***O som das trevas***(4° Conto)

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O som das trevas-Cap 51

Mensagem  Ana Nery em Qua 4 Ago - 14:17:43

Fiquei me questionando o por quê meu instinto era de ajuda-lo,vi que Lunnes pela primeira vez poréria fazer seu poder transponir a todas as metas em que desejava fazer.Porém toda condi-
ção humana dá limites,ele sentia raiva por isso e ia se segurando para não cometer o ato.Vi ao meu própio contra-gosto que ele temia o sanguê,anciava pelo o sanguê.Ah,como quiz morrer a
presenciar esses pensamentos de Lunnes.Quiz chorar,porém suportei "Isso não Lunnes,eu não farei isso.Tera filhos,contruira sua familia e nada neste mundo me fará ultraja-lo deste modo".
Ele asentiu com seu olhar passivo,soltou uma pequena gargalhada diante de minhas palavras.

Não tinha medo,podéria morrer,mas ele não tinha medo de nada.Os lobos vieram uiva,esse foi o alerta para a chegada de Dart's.Sai para foram em curiosidade,tanta curiosidade que tive a
sua visão plena pairando sobre um pequeno monte de neve.Estava sentado sobre aquele gêlo a me observar.Não teve a coragem de imediato vir em minha direção,sabia que era arisca-
do demais.

Tinha indolê apesar de todo um contexto.A visão me trázia suas configurações,forá jovem em sua tranformação,véio para as trevas muito cedo.O rosto jovial me trazia essa resposta,tinha
os olhos densamente obscuros apesar de um verde-oliva a dominar sua cor,a pele maltada a clarar sobre o denso branco da neve jasendo sobre a noite;os cabeços negros lisos caiam ao
encontro das costas retas e primorosamente delineadas pela força do corpo tão jovem.Não ia me conter diante da força.

Mais forte que mãe realmente ele era,porém o motivo eu não conséguia encontrar "Foi com os meus vinte anos Thalwa.Com apenas vinte anos me tiraram do mundo motal.Porém saiba que
nem a minha pessoa conseguê saber o motivo de ter nascido tão forte".Nada questionei,ele ia se levantando ao tentar vir em minha direção,corri sobre as escadárias da torre densa para ir
subindo no pico.Pude velo lá de baixo a me olhar.Não tinha medo de mim,sabia de sua força e não temia em usar contra mim.

-Pouco me importa,vou mata-lo de qualquer modo.Aodh está destinado a decair em minhas mãos quando convier minha decisão.

-Hum...Belas palavras,tome cuidado Dart's,isso não respondéria de imediato.

Sumil entre a neve,a escuridão da noite o envolvel por completo ao desaparecer.Aodh véio ao meu encontro,Lunnes o acompanhava devido ao seu nervossismo "Ah,ele e forte,admito essa
realidade Lunnes,porém não contária vitória antes da hora".Lunnes passou seus olhos a mim atentar compreender o motivo do por quê tinha citado isso.Minha resposta foi o mais clara possi-
vel.

"Ah,irei ser imediata na realidade:Dart's e mais poderoso que a mãe chegando a fazer encontro com minha força,mas há um erro nisso Lunnes".Suas mãos gesticularam parando sonbre meus
ombros,indaguei meu olhar frio sobre Aodh "A verdade e que sua resistência e menor Aodh,ele teme por isso".Os olhos dele ficaram esbugalhados e assim continuei fitando Lunnes diante dele.
Respirei fundo diante da reação de Aodh.Ele definhava em meus braços diante da realidade de que de algum modo seu criador podéria definhar.Fiquei angustiada com isso,muitissimo magoa-
da por resaltar esse detalhe a ele.

"Não era isso que planejava Thalwa,jamais presenti isso,como me sinto um mercénário em ter atraido sua pessoa para esse lugar".Asenti antes de responder,sori com isso,pelo modo que a
sua pessoa apesar de desejar a morte de seu criador,podia sofrer com esse fato "Eu sei que o seu sentimento e pleno Aodh,fique calmo por quê não responderei por mim quando minhas al-
mas chegarem".Teve um espanto,seus lábios tremiam um pouco diante da minha citação e pedi para ele dizer como cairá nos braços de Dart's.

Só começou a falar quando descemos e assim tivemos todo silêncio do mundo,Mergit's nesse meigo momento o retalhava com olhares encantadores,porém suportava o fato de saber tudo
sobre Aodh e Dart's.Ele respirou profundamente e assim fez um pequeno resumo de todos os fatos antériores,suas mãos pairavam sonbre seu torax,já que os braços estavam curvados ao
encontro do seu adômen.

-Hum..Hogê tenho meus vinte e cinco anos Thalwa,foi com meus meros doce anos em que ele me pegará em minha casa me levando assim a um conceito de semi-montruosidade.Dart's me
ensinou toda arde dos prazeres em que possa vir a pensar.Passavamps noites a fio em nosso entrelaçamento desmensurado e descontrolado.

Sempre que ele chegará em seu retiro era justamente assim:Noites e mais arduas noites em que nos entregavamos multuamente.Pena que com o tempo ele se tornou tão cruel consigo
mesmo e a todos a sua volta.Foi justamente esse o motivo de ele ter me dado o sanguê,mas a crualdade maior ainda e o fato dele ter passado a me odiar.Por justos motivos sai de lá,eu
agora estou áqui,impassível em sua perseguição e tentando desvendar o segredo dele vir a ser mais forte que a mãe e agora eu sei que nem ele própio sabe o mitivo.Era de se esperar.

"Ah,crueldade a tomar aos dois,facinante".Não contive meus risos maléficos,minhas almas iam chegando,quando finalmente apareceram provocaram um pequeno estrondo sobre as portas,o
fogo das tochas andulavam mais forte nessa passagem.Pairavam sobre o corredor a frente,as miséraveis nada quizeram mencionar diante do que se passava em minha mente,apenas pude
me levantar e ficar observando cada uma.

'Dart's!Esse e o nome Thalwa?O nome do ser que te faz ameaça e ao Aodh:O seu própio filho?'

-Sim,estão corretas e não vos tiro a razão.

'Decadência!Puramente decadência'

Sori diante do modo inerênte delas,passei a sua volta saindo pela sáida,eu e Aodh começamos a caminhar para encontrar o esconderijo de Dart's.Lunnes e Mergit's andavam ao meu lado aos
passos leves e vagarosos.Respirava aquele ar frio da neve,não sentia a presença dele,as almas estavam procurando em cada detalhe que fosse a sua presença.Não estavam contentes com as
saliências no vento.Odiavam o fato de tal imortal existir.

'Sabiamos que um dia os filhos de Akasha nos dária problemas,pena que sem querer possamos desencadear um genusidio '

Que palavras crueis,a tal circustância de que:Mate a um e podera estár matando a todos.Toda a conclusão foi plausivel para mim que continuava andando com eles ao meu lado,as almas agora
arquejavam a nossa frente,o vento ou frio para elas nada importava e agradecia por terem vindo a chegar tão rápido.Foi com um tempo que encontramos o imenso devagar do retiro dele.As
faixadas eram friamente cobertas pela neve pura que caia dos céus nessa noite.

Estava lá dentro,cruelmente nos esperava.Podéria cometer um erro?Sim!Isso não negária,porém nada temia sabendo de seu corpo imortal,porém tão fraco devido a baixa resistência apesar dos
poderes e forças puramente indescritiveis que iam além da da força de sua mãe.Foi quebrando a entrada por completo que entramos,ele convicção de nossa chegada e apenas vimos um vulto ao
subir para os andares acima.

O poder falou alto quando vi as coisas cairem ao chão.O poder telecinetico podéria fazer com que um imortal saisse gravemente ferido de uma situação horrenda.Muitos escudos vieram contra meu
corpo e assim Mergit's ia colocando cada um ao chão com seus golpes "Ele e forte!Isso eu admito".Estava assustada com o acontecimento.Ouvimos a densa porta do quarto acima de nos bater sobre
a parede.As almas não temiam,porém tinha recéio de errarem.

As vi passarem como sombras sobre a escadária,parando assim sobre a porta,quando elas tentam destravar a entrada não conseguiram.Dart's mantinha a força contra o destravamento,pude ver ao
entrar em seus pensamentos que ele estava de pé logo na grandiosa saidá feita justamente para a sua pessoa alçar vôo contra a noite,braços cruzados contra si mantendo o foco do poder.

-Ah,são Arpias que jasem na decadência!Aodh você vai morrer!

Foi o última,dáli mesmo tentou fazer com que o fogo queima-se o corpo de Aodh que estava ao nosso lado,porém omiti tal destino indagando a telepátia fria sobre seu corpo,soltei critos com a dor porque
Dart's fázia isso com tal perfeição que omitir seu poder me corroia o corpo e sanguê.Lunnes me segurou nos braços "Não faça nada de imprudênte,Thalwa isso pode mata-la!".Implicações dele,realmente
estava magoado com a pura verdade:O filho da mãe podia e se deseja-se fária de mim cinzas.

As almas rebatiam o destrave,mais envão,estavam impassiveis naquele gesto quando perceberam os meus suspiros longos e afinelados saindo de mim.Mergit's foi a que derá um último para Dart's parar
o neutro poder de queima contra Aodh,isso por força a teleparia sobre o filho da mãe "Seu miséravei! Pensa que somos o quê?Covardes?!".Esses critos de Mergit's foram altos a fazer os ouvidos doerem.

Foi um tempo injusto e longo até as almas forçarem a tranca pesada da porta densa para cairem em cima de Dart's.Ele conséguia revidar todos os golpes vindo delas.As almas eram lentas em compara-
ção a ele e quando passou os olhos por Aodh disparou como um vulto caindo em golpes conta ele.Os dois cairam andar abaixo pela escaria,ouviamos critos cortantes no ar "Falei que iria mata-lo!Posso e
vou faze-lo!".Descemos em configuração as sombras.

Aodh segurava os braços de Dart's com toda força possível,os olhos azuis quase foram arancados do rosto pela tremenda força de Dart's que mantinha a presão do gesto contra ele "Não respondo pelo o
seu ato,pena que tenha se tornado tão desumano"."Não sou humano a quatro mil anos querido,minha força e o que me asusta".Sussuros na continua presão do gesto e foi áli que eu e Mergit's caimos em
cima dele,rodavamos sonbre seu corpo enquanto ele tentava nos tirar de cima de si.

Fomos jogadas contra a parede,foi áli que vi os cortes profundos "Seu corpo não resiste!Essa e sua sina e assinatura de morte".Palavras crueis vindo de Mergit's novamente,Lunnes passou atráz para
apoiar o corpo de Aodh já que estava muito ferido,ele tremia com dor corporal,porém o corpo viria a fazer se recuperar rápido,isso só ele respondéria por si.Eu e minha irmã ficamos naquela luta em
contra-partida,as almas tambem caiam em cima de Dart's.

Séria uma longa noite,golpeavamos da melhor forma possível.Téria que ter paciência,sempre que nossos braços se encontravam a força era muito perceptivel de suma ingladade.Mergit's e que ia
dando um fuzilamento em se manter grudada a ele que a golpeava sobre ombros e séios.Lunnes ia se mantendo intacto na neutralidade de cuidar de Aodh.

Quando ele se pos de pé tive medo "Não faça nada Lunnes!Nada com que lhe traga a morte!Pare por ai mesmo!".Duas das cinco almas pararam ao seu lado para lhe manter em si,Lunnes queria
cair de pancadária em sobre Dart's.Percebendo que séria envão nos manter áli eu e Mergit''s aos plenos golpes empurravamos Dart's contra a sáida.Só séria nos duas e ele agora.Ele tinha sumi-
do na noite.Tinhamos chegamos sobre uma colina com arvores secas pela neve,o frio batia forte em nossos corpos "Ele pode matar!Ele sabe como usar a força que tem e não esconde isso".Toda
a verdade estava áli pela citação de Mergit's que recuperava o folego,passava a linguá pelos braços feridos "Ele me paga,vai pagar um preço muito caro por isso".Me sentando ao seu lado pude
sentir sua presença,ele nos observava na escuridão,só não sabiamos de que lugar viria.Nem as almas conseguiam ter força força maior que ele,porém à ajuda era de suma importáncia e as três
que estavam conosco corriam o imenso lugar a procura dele "Hum...Venha a mim e sabera quem dará o últimato Dart's".Citações naquele espera e espionagem mental a procura dele.

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O som das trevas-Cap 52

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:01:39

Foi ai que Lunnes apareceu!Como critei com ele pela imprudência.Quase cheguei a esbofetear a sua face.Dizia ele que Aodh estava protegido pelas duas almas a apoiar,não sairiam do seu
lado,por tais motivos ele mesmo resolveu vir ao nosso encontro "Lunnes saia dáqui!Não quero que algo lhe aconteça,tenho planos grandes para sua pessoa,deixei de ser imprudênte as
suas imaculadas atitudes".Queria chorar por que senti a presença de Dart's mais forte ao vir em nossa direção.Lunnes se abaixou e assim pode entrar sobre aquela densa camada de ne-
ve e assim permanecer insolado.Senti vários golpes por detráz de mim,Mergit's novamente a pular em cima dele.

Os dois sairam rolando grudados naqueles golpes e como Mergit's desferia aqueles socos ao rosto de Dart's.Não eram tapas ou socos comuns e sim ela deixada toda a força cair contra a
face dele.Asenti parando ao seu lado,assim pude ajuda-la.Por um instante o fogo queria vir a nos consumir,sai dando pulos altos por causa do calor,Dart's realmente tinha a força para que
pudesse vir a usa-la como deseja-se.As almas cairam em cima de mim tentando me proteger e assim conseguiram fazer com que isso não viesse a acontecer.

O calor da queima foi neutralizado por elas que agora pairavam ao meu lado,estava com tanta raiva que sai perseguindo sua pessoa entre as arvores secas,foi para lá que ele tinha ido para
se protegê "Pensa que sou o quê?Seu moleque mimado!Quem pensa que e para me amaeçar desse modo?!Sabe com quem está lhe dando?Não preciso continuar mencionando Dart's!".Con-
tinuava escondido,porém ouvia ele se locomover pelas trilhas a minha frente.Chorava por todo meu ato.

Iria mata-lo!Friamente foi nesse momento que percebi que iria lhe tirar a vida.As minhas almas cairam por cima dele,o prenderam contra o chão húmido pela neve e terra.Já caia a madrugada
nesse exato momento.Em nem um momento a neve parava de cair.Sabem o por quê soube que iria mata-lo?Meu Rather,ele estava observando tudo.Era só isso que precisava.As almas vieram
a olhar para Rather caminhando em nossa direção.Estava pusando os pés contra o corpo dele ao Rather parar ao meu lado.

"Vai mata-lo?Não e nescessário querida;deixei isso com nossos homens".Palavras enighmáticas a vir aos meus ouvidos.Todo o grupo caminhava por aquela trilha.Os Lobos corriam a frente de-
les.Uma visão macabra para mim,queria chorar diante do acontecimento.Um choro de tristeza e magoa me tomava quando os Lobos sentaram ao lado de Dart's que se mantinha preso por todo
o peso de meus pés acima de seu corpo.Lunnes estava protegido sobre aquela densa neve.Isso foi minha tranquilidade quando Mergit's parou ao meu lado encarando Dart's.

-Ah!Querido Dart's,pena que o poder lhe asusta tanto,não e?O ódio sempre vem a nos tomar na vida.Nunca mais verá Aodh ou muito menos andará por essas trilhas meu querido.

Mergit's era fria,friamente Rather pegou Dart's pelos braços,puxava os braços dele para tráz a polo de pés "Está vendo essa a sua frente?Ela e minha esposa seu miséravel e ninguê vem por
as mãos sobre ela como fez!".Rather estava revoltado e quase a ponto de queimar Dart's ao vir a mencionar os ferimentos de Mergit's provocados por ele.Ah,uma sena em que jamais esqueço
quando Rather enfiou as unhas sobre a garganta de Dart's para deixar o sanguê escorrer "Esse e o preço Dart's;teu sanguê servira para revitaliza-la,será somente dela".

De certo modo tinha acabado,isso por causa das imaculadas presas de Mergit's entrando sobre a carne de Dart's.Mergit's estava solvendo todo o sanguê dele!Ela estava fazendo isso para vir
a almentar seu poder!Não sabia que usaria essa oportunidade para se tornar tão forte quanto a minha pessoa que lhe trouxe-ra as trevas.Ela estava grudada ao corpo de Dart's o fazendo se-
car até não restar nada do seu imaculado sanguê.Poderoso e forte!Realmente muito mais forte no sanguê que Akasha chegando a quase a minha pessoa.

Porém o fato estava áli:O poderoso sanguê fázia seu corpo se fragilizar muito,olhava o corpo de Dart's secando e quando Mergit's o largou todos os meus imortais ao lado de Rather fize-
ram dele em pedaços.Retalhavam todos os lugares dos seus membros até apenas restar fagulhas.Deixei os restos queimarem ao meu comando,as chamas saiam aos céus negros.Não
tive peidade.Assim passei entre meus homens,olhava casa um,os detalhes de como eram de expresão marcante com cabelos ruivos,loiros ou morenos.Ah!Nunca iria me esquecer desse e
imaculado momento.

-Mergit's venha comigo,áqui você não fica.

Estava neutralizada agarrada aos braços de Rather,seu corpo absorvia todo sanguê que ela tomorá de Dart's,quando preparados para ir ao encontro de Aodh vi os incrimes cabelos de
Dart's voando em queima constante no ar,restava apenas um medalhão que eu mesma peguêi "Isso será dele,exclusivamente de Aodh".Eu e Mergit's saimos a caminhar e antes disso
fiz com que todos os meus homens fossem o acampamento.De algum modo os Lobos vieram a sentir a vitória e a ida de Dart's.

Os uivos eram cortantes,me sentia fracassada ao saber que era imaculadamente poderosa,porém devéria terma a muitas ocacições.Esse pensamento me corrioa por dentro e chamei Lunnes
para vir conosco.Ele sairá deibaixo da neve ageitando as vestes,quando ficamos sozinhos todo o passo foi pesado.Com algum tempo podemos chegar ao retiro de Aodh.Ele nos esperava a frente
do portão,seus olhos azuis estavam muito opacos e neutros devido ao sofrimento cortante.

Só se sentou quando pode travar a entrada,Rather tinha ido com seus homens,assim só nos três a olhar Aodh silênciado quando deixei o medalhão cair sobre suas mãos "Nada mais resta dele,a
dor e cortante Thalwa,apesar de telo odiado tanto por esses meses a fio".Asenti com um rico seco em sua direção.Quiz chorar,porém suportou todos os sentimentos lhe corroendo.

Seus ferimentos já tinham cicatrizado e como senti pena de velo daquele modo,ele apertava todo o medalhão contra sua mão,deslizava os dedos sobre a pedra central de cor acinzentada.Lunnes
queria ir embora,estava desesperado demais pela ocasião.Para ser mais clara ele estava chorando muito nos braços de Mergit's que ainda se sentia delirante pela absorvisão do sanguê.Agora as
cinco almas estavam juntas,foi ai que desejei mandar Lunnes e Mergit's se retirarem,voltarem ao nosso Palásio.

"Não Thalwa,podemos esperar no acampamento junto a Rather e seus homens,esperamos vossa pessoa lá".Lunnes estava atordoado ao mencionar essas palavras,apenas os vi sair pelo pesado
portão acompanhados das mulheres que cuidavam do lugar.Somente eu e Aodh.Desejava saber do que ele sentia.Pena que preferia ficar silênciado é estava pensativo quanto ao que fazer dali
para frente "O amei muito Thalwa,não pretêndia fazer isso,porém foi nescessário,não sento todo o ódio como ele sentiu por mim,não lamento sua ida e sim sua fragilidade apesar do poder".

-Não mencione mais nada,compreendo perfeitamente tudo o que falas para mim Aodh.

"Querida ficarei sozinho agora,tomarei folego para seguir,quem sabem novas aventuras eu possa vir a me deparar".Sori com isso,provavelmente muitos viriam a seguir ele,isso por dadod motivos
da morte de Dart's.Pouco me importava com o que iria fazer para protegêlo,apenas estendi minha mão-esquedar e o chamei para seu quarto acima da torre.Ele não compreendia isso por completo
e apenas se deu ao trabalho de me seguir enquando subiamos as escadas.

"Tem medo de que eles o sigam?De que tentem matar a sua pessoa?".Ele estava silênciado com o meu tom de voz,passei as mãos sobre a masaneta da densa porta,ele se sentou encostando sobre
a parede a me observar,pensava como me responder,o vento entrava pelas aberturas incrimes ao toque de seus cabelos acizentados "Não muito Thalwa,ficarei sozinho como lhe disse e assim possa
vir a ter muitas aventuras,se vierem ao meu encontro nada poderei fazer,tem muitos que podem a seu desejo me causar a queima".

Asenti friamente quando voltei a falar "Aproxime-se Aodh,vai queimar por dentro,porém não podera nada lhe tocar quando terminar".Ele passou os dedos sobre seu rosto em espanto,sabia do que pode-
ria fazer por ele "Não!Jamais!Thalwa sua ajuda foi muito ultil para mim e isso?E pedir demais Thalwa".Ingaguêi seua negatividad e ao me aproximar o segurei pelos ombros o ponto de pé.Beijava seu ros-
to,o que o fázia tremer de medo.

"Tem medo,isso e atormentador.Beba Aodh,beba o quanto quizer e apóis a queimar terminar sabera do poder que tera".Precionava sua face contra minha garganta,foi questão dele apenas sentir todo o
gosto do sanguê a escorrer,seus braços se curvaram sobre minha cintura e ombros mantendo toda a sua força.Bebia tudo o que anciava,se grudava a mim como fosse sua própia vida ou vitalidade que a
observar soltava gémidos.Aodh estava tão desprotegido diante dos seus inimigos que por vários motivos o fiz.

Ficou junto ao meu corpo deitado por um bom tempo,assim ia fortalecendo sua força.Passamos essa madrugada realmente de uma forma inesperada.Muitos atos intimos aconteceram entre nos dois com
a sede dele falando de forma forte e indagadora.Quando a queima do poder começou a tomar todo o seu corpo me encostei junto a ele esperando tudo passar.Observava toda nova força lhe tomando seu
corpo por completo.Assim apóis terminado ele já adormecia e pude sair ao encontro dos que me esperavam.Quando estava me vestindo ele pode me ver uma última vez,porém com a fraqueza de toda a
absorvisão do poder nada mencionou,meus dedos deslizavam para lacrar a abertura de minhas vestes "Terei que ir Aodh,quando deseja quem sabe me encontre,quem sabe não nos deparamos com todo o
momento de horror".

-Thalwa...Esse nome quardarei.

Apagará novamente apóis essa mencão e assim pude pular pela abertura principal e sair para encontrar Lunnes e demais que anciavam por minha volta.Já estavam preparando nossa ida quando cheguei,assim
monte sobre meu Hades e saimos de volta para nosso lar.Queria chorar pela morte de Dart's,pensava o como conseguiria fazer com que Lunnes contruisse sua familia,planejava muita coisa para ele.Isso eu iria
fazer com que se torna-se realidade,estava calvagando ao lado dele quando mencionei algo em que pude lhe causar tristeza "Nunca mais faça áquilo Lunnes,nunca mais tente intervir em algo que não tem força a
neutralizar o poder".

Asentiu friamente sabendo do risco que correra "Desculpe".Apenas essa foi a única palavra que véio a mencionar a mim,foi com três longas noites de calvagada que pudemos avistar a entrada da aldéia em
que moravamos;tinha pensado em algo.Friamente iria aprontar com Lunnes novamente.Algo em que eu esperava anciosamente com Rhiannon.Estavamos na imensa quadra colocando nossos cavalos dentro do
estabulo quando as criadas vieram nos receber.A densa faixada estava muito bela,as flores sobreviam a plena vida.Sépia e Ardônis subiam a escadária agora.Rather ficará coversando com Mergit's,assim queria
saber aonde Rhiannon podéria estar.

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O som das trevas-Cap 53

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:05:43

Ah!Como meus pensamentos me corriam devido ao meu maquiavelico plano para que Lunnes fosse tomado pelo espasmo de vida.Me sentei sobre um tronco de arvore pensativa,tomava a
coragem e assim comesei a subir as escadárias.Quando no salão uma das criadas me disse o lugar em que Rhiannon estava.Estava em seu salão de arte,assim passei pelo corredor central
a procura-la.Quando entrei tive seu vislumbre.Estava sentada sobre uma cadeira,uma mesa a sua frente e lá em cima argila.

Ela estava contruindo novas porcelas para seu comercio,as mãos delicadas deslizavam contra a base dando todo um formato belissimo a estrutura,seus cabelos estavam presos para tráz a
deixar meixas a cair aos ombros delicados.Usava vestes de tecidos bem fininhos a quase vir a mostrar a tonalidade de sua pele tão alva.Os olhos azuis focalizados em manter os pensamen-
tos a frente.Quando voltei seu olhar a mim percebeu minha presença,estava tão atenciosa ao momento que mal percebera minha chegada..

"Desculpe Thalwa!Chegou!Graças que chegou em segurança de sua exploração".Uma voz aos mil ventos de tão perfeita.Pena que não soubesse dos perigos que haviamos enfrentado.Pude
tocar suas mãos que estavam sujas pela argila e terra .Ela soriu naquele geito doce,as duas bochechas estavam aquecidas devido ao vinho logo ao lado que ela ia bebendo aos poucos e
tomando forças ao continuar o trabalho.Estava muito feliz pelo sucesso do seu negócio,claro que tambem sentira o mesmo pela jovem Rhiannon.

-Esses dias foram cansativos para mim Thalwa,não sabe como tive que trabalhar tanto,afinal chegaram muitas encomendas,compreende?Isso porém me deixa feliz por que sempre tenho
o que fazer.Me dá plena energia para a continuidade.

-Obvio que sim Rhiannon,acho que só agora tem nosão para teu talento com artesanados já que e uma artesãn nata.

"Aos poucos,porém tentando me manter na terra".Ouvi aquela nitida gargalhada saindo dela ao mencionar tais palavras,era início de noite nessa nossa chegada e assim quiz deizar nossa
Rhiannon consentrada em seu trabalho,de certa forma as criadas sabiam do quanto ela viria a precisar de toda consentração possível,afinal e como sabiamos:Um trabalho demorado em
que todo detalhe falava mais alto,por tais motivos Rhiannon nunca era incomodada antes de sair do salão de artes dela.Lunnes estava descontrolado ao me ver,ele sabia que estava com
recentimento devido a imprudência,porém téria que ter paciência.

Muitos tinham saido a caça,nem Sépia ou Ardônis estavam prentes,Rather e Mergit's daquele momento na quadra a sumir de nossa visão,séria minha noite,meus pensamentos maléficos
me tomavam quando percebi isso.Me sentei junto ao Lunnes que esperava ancioso Rhiannon poder sair do salão de artes "Odéio quando ela demora!Sempre atenciosa por demais nesses
detalhes!Podéria machuca-la por isso".Mencionada essas palavras entre dentes.Soltei alguns tapas em seu rosto devido as menções desagradaveis "Cala-se!Não sabe o quanto ela esteve
ocupada por esses dias,devéria trata-la com mais cortéria sei moleque!".

Não compreendia minhas citações,porém passou o olhar a Rhiannon quando ela finalmente iria sair,seus passos pelo denso corredor era sutil.A cor do tecido das roupas era branca,quase se
misturava a cor de sua pele,quando virá Lunnes não chegará a comprimenta-lo de tão cansada que estava,mesmo aos quinze anos era ocupada,algo em que lhe cansava facilmente devido a
meiga atração das pessoas em sua arte,passará as mãos no rosto quando algo se foi servido.A comida daquele jantar forá preparada espécialmente para ele,já tinha lavado suas mãos antes
de sair.

Agora sim ao respirar e tomar um pouco de forças ela soriu ao ver Lunnes junto a mim,iriam jantar juntos,um pequeno convite que ela fizera a ele ao estender suas mãos.Lunnes com is-
so se impulsionou a se levantar imediamente num sobresalto e mal eles imaginavam todo os planos essa noite.Deixei os dois naquele momento de retomar as forças.Assim quando foram
sair pela noite me pus em ação.Os deixei apenas baterem as portas quando subi a escadária."Por Zeus,só minha alma mesmo para me impulsionar a fazer isso".As mulheres já tinham se
despedido por que voltariam aos seus lares.

Parando a porta do quarto de Rhiannon vi que estava aberto,isso por que sabia que Lunnes ao saber de minhas ousádias sempre mantinha o dele fechado a sete-chaves.Levando um riso ao
meu lábio-inferior pude destravar a densa porta e áli entrar.Pude ver toda a decoração Celta a tomar o comodo imenso.As chamas das tochas queimavam aquecendo o ar a minha volta.Meu
pensamento me corroia por dentro "Podem me queimar quando chegar ao inferno,porém tenho que fazelo".Agrácia ao Rather que antes de sair tinha colocado as almas dentro dos jarros,isso
me foi muito últil e assim elas repolsavam.Era nisso que estava pensando enquanto andava pelo comodo.

-Preciso dormir um pouco,sei que os dois demônios voltaram cedo.Podem me matar,porém eu vou queimar aquelas duas almas.

Foi muito rápida a chegada deles,provavelmente tinham sáido apenas para dar uma organização no comércio de Rhiannon.Já era quase chegada da madrugada quando senti eles entrarem pelo o
salão central.Estavam silênciosos em seus pensamentos.Ficaram por algum tempo juntos lá sobre a escadária dos andares e depóis disso deram a volta pelo corredor do quarto de Rhiannon.Para a
minha surpreza eles tinha entrado no quarto de Lunnes "Não,podéria mata-los por isso".Quase vim a esbravejar quando fizeram tal ato "Ah!Por Zeus isso e ultrajante demais,me dispensam como um
ser insighificante".

Me pus de pé saindo pelo corredor,subi até meu quarto e assim pulando pela varanda pude entrar no quarto de Lunnes de uma forma muito inesperada,Rhiannon tinha sáido antes disso para pegar
frutas.Lunnes me olhava pasmo com minha coragem "Thalwa o que planeja?O que se passa nessa sua mente diabolica?".Seus lábios tremiam ao estar caido sobre o chão som o susto,porém olhava
sobre meus olhos "Querido,não me deixe sozinha essa noite,tenho planos grandiosos".Ele asentia com a cabeça negativamente.Polsei as mãos sobre seus ombros com um olhar doce "Estou cansa-
da Lunnes,preciso de vocês dois essa noite para voltar a mim,não me dispensem!".

"Ultrajante,queimante!Sempre apronta friamente!".Pena que ele não soubesse como me corroia o meu sofrimento em estar sozinha.Passei sobre o denso tapete de pele e pude fechar a porta para
ficar a sós com ele.Com isso me grudava ao Lunnes em frios beijos,pena que ele lamentase por a minha atitude ser tão insana.Prendia meus dedos finos de longos sobre os fios dos densos cabelos
loiros,eles deslizavam como água diante do liso puro.Suas mãos apartavam meus ombros para as repreenções falarem mais alto.

-Cale-se,fique quieto e deixe-na entrar,só nos três e mais ninguêm.Me dispensam e isso para mim e insolência.

Desferi meus dedos sobre seus lábios ainda tremulos pelo susto,ele se grudava a mim me empurrando contra a parede.Ficamos naqueles multuos beijos até Rhiannon parar a porta,olhava a som-
bra de seus pés parados a escotilha,assim a porta não me importei quando a porta se abril.Já iria gritar com a sua visão.Minha meta séria fazer todo o tipo de orgias essa noite,estava tão fatigada
e abandonada nesses dias e semanas que anciava por algo inusitado.Parei de desferir aqueles beijos sobre Lunnes e assim estendi as mãos na direção de Rhiannon.

Ele levará seus dedos ao rosto em pequeno espanto,porém captou os motivos em que a vida poder ser ultrajante e queimante.Lunnes me largara indo a porta,passava a vusão pelo corredor para ver
se ainda tinha criadas no palásio aquela altura da noite.Não,friamente ele viu que não.Estava sentada sobre as cobertas aquecidas pela queima das tochas.Rhiannon estava ao meu lado olhando todo
tipo de atitude de Lunnes multuamente..

"Pode traver essa porta com todo tipo de atuações,mais dáqui eu não sáio".Rhiannon ria com minha pronuncia quase a se descontrolar,essas citações a ele o deixaram levemente arrepiado.Olha para
mim alternando seu olhar a Rhiannon que se levantava para indaga-lo diante de seu tormento.Não podéria dizer que foi uma puta sacanagem com ele o que eu e ela fizemos,mais já estava áli.Ela ia
puxando Lunnes em minha direção,aplicava seus beijos sem seus lábios para quando sentir todo o toque de minhas mãos eu poder fazer o mesmo.

Neutralizado em todos os sentidos,ele se agarrava a mim não em tremores,porém foi para deixar as minhas mãos tirarem suas roupass,Rhiannon me ajudava nesse gesto "Coitado de você Lunnes,
pena que não se dê conta do quanto e realmente atrativo".Rhiannon sabia como deixar ele quase a ponto de estrangu-la de raiva.Ela já estava sem absolutamente nada quando o empurrou contra
mim "Nada a mencionar suas arpias".O mandamos silênciar,nosso Lunnes,Lunnes que sempre via a cair em garras sofridas agora decaia em nossos braços alternando seus beijos.

Ia alternando ao dar leves mordidas tanto nos lábios de Rhiannon quanto nos meus,se prendia a nos duas que desferiamos arduas mordidas em seus ombros.Não poderei ia mais longê do que o
que cito áqui,mais acho que já supõem o que aconteceu durante a noite toda.Porém tenho uma e carênte maliciosidade em ir mais além:Com o tempo apertava os cabelos de Rhiannon,nao sei o
como me delciava ao sentir o sabor de seus lábios sedoros e joviais contra os meus,beijava toda a sua boca até me sentir satisfeita,sepre apóis isso decaia sobre os braços de Lunnes em que vá-
rios momentos já tinha quase que desfigurado o corpo de Rhiannon em prazer ao sempre manter os atos amorosos contanres.

Sempre nesses momentos o fázia queimar ainda mais ao aranhar suas costas com minhas unhas afiadas,isso o fázia chegar a um ponto de chamas em que o puxar contra mim,era meu,nesse mo-
mento podéria ser meu e enquanto sentia suas mordidas sobre meus séios e aquele ato para que me leva-se a loucura de fazer amor comigo podia sentir novamente o sabo dos lábios de Rhiannon
e assim a noite corria entre nos três ao fazer amor um com o outro de forma queimante,cortante e dolorosa,muitas das vezes Lunnes pegará Rhiannon nos braços e a levará para a varanda para vir
a ficar um tempinho com ela.Dava para ouvir os critos dos dois enquanto eu descansava,algo em que me levava a loucura de imaginação,assim os dois passavam a entrar no quarto e Lunnes a fazia
sentar sobre a mesinha de escritas derrubando tudo no chão e sempre mantinha todo o ritimo para que Rhiannon solta-se critos com Lunnes sepre a manter aquela rigifez constante da penetração sobre
ela.

Minha mémoria e sighificativamente boa!Aprecio essa lebrança em perfeita hamonia.Assim quando ele parava já fatigado voltava a receber os dois em meus braços,ah!forá uma maldoda em todos os
sentidos e quando encobertos pelas aquecidas cobertas pude transar com Lunnes até me sentir plena junto a Rhiannon.O tempo corria e foi ai nesse momento que pude tirar algumas gotas do sanguê dele
quando adormeceu em meus braços,porém forá rápido demais.Quando Lunnes já estava cansado nesse instante ficará com ela,grudada a Rhiannon.Esperária o tempo certo para me retirar e me recolher
no sotão.Só voltei a acordar na noite seguinte.Fui injusta?Não,provavelmente nunca considerária isso e sim um ato de desejo desmensurado.


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O som das trevas-Cap 54

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:10:25

Me dei conta ao despertar de que Lunnes e Rhiannon ainda se encontravam em no quarto dele para assim poderem organizar alguns aprimoramentos dela.Percebi isso quando passando pelo
corredor pude entrar para está com eles.Nossa Rhiannon ao ver minha chegada tinha chamado a minha pessoa.Captando seus pensamentos vi que ela tinha acordado chéia de idéias com
as pinturas dos artenatos.Os potes de tinta foram minha resposta quando passei meus dedos a mesinha central no quarto de Lunnes que ainda mal tinha de arrumado.Estava fatigado,sentido
por muitas coisas desde minha tamanha coragem,de alguma forma ele nada queria mencionar já que se considerava culto demais para tais palavras a querer pronúncias não só a mim,mais
tambem a Rhiannon que o fitava friamente por seu silêncio.

A noite mal tinha se iníciado e por tais motivos Rhiannon estava chéia de energia para continuar suas atividades e por isso pedirá ajuda de Lunnes naquele momento em que ele mais dese-
java fugir para altas montanhas.Ela téria que ter paciência com ele para que pudesse arquitetar seus planos.Vendo mais a fundo seus pensamentos descobri o porque ela desejava queimar
ao Lunnes;em todos os sentidos ela iria brincar com ele até finalmente apesar de tão jovem,com tanta responzabilidade,poder conceber seu filhote que ela vinha planejanto a algumas semanas.
Eu nad amencionei nesses pensamentos,tomei folego rindo maliciosamente ao Lunnes,mantive a mente fechada e muito bem aplicada em todos os sentidos.

Lunnes ainda se fatigava de cansaço,estava sentado sobre as almofadas,ele e ela tinha dormido o dia todo e só agora desperam.Rhiannon já preparava as tintas para a pintura e assim mandou
o Lunnes a seguir,ela queria nossa companhia para que pudessemos ver o termino dos jarros a qual ela levária para o comércio central da aldéia.Risos maliciosos quando eu e ela saimos para o
corredor,assim chegando ao salão de arte feito só para ela a vi sentar sobre aquela mesinha,seu pincel já estava sobre o pote de água,eu trouxe aos fraquinhos de tinta depositando a todos nos
suportes de tintas.

"Deixe-no demorar,não me importo Thalwa,as vezes Lunnes me cansa devido ao seu silêncio".Estava certa e por isso jamais tirária sua razão de ficar inrritada com ele,Eram exatamente os
jarros que ela iria pintar,deixando toda porcelana devidamente brilhosa.Seus dedos agora iam deslizando toda a base branca sobre os jarros ainda em pura argila,ela tinha que fazer a cama-
da principal,para depóis sair gravejando os desenhos clássicos e virtuosos.Ela ria com isso,com a forma de como tudo iria tomar seu formato.Mergit's tinha entrado para ajuda-la,as duas iriam
fazer tudo rápido nessa noite fresca,graças que a temporada de neve tinha sumido.Mergit's com suas vestimentes suaves e clarinhas ficava meiga e doce,algo em que sempre vinha a lhe dar as
forças em que nescessitava.

Ainda se recuperava do golpe de ter absorvido todo sanguê de Dart's,ela se questionava se Aodh um dia viria nos ver,seus olhos claros neste momento focalizavam a base do jarro em suas mãos
a ir adiantanto o trabalho para Rhiannon "Prefiro ficar silênciada Rhiannon,o que planeja fazer ao Lunnes e realmente traumatico".Rhiannon riu com as palavras de Mergit's que fázia aquela malicio-
sa parta branca e sedosa vir a deslizar sobre todo o jarro dando todo contexto branco a ele "Não e que eu vá deixado-lo traumatizado Mergit's,a vida passa rápido,compreende?Já tenho meus quinze
anos querida dama e não posso deixar ele passar em vão;Lunnes querendo ou não vai se pai,não vou negar o que meu instinto pede de mim".Uma conversa muito particular que me provocava todo
um riso maquiavélico.

"Porém não acha que ele agora possa tentar suicidio com tal decisão sua Rhiannon?".Mergit's agora a fitava com o brilho mais constante e meigo que se podia ver "Não!Acho Lunnes sensato demais a
tentar uma loucura quando a notícia vier como um golpe em sua alma".Ela conhecia o homem,meu riso sáia silêncioso a olhar as duas nessa conversa e assim iam aprimorando o artesano sobre suas
mãos delicadas e bem pólidas "Pena que ele não saia os dias em que possa faze-lo,ou sejá:A finalidade em que consigo sangrar,Lunnes e desatento e usarei isso como arma!Vocês sabem muito bem
que toda mulher pode comandar sem eles perceberem!E muito facil,facilimo como uma malva para os ventos".

-Por Zeus Rhiannon! Falas como uma Águia que corta e retalha para fazer real todos os seus desejos.

"Claro Thalwa,temos que ser assim,sempre,compreende minhas palavras querida Thalwa".Sem a menor dúvida compreendia sim é e obvio que dária pleno apóio a ela.Mergit's ria baixinho enquan-
to dava continuidade ao trabalho e Rhiannon sempre mantendo o ritmo da junção da base.Jamais iria ser contra as duas áli presentes,apenas apoiei meus braços a base da mesa e fiquei olhando a
porcelana tomar forma e beleza pelas duas.Meus cabelos claros caiam aos ombros,minha roupa de tecido molinho e fino com talidade verde-Oliva me fázia respirar e sentir a doce briza correndo pelo
salão.

Lunnes finalmente entrará com alguns papiros em mãos,odiava ter que ajudar a Rhiannon nesse trabalho:Ele téria que aprimorar algumas pinturas que ela tinha feito,apenas dar os últimos reto-
que antes para depóis ele focalizar o olhar e mente a transferir a mesma coisa para a decoração de pintura dos jarros.Ainda nada mencionou,assim soltei meus risos em direção a Mergit's para o
meu pensamento chegar até ela.Uma troca de pensamentos curta e direta que nos fizeram soltar gargalhadas.

'Pena que ele nem tenha a minima suspeita Mergit's do que ela planeja por esses dias a frente'

'Silêncio irmã,sofrera,sem dúvida nem uma vai sofrer'

"Dê os últimos retoques Lunnes,passe para mim dáqui a pouco".Citações de Rhiannon que vinham a causar caláfrios nele enquanto deslizava o pincel aplicando a leve tinta suave.Sépia pode vir ao
nosso encontro,estava linda.Não só e minha filha e sim minha adorava,olhei aqueles profundo olho violeta quando me encontrou,sentou-se ao meu lado apreciando Rhiannon que dava todos os reto-
que possíveis.Tinha talento e Mergit's só véio com esse tempo à ajuda-la a aprender mais e mais.Quando terminado Lunnes passou os papiros em desenhos a Rhiannon que olhava captanto toda a
configuração.

Eram exatamente perfeiros,muitos dos desenhos tinham configurações de folhas brilhosas,flores escuras e cintilantes em brilho,séria perfeiro para joga-los sobre a base branca dos jarros que ia
esperando a nova pintura,antes disso ela soltou um riso e se deu a transmitir todo contexto com o pincel de ponta fina.Primeiro foi o delinear com a tinra negra,ela ia deslizando formando todo o
esqueleto do desenho central para depóis sair a transmitir a delineação das folhas,por último ela olhou os potes de tinta fresca.

Tomou folego e assim começou a acrecentar as cores centrais.Lunnes olhava áquilo com desde a invejar a facilidade com que ela fázia isso "Ingratidão,pena que não possa faze-lo".Foi o últimato
que ela precisou para queima-lo com os olhos azuis em irá "Não me ariscária,sabe disso Lunnes,a sua mão e mais pesada que a minha".Não podendo responder e nem tendo como se justificar ele
silênciou novamente.Nessa noite vestia as mesmas vestes pesadas e imaculadas.

-Penoso,porém sabe em que lugar Ardônis se intrometeu dessa vez?

"Não faço a meno idéia Thalwa,porém acho que ele virá".Lunnes citou Aodh de forma indireta para mim,provavelmente tériamos companhia,algo em que jamais esperária que acontecesse.Me dei ao
luxo de continuar apreciando Mergit's e Rhiannon a conclúir sua arte,quando termonaram tivemos a doce paciência de esperar secar.Eram vários jarros e tériamos que ajudar a Rhiannon a levamos ao
modo de não quebra-los.

Fui saindo pelo corredor ao lado de Sépia para pegar algumas caixas de madeiras e me deparei com Rather que estava nos esperando.Pegamos três daquelas caixas de madeira leviana e assim pude ir
encontra a todos no salão,as tochas que queimavam me incomodavam um pouco essa noite,sabia do plano de Rhiannon,recêntemente isso nada me impactava.

Entrando pela lateral Mergit's tirou as caixas de minhas mãos e começou a jogar alguns maços de palha seca para dar melhor estabilidade aos jarros devidamente belos e agora terminados.Todos foram
depositados dentro do compartimento e lacramos a tamp.Sépia se pos de pé para pegar a primeira das caixa,já prontas,Rhiannon saiu a nossa frente carregando a última caixa que lhe restou.Lunnes téria a
longa paciência de nos esperar junto ao Rather que dava algum consolo.

Foi uma deliciosa caminhada até chegarmos a grandiosa loja de artesanatos no centro da aldéia.Era próxima as muralhas.Foi a primeira vez que vislumbrei a faixada densamente branca com astes em
decoração e arquitetura celta,porém a cor me lembraca muito dos templos grados.Muitos jarros das suas adoradas plantas e flores a frente,para mim foi uma visão de charme para a época.Ela destra-
vou a pesada porta com nossa ajuda,lá dentro tudo estava iluminado com as alténticas chamas das tochas a queimar no centro em compartimentos de ferro e tambem nas paredes.

Olhei o balão e lá em cima tinha excências de tudo quanto a e tipo,o pergume dos incensos que ela conséguia importar era sentido no ar.Tudo quardado em caixinhas pequenas e deliciosas de sentir a
toca-las "Dou meus parabens Rhiannon".Leves menções vindo de minha parte ao ouvila falar com a Sépia que ia colocando os Jarros nos lugares corretos "Ah,de algum modo estou muito bem estabili-
zada,porém o tempo passa para todos nos e disso não tenho medo".

-Não deve ter medo,isso admiro em sua pessoa.

-Compreendo,me sinto cansada as vezes,mais nada com que me desanime Thalwa.

"Comécio e exportações e assim Rhiannon:Tudo na base da paciência e aplicações de pensamentos".Disso ela tinha plena convicção,pena que tivesse que sair com Sépia,sabia que minha sede ardia ao
contato de qualquer tipo de cheiro ou sensações do leve frio na noite.Deixará Rather,Mergit's com a Rhiannon.Os dois iriam ajuda-la,passei as mãos pelos ombros de Sépia e assim saimos para aquelas
montanhas próximas a procura de vitmas.

"Hogê preciso me alimentar Sépia,pena que Ardônis não esteja presente".Ela estava chateada devido a alséncia dele desde nossa chegada.Ardônis tinha tanta ancia por aventuras que quando no palásio
ele mal parava uma noite.Acho que Sépia se sentia mais sozinha por causa desse motivo,porém ela tinha paciência o bastante para permanecer comigo.Disso ela nunca fugir,nesse exato momento Sépia
pensava em Grarion.

"Gostária de revelo um dia mãe,pena que já possa ser tarde demais".Passei meu olhar a ela parando por um momento de pensamento "Como assim tarde demais?Tem medo do que Sépia?".Os densos ca-
belos negros-andulados caiam as costas,seu olhar estava doloroso,algo em que me trouxe todo recéio do mundo "Está sozinho,morrera com o tempo mãe,um belo homem,porém morrera com o tempo não
só pela solidão que o destino deixou junto a ele,mais principalmente pelo tempo mortal".

Apóis isso preferi ficar quieta,sabia dessa verdade.Podemos caçar ao longo desse inicio de noite para a sede ir embora.Foram três humanos andeões que caçamos nas colinas próximas.Não deixava com
que as lebranças da morte de Dart's saissem de minha mente.Não sabia até dado momento o quanto Aodh me trázia caláfrios ao lembrar dele,dos cabelos sicentos,os olhos azuis brilhosos.Já caminhava-
mos ao encontro dos demais no palásio.

Não demorou munto ao sair pela trilha e encontrar a imensa quadra,olhei a densa faixada do meu retiro.Me sentei para descansar,me sentia tão fatigada que procurava qualquer tipo de conforto a
minha frente.Ardônis tinha voltado.Senti o cheiro de sanguê vindo dele quando me abraçou sobre seu corpo.Apertava seus cabelos castanhos-claros nesse gesto,nada como um deslizar de dedos a
tirar a leve mancha vermelha de seus lábios "Ele está próximo mãe,será que vossa pessoa virá a tomar coragem quando velo?"."Aodh está áqui;por quais motivos?".Leve pergunta enquanto subia-
mos as escadárias.Lunnes nos esperava na entrada receoso por algo.Tinha minhas suspeitas pelo motivo da vinda de Aodh.

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O som das trevas-Cap 55

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:15:52

Aodh me esperava em meu quarto.Subi sozinha pela escada e pude velo parado a varanda na minha espera.Estava muito belo,Aodh tinha bom gosto para com suas roupas:Vestia túnica ao
manter as mangas devidamente curvadas de encontro a seus cotovelos delicados,mostrando a maior parte do braço então.Todo vinho ardia naquele tecido,a mais pura tonalidade do vinho a
minha visão olhava,os cabelos longos com seus cachos estava marrado para tráz.Ao senti minha presença ele se virou a me olhar,soltou um riso com minha presença.

"Que ótimo poder velo Aodh,agradeço pela coragem em ter vindo ao meu encontro".Pelo que pude ver ele se sentia pleno.O seu corpo tinha absorvido muitissimo bem o sanguê que vim a
lhe dar.Nem um vestigio do sofrimento perânte a morte de Dart's que pelo que conseguia ver em seus pensamentos já era passado.Parando a sua frente pude deslizar meus dedos sobre o
seu rosto tão aprimorado por ter sido transformado tão jovem.

"O quê lhe tráz áqui Aodh?".Estava distraido com a visão da Lua que entrava pela varanda a vir cair em meu quarto,apóis voltar a si pude falar,vi que ele usava o medalhão de Dart's,algo que
ele nunca iria tirar de seu corpo.Uma pequena lebrança de tudo "Thalwa pensei muito nesse pequeno tempo de alséncia e gostária de saber algo".Asenti devido sua tonalidade de voz tão forte
agora.Tinha se tornado mais convicto de sua força,algo que lhe trouxe amadurecimento,a morte de Dart's o fez amadurecer bastante,isso era inegavél e me sentia orgulhosa dele por isso.

"Tem recéio que muito dos nosso anciões venham a lhe seguir pela morte de Dart's?Sei que eles ficaram revoltados,porém não a ponto de vir a teu encontro.Sei que com isso não se importa,sua
pessoa está certa em confiar no poder que tem,em sua própia força,isso e inegavé.Porém o que me causa medo e Lunnes".Ah,uma lâmina foi cortada em meu coração nesse momento,me sentei
sobre as almofadas chorosa,levei os dedos aos rosto pensativa quanto as suas palavras.

-Tem medo?Por quais motivos?Gostária de que fosse mais claro comigo Aodh.

-E serei querida Thalwa.Não ver e nem conseguê enchergar,porém isso ele não comenta com nem uma pessoa,o fato de que ele se sente atormentado pelo fracasso na caçada contra Dart's e assim
sua mente de corroi pelo poder que carrega.

Queria saber Thalwa o que ele realmente e,gostária muitissimo de que me exclarecesse mais sobre o que o Lunnes sente ao decorrer dos anos em sua condição.Temi por ele e friamente ainda temo o
seu rancor e medo de sua própia pessoa.Quéria ter mencionado isso antes para você partir,pena que não pude.

-Compreendo,não precisa me dizer mais nada.Está no sanguê Aodh,desde pequeno está em todo seu sanguê.Não que ele sinta rancor ou ódio por isso,porém a morte de sua mãe foi toda destrui-
ção.Por muitos motivos Lunnes e tão frio como e,em poucas pessoas ele confia ou chega a fazer vinculo.O destino lhe foi cruel,agradeça a sua mãe por lhe ter deixado essa força.

"Sua mãe!Perfeito em todos os termos,algum dia planeja lhe dar o sanguê?Não consigo nega que ele deseja isso,claramente visto em sua mente que quando ele bem deseja se fecha como todo o
coração partido e atormentado".Ri com suas palavras,a porta estava fechada para só nos dois nos manter naquela conversa deliciosa.Iria me acalmando aos poucos com essa sua atitude liberalista
em todos os sentidos,ele sentou ao meu lado,podendo me ver por completo e estedendo as mãos pude sentir o calor vindo dele em sua malicia.

"Hum..Tenho medo,tenho tanto medo do que possa acontecer ao meu Lunnes que tento de todo o modo fugir disso querido Aodh.Posso ser forte,porém minha alma e muito marcada pela vida em
que vivo.Sou sentimental quando posso,porém minha crueldade e pervesa a me causar medo".Os seus dedos continuavam apertando minha mão,adorava esse gesto a me trazer alguma paz.Ele ia
entendo aos poucos,sua mente captava tudo isso que lhe mencioava e conseguia ter a resposta a lhe trazer conhecimento.

"Thalwa venha comigo,vamos sair em altas Guerras Thalwa;sabe que por longiquos lugares essas guerras fervem de poder,fique comigo essa noite Thalwa e poderemos partir na próxima noite nas
aventuras que nos esperam.Quero poder destruir os romanos que cercam vários campos próximo a minha moradia".Não respondi de imediato,o seu pedido me foi inesperado,um frio me tomou os
sentidos quando ele aproximou seu rosto do meu,beijava meu rosto de modo doce,realmente ele tinha uma vitalidade de força agora,admitia que tinha amadurecido bastante e se livrado de toda a
dor que tinha sentido.

"Traga a todos,sei que poderão aprender mutias coisas na continua arte da Guerra Thalwa,posso estar a seu lado nesse tempo,por favor!Venha comigo na próxima noite com todos a sua volta,do
que ter medo?" Forá contida por alguns arrepios,tudo inesperado em todos os pontos apresentado a minha pessoa que continuava olhando aquela figura tão próxima a mim.A vinda de Aodhme foi
inesperada;

Claro que eu tinha pedido para ele vir me encontrar,porém jamais pensei que tinha levado a sério minhas palavras,tanto que tinha descartado sua pessoa nessa hipote-se e só me restaram lebran-
ças e sublimes momentos sofridos com ele,mais ele estava áli,diante de mim esperando com viria a regiar nessa situação "Tem a mesma sede que eu:Desbravar o mundo,isso e inusitado Aodh".Ele
era alto,vendo melhor e mais recomposto senti que apreciava sua altura quase a chegar em seus 1,79 de altura.

-Pode me dar sua resposta de forma mais objetiva Thalwa?Vira comigo na próxima noite para essa longa viagem de Guerras?

"Adorarei Aodh,ótimo que imponha várias metas a mim,sou plena e sedenta por isso".A última coisa que vislumbrei foi seu soriso,uma noite só minha e dele,Aodh era fongoso,algo que notará nele des-
de o inicio e realmente não me importava de que alguns anciões ou filhos de Akasha viesse para vir vingar a morte de Dart's.Era passado,mesmo o leve sofrimento se mantendo.Neste momento beijava
os lábios de Aodh que me tomava em seus braços,um doce de ser em todos os sentidos.

Ia beijando em todos os lugares esses lábios deliciosos,pena que tivesse feito de suas roupas frangalhas ao irmos para a varanda.Foi assim que começara a nossa pequena e longa viagem que ele
a qual tinha me convidado.Últimamente vinha me sentindo tão sozinha que foi muito claro para sua pessoa esse sentimento de solidão.Não parava de beija-lo,sentir o perfume de sua pele tão bem cui-
da.Uma noite só nossa,particulamente nossa.Suas mãos tiravam a minha túnica esverdeada jogando de lado.

Sentia seus lábios roçarem meu pescoço "Obrigada por tudo Thalwa,obrigada por ter trazido toda a minha existência de volta".Fatalmente meigo e fongoso,risos sairam de mim ao voltar a sentir todo
o sabor de sua boca junto a minha,estava grudava a ele contra a parede,enquanto beijava seu ombro pude ver como aquela Lua jasendo nos céus estava brilhosa entre as nuvens,muitos passaros a
voar em nova caminhada de vida,queria chorar por muita coisa,tão magoada e sentida por tudo que quase chorei realmente,a força me segurária em mim.

"An,não precisa agradecer Aodh,apenas lamento por ter demorado tanto tempo".Ele sentia muitos sentimentos vindo de mim,captava até os mais intimos fraghmentos de meu passado.Foi toda uma
redenção entre nos dois,não nos desgrudavamos entre aqueles beijos e gestos de paixão até sentia o ato complexo que todo sentimento pode nos trazer.Uma noite desmensuara,correndo contra o
tempo e não desejava nem tão cedo me desgrudar dele,de Aodh que transava comigo até toda uma forma de nostálgia nos fazer plenos.

Meus braços me faziam me manter presa a ele naqueles continuos beijos,não saimos da varanda até nos sentir satisfeitos em todos os sentidos.Conseguia parar de beijar aquela sua boca mácia?Não,eu
estava tentando me livrar daquela solidão que tinha caido sobre mim,tinha e sempre tive todos esses momentos de carências e Aodh desbravava esse meu sentimento como nem um outro ser do mundo.
Se mantinha a mim,me apoiava ao me manter encostada contra aquela laste pesada da varanda,não deixava de manter todo ritmo de uma noite de derenção.

Não que estivesse suado e sim queimando de anciedade para algo que nos esperava,agora sim podia cortar a pele de alguêm até senti um leveiano perfume de sanguê,tive a ousádia de desfigurar todo o
gosto e sabor do necta me enchegando os lábios e não paravamos em nem um momento,cansaço,toda sensação a qual sentimos ao cair ao chão daquela varanda.Passava os dedos em meus lábios para
limpa-los,Aodh fatigado daquele ato de amor estava distante agora,encostado contra a borda a minha frente daquela varanda tão alta e imensa em sua arquitetura "Amanha a noite,ai sim poderemos vir a
continuar nosso desbravamento".

Ele ria com essas suas palavras,tão descarado nesse ato que cheguei a desferir um tapa contra ele.A sua mão apenas prendera meus pulsos me mantendo inerte em pensamentos,voltei a mim,fiquei imer-
sa nesses pensamentos longiguos,mantinha as mãos estendidas sobre minhas pernas curvadas,meus olhos voltaram-se novamente a Lua chamativa em todos os sentidos que possam imaginar.Aodh pode
procurar um manto para mim,precisava secar minha pele humida pelo suor imerso naquel longo tempo do que o ato desmensurado de paisão pode ser.

Limpava meu rosto,todos os membros do meu corpo,queria novamente,ah!Um solidão tão apatica a me tomar nessa noite como nem uma outra antérior.Me culpava friamente,tão friamente que deixei
meus braços o puxarem contra mim,não me importava que fosse naquela varanda,voltei a tele em meu leito,disfigurava seus cabelos já desenlinhados.Era forte,quando pude senti-lo contra mim vi a
força por completo,forá um passar de tempo longiguo até vir a sensação de sastisfação,as mordidas sobre os séios eram crueis,porém traziam meus orgasmos de forma continua ao apertar sua nunca
contra mim,a manter seu rosto contra eles.

Não me senti triste quando pude me cançar até esgotar as forças,ficamos juntos,Aodh não véio a se desgrudar de mim,ficará deitado sobre meu corpo ofegante,esperando o momento de se reco-
lher.Pena que não deseja-se que ele saisse de dentro de mim,queria continuar tendo todos os espasmos de preazer e não sedi quando ele desejou se afastar.Preso em meu leito até o termino da
noite.O leve frio foi o nosso desgrudar de corpos quando nos levantamos,agora sim ele podéria vir a andar pelo quarto em explicações de novas terra a serem vistas.Me sentei sobre as almofadas a
observa-lo naquele andar se um lado a outro do quarto,os cabelos cincentos eram um encanto aos raios da Lua entrarem pelo quarto.Foi uma longa descrição das terras que eu não conhecia ainda.
Ele tinha paciência,toda uma doce forma de aplicar seus conhecimentos,de transmitilos a mim.Não temia e nem chegava a ter medo.Como me deliciava em ser seu corpo tão indiscreamente despido
naquele momento,a leve musculatura era bem formada e assim me deitei estendida sonbre aquelas almodas delicisas em continua observação das palavras de Aodh.Uma noite particulamente particu-
lar entre nos dois,de algum modo tiverá imprudência em não sair dáli,mais tive que fazê-lo com o termino da noite.Pena!Pena que os Deuses não falassem nesse momento!

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O som das trevas-Cap 56

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:20:31

Na noite seguinte quando me acordei na clamurosa noite senti que desejava mais que tudo poder ir ao encontro de meus dois mestres de guerra.Muitos já sabem do que cito,Aodh e demais
estavam a me esperar no salão,estava feliz,sentia que todos eles já tiam arrumado o que iriamos levar.Só roupas e mais nada,chamará Lunnes para verificar toda cavalária e quando pude
ver o que estava presente na quadra me gangloriei.Exatamente Cem Homens Aodh tinha chamado.Tive sonhos nesse meu retiro,porém estava áli presente,preparada para podermos sair
na longa viagem constante.

Olhava que a quadra estava ardendo com muitas tochas que aqueles homens carregavam,meu Aodh tinha feito justamente o mesmo que minha pessoa:Simplesmente dado o sanguê para ele
poder sempre explorar as longiquas terras em segurança,só que ele forá mais ousado.Assim ia vislubrando aqueles Cento e Vinte homens imortais reunidos.Toda minha pequenina frota esta-
va misturada em demagogia em aciedade da viagem.Desejava voltar as terras do Viking's para ver meus dois mestres que sabia que estavam vidos.Rhiannon iria ficar no palásio,assim queria
que ela fosse protegida de tudo isso.

Pegará nas mãos de Aodh que me queimava em questionamento o do porque desejava voltar a terra dos vinguinnes,o respondi de forma firme sobre tudo o que meu coração dizia "Pretendo a
meu própio orgulho lutar ao lado deles,sei que estão vivos,sei que provavelmente devem estar me esperando lá".Ele soriu,estava meramente belo essa noite,queimava de toda vitalidade para
assim poder sentir a queima de clareza "Como desejar,tive que agir rápido para trazer todos os meus homens áqui,que ótimo que poderei conhecer tal povo".

"Aodh eu fui treinada por eles,não seja tão cético".Novamente os levianos risos que me fizeram engolir as gargalhadas,Lunnes passará entre nos dois a ponto de chorar,ele não queria poder se
afastar de Rhiannon por tanto tempo.O indaguei desejando saber os motivos de todo seu comportamento e assim sua voz saiu apática "Ah!Pena Thalwa,pena que terei que ficar tanto tempo sem
vela,isso e doloroso".Sépia e Mergit's o carregaram para subir em sua Petalon.Lunnes podéria vir a ficar recêntido,porém séria nescessário sua presença.Suas vestes negras caiam perfeitas para
a ocasião.Ele e demais já estavam prontos e só faltava a minha pessoa subir sobre meu Hades a calvagar a frente.

-Acha que poderemos chegar lá em quanto tempo Thalwa?

-Provavelmente em três longas semanas Aodh,sem falar que deveremos fazer nossas paudas em prol dos nossos animais.

-Compreendo,tem certeza que Rhiannon ficará bem?Em segurança?

"Sem dúvida nem uma,sim!Ela e supréma".Ouvia nitidamente o barulho dos cascos dos cavalos a bater sobre as pedras da quadra.A correria a frente era tamanha que muitos aldeões da aldéia,na
nossa passagem ficaram neutralizados,não nevava está noite,o que nos adiantária bastante nosso caminho a frente.Rather e que fária a cobertura de todos,Aodh téria que se conformar porque ele
já estava acustomado a comandar e não abriria mão desse deleite que ele tanto apreciava.Sépia e Ardônis passaram por mim,o manto sobre as costas de minha filha andulava ao vento com todo ca-
pus a se manter na cabeça,a cor branca era muito visivel na noite.

Meu Hades estava asustado,demorei um pouco a tranquilizalo e assim segui caminho.Apartir dai foi uma longa viagem com todos, não só foram as três longas semanas que esperava e sim seis para
nos atrasar em nossa chegada.Não sabem como foram nossos retiros até dado momento.Tudo que enfrentamos ao longo desse tempo doloroso.Tinha gostado de voltar novamente a Escandinávia,os
meus olhos brilhavam diante de toda visão maghifica.Isso foi o que senti ao poder avistar aquele e imenso portão a nossa frente.

Nesse dia nevava em todo lugar,muitos dos vinguines pararam a observar do que se tratava todo o barulho.Karnian estava lá,pude velo parado sobre a balaustrada de um imenso deposito.Tenta-
va saber de quem se tratava.Quando seus olhos passaram por mim teve a plena certeza de que era a minha pessoa.Ele correu parando Hades que caminhava devagar,ofegante pela corrida em
que haviamos feito.

"E você!Thalwa!Isso e impactante!Jamais esperária te rever novamente".Os olhos me queimavam a todos,os densos cabelos loiros de Karnian estavam desenlinhados,tinha idade porém com todo
seu corpo viroso,realmente pelo que olhava dos vinguines,ele tinha e estava fazendo um trabalho belo com eles.Muitos iam amparando nossa cavária,perguntava por sua esposa,ele dissera que ela
viria a qualquer momento.

Imaginava áli os lindos cabelos ruivos dela,sabem de quem sito:A eterna guerreira com queme ele véio a se enloquecer de desejo "Thalwa quando partiu não ousamos tocar em teu palásio aqui,sabe?
Não permiti em himpo-te alguma".Vos digo que me vangloriava com isso,ele mesmo chamara a mim junto aos meus companheiros e saimos caminhando pelas ruelas,nos direcionavamos agora para po-
der nos estabilizar no meu velo palásio.

-Tenha paciência Thalwa,tudo está intacto,preciso voltar a mim com tua presença áqui.

-Tenha calma Karnian,pena que tenha estado tanto tempo longê,ainda mantendo as batalhas afora? Como anda as conquistas?

"Sem questionamento Thalwa!Me sinto feliz e pleno com tudo,mantemos nossa sobérania áqui".Pude sorir novamente,Sépia passará ao lado de Ardônis e pararam a fitar aquele imenso portão do palásio
e a chave me foi entregue por Karnian "A quardei perfeitamente,e como disse:Ninguêm devido a minha ordem ousou entrar áqui".Agradesci com um gesto meigo,assim passando aquela trava da chave
pesada senti o vacuo sair de dentro do palásio pelas aberturas.

Lunnes estava transtornado com tudo isso,insatisfeito por ainda está longê de Rhiannon,quem sabe o que podéria vir a acontecer em demagogia dos tempos,não e?Asenti dando os primeiros passos,pude
me lembra do que eu e Grarion tinhamos vivido áli.Cito tambem que não ousei trazer os jarros para mantê-los comigo.Não desejava imprudência e sim guerras!Meu faro desde as minhas sáida visiona-
vam essas guerras.

Olhando para fora pude ver que muitos dos guerreiros vinguinnes corriam para captar os nossos homens.Rather passava entre eles ao pado de Mergit's e assim sentaram ao meu lado.Graças que nem
um deles por mais que me conhece-se véio a me questionar sobre a clareza dos meus cabelos,como tinham passado daquele negro ao tom quase branco.Respirava fundo e apartir daquela noite em que
tinhamos chegado na Escandinávia começara um imenso banquete,os vinguinnes de modo inesperado invadiram meu palásio ascedendo as tochas,tirando alguma poeira e assim os baris de vinho para
todos estava áli!

Muitos daqueles músicos instrumentais soltavam alguma entoação de canções.Aquardária ancioada a chegada da esposa de Karnian.Meus risos altos sempre vinham,Ardônis acustomado a paz e sossego
téria que se acostumar com o barulho,mesmo como grego ele prefiria a filosofia do que os prazes a lhe encantar.Estava ao lado de Sépia,sentado sobre um imenso baril visionando a passagem de tan-
to vinho aos vinguines que estavam sentados sobre aquela imensa mesa.

-Demorou,porém estou áqui Lunnes,sente-se em paz agora?Preparado para as continuas guerras?

-Isso me faz triste!Desejo minha Rhiannon,como desejária chorar.

"Pare com isso lindo Lunnes!Vá!Beba e sinta-se delirante com todo esse vilho,por favor Lunnes,tente fazer com que sua mente focali-se em algo diferente".Ele riu,porém Mergit's o acolhera para o
quarto acima,justamente o meu,assim pude subir a tentar compreender tudo o que ele sentia em essa longa viagem.Tinhamos sentado sobre a base da varanda,Lunnes chorava muito diante dos
seus sentimentos.

Mergit's dava palmadas em seus ombros e assim desferia aquela caneca de vinho a ele que bebia até sair de si "Thalwa tenho medo,Rhiannon está longê de mim porém ele me pediu algo antes de
se despedir.Acredita que ela queria fazer um filho comigo?Como sou um miséravel!".O choro caia em lágrimas em sua faze,o barulho era nitido abaido do andar.A Lua entrava saliênte,me sentia a
ponto de sacudir Lunnes e traze-lo a si,mais não adiantária,sabia que ele era e sempre séria irredutivel.

"Olhe Lunnes!Recomponha-se,fária isso por mim?Rather precisara de sua ajuda lá embaixo e apartir de agora mais que nunca.Esteja ciênte de que isso passará".Ele voltou a desferir aquela caneca
de vinho sobre sua boca,assim se embebedava.Me lembrava áli de como ele tinha passado mau a discutir daquele modo com Rhiannon naquele noite de leve baquete.Como Ardônis teve que ter ido
atras dele para traze-lo de volta.

Sori da melhor forma possível,Mergit's cuidária dele,os dois se agarraram naquele abraço forte e vim a descer para estar junto a todos.Aodh conversava com Karnian,Rather obviamente viria ao
própio encanto finalmente arquitetar seus planos maquiavelicos de guerras.Os três começavam a traçar seus planos,me sentando junto a eles pude delinear o que pensavam e como viriam agir ao
se encontrar com os Romanos.

"Não me importo!Eles que venham,sei que andam por nossas redondezas novamente,provavelmente insvestigando como da última vez".Citações de Karnian ponto tudo em castas ao Rather e Aodh
que ouviam atentamente.Claro que Karnian tinha muito a ensinar a eles,afinal sua experiência era vasta em todos os sentidos quando a Guerra.Não respondiam e sim captavam alguns aprendizados
com Karnian que ia falando até se sentir pleno como humano.

-Ah!Sabiam que a melhor forma de vencer uma guerra e taticamente?Do que adiante de toda uma força brutal como os Romanos,se na verdade eles não pensam?Ah!Perdem friamente e jamais vi-
ram à admitir seus erros em conquistas.

Obvio que por mais que tentem jamais declararam guerra so gregos,sabem do perigo,assim eles se precavêem de derrotas aos Gregos.

"Sim,sabemos que sim Karnian".Rather friamente concordava com ele,realmente não téria como o nosso Rather vir a revidar as palavras do mestre áli presente,afinal estava correto,realmente certo
em suas palavras de conforto,assim fiquei apreciando ao lado de Aodh a pequena transmição desses conhecimentos.Para ser mais clara Karnian confeçara diante de todos que esperava minha volta.
De que ele sabia que um dia trária uma pequena frota a Escandinávia,só não sabia quando.

"Deixem os vinguines captarem esses aprendizados que trazem Thalwa".Não parava se sorir nessas palavras de Karnian.Queria chorar,porém me suportei ao ver sua esposa a porta,esperava que fos-
se o seu encontro.Fitava seus lindos cabelos ruivos,intacta apesar do tempo.Me levantei dando todo abraço caloroso.Afagava seus densos cabelos.O que ela me dissera foi impactante:Tinham tido um
filho,algo milagroso acontecéra em minha partida.

"Ele ainda e um bebê Thalwa,nascerá a pouquissimo tempo,ando me recuperando ainda".Tentava decernir isso.Sabia que ela tinha dificuldades em ter filhos,por isso ficará tão impactada.Assim os
seus dedos se grudaram aos meus e nos sentados.Apartir dáli,mesmo sobre aquela cantoria dos soldados presentes,começamos a traçar nossos planos,toda uma forma para que fossemos para
o combate que séria a uma semana.Karnian dissera quue eles estavam por perto,os romanos não conheciam essas terras,algo em que não me foi novidade nem uma.Clamia ia bebendo seu vinho
a saciar a sede.Mergit's e Lunnes continuavam lá em cima,não esperava que descesse por causa do caso dele.Sépia provavelmente séria timida demais a se juntar a nos,uma vez ou outra olhava
seus risos junto ao Ardônis a me olhar.Os olhos deles brilhava...Resumindo:Eu,Karnian,Aodh com Rather e clamia armavamos um desastre as tropas romanas que estavam por perto.

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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 57

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:24:32

Apóis toda esse banquete pudemos organizar o palásio que até então estava abandonado,meu instindo falava alto:Clamia de forma cordial nos ajudava,muitos dos guerreiros já tinha partido
e de forma inesperada Karnian mandara os nossos homens(Meus e particulamente de Aodh) a poderem se estabilizarem no denso campo de treinamento,lá téria todo espaço,organização a
qual procuravam.Muitos realmente partiram para lá acompanhados da frota imensa dos vinguines,aproximadamente dois mil estavam presentes e assim os tinha levado para dar todo aco-
lhimento.Particulamente não me preucupa com a condição imortal de nossos homens,apenas eu ia pasiquando constantemente minha felizidade,isso porque eles saberiam de cuidar.

Passamos por todo palásio,Rather e Aodh tinham tambem ido com os guerreiros vnkin's,eles iriam se acomodar lá,o choro de Lunnes era ouvido por todos presentes.Clamia e Karnian não
se conformavam com a condição dele de prantos,perguntavam a mim os motivos "Soudades a lhe tomar queridos,Rhiannon e sua sina".Os dois se entre-olharam friamente para assim terem
seus ataques de colera de gargalhadas "Ele tem quantos anos?E jovem e já sofre por amor".Eu os fitava naquela queima de irônia antes de responder.

"Seus vinte anos e como cobrança Rhiannon quer filhos dele".Eles continuavam pasmos porém com o toque daquele desden altenticamente vinguine.Belamente Clamia e Karnian estavam a
par disso por mim.Assim subiram ao encontro de Lunnes,Mergit's viera ajudar na arrumação e ficamos ponto tudo no lugar.Quando terminado as coisas só faltavam brilhar.

Sépia estava estabilizada no quarto que tinha sido de seu pai.Ela mesmo com tanto tempo ia sentindo o perfume dele,a olhava em tom emocionado,ela se virou ageitando a túnica branca
e pode me questionar em sua voz tão doce "Ele esteve áqui,não e?A muito tempo,porém ele esteve".Desferi longos abraços,sabia que ela queria estar com ele,tinha medo,muito medo de
Grarion definhar em solidão "Sépia deseja reve-lo?Fale comigo minha querida,quer velo por essas noites?".Seus olhos violetas queimavam em brilho "Fária isso por mim?Mãe! Realmente
deixária eu ir velo?

Deslizava meus dedos em seu rosto doce,os densos cabelos andulados caiam as costas tão delicadas devido ao corpo transformado em plena adolecência "Sim,não lhe questiono Sépia".
Ela soriu,dava para ver aquelas minisculas presas delicadas,novamente senti seu abraço ao meu corpo,era um pouco menor que mim,porém forte,pena que não tivesse podido crescer
até o fim de seu amadurecimento.O destino forá insano comigo,algo que quardo até esses dias atuais.

-Vá ao teu irmão e se retirem a Grécia por essas noites,e curta a viagem.Chegaram rápido em voo.

-Mãe?Pensei que iria brigar comigo!Obrigada.Pode ser fria,porém observadora,obrigada.

"Vá antes que mude de idêia".Ouvia seus passos,apenas deslizava seus dedos sobre todo o capus da cabeça,branco como sua pele,assim desapareceu na sáida do imenso pásio e
Mergit's a olhava "Thalwa será que eles volta?Tenho recéio".Porém minha pessoa não se sentia assim.Voltando meu olhar a ela pude lhe responder "É o pai deles Mergit's,sei que
Grarion está só,isso pode mat-alo,deixem serem impassivos".

"Espero que esteja certa se não eu vou atráz deles".Uma voz perigosa,tive que engolir a sua preocupação em seco.Voltamos ao termino da arrumação do palásio,demorou para
Clamia e Karnian decerem e deixarem Lunnes descansar.Todos se retiraram e só ficara nos áli presentes.Sozinha,junto a Megit's pude chorar,ela sabia do que sentia quanto as
atitudes de Lunnes "Ele sofre,pena que não saiba como resolver isso Mergit's".

Uma confisão imediata naquele momento.Se agarrava a mim tentando trazer todo vigor a mim novamente.Um termino de noite inesquecivel.A semana se passou,foi no campo que
eu e os demais presentes estamos nos preparando para caminhar até os romanos que ao que sabiamos estavam rondando as terras escandinavas.Mergit's não me questinou quan-
do vim a lhe pedir que nos apoia-se.Os homens de Rather esperava ao segurar os escudos pesados sobre os braços,muitos dos arqueiros visionavam as flechas e arcos.

Uma preparação minusiosa já que chegariamos de modo inesperado sobre as cordilheiras a frente.Subimos nos nossos cavalos,Aodh calvagava ao meu lado,Lunnes de modo inespera-
do aceitou participar da enroscada.Trajava aquela botas de puro couro escandinava,nessa época elas eram feiras,porém de modo a compartilhar um estilo mais reservado devido ao
denso peso.Olhava algumas faixas sobre seus pulsos,segurava as redeas forte sobre Petalon.

-Tenha cuidado Lunnes,espero coisas grandiosas de você.

Nada me respondeu,ele não tinha coloca nem uma peça na parte superior do corpo,deixando braços e torax desnudos e desprotegidos.Uma provavel tentativa de suicidio?Não!Isso só ele
sabia,já que seus pensamentos estavam fechados a todos.A noite era alta,a lua opaca pela a leve presença de neblina causada pelas noites de neve.Os guerreiros e soldados carrega-
vam tochas sobre as mãos enquando mantinhamos o ritmo da calvada.

Quando chegamos as cordilheiras descemos.Karnian se abaixou sobre uma pedra para ter a visão dos romanos abaixo.Seus olhos visionavam friamente cada detalhe "Thalwa pode
vir a tomar conta da esquadra da frente?".Pisquei o olho-direito para lhe responde,todos a espera continua.Meus risos foram silênciosos e me jutando a Aodh começamos a descida.
Não preciso descrever de de modo insistente Clamia mesmo não podendo vir devido aos cuidados do filho,pode me arrumar friamente para essa noite.

Me entregou arco e flecha que carregava nas costas,assim Aodh podéria ficar responsável pelas espadas:Exatamente duas espadas afiadas ele carregava nas mãos,a lâmina brilha-
va sobre a luz da lua a cair nos campos.Os nossos homens nos seguiam silênciosos.Karnian dária o sinal.Pude calcular de os romanos haviam trazido uma grande esquadra,levariamos
um tempo longo para conclúir o trabalho.

-Thalwa e inesperado isso,tome cuidado.

"Não se preucupe Aodh,temo por Lunnes".Lunnes que a essa altura já estava esperando os gritos de ordem de Karnian.Os Viking's estavam com ele, respiravamos friamente sobre os
ventos correntes no ar.Avistando Lunnes de longê vi que ele estav impaciênte segundo as adagas nas mãos.Tinha aprendo com o pai,isso era inegpavel.Meus risos continuaram vindo
costantemente.

Quando ouvimos o crito de ordem de Karnian foi o momento:Eu e Aodh descemos correndo sobre as pedras a frente,todo o grupo de vinguines correram ao lado postérior.Mais de Mil e
grandiosos soudados estavam presentes naquela primeira guerra.Não consigo descrever ao meus olhos neste momento como o encontro das duas troplas(A Romana e a Vinguine) forá
sangrenta.

Uma batalha que durou toda noite e madrugada.Os nossos imortais presentes iam retalhando facilmente as tropas romanas,muitos membros desses soldados iam sendo decepados para os
passaros cairem em cima dos corpos que iam caindo ao chão.Lunnes agia facilmente fazendo aquelas afiadas adagas entrarem na carne dos inimigos,em vários momentos Hades foi todo o
meu apoio.Ele corria ao meu comando passando por cima dos romanos que tentavam revidar as nossas tropas sobre as cordilheiras a frente.

Não foi possível,de longê avistava Aodh passando a lâmina das espadas em seus corpos,Kanian tinha virado um grandioso armador de táticas,assim ele se mantinha sentado sobre uma pedrá a
dar os comandos.Todos obedeciam ao pé da regrá principal,assim aos poucos a vitória ia sendo feita e se tornava real.O chério de sanguê era sentido no ar,Rather estava ocupado comando os
homens e tinha que me virar sozinha mantendo o retalhiamento dos homens que tentavam abater Kades.

Mal eles sabiam de sua força,facilmente esse meu cavalo em potêncial se erguia no ar,as longas patas e pernas musculosas caiam com todo peso dele sobre os soldados romanos.Eles atiçavam
o instinto de proteção de Hades de rugia friamente ao sempre fazer esse movimento.Ah!Como a minha pessoa não descreveu isso antes?Me lembro como jogava os machados que ia pegando no
ar...

Eles rondavam em circulos,chegando naquela belissima fisgada sobre a carne dos soldados inimigos.Meus critos eram altos,critava crualmente quando desci de Hades parando a fitar todos os ho-
mens em batalha.Sentindo uma flecha passar por mim me virei em sentido de proteção,quando eu pude ver o homen já estava caindo em cima dele em machadadas pesadas sobre seu ombro e cra-
nio.

-Thalwa?Ajuda!!

Lunnes tinha critado a mim,avistei que ele estava tentando fazer com que os soldados romanos fossem as cortilheiras a frente.Facilmente o grupo de Vinkin's formara uma faixa de abate,esse
foi o fim do primeiro grupo naquela noite,muitas flechas,golpes a machados iam sendo desferidos ao grupo inimigo.Muitos iam caindo ao chão pisoteados,assim uma avalanche de corpos ia
se formando ao velos cairem.Karnian observava tudo atentamente,o modo como tudo tinha dado certo.

Quando terminado ficamos nos pesgutando como devériamos por fim aos corpos "Queime a eles! Queimem a todos!".Esse forá o rugido de voz dos viking's que bramiam aqueles pesados macha-
dos no ar,critavam em rugidos ao**THOR** que consideravam o deus progenitor de toda a força que eles carregavam no sanguê.Não estava em mim neste momento,apenas senti meu corpo vir
a tombar no chão de pura terra,Lunnes e Mergit's me apoiaram me erguendo pelos braços,pude voltar a ver a sena inestimavel das tochas sendo desferidas sobre os corpos abaixo das cordilhei-
ras.Fechei meus olhos sentindo o cheiro de carni-ficina.

O nome **THOR** não parava de ser ouvido aos ventos,aqueles soldados eram vencedores,sem dúvida nem uma devia tudo que era a eles que agora se vangloriavam e desejavam partir para
as terras próximas.Karnian passava em revista a todos presentes,provavelmente tinhamos tido baixa,porém não ao ponto de chorarmos.Teriamos que erguê a mente e corpo e assim voltar ao
impase de nos organizar novamente,Lunnes e Mergit's continuavam me apoiando,minhas forças apesar de imortais,estavam escadas,alguns ferimentos nas pernas e braços,porém o cheiro das
poças de sanguê eram meu apasiquar dos Deuse,meus cabelos caiam pesados sobre o rosto,as manchas vermelhas do sanguêm jasiam sobre ele,o grupo começava a caminhar de volta para a
fronteira da Escandinávia,assim poderiamos chegar em casa.

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O som das trevas-Cap 58

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:28:14

Na próxima noite realmente tivemos nos nos apresar.Tinhamos acordado para assim nos irmos ao encontro das tropas restantes dos Romanos.Já estavamos situosos em nossa esquadrilha a
tentar abater todos os homens que tinham restado.Háviamos descido as colinas apóis toda essa caminhada ao encontro de vestigios.Os romanos tinham tentado fazer com que muitos dos
nossos homens fossem encurralados.Eu sabia que mesmo com aquela feroz batalha antérior,o fim ainda não tinha chegado.Nos mantinhamos neutros escondidos sobre as densas arvirore e
os vinguines já partiam do lado aposto,Lunnes estava ao meu lado,friamente ele nalizava com os seus gestos,como vieria a agir.

"Lunnes vá na frente,tente fazer com que Mergit's e Aodh consigam chegar na parte posterior dos homens".Ele o fez,tive a ousádia de disparar em correria com meu Hades que novamente
viria a neutralizar toda esquadrilha a minha frente,tinha parado com ele,mantinhas as mãos a neutralisar as redeas.Voltei a calvagar entre os campos,a essa altura os vinguines já tinham se
encontro com o restante das tropas romanas.

Foi um massagre em todos os sentidos.De longê eu conséguia olhar nos olhos de Lunnes para que assim ele volta-se seus olhos contra Mergit's que estava ao seu lado.Muitos eram os critos
ouvidos por mim.Hades mesmo assustado mantinha o ritmo de combate,estava gostando desse instante inesperado.Dispara-va aquele arco e flecha friamente contra os soudados romanos
e podia ter toda visão possível devido ao Hades mantendo uma posição muito boa para que os meus sentidos viessem a se aguçar.

Karnian dessa vez,nesse novo confronto estava batalhando,tinha o apoio de cem homens dele a manter sua segurança.O tempo forá passando,esperava caltelosa o fim de tudo,quando nos
descemos sobre as pedras já podiamos ver o fogo ardendo e subindo aos grandiosos céus da noite.Lunnes corria ao meu encontro,olhava sua pele manchada de de sanguê fresco,Mergit's
e Aodh estaghinados a observar tudo o que acontecia,como aqueles critos dos soldodos roma- dos podiam ser ouvidos de longê.

-Artomentador Thalwa,sabia que a situação podéria ser complicada,porém não a esse ponto.

-Lunnes ponha sua mente no lugar meu querido,vamos para casa,lá podemos tomar banho e nos limpar.Sei que devido a isso devemos esperar uma visita do General das tropas inimigas.
Ele não deixara barato.

"Obvio que fossa pessoa manterá Karnian e Clamia em segurança.esse fom o fim Thalwa,não tem mais volta para eles".Começamos a caminhar,voltei a montar sobre Hades que estava a
minha espera,Lunnes já pegara sua Petalon e iamos tralando caminho direito para o palásio.A situação agora era com Karnian e seus homens,todos os homens meus e de Aodh tinham vin-
do comosco,quando descemos a colina principal eles tomaram outra trilha,porque assim poderiam chegar mais rápido ao imenso campo de treinamento e acampamento,aonde estavam re-
colhidos.

"Terei que ter paciência Lunnes,espero a chegada do reneral de Roma,sei que estar por perto e desejará justificativas".Isso eu não temia,mesmo conversando com Lunnes até nosso retiro,
o medo não era sentido por mim.Voltamos a manter o ritmo daquela corrida e pude ver Aodh e Mergit's passarem por mim.Quanto a Sépia e Ardônis?Que ficassem na Grécia,aliais eu não
desejava polos em tais problemas que téria que resolver na próxima noite.

O poder de Lunnes falava alto,foi com muito tempo nessa correria sobre nossos cavalos que podemos avistar o palásio imenso a nos esperar.Lunnes foi o que desceu primeito,Aordh ao
lado de Mergit's já entravam sendo recebidos pelas mulheres,iriam tomar banho na parte oposta do palásio,Rather friamente estava recentido,nunca imaginava que podéria de defron-
tar com tais problemas de tropas.

-Thalwa meus homens sairam intactos,o resto provavelmente os vinguines resolveram.Sinto que devemos esperar a visita do General De Roma.

"Sem dúvida nem uma,vá descansar Rather,vá tomar banho,limpar seu corpo e quando terminar se retire e nos encontre amanha áqui".Foi o que fez ao sair pelo salão nessa entrada
a conversar comigo,desapareceu junto a duas mulheres,assim Lunnes saiu pelo denso corredor ao meu lado,o imenso painel nos aquardava e quando no Jardim ele me ajudava a tirar
as minhas vestes de guerra simplesmente encharcadas de sanguê.

As mulheres a recolheram em suas mãos as levando para lavar,o Jardim agora estava iluminado pelo fogo das tochas sobre as arvores e apoiadores.Lunnes estendeu suas mãos para o
apoio ser melhor.De algum modo seu recentimento de soudades de Rhiannon ia passando,ele sabia que voltária a vela novamente em seu leito de sentimentos,porém se lamentava que ele
fosse demorar a reve-la.

Quando entrou se jutando a mim pude despejar aquele imenso jarro chéio de água sobre ele,a densa mancha de sanguê ia saindo a se disolver na água aquecida.Começará a esfregar toda a
pele para limpa-la.A brancura Celta ia se desbotando a mostrar todo tom alvo,deslizava apóis o ato meus dedos sobre seus cabelos densos e tão claros junto ao liso.

Olhei por um instante seu Anel com as pedrás de Rubi,mais lascas colocadas em cada uma das cinco pontas da estrela a ser formada pelo ouro tão brilhoso ao ser iluminado pelo fogo.Toda a
noite tinha sido cansativa.Mesmo para um imortal o ato da guerra desgasta com o tempo,Lunnes esperava eu terminar de limpa-lo.

Tinha matado muitas pessoas essa noite,porém isso não o artomentada.Ele téria meu quarto a sua disposição,ele começou a me ajudar no banho sinuoso,queria tirar todo aquele ardor em a
qual era envolvida.Odiava esse chéiro de puro ferro que o sanguê tem.Demorei,porém quando terminei estava revigorada.Lunnes passou um manto em meu corpo quando sai polsando meus
pés sobre a leve grama do jardim,a briza era forte,porém não ao ponte de me irritar.

-Suba,me espere lá Lunnes,se recolha em meu quarto.

Derá a volta e quando as mulheres nos viram passar já andavam pelo corredor para organizar tudo lá no jardim.Dava para ouvir o barulho das tropas passando pelas ruelas lá do lado de fo-
ra.Sori com isso enquanto subia as escadárias.Quando no quarto Lunnes já comia um banquete deixado pelas criadas,desferia aquele vinho em sua boca de deliciando.Estava faminto quanto a
fome que todo o desgaste provocava em seu corpo,os cabelos ainda humidos já estavam penteados e já tinha vestido uma veste de tecido bem fino para lhe dar conforto.

Olhando para o lugar de dormir lá estava minhas vestes tambem,já as colocava rapidamente e assim pude me sentar ao seu lado,Lunnes me olhava com aqueles olhos verdes,erá claro como
ele se sentia:Frio,calculista quando a essa guerra que tinha terminado essa noite.Não temia se General de roma viesse ao encontro de todos nos,sori com essa indagação dele ao dar uma pau-
sa no jantar e me explicar tudo isso.

-Dormirá áqui?Lunnes está doido por dentro devido a Rhiannon,por quais motivos?Me faz triste agindo assim..

-Ah!Ela me pediu um filho Thalwa!Como podéria reagir?Minha cabeça queima,compreende?Eu me mantenho neutro,não quero ter filhos,pena que ela pense desse modo.

"Hum...Pena você tambem não aceitar a condição dela:Lunnes ela cresce em seus aprendizados é e claro que como mulher desejará deixar seus descedentes nesse mundo ao morrer,ela não
vai viver eternamente Lunnes".Ele asentiu desferindo um leve soco na mesinha em que jantava.Pensava,repensava e assim engoliu tudo para si e voltou a comer matando toda a fome possivel.
Quando terminado as mulheres davam seus passos para retirar toda porcelana em que ele tinha comido.

Voltou a me olhar,repensava em muitos os casos em que tinham acontecido com ele.Sori para eu lhe trazer um pouco de paz,deslizando os dedos em seu rosto lhe dei aquele beijo frio e chéio da
resposta que ele procurava,passei um bom tempo o beijando de uma forma e modo inesperado.A sua mão descendo até minha cintura tentava tinhas minhas vestes.Minha resposta séria imediata,a
meu modo delicioso lhe desferi aquele tapa em sua face,não um tapa própiamente dito.

As palavras e que ele considerava esse tapa "Não,não mais Lunnes,tem sua companhia,fala dela a tua vida".Me levantei para que eu pudesse me retirar ao sotão,lá eu poderia descansar até a noite
seguinte.Entrando apóis uma leve descida de escadas destravei a porta e encontrei Mergit's e nosso Rather a conversar.Já estavam se preparando tambem para o sono.O sotão era nosso melhor retiro
para dormir tranquilamente e assim os dois se levantaram para poder entrarem naquele sacorfago a ter espaço para duas pessoas.A tampa desceu pesada sobre eles travando qualquer entrada do sol.O
lugar era inestimavel,todo lacrado a não permitir nem uma abertura dos raios de sol.A noite entrada no méio da madrugada,assim o dia já viria a começar a naver,entrei no meu lugar secreco,o denso e
imaculado sarcofago ao lado do dos dois,assim o sono véio,meu corpo apóis tudo isso começava a ter toda sua recuperação de forças.Só na noite seguinte voltária a acordar e esperava que o General de
Roma aparecesse,os sonhos me tomaram por completo,dormia como um anjo das trevas para assim sentir a alma em pedaços ser refeita novamente.

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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 59

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:31:24

Foi como esperava meus queridos leitores:Acordando na noite em que nascia nos céus,Mergit's véio me chamar para saber de toda situação.Não sabem a sena que me deparei ao entrar pela
parte posterior do imenso salão central do nosso palásio.O General de Roma que atendia pelo o nome de Cesar Algusto estava sentado a mesa.Nada lhe foi servido pelas mulheres,pelo que
podia apreciar e ver a derrota tinha sido um massacre a todos os soldados de Roma que ainda estavam vivos.Isso tudo podia apreciar em sua mente em que encontrava em descontrole.Na-
da pode dizer ao me ver sentar a sua frente.

Meus braços de desbruçavam sobre a borda apoiados pelos meus cotovelos curvados levanto a minha mão em direção ao meu rosto,os meus densos cabelos quase a serem brancos para a
sua pessoa era uma maldição,ele tinha medo,mesmo ainda não tendo mencionado nada a mim eu podia ver ese sentimento em seu olhar.Os olhos verdes estavam opacos devido a tristeza e
olhando mais detalhadamente vislumbrei seus cabelos escuros e devidamente aparados na altura das pontas.Usava o altetico escaparte Romano dos generais.Mesmo naquele mundo de Guerra
a sua pessoa era ciênte e tentava ajudar a toda sua sociedade.

Fiquei esperando ele começar a falar,Lunnes estava ao meu lado,esperava friamente ouvir tudo o que ele téria a dizer "Senhorita Thalwa,esse e teu nome pelo o que saiba.Como poderemos vir
a resolver essa situação?" Minha respiraçãp era muito suave,porém meus olhos estavam tão frio que nem percebi minha falta de cordialidade,foi assim que mantinhe minha indolê e tentei expli-
car da melhor forma possível a ele,Lunnes pegava minha mão,Mergit's ao lado de Rather viria a prestar atenção,quanto a Aodh sempre observador.

-Senhor a única coisa que lhe aconselhor e juntar o restante de seus homens presevando as suas vidas.Não fiques mais por essas terras,não virei a me responzabilizar por mais mais nada que sua
pessoa precensie.

Estamos falando se homens realmente ciênte do que são meu Senhor,por favor!Preserva os teus homens,dailhe valor e vitalidade ao menos uma vez em suas vidas sofridas os privando de mais
sofrimento.

"Es clara Thalwa,pena que não pensa como vossa pessoa".Esperava essa resposta,sincera minha pessoa já estava perdendo a paciência dessa conversa,tentava manter a cordialidade e foi nesse
momento que Lunnes se levantou sobresaltado,seus olhos queimavam o homem para que assim a sua face de espanto fica-se pálida de medo.Estava vendo tamanha ousádia de Lunnes,temia o
que Lunnes podéria fazer.Focalizava seus olhos no General que diante da sena quase tinha vindo a cair sobre o chão.

"Senhor!Sáia dáqui!Estamos falando de homens preparados para Guerra!Não de uma sociedade que priva a verdadeira exência da vida de sua própia vida.Sáia dessas terras,áqui so encontra-
ra decadênte para com teus valiosos homens".Estava correto,Lunnes mesmo esbravejando do modo que fázia realmente neutralizou a decisão do General em se manter na Escandinávia.Seu
olhar era de profunda tristeza.

Ele se levantou encarando Lunnes,Lunnes mantinha seu rosto neutro,já esperava que viesse a ouvir aquelas palavras "Não,não desejo isso Lunnes,devo me retirar".Essa tinha sido toda uma
resposta desse General que já estava prestes a sair pela porta quando aconteceu o que temia.Ah!Como os jarros quebraram ao ar,maghifica a forma com que várias coisas caiam ao chão a
presença de Lunnes.Mergit's diante disso se grudava ao Rather,Aodh mal acreditava que Lunnes téria tal ousádia de provocar e fazer uso de seus poderes na preseça do General.

-Vá embora Senhor,posso mandar os Deuses cairem sobre vossa pessoa,possof azer com que a Terra fria e densa caia sobre teus ombros em prol do meu desejo.

Continuava silênciada observando a sena,neutralizada pela sensação de imenso poder paranormal que Lunnes tinha.O vento corria contra o General que tentava se manter de pé,Lunnes pode
empurra-lo contra a sáida,o que ele iria fazer não estava na história até dado momento:Passei a segurá-lo,porem de nada adiantava,quando Lunnes se encontrava neste momento entrava em de-
sespero diante de seu descontrole.Eu e Mergit's já estavamos do lado de fora segurando Lunnes a querer avançar contra o General romamo.

O vento corria contra ele que estava caido sobre o chão em estado de choque,olhando de perto poderia-se ver como os olhos de Lunnes estavam opacos e enublamos pelo poder correndo em
seu corpo,o vento corria tão forte que fázia seus cabelos voarem contra meu rosto e sempre as palavras saindo de sua boca,um tom maghético e paranormal que nunca presenciara em toda a
minha existência "Sáia dáqui!Vá embora,priva teus homens de mais morte,áqui não te tua terra Romano!".

Os braços esticavam-se contra o General,eu e Mergit's estavamos sofrento por causa do Lunnes a manter o vigor do poder "Senhor?Siga o conselho dele,vá embora,e como falei:Não me venho
a me responzabilizar pelo que pode acontecer".Minhas palavras eram entoadas em desespero s pensar que pudesse acontecer um desastre áli.Rather levantava o General arrumando todo seu
cabelo desgrenhado pela ocacião,seus olhos voltaram-se em ódio e raiva ao Lunnes.

-Isso e Bruxária!Só pode ser!

Nada foi respondido,seguravamos Lunnes pelos braços que queria avançar sobre ele que mantinha sua vitalidade quase intacta.Foi nesse momento que Lunnes deu um sobresalto pulando ao
encontro do homem que caiu ao chão junto a ele.Os dois rolavam em socos,Lunnes sabia sem a nossa convicção de que o General não estava disposto a ceder as nossas palavras e pedidos de
que ele fosse embora.

Muitos dos aldeões olhava a sena estasiados,aquele povo sabia ao contrário dos demais como um Bruxo podéria falar mais alto que qualquer um.Sabiam friamente da existência o paranormal,pena
que só vim a descobrir agora.Eram pagãos e assim tinham no sanguê esse conhecimento.Lunnes continuava predendo o gereneral contra o chão,muitas pessoas pararam em volta deles e como eu
quase fui ao desespero,Aodh teve que me apartar em meus prantos.

"Ele vai mata-lo,oh Deuses!"Não era isso que planejava".Meu choro caia sobre o rosto e Mergit's me entregou um pano para limpa-lo e esconder as lácrimas.Lunnes sacudia o General pelos ombros,seu
poder realmente corria pelos ventos me causando pavor como nunca antes..Foi um longo tempo na noite tão marcante.Lunnes segurava a presa pela garganta,apertava o pescoço,porém não sabendo
que séria o soficiênte fizerá o poder falar em seu sanguê.

-Não entende Senhor!Áqui não e teu lugar!

Critos saindo de sua boca,ele mantinha a presão das mãos sobre a garganta do General que definhava em seus braços.O poder de Lunnes era inestimavel,corria pelo ar,o vento rugia em sua volta e ao
meu ouvidos,tambem sobre as nuvens pesadas aos céus iluminados pela Lua Chéia.Finalmente todo o espasmo foi sentido quando a força entrou pelo corpo do General fazendo com que seus ossos que-
brasem em pedaços por dentro.

Olhando sinuosamente,as gotas de sanguê saiam pelos seus olhos,ouvidos e boca!Lunnes sem nem tocar nele ou desferir um soco sequer fázia esse estrago.As pessoas olhavam,observava tudo vindo
a acontecer é minha pessoa chorava junto aos meus conhecidos.Por fim o homem caiu morto sobre o chão.Lunnes se voltará a mim,me queimava com seus olhos tão enevuados pelo poder,porém não
tinha orgulho disso,dava para ver que o poder tinha queimado atravez da pedrá em seu anel.

"Thalwa,façam dele em pedaços".Não foi precido eu atender ao seu pedido,muitos dos homens com a sena tinham dado a volta e erguido o corpo em seus braços,o colocaram sobre uma jancada bem
pesada e assim o levaram para as montanhas próximas,dariam um fim ao corpo do General lá;não precisei mencionar nada,meu tormento era a resposta.Lunnes estava voltando a si,respirava fundo
e assim me agarrou pelos braços,me pedira para leva-lo ao quarto.

-Lunnes?Suba,está forá de si querido,deixe com que terminem e resolvam o problema,já fez coisa demais por hogê.

As mulheres corriam pelos corredores,carregavam Lunnes para o quarto e fiquei junto ao Rather ao lado de Mergit's e por fim Aodh que se mantinha instaghado por tudo que presenciou "O jovem pode
matar!O homem e realmente macabro".Citações de Aodh que tinha que respirar fundo para que sua mente volta-se a si,sabia que teriamos que sair em viagem novamente e dessa vez para algumas pe-
quenas conquistas antes de voltarmos ao encontro de Rhiannon.

Demoraria alguns anos,porém nescessitava de dar continuidade as aventuras,Lunnes se trancou no quarto e de lá não sairiam tão facilmente.Me dei a chorar bastante,temia por ele,friamente pude ver
a minha impotência indagadora para com meus sentimentos,Merigit's me abraçava friamente,fiquei o resto da noite áli.Pesanva em como tentar apasiquar toda essa situação de Lunnes,ele odiava isso
com toda sua força,seus olhos me deram essa resposta.

Karnian chegará com um tempo sabendo da notícia de que Lunnes tinha matado o General Romano, ele dormiria em nossos estabelecimentos para que pudesse partir conosco na próxima viagem,podia
ver que Lunnes quebrava alguns jarros dentro do quarto,critava em fúria e com a espera sentirmos que ele tinha apagado em sono.Séria melhor assim,Karnian junto aos demais companheiros nada a
citar.Silênciados em meigos risos "Partiremos dáqui a três dias Thalwa,em uma noite iluminada".Foi as palavras de Karnian que me tranquilizaram,ficamos em silêncio,esperando tudo voltar ao normal.
Aconteceu e assim mantinhamos a força plena naquela vitalidade apesar do susto e sofrimento entre os presentes.Só na terceira noite partiriamos e assim nunca voltariamos a esquecer como Lunes fez
o seu poder matar aquele General,um homem que mesmo com sua força não desejou se render.De todo um modo assustador!


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O som das trevas-Cap 60

Mensagem  Ana Nery em Sex 6 Ago - 19:35:45

Bem,conforme já sabem vieram a se passar esses três dias,toda a frota já esperava junto ao campo em que estavam estabelecidos.Estavamos caminhando sobre as pequenas colinas,pu-
de chegar acompanhada dos demais,provavelmente Sépia e Ardônis até dado momento iriam preferir ficar na Grécia,algo em que me fária somente velos quando chega-se nas nossas ter-
ras.Conforme analizavamos,essa viagem que os guerreiros vinking's iriam fazer junto a todos nos,séria para conseguir novas conquistas,Mergit's andava ao meu lado,Ardônis,Rather e nos-
so Lunnes se mantinham silênciosos perênte o momento.Isso séria o suficiênte paa que toda a dor fosse embora?

Não,em himpote-se alguma pensava desse modo e minha meta era agora fazer a conclusão da viagem ao lado dos meus queridos acompanhantes.Chegando na imensa localidade forjada ao
céu aberto lá eles nos esperavam sobre os cavalos.Todos os meus homens e os de Rather iam dando inicio a calvagada.A forma mais clássica de se locomover sempre forá assim,invariavel-
mente toda um geito de desbravar.Conforme Karnian tinha programado era certo de que ele ia desejar conquistar novas terras.

Lunnes ainda se sentia pertunado pela morte do General,vos digo que todos os romanos já não estavam presentes desde a massagrante guerra entre nos.Meu Hades já nos esperava para eu
poder monta-lo e sair logo atráz de toda a frota.Desejava logo poder terminar essas conquistas.A sede por encontrar tesouros era forte,conforme olhava junto ao Karnian,soube que as terras a
qual desejava conquistar estavam logo atraz das densas montanhas.Não me preucupava,deixei todos seguirem o caminho,particulamente Rather e que calvagava ao meu lado nesse nicio de via-
gem densa e que séria demorava.

"Acha que poderemos chegar rápido Thalwa?Rhiannon nos espera querida,pena que ela nao saiba que podemos voltar a qualquer momento".Ri com isso,certamente não séria assim que tudo viria a
acontecer,pude responder de uma forma seca e imediata ao Rather que se mantinha calvagando a manter a continua conversa "Não Rather,apóis passarmos pelas terras que Karnian deseja conquis-
tas quero desbravar alguns lugares,provavelmente levaremos mais três anos".Ele asentiu e assim não me respondeu,apenas ficará impactado.Imaginava perfeitamente tudo o que viamos a conhecee
nesses longos anos.

Por último a única coisa que vi foi Rather desaparecer em méio a noite.Assim,apóis esse incrime momento se passou exatamente três meses,tériamos que atravessar a densa montanha para assim nos
chegarmos as terras em que Karnian desejava conquistar.Em nem um momento paramos,apenas nos recolhiamentos entre os dias seguindo assim todo o rastro dos vinguines.A viagem em si foi lenta,de-
morada,porém deliciosa.Quando haviamos chegado nas terras era em um inicio de noite,estava junto ao Karnian analizando todo contexto em que poderiamos ficar convictos de que ele conseguiria com a
nossa ajuda.

"Vamos Karnian,estou anciosa para que tudo cheguê a um fim".Ele soriu,pegará as redeas do seu cavalo e assim foi se juntas aos seus homens,olhando nitidamente podia ver toda a densa frota fazendo
uma linha de frente,olhavam tudo o que podiam ver abaixo.Passeando meus olhos podia sabe tudo o que existia lá.A aldéia cintilava em volta em chamas de tochas e fogueiras sobre a noite iniciada,toda
a neblina densa e pesada caia sobre nos e assim envolvia as moradias.Karnian e os demos estavam a ponto de descer,mantinha a indolê de conhecimento,Hades(Meu cavalo) se mantinha atento,sabia que
enfrentariamos uma noite maghifica,suas patas roçando o chão foi a resposta que precisava.

-Karnian e agora! Desça e assim nos encontre lá!

Todos os meus homens e os Vinkin's desceram,Lunnes,todos absolutamente imersos sobre a doce força que enciavam ter.Foi uma consquista inesquecivel!Friamente quando batemos sobre a imensa muta-
lha das aldéias presentes demoramos quase toda a noite para entrar,os denços portões de ferro e que foram nossa dificuldade,mas quando o pusemos abaixo tudo foi nitidamente facil.Tinha sim uma imensa
tropa lá dentro a nos esperar.

Muitas tochas foram jogadas em nos,ouviamos as catapultas lançarem suas bolas de fogo,e assim fomos seguindo o rastro de destruição.Muitas mulheres foram poupadas,queriamos aos homens,derrubavamos
a cada um.Um a um eles iam definhando em nossas mãos pesadas,os vinking's e nem os nossos imortais perdoavam quem tenta-se se intrometer em nosso caminho.Lunnes,Rather,Mergit's e por fim Aodh,todos
eles! faziam um olocausto em seus golpes ferozes.Karnian sempre traçando suas táticas e fazendo com que as mulheres e crianças fossem pupadas.

Tudo se seguil assim,iamos traçando todo caminho,analizando e destruindo os inimigos para ao fim,todos nos ficarmos nos entre-olhando em méio a tudo,os aldeões presentes tentavam negoaciar ao vir ao nosso
encontro,a guerra mal tinha terminado,muitos corriam em desespero,pânico!Critos eram ouvidos e tendo a certeza de que já não restava nem mais um homem a proteger a aldéia,abaixamos as armas,esse foi o
meu último ato antes de partir e deixar Karnian com seus homens,ele estavam ao meu lado,me olhava a pedir que permanecese.

-Karnian fique! Tenho que seguir dáqui meu querido,os meus homens estão esperando.Aproveite tudo,sei que neste momento arrumam os tesouros que conquistamos e peguê
sua parte.

-Thalwa,pena que tenha que seguir,continuarei dáqui mesmo...Confio em meus homens que traram uma história a contar futuramente.

"Sei que sim querido,sei que sim".Passei meus olhos ao Lunnes sendo visto de longê,estava cansado e já se juntava aos companheiros,os densos cavalos eram arrumados para seguir a viagem,sentia a
queima de tochas e fogueira,o calor da destruição era insuportavel,olhando densos báus que todos os meus homens colocavam a minha frente soube com plena certez que a investida tinha sido maghifica.
Hades mesmo cansado estava preparado a seguir junto a nos.

Karnian andava com os seus homens por todas as terras,a correria era imensa.Essa foi a última vez que o vi,já me preparava para subir em cima de Hades,segurando firme nas redeas meus olhos cai-
ram em cima de Karnian que andava entre os corpos,o resto séria com ele,as novas terras siriam de sua pessoa e assim aquele séria mais um grandioso passo para o povo escandinavo.Uma conquista a
marcar friamente sua indolê,via e posteriomente gerações.

Ouvi Lunnes me chamar,estava em cima de Petalon,foi seu útimo crito que me acordou para que eu seguisse caminho com eles.Os nossos homens saiam pelos portções,uma correria imensa,minha me-
ta tinha sido comprida e carregavamos grandiosos tesoutos:Três densos báus com ouro e pedrárias.Apartir dai começara minhas guerras particulares contra os romanos,eles combatiam as triabos que
vinham a chamar de pagãns,muitas já desimadas eram resconquidas.

Passavamos de aldéia em aldéia,de povo em povo traçando nossas guerras,muitos caiam sobre meu braço,não perdoavamos.Sempre que chegavamos era uma vitória e sempre viamos a carregar nossos
resouros conquistados.Pessoas critavam,morriam,eram aniquiladas!Vos digo que nem um soudado a ser romano sobreviveu a lâmina de nossas espadas.Assim os anos iam se passando,sempre que nos
descansavamos era apenas erguê ampamento e depóis seguir viagem.Era doloro,porém nescessario para nossa reputação que almentava a cada terra em que passavamos.

Foram três longos anos nessas batalhas e nunca mais voltária a ver Clamia ou Karnian.Só o que me restou foi as lebranças.Atormentada pelas vitórias e pela riqueza que iamos levando o medo vinha a
latejar no corpo.Tudo se seguil assim meus queridos.Só ao termino do terceiro ano dessas longas e torturante batalha e que acordei em um inicio de noite e resolvi que partiamos.Vim a sair da caverna
a qual tinha me recolhido e áli quando junto aos meus companheiros minha voz foi entoada.Lunnes a já ter seus vinte e três anos mal acreditava nisso.

"Levantem as barracas,arrumem nossos pertences e vamos embora para casa Aodh".Ele soriu para agora sim começar a nossa ida de volta.Mergit's estava triste por esse fim,não queria voltar,porém
ela erguêu a caneça e lá forá com Lunnes por as redeas em petalon e demais cavalos,todos os nossos homens critavam ou em alegria ou em tristeza.Apartir dai foi uma doce ia.As noites vinham seguindo e
assim chegavamos cada vez mais perto de nossas terras.Estava feliz,casada e jutando as forças para finalmente rever meu palásio,meu lar.

Pensava que não mais me lembrava dele,obviamente assim meus pensamentos corriam mentalmente nessa volta para casa.Lunnes tremia ao calvagar,toda a correria era distante,todos pensativos,porém
a força nos mantinha vivos.Ardônis e Sépia permaneciam na Grécia,que fosse assim,afinal devido as explorações nesses três anos mal tiverá tempo para mim mesma.O que as almas diriam ao chegar?A
Rhiannon?Como ela estária?Ah!Muitas perguntas que só sériam respondidas quando chegassemos ao nosso lar.Assim a viagem de volta seguil.dois longos meses passando por montanhas,pantanos,aldéias
e avistando novos povos.Terras inexploradas e desconhecicas nos avistavamos.Finalmente ao fim dos dois longos meses,jutamente na última semana entramos por aquela imensa quadra,meu pálasio esta-
va lá,intacto e descia do meu Hades tirando suas redeas,minha alma literamente destruida!Lunnes,ao seu olhar temia,tremia por está áli apóis tanto tempo.


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O som das trevas-Cap 61

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 13:45:14

Meus olhos passeavam pela expressão facial dele,fitava Lunnes ao se sentar sobre o tronco de arvore,estavam pensativo,não sabéria com que cara viria a por os olhos em Rhiannon,Mergit's
parou ao seu lado,o apoiava com os braços,todos os homens andavam pela quadra,Aodh véio a parar ao meu lado,queria me questionar pelo que decidiamos sobre os tesoutos em que nos
tinhamos conquistado "Leve-os Aodh,são seus querido,vá para casa,descanse e assim fala dele o que desejar".Seus olhos azuis emanavam um espanto aterrador!Não imaginava que eu viria
a lhe citar isso,rebatia comigo,estava furioso pela resposta.

"Thalwa!São nossos!Devemos assim reparti-los de suma ingladade guerreira,pare com isso,eu e você demos decidir o que fazer diante disso tudo".Sori para ele,o abrasei diante daquele ca-
lor imaculado,suas mãos viaram a minha nuca,tentava entender tudo o que pensava,tremia ao continuar grudada a ele "Aodh,eu não me lembrava mais como era meu lar,e só nisso que mi-
nha mente pensa agora,por favor,tente entender".Ele respirava profundamente,me segurou ao ombro,estava cansado,fatigado,insistiu para ficar,tentar enteder e assim quando não pude lhe
dar uma resposta ele cedeu as minhas palavras,insitentemente deixou um imenso báu com as riquezas,subiu ao seu cavalo,meus imortais iriam com ele,realmente o grupo estava únido e is-
so não poderiamos destruir.

"E seu e nem tente me devolver Thalwa,quem sabe não nos vemos por esses dias,não e?Toda uma existência pela frente querida Thalwa,obrigada por tudo".A frota desapareceu sobre toda
a noite ao atravessa os portões.Mergit's se levantou com Lunnes.Lunnes tinha realmente chegado ao máximo nivel de sua beleza,personalidade e vos digo que durante esses três anos,ele
aprendeu muito da arte da guerra.Rather o ajudou a subir as escadárias,segurava suas mãos a tremerem,eu particulamente sabia que Rhiannon estária presente.

As criadas corriam quando entramos pelo imenso salão de entrada,chamava Rhiannon que es- tava em seu salão de arte,ah! Um vislumbre dos Deuses ao vela sair pelo corredor,toda minha
pessoa não esperava por tal apreciação:Uma mulher propiamente dita,usava vestes escuras ao tom de azul,os cabelos densos e negros presos para traz,estava neste momento contruindo um
artifio de pintura e diante de mim ofegava pela pequena correria,os densos olhos azuis brilhosos ao passarem por Rather e Mergit's.

Estava se recompondo,ria maliciosamente em recuperação,as mãos delicadas postas ao peito."Pensei que nunca mais voltariam,esses três anos foram um tormento para mim!".Caiu sobre
os braços de Mergit's,beijava seu rosto,estava elforica ao caminhar entre nos,mesmo com os dedos sujos pode deslizar suas mãos ao rosto de Lunnes,não conseguia reconhecer ele assim!
De forma imediata,sua voz saia entorgada em tom de secura,já que conforme ele dissia a nos, os dias frios a tinham levado a um estado e febre.

"Lunnes,pena que não o tenha reconhecido,não que tenha mudado,poré,não reconheci toda a frieza".Impactante!Em todos os sentidos um impacto a alma de Lunnes que começa a chora a
afagar seus cabelos,uma lastima ele se sentir assim,agarrava Rhiannon pelos ombros,primeiro foram os beijos nos cabelos e mãos e assim se queimava ao beijar Rhiannon em todos os
cantos da boca "Não e do modo que pensa,não e do modo que pensa".Ele chorava,algo que a própia Rhiannon não compreendia.

-Devemo deixa-los a sós queridos,declinamos porque iremos sair.

"Voltaram,não e?Thalwa não fuja!".Incrivelmente deixamos todos os dois a sós,tinha muito a resolver é isso particulamente não cabéria nem a mim e nem a Mergit's ou sequer Rather.Nos
três já tinhamos passado dos portões,estava faminta,com muita sede,Mergit's procurava pelos pensamentos uma taberna em que pudessemos matar,beber e assim nos alimentar.As colinas
em que caminhavamos estavam humidas de tudo quanto e tipo de musgo,sempre que a neve cai e derrete se fica essa marca na terra,algo em que me inrritava bastante,foi toda uma longa
procura e nesse momento não me preucupava com o báu de tesouro,sabia que as criadas iriam deixa-lo no salão ao retira-lo da quadra.

Seguia nossa procura,Rather deixava seus pensamentos correrem friamente,aos poucos,a cada passo chegavamos ao encontro da Taberna em que dissia ele,que iriamos nos alimentar.Ele não
largava as mãos de Mergit's,aldo em que admitia:Rather realmente era louco por ela,pena que a sua dor o tirava da paz.Meus risos eram latentes em meus lábios,estava feliz por estar de volta e
nada temia.Tudo isso,todos esses anos de guerra,conquistas e encontro de tesouros me seviram para ficar ciênte de que minha voltade de viver era imensa e jamais viria a desistir disso.Foi com
o termino do caminho das trilhas que avistamos a entrada da Taberna.

Rather parou a frente da pequenina faixada olhando,destravará a porta dando-nos passagem ao passos sinuosos,Mergit's fez o mesmo ao passar por ele.Séria mais um pequeno genusidio em a
qual nos renderiamos a sede e fome que sentiamos.Uma fome que considerava destruidora em todos os aspectos que possam imaginar.Rather parado a porta era uma visão macabra,os fios dos
cabelos negros caiam aos ombros,os lábios fechados,a face exatamente como uma mascara de terror,não digo o modo como seus olhos caramelizados emanavam ódio pelos presentes.

Já estava ciênte de que iria manter a densa porta de madeira velha fechada e dáli ninguêm iria tira-lo.Braços cruzados que lhe davam uma pose a passar despercebida,estava sentada sobre o
baril de bebidas,olhava para Mergit's tentando captar o momento em que ela iria começar com o seu genusiodio,o aseno a fazer seus densos cabelos ruivos andularem forá o sinal,ela passara as
mão sobre os ombros do homem ao seu lado fazendo com que eles se deslocasem,assim pode vir a começar seu baquete,um a um ela o fázia.

-Thalwa,sirva-se,pena que se mantenha tão impactada com todos esses anos irmã.

"Não,não e isso querida Mergit's,passa-me o filho da mãe a frente,ele sim eu quero".Foi o que fez a enfiar as unhas na garganta do jovem,o jogará em meus braços que vieram a se curvar sobre meu
leito,me agarrei a ele bebendo em vorazidade.O sanguê me entrava pela boca,chegando ao corpo e finalmente o aquecendo "Um feitige,quanto tempo não sentia essa sensação".Realmente já fázia todo
esse tempo que não caçava,bebia ou sequer me alimentava,minha mente gruia me tirando de meu corpo diante do ato.

Rather já sabendo do descaso começara seu genusidio,ele ia matando sua fome,áli dentro vinte dos homens jaseram em nossos braços,bebiamos de todos eles,tirando todo necta vermelho que dese-
javamos,Mergit's estava incontrolavel nesse prazer alhei-o,se aquecia,todo o rosado de sua pele eu podia perceber,a vida lhe envolvia em todos os lugares corpotais,suas roupas vermelhas caiam em
contraste com seus densos cabelos ruivos.

Rather andava sinuoso e ima derramando pouvorá,tinha encontrado grande quantidade esse matérial e nos empurrava para forá,quando juntos só pudemos ouvir aquele estrondo fazendo com que
o fogo queima-se.Quantas vezes já não tinhamos feito isso?Inimaginaveis essas contagens mentais.A túnica branca de Rather andulava com aquele vento,dáli ele e Mergit's poderiam partir para as
suas caçadas,queriam mais,realmente uma atitude que os fázia nobres de serem o que se tornará.

"Iremos revela amanhã,logo no inicio da noite Thalwa,fique de olho em Lunnes".Asenti com essas palavras de Mergit's,a última coisa que fiz forá soltar um riso meigo a ela e ao Rather,vieram a de-
saparecer sobre a noite,a neblina estava tão pesada que nem respirar direito eu conseguia.De uma extensa volta nas trilhas e me dei a caminhar até chegar ao pásio.Meu corpo queimava com toda a
caçada,toda a fome tinha ido embora e nada agora restava a não ser cinza daqueles corpos.

-Ah,espero que eles tenham se acertado,me fariam feliz caso o fizesem.

Palavras em lebranças aos meus dois queridos e como nunca antes fiquei feliz em está novamente naquele lugar sagrádo para mim.Chegando ao palásio tudo estava silêncioso,a única coisa que eu
pude ver foi aquelas tochas ardendo nas paredes e a não restar ninguê.As mulheres tinham saido e subia as escadárias para ficar sozinha.A presença das almas foi o meu chamado para o descanso,no
acolhimento me dei a pensar em como tudo tinha sido,meu coração ardia em felizidade pela volta,ao meu pranto me contive.

Os jarraros estavam lá,nada tinha acontecido a eles e assim as almas jasiam adormecidas sempre a emanar suas presenças,a prateleira sempre limpa,vi que Rhiannon tinha realmente cuidado bem do
palásio,se tornará uma mulher muito conhecida,na volta pude ouvir sussuros sobre ela e isso foi o que me levou a ter esse pensamento.Ao que pensava Lunnes e Rhiannon poderiam sim ter bridado,porém
sabia que na condição de serem tão jovens não espariam da emanação sentimantal.Meus olhos estavam fechados nesses pensamentos quando ouvi a voz delas.

'Vá até eles e tenha a resposta de que deseja Thalwa...Anciavamos por tua volta,veja por si mesma tudo o que acontece,es imaculada e assim a imortalidade seguê.".

Foi o que fiz,me levantei indo até a varanda e avistei a parte superior a densa lapide a descer para o andar de baixo,dava uma volta e avistando a varanda do quarto do Lunnes pude saltar facilmente
a sair sobre os jarros de plantas,realmente dava para ouvir aquelas palavras,séra que todo esse e doloroso tempo téria sido o bastante para ele?Ah!Concerteza não,os critos eram a resposta,tão altos
que meus ouvidos sobrenaturais doiam,levei meus dedos a eles e assim pude deixar a dor de lado,a nitida dor pelo som passará e me mantive observadora por detráz da densa lapide da varanda,todos
os jarros me escondiam e lá estava a sena fatal tanto a Rhiannon ou ao Lunnes,que se entregava a não discutir nem um quisito dos acontecimentos,algo inesperado.

-Adoro você Rhiannon,mantenha o vigor querida,sairemos dáqui sem forças

Ele critava de tantos orgasmos ao fazer amor com ela daquele modo,mantinha Rhiannon presa as paredes a simplesmente suar naquele ritimo,dava para ver os pés delicados dela,as pernas muito
finas,perfeitamente belas,Rhiannon era uma jovem em prol de seus pensamentos,Lunnes não iria na condição de homem e de seu amante deixar áquilo lhe sair das mãos,as mãos de Rhiannon aos
seus ombros quase lhe cortavam a pele,apertava tão forte que ele realmente não conseguia conter os critos.

Mantinha o ritmo da transar frenética e ela ia pedindo mais,mais até chegar naquele espasmo do seu prazer esperado "E bom,realmente e voraz!".Nunca vou me esquecer de como ela véio a critas essas
palavras,Lunnes a cravejava com aqueles beijos fortes,onipotentes em malicia em sua boca e ela ao seu desejo se mantinha agarrada a ele.Será?Ah!Anciava para saber no que isso podéria dar,sentia os
planos de Rhiannon emanando em seus olhos.

"Ela sabe,ela sabe realmente o que fazer! Será que e isso que penso?Zeus!!!".Esses pensamentos critaram em minha cabeça,Rhiannon descaradamente tinha usado as soudados,o tomento e por fim
a dor de Lunnes para aquele ato.Agora a última coisa que tinha visto e as mãos dela jogarem todo o cabelo dele para tráz,o brilho dourado forá um cintilar de momento,ele passará as mãos pelos os
seus ombros e a empurrou contra as cobertas,cairam por cima daquela maciez inesperava junto ao abraço descunal.

Ele voltava a mantet todo impacto daquela transa inesperada,gozava até não suportar a dor,não eram só critos,porém palavras indecentes que ela mencioana que o deixava assim "Vamos Lunnes,mete tudo
o que tem entre as pernas até não me restarem forças".Zeus,o nome do pai dos deuses não sai da boca. Meus lábios abertos em espanto e pude me retirar,chegado ao meu quarto naquele salto aquase critei de
impacto,realmente ficará desconsertada ao me deitar sobre as almofadas "Nossa,gente do céu!O que eles não fazem.A juventude de hogê e macabra".Sussuros envoltos nesse espanto,fiquei assim,me deixando a
tomar por esse impacto,realmente diria que forá macabro "Ela sabe...Rhiannon tem seus planos diabolicos a fazer seu desejo valer mais que tudo".


Foi um reencontro traumatico em meu ponto de vista.Uma atração tão mortifera entre Lunnes e Rhiannon que só esperava tudo deles,jamais,jamais em meus pensamentos pensava que tudo que ela decidsse ia
lhe trazer tanta convicção do que desejava ser.Uma chegada belamente encantada,fechei os olhos envolta naquelas almofadas e cobertas,continuava junto com a presença das almas me lebrando de tudo.Nunca me
esqueci disso,ficará marcado em minha memória,pensamentos traumatizados em prol da atitude dos dois demônios "A águia e o Lobo,de que forma podéria explicar?",cai em cargalhadas até me retirar para o fim
da noite no sotão e entrando no sarcofago só sonhos e delirios em meu retiro imaculado.
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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 62

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 13:48:56

Pude me acordar na noite seguinte,Rhiannon estava sentada a mesa,analizava e fázia algumas anotações sobre seus negócios.Hávia saido pelo corredor direito quando me deparei com essa
belissima sena,os seus dedos deslizavam sobre o papiro,ela se colocava a pensar em como ia continuar,se sentando seus olhos vieram ao meu encontro,usava belissimas roupas largas com
o toque de crisantelmo,o tecido fino dava um contexto belo as suas curvas ainda tão joviais,ela tinha arrumado os cabelos dando uma escovasão crucial para que o brilho se mantesse,todo o
negro se destava de forma obscura essa noite,a iluminação como sempre vinda pelo o fogo lhe fázia os olhos azuis brilharem em mágica.

"Thalwa,como fára os preços e peso do tesouro que Aodh lhes deixou?Sei que o imenso Báu lá jase em seu sotão e assim deverás avaliar os presos".Suas palavras me fizeram soltar um riso
enloquênte,ela tentava compreender isso,já tinha fortuna demais que sabia muito bem que eles iriam cuidar(Falo de meus filhos).Em todos os sentidos estava com imensas soudades deles,iria
aquardar paciênte a volta de Sépia e Ardônis.Rhiannon continuava a calcular,aplicar todo o preço em que devéria dar as mercadórias em seu negócio,Lunnes essa noite não estava presente e
provavelmente só voltária tarde.

Mergit's de forma imediata passou por nos ao entrar pelo denso portão do palásio,sentia que só téria tranquilidade essa noite as almas provavelmente desejariam conversar comigo,só não vim
a saber em que circustâncias.Começara a ajudar Rhiannon naqueles calculos,ela se dedivava a isso,trabalhar e pegar experiência tinham se tornado algo a fazer parte de sua vida em que ela
véio a tornar maghifica,ia virando as folhas leves e levemente grossas e apóis terminar enrolou tudo junto e desferiu seu selo "Amanha tenho que levar isso,pena que não possa vela durante o
dia Thalwa,quando poderá passar um dia comigo?",seus olhos emanavam uma certa algustia,ela sabia de algo,porém preferiu ficar quieta,se tratava dela mesma,se sua própia pessoa.

"Posso lhe contar um segredo Thalwa?Tenho medo de morrer,incrivelmente tenho esse medo ao nunca saberei quando acontecerá,tenho dezoito anos e mesmo assim me sinto uma pessoa que
nunca descobrirá para aonde caminha".Palavra assustadoras em todos os sentidos,quiz chorar,a sua palavra forá forte demais,saber que Rhiannon pensava desse modo era traumatizante,pude
ver aos poucos aquele segredo se revelando,porém me silênciei devido a pequena alegria,viria a saber com o tempo.

"Rhiannon está tramando algo contra Lunnes?Não me neguê linda menina,me fala,falas tudo para mim".Ela riu maliciosamente,deu para ver aquelas covinhas em sua face,justamente sobre toda a
bochecha rosada e sedosa,quardando o rolo das anotações sobre o colo,pode pegar minhas mãos e dar a leviana indagação que anciava saber "Thalwa por quê acha que me escondi com Lunnes na
noite que se seguil? Ah!Eu sei querida Thalwa,sei que posso ter um filho que desejo tanto ter".Uma voz forte junto a delicadeza de uma rosa mácia,me levantei dando a volta sobre a mesa sentando
ao seu lado.

-Rhiannon,como acha que ele se sentira? Como conseguê faze-lo sem ele saber?

-Meu segredo querida Thalwa,tenho mais três noites para tentar,e curioso,porém eu sei como meu corpo fala comigo mesma,todo humano agê dessa forma: Puro instindo de alma junto a
cede por vida..

"Estas certa querida Rhiannon,não tinha vossa razão".Iria ter um ataque por essa realidade está presente? Jamais!Nunca em nem um momento deixária de apoiar Rhiannon,ela concluil dizendo o
motivo sério de considerar Lunnes tão ultrajante para ser o pai de seu filhote.uma realidade em que me assustará de todo modo "Ele e extremamente saldável,tem os impactos de beleza junto
ao modo obseno de ser,sem falar que Lunnes e um feitige entanto que posso mar por completo". Maldade,pura maldade em declarar tais palavras a mim que me tomei pelos delirios de rir sem
parar.

"Ah,sim,ele realmente morrerá por isso!".Ela sabia que sim,se deixou tambem envolver naquele momento de gargalhadas,ficamos nesse ato por um longo tempo,minha meta apóis isso era ir a
caça nas montanhas.Desde que chegará a cede sempre ardia,isso eu considerava delicioso,vim a me despedir dela que voltará as suas cruciais anotações de negócios,tinha me deparado com
o Lunnes que tinha acabado de chegar.

O vi saindo a quadra,logo quando desci a imensa escadária,a faixada a um imenso tempo ainda era mantida com todas aquelas plantas,jarros,belissimas formas de folhagens,ele me abraçou ao
parar a minha frente,beijei seu rosto doce,tinha mudado tanto!Como isso me doia.Ver Lunnes a envelhecer,crescer e se deixar tomar pela vida mortal,um homem propiamente dito a paira sobre
a minha pessoa que o observava em quase choro por isso.

"Lunnes? Desejava vir comigo? Por favor,se sente tão magoado por algumas lebranças tente se introduzir em seus sentidos aguçados".Ele me queimava diante da leve frieza que o tinha toma-
do desde que matará o General Romano,algo em que apesar do tempo,nunca se esqueceria.Sua angustia ainda corria em seu corpo,olhava como estava belo essa noite trajando túnica branca a
dar um toque de prateado nos detalhes,os densos cabelos loiros e lisos caiam as costas,a frente do rosto olhava as meixas caindo em esmero aos ombros.Particulamente encantador,uma face a
ser completamente jovial e limpida.Nosso Lunnes,inesquecivelmente nosso Lunnes em alto teor de juventudo.

Ele derá a volta entrando no salão,pude ver como Rhiannon se levantau da mesa enchendo seu rosto de beijo,esperava tudo deles,pena que ele não conseguia falar abertamente ainda sobre o
caso com o general apois tanto tempo,sai as ruelas ao atravessar os dendos portões.Dair por diante só séria a densa procura da caça nua e crua que todo imortal aprecia.Meu sorriso era bem
maléfico diante desse ato,sempre era assim,em nem uma caçada deixava de me tomar por toda a obscuridade em que somos induzidos a ter.

Casei pelo longo da noite,toda a forma extensa forá como um marmore a cair em cima de todo o meu corpo.Quando tudo terminou pude voltar,Rather e Mergit's presentes ao estarem senta-
dos a escadária conversando sobre qualquer assunto.Não conseguêia compreender,mais tudo o que apreciava começava a ter um tom de pura despedida de vida,porém vim a quardar toda a
sensação dentro de mim "Thalwa? Vá observar,de modo amedrontador eles não se desgrudam".

"O que deseja falar com essas palavras Mergit's?".Seus olhos claros passeavam pela neblina a frente da imensa quadra,Hades e petalon estava esticando a musculatura ao andarem comendo
a pastagem nas ribanseiras,algo unisitado que amava presenciar,Mergit's mantinhas as mãos ao rosto delicado e rigido pela expresão fria "Amor querida Thalwa,Rhiannon está disposta a tudo a
fazer filhotes". Arquei minha sobranselha,dei a volta tendo a certeza que mais uma vez os dois estavam trancafiados no quarto dela.

-Incrivelmente inesperado,ela e insistente,disso eu tenho certeza,pobre Lunnes,será pai contra sua vontade.

Pude dar uma pausa ao estar de frente para aquela porta,estavam lá dentro conforme Mergit's me citou,como não pude entrar devido a trave pesada da porta,abaixei meu olhar tendo toda a
visão por uma brecha,tudo era muito nitido:Lunnes estava deitado de lado sobre as cobertas,a Rhiannon estava ao seu lado encostada junto a ele,de modo filho da mãe ele desferia aquelas
doces uvas em seus lábios rosados,algo macabro porque não sabia que Lunnes apesar de toda personalidade destruidora podéria cuidar tão bem de uma dama como ela,meus ouvidos aguça-
dos captavam tudo que diziam sem a minima falha.

"Lunnes,Lunnes,Lunnes...Vos digo que pode ter uma frieza de alto peso,porém sua estima vem a me dar a força nescessária a me manter áqui"

"Cale-se Rhiannon, se passar dessa porta tenha certeza que áqui nunca mais entrarei,séria um golpe contra mim".

"Tremendo moleque insolênte,trate a moça direito mal-agradecido".Sussuros meigos de minha parte ao continua observar:Os braços dele envolveram aquele corpo saliênte,delicado,foi com
um gesto pesado que Rhiannon começava a beijar todos os cantos dos lábios de Lunnes,fesria toda queima de um desejo arduo fazendo com que as mãos dele apertassem aqueles cabelos
densos e negros que ela tinha,uma lebrança inestimavel já que a entrega agora sim em toda a minha opinião foi completa.

Ficaram nesses beijos doidos,corroentes de dor por um tempo,Rhiannon queimava por Lunnes aplicar aquelas leves mordidas nos ombros dela,ombros tão frageis que um homem facilmente
podéria quebralos sem perceber,e Lunnes continuava,ia continuando até que deixou aqueles e suaves dedos longos correrem em direção entre as pernas de Rhiannon,beijava o pescolo dela
mantendo aquele deslize de puro toque de ceda.

Ela ia queimando,queimava com esse gesto,ia suportando até aquele momento de deixar seus lábios se abrirem em um crito leviano,não suportava mais,absolutamente insurpotavel para sua
queima completa,por um arduo motivo puxará Lunnes contra si,mesmo contra sua força fázia o Lunnes soltar aqueles leves delirios.Por quais motivos ele se sentia desse modo?Ah!Uma caltela
sem tamanha dimensão e mesmo assim se deixava fazer amor com ela daquele modo.Tomado por sua loucura,contido por todos os sentidos corporais.

"Hum...Por quê me mantenho áqui?Zeus! Daime uma resposta pai do Olimpo".Risos vindo,pude continuar atenta a observação:Rhiannon agora estava por cima dele,as pernas realmente muito
bem aplicadas,delineadas e belas se abriam na altura da cintura dele,uma delizada de menina a se deixar tomar pelo sentimento que ela sentia por ele,um sentimento tão puro,verdadeiro sobre
todos os sentidos e instantes que viviam juntos.

Percebendo que ele iria critar Rhiannon colocava seus dedinhos meigos sobre seu rosto,assim ele ia se acalmando,voltando a si,ela prendia aquela queima por um bom tempo,conseguia controlar
seu corpo muitissimo bem,estava certa,téria que ser assim mesmo.Desse modo curvava as mãos a apoia-las sobre os ombros de Lunnes que segurava sua cintura realmente delicaca,e dando toda
continuação o total osgasmo chegava,Rhiannon curvou seu corpo sobre ele,beijava sua boca,foi ai neste momento que sai do lugar me livrando da sena mortal.

-Mergit's,Mergit's!

Um leve crito ao sair pelo corredor e sentando ao lado dela e de Rather podemos ficar junto nesse momento insolênte,claro que comentei,ela tinha me pedido para presenciar e tive que opinar para
ela saber do que pensava "Por Zeus minha irmã,tadinho do Lunnes,tadinho!Apenas lamento que a sua pessoa sofra tanto nos braços dela,da linda Rhiannon que e encantavel".Ela riu,um riso doce a
me fitar naquele olhar brilhoso,Rather estava abraçado a ela,acariciava seus densos cabelos ruivos e tão belamente andulados naqueles cachos brilhosos.

"Eu sei que sim querida Thalwa,estaremos áqui quando o filhote nascer".Ficamos assim,nos olhando, analizando todo contexto,apreciava ao lado de meus dois irmãos aquela neblina perfumada,a noite
ia passando,ia nos tomando e conforme iamos nos lebrando desses três anos de guerras chegamos a chorar,após acreditem meus queridos.Choramos sim,conversamos nesse choro de pensamentos e
imagens vindo a mente,tudo se passava,tudo que haviamos presenciado debatiamos friamente sobre a dor,magoa,ah!Uma noite tão intima em conversa entre Mergit's e Rather,primorosa em poder estar
diante desses semi-deuses encantadores.


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O som das trevas-Cap 63

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 13:51:56

Forá com três semanas que Lunnes forá pego de surpreza com o acontecimento que o levou a loucura.Únicamente em uma noite de Terça-Feira passada apóis essas três semanas que nossa
Mergit's começava a ter as respostas,estava inrritada porém tinhamos aproveitando que nosso Rather hávia levado Lunnes para uma noite de bebedeira(Nesse sentido e claro que não ligava
para esse ato insano).Rather sempre agia desse modo: Lunnes com magoa?Chateado ou com depressão? Vinho em Lunnes,era sempre assim que ele nos respondia,e desse modo,durante a
noite inesquecivel Mergit's me chamava a porta do quarto.

Estava lendo e repassando alguns textos,aproveitava assim as formas gramaticais desses tempos antiguados para captar as formas de escrita,sentada a mesinha perto da varanda passei o
olhar a ela que estava instaghada com seu olhar critante ao me chamar "Irmã!Saia dai e pode vir comigo".Me levantei em um sobresalto,olhei por um último momento para os cinco jarros a
jaser naquela prateleira sempre limpa por mim,sorri ao ver o limpido brilho na porcelana deles e tomando a respiração dava passos junto a Mergit's saindo ao denso corredor tomado por to-
das aquelas tochas nas paredes.

Ouvia o som desses passos "Rhiannon passa mal,se inrrita com a verdade:Ela ódeia saber que tenha dado certo".Ela estava justamente no salão de banho aonde a banheira de puro marmo-
re jasia a sua frente,a encontramos junto a parte lateral de um apoiador,suas mãos a davam a plena estabilidade "Podéria morrer por isso,um erro sem preço!".Estava tão furiosa que fez os
mantos cairem ao chão,jogou aqueles jarros chéios de água contra a parede,realmente poderia cometer um erro que a levária a perder o bebê.

"Rhiannon! Calma!Não faça nada brusco que a leve a perder a criança!".Mergit's teve que segurar ela pelos braços,estava chorosa agarrando-se a Mergit's.Virá que estava emocionamente a
beira da loucura,os braços da imaculada Mergit's a seguravam firme,me sentei sobre a borda do marmore esbranquiçado,olhava em seus olhos azulados que brilhavam com as labrímas transpa-
rentes,ri com esse ato,tinha certeza que ela suportária,era forte e convita por isso,apenas estava nitidamente forá de si.

"Não se preucupe Rhiannon,vá descansar,quando ele chegar falaremos com ele e se vier a ouvir barulhos altos,isso e a resposta de que ele odiará a notícia".Seu espanto foi imediato,porém eu a
meu modo ia desferir esse contra-gosto em Lunnes,Mergit's estendia um pano fino para Rhiannon que limpava seus lábios,tinha passado tão mal que sentia algumas dores no rosto,não que fosse
desmaiar por isso,porém o vomito lhe corroia o estomago.Inesperadamente mais fragil do que a minha pessoa imaginava.As duas damas tinham desaparecido ao subir a densa escadária para o
meu quarto,lá nossa Rhiannon iria se recolher em descanso,apartir dai me dei a esperar que meu Rather e Lunnes chegassem.

Me inrritei profundamente pela demora,me mantinha sentada a escadária do palásio,mãos ao meu rosto e os pés batendo sobre o asoalho do chão,visionava os mercadores passando,o céu estava
chéio de estrelas na escuridão plena e como um feixe de sombras Rather e Lunnes atravessaram os portões,caminhavam devagar,subiram pela borda da escadária e por um momento tive que vir
a fechar meus pensamentos.Ah!Lunnes estava bebado,tão bebado que nem sentira que começava a explicar a nova situação "Lunnes!Me ouve seu moleque!Rhiannon vai ter um filho,volte a si para
ir falar com ela!".

-Lunnes não está ouvindo Thalwa falar? Volte a si homem!

Eu e Rather continuavamos a sacudir Lunnes pelos ombros,quase chegamos a rasgar a túnica de cor negra que ele usava nessa noite,a faixa vermelha sobre a cintura andulava nesse impacto,os
seus olhos começaram a lacrimejar,ele se sentou a beira do chão,aqueles ombros sacuriam com o choro a vir descontroladamente,já tinha visto Lunnes abalado,transtornado em todos os sentidos
inimaginaveis,mais não ao ponto de chegar naquele estado "Ah!Sou uma merda mesmo,pode vir a me queimar Thalwa.Que tipo de pai serei?Um destruidor?Ah!Séria melhor de caisse de escada abai-
xo".

Levou as mãos ao rosto,ficou descontrolado nesse choro até não aguêntar mais,levantou para poder tentar tirar Rhiannon de dentro do meu quarto,ele chegou a esbarrar em algumas porcelanas que ia
caindo ao chão se espatifando em estilhaços.Suas batidas na porta estrondavam pelo corredor,mas ela não repondeu "Sáia dai sua ingratá! Uma armadilha pervesa! Rhiannon tramou contra mim,como
eu devo me sentir querida?!".Ele voltou a chorar,não tendo resposta continuou a bater até sentir dor em suas mãos,cedendo pode se sentar ao chão encostado a parede.Instaghado até os mais infimos
detalhes.Chamará ela de ingratá,até neste momento!Lunnes pedira vinho ao Rather,já estava terrivelmente bebado e aquilo foi o últimado para pegar aquele pequenino baril de vinho e desferir todo
o liquido a boca.

"Dáqui não sáio! Vai morrer ai dentro Rhiannon,mais dáqui não saio! Ingrata!Arpia!".E foi assim que Lunnes ia se descontrolando ao ir bendo todo aquele vinho.E a última sena que me lembro antes do
nascimento de sua filha Kalawina.Ela nasceu apóis longo tempo,a noite nacia quando Mergit's véio a se desesperar com a Rhiannon critando naquela dor,corria entre os comodos do palásio,por não vir
a ter alcilio ela me chamou para ajudar,encontramos a meiga Rhiannon imersa naquela bela banheira de espadar,ah!Teria que ser áli,justamente ao nosso modo glórioso!

Tinha tirado minha túnica do mesmo modo que Mergit's que ia ajudando Rhiannon,graças que não tinha ninguêm presente,só nos três que ajudavamos naquele nascimento de pequena Kalawina,eu
vi a sua cabecinha pequena sair da mãe,puxei firme enquanto Mergit's segurava Rhiannon e dai a frente tudo foi facil,era meigamente um bonequinha de cabelos ruivos tão finos,chorava tão alto a
causar leve inrritação nos meus ouvidos,andava pelo raço da água com ela nos braços,Mergit's ia ajudando Rhiannon a voltar a si,recuperava as forças quando lhe entreguêi a menina em seus bra-
ços.

-Cuidado querida Rhiannon..Mulheres e meninas ruivas são obscuras

Ela riu com isso,desferia seus dedos sobre o rosto de Kalawina que tomava ar ao infar seus pulmões.As mulheres apartir dai iam terminando de ajuda-la,a levaram para seu quarto,dáli por diante apois
se limpar só esperava um sono profundo,pude estar ao seu lado quando começou a amamentar nossa Kalawina tão pequenina a minha visão,pena que não tivesse aberto os olhos ainda,provavelmente vim
a supor que seriam verdes,incrivelmente vesder.Passou-se uma semana para que quando viesse a entrar no quarto de Rhiannon que estava em recuperação pudesse ver seus olhinhos abertos.

"Verdes!Acertei em meus pensamentos Rhiannon!Pena que Lunnes sumiou,pode deixar,eu posso dar uma surra nele".Rhiannon arqueou as sobranselhas tão belamente feitas,sua voz para mim o
mesmo encanto esperado "Não,deixem ele em paz,provavelmente ancéia sofrer mais do que já o fiz sofrer".Risos maléficos,tão maléficos vindo de nos duas que para mim ela podéria pegar todo o
chicote para conclúir essa davida.Podia bater em Lunnes,por mim?Ele e que devéria sofrer,e como sempre figo: As mulheres devem viver e serem cuidadas,os homens?Ah!São fortes,assim devem vir
a apanhar na vida.

Que pensamento obscuro,não e?Lunnes chegará apóis o inicio da madrugada,Rather e que vinha tendo um denso trabalho em conforta-lo por esses longos meses,mal viu sua filha nascer!Uma certa covardia
que fez Rather ir leva-lo a força para ver Kalawina.Ah!Lunnes chorou em prantos ao pegar a pequena nos braços,ruiva a emanar aqueles fininhos cabelos de fogo,brilhosos e sedesos ao toque,olhava ela a
um olhar de raiva,porém com o toque de docilidade,passando os olhos a Rhiannon a chamara novamente de "Arpia,ingrata!Cobra!".

Todos esses termos devido a tramoia a ouvir tudo!Mergit's instaghnata meterá um tapa em sua face,ao que eu vi ele subiu com a pequena nos braços e ficou áli:Sobre as cobertas,a lua a entrar,analizando o
contexto da menininha pequenina,me sentei a mesinha observando,ele não quiz demonstar esse sentimento a Rhiannon,porém estava feliz,seu riso foi a resposta imediata ao ficar puxando os bracinhos de
sua filha "AH! Não espere nada de agradavel de seu pai,pena que seja tão atormentador".Hum...Posso ser mais clara?Não,ele não iria ser assim e começara a mimar muito Kalawina ao longo daquele come-
ço de relacionamento com a pequena.Em uma noite descidi ir ao encontro de Sépia e Ardônis,todo um inesperado tormento novamente cairá sobre mim,as almas queriam conversar comigo,porém só viria a
faze-lo ao chegar em Athena.Começara o preparativo para a viagem e esse tormento me corroia nessa noite artomentadora!

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O som das trevas-Cap 64

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 13:55:55

Tinhamos chegado ao palásio de meu pai Sharian,mesmo ele tendo morrido naquele enorme problema de invação Grarion estava cuidando muitissimo bem do lugar,era uma belissima e
ardua noite quando passei pelo lado oposto das ruelas ao lado de Mergit's e Lunnes que véio a ensistir que o trouxesemos para conhecer a cidade.Lunnes estava meramente belo em todas a
veste Celtica:Túnicas vermelhas claras de tecido finissimo a contornar as curvas,os cabelos ao encontro das costas,sempre o anel a reluzir em seu dedo com o encontro das chamas em que
as tochas provocavam.

Parando a frente da escadária Sépia me esperava,ela tinha sentido minha presença entre meu chegar e poder,estava linda essa noite,minha Sépia sempre a manter aqueles olhos viletas na
minha direção,quiz chorar quando pude abraça-ça,deilhe a notícia de que a filha de Lunnes estava viva,realmente tinha nacido com muita saúde "Fico feliz mãe,pode ter certeza de que eu e
Ardônis vimos e presenciamos tudo pela mente,mas quanto ao papai,sempre rancoroso com a pequena solidão que sente".Asenti com um aseno de cabeça,deslizava as mãos por sua túnica
branca,passando os olhos pelo Ardônis que tinha descido pude abraça-lo tambem,pelo que via ninguém suspeitava de quem eles realmente eram,mais foi a imagem de Grarion que me aba-
teu na alma,quiz chorar,porém me segurei friamente.

"Ah! E você Grarion?" Ele não respondeu,Ardônis e que o vinha guiando com as mãos sobre os seus dedos,muito jovem!Grarion era um homem muitissimo jovem,bonito por natureza,mas foi
o fato que me chocou.Olhava a figura dele parada a minha frente,a roupa no tom verde fora o meigo encanto.Ainda não tinha noção do enorme problema de que Grarion passava mesmo na
idade jovem e madura,me sentei sobre a mesa do salão deixando a bolsa de linho com os cinco jarros,Mergit's o pegará e subia com Lunnes para quarda-los,foi ai que perguntei o que tinha a-
contecido com Grarion.

-Não sabes mãe,porém perderá a visão,compreende? Papai não encherga mais,porém está com nossas pessoas,desculpe se não tinhamos voltado antes,mais esse foi o motivo.

"Ah! Isso me doi Sépia,magoa como uma lâmina minha querida".Ela sabia que sim,meu estado a presenciar Grarion sentado a minha frente forá uma incoghita,olhava nos densos olhos castanhos
e caramelizados,os cabelos muito bem arrumados para tráz em fios brilhosos! Grarion estava muito bonito mesmo,porém o toque de não vida no olhar foi a resposta;realmente estava sego,sego a
não poder ver nada.O própio Ardônis lhe serviu uma taça de vinho,a meta dos dois era ficar ao lado de Grarion,tinham sérios motivos,não podéria replicar,obviamente não ira força-los a desistir da
decisão de largar tudo.

Tinham o pai a cuidar!Um pai que precisava mais que nunca da presença deles!Deveria reagir?Não! Não sou egoista e penso com a alma e mente.Começara a aplicar todas a lebranças com ele,podia
me lembrar perfeitamente de Grarion tão jovem,belo ao modo que sempre foi naquelas aventuras comigo.Soltava risos diante dos feiches de imagens mentais "Querido,estou áqui,Thalwa está áqui".
Ele riu ao ouvir minha voz,estenderá as mãos sobre meus dedos delicados "Sei que sim,saiba que eu agradesço por telos deixado vir Thalwa,nada posso dizer ále disso".

"Ah!Sabe em que lugar estou,sei que sim Grarion,nada deve agradescer,isso foi apenas nada mais que uma obrigação de mãe ou amizade".Sentia que déveria ir,vim guiando Grarion a subir toda a
escadária,queria que ele conhece-se nosso Lunnes,Lunnes que realmente tinha vindo conosco,mas porém não tinha conversado com ele "O conhece? Sei que já comentaram dele,pena que não possa
vir a velo,ele está áqui em cima".Ele riu,dava para ouvir os meigos risos que Grarion sempre soltava.Foi passando pelo denso corredor que Mergit's abril a porta sentido a nossa chegada,tomava as
redeas de guialo,eu e ela o guavamos até Lunnes que estava analizando os cinco jarros,as mãos ao toque das costas bem curvadas "Thalwa,foi áqui que nasceu,não e?Belo lugar mulher.Depóis preciso
resolver algo com sua pessoa".

"Resolveremos isso mais tarde Lunnes,conte tudo a ele,Grarion deseja ouvir como e sua filha,por nos faça isso".Ele ssoriu! Como Lunnes ria diante disso,olhava Grarion sentando sobre as almofadas bem
confortantes e deliciosar,Lunnes fizerá o mesmo,eu e ele iriamos contar tudo que tinhamos vivivo ao longo desses anos,todos os momentos temerosos,Mergit's sairá chorosa pela sena,dizia em voz bem
baixa que se sentia mal pelo estado de Grarion,Ardônis a confortava e assim junto a Sépia e a ela foram descer "Mãe? Fique a vontade,o pálasio e seu,sabes disso".Tudo começou a ser dito,tudo o que a
vida que viviamos começara a ser dita ao Grarion que ouvia atentamente "Como e sua filha Lunne?Eu a imagino muito bela,não e?".

"E sim Senhor Grarion,belo cabelo ruivo coma tonalidade extremamente vermelha,os olhos verdes ao ponto de esmeralda,ah! Provavelmente uma bela Bruxa será,acho que não compreende,não e?O nome
dela e Kalawina".Grarion riu,Lunnes tocava seus dedos esperando ele responder e sua resposta forá a uma malicia inesperada "Não!Não o acho louco Lunnes,jamais pensária dessa forma menino,estamos a
um passo de uma erá de trevas,não e?Acredito em bruxas e feiticeiras!Afinal,o que os Deuses vem nos ensinar?Poder!Glória e um toque de respeito pela condição humana!".

-Ela ainda e muito pequenina Grarion,vai crescer,porém?Ah!Uma vida a viver e pretendo estar ao lado dela,pode ter certeza disso,mesmo na morte.

"Belas palavras,assim que deve ser,pena que poucos os jovens pensem como você amigo".Lunnes véio a visionar os cinco jarros,tériamos que deixar Grarion a sós,sentiamos que ele queria descansar,então
o momento chegara.Uma dor amedrontadora passara-se por mim,deslizei meus dedos por eles quando os peguei junto a prateleira,Lunnes atendeu ao pedido de Grarion "Descanse,voltamos dáqui a aguns e
altos momentos,ai continuaremos a conversar Grarion,e só nos procurar".Grarion riu,deitava sobre as amofadas e caiu no sono imediato,o olhar de Lunnes era constrangedor sobre o que seguravamos.

"Thalwa,deixe isso querida,nada podemos fazer,o que será que elas desejam?".Não sabia,sentia que as almas queriam conversar comigo,porém em lugar reservado,saimos pelo corredor denso descendo toda
a escadária,avistamos Mergit's e Sépia sentadas colocando todo assunto em dia,soube que Ardônis tinha ido pegar várias uvas,vinhos e queijo para Grarion,Grarion que sempre amava essas delicias da vida!
Eu e Lunnes passamos ao lado esquerdo da mesa,quando nas ruelas começamos a procurar colinas com as esmeras montanhas da Grécia.Uma noite levemente chuvoca e quênte,

"Eu quase consigo saber Thalwa,quase consigo ver o que elas querem,sei que um tempinho estão tendo a ousádia de lhe perturbar".Lunnes citava essas palavras enquando subiamos as colinas e avistando um
tenso campo de grama fresca que nascia devido a chuva quiz chorar,Lunnes de um modo amedrontador me sacudia pelos braços,pedia para não faze-lo "Esqueça querida,tenho medo!Não compreende?Tenho o
medo delas!".Tinha que saber,tomei a coragem e simplesmente deslacrei os cinco jarros a minha frente. O aparecimento das almas forá imediato,jasiam sobre o ar,intactas ao tempo ao a qualquer outra coisa e
a resposta foi imediata,como critei naquele momento,critei de ódio e raiva por qualquer outra coisa em a qual se passava em minha mente.

"Lunnes!Pena querido,pena que sua vida tenha que ser nossa,Vai ser doloroso nosso Lunnes,mais vamos e iremos faze-lo,anciamos por teu poder'.

"Não terão poder nem um!Nem que eu morra por isso suas imundas".Era eu que falava,que tentava vir a segura-las e como aquela força foi desferida contra mim me vasendo desequilibrar ao chão,Lunnes pode
me segurar,olhava as almas o encarando naquele ato insolente "Querem poder?Querem poder?Tirem de mim suas sujas,prefiro morrer do que continuar áqui,era isso que queriam?Ah!Não sabem o que e viver
na condição humana".Mau respirava,o impacto tinha sido imenso e assim ele me segurava,vi aquela lâmina ser desferida contra seus braços,o própio Lunnes não tinha medo,pena que tivesse sido algo inespera-
do.

'Isso Lunnes,sua vida,absolutamente só nossa e de mais ninguêm'

Algo extremamente de puro horro,meu coração batia forte!Tentava segurar Lunnes que revidava toda a força das almas com a sua,aquele vento...O puro vento com a neblina que corria na direção delas,nosso
Lunnes a dar passos pesados em sua direção "Façam!Pensam que tenho medo da morte?Eu batalhei nas procuras insesantes por ela!".Ele critava e ao mesmo tempo tinha largado a lâmina de lado,o sanguê ia
escorrendo de modo a tirar sua força "Para que isso?Para que isso Lunnes?!".

O segurava pelos ombros,puramente pelos ombros avistando as almas ultrajarem aquele sanguê sobre o chão humido de terra e grama "Vida querida,elas precisam de vida,puramente vida para virem sobre-
viver as guerras que virão,o sanguê contém vida,o sanguê de um bruxo mais ainda,puramente vida que irão deixalas mais poderosas".Ela apagaou!Tinha desmaiado e o modo como elas me olharam foi como o
ataque de cobras.

"Agora vocês saiam dáqui!Saiam!Sumam de minha vista!".Elas me fitavam,caira sobre aquele chão para repensar em todas as coisas,tudo que tinha vivido se passava em minha mente,uma mente que estava a
beira da loucura nesses acontecimentos,não só chorava e sim absorvia que tipo de conhecimento podia a ter diante de tudo "Ah,Lunnes,meu Lunnes,nada lhe irá lhe tirar de mim querido,não mesmo se e o que a
sua pessoa pensa".Puxava o meigo pelos braços,beijava suas mãos sujas por aquele sanguê.Lunnes para se manter firme pode se sentar caindo sobre meu corpo,mesmo fraco e retalhado não cedia,isso jamais.

"O preço vai ser imenso meu Lunnes,porém isso não permito".Beijava seus cabelos sobre aquele ato para poder sentia sua garganta sobre minha boca,ele respirava meigamente sobre meus séios enquando vinha
a continuar aquela absorção do sanguê que lhe restava "Era isso e muito o mais Thalwa,muito o mais que véio a pensar minha Thalwa".Ele se rendia a mim,não só tinha feito isso para reconstruir a força das almas
e sim para se livrar do poder,o puro poder que o artomentava pela vida.

"Estou triste meu Lunnes,imensamente triste".Nada lhe restava de vida,olhei para as almas que estavam absorvendo aquele sanguê sobre o chão,bebiam friamente retirando a força,seus olhos esbranquiçados a
me fitar enquanto largava o corpo de Lunnes sobre o chão,desferia meu todo meu sanguê sobre seus cortes os fechando a deixar a pele intacta "Voltará,disso eu tenho certeza,mesmo que me odéie por isso,eu o
farei mesmo a dor me consumindo e depóis?Ah!Irei embora!Embora para todo sempre".

Continuei nesse ato até pega-lo novamente em meus braços e cortar a garganta,um momento de frieza a qual me rendéria ao sol que ia nascendo aos poucos,Lunnes se agarrava em mim,em meus braços vindo
a beber tudo que podia,ficou grudado junto o meu corpo naquele banquete desmensurado "Obrigada pela change de me livrar disso tudo,estarei áqui Thalwa,pode ter certeza".Seus dedos grudavam-se a minha nu-
ca apertando meus cabelos esbranquiçados,pude ver mergit's aparecer em prantos,ela de um modo eraivecido pulou em cima de mim "Não se aproxime!Sáia!".Não sabem como ela me puxava e mesmo assim não
conseguia me tirar do lugar "Não,isso Não Thalwa,largue ele!".Ela chorava inglal a uma avé,critava para os céus que o larga-se,passou seu olhar para as almas ainda se banqueteando com aquele sanguê chéio da vi-
da que anciavam ter para se fortalecer "Isso Lunnes,beba,beba até não conseguir".


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O som das trevas-Cap 65

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 13:58:47

Tudo estava perdido,a vida de Lunnes estava perdido,o desejo falava forte,finalmente quando nada se podia fazer diante do ato neutralizante Mergit's o pegára pelos braços,as almas não a
indagaram com nada,me pus de pé as fiquei olhando friamente "Leveno dáqui Mergit's,vá embora dáqui".Ela abanava a cabeça negativamente,chorava muito segurando Lunnes sobre seu
corpo,ficou junto a ele encostava sobre uma pedrá balançando a cabeça para não ir,virei meu olhar a ela para manda-la embora uma última vez,nunca ouvirá meu tom de voz daquele mo-
do sair como saiu "Vá embora dáqui!Suma!Estou dizendo para sumir!"

"Não!Voltará,não e?Thalwa?Prometa que irá ao nosos encontro no palásio".Não a respondi indo ao encontro da colina "Vá embora,não me faça perder a paciência com você Mergit's".Ela véio
a sentir as sombras a revidarem,queria ficar a sós com elas e assim Mergit's carregava Lunnes em seus braços ainda naquela morte corporal,me sentei sobre a grama ao finalmente poder vir
a estar sós com elas,me olhavam ao terminarem aquele banquete de sanguê,esperavam saber o que iria falar "Pensam que sou uma Deusa,mais não!Pensam que sou fraca,mais não!Pensam
que atenderei seus desejos sempre que quizerem,mais não!Tiraram de mim tudo que podia vir a amar e sabem o que irei fazer?Vejam por só!".

'Não faça uma loucura Thalwa!Não!Amamos você!Fizemos de você o que você e com toda honra do mundo querida.Por favor não pense em fazer o que pensamos! '

"Irei fazer! Me queima com sua glória,me queima com a infelizidade de terem feito isso!Ah!Como me fazem tristes! Imensamente tristes!".Estava ao pé daquele colina,pensava em tudo,toda minha
mente rodava naqueles pensamentos,elas tentavam se aproximar de mim,porem sabiam que se desse um passo infalso iriam provocar uma catrastofe já que o sol começava a nascer,estiquei os
meus braços a elas,minha túnica anadulava em meu corpo,todo o vento corria friamente na cireção oposta de nos todos.

"Não posso ser sua guerreira se fazem isso comigo queridas,não penso e não vejo dessa forma". Foi o golpe para elas que pularam sobre mim,caimos de uma altura enorme,tentavam me trazer
de volta e mesmo assim caimos rolando aquela altura,quebrei braços,pernas,únicamente os raios de sol começavam a nascer,elas critavam ao meu lado em desespero,faziam força para poder vir
a subir,não,não iria fazer isso.Lunnes tinha ido embora,Lunnes que de algum modo jamais viria a ser o que forá antes.

Me sentia triste,amargurava em toda alma,fiquei parada na borda da imensa colina,meus braços contra a terra,as almas arancavam minhas roupas,elas cavavam a terra para me jogarem lá den-
tro,isso para proteger a mim!Não só critava e agiam daquela forma,não compreendia e mesmo a visão me trazendo tal sena ficará imensamente a padecer naquele ato.

'Não vai acontecer,não faça isso conosco Thalwa!O poder não pode ir embora!Não chegamos áqui para tudo acabar! Desculpe Thalwa!Nos desculpe'

É elas continuavam a cavar a terra,passei meus olhos sobre o horizonte,o dia ia chegando trazendo aquele calor,a sombra negra começava a recuar sobre a sombra branca a tomar seu lugar,soltava
risos maléficos em meu choro consternado,as mãos e unnas enfidas na terra bruta "Isso!Cavem a cova para meu fim!Nos encontramos no inferno".Meus risos começavam a ficar mais altos,o dia ia
tomando seu reinado e finalmente o calor ardel,minha pele começava a queimar com o impacto da chegada da manhã,algo imensamente aterrador e doloroso!

Nada consegui ver naquele exato momento que meu corpo queimava,apenas meus ouvidos vinham a captar os critos das almas,elas critavam,tentavam de qualquer modo me enfiar naquela voca,mas
nada adiantou,carbonizada e chéria de queimaduras eternas,esse forá meu fim.Única coisa que vim a sentir antes de minha mente apagar foi que foi um dia inteiro na queima de sol,as almas sempre a
emanar seus prantos e choros,caiam sobbre mim,ultrajavam meu corpo tentando de qualquer forma a impedir a queila e não!

Só na noite seguinte senti a presença de Mergit's e Lunnes já trajado com a força,carreram meu corpo acima e nunca mais me dei conta ou sequer voltei a minha conciência.Tudo que me me lebro e i-
sso e pensando agora enquando finalizo essa parte da história antes de ir a atualidade,vejo que meu corpo se recuperou naquele denso gêlo..Conclúo dizendo que duarante os quase três mil anos que a
qual jasi naquele sono ele ia se recuperando até finalmente acordar naquela maldita noite em que eu vim a me deparar com Lestat e seus companheiros.

Esse e fim de minha história e agora?Pensem,analizem!Passo a seguir para a atualidade,vou e irei sim dizer tudo o que aconteceu apois aquela traumatiza fuga...Saiam desses delirios meus queridos!Vão e
sejam guiados por mim até o presente.Fecharam os olhos apois o fim de minha vida?Sim,façam isso e assim cheguêm até aonde me encontro neste momento ainda escrevendo essa história..

Numa linda mansão a beira do Mar Meditérraneo,continuo a deszar a pena e antes de tudo quero vos descrever como essa linda mansão e é e claro que Louis está sentado agora naquela linda cama,observa eu
deslizar minha escrita sobre o papel puro:A mansão a frente do visão do Mar e puramente feita de vidro a brilhar pela noite,o quarto simplesmente e denso,imenso em decoração veneziana ao toque grego,quando
se entra pela mansão pode-se ver as lápides da Grécia a lhe dar apoio nas bases.

Densos quartos com camas,abajures delicados sempre a espera se serem ascessos,a sala de entrada e ao meu olhar um encanto já que vasos,flores e plantas decoram os feiches de iluminação de luz fluorecente.A
malva da noite entra com a Lua forte,os raios lunares se econtram sobre meu rosto enquanto mantenho os ritmos da escrita.

E antes de tudo continuem meus queridos,continuem indagando esse pensamento e saiba que há um imenso sotão em que sempre me recolho,vos digo tambem que sempre dou pauda e volto a escrever como vêm em
meados da história.Estou áqui a dias e ao tomar folego levem a mente ao exato momento em que eu e Louis chegamos áqui!Ardônis e que providenciou tudo!Ele e que tinha mantido minha riqueza,fortuna e cuidado ao
lado de Lunnes e de Mergit's de tudo que tive e tenho.

Saibam que eles tinham até quardado meu tesouro!E que e claro fiz com que vira-se uma fortuna imensa.Os meus pensamentos estão frios,calculistas em vistude de Lestat enquanto me mantenho áqui.Mais isso que vim
a dizer e apenas uma resaltação do momento presente em que acamos de chegar!Vão mentalmente agora ao começo de minha chegada áqui apois a fuga,uma fuga amedrontadora e assim continuaremos a história até as
concluções serem feitas,enquanto isso?

Imaginem Louis ao meu lado,ele me olha,observa,sabem?Um olhar densamente azul.cinza,vamos seguir agora e assim tirarmos as dúvidas.Imaginem apenas que o impossível as vezes pode acontecer,isso sem dúvida nem
uma!To com sono mesmo nessa noite forte enquanto continuo a descrever os acontecimentos e assim passa já a parte presente em que vivemos apois meu acordar em "Gêlo De Sanguê".



SEGUNDA PARTE: O presente do inferno,redenção da vida e alma.


Eu e Louis tinhamos fugido naquela noite amedrontadora,sabem o porque?A resposta só vim a descobrir quando chegamos nessa mansão,Ardônis desesperadamente véio a me guiar para a
nossa chegada.Tinha me encontrado com Louis naquelas Colinas do Rio Grande Do Sul e como sabem apóis aquela traumática noite com Lestat.Tinhamos combinado de forma rápida,alçamos
voo imediato ao ele saber do que acontecia,ele estava transtornado e com o tempo viemos ao encontro dessa mansão que agora e minha com toda documentação moderna em que pude ter
ao reavaliar minha fortuna e nova documentão com identidade falsa e claro.

Não cometéria ume erro grave como sabem,quando descemos foi afrente da densa folhagem verde,a noite corria alta em Athena que agora e uma cidade moderna.Olhei o mar abaixo,as
dores sobre meu corpo eram imensas,Louis batia na porta desesperado quando me sentei ao encontro de uma cadeira junto a varanda "Abra a porta Ardônis!Por favor nos atenda!".Ele não
chorava e sim esbravejava em seu pânico.Ardônis abril a densa porta e assim se despedorá a passar as chaves para Louis que dava aqueles passos desesperados,a camisa branca fina vinha
a andular no vento,a calça jeans e botas negras um toque de perdição "Calma,não cometemos um erro e sim um ultrage que jamais esperariamos!".

Entrando vi que a mansão estava vázia,Ardônis queria saber de tudo,porém nada desejou vir a pedir naquele momento de pavor,agradecia por ele ter ido embora e feito tudo por mim,Louis ia
saindo a procura de panos,água,qualquer utensilo que me ajuda-se,chorava bastante,quase vinha a puxar meus cabelos densos e negros "Isso e um inferno!Elas fizeram isso e sem me avisarem!
Ah!Novamente um inferno!".Levei meus dedos ao rosto em critos,Louis me entragava a tolha para limpar meu rosto que amanava tamanho pavor,ele respirava profundamente ao se jogar sobre a
proltona negra e mácia,seu desgaste forá imenso,suas mãos passeavam pelos cabelos negros ao toque do brilho que a Luz provocava "Mortos,tenha certeza disso,Maharet quando soubre pode vir
a desencader uma guerra,união de sanguê,como as almas fizeram isso e sem teu consentimento?" Um embargo de dor junto a mim,simplesmente isso.


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O som das trevas-Cap 66

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 14:03:26

Precisava de um banho,minhas roupas estavam em frangalhos,o meu estado em si podéria vir a considerar um cataclisma.Pegando as mãos de Louis fui ao meu quarto,ele mesmo pode vir a
acender a Lus suave e limpida do quarto,a cama realmente perfeita com os lençois para mim a pura perfeição em sua tonalidade vinho-escuro,as densas janelas de vidro saindo para toda a-
bertura da varanda,muitos jarros de flores cintilavam em sua decoração,garanto que dá para ouvir o barulho do Mar Mediterraneo quebrar nas colinas abaixo,a paisagem estrelada foi meu
toque de paz.Louis sentou-se a beira da cama me observando ainda sentada na proltona branca,seis olhos azulados passeavam,estava voltando ao seu controle apois essa chegava,sua voz
a emanar de uma forma forte e rouca no desgaste da corrida contra o tempo.

"Thalwa?Você acha mesmo que possa ter acontecido má belle?Má chére o quê será de Lestat a vir descobrir tudo isso que véio a acontecer?".Compreendia sua pergunta,correta em todos os
sentidos,ele estendeu as mãos em minha direção,o anel de pura prata pode vir a cintilar com o toque em meus ombros,ele deixou a força rasgar a alça do vestido,vestido que se encontrava a
puros trapos na correria densa que nos tiveramos,não consigo descrever o medo que senti com os seus dedos longos e finos a começar a desabotoar meu vestido,estava tremula,muito temero-
sa a tudo que podéria vir,ele fes um gesto para que eu fica-se de pé,o que obedeci imediatamente "Fique de pé,isso mesmo Thalwa,não se deixe abater pelo meu medo tambem".

E assim seus dedos continuavam a desabotoar,iam deslizando desencaixando um a um até que o vestido se abril para ele poder deslizar suas mãos pela minha cintura,foi subindo até se encontra
aos meus séios tão delicados "Vá tomar um banho,depóis pode se deitar e preciso tentar encontra sua filha Sépia,acha que ela virá?".Não sabia com responder!Encostei minha cabeça sobre todo seu
ombro,Louis não estava amedrontado e sim aterrorizado em todos os sentidos,mente e pensameto a correr em sua cabeça,foi em um ato insano que ele de ajoelhou beijando cintura e assim se con-
sentrou justamente sobre meu ventre,algo feminino como mencionei antes,gosto desse termo para saliêntar tudo o que uma mulher pode ser capaz "Quem sabe!Apenas sei que o medo e corre sobre
as véias má belle!Terei pena de mim mesmo ao me deparar com ele,temo pela vida de quem pode vir a surgir".

"Não,não e por esse lado,compreende?Elas sempre me desobedecem Louis,não e a primeira vez meu querido,e nem será a última,deixei o tempo correr e poderei econtrar a resposta,não sabia
que elas poderiam enrrigar meu corpo com vida!Isso e únicamente inesperado".Ele asentiu com o gesto de que devéria entrar,me enrolei naquela toalha peupuda e mácia,uma sensação de pura
paz quando deixei a água quênte cair sobre meu corpo,o box ia sendo tomado pela fumaça que ia subindo no ar a deixa-lo pesado "Ah!Enrrigaram meu corpo com vida,por qual motivo viriam dar o
toque final?Preciso de respostas,como ancéio por elas".

Meiros sussuros pronúnciados enquando minhas mãos deslizavam sobre meus cabelos sendo bem limpos,Louis me esperava no quarto,sabia que ele iria sair,estava disposto até a encontra minha e
imaculada imrã Mergit's.Porém me fázia uma pergunta:Será que ele podéria ser tão cruel assim?Quanto tempo,muito tempo e nem vázia idéia se tudo podéria ser resolvido ao não,continuava no
vesvanéio enquanto terminava meu banho doce e imaculado,meu corpo estava quentênte,nada ao acaso véio esse acontecimento.

-Ele deve estar em desespero,tenho plena certeza dessa realidade.Quem sabe não queira me queimar ou ele própio morrer.Como elas foram atráz dele?Ultrajaram Lestat daquele modo!Por Zeus!A
sua alma deve estar em pedaços e ele nem se dar conta dos motivos!

"Thalwa,estou saindo má belle,posso voltar a qualquer momento".Não respondi a essas palavras de Louis,só em ouvilo me deixava triste,temerosa pelo seu estado espiritual,o maghinanimo Louis que
a contra gosto véio comigo.Não sabem como o considero um anjinho,puramente meu doce que eu adoro brincar.Foi o que descidi fazer nesse momento,sai do banho ao ter certeza de que tinha feito
o termino.Me sentia regorada!Finalmente livre de toda sujeira.Não,ele não iria sair agora,dei meus passos levianos a sair pela porta pesada trajada de madeira clarinha,realmente brilhosa como uma
pésola.

"Calma,está elforico demais Sr.Du Lac".Suas sobranselhas se arquearam,téria certeza de Lestat estivesse presente iria ultrar a nos dois,mais não.Louis séria meu,únicamente meu naquele desespero
e seu olhar continuava me indagando quase em pânico "Olha o que vai fazer comigo,Thalwa por que me olhar assim?!".Um tom de voz de pânico,ele andava pelo quarto,deu um pequeno pulo sobre uma
proltona,fez com que um abajur caisse no chão "Ah,não!Volta áqui seu moleque!".

"Não deves se comportar desse modo Thalwa!Não e o momento!".Do que adiantária?Já estava com ele em meus braços,ele se debatia como um gatinho pequeno enquanto mantinha todo o peso das
mãos em seus ombros,o levei a varanda em empurrões leves e graças que já tinha conseguido tirar sua blusa e restante das roupas,desvencilhava os braços sobre o ar é eu sempre mantendo toda sua
presão contra a parede,estava estaciado,quase perdendo o controle,mas o mantive em si,em sua razão.

Pena que ninguê nunca tenha descrevido como e sentir o perfume da pele tão cedosa de Louis,para mim um delirio maltino perfeito.Estava no ponto!Cruelmente pude deixalo no ponto quando desferia
aqueles beijos em sua boca,ele tentava revidar naqueles aranhões multuos e sua alma sofria com o impacto,como sofria,algo em que me trázia paz naquele sofrimento ambulante entre eu e ele,todo o
cabelo cabia em minhas mãos de tão macio e fino que e,os cachos mais que perfeitos,continuava ao puro impacto de manter essa figura agarrada a mim "Fuja e sabera quem eu sou seu filhote da noite".

"Thalwa precisa descansar!Querida teu corpo está fragilizado por essa vida correndo dentro se você e não acho que seja propicio o momento".Ah!?Devéria responder a isso?Claramente que sim e como eu
amei mandalo calar sua boca,calou-se friamente engolindo aquele tormento e me dei ao luxo de continuar agarrada a ele "Não sei em que isso tudo vai var Louis,porém?Fiquei comigo essa noite antes de
ir a procura de Sépia e Mergit'".Nada ele conseguia responder e na continuidade dos beijos ácidos pude despertar aquela queima no anjinho obscuro,e que anjinho.

Inumes vezes fizera Louis sofrer desse modo,na minha chegada a Nova Orleans e tambem na nossa e grandiosa estádia na mansão do Tompei e novamente nesse momento,ele não tinha força!Jamais viria
me segurar daquele modo que fizerá no jardim da mansão do ex.mongê como todos viemos a conhecer.O segurava contra a lâpide da varanda da mansão,realmente o barulho do mar quebrando abaixo
era como música,continuava e ia continuado até finalmente ele ceder por completo.Entramos ernome quarto em uma imensa falta de cordenação,tinhamos caido sobre aquela cama em um tombo que eu
nunca mais esquecéria.

-Isso!Adoro provocar até você não suportar,pena que sou uma das poucas a poder fazelo.Louis sua pessoa e realmente encantadora.

A essa altura já estavamos fazendo aquele ato insano,olhava para o imenso espelho sobre o teto,esse espelho corria todo o teto e podia delirar vendo a imagem de minhas mãos aranhando suas costas ao
toque maciço,observava minhas pernas abertas na altura de sua cintura,o modo como sua boca podia beijar meus séios,ele puxava os mámilos com pequenas mordidas dolorosas,o que me fázia arrepiar
até o último fio de cabelo,me deixei levar poe alguns leves beijos doces,beijava sua boca em todos os cantos delicados enquanto o deixava manter aquele ritmo de transa.

"Seja maliocioso querido e sempre estarei áqui".Não conseguia responder,apenas ouvi seu riso meigo ao pé dos meus ouvidos,tive que esticar as mãos para apertar aqueles travesseiros,porque realmente
estava chegando a um estado de orgasmos que tive que critar,meu crito ecoava pelo quarto em todo tom temeroso,aos poucos ele ia conseguindo,ia se deixando dominar essses espasmo descoordenados
em que sempre sentidos ao transar desse modo com alguêm,um leviano que foi como música,um doce que se derrete ao nos deliciarmos com ele,Louis se resume a isso na cama,na hora em que podemos o
dominar e telo conosco,conseguêm captar?Espero que sim e como rio ao descrever isso a vocês.

Sua face estava corada,avermelhada quando cairá de lado apertando o lençol,olhava friamente como os olhos de Lestat lhe davam a visão eterna,um sofrimento,porém uma decisão do própio em pessoa,tudo
muito perfeito,realmente muito perfeito.O vento rangia ao entrar pela entrada da varanda,me levantei o deixando deitado,tinha acabado com ele o deixando nesse estado de defensiva,me sentei sobre a mesa
de espelho quando pude colocar um roupão-negro,passei a faixa pela cintura e lá estava penteando os meus cabelos densos e negros,podia ver as costas de Louis pelo espelho,ele queria dormir,mais como?

-Devo pedir desculpas Louis? Querido velo assim me deixa magoada.

-Não! Preciso sair má belle,preciso ver Maharet,Sépia!Encontrar sua Mergit's Thalwa.

-Vá,como desejar,vá e espero sua volta,se chegar e não me encontrar e que estarei indo em direção ao palásio de Maharet e Mekare.

"Uma pergunta querida:Sente medo?Qual nome pretende dar?".Ri com sua pergunta,doce pergunta que me levou a virar minha cabeça num olhar queimante "Vamos ver,segredo".Novamente voltei a falar ao
sentir o impacto,adorava velo angustiado,ainda com o corpo queimando naquele desejo que ele tentava esconder dentro de uma caixinha de surpresa "Louis,União De Sanguê meu anjinho,não pertencera nem
a mim ou a Maharet e sim terá uma informalidade de andar entre os dois lado".

Ele asentiu,se levantou e novamente desferia o olhar naquela delicadeza de corpo e me questionava por quê Lestat nunca descreve o que acontece entre os dois em seus escritos:Os dois não se amam,sabem?
Quando estão juntos na casa em Noa Orleans eu garanto que podem chegar e do nada ouvir os temerosos critos deles enquanto se ama,Louis corre,e como corre por aquela casa quando Lestat está atráz da
sua pessoa,algo assim "Louis?Parei anjinho,não escapa!",como Louis conseguê responder?Jogando tudo o tipo de jarros que se tem a vista.

"Louis está cruel,pena anjinho".Novamente voltei a sorrir para ele que já estava se arrumando e indo de sáida "Conversaremos depóis,isso vai ter volta",Ah!Louis chateado,com raiva,algo inestimável para mim
que terminava de pentear meus cabelos.Ele passou pela porta a batendo crualmente,tinha ficado puto da vida pelo meu ato,ia a procura de Sépia junto aos meus queridos companheiros,me levantei e fui direito
a me deitar na cama,fiquei pensando,temia por Lestat,mais que tudo temia por tudo e a todos.Minha nova casa.

"O lugar e belo,será meu e dele,ah!Adoro está com eles,meus comparsas da imortalidade".Ri nessas doces lebranças,porém o sorimento corria pelo coração e sabia que sobre a mesa de vidro da sala hávia cheques
e cartões de créditos para mim,identidade nova,tudo novo!Minha fortuna quando Ardônis tinha avaliado era em treze milhões de Euros.Tinha valido a pena eles terem quardado meus tesouros e reliqueas e me levan-
tei indo a sala e me sentando sobre a mesa de vidro brilhosa decorada com jarro de rosas vermelhas pude começar a analizar todos os documentos quardados na pasta e assim esperava pela volta de Louis.


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O som das trevas-Cap 67

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 14:07:40

"Por Zeus,Ardônis foi rápido em agir,friamente tenho orgulho de sua frieza.Fez tudo direito ao preparar minha chegada".Meus dedos deslizavam sobre os cheques prateados,os cartões para
mim sériam feitige,ele me falará tambem por pensamento enquanto chegava,que os três palásios em que tinha morado na antiguidade estavam intactos e restaurados.Como vim a reagir a
ouvir isso mentalmente?Pura loucura!Quase enloqueci ao saber de tudo isso!De como ele e sua Sépia(Minha filha) tinham friamente se preparado e cuidado de tudo para minha volta.Jamais a
minha felizidade foi tamanha,mal via a hora de olhar para minha filha,agarra-la em meu abraço e beijar seu rosto.

"Querida estou com soudades,pena que não a tenha visto ainda".Estava muito debilitada para o meu choro sair por completo,porém ele véio,as lácrimas vermelhas caiam nessa lebrança e
assim continuava deslizando meus dedos sobre os documentos novos,claramente uma falsificacação alténtica no mome inesperado que áqui não pretendo citar.Passaportes a beira do jarro
com flores vermelhas,ao terminar e quardando tudo passei meus olhos sobre o relógio feito de pendúlo,ele balançava fazendo o tempo girar,me certifiquei que eram 3:00 da madrugada em
Athena e precisava me adiantar.

Indo ao quardaroupa vi que Ardônis hávia acertado nos vestidos de sesa,linho,algodão e lã.Ele tambem comprou botas negras curtas e londas conclúindo com sobretudos delicados e mantas
quase transparentes.Tinha pensando em tudo naquela presa inesperada e não tinha como vir a agradecer "Agora sim novos tempos,será que Lestat vai gostar disso?Espero que ele não venha
me queimar!Odéio homens ciumentos".Sussuros levianos e assim olhei aquela bota branca com botões pretos e a coloquei em um gesto delicado,como ja tinha colocado as peças mais intimas
já queimava aquele vestido de renda branco,uma delicia tocar aquele tecido finissimo,era de alça larga,porém curta e o deslizava sobre meu corpo abotoando os botões delicados e para finalizar
uma belissima faixa de seda negrá encontrada na gaveta e com um esmero a passei envolta da cintura.

-Preciso sair,alguêm vai morrer hogê.

Faminta,estava faminta e me deixei levar pelo sabor da caça essa noite,bati a porta de vidro na entrada e passando a chave pude sair pelo portão.Obvio que tinha quartas ao moso Tompei,eu
não deixária tudo a pá de invasores.Nas ruas de Athena o barulho dos carros era um olocausto tremendo.Dois lares e uma introdução queimante na modernidade,o que me deixava feliz com a
presença do anjinho negro delirante na procura de meus comparças.Lunnes sem dúvida jamais voltária a ver.Sabia que tinha ficado muito magoado com nossa despedida ao fim da Guerra Di-
vina,feri seu orgulho ao estár do lado de Lestat(Claramente o único ser vivo descedente de sua filha Kalawina e dele própio junto a Rhiannon e Samantha,sua mãe).

Não tive vergonha ou muito menos medo,compreendem?Nunca meus queridos anjos,amar como estava amando?Ah,raros os momentos e garanto que minha cabeça fervia e ainda ferve com as
lebranças mentais.Estava andando pelas Ruas de Athena e entrando em um grandioso Hotel eu transpirava aquele cheiro de humano mal,o malfeitor.Tinha parado no balção de visitas e como
meu olhar estava enraivecido claramente o atedênte nada quiz mencionar e me deixou subir na minha procura.

O cheiro queimava o faro sobrenatural,parando por um momento pude ver como minha boca tinha ficado tão densamente vermelha com aquele baton aveludado.Imprecionante,são feitiges de
feminilidade e e claro sou enormemente adepta a isso.Sempre a escrita grega a me trazer paz e felizidade,parando a porta do apartamento da minha vitma da noite esperava e pude destravar a
fechadura com o Don Telecinético,claro que nada me escapa diante de meus Dons e vos digo que não mencionarei todos porque segredos devem ser quardados,e claro que já demonstrei grandes
partes dele na Guerra Divina e tambem venho dando continuidade ao longo desse conto.

Andando pela sala vi que a minha vitma estava no quarto dormindo e ascendi a luz do lustre que brilhava pela sala de estar,subi a escada e como a porta estava aberta só me sentei em uma ca-
deira e esperei ele sentir minha presença ao acordar do sono.A Luz da Lua brilhava pelo quarto e coloquei meus ocúlos escuros,a lente-negrá brilhava enquanto o olhava dormindo,cabelos loiros e
curtos,a pele queimava.Esperava,espéraria paciênte.

Ele acordou ao ouvir o barulho de minha respiração,imediatamente ascedeu a Luz naquela escuridão iluminada pelo luar.Séria meu,o homem cai no chão quando me olhou,aquela imagem morta
a sua frente,o impacto da minha pele pálida foi o que lhe causou essa reação,meus lâbios alargaranse naquele cintilar vermelho,tive certeza que ele viu minhas pequeninas presas cintilar no riso
maléfico "Será meu alimento querido,pena que precise me alimentar e manter o desenvolvimento do meu bebê'.

-Arpia! Morta-viva!

O homem estava desesperado!Apenas foi uma questão de desferir minha mão a sua garganta e vir traze-lo a mim,solvia o necta vermelho,bebia me aquecendo com sua vida,ele estava agarrado nos
meus braços e quando já não sentia vida nele o larguei no chão e pude deixar algumas gotas de sanguê cair sobre aqueles buraquinhos na garganta os fechando e não deixando nem uma pista.Pulei na
varanda alsando voo pleno aos céus.

Chegaria em instantes a minha casa,será que Louis tinha chegado?Provavelmente não.Já era tarde da madrugada quando cheguêi apois várias caçadas,deixando meus oculos sobre a mesa de vidro senti a
chegada do dia,o que me levou imediatamente a me recolher no sotão.Acordei na noite seguinte,Sépia! Sim,ela tinha chegado.Ouvia a voz dela ao subir a pequena escada do sotão da mansão devidamente a
ser preparado para meu retiro,Louis esbravejava com ela,quase forá morto quando a tinha encontrado logo na parte superior da cidade,ela descaradamente ainda morava no palâsio de meu pai!

Como?Algo que mal-compreendia,ouvia as vozes entoando sobre o imenso salão lateral,no segundo andar da mansão,Louis estava transtornado e quando entrei Sépia pode me ver,seus olhos estavam muiti
esbugalhados,avermelhados pelo choro e nervossismo,estava de braços gruzados me observando com um gesto de desden mandara Louis se sentar,usava um vestido vermelho-escuro a mostrar seus braços
finos e delicados,as unhas clarinhas e os cabelos caindo sobre as costas,o negro cintilava de encontro na paisagem da noite e estrelas a ser vista por detráz dela,a bota curta um toque de perdição.

-E verdade!Pensei que era tudo mentira a ser contada por Ardônis,mãe! Me desculpe,pensei que ele tinha mentido!

Seus dedos delicados foram aos seus lábios diante do impacto,ela me observava,os olhos violetas passeavam me observando de um modo delicioso,se sentou na proltona-vermelha ao lado de Louis,desviara seu
olhar para ele "Sr.Du Lac,me desculpe quase telo feito em cinzas,agora sim admito meu erro".Era isso que durante o tempo todo naquela espera mais temia.Sépia era poderosa demais e claramente olhava as mar-
cas de ferimentos nos braços de Louis junto a pequenina queima de pele "Ardônis,se ele não estivesse no palâsio ela téria me levado a morte querida Thalwa".

Me sentei observando essas palavras sendo citadas por ele,meus dedos sobre meu rosto em um gesto de superioridade e risos "Me desculpe querido,era para ter avisado da inssenbilidade de minha filha".Ele soube
imediatamente,começara a explicar tudo a ela,tudo Sépia ouviamo modo como estava apavorada com toda indagação das almas,o modo como elas tinham sem nem percebermos preparado meu corpo e ao corpo de
Lestat para essa inssanidade "Puramente terror!Puramente uma impossição inesperada!".

Ouve um pequeno estalido das portas batendo diante do meu poder,estava chateada,muito triste,todos que olhavam para mim sabiam disso "União De Sanguê,foi isso que viu nos pensamentos de Lestat?".Ela podia
ler minha mente observando tudo "Sim querida,isso mesmo,isso foi o último cintilar de palavras que fim a ler em sua mente antes dele apagar em meus braços e me deixar desesperada".Ela asentia com a cabeça
em positividade,pensava,analizava "Mãe espere,se for realmente um bebê provavelmente ele e que téra que precisar de ajuda,não terá a capazidade de crescer normalmente,e nisso que penso,nem nele e nem
pouco menos em sua pessoa.E no bebê em si que ao que pude ver mentalmente terá o sanguê das duas linhagens,acho que essa erá a meta das almas,porém a pergunta fica:Como ele crescerá?!".

Louis estava neutralizado,passava os dedos pelo rosto,Sépia o fitava friamente quase querendo poder conclúir a matança "Não sabe como ele chegou,apenas apareci no denso jardim no palâsio que viemos
a nos recolher a tanto tempo,Louis critava enloquecido mãe".Por Zeus!O que era isso?!Um práságio?A Mergit's tinha que aparecer!Ela podia me ajudar e ai soube de algo que me fez chorar "Mãe?Ela desde
a sua ida naquela noite tenebrosa sumil e nem sabemos se está vida,compreende?Rhiannon!Grarion! Todos mortos por ela,em sua loucura enquanto tentavamos controlar sua pessoa,terrivel em todos os
sentidos".

-Uma desgraça?Pode-se considerar uma desgraça?Sépia me doi!Isso me doi!

-Nem sabemos como eu e Ardônis sobrevivemos a loucura dela enquando a viamos fazer Grarion em pedaços,enquando Lunnes a segurava naquela ida ao palâsio e assim dar fim a vida de Rhiannon,não
me esqueço,eu e Ardônis batemos muito nela e mesmo assim não adiantou e ela sumil enloquecida no crito teu nome.Desde então tentamos de tudo para preservar o que e seu e claramente conseguimos.

Tenha cuidado!Ah!Tudo muito doido.Por muito pouco conseguimos manter Kalawina viva,única coisa que me conforta até os dias atuais.

Louis estava estaghinado,pensativo e ouvia essas palavras terriveis saindo da boca de Sépia,ele ia se recolher na caçada,diante da conversa sairá descontrolo em seu medo,agora mais que nunca ele
não estava disposto a ir atráz de Mergit's.Sentia a presença de Maharet rodando algum lugar,ela ia saber de tudo isso?De todo esse problema?De como as almas sem avisar,sem pronúnciar tinham da-
do o poder e prepado a mim e ao Lestat para tudo isso?

"Tem medo de Maharet?Eu não,compreende?,mãe nesses três mil anos tudo que aprendi foi fazer nossa riqueza crescer como viu,tudo que aprendi foi a preservar e dar continuidade a linhagem de Lunnes,agora
?Ah!Lestat está ai!Únicamente ao que sabemos o detentor do sanguê de Lunnes,acho que ai está a chave compreende?As almas não iam escolher qualquer um para essa união de sanguê,as almas que se alimen-
taram do sanguê de Kalawina em sua morte?".Sépia sabia de segredos e os desferiu contra mim nesse momento tenebroso,assim continuamos a conversa,compreendi imensamente os motivos,tinha uma verdade
no que ela dizia.

"Espere!Únicamente espere".Silênciei com esse pedido dela,Maharet chegando,indagadora como sempre véio a ser,um inicio de noite maghifica.Passamos esse tempo corversando e ela me dizia como os três
palâsios estavam preservados agora,sempre tinham cuidado de tudo "Tudo seu,absolutamente tudo seu e saiba que estaremos áqui quando o bebê nascer mais aviso:Se Lestat enloquecer mais do que está eu
o matarei!Sem piedade mãe,mais o matarei nas mais crueis chamas que se possa imaginar".

Ela chegar,sim!Minha mente e avisa e ouvia os critos de Maharet no jardim da mansão,critava enloquecida por mim.Um crito de tristeza,melâncolia e desci para o primeiro andar,não estava furiosa e sim triste com
a sua furia de medo.Sépia fez o mesmo me seguindo,passou pelo porta a frente do jardim e pude ver ela andando de um lado a outro,tinha quase matado um dos seguranças na chegada.Ela puxava os cabelos a
me olhar naquele olhar tremulo de medo "Thalwa,está ai não e?"Saiu da sombra principal vindo em minha direção,entrou conosco e jamais conseguirei descrever como ela tremia,tremia como uma criancinha ao se
sentar no sofá a frente ao lado da proltona lateral "Ah!Tremo de medo,não o porque,sai da ilha em ascos de medo".Cheguie até a segurar suas mãos,Sépia observava tudo com atenção e recéio,Maharet nesse estado?
"Querida o que aconteceu?Diga-me,diga-me querida o que aconteceu".Maharet estava abatida,os cabelos de cor de cobre densamente ruivos caiam aos ombros e costas em cachos maghificos,o vestido negro muito belo
junto a sandália delicada,porém seu estado era catatônico "Não sei...As almas estão em degradação Thalwa,eu não sei como resolver isso,por isso corri até áqui,estão virando pó,poeira!Puramente poeira má belle e vos falo
que senti todo espasmo quando fugiu da mansão de Tompei,to tremendo por isso,me desculpe!"

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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 68

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 14:11:35

Maharet preferiu ficar a sós comigo,ela queria que pudesse explicar tudo,justamente o que eu iria fazer.Téria que ter paciência,afinal só neste momento e que minha pessoa consêguia jun-
tar as peças,Maharet foi para o quarto comigo,fechando a porta na chave sentamos na mesa da linda varanda que dá para uma paissagem belissima do Mar Mediterraneo.A mãe dos con-
denados anciava por perguntas e respostas perfeitamente justas,foi o que fiz.Tomei folego ao olhar nos belissimos olhos de Maharet,um tom azulado ao toque verde de folhas,belo,sempre
a mais bela visão de sanguê.

"Thalwa por favor má belle,me explique ao menos o que sabe,minha mente está correndo ao procurar respostas,por favor as dê para mim".Sentava-se de uma forma muito magifica,perna
gruzada em um gesto divino,me fitava naquele rosto indagando compreeenção.Minha voz saia de uma forma primorasa,o vento corria forte nessa varanda a céu aberto,um riso saiu de mim
de uma forma catâtonica ao falar "Maharet eu nunca!Nunca desde que essas malditas almas ao se encontrarem comigo passei por isso,tenha ciência que nem um dos meus filhos pode ter um
ser,afinal todos de corpos mortos,porém o que procuro saber e os motivos e como as almas,ao fazerem isso comigo planejam".

"Como assim?Elas tem o poder?Elas que tiveram o poder?E isso Thalwa?Falas que jamais foi fertil desde que recebeu o poder delas?Elas ultrajam ao seu corpo e ao corpo de Lestat para
fazelo?Elas tiveram essa ousádia Thalwa?Querida diga-me do que elas são feitas para eu poder compreender melhor,ai podemos encontrar uma resposta sensata".Perfeitamente nossa
Maharet,essa sim estava sendo nossa Rainha em seu controle e malicia,estava sendo ótimo estar com ela,ah!Admiro Maharet e sem dúvida nem uma tentária e dei a reposta sensata ao
que me véio na mente,estiquei meus dedos sobre suas mãos e citei de uma forma brilhosa.

-Sim,e justamente isso Marharet.Nunca,compreende?Nunca nem um dos meus filhos podem ter a capazidade,justamente como eu,você!Qualquer um que possa imaginar.Somos mortos
vivos sim,isso sem dúvida nem uma Maharet.Mais acontece que ao contrário de você que e forjada pela força do espirito que entrará no corpo de Akasha,minhas almas são feitas da po-
eira do Universo,ao que eu saiba e descobri,a poeira do cosmo e terra que restaram na formação do planeta e o que as faz e lhes dar esse poder..

Resumidamente Maharet: Minhas almas,as cinco almas podem fazer o que quizerem sem vir a pedir ordem!Podem dar vida,ação a qualquer tipo de ser,compreende?Afinal elas tem o po-
der de vida da exploção Universal.Imagine a poeira restante do inicio da vida do planeta,ai e que está a resposta.Isso lhes dá uma capazidade imensa de poder,podem até fazer os mortos
fazerem a união de sanguê,nem que seja uma única vez,acho que e por isso que estão e degradação,isso resolvo depóis,agora preciso de minha irmã! Mergit's,preciso encontra-la pelo
fato.

"Aha querida!Ultrajaram ao teu corpo!Ultrajaram ao corpo de Lestat.Formadas pela poeira e poder do nosso Universo e Planeta,Ah!Sinto muito,muitissimo mesmo.Não há mais confusão
na minha mente,realmente compreendo porque está com raiva delas,muito chateada.Eu só tenho a agradecer e tudo sem ordem ou permisão!".Me sentia tão confortada,tão abeçoada
a Maharet está comigo,nos levantamos e logicamente lhe pedi calma,muita caltela,almas a me almadiçoarem!Almas que realmente me magoaram profundamente!.Saimos naqueles pa-
ssos fortes.

Quando virá Sépia sentada ao lado de Louis Maharet a abraçou,olhou naqueles olhos com a tonalidade violeta,sabia por sua mente de como Sépia e Ardônis quase tinham sido mortos ao
nosso palásio ser invadido,tudo ela descobria e citava entrando na mente de Sépia ao manter o abraço "Sua mãe teve muita coragem Sépia,muita coragem de seguir aquele aviso de nosso
Lunnes,agradeço pela respota,realmente penso que de uma coisa formada pela poeira e cosmo da vida do Universo espera-se tudo!Absolutamente tudo!".

"Sem dúvida nem uma Marharet,não sabe do que aquelas cinco almas são capazes,eu não me recolho e sim espero tudo delas".Louis viera por detráz de mim,senti seu abrçao forte,vigoroso
e saimos juntos para procurar o corpo de Mergit's,de algum modo tenho instintos fortes e pude sair naquelas ruas junto a eles a procura de sua presença,Sépia nos guiava naqueles passos ao
encontro de Ardônis,ele nos esperava justamente em frente ao palásio,não sabem como vim a chorar ao relembrar de tudo.A imensa escadária tão nem conservada,bela e brilhosa,tudo bem
cuidado "Maharet?Está vendo isso?More áqui e tudo está do mesmo geitinho que o deixei".

"Sim,muito nitido querida,tudo exatamente inglal,e sofrido,não e?".Louis olhava para meu rosto em choro,ele me entregou um lenço para enjugar as lâcrimas vermelhas,agradecia por nos to-
dos temos chegado rapidinho ao lugar,Ardônis soltou aquele riso para mim,abraçou forte meu corpo,sabia como sofria,como sofria por dada ação das almas nessa maldita caminhada em que
elas dispositaram contra eu e ao Lestat "Calma Thalwa,não chora,as Cinco Almas são malditas sim e devemos saber conviver com isso Thalwa,um poder que destroi e ao mesmo tempo dar a
vida quando bem quizerem,mãe isso me doi vela assim!".

-Não são malditas querido e sim destruidoras,impocritas,o que elas fizeram ultrajando a nos dois e imperduavel,compreende?Imperdoavel Ardônis.

"Vamos,vamos a procura de nossa Mergit's e saiba de uma coisa:Lunnes está chegando e quer vir nos encontrar áqui,vamos enquanto e cedo,não podemos perder tempo".Provavelmente desconfi-
ava aonde Mergit's podéria estar,sentia que devéria ser no palâsio em que eu e Lunnes moramos a tanto tempo juntos,chegamos rápidamente lá no inicio da noite,Louis se sentia um pouco cansa-
do,pensativo,com tudo que falaei a ele compreendia e sem dúvida nem uma temia todo poder das cinco almas.

Nos andavamos subindo a escadária imensa,as flores,plantas,as comélias sobreviviam e toda faixa de entrada coberta por treádeiras brilhosas "Thalwa se elas foram capazes de fazer vida em você e
no Lestat,imagina o quê mais não podem fazer querida?Tenho medo dessas cinco almas,assustador".Louis,Louis,tão meigo citando essas palavras,suas mãos tremiam com isso,com o modo em que vim
a explicar "Compreendo Louis,eu temo as vezes,compreende porque sofro?E muito poder em minhas mãos Louis,muita responzabilidade".Ele asentiu com um olhar doce,tinhamos parado em frente a faixa
do palâsio.Tudo intacto,porém a única diferença e que abaixo tinha prédios,carros,manções,tudo forá feito de forma moderna "Estamos na Noruega mãe,finalmente podemos dar o nome ao lugar em que
nos vivemos,tanto tempo nessa conquista e tudo inimaginavel,porém fizemos de tudo para manter as caracteristicas do nosso palásio".

Ao terminar de citar Ardônis destravou a pesada porta e lá entravamos,a iluminação moderna dava o contexto perfeito,orgulho,puramente orgulho deles terem cuidado de tudo tão bem,meus olhos cinzas
brilhavam observando os detalhes ainda intactos apesar da modernidade plena,sorri andando e pude subir as escadárias.Passei pelo meu antigo quarto,Maharet ao meu lado vislumbrada,estava estacia-
da de felizidade ao observar tudo "Nossa Thalwa!Dou meus parabens a Sépia,realmente glórioso com a forma de tudo está em pereita ordem".Isso provocou aquele brilho latente nos olhinhos violetad de
nossa Sépia que de forma inesperada agarrava ao Louis,estava ao lado dele observando.

"Sim,eu sei que sim querida Marharet e vamos sair,montanhas,preciso ir até lá a procura de Mergit's e assim por favor Louis uma pá".Ele arqueou o senho,observava meu olhar cinzento e passou todo o
vislumbre a Ardônis que tambem me questionava daquele modo dem entender "Oue?Estão pensando que não conheço minha irmã?Mergits?Acham que não sei como ela deve ter ficado louca?Me passem
uma pá e vamos a procura do túmulo dela agora !".Os dois queriam me segurar,ficaram chateados a me ouvirem mencionar as palavras,deciamos a escadária para o denso salão primoroso,ouvia todo o
barulho de carros,Ardônis fechou as portas pesadissimas junto ao Louis,sempre foram pesadas o que necessitava de uma força a mais e terminado saimos em direção as montanhas "Thalwa acha mesmo
que Mergit's está enterrada?".

"Sim Maharet,sem dúvida nem uma querida,conheço minha irmã de adoção e sei que a sua loucura pela minha morte a levária a isso".Ela balançou a sabela possitivamente em concordância,com nosso
tempo já chegavamos as colinas,deixava meus sentidos andarem a procura dela,Louis e Sépia saiam escavando a terra,procuravam até nas infimas cordilheiras próximas,Ardônis deixava o chério vir ao
seu fato,começava a sentir o perfume denso de Megit's "Próxima!Marharer deixe tambem teu faro ir além querida,tem força como Thalwa".Ela riu com isso,fitava o denso casaco longo de Ardônis,como
a calça jeans ficava tão bela nele,tudo negror,realmente uma forma nostalgica de se vestir.

Subimos mais além das colinas e da montanha imensa,dava para ver agora a cidade abaixo com todo bruxulear maghico,Sépia critava pelo Louis,simplesmente o don do voo nos adianta em muita coisa,ao
impacto dessa chegava forá descomunal e indispensavel.Continuava ouvindo os critos de Sépia junto ao Louis,os dois tinha encontrado algo,séra?Devériamos ver e Marharet deixou se transfigurar rapida-
mente e pode aparecer num raio em frente a eles,seus braços deciam sobre a terra,escavava com as mãos delicadas e longas "Thalwa!Veja isso!Corra até áqui".

Era sim!Quando de frente ao pequeno brilho so sarcofago pude descobrir o perfume de Mergit's.Queria chorar,me sentei junto a Maharer chorando loucamente,não estava bem pela tristeza das almas virem
a fazer isso comigo e ao Lestat e agora?Zeus!Minha irmã estava áli!Ali dentro,realmente ela tinha vindo a se enterrar!Estava desesperada,desferia aquela pá bem pesada sobre a terra e aos poucos fomos vir
a tirar a terra bruta,agora podiamos ver o imenso sarcofago,me questionava como Mergit's véio conseguir a se enterrar dessa forma,Maharer chorava tambem,ficará impactada com a sena "Querida,eu não
sei o que dizer!Nem eu,compreende?Nem a minha pessoa jamais téria coragem de fazer algo assim apesar o sofrimento que a imortalidade nos traz".

"Compreendo Marharet,me ajude querida,preciso de sua ajuda".Foi com essas palavras que ela junto a mim pode me ajudar a tirar aquele pesado sarcofago de dentro da terra,o peso caiu pesadissimo junto
ao chão.Louis ia destravando o denso lagre e quando deixamos a tampa cair pesada ao lado pude ver o corpo.Seco,sem cor,sem vida,sem ao menos um toque de respiração,me sentei olhando,observando com
Louis ao meu lado "Thalwa,não vai se descontrolar,não e?.Estava certo,ele estava certo,mais como viria a reagir? "Era minha irmã Louis,minha irmã,compreende?Minha irmã que ficou ao meu lado até aquela e
ardua noite em que as almas tiraram a vida de Lunnes!Beberam o sanguê dele!Ah!Isso doi!Como doi!".

"Vamos Thalwa,ela e imortal,apenas espera receber o sanguê negro e depóis?Vamos ao meu palâsio ao encontro das almas,vamos agir rapido Thalwa!".Maharet estava com razão,mas não tinha a coragem,ela
e que rasgava os pulsos e desferia aquele necta sobre a boca de Mergit's,Ardônis ia fazendo o mesmo,eu esperava,ia ser um pouquinho demorado até Mergit's sentir aquele espasmo de vida voltar,seu corpo véio
a secar,simplesmente a virar aquele gravetinho fino esqueletico e áli jasia nos braços de Marharet junto a meu Ardônis.Louis nada intervéio e observava e quando vi aquele pulmão arfar de ar critei!

-Mergit's!Irmã!E você!

Nem uma resposta,Sépia segurava meus braços,observava com um risinh doce "Está chegando mãe,não se preucupe,tenha calma".Asenti limpando minhas lácrimas,Maharet e Ardônis continuavam a desferir o
sanguê sobre a boca de Mergit's que ia recuperando a vida,a força dela era tamanha que se deixou se levantar,um esqueleto ambulante que recuperava sua vitalidade,ela friamente olhou para o Louis,tudo em
que vestia estava em frangalhos!Ah!,uma densa visão aquele esqueleto andando e ela não espeou,véio a cair em cima dele quase o matando,Marharet e Ardônis e que tiveram a ação e força para segurar ela,ela
me olhava,fitava meu rosto do mesmo modo que fázia com ela.

O rosto dela simplesmente uma caveira seca a se encher recuperando a vida!A vitalidade e força,olheo o seu lábio se abrir,os olhos clarinhos daquele tormento a um leve brilho,Marharet arancava aqueles trapos
de seu corpo,ela nada fez,silênciada por minha visão "Irmã?E você!E você não e?Thalwa e você mesmo? Thalwa!!".Não parava de chorar,ela ia se enchendo,seu corpo vinha se enchendo completamente pela sua
força revigorada "Sim querida,estou áqui,estou áqui,estou áqui Mergit's".Segurava seu rosto que tomava a forma perfeita de antes,Marharet observava naquele olhar pacato,não adiantava falar com Mergit's,ela
não ia compreender a nova linguagem "Vamos para casa querida,estou áqui,vamos para casa".Ficamos naquele choro silêncioso,ela tremia me abraçando,Louis tentava se aproximar,porém silênciado por Sépia.

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O som das trevas-Cap 69

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 14:15:34

"Agradeça ao Aodh por ter me ajudado Thalwa,ele me ajudou,ele atendeu as minhas preses e me levou ao sono que precisava".Ah!Tinha sido ele,Aodh que véio a continuar a desbravar as
novas terras desconhecidas forá o que ajudou Mergit's a se enterrar em sua loucura.Nada ao acaso,um primordio de tempos e espasso completamente inesperado "Sim,silêncio e tenha a
certeza que aqueles tempos passaram,vamos embora,novos tempos queria Mergit's e agora ao encontro de Lunnes no palásio de Ardônis".Louis a ajudou a se apoiar,saimos todos para a
descida da montanha,passando uma última vez pelo palásio.Apartir dai alçamos voo de volta a Athena.Chegamos muitissimo rapido e muito nem estabilizados.

Subindo a escadária entramos e Ardônis junto a Sépia já preparava um banho delicioso para Mergit's que ficará impactada diante da munça que para ela claramente lhe deixava nervosa
e com medo.Enquanto eu e Maharet a viamos caminhar pelo salão primoramente decorado com jarros,sofás meigos e ernomes,quadros de picaso,viamos que seu corpo já terminara a
revigoração plena.Estava despida,realmente nua pelos trapos e Sépia pode lhe trazer manto para cobrila,Mergit's estava captando ainda tudo que descobria.Seus pensamentos rondavam
todos os detalhes "Tempos modernos?Isso e loucura,dormi tanto tempo assim Thalwa?".Toda a faça grega forá maghifica "Sim querida e alguma fez acordou nesse intervalo?".

"Sim irmã,acordei sim e foi para ajudar ao Lunnes em um problema antigo,acho que diz a um rapaz,compreende?O neto dele que ele tentava desesperadamente proteger,mas voltei para o
meu sono.Irmã a vida sem tua presença ficara vazia demais!".Palavras fortes,compreendia o como Lunnes tinha corrido então pela cidade de Paris a caça do bebedor que estava atráz do
Lestat,foi assim então que ela tentou ajuda-lo,ele tinha comentado o nome dela,porém não ia saber os motivos e agora ela me explicada de forma clara,a vendo sentar no sofá vi que ela
se sentia cansada e subiu friamente para se banhar "Vamos,precisa se limpar,tomar um belo e gosto banho Mergit's,temos túnicas para sua pessoa".

Forá as palavras de Maharet que a trouxeram a si novamente,ela asenou um um gesto entendendo essa faça grega de Marharet "Sim,preciso disso e depois anséio por saber como posso
captar as novas coisas".Um doce riso saiu dos lábios de Maharet e as duas subiram para toda limpesa em que Mergit's necessitava,foi naquele maghifico banheiro que agora contia pia feita
de marmore,espelho lustroso no teto e sobre o brilho da parede que a deixamos entrar dentro daquela eterna banheira branca e brilhosa,a água rasa corria delicada,deliciosa e Marharet ia
passando o pano sobre a pele de Mergit's "Sim querida,isso mesmo,descanse e deixe o resto conosco,já sofreu demais".

Eu ia passando shampoo nos cabelos de Mergit's,Magaret ia bagunçando aqueles fios ruivos e brilhosos fazendo aquela espula gostosa,eu assim ia pegando água na banheira e desferia
sobre o corpo de Mergit's com aquele jarro de prata brilhoso,a luz fluorecente era clarinha ao toque de malva "Estamos em Athena Mergit's,depois vamos ao encontro das almas".Ela riu e
voltou a falar naquela fala grega gostosa "As almas,Ah!Ainda sofre com elas?".Sim,ela soube pelo meu olhar "Justamente irmã e agora?Carrego vida dentro de mimsabera de tudo quando
viemos a chegar no palásio de Marharet".Ela silênciou e assim corriamos limpando ela,dando a lavagem em seu corpo agora simplesmente intacto.

Apois o fim Mergit's se levantou e se enrolou em uma toalha deliciosa,saimos ao quarto,ela se sentou na beira da cama e Marharet começou a pentear seus cabelos,o brilho ia saindo pelos
fios ruivos,a direferença entre o ruivo do cabelo de Maharet e de Mergit's e que o cabelos de minha irmã e mais vermelho,puramente e densamente mais vermelho,não há o toque cobre
como os cabelos de Maharet tem,o vermelho dos cabelos de Mergit's e muito mais denso.Ela ia esperando e assim entregamos uma túnica longa de cor negra,os detalhes prateados bem
em destaque,a sandália clássica muito meiga em seus pés e assim olhava seus braços delicados a apararecerem desnudos ao dobrar as mangas delicadamente.

-Quer dizer que elas fizeram isso?As almas de um modo medenho deram a capazidade para você e ao Lestat de fazerem esse filho?E sem permisão? Desculpe irmã,mais veho isso em
teu pensamento.

Me lembro muito bem de como Lunnes me chamara!Como ele,o filho da mãe me desenterrou do meu túmulo e me pediu ajuda naquela noite.Ah!Uma noite negra porque Maghus corria ao
encontro de Lestat.Lestat que viria a dar seu sanguê as almas.Faltava pouco para Lunnes vir ao encontro dele e lhe ensinar toda prátiva bruxesca,Lestat tinha o Don,porém não sabia ou
nunca sentiu.Ah!Quando terminado e tudo dado em fracaso me recolhi novamente,passei a me odiar,afinal,sabe?Lunnes me odéia por no meu ataque de fúria ter matado a Rhiannon e
ao Grarion. Doloroso irmã! Ele nunca me perdoara.

"O quê?Conhece o moleque?Tentaram por um momento atrapalhar a perseguição e Maghus a Lestat?".Questionamento de Marharet que levou seus dedos a boca em espando,Mergit's véio
a se levantar já arrumada e belamente linda ao andar pelo quarto "Sim,quase conseguimos,ele não era para ter recebido o sanguê,muito menos ter sido encaminhado a iso tudo Marharet,ele
não sabe,vai enloquecer!".

"Deuses,por qual motivo?Por qual motivo as almas fizeram isso a Thalwa e ao Lestat?Mergit's sabe de algo querida?".Mergit's riu com a delicadeza de Maharet e lhe deu a resposta "Claro
que sim Marharet:Lestat!O único vivo na terra descedente de Lunnes!O poderoso Lunnes que teve Kalawina antes de receber o sanguê.Posso ser mais clara?Ah!As almas só bebem do san-
guê dos descedentes de Lunnes,compreende?Sabe o po quê?Força! Únicamente todos vieram a ser poderosos e acho que dados motivos escolheram Lestat para fazer a união do sanguê.".
Impactante!Ficará neutralizada.

-Obvio Thalwa,muito claro Magaret:Quem mais podéria conter a força e a delicadesa nesce- sárria para fazer essa União De Sanguê?Pela primeira vez!Pela primeira vez um ser nascera
um bebedor de sanguê,puramente imortal desde seu nascimento.

"Pare Mergit's,me deu respostas demais querida,pare".Começava a chorar novamente,Louis véio ao meu encontro ao ouvir meu choro,Maharet me segurava pelos braços e descemos a
sala principal.Ardônis me procurava desesperado "Lunnes está ai,ele está muito furioso com alguma coisa,não sei como lhe dar com isso".Presenciei a sena brutal dele descutindo com a
Sépia,Sépia critava,quase batia nele,tive sua plena visão dandoa volta pelo correndor e vendo sua figura na sala ele me fuzilou.

Ah!Lunnes! Ele me queimava,estava muito belo,usava um casaco longo de belo corte negro com uma camisa branca por baixo,os densos cabelos loiros e lisos caiam pelas costas muito
brilhosos,a calça de carmim mais que um toque elegante com a bota negra-curta.Caminhou ao meu encontro,seus olhos verdes simplesmente indagaram Mergit's,Mergit's que mal véio
a acreditar que ele ainda estava vivo.Os dois se queimavam multuamente quase em guerra declarada.

"Preciso mencionar alguma coisa Thalwa?O quê pensavam que as almas iriam fazer?Acha que deixariam passar em claro essa change?Ah!Imaculamente decaio na perdição dela!Arpia!Uma
Arpia enloquecia que matará as únicas duas pérolas que tive na vida!".Uma Guerra!Lunnes ia partir para cima de Mergit's quando Maharet o segurou,porém ela não tinha uma força bruta
para segura-lo.Muito poder para um ser,Mergit's começava a chorar friamente, ficou de pé ao seus dedos se manterem de encontro aos lábios tremulos "Fracasassamos naquele noite e agora
isso! Pelos Deuses Mergit's! Preferia velo morto do que passar por isso!".

"Desculpe querido,me desculpe pela minha fraquesa".Ela ouvia essa finalização das palavras de Lunnes a respeito de Lestat.Morto ao invez de vivo?Silênciada,observava os dois serem separa-
dos:Lunnes foi levado por Maharet e Sépia,Mergit's por mim e Ardônis e Louis não se continha com as revelações feitas,quase a ponto de chorar pelas verdades desferidas a nos dois a todos
que estavam a procura de resposta e finalmente a tinhamos,um toque de paz.

Quando deixei Mergit's a sós com eles fui ao encontro de Lunnes novamente,conversando de um modo rápido pude lhe fazer um pedido inesperado "Sei que odéia,sei que não a respeita Lunnes,
mas olhe meu estado!Por favor pense em mim ao menos agora querido,mantenha a coêrencia e não fale com ela se nescessário querido,porém preciso de vocês dois mais que nunca!".Marharet
tentava apasiquar a situação entre eles e tomou a palavra diante de meu estado catâtonico "Sim Lunnes,Thalwa não está bem,compreende?Olhe o estado dela,acha que e facil passar por isso?Sei
que tem mente para se controlar e esteja conosco".

Lunnes estava em silêncio,Sépia estava sentada ao seu lado,assim ele tomou a respiração para o tom da palavra sair forte,imaculadamente forte "Eu sentia Thalwa que as almas respeitavam muito
a mim e aos meus decedêntes,mais não sabia a que ponto isso chegária:Ao ponto de usarem o meu neto para tal feito? Estou cansado querida,Lunnes se sente desgastado com isso tudo".Compreendia
e estava segurando as suas mãos ao terminar de pronúnciar essas palavras "Venha comigo,vamos Lunnes,me darão forças para suporta-lo e preciso restaurar as almas".

-Como assim?O quê aconteceu?

"Estão virando pó Lunnes,precisam de sanguê para reterem a força novamente querido,o feito para elas forá demais!Usaram muito poder e força para fazerem isso.Venha comigo,preciso compri essa
missão rápidamente".Ele asentiu de levantando,passou por mim e Maharet,derá passos para a escadária.Esperava na porta quando o seguimos "Se ela ousar tocar num fio de um cabelo meu,eu a
queimo !".Mergit's,palavras citadas a Mergit's,ela descia acompanhada de Ardônis e Sépia,Louis véio a comprimentalo,um riso maléfico sairá dos lábios de Lunnes.

Inrresistivelmente sempre forá assim:Olhara para Lunnes e o mesmo que ver um lapso da imagem de Lestat,demos a a volta e saimos fechando as portas pesadas.Chegamos no palásio de Marharet
com quatro horas de voo,avistamos a ilha em alto mar,o vento corria forte e assim descemos sobre o imenso campo esverdeado,Mekaret nos esperava a frente,estava muito exaltada,nervosa nessa e
longa espera chéria de dor.

"Thalwa compreendo,obrigada mesmo pelas respostas e descobertas".Asenti diante das citações de Marharet "Disponha,não deixária de procurar respostas e de citalas a você".Já andavamos por todo
corredor que dária para o museu de reliqueas dela,a porta foi aberta e olhei as prateleiras,os cinco jarros jasima naquele nase,a cor negra descomunal a minha visão enquanto me mantinha de pé de
frente a elas "Saiam dai suas arpias negras,pensam que não viria depois disso?".Um sussuro multuo vindo de mim,todos esperava e pequei os jarros nas mãos os carragando ao imenso campo.Saindo e
tendo total visão dele as depisitaraá sobre o chão.

Destravei os lagres de prata dados por Maharet "Saiam,se não sairam serão corvardes".Um doce de vida meiga.Assim as vi sairem,não sabem como fiquei sentida pela indagação ao velas.Estavam em
frangalhos,simplesmente em frangalhos quando apareceram.Pequenas,simplesmente muito pequenas e me olhava naquele olhar asentuado,os olhos esbranquiçados neutros e indagadores,a vermelha véio
a caminha.A alma de Kaniban,dor asentuada.

'Frangalhos Thalwa,precisamos de força má belle'.

Me sentei sobre o chão as olhando,fitava cruelmente,Maharet observava em pânico pelo estado delas.Tinham se desgastado a um pondo inesperado.Estava decidido que iriam voltar a vida,voltariam a ser
o que eram.Esperavam meu ato,estavam sentadas,aquelas cinco coisinhas pequeninas esperavam por força e vitalidade.Louis estava ao lado de Lunnes naquela observação macabra,Mergit's a muito tempo
não presenciava ao aparecimento delas e indagava repostas neutras.Sériam restauradas,tériam toda a força novamente e depois disso que me dessem uma resposta muito clara,mais do que as respostas ao
qual já tinha,elas precisavam falar comigo.

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O som das trevas-Cap 70

Mensagem  Ana Nery em Sab 7 Ago - 16:44:19

Simplesmente um completo olocausto em que me deparei nessa sena,não que viesse ter cho rado,mais eram minhas almas,as almas em que me deram o poder e força que tenho,déria a
contra-gosto ser cruel pelo ato delas?Não,esse foi meu sussuro pronunciado levemente ao dar passos na direção delas,tão pequeninas,desgastadas e indefezas quanto a tudo.Elas continua-
vam a me olhar naquela suplica,eu vos juro que pela primeira vez em minha existência pude ver um leve brilho nos olhos esbranquiçados dela,a única alma que estava em um estado que
consideraria melhorzinho era a vermelha,a feita com a queima da alma de Kaniban(Pai do nosso Tompei).Ela sim de alguma forma tinha personalidade própia e começara a comandar todas
as outras almas desde que se juntou a elas.

Ela sim me queimava,me observada,as cinco criaturinhas feitas de sombra,poeira cosmla e ao próprio poder continuavam a esperar,pequenas e fracas.Se puseram de pé já que vieram a se
sentar em descanso,um descanso merecido e de algum modo agradescia por ter chegado nos tempos certos e corretos com a ajuda de Maharet que me observava naquela espera.Lunnes
de algum modo queria levar Louis para o sotão,témia algum mal a ele,atitude insensata para com minha pessoa que voltei meus olhos,sai dando passos ao denso campo a frente do palásio.
Jamais pensei que passaria por um momento desses,gasgava meus pulsos em um ato em que mais considerária macabro.

O sanguê escorria ao chão formando aquela pequena poça vermelha cintilante sobre a noite tão brilhosa sobre a Lua Chéia.As cinco pequeninas criaturas que até então cediam por uma
comida mágia bebiam,iam bebendo daquele necta,com o impacto do poder latênte a mudança da restauração começara,soltara aquela queima em chamas,as chamas friamente azuis a
lembrar o puro gêlo adiam a sua volta as dando o poder novamente.Chegavam a critar com o sofrimento do calor,o sanguê escorria dos meus pulsos ainda e continuava a derrma-lo até
saber que estavam prontas.A queima não parava,daquele sanguê que ia queimado a sua volta elas tiravam o poder novamente,reconstruiam suas infimas estabilidades,a fumaça junto ao
fogo era uma visão mais que bela e os critos delas não cessriam até que tudo termina-se.

Esse fogo azulado subia aos céus e ouvia um murmurio saindo dos lábios de Maharet enquanto observava ao lados dos outros.Nesse instante conseguia até ver algumas goticulas vermelhas a
pairar no ar,puramente meu sanguê subindo nessas chamas descomunais,Louis caminhava para junto de mim,témia por algo,Lunnes teve que puxa-lo para tráz para mantelo em segurança,não
sabia os motivos dessa atitude,mais ele queria ajudar "Louis isso você não pode fazer,saia dai e espere;Thalwa precisa trabalhar firme nisso e não deve ser atrapalhada".Véio um gruido muito
poderoso das cinco almas que continuavam a queimar naquela dor!Meu sanguê não parava de ser derramado e assim ia queimando diante da minha ordem.

-Isso,retirem todo o poder e depóis me dêem uma resposta crucial,esse será meu preço em troca de vossa restauração.

'Guerreira!Continue a derramar teu sanguê e tudo será envão!Pare!'

Um estampido ao ouvir essa pronúncia,parei imediatamente o processo,o fogo cessara quando estabilizara as ordens mentais exercidas sobre elas.Tinham recuperado grande parte da força,
mas com a ordem me questionava os motivos,elas rodavam a minha volta,o vento podia vir a andular sobre meus cabelos tão densamente negros,Sépia mal respirava ao lado de Ardônis,a
maior parte do poder pertecênte a elas já tinha sido entreguê "Por quais motivos mandam eu parar?Me pedem força e agora isso?".O tom da minha voz forá alto,Marharet percebera que a
minha pessoa estava exaltada,realmente muito magoada com essas palavras,cheguê a das os passos de encontro a ela em leve choro,minhas mãos tocavam meu rosto pensativa,Marharer
as fitava em um tom arduo.

"Agora que tem a maior parte da força devem poder façar,agir e nos questionar queridas,nos falem agora o que fizeram com Lestat enquanto ele estiverá foraá da mansão de Tompei,vos
prepararam os dois corpos multuamente,por quais motivos fizeram essa união maciça?Tenha a certeza que apois nos darem a resposta poderei vos oferecer meu sanguê para terem todo
o poder de volta".Não há palavras para esse momento insano,Marharet podia sim vir a se intrometer,ela tem o poder de palavra e como liader de sua própia linhagem téria o direito a
essa resposta inesperada.

As almas agora estavam grandes,realmente reconstruidas,só que a força em si ainda não viria a ser a mesma,téria que terminar,elas passaram os olhos para mim antes de responder,podéria
simplesmente acabar com tudo isso me jogando ao sol,vos garanto que essse foi meu desejo a esperar multualmente ao lado de Maharet,Lunnes então quase critava de ódio,Mergit's por um
momento tentou falar com ele,porém nem uma resposta,téria que ter paciência e impus toda a minha a prova nesse momento.

'Hum...Uma change perfeita,não acham?Sepre foi perfeita!Ah!Não sabem como conseguimos vir a encontrar Lestat tão longê,sozinho,deitado sobre uma cama na casa de Carlos,ele sofreu,véio
a desmaiar muitas vezes e como nos vanglórianos por áqui.Lestat o sofredor em que jamais virá a saber do que acontece.Contaminos sim o corpo dele com o poder em si!Só podériamos faze-lo
uma única vez devido ao grande desgaste que tériamos e que agora vos presencia Thalwa.

Quanto a você?Ah!Pensei bem! Uma única vez e uma única change que não devéria falhar e por favor não volte a se cortar novamente!Séria uma afronta ao que estamos sofrendo,não será ne-
cessário continuar a nos devolver a força,esperaremos o momento certo.Queriamos fazer toda a união das duas linhagens e ficamos plenas por ter dado certo.Thalwa?Não vá atraz dele por favor!

Lestat está contaminado pelo poder ainda,preso em sua própia téia,vemos ele,olhamos por ele e lamentamos muito por ele tambem estar desgastado,transpor vida a um corpo moto-vivo não e a
tarefa mais facil querida e se preseve até ele vir a ganhar vida,precisa que não se corte,jamais a sua pessoa deve voltar a fazer esse ato,ai tudo podéria ser envão!Tenha paciência e medo não o
deve sentir.Ninguêm áqui deve sentir!Essa e nossa palavra contra a palavra de todos áqui!

Para terminar dizemos que a imortalidade que ele contéra sera anormal,porém?Precisara de três fases para crescer.Nacera pequeno,deve ficar criança,deve ficar adolêcente e por fim adulto em
plena beleza e poder e para isso terão que correr ao encontro de uma pessoa rara nesse mundo e no momento certo contaremos quem ela e.Ele nascera,mais não podera crescer sozinho,assim
essa pessoa deve ser encontrada.Nos retiramos e voltaremos a atacar no momento exato!Não e pertecente a nem uma de vocês duas:Nem você Thalwa!Nem você Maharet!Ele será o dono de
um legado como um todo!'

Palavras dolorosas,Maharet ficará impactada com tudo que ouviu,o estado de Louis era além do esperado,ele tiverá que ser recolhido por Lunnes que o ia empurrando palásio adentro,Sépia véio
para junto de mim e por um ato incrime elas entraram nos jarros,Ardônis procurava os lacrés de prata,os incrimes fios brilhos ele agora começava a passar em volta das tampas "Lestat ainda vir
a estar contaminado pelo poder delas,passageiro;isso erá de se esperar".Essas minhas palavras foram um cumulo a mim mesma,olhava agora meus pulsos começarem a fechar,meu instindo ia
sentindo o própio se desenvolver muito bem e como gostária de pular no sol e acabar com tudo isso.

-Não pense assim,vamos encontrar essa pessoa que nos ajudará,mais quem deve ser Thalwa?Ele nacerá porém não podera se desenvolver sozinho,corpo neutralizado como qualquer imortal!Não
sei decernir isso queria,acha que conseguiremos encontrar?

-Sim,sei que sim,meu instinto não falha querida Maharet,agora mais que nunca o deixo queimar ao pensar.

Ardônis tinha terminado de colocar os lacrés e assim caminhava ao lado de Sépia para deixar os jarros no museu,lá nos fundos do palásio,entrando pude me sentar sobre um sofá clamuroso que
me deixava confortada,Louis tinha subido ao Segundo andar,Lunnes se mantinha com ele e nossa Mergit's estava pensativa,observava e pode falar abertamente com sua voz doce,delicada,porém
o toque na sua voz era de resposta a ser encontrada,meus olhos cinzentos captavam sua imagem enquando estava mencionando,Mekare que e a irmã de Maharet silênciada,confesso que se minha
pessoa pudesse lhe aplicar voz o fária,soltei um risinho para ela que me responderá com um brilho nos olhos doces porém selvagens.

"Thalwa estive pensando querida,no que as almas mencionaram.Acho que elas não querem vir a comentar,porém acho que tem um descedênte de Lunnes no mundo,elas só esclhem a eles,não e?
Pensei nisso querida:Elas beberam da força dele antes de você se queimar no sol e depóis vieram a beber de Kalawina ao que saiba,o próximo seria o Lestat,não escapariam dessa meta novamente".
Zeus!Esse erá o problema de Mergit's,ela pensa demais,dá respostas e analiza as coisas tão profundamente que me dar medo.Maharet sentada ao meu lado de pernas gruzadas podia ver tambem o
nexo na ligaçãp "Só eles?Só os descedentes de Lunnes?Por quais motivos Mergit's?".Mergit's estava quieta e pode responder "Como citado:Poder demais!Grandiosos bruxos,dados motivos apresentados".

Assim ouvimos o barulho dos passos de Sépia e Ardônis,os dois sentaram-se nas proltonas laterais,o tapete cintilava ao chão,tinham terminado a tarefa de levar e quardar os jarros no museu e me levan-
tei,queria falar com Louis que se mantinha impassivel,Lunnes e que continuava controlando sua pessoa e provavelmente nesse mundo séria a única pessoa além do filho da mãe de Lestat a manter ele sobre
controle,parei a porta e destravei a massaneta podendo ter total vislumbre dele sentado sobre a cama a conversar com Lunnes,o vento entrava pela densa varanda a frente,folhas de arvores andulavam ao
toque dessa corrente maghifica,uma paissagem ensurercedora.
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O som das trevas-Cap 71

Mensagem  Ana Nery em Dom 8 Ago - 12:56:31

Lunnes fitou minha pessoa,fiz um pequeno gesto para ele sair,grande virtude alada que me fez pensar ao me jutar a ele,ao Louis que estendeu aqueles braços longos e delicados.Tamanha a
sua delicadeza que me fária quebrar como um todo.Ouvi o estampido da porta ser trancada ao Lunnes sair pela porta e entrando pelo corredor já podia ouvir os passos dele na escadária.Ele
agora estava sozinho comigo,me queimava com aqueles olhos azulados ao toque cinza,sofria não só por isso,mais tambem pelos acontecimentos,sua voz saiu embargada quando pode me
mencionar suas palavras doces e inesperadas em meus ouvidos,uma ousádia sem tamanho ao continuar nesse ato suprémo "Não e tormentoso,compreende Thalwa?Considerária um ultage a
ele e a vocêm,como ele deve estar se sentindo?".

Me sentei sobre a cama de frente a ele,meus olhos continuavam observando,eu respirava fundo e pude passar os dedos pela faixa do meu vestido e a jogando de lado me estiquei para me
acolher sobre seu corpo "Não sei anjinho,ainda não conségui entrar na mente de Lestat para o meu olhar me trazer as informações de como ele estar,foi desgastante para mim,para as almas
e para ele tambem e o pior de tudo e que foi sem nosso consentimentos.Resumo dizento que o desejo delas nos foi desferido em nossas faces".Seus dedos deslizavam pelos meus cabelos,um
toque primoroso.Não que eu véia a gostar de Louis,e sim cheguêi a amalo desde aquele maldito momento na mansão de Tompei "Ousádia querido,foi ousado mesmo tão educado.Pena que não
se depare como você e realmente ultrajante para mim".

Soltou um risinho meigo,estiquei meus braços para poder ficar agarrada a ele "Gostária de poder tirar esses olhos?Um dia deseja nos contar como Memhoch o levou naquela engruzilhada Louis?"
Ouvia sua respiração multuamente degante ao ar quando me respondeu "Quem sabe Thalwa,não vou dizer que sou a mesma pessoa,porque náo.Mantenho a melâncolia,mais não a piedade".Sorri
com a resposta,pude beijar seus lábios daquele modo de chamas inceptas em nossas vidas,não que eu deseja-se o anjinho naquele momento,apenas queria mergulhar naqueles beijos arduos e
dolorosos,ele se deitou esticado por cima de mim,continuava sedenta por aqueles beijos,sentia o gosto nessa boca perfeita,suas mãos poderam deslizar de encontro as minhas coxas,o que véio a
me provocar calafrios.

"Virá conosco?O quê pretênde fazer apois tudo isso?".Ele não pode responder,continuava beijando meus ombros "Sumir do mapa e fazer algo inesperado,verá no momento certo,não pretêndo vir a
dizer agora Thalwa".Que tipo de resposta foi essa?Parei o olhando em minha frieza "Não está dizendo que...Louis?Está escondendo algo?".Ele respirou,ainda se mantinha deitado por cima de mim,sua
mão agil estava grudava ainda as minhas pernas deslizando pelas laterais "Não,não e o que pensa e nem muito menos voltarei a faze-lo".Quardei essas palavras frias,téria que ficar em alerta,um alerta
que me comprimia meu coração.

Forá nesse ato insano que pude ver,nitidamente pude ver!Odiava,porém sem querer,por própio espasmo de força me encontrava na mente dele,olhava friamente nessa visão Lestat sentado sobre
uma proltona na mansão de Tompei,olhando melhor vi que era o quarto dele,que o própio Tompei lhe derá.Não me desgrudava dessa mente insana e assim me firmei gruelmente enquando sentia a
caricia inferna de Louis sobre meus ombros,ele desferia aqueles dedos ages a desabotoar o vestido branco que usava.

Suportária e assim continuando nesse ato pude descrever e descobrir que:O filho da mãe esta sentado nessa proltona,o vento ardia correndo pela densa varanda,Lestat assim escrevia em seu Leptop e
meu coração doeu ao ver!Ah!Desgastado,seco como palha!Lestat não só tinha se desgastado pelo o ato das almas,o poder que ia saindo aos poucos do corpo dele,o que as almas aplicaram naquele ato
insado tinham feito um belo estrado.Olhava aqueles dedinhos finos e esqueleticos passeando pelo o pequeno teclado,uma delicadeza de pianista,isso sem sombra se dúvida.Não tinha conseguido arancar
os olhos de um imortal,olhos humanos,isso muito perceptivel pelo olhar avermelhado.

Olhava um pequeno risinho saindo dos lábios rosados,mesmo com a aparência tão esqueletiva Lestat ainda estava muito belo,se arrumava com um vigor luxuoso,a cor da carmusa negra lhe cair perfeita
e por cima um belissimo sobretudo de tecido bem fininho para dar frescor por causa do calor tropical existênte nessas montanhas,o último completo foi a visão da calça jeans bem confortavel negra e seu
lenço sobre o pescoço;sabia que ele estava depressivo,esperava a nossa volta,não iria sair dáli até eu e Louis resolvermos voltar.

"Não faz idéia do que estou passando,moleque insolete".E na continua caria de Louis continua a ver as imagens que chegavam naquela corrente cruel:Nesse atomo pude ver tambem como sua mente queria
uma respota,escrevia aqueles textos longos,fatais a qualquer um!olhei a taça ao lado na mesinha de vidro,o jarro de flores negras cintilava no luar forte ao entrar pela varanda,ele mesmo de um modo maca-
bro cortará aquele pulso e se deixava sangrar derramando o necta na taça,não andava caçando e muito menos se alimentando,se esvaia nesse deleite enquando secava e sempre anotava esses textos em sua
analize de querer repostas!Os densos cabelos loiros e andulados em cachos caiam em cascatas sobre o ombro "O quê será de você quando souber de tudo querido?".

A imagem sumira!Isso me fez dar um sobresalto ageitado meu vestido totalmente semi-aberto,minhas mãos estavam pousadas sobre meus séios nus,respirava ofegante,tinha sofrido ao me deparar com as
visões,Louis se levantou para se sentar a minha frente "O quê ouve?Thalwa olhe seu estado".Jamais ia mencionar isso a ele,os cabelos negros desgrenhados ao velo joga-los para tráz,sentia a pequena mu-
dança,ele desferia seus dedos sobre meu corpo "Não me toque se ingrato!".Foi um crito,sem querer eu vim a critar com ele,o que o deixou a beira de choro,seus olhos lacrimejam tentando engolir a magoa.

-Não seja palerma Louis,volte a si!

O estalo do tapa em sua face fou cruel,a marca dos cinco dedos estavam lá,asenti em meu riso maléfico e pude me sentir grata pelas visões e esse encontro mental com o moleque na mansão de Tompei.
Continuando com as mãos a frente aboava meu vestido totalmente amassado,olhava essa pequenina e dolosa mudança na mecies dos meus séios,engulia tudo em seco "Podéria me matar não e?Ah!Depóis
você pode falar para ele querido que eu mesma o odiava,porém não séria verdade".Louis quase véio a se estatelar ao erguer os dedos contra mim,tinha se irritado com essa citação e agora já estava arruma-
da.

"Palavras uniteis Thalwa,me chocas com isso".Nada respondi,cruzei os braços e me dei a andar pelo o quarto,ouvi uma batida na porta,era ele!Marius De Romanus vierá ao meu encotro,sua voz poderosa a
entrar em meus ouvidos "Thalwa saia dai menina,o que fazes ai enfurnada?".Risinho clássico quando a porta se abril,ele me olhava,os ternos olhos azuis voltavam-se entre mim e ao Louis,pude sair com os
passos ecoando no asoalho do corredor,as luzes leves e deliciosas de sentir.

"Estou ainda levemente transtornado Thalwa,porém saiba que estarei áqui até que tudo se resolva e já sabe do estado de Lestat?Não caça,não se alimenta!Nem muito menos consegue resistir ao poder
que as almas sobreporam a ele,seu corpo definha ao passar dos dias,fui lá uma vez,na mansão dele! Sabes que falo de Tompei e como ele me recebeu?Jogando cacos e vidros em cima de Mim!Lestat não
aceita seu estado de degradação e não compreende os motivos,exatamente como eu".Não viria a considerar um inferno,porém captava na mente de Marius como ele já hávia se informado com Marharer
de tudo.

"Ela me falou assim que pus os pés áqui querida,lamento por tudo".Sorri,únicamente sorri por ele vir a se importar tanto assim "Téria vontade de morrer diante de tanto poder?O fária isso,justamente o
que me doeria,mais o fária".Citações crueis vindo daquela boca descumunalmente selvagem de Marius.Vestia um sobretudo vermelho perfeitamente ajustado na cintura,as calças clássicas tambem vermelhas
a complimentar o esmero de beleza,nada melhor tambem como aquela bota negra de bom corte.Podéria queima-lo,mais estava muito belo.

-Veremos,terei que ter um bom jogo de paciência com as Cinco Almas,únicamente definho Marius,apesar de minha mente avida.

"Sei que sim,não precisa dizer muita coisa querida Thalwa".Passei curvei o braço a envolver o dele e saimos andando novamente pelo corredor,descemos a escadária,agora pude perceber como os densos
cabelos de Marius estavam amarrados para tráz,dizia ele que esperava e o que tinha sentido ao ver a minha fuga quase o levará a loucura "Pandora teve que vir ao meu encontro,eu fiquei em estado catâ-
tonico".Meus olhos estavam levemente esbugalhados nesse espanto.

"Sabe?Estou levemente desgastada sim Marius,passara rápido,cruelmente tudo passara".Ele asentiu com um aseno mental,já desciamos a escadária quando me deparei com Sépia sentada junto com a
Maharet,Maharet que não se desgrudava dela,considerária um primor de doçura.Será que Tompei sabia de algo?Essa foi a pergunta que se passou em minha mente ao me sentar no sofá,passei meu
olhar ao lutres no teto "Não,não sabe de nada Thalwa,Sofia e que suspeita,mais prefere ficar silênciada,o estado de Lestat a leva a isso,tentei alimenta-lo na minha última ida a mansão e a as dentadas
que recebi as mãos me levou a joga-lo no sotão".

Olhar cruelmente grudaso no teto "Ele e impassivel demais!Temo que a loucura o consume quando souber,sou uma amaldiçoada,compreende?Desde os meus treze anos".Marius se equietava,Louis ia
engolindo a melâncolia ao ouvir minhas citações.Sépia mantinha a quietude ao lado da mãe que iria sair com Lunnes,os dois iam caçar essa noite "Tragam algo para mim,preciso me alimentar,o filho da
mãe me consome as forças"."Sim Thalwa,mantenha seu controle,tem que ser assim,a loucura não se deve abater nesse momento".Asenti as palavras finais de Maharet que derá a volta e desapareceu na
escuridão,me deitei sobre o colo de Marius,a noite ao menos estava deliciosa e adormeci,queria ver ele na mente,queria sentir aquele encontro,será que voltária a velo?Ah!O tempo,cruelmente o tempo para
a dor me fazer em pedaços em minha destruição.
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O som das trevas-Cap 72

Mensagem  Ana Nery em Dom 8 Ago - 13:00:17

Eu continuando na companhia de Louis,Sépia,Mekare,Ardônis e Marius,quanto ao Lunnes e nossa Maharet,claramente eles estavam chegando,anciava pela minha refeição é em nem um do
momento eu parava se enciar por rever Lestat,gostária muito de saber o que se passava em sua mente avida de conhecimento,tanto quanto a minha.Respirava profundamente enquanto o
Marius segurava minha mão.As horas iam passando deliciosamente,dava para ouvir até os balanços dos pendulos do relógio sobre a parede gigantesca,Marius para mim,no meu ponto a
visionar não só séria um mestre,por mim ele devéria ir muito mais além do que já presenciara em sua vida.

"Thalwa sente-se cansada,não e?Precisa dormir?Se for assim posso ir arrumar a cama para ti menina".Sorri com suas palavras,não pude me conter,Louis podéria olhar de um modo tristo-
nho "Querido Marius,não precisa me chamar de menina homem!Antes de tu nascer já estava a dormir naquele gêlo queimante,não e?Somos soberamos e não vou me abater por esses a-
contecimentos".Ele asentiu apertando ainda mais minhas mãos,me levantei para andar,esperava friamente e pude ver o olhar cético de Mergit's,ela queria poder conversar com Lunnes,mas
téria que esquecer essa hipote-se,provavelmente nunca trocariam uma palavra sequer e sobre a sáida dele para com Maharet ficava anciosa por comida,minha cede ardia muito.

"Não sei Marius,me sinto faminta a cada noite,nunca senti essa necessidade".Estava sério,Marius emanava toda sua seriedade de uma forma macabra para com todos nos,estava sonolenta,iria a
contra-gosto ter que me retirar,infelizmente o Sol iria nascer,assim começamos os preparamentos a ir até o sotão,andavamos pelos corredores quando Marius voltou a falar comigo em todo seu
tom macabro "Amanha eles estão de volta Thalwa ai poderá se fartar com o que eles trarão"Sorri da melhor forma possivel,Marius precisava disso,merecia o melhor sem dúvida nem uma.

Trancamos o sotão bem lacrado,nos recolhemos naquele sono quase eterno,dormimos junto até o momento chegar.Sonhará com vários acontecimentos e assim véio o despertar!Sentia uma mão a
pairar sobre meu rosto,era Louis que tinha destravado o sarcofago central para me acordar,forá a meu contra-gosto novamente que ele insistiu em que me levanta-se "Vamos Thalwa,tem gente a te
esperar".Uma vitma?Soube que sim,isso pelo cheiro suculento de ser humano jasendo no ar.Louis me esticou as mãos e me puxou naquele pulo descomunal,me pegará nos braços para me por de
pé.

"Desculpe querido,estou me sentindo fraca,estressada com tudo isso".Como o riso dele me trázoa um conforto doce,pude beijar seus lábios e ouvi a voz de Ardônis a me chamar,atendi ao chamado
saindo pela porta a entrar pelo denso corredor iluminado,sentia a presença de Maharet e Lunnes,o perfume da vitma me deixava quase a beira da loucura "Ah!Souberam escolher bem,podéria vir a
sentir orgasmos com isso,sabe que apenas o perfume me causa orgamos Louis".Parei olhando sua face corar,arquei as sobranselhar negras que jasem em mim de são perfeitas,meus cabelos caiam
as costas longos,um leve peso delicioso "Tadinho,desculpe qualquer comentário".

-Não,Thalwa,tránquilo,não e nescessário ficar preucupada com isso

"Não,e que...Sei que e educado demais,porém não sou assim,não e?Ah!Podéria cair em cima de ti agora sem pretestos ou protestos".Não contive as gargalhadas quando voltamos a caminhar e sai-
mos ao salão,lá estava Maharet ao lado de Lunnes,Mergit's ao lado de Marius que estava com Sépia sentada em seu colo,ele acariciava os densos cabelos de minha filha que tinha conversado muito ao
tentar conhece-lo mais a fundo.

Voltei meus olhos profundamente a minha volta,a porta do palásio aberta,Ardônis saira ao campo a me chamar "Áqui!Mãe e áqui!".Maharet derá passos comigo,Louis impassivel com a presença de
cinco humanos lá fora,já jasiamos a observamos soltos,estavam sentados e mal compreendiam o motivo,sentados no gramado doce,onipotente pela leve neblina pairando no campo.A lua nesse al-
to início de noite muito forte apesar de opaca,dava passos na direção daqueles cinco traficantes e contrabandistas de mercadorias.

"Boa noite queridos,pena que jamais virão a descobrir o verdadeido sighificado disso tudo".Poderia ser sensata,porém simplesmente mandei Lunnes apricionar os quatro restantes quando primeiro ia
sendo morto por mim,só foi a questão de um gesto ao sobrenatural para predenlo e gravar as presas em sua carne densa no pescoço,ele se debatia,um homem cruelmente morria em minhas mãos
e assim ia se esvaindo,o necta vermelho descia por minha garganta,todos osbservavam esse ato a qual conhecemos tão bem,agora podia sentir as unhas saliêntes sobre minha nuca,o calor do sanguê
ia me contaminando a me dar vida e matar a fome.

-Lunnes o próximo,o próximo!Não quero desistir,eu não vou desistir.

Parei a frente de uma mulher jovem,bonita por ser morena e em um estalar de dedos ela morria em meus braços,tinha quebrado a cabeça dela,lámbia o ferimento e deixei as presas entrarem de novo
na carne fresca,nesse momento estava sentada com ela agarrada a mim,uma força descontrolada ia saindo de meus dedos,fiquei nesse glórioso banquete até matar a fome,ao termino as cinco pessoas
já jasiam mortas em meu leito de fome "Marius queime a todos querido,já estou farta de olhar para eles".

"Como desejar,como desejar".Foi um momento insolênte quando Maharet forá a parte superior do palásio e trouxe um imenso frasco de alcool "Tenho vários Thalwa,quanto a isso jamais deve vir a
se preucupar".Sorri dando um abraço nela,pena que eu seja mais pequenina,um pouco pequenina do que ela,mais pequenina,compreendem?Olhei Lunnes tirar o frasco de suas mãos,ele mesmo ia
entornando o conteudo sobre os corpos enquanto Marius deixava as chamas subirem pelo pensamento.

"Isso Lunnes,derrame mais homem!Mais alcool um pouco acima".Odem obedecida e as chamas iam subindo como um inferno de dante,queria chorar,porém o abraço de Louis por detráz de mim pode
me fazer suportar friamente o olocausto senarial.O cheiro de carne carbonizada ia tomando o ar a nossa volta,Louis friamente se sentou junto a mim naquela pequenina escada de entrada do palásio
e pude ver pelo seu olhar como a frieza lhe contaminada conforme os anos passavam.Mais forte,seu sofrimento em Merrik forá sua decadência,isso sem dívida nem uma.Porém o golpe mais forá ver seu
Lestat arancar aos olhos.

Isso sempre se passava em seus pensamentos,cruzei os braços esperando a queimar terminar e ao ver o toque de Maharet e Mekare as cinzas já subiam aos céus,Marius entrou acompanhado de Lunnes
que voltou seu olhar a ele,Marius sentou-se sobre uma cadeira pensativo,voltou os frios olhos azuis a mim "Ele cresce,dá para sentir Thalwa,o feto cresce a cada vez que se alimenta,descansa e além de a
sua força lhe oferecer a vida nescessária".Não me contive,isso me deixava não só nervosa e sim a beira da loucura!Pude deslizar os dedos a frente do meu corpo e sentir aquele espasmo de poder dando a
vida a ele "Isso e um lamento,compreende?Preciso subir Marius,preciso continuar insolada,preferia que o sol me queima-se,depois eu volto querido".

"Disponha sempre Thalwa,estamos áqui,esperamos você".Foram as últimas palavras que ouvi dele ao subir a escadária pesada,Louis me seguia,ele erá insistente em se manter comigo!Algo que me inrrita-
va,mais compreendia ao ouvir seus seus passos"Não pense que vou sair daqui Thalwa,eu a amo até o ponto de dar minha vida,compreende?Por quê não me chamou?.Toda a quietude insolava o quarto ao
entrarmos,me sentei sobre a mesinha a beira da cama "Louis?Compreendo,não estou inrritada,ok?Não pensei mau de mim menino".

-Assim espero querida,saber que tem raiva de mim me fária muito triste.

-Sei,sim.Agora deite-se e me deixe pensar áqui.

"Depóis conversamos,não vai ficar assim".Uma voz poderosa,nunca virá essa tonalidade vindo dela,Louis com irá?Não,era bom demais para ser verdade,ele tirou a caminha e a colocou sobre o espelho da cama
e se virando de lado se deixou cair no sono com o rosto delicado e doce sobre o travesseiro.Voltei meus olhos a Lua que dava para ser vista pela varanda,fui a varanda rapidamente e deu para ver o mar abaixo
a bater nos rochedos,entrando novamente visualisei o armario posto na parede,espelho pesado e grande a cintilar a minha frente "Tantos quartos existem áqui,um lugar maghifico realmente".

Fitava a escrivaninha com tinta e pena no pote,papiros quardados na gaveta,meus dedos deslizavam ao encontro desse papel doce de sentir e assim encontrei algo inusitado "O quê?Maharet tem?Lestat véio a
escrever isso?Pelo amor de Zeus!".Era um escrito moderado e aplicado,não sabia que Lestat tinha sido tão rápido a faze-lo "Ah!É esse o nome que ele deu?Um infeliz,realmente".Meus risos sairam maléficos e
tirei o livro da gaveta pondo-o sobre a mesinha,estiquei as pernas a frente e comesei a analizar a capa.

O livro era pequeno,aproxidamente trezentas e ciquentas páginas,fitava a capa negra,o desenho sobre o negro puro de formato de gotas de sanguê vemelhas e assim para finalizar um pequeno gerne central
a conclúir o contexto,a cor prata era maghifica,acima o titulo**Gêlo De Sanguê**."Uma arpia!Lestat seu insolênte!".Vi pela data que vázia poucas horas ou dias de lançado e friamente estava áli!Meus dedos ia
deslizando pela capa tão grossa e finissima nesse desenho maghifico.

Abrindo vi uma assinatura dele bem grande,sempre a mesma letra grande,grossa e desconexa de Lestat, impactante e fui desfigurando o conteudo ao começar a ler,de algum modo a frente ele dizia assim "Nao
vou morrer!Eu não quero morrer!.Declaração a Maharet".Esse livro tinha sido entreguê a ela em oferecimento espécial a sua pessoa,sorri com isso,minhas unhas cintilavam enquando continuava absorvendo o
contexto do recado,as folhas imaculamenre brancas junto as escritas negras e assim comesei a ler,todo o vento ocilava e dava para ver Louis deitado a dormir,um rostinho de pura paz,amarrei meus cabelos a
cairem para tráz para não me atrapalhar,séria meu momento "Vamos moleque,apois e Lestat,agiu rápido". Já estava virando as páginas ao começar,séria uma leitura longa pesadissima até poder finalizar,a noite ia
correndo e queria me deliciar com isso,dava para ouvir o som da respiração de Louis no silêncio,passaroa a cantar do lado de fora,alguns até deciam na varanda,sena inrreal de se imaginar.
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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 73

Mensagem  Ana Nery em Dom 8 Ago - 13:04:10

Meus olhos iam passeando pelos textos e Louis a continuar dormindo,as horas iam passando e eu a ler extensamente tudo,a cada palavra,uma por uma ia sendo gravada em minha mente e
ai terminar estava em pânico "O que deve ser produzido".Foi meu sussuro ao terminar,deixei o dedo pairar sobre a capa ao fechar,fitei o espelho cintilar na iluminação doce,no quarda-roupa
eu procurava um vestido negro,sabia que aquele quarto Maharet tinha separado exclusivo para a minha pessoa e áli jasia a procura de roupas limpas.

"Louis acorde anjinho,léia o livro acima da mesinha".Parei olhando seus olhos se abrirem,ele a fitar o livro de um modo incrédulo,sentou na cadeira de maidera pesada e bem polida "Ele fez
de novo?Um infeliz!".Louis tinha se inrritado com a verdade,seus olhos se fecharam e pude lhe dar um abraço por detráz "Léia-O que deve ser prozido,foi isso querido Louis".Uma reposta ao
meu cintilar de alma,ele virou seu rosto e pude beijar sua boca novamente,senti aquele doce a jaser em seus lábios "Vamos,léia,já sei quase todas as repostas,isso me deixou com paz sobre
minha alma".Ele sorriu graciosamente,voltei a procurar um vestido negro e abrindo a gaveta eu pude encontrar:Um vestido de tecido fininho,ele dava um volume abaixo da cintura e acima um
corpete sinuosamente maghico!

desabotoava ele e ia trajando,perfeitamente ajuastado a cintura e sabia que Marius e Lunnes lá embaixo estavam em uma discussão.Por quais motivos?Só vendo para descobrir,pentei os
cabelos novamente e sair pela porta,no salão a sena era estarrecedora,parei ao lado de minha Mergit's a observa-los "O quê acontece irmã?".Ela passou seus olhos claros por mim,podia ver
na minha alma "Lunnes quer fortalecer Marius,sabe que ele e mais forte no sanguê do que ele, não e?Marius se recusa querida".

-Não vou aceitar uma afronta dessa Lunnes,por favor!Não posso ganhar tal poder,e muita força a suportar.

-Marius deve ser forte,pare de discutir comigo,sei que quer!Sei que gostária de beber friamente de mim,sei disso desde que bateu os olhos em mim.Vamos Marius,somos ancições,por quê não
ser mais poderoso?

-Simplesmente porque me séria doloroso demais!Sofreria imensamente!Acha que suporto ter a dadiva que carrego?Não!

Que sena maghanima,perfeitamente dois deuses discutindo,Lunnes tinha tirado o denso casado negro que vestia,o colocará em cima do sofá,só estava de caminha,calças negras e botas,ele ia
friamente testar a paciência de Marius.Lunnes agora desferia aquele estilete no anti-braço,Marius dava aqueles passos para tráz em gesto de negação,Lunnes caminhava a sua direção e pode ver
como os olhos azuis de Marius se retessavam,os cabelos loiros e andulados caindo sobre as costas.

"Sei que deseja isso Marius,pare de ser inerênte,desfira esse poder dentro de si,o quê espera?"Um olhar sinuosa saiu de Maharet,ela ria com isso,soltou um sussuro a mim ouvido netidamente "Marius
e fraco no poder,pena que não aceite,uma negação que lhe custará caro querida Thalwa".Asenti ao captar a mensagem perfeita.Marius agora dava passos para o campo,Lunnes o seguia,segurava todo
o estileta nas mão-esquerda.Lunnes com um corpo de um jovem de vinte anos,Marius um poderoso no corpo de um homem-maduro,temia no que poderia dar essa questão.

"Lunnes eu lhe juro que se continuar eu queimo você,está me entendendo?".Lunnes ria das palavras de Marius,como se ele tivesse a força para isso,ele mesmo jogou Marius contra o gramado do campo
e esticou os braços a sua frente,segurava o rosto de Marius em um gesto maghifico,Sépia e Ardônis a observar grudados um ao outro no apoiador da varanda.Aquele vento estava delcioso!Respirava para
continuar observando a sena tão perfeita.

Lunnes o terrivei,Lunnes o ingrato dominado pela força,Marius o ancião educado que não tinha toda a coragem de admitir que queria áquilo.Os bralos longos e fortes de Lunnes continuava a segurar todo
o rosto de Marius que jasia ao chão,o fios de sanguê saiam dos pulsos de Lunnes,ele forçava aquele sabor sobre os lábios de Marius,apois isso o soltou,apenas um deleite rápido,os dois se encaravam a
deixar um transe neutralizante passar "Veremos quem dar a última palavra Marius,veremos".

-Isso e uma ameaça Lunnes? Eu não quero e não vou aceitar isso,está me ouvindo?Ninguê me faz de gato nesse mundo,muito menos vossa pessoa.

-Hum...Marius rebelde,Marius chateado.Não sabe o que a verdadeira força Marius,apredera no momento certo,tenha certaza disso.Querendo ou não vai aprender!

Foi um últimato a Marius,Lunnes passara por nos naquela rapides insessante,tinha sido um momento de ingratidão vindo de Marius e isso ele não aceitária de modo algum,seus olhos verdes passearam por mim
quando me sentei,Mekare e Maharet juntas a tentar apasiquar a situação,tinha sido uma briga terrivel,ao que captei realmente séria complicadissimo Marius aceitar "O pior e que ele quer,compreende?Vejo nos
olhos dele,vejo no olhar dele!Ele quer beber do sanguê,muito sensato".

Asenti com uma coordenação imediata,Lunnes agora pegou um lenço para limpar o braço,o corte fechava enquanto ele ia deslizando a linguá,ele lambia o ferimento que fechava rapidamente e assim se levantou
a ir para o terceiro andar do palásio,ele ficaria sozinho,não queria ninguêm o incomodando,estava tão pau da vida pelas palavras de Marius que se pudesse queimar o mestre,o fária sem pretestos,por Lestat ele ia
desistir dessa cogitaçãp,ouvia seus passos ao subir,Marius agora entrava,seus olhos transtornados.

"Me desculpe Marius,Lunnes e terrivelmente agil com suas decisões".Ele limpava sua boca,tinha sentido o sabor crucial chéio de calor do sanguê de Lunnes,olhei para a pele arrepiada do seu rosto e bralos,ele ti-
rou o denso casado vermelho pondo-o no colo,Marius queimava com isso,apenas o leve sabo lhe provou essa sensação onipotente,seus olhos nublados pelos arrepios a correrem seu corpos,algo inesperado ape-
sar de suas palavras,Sépia derá uns tapas em seus ombros quando o indagou friamente "Marius eu fária o que ele manda querido,Lunnes vai dar a última palavra,tenha certeza disso".

-Me desculpe querida,estou passando por dias tormentosos e agi dessa forma,jamais aceitaria de alguma forma.Preciso pensar querida Sépia.

Podéria jurar que estava dentro da mente de Marius,era dificil algum imortal fazer,mais consegui esse feito de uma forma imediata ao ele terminar de pronunciar essas palavras,seus olhos brilhavam quan-
do percebeu isso,o sorriso que soltei a ele ao captar esse fraghmento de pensamento jamais me peria me esquecer,lembrava em como Lestat reagiaria diante da sena e desse pensamento,provavelmente a
sua pessoa entraria em colapso,não e?Es as palavras que captei na mente de Marius De Romanos,ele assumia friamente que:

'Eu podéria passar várias noites com ele e não me cansária,me queimaria ao sentir seu corpo junto a mim,porém a troca de sanguê?Algo inestimavel que ancéio!Lunnes um ingrato por me queimar desse
modo'

Meu olhar foi insensato ao absorver essa questão crucial.Pena que Lunnes agora não sairia do seu retiro,deveria estar com a mente fervendo,porém véio um ato insolênte,simplesmente véio aquela
imagem inerente que me fez ficar tonta,Maharet me observava e me segurou pelos braços,jamais esperava que estivesse tão fragilizada,Mekare quase entrou em pânico quando parou ao lado dela
a me observar,os passos de Marius foram pesados "Thalwa mantenha-se de pé!Não apaquê!".

Foi um leve últimavo,mas não aquentei e apaquei,sentia que Marius me carregava pelos braços.Isso foi a última coisa que me lembro antes de acordar no quarto reservado para mim,estava deitada na
cama imensa de dorsel,Louis já tinha terminado de ler o livro,sabia de muito mais respotas em que a sua pessoa procurava,seus olhos me fitavam enquanto se mantinha sentado a me olhar,pernas gruza-
das em um gesto supremo.

"Eles a trouxeram,estão lá embaixo Thalwa,jamais sairão dáqui antes do bebê nascer e saber que sua pessoa está em segurança".Queria chorar,levei meus dedos aos lábios e segurei os soluços,Maharet a
sua delicadeza tinha tirado meu vestido e colocado uma túnica bem fininha em mim,os botões de prata a jaser sobre o tecido vermelho era maghico,meus pés estavam descalços e novamente véio todo o
estinto sobrenatural que me fázia me sentir destruida por dentro.

"Ele tira minha força,Ah!Não aquêntarei muito tempo,tenho minhas limitações Louis,aonde isso tudo vai dar?.Ele gesticulou com os dedos delicados em minha direção "Verá,apois ler o livro,apois ver você vir
a falar com as almas,eu sei como agir,verá Thalwa".Ele se levantou ao pronunciar essas palavras,pode sentar-se ao meu lado,um olhar sinuosamente gravejado de melâncolia e doçura em mim.Não lamenta-
ta nem um dos seus erros no passado,algo glórioso.

-Quando tudo terminar terei que sumir Thalwa,espero que não sofra diante disso querida,poderei vir a decair na viagem que farei.

Temia por essas palavras e deslizava meus dedos em seus cabelos quando o acolhi em meus braços.O olhar muito brilhoso,sabia que ele começou a planejar algo,porém com a mente fechada jamais poderia
vir a descobrir "Prometa-me que jamais fará uma loucura Louis".Ele sorriu para mim,beijando meus braços desferiu aquela resposta cruel "Não uma loucura e sim uma procura".Os lustres estava ascesos para
dar aquela doce luz a nos.

O verde das folhagens de plantas nos jarros era perceptivel e podia me acolher em seus braços,ele véio a se apoiar nos travesseiros,encolhi minhas pernas e encostei a cabeça em seus ombros,sentia todo seu
perfume de malva,uma pele deliciosa de sentir ao deslizar as unhas por cima,não queria parar de beijar a sua boca,sempre aquele gosto delicioso,estava aquecida acolhida em seus braços,aquecida pelo amor
que sento por ele e que nesse momento me fázia viver em todos os sentidos.

Suas mãos vieram a pairar sobre meus ombros,isso me deixava frava diante de tudo,assim sentia todo o seu corpo por cima de mim,ficamos nesse momento de beijos por um longo tempo,acolhida diante da
morte,acolhida diante do tormento intransponivel,novamente senti o espamos do bebê a tirar sua força de mim,ele realmente usava esse poder para se desenvolver por completo,deixei minhas mãos pairan-
do a minha frente,Louis nesse momento podia se deliciar com a sensação de que estava planejanto algo e nada ou ninguêm nesse mundo iria para-lo.

"Será o meu momento Thalwa,poderei brilha e finalmente morrer em paz".Asenti me sentando encostada ao espelho,minhas mãos pairavam sobre minha barriga tão fina e delicada,tremia com a nitida dor,não ia
saber do que isso se trava e fiquei encostada pensando envolta nessa dor central,meus dedos tremeluzia a se manterem a frente de minha barriga tão reta.Meus olhos subiram ao teto naquela dor imediata,não
iria me queimar no sol por causa disso "Até o fim,não e?E isso que quer de mim seu moleque?!".Palavras ao bebe que jasia dentro de mim em desenvolvimento tirando toda minha força sem sequer dar pausa.O
olhar de Louis foi daquele daquela calma ao espanto.Me lenvatei em um sobresalto,rodava o quarto sobre a pequena loucura de morte "Ah!Podéria mata-lo! Um estalar de dedos e podéria mata-lo seu moleque!".
Louis se sentou observando naquela loucura "Vamos,o quê espera?".Um silêncio me dominou e pude vir a cair no chão apagada "Não faça isso Thalwa?!".Ele me sacudia pelos ombros,Louis em sua loucura,eu?A bei-
ra da minha loucura!Foi meu últimato de decadência em sonhos quando Louis me levou para cama enquanto me mantinha em sono profundo.


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O som das trevas-Cap 74

Mensagem  Ana Nery em Dom 8 Ago - 13:08:30

Hávia se passado uma semana apóis esse pequeno insidênde perânte minha loucura,apesar de ter recebido algumas advertências referêntes ao Lunnes e Sépia queria sair sozinha,jamais eu
iria me sentir em paz até ver até onde tudo podéria chegar.Estava no imenso campo junto com a Mekare,pena que só pudesse conversar mentalmente com ela e a última coisa que lhe disse
foi que iria a uma ilha bem próxima,sabia que lá téria algo em espécial.O que se passava em minha mente erá que gostária muitissimo de tentar um leve suicidio.Essa sensação e decisão
só a minha pessoa sabia é e claro mantinha menteus pensamentos fechados referêntes a isso.

Não vou lhes dizer que estava me sentindo feliz,quase estava entrando em estado catatonico a pensar em todos os acontecimentos.Por último deu um pulo daquela imensa colina que a ilha a
qual estavamos sempre tivera.Me despedi de Mekare que ficou a me olhar em seu silêncoo para mim.Foi com pouco tempo que cheguêi e a noite mal se iniciava,estava fresca,doce como a
eterna neblina que lá jasia.Nessa ilha tinha-se patanos imensos,ouvia o chiar dos crilos,sapos e até mesmo podia observar aquelas flores e camélias raras de se encontrar nesse mundo.Anda-
va em passos lentos,suaves para deixar a sensação mais gostosa de sentir.Usava uma leve túnica branca com detalhes em dourado-escuro,presente de Maharet,ela tinha inssistido e assim
eu não resistir,calçava uma sandália grega bem curta com detalhes bem fininhos.Realmente a minha pessoa estava tentando fazer uma loucura.

"Não me sinto feliz seu moleque insolênte:Estou me sentindo fraca,sem forças e muito menos a minha pessoa se sente grata por isso".Novamente a pequena loucura vindo ao meu pensamen-
to.A presença da criança era forte dentro de mim,uma semana tinha se passado apóis aquele e arduo demáio.Acredite,eu estava prestes a fazer de tudo para que a criança morrese.Não séria
uma loucura propiamente dita,continuava andando até que me deparei com uma paissagem ao acaso.Uma pequenina colina nessa ilha insolada a qual estava jasando sozinha.

Sentia o peso do pingênte sobre meu colo dos séios,isso porque usava um cordão com aquela bela pedrá azulada,gosto de pedras,para ser sincerá sou uma fanâtica.O quê podéria fazer?A
minha pessoa se encontrava naquele lugar,eu observava friamente,a Lua batia em meus olhos cizentos dando um contraste maghifico em si,os meus dendos cabelos negros e lisos estavam a-
marrados para tráz,tinha feito uma trança para não me incomodarem em nem um momento.Eu vislumbrava a pequenina colina,uma lagôa densa jasia lá a minha espera,o vento corria e pude
dar o passo crucial.

- Querido quem sabe não seja seu fim,quem sabe minha angustia não cesse!

Tinha pulado,me deixei cair coliba abaixo,rolava sobre aquele penhasco baixo,fiquei rolando até sentir que tinha parado.Meus braços estava aranhados quando me dei conta de que tinha acaba-
do de descer naquela queda.Passei meus olhos a minha volta,me coloquei de pé ageitando toda a roupa,meus dedos deslizavam rapidamente ao modo sobrenatural limpando tudo,qualquer uma
mancha que restase.

"Não adiantou,será que terei que ser mais cruel?Zeus porque faz isso comigo?!".Única coisa que a minha pessoa podéria fazer séria se sentar naquela pedrá a beira do lago,o cheiro de flores forte
me causava nauseas,flores com um perfume horrendo!Olhei o lago a minha frente,estava com os braços apoiados sobre as minhas pernas cruzadas e pensei novamente "Poderia ir até as profun-
dezas do inferno que essa lago tem,quem sabe não dê certo".Me pus de pé,fechei as mãos sobre o formato de punho.

Juto que podia sentir as unhas entrando na carne ao manter as mãos fechadas desse modo,tirei as roupas as dobrando e as colocando sobre a pedrá.Pelo que sentia ninguêm tinha me seguido e pu-
de pular,dei algumas braçadas em nado até ver que estava no centro do lago.Ah!A change perfeita para mim,soltei um risinho maléfico e me deixei submerger,curvei meu corpo e descia com todo o
braço esticado a frente,dava pernadas leves,suaves como plumas de plebel.

Continuei nesse ritmo por alguns minutos,ia sentindo aquela grandiosa presão do lago sobre todo o meu corpo.Quando senti o fundo pude ver acima a Lua batendo na água,um reflexo puramente um
encanto.Meus pensamentos ecoavam abaixo da superficie,estava ficando tonta,sem forças,porém a minha pessoa ficária áli até ter a certeza de que não viria a ter esse bêbe,abrindo meus braços pude
tambem me deitar sobre o fundo do lago,esperava friamente que tudo desse certo "Estou ficando na beira da loucura,gostária de ao menos um momento de paz Zeus".Foi um pensamento macabro até a
minha boca soltar aquelas bolhas de ar,as olhava subindo até a superficie.

'Sim Zeus,posso ser castigada por isso,porém não desejo tal ser nesse mundo,acho que estou vindo a entrar em estado catatônico.Um toque de paz para essa alma despedaçada.'

Novamente um pensamento vindo de mim,juto que podia sentir que estava jorando abaixo desse lago tão frio e imaculado,vi uma pessoa pular,olhava aquela pessoa descento em braçadas rápidas.Jamais
pensava que tériam a aldásia de me seguir.Uma magoa sem fim ao ver aquele cabelo loiro e andulado a reluzir ao toque dos raios da Lua que entrava na água.Não pude decernir quem era no momento
e de um modo sagaz ele me puxou.

Tentei revidar áli mesmo,não adiantou e a pessoa me puxava para cima em uma força descuman.Era Marius,ele descaradamente me seguira,tinha tido um instindo infalivel"A loucura Thalwa não e a boa e
ardua solução.Lamento por isso".Dava para ouvir sua voz poderosa em minha mente,palavras que eu gostária de descartar friamente nesse mundo.Iamos subindo,ele me forçava com sua forças a subir a
superficie e quando senti a golfada de ar entrar nos meus pulmões pude sentir que estava sobre toda a superficie do lago,Marius me olhava friamente com seus olhos azuis,me queimavam a um ponto que
gostária de fugir.

Mantinha o respeito por ele,jamais iria desobedecer as suas ordens mesmo sento mais forte,Ah!Todo seu olhar era de desgosto,o que me magoava "Ah,Thalwa,pena que se sinta tão artomentada.Poderia
morrer por isso Thalwa,saia dáqui,vamos para o palásio.Recebeu a dadiva da vida uma única vez,sua atitude me deixa muitissimo triste Thalwa,devéria dar valor ao que as almas fizeram por você".Jamais
responderia e não iria faze-lo.Senti seus braços me envolverem pela minha cintura tão fina,ele me impulsionava a margem do lago.

"Isso,vamos embora,isse não e lugar para ti Thalwa,vamos sair dáqui".Tinha caido sobre a terra que estava tão humida,me encostei sobre a pedrá e como em poucos momentos me envolvi em choros a
própia raiva.Tremia de ódio,raiva,todo tipo de sentimento que possam esperar vir nesse momento de loucura.Marius se sentou ao meu lado,tambem estava encostado sobre a pedra e voltou seu olhar pa-
ra mim,sua voz saiu embargadora e cruel como numa ordem "Não tente isso novamente,olhe para si Thalwa;deixa se consumir pela loucura,es mais forte que isso!Jamais esperaria isso vindo de sua pes-
soa Thalwa".

-Correto Marius,concordo,mais sabe como e pesado esse martirio!Será mesmo que me sentirei bem ao ver esse maldito a minha frente?Como virei a reagir na presença do infeliz?

-Lestat?Mande ele ao inferno,simples assim.Não deve pensar nele,pense em si e na criança,o resto?E puramente coisa clássica a resolver Thalwa.Vamos embora,já ficamos tempo demais áqui.

Ele se levantou ao pronúnciar essas palavras,me entregou seu imenso casado vermelho,porém vim a recusar pegando minhas roupas e as vestindo rapidamente.Começamos a tensa volta.Ficamos na
devagação na Ilha tão macabra,ouvia o cântigo das corujas envoltas naquele luar negro.Marius pode passar seus braços sobre meus ombros,o peso caia como ferro,a pele imaculamente branca com
o toque de marmore de tão perfeita "Como Armand agil na chegada de Letícia Marius?".Ele sorriu e pode me responder,olhava as marquinhas em suas bochechas tão meigas e doces.

"Ele?Armand e Pandora foram que me mandaram traze-la;para ser mais claro Thalwa a Letícia véio a se tornar sua amante,sua companheira e assim estão morando juntos na mansão dele,não param
de toda noite de se acolherem um ao outro,os dois corpos entrelaçados a fazer amor de uma forma descomunal.Ele à ama,realmente não sairá de seu lado,a Letícia e uma garota muito doce com ele e
da mesma forma ele age".Sorri novamente,olhava o cintilar das suas unhas brilhosas,sabia que sua Letícia tinha se tornado como uma filha para ele,Armand então não podéria se comentar,fiquei com
uma imensa felizidade e assim continuamos nossa caminhava.

Marius carregava suas roupas nos braços,sorria uma vez ou outra ao olhar as corujas nas arvores a nos fitar de um modo macabro e de puro terro.O vento rugia sobre meus cabelos agora destrançado
pelas minhas mãos,a humidade do molhado nos fios ia passando,o mesmo acontecia com Marius,ele mantinha os passos leves,gostosos sem emitir nem um barulho.De uma forma inesperava avistamos
uma cabaninha,tochas ardiam a frente,tinha moradores áli "Thalwa?Vamos,se alimente querida e ao terminarmos vamos embora".Passei minha linguá sobre meus dentes naquele gesto delicioso,poderia
jurar que iria delirar,sentia o cheiro de longê.

Em um vulto sobrenatural já pairavamos a frente da cabaninha e tinha uma pessoa lá,Marius destravou a masaneta já desgastada e atacou imediatamente o homem lá dentro,era loiro.O sanguê escor-
ria de sua garganta quando o agarrei bebendo todo o sanguê.Fiquei grudava a ele e quando terminado Marius pegou uma pá na cozinha pequena e saimos para fora.

Em uma cova devidamente cavada na parte posterior o enterramos,jogamos a terra e assim saimos na volta em voo.Saltamos no imenso campor de Marharet,sua irmã nos esperava,a Mekare que não
falava.Temia por isso,cheguei a me perguntar se ela não se sentia mal por essa dadiva negra que a Akasha aplicou sobre ela.Ela fez um gesto a envolver meu braço-esquero e saimor a entrar.Marius e
claro devidamente vestido apesar das pequeninas manchas de terra nas roupas.

Nada iria comentar,séria meu segredo,o segredo de Marius em si,ele chamou Louis a subir para o terceiro andar,Lunnes estava lá,não parava de fazer suas anotações no caderno de palta negra.Citação a
catarer vindo do Mestre ao subir,Louis passou um último olhar por mim,tremeu por um momento e pode seguir seu caminho com o mestre.Respirava ofegante ainda,sentia uma pequena dor no centro da
barriga devido a toda pressão do lago.

-Thalwa,está se entregando a tua loucura Guerreira,o que Lestat pensária disso?

"Absolutamente nada Maharet!Isso diz respeito a mim,e meu corpo e não dele!".Me pus de pé,Maharet me olhava naquele risinho doce,à abrasei por um momento,Sépia e Ardônis estavam no museu fazen-
do anotações sobre as reliqueas de Maharet "Pena que ela não fale,Maharet como suporta ver ela em seu silêncio eterno?".Maharet asentiu,seus olhos brilharam de pranto quando emiti erras palavras,mas
me respondeu com sua indolê e força,deu a volta e sentou ao meu lado.

"Mekare e insensata demais Thalwa,sofro sim,mais jamais fária algo sem o consentimento dela".Sim, téria que ser assim,os cabelos acobreados e ruivos de Maharet estavam presos para tráz,o brilho ia
se destacando poderoso na luz,Mergit's agora tentava anotar suas imprudências,estava sentada em uma mesinha encostada na parede e pude ver Mekare parada a porta.A olhava friamente,ela mesmo
com sua personalidade senvagem me implicada nessa trocar de olhar.Estava chegando o momento e não iria desperdiça-lo.Sorri para ela,um sorriso glórioso e malvado,ela estava vestindo uma manta de
cor verde-oliva,o tecido dava um belo contorno as suas curvas delicadas e assim me mantive entrando em seu olhar,alma e por fim coração "Não pense que sou boa,posso ser tão cruel quanto você".Esse foi
o pensamento de Mekare em resposta,friamente sorri novamente "Não exatamente querida,veremos".E assim ela saiu para o sotão,Maharet a seguil sabendo dessa troca de pensamento e palavras entre eu e
Mekare.Agiria muito rápido ao chegar a hora.
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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 75

Mensagem  Ana Nery em Dom 8 Ago - 13:12:03

Maharet e Mekare não sabiam,porém desde que cheguei no palásio envolta nessa situação eu estava emanando minha presença,eu de alguma forma tentava atrair um bebedor de sanguê.A
minha pessoa estava disposta a devolver a fala a Mekare.Maharet nuna iria ter coragem,não e?Por isso estava agindo as escondidas e minha resposta aconteceu apóis duas noites em esse
momento entre eu e Mekare tinha acontecido.Tinha sido acordada pelo Lunnes e Marius.Eles a pura maldade davam tapas em minha face,me tiraram o sargofago e assim me levantei com a
sua acolhedora presença.Marius estava nervoso,sabia que tinha intrudo na ilha.

"Thalwa o quê está aprotando?Me fala querida,o quê acontece?"Um descontrole sem tamnhao e continuamos seguindo pelo corredor.Sorria porque séria meu momento de glória "Apenas eu
lhes dou um aviso:Prensam Mekare nas cordas feitas por Maharet,me encontrem dáqui a pouco quando eu voltar".Lunnes viria comigo,era uma ordem e não um pedido.A essa altura já ia
tendo um rebuliço imenso no palásio.

Quando na sala eu olhava Marius procurando Mekare,tinha acontecido o que mais esperava e a change não podéria ser desperdiçava "Lunnes pequê um pote de vidro querido".Lunnes me
atendeu ao pedido,Sépia e Ardônis não compreendiam o que acontecia,porém ajudavam ao Marius naquela procura,Maharet apareceu na porta tentando captar o que acontecia "Tem um
intruso na ilha,o quê acontece queridos?".Mergit's a mandará sentar-se no imenso sofá,não ia responder até o momento certo,olhava as duas pensativas "Maharet prensa Mekare nem
que seja nas cordas,volto rápido".

Lunnes já aparecia com o pote de vidro,saimos pelo campo subindo a pequena ribanceira que encontravamos "Thalwa!O quê planeja?".Ah!Uma voz potênte para mim "Devolver a fala para
Mekare querido,não suporto vela sofrer desse modo e ela nada menciona,quero ouvir toda a sua voz".Seus olhos verdes estavam esbugalhados,respirava friamente enquanto caminhava e
carregava o pote de vidro nas mãos,eu mesma estava com uma lâmina quardada sobre toda a lampela da minha túnica negra.

-Sejá rápido Lunnes,me siga e não me deixe sozinha!Esse filho da mãe vai morrer!

Andamos por longos minutos e foi em uma colina no lado oposto da ilha que avistamos o intruso imortal,era moreno de cabelos curtos,a pele clara e alva,os olhos friamente azuis,seu nome eu
pude descobrir.Se chamada Emanuel,um nome clássico,não e?Ele não compreendia como véio a sentir a presença e se deparar nesse lugar,o encarava encostada na arvore de braços cruzados
e assim dei passos rápidos o empurrando ao chão,meus pés deceram friamente sobre sua garganta e passaram a altura do torax bem rigido.Estava me lichando,a minha meta tinha que ser compri-
da.

"Ah,pouco me importa,compreende?Morrera querido,porém por uma justa causa".Meu riso foi um estrondo no ar,Lunnes segurava a cabeça dele já sabendo por pensamento o que queria,doeu pa-
ra ele,ele critava,mais já estava desverindo aquela lâmina sobre a sua boca e cortando sua linguá por inteiro,a aranquei inteira e intacta e ele ficou de se debatendo como um boneco nos braços de
Lunnes.Era minha glória,eu sorria melâncolicamente e pude encher o pote com água limpa em uma bica pertinho dáli e desferi a linguá dentro do pote transparente pelo vidro.

Quando voltei Lunnes já tinha dado fim ao bebedor de sanguê,suas mãos estavam dentro do bolso do sobretudo negro "Oue?Não suportei,não e?Uma change de queimar um?Não deixária passar em
branco".Foi um soficênte para soltar minha gargalhada,começavamos a voltar e quando dentro do palásio pude ver o sobresalto de Maharet ao olhar o pode jasendo em minhas mãos,ela quase foi a
beira da loucura "Thalwa!Não querida,não faça isso!".Ela me seguia ao lado de Mergit's,Sépia junto ao Ardônis corriam friamente.

-Mãe!Ela vai queimar você,estas vulneravel,compreende?Mekare por dado momento tem todo poder de queimar sua pesspa,esqueça isso!

-Pouco me importa!Ela foi fraca!Fraca todos esses anos em se manter calada!Foda-se!

Todos neutralizados com meu crito potênte ecoando no salão,Maharet de boca abaeta acolhida por Marius,Marius que afagava seus cabelos ruivos,Mergit's segurou seus braços pedindo paciência com
minha pessoa.Será que Mekare estária presa?Maharet assenou com um sim,à amarrara entre toda sua força naquelas famoças correntes feitas por Maharet.Justamente as que prenderam Lestat em
sua loucura em Memhoch(Que agora estava morto).

Voltei a dar meus passos,segurava o pote nas mãos e Lunnes corria para destravar a masaneta da pesada porta que dava para o sotão.Mekare estava áli,sentada de encontro a parede e quando sua
visão olhou o pote entrou em pânico,as correntes a prendiam e assim a deitaram sobre a meda do centro.A mesa era imensa!Puramente madeira e Lunnes me entregou o estilete,ele mesmo forçava
a boca de Mekare a abrir "Pena que Tompei não o fez antes querida,mais eu tenho a coragem".

Tiveram que segurar Maharet pelos braços,Marius a socava nos braços a levando para os fundos do palásio.Continuava olhando nos olhos de Mekare,olhos puramente verdes,ela balançava a beça e eu
vim a desferir a lámina dentro de sua boca "E,perfeito,e só questão de fazer um pequeno sangramento na pele e assim a linguá se encaixará perfeitamente querida Mekare".Fiz o corte lateral no formato
de um V primoroso,Sépia segurava suas pernas e Mekare continuava a se debater,Ardônis e Mergit's tiveram que aplicar mais força no corpo enquanto eu ia desferindo o encaize dos nervos da linguá e
assim ver a carne a tomar por completo!Tudo perfeito!A carne sobrenatural ia tomando a linguá até a perfeição ser ancançada.

"Nossa!Thalwa bom trabalho querida,perfeito!Uma loucura mais perfeito!".Pronúncias de Lunnes que chegava a delirar de felizidade com a perfeição plena.Limpei as gotas de sanguê da boca de Mekare
que ia sendo solta,ela me olhava,pude saltar ao chão,as pernas salientaram ao piso,ela andava em nossa volta,realmente a a cicatrização e imediata em nos imortais,tudo tinha sido perfeito e pude ir
deixando me envolver pela tarefa comprida.

O sorriso dela foi terrivelmente macabro!Pior do que a própia irmã!Ela se aproximou de mim pondo os braços sobre meus ombros,a fitava friamente,não tinha medo dela,ela tentava me provocar um
medo,mais envão,apenas a empurrei de lado em um gesto sonete.Meu olhar a encontrava sobre o ar a nossa volta,ela engolia o sanguê em sua boca em goles supremos,isso devido a macha que ia
restando e sua voz véio em uma cortésia inesperada junto ao tom de desden que nem Maharet viria a ter.

-Não tem medo da morte Thalwa?Ah!Realmente,realmente téria que ser forçada a isso,jamais iria conseguir se não fosse uma pessoa com maior poder que o meu ou de Maharet.

"Disponha,mais considere isso um presente do que um ultrage,tente ser mal comigo e sere má com você.Não tenho pena".Arquei minhas sobranselhas nessa resposta a ela,Lunnes ia recuando sobre o
seu passo pesado,ouviamos novamente a voz de Mekare,Mekare que tinha uma personalidade mais selvagem e ingenua do que a irmã "Me odiava por isso,sabe o que pensei quando você apareceu na
nossa existência?Que o mundo iria ser destruido,es perversa Thalwa,e isso que admiro,pena que a minha irmã não seja assim".

Sorri em desden novamente,cruzei os braços enquando andavamos e no salão Marius tentava fazer com que Maharet se aquieta-se,ela voltou o olhar para a irmã "O quê ela fez Mekare?Fala comigo ou
ficarei loucura querida".Nem uma resposta,Mekare sentaou-se com as pernas cruzadas em pensamento.Fechou os olhos antes de responder "Nada,apenas me sinto profundamente inrritada com toda uma
ousádia admiravel".Maharet queria desmaiar pelo impacto da pronúncia da irmã!E foi o que aconteceu "Ah,não!Meu coração não aguênta isso!".

Marius a acolheu nos braços quando Maharet apagou,Mergit's o ia ajudando a carrega-la e Mekaret ficara sentada,observava o frio da noite,agora sim tinha tudo completo "Acabei com ela,compreende
Thalwa?Sem nem um medo!Sabe o que senti ao vela morrer?Nem uma pena!Absolutamente nada!E lhe juro se eu soubesse de sua existência téria ido atráz e jamais téria havido aquela guerra com a
Akasha!Sabe porque admiro você?Não e fraca como nos pelos sentimentos,você não tem piedade de nada!E nem o teve apesar de chorar,de entregar a vida de teus filhos novamente!".

"E como eu,compreende?Sem sentimento ou sequer piedade".Terminará de falar,meu coração ia aos pulos de espanto pela verdade nua e crua.Marius voltava com Mergit's,Maharet estava dormindo em
seu desmaio no seu imenso quarto,Marius fitava Mekare naquela observação para a paissagem que vinha de fora,ainda não estava em si,o mestre Marius mal acreditava que tinha feito isso.Ele sentou
no encosto da cadeira pesada e ficou olhando Mekare naquela visão neutra e opaca,os olhos verdes a cintilar,a túnica verde-oliva mais que meramente um encanto.

-Fale comigo Mekare,pode falar?

Ela saiu daquele transe visional e voltou o olhar para ele "Claramente que sim,mais do um aviso:Não pense que sou doce como ela,porque não sou e nem espere isso de mim!".Era verdade,puramente a
verdade que Marius aceitou imediatamente "Claramente que sim querida,sei disso,concerteza que eu sei e pode ter certeza que tem um parceiro áqui".Ela soltou aquele sorriso negro ao Marius,Marius que
ficou saliêntando sua frieza inesperada e crua entre mim e ela.

"Pena que tenha demorado tanto tempo".Termino de pronúncia de Mekare e me pus de pé esticando a mão a ela em comprimento "É então?Agora sim me apresento formalmente querida e com muito pra-
zer:Thalwa-Imaculamente Thalwa".Ela sorriu,podia jurar que naquele sorriso tinha amor,ela pode vir a subir pela escada,queria ver a irmã.Marius a acompanhava e agora já não restava mais nem uma mar-
ca de sanguê ou cicatriz na linguá e no corte,tudo perfeito,pude me certificar quando ema abril a boca rapidamente "Perfeição!Maghico Mekare".

Ela subia comigo,destravou a porta do quarto de Maharet e assim entrou "Irmã?Pare de ser cruel com a minha pessoa.Maharet,por favor fale comigo".Maharet despertará com a voz de Mekare,podia vir a
chorar e foi o que fez,se recolheu contra o imenso espelho,ficou olhando Mekare sentada a borda,ela a queimava em prantos "Desculpe querida,não conseguê faze-lo antes,desculpe".Mekare pode desfe-
ir o braço a envolver Maharet,as duas estavam acolhidas uma na outra,Mekare fez um gesto para eu e os demais sairmos,queriam conversa,tinham esse direito.Quando no salão Marius ainda estava em
nostálgia pura,não parava de me queimar em nem um momento.

"O nome dele,qual será Thalwa?".Tive raiva dessa pergunta,não queria responder e fiquei calada até a vontade de me responder vir "Não sei,não sei se realmente desejo isso".Ele silênciou,Lunnes podia
jurar que ele iria falar algo.Mergit's queria ficar com as gêmeas e foi o que fez,sumira ao dar a volta e subir,Sépia tinha saido,ia a caça com Ardônis,dois frios e calculistas nesse sentido,só na próxima e
imaculada noite viriam.Se despediram me chamando de filha da mãe em ter feito o que fiz a Mekare. "Não,feitige queridos".Sorri e asenei os vendo pela última vez na noite,me deitei de encontro ao sofá
e agora sim descansária,Marius ficou áli,pensantivo junto ao Lunnes,realmente eu tremia pelo ato,mas pena?Não,me sentia feliz pelo ato.

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Re: ***O som das trevas***(4° Conto)

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