isso,e você?
Sempre continuará linda,maravlhosa,imagine-Ofeguei.

Ele segurava firme minhas mãos-Para com isso Aziel,essas coisas me deixam aflita,entende?-Ele riu docemente,saímos para o quarto,o sol iluminando o lugar,ele a
pedir-me que sentasse a beira da cama-Não deve ficar,Lilith quero que viva com essa realidade querida,não poderei surprir tanta vitalidade por toda vida,para sem-
pre,entenda que Aziel se desgasta,pensei que seria mais tarde,mas não,mas cedo do que imagina-O olhei ao sentar-se ao meu lado.

-Quanto a Lucy,uma menina entanto,minha menina,uma de minhas meninas e claro,não quero que mamãe saiba que poderei ir antes da hora-Como desejei bater
em sua cara,juro que tive vontade-Maldito,viajante maldito,viu?-Ele se direcionou encostando-se sobre o espelho da cama,esticou as pernas,percebi como Aziel es-
tava tomado de cansaço,tudo isso.

Ele riu secamente antes de falar-Até os 60 anos,acho que e o máximo que aguentarei,em pensar que queria passar dos cem anos,acho que e muita energia dentro
de um mero corpo humano-Me direcionei fechando a porta na chave,temia que a doce é amada Lucy viesse e houvisse coisas que não diziam respeito,que pudes-
sem lhe assustar.Me sentei ao sei lado,afaguei-lhe os cabelos docemente.

-Meu amor,acha que tamanha consaguínidade e tão tenebrosa?-Ele riu docemente,correspondeu a meus afagos-Ah,sim,querida,o desgaste e muito maior do que um
mero humano,quer dizer,somos humanos,mas ávidos por um toque em espécial-Tive medo,tanto medo que tive vontade de fazer algo,ele me olhou novamente,ele
quebrou a quietude trevorosa.

-Não tema,só isso,ainda tenho um longa estrada até os sessenta anos-Eu ofeguei engolindo suas palavras em seco-Aziel se acha que e capaz,vá até eles,implore,a
decisão seria a mais sensata,se for mesmo o que fala,meu querido,eu jamais ficaria traumatizada-Ele me olhou seriamente-Nunca imploraria,nunca,Lilith eu fugi no
momento,naquela noite,mutos me vêem como um covarde,entende?-Eu lhe beijei o rosto.

-Ah,te amo,cuidarei de você quando estiver bem velhinho querido-Ele riu,segurou firme minha mão,seu anel brilhava ao sol-Eu sei que sim,e não poderia pedir na-
da melhor Lilith-Mesmo chorosa,amargurada,hávia compreendido o recado de Aziel,uma realidade que ele tomará para si ao fugir dos braços de seu irmão,renegará
a imortalidade assustado,naquela primeira aparição de Fera para ele em meio a noite na Taberna.

Uma decisão dolorosa,pensei,maior do que qualquer dor que eu tiverá em vida.Aziel envelheria mais rápido,morreria mais cedo do que um reles humano,mas eu es-
taria a seu lado,cuidaria dele,eu ria o beijando,eu que lhe enchia de afagos.O tempo passaria,o dia passaria,e me deparei com a doce realidade,a tomei para mim,eu
lhe disse deitada a seu lado-Vou ao médico,acho que Samantha precisa de cuidados-Ele respondeu-Ah,valerá a pena,minha pequenina menina,reles ser que trouxe a
mercé do mundo-Eu ri,o tempo continuou passando.

Eu decidi,Samantha estava agitada demais.Foi o que eu e Lucy fizemos.Tinham se passado dois dias desde esses acontecimentos.Eu jazia deitada sobre a mesa,
Lucy atenciosa sentada ao lado na cadeira,o médico agia,ele pensava,eu ria com isso,eu que esperava,eu vestida com um reles roupão de fino tecido-Nossa,ela
está agitava,dá para ver-Era curioso poder ver minha menina se mexendo daquele modo,seu rostinho,corpo aparecendo na tela.

-Senhorita Lilith vejo que não há nada de errado,sobre o imprevisto,o quase abordo,passou,fique grata pelo feto ter sobrevivido,vejo que a menina e muito energe-
tica,se prepare,só tende a piorar-Me espantei,Lucy houvia,céus,nunca pensei que ela teria coragem de vir comigo-Dá para ver,e como se ela tomasse consciência a
cada passar de dia,Lilith,isso a faz se agitar,a faz gesticular.

O médico continuava,ele riu devido as palavras de Lilith-Ela ganhou peso desde a última vinda,muitas gramas,nascerá forte,acho que entendeu as palavras que disse
da última vez que veio aqui-Eu ri,continuava focando os olhos na telinha,ele que movia a pequenina sonda sobre minha barriga,estava grandinha,adorável-Entendo-
Respondi,o que o deixou satisfeito.

-Perigo não existe mais,admito,já passou-Eu ri ao sentar-me-Tome cuidado,deve se arrumar-Lucy me ajudaria,depois de tudo ela,se sentia tranquila,percebi por
sua energia ténue,ela esticou a mão me ajudando a levantar-me.Ela me esperaria até eu me arrumar no banheiro do escritóril,céus,como a clínica era imensa,eu
ri com isso.Me vesti rápido:Tinha vindo com um vestido de lã fina de cor verde escuro,as alças delicadas,me olhei no espelho por alguns momentos.

Calcei a sandália delicada,meus ceios nunca antes estiveram tão fartos,leite,muito leite,fiquei feliz por que saberia que alimentaria minha filha muito bem,quando
ageitei os cabelos sai.Lucy me olhou-Querida devemos ir,acho que não podemos demorar muito,Aziel tende a se desesperar para almoçar,eu ri,não demorou pa-
ra eu sair com Lucy.Tive pena dela,acordará um pouquinho mais cedo do que o normal devido a esse dia.

-Nossa,não pensei que Samantha fosse tão espertinha,e ainda no útero da mãe,que loucura-Eu ri,Lucy andava ao meu lado pelo corredor.Segurava uma linda bol-
sa ao lado.Usava saia de carmin até os joelhos de cor branca,o pá de boca negra,a camiseta também branca,os cabelos soltos,ela pensava.Admito que depos de
tudo sai daquele lugar muito melhor,imensamente melhor!

Chegamos em casa mais tardar da tarde,eram 14:30,não me espantei de Aziel ter saído as Ruas,entrando no restaurante mais próximo gritando por COMIDA,ele
pedindo."Qualquer coisa,mas que seja COMIDA".Que loucura,o vimos sentado a mesa da cozinha,embalagens de comida no balcão da cozinha,eu ri-Louco,pode-
ria esperar,teríamos preparado algo melhor-Ele me fitou.

-Jamais,teria morrido,passeia manhã toda naquele salão estudando,pesquisando sobre as matérias facultativas,Lilith,só tinha tomado café-Lucy riu,ela se apressa-
va em se servir,Aziel segurava o prato de porcelana cheio de macarorranada com almodegas de frango ao molho,taça de vinho cheia sobre a mesa-E como ela
está?-Queria saber de Samantha.

-Bem,a pequenina ganhou peso,entenda,a tendência dela e só crescer,me irritar com seus chutes-Ele riu,comeu mais algumas colheradas,Lucy começava a comer,
ela que estava FAMINTA-Gostei disso,que a irrite bastante,sinal de que Samantha virá com toda energia vital-O olhei,tinha colocado salada,macarronada,mas eu
quis filé de peixe empanado é frito que ele tinha trazido,Lucy me encheu a taça com vinho doce.

-Obrigada querida,eu precisava-Aziel riu,ele estava com calça jeans negra,bota curta,os cabelos amarrados para trás,mechas a frente,ele comia com vontade,eu
não esperava vê-lo tão faminto,coitado,pensei ao começar a comer.Foi assim,todos nós nos envolvemos nesse impasse de comilança.Mas o esperado,a doçura
do dia foi ao estarmos na sala no início da noite.

Tinhamos conversado tanto ao longo da tarde,só saímos da cozinha as 18:00 em ponto,o céu começava a escurecer,tinhamos arrumado tudo.Eu estava deitada
de lado no sofá,olhava a ousadia de Aziel ao dançar com Lucy,ele dançava devagar com ela,eu tinha escolhido algumas mucidas de Mozart para houvir,olhava
aos dois,eu ria com isso,Lucy sofrendo para ensimar alguns passos ao Aziel.

Samantha não perdoava,chutava uma vez ou outra,estava sonolenta,ageitei uma das macias almofadas por baixo de meu rosto,continuei apreciando a dança,a mu-
sica tocando pelas micro caixinhas do Laptop-Nossa,que maravilhoso-Sussurrei,Aziel dançava com Lucy,ela tinha as mãos sobre seus ombros,foi assim por vários mi-
nutos,a porta da casa aberta,todas as janelas,me pedi por alguns momentos na paisagem vindo do jardim,mas algo me tomou ao vê aquela sombra a espreitar por
detrás do chafáriz visto de longe.Aziel parou,me olhou-Alguma coisa errada?-O olhei.

-Não,continue,nada de errado-Respirei fundo,tudo que fiz foi ofegar,voltar a apreciar a dança.'Céus não pode ser'.Será que se tratava de Fera?Me sentia enlouque-
cida nesse momento,resumidamente minha pessoa pecisava de paz,respaldo de uma necessidade que só eu conhecia.Fechei os olhos,me perdia na música de Mozart
ecoando pela sala,risos de Aziel,de Lucy-Cuidado-Pediu ela,mas a voz me veio a mente.'Tua paz não durará muito'.Me perdi,mágoa,era ela,eu soube,era ela.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Ter 7 Set - 12:17:56

Garanto que se eu conseguisse fazer algo,faria,a dança dos dois era graciosa,cheia de acalanto de toda uma observação.Nossa,jamais pensei que Aziel
conseguisse aprender rápido,os passos da dança ao passar dos minutos ficavam graciosos,cheios de um preceito alheio,indomável.Lindo em todos os sentidos,viu?Sei
que com o passar do tempo veio o doce cansaço,ele e Lucy foram até a cozinha pegar mais vinho.

Os dois bebiam sem parar,não davam pausa,a resistência de Aziel era sublime,tocante em toda visão possível,docemente os observava deitada,mantendo minhas
forças.Tudo isso se tornava lindo,belo,esperado-Nossa,gelado como gosto-Lucy apreciava isso,o que me deixava feliz,ela que não se perdia,não deixava a tristeza a
tomar como naquele momento que hávia conversado comigo.

-Tome cuidado,acho que nem você suporta isso-Aziel a respondeu,fechei meus olhos,quis me manter perdida nesse doce respaldo de sonhos,música,apesar de todo o
tormento minha pessoa compreendia o que se passava,resumidamente era como se coisas acontecesse,ás vezes juro que o cemblante da discordia poderia ter vindo
se encontar comigo e admito que não sabia o que faria a respeito de tudo isso.

-Ah,sim,enlouquecidamente louvável-Disse Lucy,a olhei nesse momento,soube que ás horas passariam,que com isso ela e Aziel dormiriam juntos,jamais pensei que
a malva do tempo se tornasse tão real.Sinuosamente minha pessoa pressentiu,eles continuavam bebendo vinho,sentados ao chão de frente para á lareira.Tinnam se
cansado,aproveito tal momento para o requinte da bebedeira.

-Lilith vai dormir daqui a pouco?-Eu sorri me sentando ao sofá olhando para Aziel,delicadamente ele me olhava,não desgrudou os olhos de mim-Sim,daqui a pouco,e
garanto que se for dormir com Lucy,saberia o que fazer-Ele riu nesse momento,bebeu alguns goles de vinho-Entendo,está cansada,admito que Samantha está pondo
a prova sua resistência-Lucy riu em resposta.

-Ah,está,sem dúvida nem uma-Foi como música aos meus houvidos,enquanto eles terminavam de beber toda garrafa de vinho eu comecei a iniciar o processo de des-
ligamento do Laptop,pelo visto a hoite ia longe,sem dúvida nem uma.Delicadamente me levantei,Aziel bebeu os últimos goles de vinho,assim como Lilith,com isso eu
fui com eles para a varanda,saímos em direção ao jardim.

Sinuosamente minha pessoa os seguiu até o quarto,Aziel estava desgastado,suas bochechas coradas,tomadas de uma coloração em espécial,Lucy o ajudaria,eu sabia.
-Até mais,acho que roupas frescas têm-Ela riu-Sim,eu sei que,sim-Fechando a porta do quarto sai em direção a casa,dei a volta entrando pela varanda,peguei as taças,
á garrafa de vinho.

Quando na cozinha a coloquei no lixo,lavei as taças,céus,sinceramente me sentia tonta,cheia de presságios alheios,encantadores.Colocando ás taças no lugar me depa-
rei sozinha,cheia de pressentimentos negros,não compreendi de imediato,mas era certeza de que algo me chamava.Sequei as mãos com a toalha,a colocando no lugar
pensei-O que há?-Devagava docemente nos conceitos alheios.

Fui em direção a sala,vinha do jardim,eu sabia,sai pela varanda-O que estiver ai fale comigo-Não demorou,o que me deixou assustada,tomada devido ao acontecido.
Á maldita teve coragem de vir a mim,de me indagar do modo que fazia,segui em direção ao chafáriz por quê era de lá que ela vinha,estava.Nunca me senti tomada
como nesse momento,a encarava,ela sentada sobre o gramado,fazia sua presença ficar escondida a tal modo que era imperceptível,até mesmo para Aziel que dormia
com Lucy no quarto.

-Não tem medo?-Ela fitava-me como que precisasse de algo desesperadamente.'Jamais,eu não tenho medo,fui ao inferno e voltei,nada mais pode me ser degradante
do que isso,não tenho medo'.Compreendi,apesar de insatisfeita com a resposta,respirei,tinha que aguentar,suportar para que nada de errado acontecesse,principalmen-
te sabendo que ela estava em minha casa,nossa casa.

Sentei a beira da linda borda do chafáriz,ela se virou olhando-me e sentado-se novamente-E muita ousadia,sabia?Pretenção em se comportar desse modo-Nada podia
lhe tomar do modo como acontecia,seus ferozes olhos me fitando sem parar.'Vim para dizer que está chegando a hora,não demorará para a criança nascer,Lilith,quero
saber o que decidiu'.Que audácia!

-Disse que já foi mandada ao inferno uma vez,isso e,se ele existe,disse que precisa de mim,eu sei muito bem para que,aproveitadora de nada-Brami raivosa,tive vonta-
de de levantar,mas fui impulsionada a ficar sentada,a maldita me olhava.'Cuidado querida,barulho demais e pode chamar a atenção de Aziel,afinal,ele não está em condi-
ções de lhe ajudar como da última vez'.Citação a respeito da invasão em nossa casa pelos malditos Seres Bestiais.

-Ah,eu sei de suas artimanhas,seu veneno,preferiria morrer do que ceder a suas chantagens Fera-Foi como vitória,mas guerra ainda não hávia sido travada,suas orelhas
se arquearam para cima,pontudas,suas patas continuaram esticadas a frente.'Teria a sua filha de qualquer forma,quer dizer,a filha daquele insano,por que ela não terá a
metade da genética preciosa de você,do meu antigo dono'.Tive raiva,sei e pressenti que partiríamos para as ofenças.

E foi o que aconteceu,ela ficou de pé quando me arrisquei,eu andava a sua volta em circulos,falava,bramia com ela-Céus,tem a audácia de aparecer em meu lar,ainda
por cima ofender a minha família!-Era como um jogo para ela,um jogo tático cuja meta deveria ser alcançada.Qual era a meta? Eu.'Apesar de tudo eu a adoro,sempre
quando a vejo,e como ver meu Drarytha,Lilith'.Ela disse me encarando.

-Ah,são preceitos diferentes sua maldita,ele quis! Eu não quero! Ah,quem sabe não deva haver vários descedentes de Mana e Drarytha por ai,afinal,esse e o nome de
mulher que ele amou,correto? Minha monarca de sangue-Ela andou a frente me olhando docemente,da fúria a doçura nesse momento.'Posso lhe dar poderes e força que
sequer imagina.Lilith eu não vou me dar por satisfeita até conseguir o que quero'.Gritei em resposta.

-Por quê!?-Ela foi direta.'Por que você e a única!'.Foi o maior pavor que senti em minha existência,estava tão nervosa que desabei sentada a beira do chafáriz,isso fez
a maldita pensar antes de continuar-Sai,vai embora,me deixa em paz,me deixa em paz,por favor-Nunca vi seus olhos emanar tamanha tristeza,Fera andou a frente ten-
do a coragem de lamber minha mão.

'Desculpe se a faço sofrer,mas e que és minha única esperança Lilith'.Compreendi,apesar da dor,ela sumiu nesse momento,quando ia lhe responder,cai em desespero,eu
deslizei a mão direita por meus cabelos,a loucura estava prestes a me desferir mais um golpe terrível,meu coração batia forte,terrívelmente forte-Ah,preciso morrer,acho
que só foi esperar minha filhinha nascer para eu morrer-Será que eu hávia dito isso?

Hávia dito,o que fez Redenção vir a meu encontro de imediato,eu senti sua presença ao meu lado,olhei de lado o vento sentado,suas asas fechadas-Lilith,seria a pior lou-
cura que cometeria-Sabia que,sim,apesar de tudo minha consciência pedia isso,era como esmero de ortogação eterna,pensei que podia pensar melhor,viu?Mas não,tive a
certeza de que não era por ai.

Quem sabe uma vez eu pensaria certo? A morte para mim era a única resposta por dado momento-Eu entendo sua preocupação,mas queria que a queimasse,a colocas-
se em seu devido lugar-Redenção me olhava com destreza,tomado de um respaldo inevitável-Lilith já lhe disse o que tens que fazer,tudo que queria e que estivesse pró-
xima de alguns famíliares de Aziel,quem sabe estaria mais segura? Nem eu sei se teria condições de bater de frente com Fera-Assenti em meio ao desespero.

-Então por quê veio!? Tu prometes-tes-Ele levantou-se cheio de amargura,se curvou a minha frente me fitando por profundos momentos,deixou seu rosto encostar nas
minhas mãos-Sua alma e preciosa demais para ser tomada pelas trevas,a levarei comigo-Ah,mas só em minha morte! Como tive vontade de me matar nesse momen-
to-Estou em perigo,minha família está em perigo,preciso de ajuda-Ela sorriu-Ah,maldita,eu te amo o bastante para arriscar minha existência-Eu o abracei ao levantar-me.

-Redenção,faça por mim o que faria por você,vá até o lugar certo,tente acabar com ela-Seria loucura?Sim,mas diante das circustâncias e ameaças era tudo o que eu e
ele podíamos fazer-Preciso ir-Ele disse olhando para os céus,tive a audácia de o beijar,a tanto tempo não fazia isso,o ser espectral jamais visto por nem um humano co-
mum-Eu te adoro,e o que me faria feliz-Ele arqueou a sobrancelha delicadamente.

-Eu sei que,sim-O vi quando subiu aos céus,quando ele desapareceu entre as nuvens claras em meio aos céus negros da noite.Me deparei perdida olhando para o céu.
A doce loucura me tomaria,eu sei,apesar de tudo minha tive forças para continuar,seguir,me deparei só,pertubada por essa terrível indagação de Fera-Ela tinha tido a-
penas coragem de me procurar quando eu andava sozinha,mas isso...-Disse rompendo a palavra.

-E audácia demais-Brami em continuidade ao que ia falar,minha mente se encontrava turva,cheia de respaldo de desnorteamento,aos poucos os soluções vieram,como
se trevas é luz tomassem conta de meu coração.Tenuamente em meio a quietude da noite soube que á encruzilhada ficava cada vez mais curta,se tornava um funil de
escoamento.Eu tive que respirar fundo nesse momento.

Os soluções ficaram mais atenuados,ecoavam pelo silêncio da noite,o som rompendo a quietude da noite,mantive as mãos curvadas para baixo enquanto me mantive
sentava sobre a beira do chafáriz,ergui meus olhos para os céus,nunca esperei chorar do modo como acontecia,o choro que vinha sem piedade,lembrei de muitas coisas
no passado.

O que eu vivi com meu ex-marido,como conheci Lucy,como sem querer me meterá na encruzilhada do meu destino ao aceitar os proceitos de Aziel-O que será que ele
tinha para me ensinar?O quê?-Me perguntei docemente,chorava baixo,uma vez ou outra limpando meu rosto,nem sempre temos um momento tranquilo,correto?Mas eu
esperava encontrar o meu.

Foi assim com o tempo,aos poucos levantei indo em direção a varanda,abri a porta,a fechei ao entrar.Apaguei as luzes da sala,tudo que tinha a fazer era ir em direção
ao quarto,dormir.Enquanto subia pensava friamente no que Redenção me trária como resposta.Não queria preocupar Aziel,jamais,mas o que se passava em minha men-
te era o que Fera queria ter dito a respeito dele.Noite trevorosa.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Ter 7 Set - 13:26:23

Um dos piores momentos com Aziel foi ao passar de três dias.Eu tinha chegado no início da nova noite,Lucy pelo visto tinha saído pela Cidade.Eu não sabia que o
que acontecia com Aziel era tão sério,viu?Sinuosamente eu segui pelo jardim.Redenção se encontrava em sua tarefa,usava túnica longa de linho,a cor vermelha a
me encantar,a sandália delicada aos pés.

Pensava,o vento frio da noite fez meus cabelos serem jogados para trás,tinha sido maravilhoso sair em meio a tarde para uma caminhada.Eu não estava prepara-
da,não estava.Passei pela varanda,ao me deparar com um pequeno copo quebrado ao chão me assustei,senti caláfrios,pensei que Fera tinha atacado Aziel,que ele
estava a mercé do perigo enquanto eu e Lucy estavamos fora de casa.

Monstruoso,senti agonia,desespero,mas respirei fundo me controlando.Fui a cozinha,peguei a pá e ao arrumar tudo levei os cacos á lixeira.Céus,meu coração batia
forte,subi as escadas,as mãos deslizando pelo corrimão-Aziel está ai meu querido?-Nem uma resposta,silêncio,a tela do laptop ligada ao entrar na varanda do salão,
ás luzes apagadas deixando ás luzes do jardim e rua iluminarem o lugar.

Ofeguei,a quitude era tão profunda que minha respiração vinha com força,pesada,subi a outra escada indo para o outro andar.Houvi gemidos ao entrar na pequeni-
na salinha antes do quarto,maus olhos lagrimejaram com esse som em espécial,alguém sentindo dor.Entrei no quarto-Aziel está ai querido?Sou eu,acabei de chegar-
Ele não respondeu,mas tinha gente no banheiro.

-Preciso de ajuda-Houvi ele falar ofegando,a porta estava semi-aberta,vi pela brecha antes de entrar que ele estava de pé de frente a pia.Não esperava presenciar
a cena ao abrir a porta,ele jazia com os olhos sobresaltados para fora,uma das mãos curvadas a frente do abdômen,a outra sobre a borda da pia,ele gemia,sentia a
dor lhe tomar,muita dor,imensa dor.

-Aziel,comeu algo que lhe fez mau? Querido se comeu alguma besteira,posso ajudar-Ele não conseguia falar,suava,seu corpo estava quente,tudo que vi antes de me
desesperar foi o vomito de sangue lhe sair pela boca,a cair dentro da pia-Meu deus!-Gritei esticando meus braços a frente,ele quase tombou para trás tonto,o segurei,o
Aziel continuou vomitando muito sangue.

-Aziel tem certeza de que só foi alguma coisa ruim que comeu!?-Lhe perguntei,ele sequer conseguia falar,o ajudei,ele vomitava continuamente,expulsava o que
seu corpo não queria,lhe ajudei a limpar a boca,eu mesma abri a torneira da pia,a água jorrou pela torneira,lhe dava todo apoio corporal,ele respirava,suava,eu
senti o quanto ele estava quente.

-Querido! Preciso saber o que acontece-Nada em resposta,Aziel se segurou com força em mim,lhe dava apoio ao lhe segurar pelos braços,ele se frente para mim.Eu
sei o que senti nesse momento,ao vê-lo abalado do modo como estava-Me leva para o quarto,e tudo que preciso-Peguei a toalha ao lado no balcão,fechei a torneira
da pia,sai com ele-Aziel isso não pode ficar assim,entende?Não pode-Ele riu amargamente,respirava melhor.

-Ah,não se lastime Lilith-Lhe limpava a boca,algumas gotas de sangue,mesmo assim era como seu corpo estivesse resistindo a algo-Preciso descançar querida,preciso
descançar-O ajudei a deitar-se na cama,ainda bem que ele estava de bermuda jeans,ele ficaria no quarto,e tudo que eu podia fazer era chamar ajuda.Quando na sa-
la me adiantei em ter um médico em espécial disponível.

Não demoraria,sei que Aziel ficaria puto da vida,mas não perderia tempo.Desliguei o telefone,o joguei de lado sobre o sofá.Tinha que esperar.Foi desesperador eu
ter que esperar.Lucy apareceu na varanda com o passar do tempo,eu tinha chorado horrores-O que há?-A olhei,odiava ter que envolvê-la nessas coisas alheias,ela
não merecia-Aziel passou mau,está doente-Isso a deixou assustada,apesar de tudo ela teve forças para subir rapidamente.

Eu fiquei a espreitar,demorou mais algum tempinho até o médico entrar pelos portões,eu o vi na espera na varanda,me adiantei em chamá-lo,um senhor experiente
tinha me mandado,usava calça de corte clássico,maleta na mão,jaleco por cima da camisa escura de mangas longas-Disse que precisa de ajuda,admito que não espe-
rava minha secretária me ligando a essa altura da noite-Eu ri amargamente.

-Venha comigo,Aziel está no quarto-Ele compreendeu,me seguiu até o quarto.Entramos silenciosos,Lucy tinha pego uma cadeira na varanda para sentar-se a frente
da cama,ela nós olhou-Lilith,ele não consegue falar direito,céus,e como se suas forças tivessem sido sugadas-Compreendi,me sentei a beira da cama,o médico olha-
va para Aziel-Maldita,não era para ter chamado um médico-Eu não respondi ao Aziel,mas o médico,sim.

-E impressão minha ou você esconde algo?-Aziel não respondeu nada,nada,Lucy sentou-se ao meu lado,ela ageitou a borda de sua saia de carmin de cor azul escu-
ro,a camiseta branca delicada deixando seus braços desnudos,a sandália de salto alto um terror de encanto-Vamos,por favor,preciso que sente-Aziel resistia,foi um
passar de longos minutos com ele.

-Vai sentar,vai sim,ou eu vou embora Aziel!-Gritei nervosa,Lucy foi minha calma nesse momento ao me abraçar,me controlar,ele se sentou,Lucy se adiantou em a-
cender as luzes do quarto,Aziel fitava a todos nós,seus olhos marejados,o médico entrou em processo de análises,foi um processo de quase uma hora,mas no fim de
tudo ele sabia o que fazer-Aziel não posso lhe dar uma resposta de imédiato,tudo bem?Mas preciso de colhetas de sangue-Ah! Isso o deixava puto da vida.

Tivemos que ajudar Aziel a descer para sala,foi um inferno para ele.O jovem decaído de bermuda jeans sentou-se na poltrona da sala,ele chorava,odiava isso,ele
se espantou com uma pergunta em espécial do médico sentado no sofá com eu e Lucy a seu lado-Aziel preciso que seja claro: Quando jovem,criança,tu tomas-tes
ás vacinas epidémicas?-Ele riu secamente,olhou de lado mordendo os lábios,voltou o olhar para o médico.

-Não,não tomei,querido está olhando para um jovem que mamou até os dois anos de idade,não necessitária de vacinas depois de um extenso tratamento natural
propíciado por minha mãe,correto?-O médico colocou seus delicados óculos,ele abriu a maleta dele delicadamente sobre a mesa de centro da sala-Entendo,claro que
está certo,mas eu vou me precaver,tudo bem?-Os olhos de Aziel se espantaram.

-Não se atreveria a me encher com vacinas,correto!?-Lucy seria a única capaz de conter Aziel,ela parou ao seu lado-Meu amor,tenha calma,não e nada demais,uma
cautela,só isso-O médico riu-Sua esposa?-Aziel o olhou secamente,ele tinha uma das mãos erguidas em apoio a mão de Lucy-Não,uma delas,elas são minhas meni-
nas-O médico arqueou sua sobrancelha,lá estava o fraquinho em sua mão,ele injetou a agulha na tampinha do frasco,sugou a quantidade do conteúdo.

-Céus!-Não me contive,olhei para Aziel em fúria,isso o fez gelar,Lucy moveu a cabeça,o médico foi rápido,deixou espirar uma pequenina quantindade e depois postou-
se de frente ao Aziel,Aziel gemeu de dor quando a agulha foi injetada na veia do anti-braço esticado-Aziel por dado momento e isso,preciso de amostras de sangue,eu
ainda não sei o que é,mas e certo que tu continuará assim até eu não ter um diagnostico,e sobre ter mamado até seus dois anos:Fois-tes um descuidado,mas admiro a
sua força jovem-Aziel o olhava com ÓDIO,mas se aguentava devido a Lucy.

Ela que lhe beijou o rosto docemente,com o tempo as amostras de sangue foram tiradas,quardando os frasquinhos na maleta o médico se direcionou a varanda.Ele
me chamou,fechei a porta,Aziel estava cansado demais para houvir mais coisas,ele tirou os óculos me encarando sériamente,eu tinha os braços cruzados devido ao
frio da noite,seus olhos cinzentos passeavam tristes por mim.

-Senhorita Lilith,eu ainda não sei o que possa,ser mas eu suspeito,eu acho que estamos diante de um caso raro,mas me responda antes de continuar:Sabes se na fa-
mília do Aziel há casos de consaguínidade?-Respirei fundo-Sim,há sim,eu admito que,sim,querido,não vou mentir-Quardando os óculos dobrados e compactos no bol-
so do jaleco ele me voltou a atenção-Obrigada,mandarei as amostras ao laboratório,e o seguinte:Aziel pode está tendo ataques célulares,e quando o corpo não reco-
nhece suas células,as condidera inimigas-Ele respirou fundo.

-Passa a atácar a si mesmo,mas só os exames vão dizer,até lá espero que Aziel seja bem cuidado-Compreendi,ofeguei tristonha-Agradesça a consaguínidade dele,se
não for controlado,ele pode morrer,acho que aquele jovem não passa dos quarenta anos senhorita,mas tenho esperanças-Que golpe!-Preciso ir,mandarei os exemes o
mais rápido possível-Foi como esperado.

Quando voltei a entrar na sala,me deparei com Aziel sentado na poltrona,ele sentia dor no braço-Aziel?Dará tudo certo-Ele riu amargamente quando parei a sua fren-
te,quando Lucy postou-se a meu lado-Não precisa mentir,e o que eu pensava,correto?Ah,imagina! Será o melhor para mim,simplesmente uma condenação natural pela
qual fui feito-Eu me sentia amargurada,acho que me desesperei quando o abracei com força,quando ele quis ir para o quarto,e o abracei desse modo em espécial.

-Não,não vai,mas esperemos as respostas-Apartir desse momento passou-se uma semana,o bastante para na manhã ao sair pelo jardim me deparar com o envelope
da clinica na caixa do correio,eu andava pelo jardim,mas eu tinha estranhado mais algo,Aziel estava tomando café com Lucy,ele estava debilitado,mas suportava mui-
to bem,ele se calou quando vi o envelope em minhas mãos.

Eu lia linha por linha dos papeis dos exames-E isso,mas...-Ele me queimava,segurava a xícara de café com leite na mão-Vamos,diga-me-Eu estiquei os papeis a frente.
Ele leu rapidamente-Aziel essa é a medicação que terá que tomar por toda vida,pode resistir,entende!?-Seus lábios se atenuaram,Lucy o olhava atentamente-Aziel é o
melhor,não se lástime,são anfetáminas,tudo isso,mas em infeção,liguidas,querido eu vou ma farmácia,trago-Ele parou no tempo.

-Condenado-Ele disse-Não! Para com isso! O ajudaremos,estamos aqui!-Ele me olhou choroso-Lilith por favor! Não deixa mamãe saber,ninguém!-Esse foi o começo de
um doce processo de recuperação para Aziel,tinha sido a tempo,um problema incurável,mas que podia ser reabilitado,mantido,controlado,eu e Lucy o ajudariamos e
claro,o choro de Aziel era impassível enquanto tomavamos café,demoraria,mas ele se conformária.Quietude,o choro de Aziel,condenado não,mas ajudado sim,vi por
esse lado.
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Re: União De Sangue-Parte II

Mensagem  Ana Nery em Sex 10 Set - 19:06:17

Eu sabia que seria complicado convencer Aziel a falar para sua mãe,a respeito do que acontecia.Achei que ela não poderia ficar de fora sa situação.
Mesmo assim,Aziem se tornada impassívo quanto a essa situação,eu e ele decidimos discurir esse problema no quarto,logo quando saímos para nos-
so recolhimento.Delicadamernte minha pessoa refez uma forma para que pudessemos reconquistar nossa confiança até então abalada.

-Aziel e isso mesmo que deseja querido?-Ele me fitava,tentava fazer com que uma nova forma de conversa se tornasse real entre eu e ele,mesmo
assim,minha pessoa refez um doce conceito continuando-Jamais proveria dor maior do que essa a minha mãe,depois de tudo não e necessário ela ter
que passar por mais uma dor,Lilith-Compreendi.

Sentei a beira da cama refletindo profundamente no que acontecia,no que eu e ele devíamos fazer,apesar de tudo,nossas concepções semprea foram
e se tornavam dessa maneira-Ah,Aziel,lamento,lamento querido-Ele se manteve sikencioso,quieto,temia que tudo isso destruísse ainda mais nossa re-
lação,o que ele não desejava,nem eu.

-Tudo bem Azie,tudo bem,faremos como quiser,não vou intervir em coisas que são de seu interesse-Ele assentiu,vi que ele estava muito mau,era co-
mo se Aziel tivesse suas forças sugadas,pálido,abatido por tudo,muito cansado devido a seu estado-Levantei esticando as mãos a seus ombros,isso o
fez rir por alguns segundos por mais doloroso que isso lhe fosse.

-Tudo bem,descanse,está cansado,deve se preservar,Aziel! Amanhã a noite eu vou com Lucy a farmácia a procura de suas anfetáminas,me prometa
que ficará aqui-Ele riu novamente,me abraçou beijando meu rosto-Como desejar minha rainha,como desejar,foi com isso que ele trocou-se para poder
descançar,escolheu uma calça sedosa,de linho dessa vez,a cor oliva lhe caia bem,o tom escuro acentuando a cor de sua pele.

Delicadamente ele deitou-se,eu deixei suas vezes dobradas no gesto de roupas.Pensei em algunas coisas,pensei,apaguei às luzes antes de sair,quan-
do sozinha me deparei envolta em um conceito vital para meus pensamentos.Descento as escadas vi que era o momento-Ah,sim,não vai morrer,eu
lhe prometo Aziel-Eu ri envolta nessas palavras.

Me reencontrando com Lucy,só poderia passar o resto da noite com ela,o fizemos.Ah,céus,foi um passar de noite maravilhosa,vital para minha pesso-
a,entende? Eu e Lucy conversando,tudo isso,apesar de tudo me sentia feliz.Combinamos de irmos juntas a farmácia,eu mesma mostrei junto aos pa-
peis com os resultados dos éxames a receita.

'Injeções de anfetáminas,tudo isso,proteínas,uma combinação vital para as células de Aziel,já que pelo visto atacam ao corpo dele'.Eu a olhava,esta-
vamos prestes a irmos para seu quarto-A família dele,sem dúvida praticantes de incesto,tu acha?-Ela me olhava,foi rápida! Lembro de sua resposta a
tornar-se sublime.'Sim e não,em alguns momentos,outros não'.Compreendi,e desse modo a noite seguiu-se,continuamos combinando tudo.

Eram 17:40 da tarde em Paris,tinhamos deixado Aziel em casa,ele amanheceu o dia pior,eu me desesperei por alguns momentos,mas consegui man-
ter o controle.Eu e Lucy andadavámos pela Rua em direção a Farmácia,eu e ela delicadamente atravessamos a Rua chegando a Farmácia,com isso
nós deparamos com um dilema.

'Resolver ou não resolver?'.Claro que resolveríamos a situação,enquanto isso meu coração batendo forte pelo estado de Aziel e a demora para que o
Redenção desse NOTÍCIAS.Eu tinha escolhido um lindo vestido de linho de cor negra,mangas longas,a sandália era baixa,um manto branco me pre-
venia contra o frio da Cidade.

Lucy com uma linda saia de carmin de cor oliva,a camiseta branca de algodão branca,alças finas,o longo casado em tom oliva me deixou feliz,mesmo
de salto alto,ela conseguia andar muito bem,seus cabelos estavam soltos,pensavámos.Olhavámos sem parar a faixada do lugar-Lilith e aqui,está na
hora-Eu a olhei,ela segurava uma delicada bolsa(Dinheiro para voltarmos).

-Ah,sim,vamos-Entramos,olhamos as pessoas conversando com alguns atedentes,eu olhava nas prateleiras,nada das injeções de anfetáminas,proteí-
nas.Gradualmente minha pessoa repensou no que devíamos fazer,foi quando fomos chamadas por uma das atedentes,outras pessoas jaziam ao nosso
lado sendo atendidas por outros homens e mulheres uniformizados atrás do lindo balcão de vidro.

-Sim,eu preciso de injeções de anfetáminas e proteínas,para meu marido-A moça me olhou-Têm a receita? Se quiser pode trazer ele aqui,podemos a-
plicar-Lucy arqueou a sobrancelha,tomou a posse de palavra,abriu a delicada bolsa compacta e tirou a receita-Aqui está,acho que e isso,uma quantida-
de de 31 injeções,o bastante para o mês todo-Á atedente riu,deixou-se falar.

-Tudo bem,senhorita deixo claro que deve ser aplicada uma vez por dia,assim que acabar a última ou estiver bem próximo de acabar o estoque de in-
jeções,já devem ter outro para recomeçar-Lucy ficou triste,mesmo assim,sua pessoa tentava tomar ar,a atedente se retirou por alguns momentos,ela
foi a procura das injeções-Estou chateada-Lucy disse.

-Fique calma-Ela sabia que era o melhor a fazermos,com isso iniciou-se uma espera.Quando a atedente voltou trazia uma pequena maleta negra de
couro fino e macio nas mãos,ela abriu o ziper na lateral,mostrou-nos o conteúdo:Uma carreira de 31 injeções,ao lado um frasco único com a quantida-
de certa para aplicar-Nossa-Eu senti caláfrios.

-Aqui está,assim que chegar,por favor,deixeim no friazer-Compreendi,quanto mais gelado o conteúdo estivesse,melhor-Assim que terminamos eu e a
Lucy saímos pelas calçadas,íamos a procura de um Táxi para voltarmos.Não demorou para atravessarmos a Rua,quando no ponto de Táxi pegamos
um para voltarmos.

Lucy se sentia mais algustiada do que eu-Isso e crueldade Lilith,perdi meu pai,e agora uma pessoa que amor?Como devo me comportar perante essa
situação?-Eu pensava,ela segurava a linda bolsa com a maleta dentro,tão compacta,pensei-Fique fria Lucy,não e momento para Aziel se preocupar,a
minha pessoa sabe que para ele,e o melhor-Ela compreendia que sim,seria dessa forma.

Delicadamente minha pessoa se envolveu em um processo de continuo momento,gradualmente o Táxi seguia,era como se eu e Lucy estivessemo en-
volvida em uma longa caminhada,admito que dela eu tinha orgulho,inspiração.Foi como séculos até chegarmos em nossa casa,foi complicado quando
Lucy abriu a porta,me chamou.

Pensei por alguns momentos,foi como se histórias fossem contadas-Lilith não vai entrar?-Temia entrar e me deparar com uma trajédia,temia que Aziel
não tivesse forças para lutar e procurasse o suícidio,temi me deparar com a mesma cena de tantos anos atrás,foi o que tinha passado com meu ex-ma-
rido,não desejava passar pelo mesmo,não resistiria.

-Tudo bem-Sai,eu e Lucy seguímos pelo jardim ao passarmos pelo portão,entramos na varanda,passamos pela sala,subimos as escadas,eu e ela quan-
do entramos no quarto naquele início de noite,trememos de verdade.Aziel jazia deitado sobre a cama,ele estava de túnica,sentia tanto calor devido a
febre que sequer suportava se cobrir com os lençóis macios.

-Aziel-Lucy bramiu ao sentar-se a beira da cama,eu fui até a varanda pegar uma cadeira,a ajudei a sentar-se de frente para cama,bem perto,eu peguei
a bolsa dela colocando sobre a mesinha,fui até o banheiro,sangue na pia,Aziel tinha voltado a fomitar,estava dificil suportar isso,e seria mais dificil ainda
o convencer a tomar as injeções.

Abri a torneira deixando a água limpar a pia,delicadamente sai,Lucy estava chorosa,Aziel não tinha respondido a suas palavras,pensei.Eu sentei a beira
da cama,pensei por alguns momentos-O que faremos Lilith,ele não responde-Ofeguei-Ele tem medo,admito que além do estado,ele tem medo-Lucy se
sentiu pensativa a respeito disso.

Quando houvi gemidos de Aziel me apressei em ajoelhar-me a frente da cama,o encarei-Querido chegamos,preciso conversar,Aziel precisa começar a to-
mar as inkeções,tudo bem?-Ele riu amargamente,a dor era destruídora,todo seu corpo recebia golpes e mais golpes,suas próprias células estavam contra
ele,todos os seus anti-corpos contra ele!

Imagine o que se passava na mente dele,ele sentia febre,a túnica de linho em cor branca lhe dava conforto,os cabelos soltos,todos os botões da túnica
era de cor pratrada,camafeus a frente dos botões(Delicados como malva).Houvi sua voz-Foi para isso que saiu?-Ela soube que sim,e que apartir desse
momento não tinha escapatória nem uma.

-Ah,sim,meu amor,se sente,tudo dará certo-Lucy se sentia mais angustiada do que antes,terrível a forma como tudo continuaria,Aziel se deitou para cima,
olhava para o teto,suas mãos pairando a frente do torax.Ele sofria para respirar,pelo visto ele estava decidindo,o que faria a respeito de tudo isso,ele pen-
sava em Samantha,pelo visto somente nela.

Seus olhos se fecharam,ele respirava sofrendo,eu pensava,postei-me atrás de Lucy que estava sentada na cadeira a frente da cama,Aziel sofria,tinhamos
que resolver isso para o mais rápido possível.A forma como o faríamos estava presente,Aziel sabia qual,dependeria dele se iria ou não se defender,todo o
meu coração estava junto dele,ainda precisavámos negociar.Lucy era a única que podia fazer isso.

Eu preciso ir Sara,garanto que a perseguirei,preciso encerrar por aqui,meu tempo se esgotou,não posso continuar.Até o próximo encontro,que tudo isso fique
marcado em sua memória,em suas anotações,até mais.Por enquanto os arquivos estão FINALIZADOS perante minha palavra.


Última edição por Ana Nery em Sex 10 Set - 20:33:10, editado 1 vez(es)
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