***O som das trevas***(4° Conto)

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***O som das trevas***(4° Conto)

Mensagem  Ana Nery em Qua 21 Jul - 11:59:08

Prólogo:

Deixem com que o vento corra entre as navalhadas da vida,façam com que ele ultrapasse nossas barreiras de sentimentos e paixão.Meu nome e Thalwa,aquela que por sua própia vontade fez com que o Demônio a
sua própia maneira e desejo decaise em suas mãos.Sou uma ingrata por isso?Não!Por que sou feita para mante todo equilibrio divino a qual nosso mundo nescesssita.Qualquer um pode fazer com que a força em
nos desperte os mais segretos prazes da vida.

De certo modo apóis a "Guerra Divina" me sinto só,destruida em todos os aspectos em que possam vir a imaginar.Estejam ao meu lado leitores ácidos por histórias de Guerra:Guerras que fizeram desse mundo
o que ele nos dias atuais.Quando sempre fecho os meus olhos ao dormi sinto a antiga Grécia renascer no sonho negro que sempre tenho.Tenho soudades dos tempos em que realmente nossos Deuses falavam a
plenos pulmões nos camando de suas Guerras Divinas.

Deven estar se questionando o modo como estou longê de Lestat,mais por favor!Eu não quero falar nesse perfeito Demônio em que realmente minha vida lhe foi entreguê.Apenas não quero sua presença ao meu
lado!Ele me mata com seu corpo,desejo e presença!Por tais motivos eu quero estar áqui:Frente a esse e tenrro mar Mediterraneo ao lado de nosso Louis que me dar todas as forças nescessárias para seguir em frente.

Não pensem que ultrajei ao meu corpo,não pensem que sou uma mãe!Porque não sou e jamais sere ao que todos pensam!Eu sou Thalwa:Uma Guerreira forjada no poder quase infinito e não quero receber o
devido titúlo que vos pensam me dar.Lestat me queimou até as últimas forças com todo seu amargor na sua imortalidade.Estou longê,a muito longê meus queridos.

Conseguêm ver as águas do Mar andulando?Apóis fechem os olhos e o sintam!Ouviram o barulho de ondas quebrando no llitoral?Há,como e maghifico estar áqui jasendo sobre essa mesa bela deixando toda pena ir
deslizando.Sempre gosto de fazelo ao modo antigo e confeço a todos vocês que Louis me faz feliz,ele me aplica sua força para sobreviver a essa provação.

Amo aos meus amores que conheci em méio a Batalha que presenciaram e o que eu tenho a dizer de toda a descrisão de Lestat em "Gêlo De Sanguê?" Queria que ele nunca o tivesse feito por que se não jamais ia
ter que escrever a vocês,mais meu Demônio esta bem,sei disso.Meu coração clama sim por estar ao seu lado novamente,porém algo me perseguê e por isso fujo com toda força dele.

Todo meu alento e supremo,sinto que meu corpo forá preparado para algo,só vim a descobrir ao chegar nesse mar Mediterraneo em terras Gregas,precisava apóis tudo áquilo respirar profundamente junto ao
meu Louis e confeço que nossas noites tendem a ser enubresidas.Estão ouvindo as Trevas em todo Som sobre seus ouvidos?

Apóis silênciem sobre minha vontade e vos ousam!Por que eu sou Thalwa!Suprema em meu poder e glória desde epócas de Aquiles.Há,me desculpem pelos critos mais e que a lebrança dele me pertuba.Lestat como
procuro dia e noite me esquecer de ti,não irei conseguir,tenho plena convicção disso por que tornouse todo meu afago de amor.

A destruição não e intinita e sim eminênte entre nos dois.Me deixas respiras e continue longê de mim meu moleque insolênte que me faz sofrer diante de não presença.Tenho um nome em mente,quero vos dizer o
modo como minha vida correu,como eu sou o que presenciaram.Espero jamais ter falado algo a mais do que o nescessário por amo a todos vocês que me deram forças supremas!

Venham ao meu lado,caminhem comigo a esse encontro em que nossas almas podem encontrar em pleno poder e glória.Eu sou Thalwa:Aquela que sempre anda ao lado de cada um de vocês,ousam meus sussu-
ros ecoando pelos ventos e céus durante toda essa noite em que entraram em minha história.Algo vem a me seguir porém me mantenho de pé.

"Meu Hyarian!Meu ser que vejo além das nuves venha ao meu encontro!Ao meu chamado de vida e morte a qual anséio toda noite.Me ouve?Sim meu Hyarian.Meus braços estão totalmente abertos ao lhe ver sobre
o vislumbre de nosso Louis e todos os que o amam"

O imenso poder estar com vocês!Pegueno!E de vocês!Não sejam fracos e sim poderosos com todo meu e imaculado sanguê que vos dou.Riam com a vida e desgraça que lhes cai no caminho porque lhes dou toda
força.Respirem minha vida,minha alma e assim ao fim de tudo isso que quero lhes contar entenderam os minimos aspectos de minha força!Thalwa quer falar e vai falar!Sigam-me


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O som das trevas-Cap 2

Mensagem  Ana Nery em Qui 22 Jul - 12:51:36

Cito que quero começar essa história com meus dez anos,afinal minhas lebranças mentais ao que saiba decorrem dessa idade:Tinha sáido em correria entre as imensas montanhas da cida-
de de Athena(Lugar a qual nasci,cresci e vivi por longos anos).Com toda totalidade o mar que tanto amo lá estava presente com toda sua força,muitas embarcações chegavam e sabia que o
exército Grego tinha chegado de mais uma batalha feroz em méio as nações vizinhas.Olhava o Sol batendo nas claras águas azuis do Mar Mediterraneo abaixo dessas colinas tão enobresidas
pela vida.

Tinha essa mania de andar por horas durante o dia pelas pedras,pequenas montanhas em que obviamente toda força de uma pessoa séria forjada muito bem,continuava olhando os imensos
barcos ancorando no extenso litoral,dava para ver de longê que o meu pai me olhava lá de cima.Sharian para quem quizer saber conforme tudo corria entre os nossos pés.Seus olhos com
a mais forte tonalidade violeta me encarava naquela visão enobresidade,um ótimo general em que travara batalhas ferrenhas a quase todo tempo.

"Thalwa está ai!Desce menina".Não queria ir ao seu encontro,ele que viesse ao meu porque já tinha feito quase três meses em que não tinha vindo em casa e minha mãe estava furiosa em
casa pensando em como tudo tinha corrido.Nos gregos de certo modo sempre fomos altos,ao passar de nossas forças quase inexplicaveis:De certo modo penso até agora que devemos os
agrádescimentos a nossa Deusa tão querida"Athena" para quem gostária de saber.

Todos os soudados iam saindo dos barcos,ardonavam as cordas forjadas no puro couro ou a navalha de sentimento.A pura madeira daquelas embarcações cintiçava sol tão forte,na cidade
sempre forá assim,o frio tomado pelo calor descomunal a qual anciamos por viver.Com a perda de visão do meu pai o senti vir por detráz de mim enquanto me mantinha escondida naquelas e
tão pesadas pedras.Estava encolhida sobre um canto quase segreto quando vi seu rosto pairar a minha frente,os braços fortes se esticaram para me puxar aos seu leito tão quente e doce
se sentir.

-Horas menina travessa,não devia andar por lugares tão altos.

Olhava como seus longos cabelos negros caiam as costas,presos de forma bela para tráz,muito lisos e pesados,ele largou o escudo sobre o chão para se manter junto a mim,beijava meu rosto
em averiquação de se estava bem ou não "Zeus me deu um presente maravilhoso,vamos para o palásio Thalwa".Sim,posso me lembrar como o os soudades me receberam abaixo daquelas pe-
dras quando chegamos a presença deles.

Nunca até dado momento pensei que podiam ter tal ousádia perânte ao modo como todos eles me pegavam nos braços e iam me colocando sobre um belissimo cavalo de pelagem marrom,meu
pai me ajudou me apoiando ao caminhar comigo,ele me segurava sobre o animal tão veroz que para mim me causava medo "Não tenha medo,olhe para o que te espera Thalwa;tudo o que ver
pode a seu toque ser seu pequena".

Deixamos o cavalo ir caminhando de forma sedora,muitos os soudades tinham feito o mesmo e com toda força olhavam para mim,paresia que todos eles me respeitavam por uma forte indolê
apesar da pouquissima idade,a visão de todo o mar mediterraneo não saia de minha cabeça,muito belo,tão belo que eu sentia delirios ao velo em minha mente naquela andar com meu pai sobre
o cavalo tão tenro.

"Chegaremos ao Palásio travessa é espero jamais vela andando sem companhia".Uma bela bronca por ter cometido esse erro,dava para ouvir o peso do andar dos imensos cavalos correndo a
nossa frente.Meu pai estava ancioso para chegar,me confeçara entre ouvidos,ri com isso,ele puxou meus cabelos as costas para me dar melhor visão,olhava todas as espadas,escudos,flechas
e para completar arcos em que aqueles bravos soudados disparavam a sempre conquistar uma cidade.

-A cidade de Athena esta crescendo Thalwa,um dia não reconhecera esse lugar.

-Sei que sim,pena que tenha que haver tantas querras para isso pai.

-Ha!Guerras:Tão horrendas porém nescessárias.

Mais um riso vindo dele,amava ver aqueles olhos violetas brilhando ao Sol,avistamos o imenso portão de entrada a cidade,eles foram abertos para dar passagem ao grande número de soudades
que iam chegando,não compreendia o por que dos critos,porém mais uma Guerra tinha sido vencidada;forá o que meu ele me citou quando me viu asusstada com a multidão que se formava a nos-
sa volta.Mais de três mil soudados a entrar cidade adentro,muitos acritavam o nome de Zeus,Athena,inumeros critos aos soudados que tinham voltado tão bem das conquistas cidade afora.

"Isso me asussta,realmente tenebroso".Ele se manteve forte,o meu Sharian desceu para me puxar sobre os seus braços,ele me carregava sobre as costas belas e delicadas que ele sempre teve
as mulheres em volta a receber os soudados me olhavam paralisadas se perguntando o que uma menina como eu estava fazendo no méio daqueles bravos homens que andavam cidade adentro.

"Calma Thalwa,chegaremos ao nosso palásio".Mais tremia quando elas me pegaram nos braços e foram com todo vigor pronúnciando meu nome.Forá ai que percebi que minha familia era importante
quando a essas dolorosas Guerras,as mulheres gregas sempre muito libertas em seu corpo e pensamento.Não só belas mais as rainhas de um reinado que começava nessa longa expansão territorial
de Athena e demais cidades gregas a serem vizinhas da nossa.

'Thalwa realmente andas aprontando muito,o que fázias naquelas colinas travessa?'

Tinha ouvido a voz de Mergit's,uma quase irmã para mim,lá a vi parada a sentar-se sobre a madeira em que toda cidade fázia as imensas construções,os densos cabelos ruivos e andulados caiam as
costas,a bela túnica grega lhe dava um toque espécial.Soube que tinha pegado gosto pelos ensinamentos dos antigos sarcedotes em que emanavam todo poder dos Deuses a qual sempre acredita-
vamos.

"Nada que seja ultrajante ao meu modo Mergit's,porém fico surpresa em que esteja tão aprimorada por esses dias".Ela sabia que sim,recebi aquele abraço quase indecifravel que ela sempre me dava,
disse que minha mãe estava irada comigo afinal tinha passado três dias explorando as colinas ao mar sem lhe falar nada.Sabia que se meu pai não intervisse por mim téria que dar serissimas explicações.

"Vamos para o Palásio,lá tomaras um banho maravilhoso e simplesmente fingimos que nada aconteceu".Foi o que fiz,sai com ela correndo entre a multidão,merdadores,vendedores de comida,muitas coi-
sas,tive que sai ao lado postério do nosso palásio porque não queria ver minha mãe tão sedo,sem broncas ou sequer explicações. As criadas quando me viram entrar pela imensa escadária de entrava lo-
go me puxaram pelas orelhas,entreguê por um golé cruel,ia sendo levada entre palavras replicantes ao banho supremo.

-Calma,não fiz nada demais,sabem disso!

'Senhorita Thalwa quase mata tua mãe de despero e agora irás a continuidade de teus apredizados'.

Como fiquei revoltada por isso,Mergit's me seguia até aquele painel a qual me jogaram,aqueles oleos perfumados para serem jogados na água doce,sentia aquelas mãos engrenharem meus densos cab-
elos pretos e lisos para deixados limpos,queria chorar mais não o fiz,sabia que minha mãe podéria me surrar quanto a imprudência,suportária e do nada a Mergit's quando a viu parada na entrada tentava
interceder por mim.Ouvia tudo atentamente.

"Selene acho que nçao será necessário fazer algo,Sharian a trouxe de volta,isso e o que importa".Ela ria com isso,véio a minha frente,me fitava com uma queima se sentimento,olhava aqueles pesados ca-
belos loiros e cacheados presos em uma espécie de coria maghifica,as meixas caiam aos ombros,os olhos cinzas cintilavam com a permanência de descisão e mandou as criadas continuarem o servido.Não fá-
ria nada,ela sabia que meu pai iria intervir por mim.

"Agrádesça ao Sharian por isso Thalwa,es uma travessa entando e já nessa idade".Senti o imenso manto de linho me ardonando,tremia de frio pela água,Mergit's para ser mais clara tinha sido acolhida por nos,
afinal perdera pai e mãe a seu nascimento,por isso meu pai a trouxe,mesmo assim ela gostava de aprimorar tudo o que podia aprender,o mesmo que eu,infelizmente sempre tive esse lado mais aristo,o que me
impunha como ferro.Senti suas mãos roçarem os meus dedos e saimos a finalizar a procurar de roupas para mim.

-Sei que realmente os soudados conquistaram muitas aldéias e pequenos impérios vizinhos,Thalwa eu tenho medo do que isso possa desencader:Inimigos.

"Temos os espartanos querida!Nada vem de graça,eles mesmos anseiam conquistar terras gregas a alguns anos. Mesmo fazendo parte da Grécia são ambiciosos"Ela concodara comigo,subimos ao quarto andar
do imenso palásio e olhando seriamente começara a pegar encanto por aquelas imensas colunas gregas,ri com isso tentando captar a chegada do meu pai que tinha ficado naquela multidão "Estou morta de sono,
queria poder dormir e nunca mais acordar".Mergit's revidou essas palavras,muito severa mesmo com sua alma "Quando morrer um dia,quem sabe".



Última edição por Ana Nery em Sex 23 Jul - 19:25:22, editado 1 vez(es)
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O som das trevas-Cap 3

Mensagem  Ana Nery em Qui 22 Jul - 12:57:53

Mais porém apesar de tudo isso sentia que muitas lendas poderiam ser verdade,muitos daqueles antigos angestrais a qual fizeram nosso povo tinham deixado velhas marcas,sentia todo o
cosmo emanando forte,muito álem disso acreditava e sempre adrecitei no que todos nos um dia teriamos que suportar conforme todo caminhar da história podéria vir a acontever.Nossa
Mergit's me citava que sempre ao dormir sonhava com Zeus,por quê todos os Deuses podem vir a existir?Eles existem,andam,olham,observam sua divina criação,nesse caso:Nos que aos
anos sobrevivemos.

Mero pensamento que corria em minha mente enquanto conversava com Mergit's,desejava a meu gosto poder freguêntar essas guerras,o que fez nossa Mergi's quase infartar,chamava a
mim de louca,pirada e inconseguênte(Palavras que neste momento enquanto escrevo lembra á alguêm).Ela me mandou parar,pensar,analizar.O fiz com toda alma,olhava seus olhos com
todo vigor "Thalwa isso e loucura!Uma gatotinha pequena e já pensa em coisas desbravadoras.

"Ma imagine Megirt's!Olhas como essas batalhas são ferozes,belas,simplesmente feitas para a contrução de nossa indolê.Agora ela se levantava,pedia para me esquecer,que já bastava ter
ao meu pai para provocar pânico na familia "Sharian desbrava tudo o que deseja,por Zeus ai está sia filha que enloquece com sua alma".Soltei gargalhadas,andava de um lado a outro do
imenso quarto do palásio,minhas vestes foram entreguês,toquei sobre aquele tecido de puro linho,a cor branca me foi um encanto sobre aquela túnica.

-Há Mergit's venha comigo andar por essas colinas essa noite!

-Zeus!Abrá a mente dessa garota!

-Por favorzinho.

Me queimava naquele olhar frio,forá o soficiênte para convencêla de que poderiamos aprender sozinhas o que desejavamos,agrádecia porque como sempre forá uma pessoa muito liberta a
meus pensamentos aprendia tudo rápido,isso me agrádava bastante,isso Mergit's sabia muito bem porque naquela época sobreviver erá o que contava a qualquer ser,bebedores como tal
Marius De Romanus,Maharet,Mekare a qual conheci devem saber muito bem disso,pude ver a seus escritos o que tudo viria a sighificar para eles.

Sepre tivera esse mesmo lado olocausto porém não enloqueço facilmente,senti minha mãe vir a nosso encontro,já tinha vestido minha túnica com alguns detalhes em fios de cor negra,amo
todo nostágia em que podemos observar e com isso tirar todo ensinamento possível.Vi uma imensa bandeja de madeira com frutas dentro,me dei a comer enquanto ela pentava todos os
fios dos meus cabelos.Pensava a essa altura e coisa que ela nem desconfiava como podéria a desbravar mais e mais lugares.

"Teu pai te espera lá embaixo Thalwa,saiba que muitos os soudados não param de perguntar por você".Olhos visionando o jarro de vinho puro sobre a mesa,um jarro longo e afinelado a
que eu iria me deliciar.Etornara uma boa quantidade o avido vinho de uvas na caneca feita a base de madeira polidade,todo toque da antiguidade me encanta ao lembrar,soudades,pura e
longa soudades.

-Mais querida Selene o que isso tem em relação a mim?

-Thalwa seras forte,sei disso,podera e vai se torna uma mulher indomavel.

"Ele me disse que me trouxe um belo presente,queria saber o que Selene".Um tapa na minha cabeça por não chamala de mãe,usava bela vestimenta escura,todos os tipos de túnicas em
que nos Gregos usavamos naquela época eu particulamente gostava,isso por causa do puro linho forjado nas mãos das tecelãns.

Mergit's esperava a hora de sairmos na noite,esperariamos sim o tempo certo,sabia que meu pai iria passar longas horas com minha mãe,apóis tanto tempo longê dela realmente era para
querer estar com sua querida dama.Pensava nisso enquanto bebia aquele vinho doce,doce ao seu própio encanto,comia aquelas frutas de modo foraz.

"Pronto,desça para estar com ele,já aprontou demais esses dias".Me pus a ir descendo aquela escadária ao imenso andar,dava para ver as colunas brancas subindo andares acima daquele
palásio,quando meu pai soube que Mergit's tinha escolhido o caminho do apredizado sobre o sardedotismo quase infartou,isso porque planejava algo mais profundo para ela.Porém eu não
ia falar sobre meu encanto pelas Guerras,ele me considerária uma eregê.

-Calma ai Thalwa,sei que quer aprontar algo essa noite,esse olhar diz tudo para mim.

-Não,não pense desse modo.

"Não me engana,para onde pretênte ir?".Riso maléfico diante do caso,andava de um lado a outro do imenso salão,observava alguns escudos,flechas postos sobre as imensas paredes.Prémio dos
mortos em batalha.Perguntei o que ele tanto desejava me dar,porém não mencionou nada.Disse que no momento certo me dária a resposta.

"Não tenha pressa,veras quando chegar".Que furia a me contaminar,ele sentiu isso no ar para o seu olhar violeta revidade numa entonação de calma,admirava como o saiote feito a couro ne-
gro lhe caia bem,soudados gredos,há de se esperar que coisas grandiosas aconteçam,isso era apenas parte da armadura clássica,ele dissia que começava a temer o pequeno império que ia
crescendo ao longo da Europa.

-Um dia conhecera os Romanos,quem sabe não aprende coisas grandiosas com ele.

Ri com isso,por altos sabia do que eles andavam fazendo ao aniquilar qualquer tipo de impérios que nascese,porém dissia meu pai que jamais eles teriam a aldásia de vir para nosso lado,eles
tinham a noção plena de que estariam entrando em território chéio de armadilhas.Concordei,a plena indolê fázia com que todo fervor queimasse mais alto,forá passar o resto da tarde com a
Mergit's no imenso jardim a frente,se tinha muitas oliveiras lá,o que as criadas adoravam para poder fazerem todo e puro azeite possível.

A lua começava a nascer,aos poucos ia se ardonando com a iluminação,passei horas aplicando a leitura em algumas lendas,algo que sempre me encanta,esperava o momento certo para a
fuga da noite.Sentia algo no ar,sempre vi em sonhos que algo me esperava e seguia os meus passos a esse encontro.Muitas das vezes era como se algo andase ao meu lado,porém via co-
mo uma fantásia "Thalwa já acordou um dia entre a madrugada e sentiu algo te encontrar?"

"Não!Nunca,mas juro que mesmo tão desconhecida sobre o poder divino dos Deuses,eu vejo que Athena corre entre nos".Um espamos para ela,ficou me fitando por horas a fio,queria me
fazer descartar a hipote-se das Guerras "Não sabes o quanto e sofrido,olhe para si e veras a maghitude do teu espirito".Asenei com a cabeça indagando que a noite chegara,puxei ela pela
mão-esquerda e saimor a procura de algo novo,deixária meus pais sozinhos a noite toda,fui a parte superior das colinas.

Caminhados a subir até poder chegar a uma parte alta primordial a qual pude ver o Mar negro a nossa frente,a Lua caia plena sobre as águas,um iniciar de noite supremo,séria lá que iria a
passar o resto da noite,Mergit's procurava algo acima daquele céu estarrecedor,queria que eu fosse com ela nos ensinamentos dos antigos sarcedotes,repudiei isso,me mantendo quieta ao
meu perder de devagação,lá de cima dava para ver os soudados andando,alguns limpavam as flechas,outros talhavam o fio da lâmina de suas adagas,alguns faziam os escudos sintilarem e
me dei conta que algo iria acontecer.

-Veja como eles são supremos Mergit's,olhe como esses soudados farão seu nome ecoar sobre
as eras.

-Nisso eu concordo,são realmente pessoas espéciais:Athena trava suas batalhas atravez deles, assim todo destino acontece.

Uma pura verdade,pensava se um dia podéria sumir no mundo,a vontade era imensa,a se saber tudo o que existia ao longo das fronteiras,séria meu futuro plano para que a supremacia pudese
se manter ecoando nas eras infinitas.Passei meus olhos sobre as águas do mar e pude ver um ponto branco andular sobre a iluminação da lua "Mergit's olhe isso!Conseguê ver?"Ela se virou a
analizar e sim,podéria ver,saimos correndo para o ancoradouro dos imensos barcos,ela ficou se questionando sobre esse detalhe "Parece que tem algo abaixo das águas,quem sabe não possa
descer e ver do que se trata".

Tirei as minhas vestes entregando a ela e sumi nas águas pesadas,desci tentando mesmo sbre a escuridão total ver o que podia existir lá naquele cantigo incrime,a correntesa estava forte,mais
minha pequena força forá o soficiênte para me manter viva.Segui aquele brilho sintilante e pude sentir algo esticando os braços,um báu!Pude puxalo com toda força áli submersa nas profundas
águas.Batia meus pés fortes enquanto puxava firme,ao sentir ele se destacar da terra sbmersa subi ao meu modo delicado,Mergit's me olhava pasmen com tudo isso,apoie meu braço livre a
apertar a borda do ancoradouro de pura madeira.

Ela esticou as mãos e lá pode levar o báu a Terra firme,ela ria com isso:Por toda minha aldáia e coragem "Não tem controle mesmo Thalwa,precisa de um corretivo".Pude sair a olhar ela tentanto
destravar o Báu,meus labios tremera profundamente ao ver aqueles cinco Jarros brancos lá dentro a espera de alguêm "Que coisas são essas?Estão vázios?Há algo ai dentro querida Mergit's?".Não,
vázios com o vento que corre entre nossos corpos "Iremos levalos Thalwa,são seus pelo teu esforço".Me vesti novamente ao vela me entregar a túnica,meus cabelos molhados estavam cruda-
dos ao meu rosto,isso me inrritava.Um bom começo de noite para minha opinião,dava para ver o sintilar dos cabelos ruivos que ela tinha,mesmo sendo um ano mais velha do que eu tinha imenso
desejo de sair em viagem pelo mundo a fora "Sei que tem muitas coisas além disso,mais faremos isso na hora certa Thalwa".Avistamos o palásio,meu pai nos esperava e quando viu os jarros não se
conteve diante da vitória "Isso e tenebroso,pena que não haja mais nada dentro deles".Isso em uma averiquação das peças belas,ele olhava a cada detalhe,já tinha se trocado e pusera linda ardoamente
de vestes longas e lá as pequenas folhas dos densos cabelos negros.Um doce encanto que me fázia ir ao delirio de orgulho por ele "Já basta por esses três dias,entrem".


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O som das trevas-Cap 4

Mensagem  Ana Nery em Qui 22 Jul - 13:09:58

Quizemos ficar no jardim em frente ao palásio,de lá dava para ver as imensas colunas gregas descendo a dar plena sustentação a ele,meu pai tinha subido para dormir,eu particulamente ia
passar o resto da noite áli com Mergit's.Ela pusera os cinco jarro brancos a minha frente,sentara sobre a Terra mesmo pensando no que isso sighificava.Passeava seus olhos doces para que
pudesse formar uma opinião.Ela forá no salão de entranda pegar um pequeno pano para poder limpar.

Conforme ia deslizando a cor branca ia ficando mais forte e imaculada,dava para ver os fios a cor prata ardonando as bordas,dai quando ela passou os dedos adentro dos jarros viu que sua
poeira era negra,ela olhava aquilo como não entendêndo "Realmente curioso Thalwa,não tenho palavras para isso".Fiz que sim,me ajoelhei ao seu lado e disse que iriamos quardar,não queria
jogalas fora "Claro que não!Jamais faça isso,são belos jarros Thalwa,coloque como decoração a pá em seu imenso quarto nesse palásio".Sempre agrádescia por ter sido privilégiada por ter
nacido em uma familia forte.

Por muitos motivos por tet tido a patênte que tinha tinha mais liberdade que muitas meninas da época,passando pelo salão com Mergit's vi várias porcelanas divinas,isso porque provavelmente
o meu pai estária providênciando um banquete em prol das festividades de Athena,Deusa em a qual ele agrádescia por tudo que tinha conquistado.Minha mãe olhava a minha descoberta sobre
minhas mãos,quiz quarda-las m ais sériam só minhas.Entreguêi a Mergit's que já ia subindi para colocalas como decoração.

-Thalwa quer comer algo?Posso providênciar para você.

-Não,não estou com fome mais para estarem arrumando toda porcelana a essa altura da noite e que algo acontecera amanha.

-Sim!Os festivais estão ai,não?Comemoraremos o dia em que Athena fez nascer as oliveiras na cidade,quando segundo a lenda:Ela vencera Poiseidon.

-Tenho certeza que sim mãe.

-Vá dormir é amanha iremos ao templo de Athena querida.

Foi o que fiz,entrei sobre meu quarto,sobre a balcana dele podia ver a Lua Nova,ela entrava em todo lugar enchendo-o da mais pura mágia e lá Mergit's quardava meus cindo jarros sobre uma pequena
mesinha que meu pai fizera para mim.Tinha flores sobre ela,estavam dentro de uma belo jarro negro feito da mais pura porcelana grega,os desenhos incrimes mais que perfeitos.Forá nessa noite em que
sonhei com algo sinistro,como se um aviso percorrese todo ego em que existia em minha naqueles e tão tenebrosos tempos.

O sonho transmitia sua mensagem de alerta,acordei sem folego sobre a nova manha enrolada naquele manto,o Sol entrava forte pelo meu quarto,hávia sonhado com vários homens sendo mortos,toda uma
raça forá exterminada por minhas mãos,Mergit's vira meu estado de pranto e me entregara um copo de água para beber.Com a coragem me lenvatei e caminhei para limpar meu rosto,olhei aquela básia tão
limpida,pude ver meu rosto refletido sobre o liquido,analizeia cor clara dos meus olhos cinzas,porém eu tive que descer apóis limpar toda minha pele diante daquele sono tenebroso.

-Mamãe está no templo de Athena junto as sarcedotisas Mergit's,preciso vela.

-Estas bela,vvamos ao encontro dela.

Quando saimos naquelas ruas empoeiradas vimos como a cidade estava agitada,muitos mercadores com sua comida a venda,muitos homens trazendo seus carneiros para os seus gloriosos banquetes que iria se
iniciar na noite nova a frente.Um começo dos prepativos do grande festival,vi alguns cavalos parados em alguns estabulos imensos,lá e que nossos soudados os deixavam apóis voltarem a cidade,podia ver alguns
deles caminhando pelas ruelas cheias de terra seca.

"Sabes como chegar lá?".Uma pergunta inesperada mais Mergit's sabia que nunca forá uma menina cheia de religião,que não tinha tão grande facionio pelos Deuses gregos "Thalwa fico triste com isso,espero que
Zeus olhe por ti".Ri diante disso,estavamos subindo um pequeno monte de montanha até onde ficava todo templo de Athena.Avistei minha mãe me esperando na escadária esbranquisada e feita de pura pedra las-
cada.

Avistei aquela faixada ornamentada do templo,a cor branca e suprema emanando ao céu azul,apenas digo meus queridos que imaginem a mais requintada arquitetura grega daquela época que ao que senti todo o
mundo nos tempos atuais conhece,e tão simples como um toque de frutas doces em vossas memórias de estudo e glória.Entrando as sarcedotisas nos receberam,tão belas porém unidas pelas vestes da virgem a
qual dedicavam suas vidas.

"Thalwa podes fazer tuas preses áqui,podes fazeres teus desejos e tudo com teu esforço dara certo".Não mencionei nada,minha mãe sempre gostava de ter seus momentos de preses e calma,uma mulher muito
tránquila e convicta de tudo o que desejava,a vi ascender vários incensos naquele pequenino pote feito a barro lascado e polito.Ela colocara sobre o altar da Deusa Athena.

-Tudo e desconhecido querida Thalwa,porém sabemos que ela nos deu forças para fazer dessa cidade o que ela e para nosso mundo.

"Mãe acha mesmo que Athena dera seu sanguê por nos?Acha mesmo que ela téria forças para fazer de nos o que somos?".Uma bela pergunta que ela elogiou com fervor,ela acreditava nisso,realmente tinha
a plena conciência de que o ser humano forá feito para ser poderoso,supremo e imaculado ao desejo dos divinos criadores.

"Essa resposta ninguêm de nos sabe,mais assim que as aliveiras apareceram lá a cidade nos foi enteguê em nossas mãos e com toda virtude a cidade que criamos e importante,a base primordial para a
sociadade futura querida Thalwa".Ri com isso,sabia que tudo isso era verdade,ela me dera um doce beijo no rosto,olhava seus longos cabelos claros caindo as costas,escolhera uma belissima túnica com
cor branca nesse dia tão espécial para ela.

Foi ai que ela me confeçou um segredo espécial"Sabes filha?Pedi um presente em minha vida a Athena e conserteza ela me atendeu,digo que e você!Minha sementinha maravilhosa e meiga de tão bela,isso
e algo que jamais irei esquecer,e isso que venho agradescer a ela hogê".Ficará espantada mais esperei ao lado de Mergit's e as demais sarcedotisas.Forá uma coisa muito simples de fazer ao ver minha
mãe deixar muitas petálas de flores aos pés da imagem de Athena(A Deusa segurava um passaro na mão,provavelmente algo supremo:Sua protetora),a face da Deusa da Guerra bem delicava a olha com
os olhos frios a todos.

Olhava a pequenina fumaça subir ao imenso teto do templo,meus olhos analizavam a forma como essa fumaça ia em direção a imagem de Athena.As sarcedorisas tériam que ir aos rios proximos para lavar
todos os ardonos de Athena e sair em procisão com a imagem pela cidade.Consiserava um mistérios,a minha opinião logo queria sair dáli e o fiz.Quando terminado minha mãe voltara comigo para casa,dava
para sentir o cheiro de carne assada,sopas cozidas e os caldos deliciosos fervendo no ar.

-Agora sim gostária de comer,a fome véio forte Selene.

-Que seja assim Thalwa,tambem estou com muita fome.

Almoçamos sobre aquelas porcelas belas,comia como uma desvairada de tanta fome,bebia vinho a vontade,Mergit's tambem fázia o mesmo,ficamos áli ao longo da noite,aos poucos muitas pessoas e
conhecidos nossos começaram a chegar,muitos elogiavam minha mãe pelas oferendas,meu pai me chamou para perto dele sobre a imensa mesa de madeira,como tinha uvas,maças,vários tipos das
frutas que ele mais gostava.

"Feliz festival querida!A noite sera espécial".Sabia que sim,nunca vira tantas pessoas em nosso lar, meu pai comprimentava a todos que iam sentando ao imenso banquete,dava para ouvir muitas das
pessoas critando do lado de fora cantando várias canções em chamo a Athena,a prodroeira da cidade que ao longo dos anos e séculos segundo os contros protégia a todos,estava cansada,queria sair,mas
forá pega por Sharian nos braços,ele me carregava nos braços para ver a lavagem dos andares do templo de Athena.

Chegando lá naquela noite unisona olhava como a Lua batia sobre o templo,forá ai que observei algo supreme acontecer:Sabia que não era normal a forma como a Lua brilhava essa noite,os jarros em a
qual tinha encontrado me vieram a mente,senti um espasmo em meu coração como um aviso em que algo me aquardava.Nunca até os dias atuais soube dercenir como isso venho a mim mais toda alma ia
me avisando que um destino grandioso vinha aos poucos as minhas mãos.Continuei vendo as sarcedotisas lavando as escadárias do Templo e aos poucos a imagem da Deusa e matriarca da cidade forá a
ser carregada em prosissão a cidade toda.


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O som das trevas-Cap 5

Mensagem  Ana Nery em Sex 23 Jul - 19:59:14

Quando de volta ao nosso palásio meu pai quiz me por sobre o chão mesmo não querendo fazelo,a noite corria em méio daquele banquete,olhava toda aquela comida deliciosa
e ia me servindo,os homens começavam a ficar um pouco bebados com o vinho distribuido as mãos das criadas,porém aguêntavam firme,eram fortes ao serem forjados naquele sanguê de
tão supremo,porém a lenda de Athena não me sáia da mente,continuava junto com Mergit's a se sevir a vontade,ela sim era uma menina convicta de tudo o que queria,

Quanto a mim?Queria aventuras!Viajar pelo mundo apesar da pouca idade,então pedi diante a imensa vontade para ela me conta a parte mais importante das Lendas.Sua voz enquanto com
a comilansa saia forte e doce,tomara folego para falar comigo,soriu ao quase ter se engasgado com um pedaço de frango "Irei contar sim querida como segundo os antigos angestais vieram
a contar a lenda de Athena".

-Falame então!

-Dissia as sarcedotisas e anciões que Zeus!sempre bebia demais,compreende?Sempre fazia várias amantes humanas e deusas,uma delas Métis,Deusa da inteligência,porém o pai dos
Deuses soube que ela tinha engravidado.

Porém o medo de que o novo filho superase o poder do pai o fez engolila!Métis,sim!Zeus a engoliu por inteiro e com os dias uma dor de cabeça horenda caiu sobre ele.Dai em uma grande
conversa com Hefesto pode sentir algo ponteando sua cabeça por dentro.Lá Hefesto rachou todo o gránio de Zeus e lá Athena saia de dentro do seu gránio literalmente grescida!A Deusa segura-
va uma lança nas mãos.

"Algo curioso".Ela voltou a soltar seus risinhos,levou os dedos aos lábios limpando a mancha de vinho na boca,Selene parou ao nosso lado perguntando se queriamos mais comida,mais não.Ia
sair com ela pelas ruelas da cidade.Os Jarros conforme fui verificar no meu quarto estavam bem intactos,eles não saiam de minha cabeça.

Eu e Mergit's saimos durante a noite toda,a lua caia forte,aos poucos as pessoas iam voltando a suas casas,a cidade ia ficando silênciosa.Acordamos no dia seguinte sobre um rochedo em que
o sol batia.Ouvia o som do mar batendo sobre as pedras,como amava aquele azul de todo Mediterráneo.Com tamanha ousádia nadei por algumas horas naquelas águas,Mergit's esperava eu
voltar,quando cheguêi em casa minha mãe ficou o resto da manha com nos duas nos pedindo a aprimorar nossa escrita,ela mesma tomava a coragem e nos ensinava várias coisas,todo o que
nos aprendiamos naquela época tinha que ser algo pesquisado de forma profunda,ou seja:O que eu iria ser futuramente depênderia de mim e de mais ninguêm,sabia que meu espirito aventurei-
ro falária mais alto.

Tudo começara a mudar com o passar de três anos,foi aos meus treze anos em que realmente os acontecimentos começariam a traçar todo o curso do meu destino que de forma curiosa,suprema
e tambem poderosa tinha sentido aquele aviso,desde aquele vestival nunca me esqueci daqueles jarros jasendo no meu quarto,a poeira negra que estava engrostada por dentro deles.Mergit's ao
sempre voltar do templo com seus textos ficava olhano cada um.

-O que tem?

-Eles me asusstam Thalwa!Como pensei que eles tráziam um tesouro mais não.

-Não fiques assim!São apenas jarros decorativos.

"Sei la!Não sinto isso,e comos e minha alma e coração disessem outra coisa querida Thalwa".Ela estava sentada a beira da mesinha,pernas cruzadas,a pele branquissima brilhando a luz do sol e
fiquei com ela olhando aqueles cindo jarros de tinhamos encontrado de forma misteriosa.Os meus dedos entrelaçados,Mergit's me avisou que era sempre na Lua Chéia em que seu coração batia a
plena dor tentando avisar algo.

"Tome cuidado,acredito e sempre acreditarei em coisas supremas,que vão além do nosso conhecimento e não e de agora que acho diferênte".Me pus de pé,parei a frente da mezinha e olhe os
cinco jarros por dentro,observara aquela poeira negra encrostada na porcelana tão bela "Se que alguêm morreu e descidiram colocar suas cinzas áqui Mergit's?".Uma boa argumentação segundo
ela,seus densos cabelos ruisos marrados para tráz,veio juntar-se a mim,passeou os olhos pela a borda "Se tivesse algo escrito séria bom para nos,porém não há".Estava certa.

Mais tudo começou em um acidênte apóis dois dias.Estava limpando as porcelanas com minha mãe na imensa cozinha,sempre a ajudava em momentos deliciosos(Confeço que eu tinha decidido ir a
companhia de Mergit's em sua caminhada para se tornar uma sarcedorisa).Isso séria ótimo para a minha pessoa porque aprimorava a escrita,leitura,tudo que se possam imaginar.Porém sempre ia
em momento diferênte que ela,mais tarde apóis sua chegada.Sharian a essas alturas já estava se preparando para voltar as Guerras!

-Selene?Quando acha que ele volta?

-Não sei querida,isso dependera dele e de todos os soudados em que confiamos.

-Sabia que gostária de acompanhalo.

-Não falas sério?

-Como falo mãe,queria me tornar mais forte,vigorosa nessas batalhas.

"E uma menina arisca,realmente confeço Thalwa".Sori diante das palavras,ela iria pedir a Sharian,pensei que iria chorar em prantos mais não,passou os dedos pelos meus cabelos e mencionou que
ficase mais um grande tempo aprimorando tudo com as sarcedotisas e no momento certo poderia seguir viagem com meu pai nas guerras.Ficara espantada com demais palavras.

Foi ai que ao passar do dia e chegando a madrugada estava sonhando com Athena,sobre aquele momento em que Mergit's me contou o pequeno detalhe da lenda(Como a Deusa tinha nacido).Me
acordei suando frio,aos treze anos e sempre atormentada por sonhos e a condição humana,muito atormentador.Olhe os cinco jarros a mesa e me senti atraida por eles áli,parados em uma forma a
espera de alguêm.Ri com tal deleite desse pequeno tesouro,forá nessa noite que tudo acontecia ao ver que a poeira negra começava a cair sobre o fundo dos jarros "Nossa!Gente do céu como posso
justificar isso em palavras?".

Meus olhos esbugalhados olhando,observando tudo eu me tremia de medo,nunca tinha visto nada a se parecer com isso,forá para baixo das cobertas junto a Megit's,ela pode ir ver e contatar o que eu
presenciara,toda poeira negra dos cinco jarros tinham caido para o fundo deles,ela voltou do mesmo modo que minha pessoa "Thalwa joguê isso forá menina,sei lá!Não deixaria isso em nossa casa não,
para mim e mal-preságio".Ficamos encolhidas sobre as cobertas o resto da noite,voltei a sonhar com a Deusa Athena,nunca ela me saia dos meus sonhos.Mesmo asusstada me mantinha aricas em não ir
jogar os jarros fora.

Acordamos na manha seguinte prontas para irmos ao templo,iria passar o dia todo com Mergit's lá nos ensinamentos,sempre eramos muito bem acolhidas por todas sarcedotais presentes,elas cuidavam da
gente como filhas.Amavam nossa companhia a todo momento,acham doces como aprendiamos todas as preses,textos,escrita.Acreditavam com toda força no divino,no supremo.

'Thalwa antes de irem vamos devagar mais incenso pelo lugar'

Orden da liader e assim fizemos,passamos as últimas horas do dia perfumando com rosas e incenso o nosso lugar tão meigo,porém quando voltei a olhar a imagem de Athena parada no altar me senti tonta.
Mergit's teve que me segurar,as imagens dos cinco jarros sempre vindo a cabeça,ela ficara nervosa ao me fitar,forá ai que apagara por completo,ela aos seus cartoze anos mais parecia uma moça suprema a
sua vida,não sabia de tinha desmaiado por fome,cansaço ou pelos jarros sempre pairando a cabeça.

Apenas sei que acordei nos braços do meu pai,ele e que forá me pegar no templo,ficara nervoso por eu ter cometido essa imprudência "Thalwa estas doente querida?Achas que se sente bem?".Olhava os seus
olhos violeta,ele que treinava os soudados tinha largado tudo a paisana e corrido a me pegar,suas mãos pesadas correndo sobre meu rosto,minha mãe chegara com uma pequenina caneta,era um chá feito de
ervas,amargas mais que iriam me revigorar.

Forá levada ao quarto dele,Mergit's me seguil e lá dentro começou a anotar os seus escritos sobre todos textos passados pelas sarcedotisas.Estária ao meu lado "Thalwa eu tampei os cinco jarros e não quero
que os mantenha áqui!Joguê-os fora,não me sinto bem com eles áqui".Sabia que sim,fiquei pensando a noite toda.Tudo estava indo tão bem e isso mais para mim era um desastre,estava com medo de estar
doente,sempre tivera medo dessas coisas,me pus a escrever com ela no devagar de pensamento.Não a ia deixar sozinha.

"Mal vejo o momento de sair em viajens com Sharian".Ela sabia que sim e iria comigo,me disse isso para deixar bem claro como poderiamos conhecer coisas novas.Subi ao meu quarto diante de todo esforço a
pairar na mente,mais um dia ia começar e queria estar decansada,e ai o acidente em que marcou toda minha vida para sempre,não foi por querer,afinal nunca soube exatamente como aquelas almas vieram
a resurgir.

Estava tentando pegar alguns escritos em uma imensa pratelira no quarto,me desbruçava em cima das cadeiras pesadas forjadas de madeira brilhante,a noite começava conforme o previsto,meu desequibrio
e que fora minha sina queridos.Tinha me asusstado com um vulto dos passaros passando sobre os céus e cai sobre aquela mesa em que os jarros estavam.

Gostara da forma féia as pernas que sangravam,porém os cortes não eram profundos,Mergit's com o barulho tinha vindo ao meu encontro,quando viu as gotas de sanguê trouxe um pano humido para a
limpesa dos ferimentos "Não pode cair desse geito querida,podes ficar infertil".Que palavras para me consolar,a dor era latênte e todo meu erro foi ter não dado a importância naquelas gotas de sanguê
caindo ao chão enquanto andava.A Lua entrava forte no quarto,o iluminava por completo.Os jarros ao que vi tinha caido ao chão,porem não quebraram,olhe aquela poeira negra pairando sobre o sanguê
que caia ao chão vindo dos meus cortes.

"Limpe isso Mergit's".O fizemos,passamos um pouco de água e pusemos a quardar aquela poeira lá dentro dos jarros,não estranhava como meu sanguê tinha se misturado sobre a poeira negra que ia
colocando de volta.Quardamos tudo no lugar,os cortes eram coisa passada,iriam fechar de forma a ser perfeita,porém só no meu sono e que fora acordada por algo inrreal que ao que sabem carrega-
ria por toda vida.

Estava sonhando de forma plena e senti aquela mão bater no meu rosto,uma mão leve porém bem pesada,me desvencilhava entre as cobertas"Acorda Rainha,acorde".Pensei que era meu pai para a
minha pesença"Vai dormir Sharian,to com sono".Não deu para inghorar,estava agarrada com nossa Mergit's e quando abri os olhos fora arastada por algo.Uma força maior que minha pessoa.Quando
parei de ser arastada já estava lá nas colinas do Mar Mediterraneo,jogada como um saco de lixo a paisana sobre aquela terra,minhas roupas foram arancadas,o que me deixou revoltada,não podia
ver nada.

Quando pude me levantar vi de forma saliênte aquelas cinco almas pairando acima de mim.Não ia respirar e sai correndo pelas pedras,cai várias vezes ao chão e sempre sendo pega por elas,nunca
me esqueci dessa noite maléfica,chorava muito de medo,depóis e que senti que elas queriam vir a falar comigo,estava a ponto de ficar louca,quase enloquecida pelo que via "Não sei o querem para
com minha pessoa mais me deixem em paz!Não e real,não e real!".

'Nos acordou filha,nos deu teu sanguê para nos trazer a vida,es nossa dona agora'.

Não entêndia aquilo tudo,elas paradas a minha frente,eu colocava as mãos sobre meus pequenos séios em desenvolvimento;tomei folego apesar do medo e as olhei uma a uma.Olhava em todos
os detalhes,esfregava meus olhos para ver se eram reais,confeço que até cheguei a bater sobre meu gránio para sentir se era fantásia minha mais não,deslizava os dedos sobre o manto negro
que as ardonava,a forma negra e macabra que elas sempre tiveram"Não e real,não e real".Cai em prantos artomentada,chorei assim a noite toda e elas a me olharem de modo silêncioso.Fora
ai que descidiram me contar o que eram,como haviam vindo parar naqueles mares enclasuradas naqueles jarros.Mesmo assim eu!Thalwa,aos treze anos e diante daquela situação pensava que
estava louca."Estou louca!Só pode ser!"

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O som das trevas-Cap 6

Mensagem  Ana Nery em Sex 23 Jul - 20:02:40

Fui me acalmando aos poucos,respirava fundo ao captar cada detalhe daquelas almas em que tentavam continuar a falar comigo,elas sentiam todo meu nervossismo e sussuto para com as
lições que queriam me dar.Estava tão revoltada por tudo que quiz fugir porém a força delas a me segurar foi o soficiênte para me manter áli,despida e realmente quase descontrolada.Elas
com toda paciência possível tentaram me manter intacta,tive que obedescer de forma completa para que elas não me compreendessem de forma errada.

"Isso e realmente real?Por favor não pode ser!".Teve uma em espécial que se véio a passar as mãos maleficas em meus cabelos,pediu para ficar quieta,elas queriam falar comigo,tentar ana-
lizar como eu as tinha encontrado,coisa que eu não fázia a minina idêia,isso e o que lhes tentava lhe explicar,porém elas me calaram,não iam me majucar,isso me prometeram ao me ficar
a paisana diante delas.

'Teu nome e Thalwa,isso conseguimos ver,porém de forma inesperada nos trouxe de volta,nos somos a sentelha do Universo menina pequena.A poeira que restava nessa gloriosa Terra para
que assim o mal nunca se abata sobre esse lugar divino.

Tivemos um dono,infelizmente na última Guerra ele morreu,forá destruido e assim nos voltamos a dormir encrostadas e destruidas no poder Thalwa.Herberos forá nosso ancião e criador quando
reativou o poder latênte em nos.

Não soubemos quem nos colocou de volta apóis sua morte,porém agora temos uma esperança nossa menina,temos novo dono,novo ancião e protetor desse toque do poder da Terra em que
nos jase.Por favor fique conosco!Não podemos e não queremos voltar a dormir novamente.

Herberos morreu!Com ele o poder forá embora e áqui estas tu Thalwa!Não nos deixe a paisana nesse mundo em que não conhecemos.Nos deu teu sanguê e tens o direito de estas conosco.
Vamos embora dáqui explorar novas Terras.Poderas ser a nova Guerreira'.

"Ir embora de minha Terra?Por Zeus,isso séria doloroso demais,não me peçam isso".Agora sim começava a chorar novamente,para dar o último complemento elas disseram que a mais de dez
mil anos vinham nessa missão de jamais deixar o mal se abater sobre o mundo,a morte do antigo Guerreiro a qual chamavam de Herberos forá o golpe para elas virarem poeira e assim sobre
o sono que lhes caiu sobre seu destino.

'Thalwa venha conosco!Vamos explorar o mundo e queremos que aprendas a sobreviver sozinha para assim na hora certa tornar-se a nova protetora do poder,tens uma cabeça boa!Tens toda a
força para tomar essa missão para si!Não sabemos o que somos mais sabemos nossa missão ao mundo em que vivemos'.

"Saiam dáqui!Sumam!Não podem ser reais!".Novamente pensava que estava louca,como as almas estava tristes,dava para ver claramente mesmo elas não tento rosto,só o seu comportamente em
quietude forá a resposta em que me deram,elas andavam a minha volta nesse silêncio forte,não a parte mais me acolheram como sua filha,as cinco pararam a me envolver,não queriam desistir.Eu
nesse momento voltei a fechar os olhos e abrilhos,não,não era a fantária que pensava que estava tendo.

"Ir embora,não e?E isso que pedem de mim?"Exatamente isso,elas confirmaram com o tom de voz enighmática,pediram para eu pegar um cavalo no estabulo da cidade,o resto elas fariam de tudo a
minha sobrevivência.Isso me garantiram,afinal por telas trazido de volta simplesmente iriam cuidar de mim "Não sabem como isso e doloroso!Não conheço vocês ou sequer da onde vem".

'Vamos querida Thalwa,nossa Thalwa que nos deu o pouco de vida que pode e no momento certo a tornaremos imaculada!Esse serás teu destino já que a missão não pode parar!".

Tomei folego,tentária seguir o desejo delas apesar da pouca idade,se caso não desse certo iria vir de volta para casa e mandalas procurar outra pessoa.Téria coragem para isso,já caminhava entre
as pedrás de calcário daquelas colinas,o Mar Mediterraneo brilhava sobre a Lua,elas vieram comigo para garantir minha segurança.

Com um algum tempo avistei o estabulo e sai entrando de fininho a procura de um cavalo,olhei um em espécial,lá ele tinha a cor totalmente negrá,estava selado e com á armadura de batalha junto a
peça de puro metal sobre sua cabeça,as almas de forma inesplicavel tinham entrado em uma casa vizinha e assim trázido um manto negro.

'Vamos para o norte da Europa,lá encontraremos os celtas e escandinavos querida Thalwa,eles sim e que poderão nos ajudar'

"Por Zeus,em que lugar irei parar!Tem noção como isso vai demorar?Anos!".Sim,elas confirmara e assim disseram que iriam desaparecer porém me seguiriam,só quando chegasse naquelas terras e
que iriam voltar,até lá de alguma forma tráriam comida,água e tudo o que desejasse.Subindo sobre o cavalo dei partida,o manto de ardonava completamente,não iria me despedir de Mergit's e nem do
meu pai,séria doido demais.

Ouvia o barulho dos cascos do cavalo ecoando na Terra fofa,sai pelo portão,todos os soudados que faziam a quarda da cidade dormiam sobre a luz de tochas ardentes em chamas,pude parar e pegar
uma para mim,apóis ela acabar a Lua e que séria meu Guia,se alguma forma mesmo com as almas já tento sumido sentia algo,erá como que se elas me fizessem saber que estavam presentes a todo
momento!,fiquei ao menos feliz por isso."Obrigada e ao menos não me sinto só".O cavalo já corria a plena corrida sobre as colinas da Grécia,o vento estava frio,até chegar ao norte da Europa,que a
ao que sábia erá o único lugar que conheciamos nesse mundo,ia demorar alguns anos mais até lá a escrita eu aprimorária sozinha.O cavalo agora andava devagar,sempre ele parava nos rios prá beber
água,eles por aquelas aréas corriam forte,em todos os lugares,sempre comia gráma,tudo o que ele desejase,afinal toda as terras da nossa Europa naquela época era fertil,naquele noite até tome toda a
coragem para caçar.

Vi que tinha um arco na ornamente de armadura do cavalo e tirei saindo a nado para encotrar peixe para comer,como comi naquela noite,de forma muito inteligênte encontrei vários,parei a beira do rio
e senti que já estava meio longe de casa,o dia já amanhecia e armara uma fogueira,enfieva o peixe nos gravetos e asassava,comia muito,vi alguns pés de maças em volta e comi bastante,tinha voltado
a viagem e sempre as almas alertanto de sua proteção naquela presença incrime.


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O som das trevas-Cap 7

Mensagem  Ana Nery em Sex 23 Jul - 20:05:15

A manhã começava a ficar clara,os raios de sol aos poucos iluminavam todo o horizonte e todo o barulho dos passaros me encatava,vi que tinha entrado em uma floresta,muitas arvores em
toda volta,as folhas caiam no chão e já nem sabia em que lugar viera parar,ouvia todo tipo de som em que possam imaginar queridos leitores,isso me dava paz,me sentia cansada,gráças ao
meu pequeno talento para caça que não sentia fome,estava em uma imensa viagem só com a coragem na alma,fiquei com medo por já não me encontrar territorialmente,porém meu cora-
ção falava alto,para continuar a viagem e não desistir.

O cavalo era resistente,comia bem conforme andava naquelas gramas fofas e deliciosas,isso e o que o mantéria vivo por anos,ele tornou minha linda companhia entre as almas,pequei uma
corda ao lado da sela e amarrei em volta de uma arvore,me deixei parar sobre aquelas folhas e dormi,queria descansar,sabia que as cinco almas iriam proteger ao cavalo e a mim,essa iria
ser a missão delas o tempo todo,ardonei o imenso manto sobre o chão e cai no sono,foi ai que de forma incrivel sonhei.

Me deixei sonhar durante a manha toda,um sono neutro chéio de aviso,não que esse sonho me trouxese imagens e sim vozes,ouvia dois deuses falando entre di,senti enquanto me mantinha
nesse desvaneio que se tratava de Athena e Ares a falarem entre vi,mesmo rivais tiveram sua aldásia de conversarem.Um tom de voz opaca e poderosa como dois deuses devirian ter entre
si.Tamanha profundidade do sighificado de suas palavras.

'Ares ela sobrevivera,e forte para isso,não e bela?'

'Athena es maldosa com para com a linda menina Deusa,traga-a de volta'

'Não meu querido,meu presente forá entreguê ao seu novo dono,ela traçara seu próprio destino ao contrário de muitas mulheres'

'Supremasia sempre Deusa Da Guerra e irei intervir caso ela não sobreviva'

E vi os dois deuses andando um ao lado do outro,os vi pelas costas,Athena divina em toda sua ornamenta de Deusa suprema entre as virgens imaculadas,Ares a lhe esticar as mãos para o
respeito ser mantido e desapareceram.Acordei entre critos,suava forte,vi que já era longo esse dia,a manha já tinha sumido e senti uma mão encostar em meu rosto.

Como estava com uma adaga nas mãos logo revidei quase cortando o garoto que me olhava áli sentada sobre aquelas folhas "Estas bem menina?Qual o seu nome?"Era belo,chamavase Grarion
e estava caçando em volta daquela floresta sozinho.Tinha minha idade como dissera a mim nas perguntas que se seguira.Viu que era Grega,mais indagou que já estava a muito longê da cidade
de Athena "Como uma doce menina vem parar áqui?Isso e injusto".Ele me pos de pé para ver se estava bem,tinha construido uma bela moradia logo perto e me chamou para me ospedar lá.

-Peço desculpas Grarion,obrigada por me acordar.

-Não precisa menina,qual teu nome?

-Thalwa,me chame de Thalwa.

"Como desejar,sou da Grécia tambem porém não quero morar lá,tenho meu desejo por aventuras".Ri com isso,quando vi a sua moradia realmente meiga e simples,toda ornamentação de maideira a
ser perfeita,até dividira os comodos,ele gostava da simplicidade e não da riqueza em que a cidade lhe oferecia.Achava que o ser humano estava se tornando ambicioso por demais.Me sentei sobre a
pequena mezinha de madeira e ele me serviu um cozinho delicioso,me pus a beber naquela tigêla feita de pura argila.

"Delicioso!Cozinha muito bem".Vi pela porta aberta que meu cavalo estava parado a arvore,nos os trouxemos san e salvos,a luz entrava entre a moradia doce,fiquei feliz por isso,com o modo em que
ele usara sua inteligência para fazelo,o caldeirão ardia naquela lareira pequena sobre o fogo asceso e de forma vergonhosa ele me servil mais daquele cozinho.

-Andas sozinha,e muita coragem Thalwa,mais por quais motivos saiu da cidade?

-E complicado de disser Grarion,nem eu entendo direito.

Ele achara estranho,disse a ele que pretêndia chegar ao norte da Europa,o que o fez quase critar de desespero"E muito longê!Levara alguns anos!Provavelmente quando esteja lá tenha seus dezesete a
dezoito anos Thalwa".Sabia que sim,oficialmente me tornei uma viajante conforme lhe disse,até uma pequena horta ele tinha ao lado de fora da moradia.

"Sim querida,comida!Isso e importante".As almas queriam falar comigo,mais me mantive firme para comer aquele cozido que bebia de forma deliciosa,ele pos a fazer o mesmo e se dava ao luxo de ir
bebendo vinho doce,claro que não iria dispensar e tirei meu manto a jogar de lado.Mais queria chorar porque estava tão chateada,pedia mil desculpas ao Grárion pelo incomodo mais ele fez que não era
nescessário "Posso ir com você!Posso te ajudar!"

-Sério?Como me deixas magoada!Não,não precisa não.

-Na verdade quero conhecer o povo do norte,sei que eles estão realmente começando uma pequena revolução por lá,há comentários de que realmente os escandinavos estejam para entrar em guerra
com os Romanos que a mil anos fundaram seu império,tenho alta curiosidade de ver do que eles são capazes.

Só tenho certeza de uma coisa Thalwa:Escandinavos e Celtas podem perder as guerras que agora se travam por suas conquistas,porém a sua indolê e muiro mais forte que as dos gregos e romanos que
a meu ponto de vista são ambiosos demais.

"Sei que sim Grarion,obrigada".Ele disse que partiriamos na manha seguinte,sua moraria iria ficar bem protegida já que respeitavam o retiro dono de um lugar,isso eu considerava e lá ficamor conversando
o dia todo,aquele sol entrando pelas arvores daquela floresta maravilhosa,comia bastante,bebemos o doce vinho até nos cansar.

Comentei dos sonhos que tive com Athena e Ares,o que o deixou intrigado "Sei de uma coisa querida Thalwa:Os Deuses traçam nossos destinos e disso ninguêm escapa!"Concordei com um aseno meigo,
Grárion se tornaria apartir dali meu protetor,meu ajudante em tudo o que fossse preciso,isso me daria plenas forças para viver por mais que a vida viesse a ser dura comigo e coisa que já estava sendo a
sempre sentir a presença das almas junto a mim.Na manha seguinte ao acordarmos partimos sobre os nosso cavalos,o dele tinha a pelegem marrom,o que destacava o brilho,ele tomara a coragem de tirar
algumas leguminosas e por em um caso para prepararmos algo,o resto só força e coragem para ir bem a batalhar pelo alimento,gostava de sua túnica simples,a pele clara com o toque morena,os cabelos cor
de castanho escuro andulados a cair sobre os ombros,as sandálias gregas sempre ardonando seus pés. "Tenhamos calma,apenas o começo,como desejo ver aqueles guerreiros celtas,até vinkins,os chamaos
pagãos do inferno tendem a destroçar o norte da Europa".Voltei a rir enquanto cavalgavamos,disparamos em correria pela floresta com os cavalos,alta correria até eles sentirem que precisavam comer toda
doce grama daquela terra.


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O som das trevas-Cap 8

Mensagem  Ana Nery em Sex 23 Jul - 20:10:06

Com o correr do tempo nesse dia podemos montar um pequeno acampamento,a fogueira ia queimando forte enquanto cozinhavamos algumas coisas,foi dai que algo realmente sinistro
véio a acontecer.Quando terminamos de fazer nossos alfazeres a noite começava a vir com toda sua força,ainda bem que a fogueira fizemos deu conta do recado enquanto estamos a
deitar sobre aquelas cobertas,a noite limpa com as estrelas no céu negro,ouvi um barulho a pairar sobre as arvores em volta,logicamente que pelo dia de calvada encontrabamos muito
distante de todo lugar que conheciamos.

Nos levantamos,Grarion pusera sua adaga em ação ao segurala nas mãos e vir comigo para ver do que se tratava.Revistamos as folhagens,muito barulho de sapos e grilos rondando as
minimas aldições que se possa ouvir.Ele quase caiu junto comigo quando viu uma caixa com muitas moedas de Ouro.Não sabia o que aquilo sighificava,tive plena certeza de que tinham
sido as almas que sempre rondavam por perto de nos.

"Thalwa e muita moeda!Olha isso!Todas talhadas em ouro puro!Como alguêm pode ter que esquecer isso áqui?"Ri com isso,pude ver com meus própios olhos que as almas queriam as
plenas atenções minhas e dele,sentia sua presença muito forte,elas me faziam sentir isso a cada passar de tempo."Eu sei que sim Grarion,peguê a caixa e enrole em um manti amigo e
vamos sair daqui,tenho certeza de que isso acontecera quase que todo dia".Ele asentiu e ao enrolar a caixa com um manto deu graças pelo achado.

Mantive minha calma,a caixa era de tamanho mediano e realmente o preço pelas moedas a ser incalculavel!Isso e o que se passava em minha cabeça,quando paramos de frente aque-
la fogueira lá estava uma nova vestimenta para mim e Grarion,ele agora prescustava todos os olhos tentando ver se isso era realidade.Tomei folego e logo fora me banha no Rio logo a
frente para me limpar,ele fez o mesmo,queria se limpar,ficar intacto para vestir as roupas a ardonar seu corpo,ele mesmo me segurou naquele Rio forte.

"Vá com calma querida,tenha calma".Sabia que sim,não que não soubese nadar mais podia ser arastada pelas águas fortes,ele esfregava com os dedos meus cabelos lisos e negros,a
seu modo sempre fora um doce de pessoa,um puro doce.Graion sempre teve toda essa e divina tranquilidade,ele tinha dito que iria cuidar de mim e pelo que vi estava ledando toda
sua palavra a sério.

-Thalwa ouro!Sabe o que e isso querida?Podemos nos estabelizar muito bem quando nos estivermos lá.

-Acha mesmo Grarion?

-Com plena certeza querida;eu mesmo irei arrumar tudo lá.Para mim e você,isso não podemos gastar de forma alguma e sim quardar.

-Me impreciona;tem boa cabeça,admiro isso Grarion.

Ele continuava a limpar meus cabelos,olhou por um momento nos meus olhos e me puxou a sair do Rio em pura corrente forte,me entregou uma manta,ele tambem tinha trazido uma a
ele,nos enjugamos e voltamos para nos vestir,colocamos aquelas lindas túnicas para não fossemos sentir frio.

A minha era da cor vermelha escurda,deu para ver no sintilar da toxa pura,os detalhes com todo velgro branco me chamava atenção,o linho era delicioso,caiu bem ao meu corpo,sobre
o Grarion?Coitado,muito asustado ainda porém absorvia os acontecimentos,dormimos até a manhã seguinte e claro que os cavalos tinham ficando comendo a noite toda,eles sabiam ao
seu modo se cuidar,muito doce de se ver.

Era como que soubessem de sua missão a nos levar ao norte da Europa,sempre bebiam aos Rios,comiam a grama dispinivel e assim se mantinham forte.Grárion na manha que nascia a
seu gosto e vontade tinha pego algumas maças e deu para eles comerem antes de nos volta a viagem.Apartir dáli arrumamos tudo e a viagem sempre ia correndo montanhas e vales ao
extremo de longas.

Os planeltos eram os que mais dificultavam para nos,porém suportamos bem,o tempo vinha a nos suprir com sua glória,os meses correram,semanas que e claro nos mesmo nessa epo-
ca tinhamos grande noção do tempo.As almas sempre uma vez ou outra deixando aquelas e infimas caixas de ouro para nos,túnicas que encontravam e deixavam.Agraciamos sempre a
isso,pelo que sentia elas queriam nos dar boa proporção de classe social ao chegarmos lá.

E foi assim que tudo correu,caçavamos,andavamos pelas colonas,vilarejos para podermos ir descansar,chegamos a conhecer muitos aldeões que nos davam comida e moradia por algu-
mas semanas,sempre que sabiam que eramos viajantes tinham essa doce gentileza.Ficava muito envergonhava,mais compreendia a narureza humana,era até uma grande change em
podermos aprender muitas linguás diferentes.

Chegamos até a aprender algumas escritas,algumas mulheres desses aldeões a qual conheciamos nos davam algums pequeninos livros para lermos no caminho ou nas pausas,como a
minha mente aprendia com isso,os novos manuscritos,escritas e novas linguagens que ele a toda coragem nos ensinavam.Quando tinhamos que partir quase choravam,mais tinha toda
convicção do que as almas queriam de mim.

Me dei conta que essa viagem longa me servia para isso:Aprender tudo que me fosse dado ao ancanse,e sempre as caixinhas com moedas de ouro escondidas pelos nossos mantos a
ninguêm saber.Fora com exatamente três anos de viagem que finalmente chegamos sobre as montanhas escandinavas.Como o planalto era imenso,estava frio,a diferença de todo o
clima grego para o clima das terras escandinavas para mim ficou evidênte,Grarion estava ao meu lado,ele ria com isso,com a imensa paisagem do povo do Norte.

-E belo Thalwa,olha isso!Olha como e belo.

-E disso que me dou conta.

-Os Vinkings andam por aqui,cuidado querida.

"Sei que sim,ao longo dessa viagem,lendo aqueles escritos,aprendendo os novos textos ao toque das novas linguás pude sentir".Por incrivel que pareça os Cavalos tinham chegado a
plena fotitude,estavam intactos e naqueles três anos tinha sido alimentados bem.Tomamos a impulsão de descer as montanhas pelos grandes vilarejos Escandinavos,avistamos toda a
entrada,os aldeões andavam com seus mercadores,senti que as mulheres de lá eram mais soltas do que as Gregas.

Me reconheceram como tal ao pararmos a procura de moradia,tinham captado isso pelo o nosso sotaque forte.Grarion queriam procurar um comerciante para saber tudo sobre as
moradias,as melhores,coisa que até os própios ficaram imprecionados com toda argumentação do jovem menino.Claro que não seriamos loucos de falar das caixas de Ouro em que
nos tinhamos,só diante de um bom homen de negocios e que o fariamos.

Grarion me mencionara em uma pausa entre as negociações que só assim teriamos certeza de que nossa riqueza dada pelas almas séria muito bem calculada e ultilizada "Um passo de
cada vez Thalwa,e assim que penso".Ri com isso,mesmo muito nervoso enquanto eles não trouxezem o negociante e seus homens de matemarica Grarion não dária o pé a torser e a
minha pessoa tambem não.

-E louco!Como tem tal coragem de encarar eles logo de frente?

-Thalwa entenda uma coisa:Estamos em um mundo de negocios agora e sempre devemos ter devido cuidado com nossos tesouros,isso serve para mim,você e todos que vivem ao
novo mundo.

"Compreendo,não tiro tura razão,confio em você".Fora com alguma espera e muita paciência que os negociantes trouxeram os papeis,séria uma longa negociasão entre mim,Grarion
e eles,iriamos comprar um palásio áli e assim contruirmos nossas bases,primeiro a conversa e assim apois explicarmos tudo como aconteceu,a longa viagem que tivemos aqueles arduos
comerciantes e negociadores escandinavos tiveram a certeza que eramos bom em queda de braço.

Era a hora de Grarion sair comigo e tirar as caixas de ouro e colocar elas sobre a mesa,não tiveram reação,todos quase cairam,não que tivessem de olho grande,eram homens justo,o
problema e que eles tinha levado um susto com isso,tanto que eu e Grarion tivemos que ir acolhendo a eles naquela mesa,as mulheres e criadas até trouzeram água naqueles copos
de argila e jarros cheios desse liquido sagrado.

"Senhores!Levaremos semanas para calcular,aplicar os preços é e claro realmente poder lhes dar boa casa áqui,nunca nos deparamos com isso."

-Nos prometam apenas uma coisa:Sejam justos!Confiamos em vocês e queremos poder construir vida áqui para mim e ela,e disso que falo.

"Por Thor!Atenderamos ao seus pedidos,faremos o máximo para fazer um bom trabalho a vocês".Sabiamos que sim,as mulheres tinham encontrado uma pequena moradia básica,a
meu gosto nos serviria,os comerciantes pegaram as caixas de ouro e levaram em segredo com medo de serem até asaltados,eles chamaram alguns soudados e tiveram toda sua
caltela para isso,teriam sim que se esconder em locais segredos até calcular tudo e assim vir nos dar toda certeza daquela riqueza.

Ficamos áli,sentados nos olhando,Grarion estava meramente nervoso e as mulheres não se continham diante do caso,asustadas porque nunca em sua vida presenciaram algo assim.As
palavras a nos foram sinceras,nos serviram uma comida deliciosa,tinham sentido que toda a fome viera,rimos com isso,com o modo de mesmo asustadas tinha a gentileza e toda uma e
ardua preucupação de nos alimentar.

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O som das trevas-Cap 9

Mensagem  Ana Nery em Sex 23 Jul - 20:12:40

Já estavamos com dezesseis e chegarmos assim com tal riqueza nas mãos forá para provocar um pequeno alvoroço,dava para compreender.Aquelas mulheres que nos olhavam com
toda dúvida tinha virtudes,comentavam que grandes Guerreiras nasciam dessas Terras,ao seu gosto e força,o que me deixou espantada,ouviamos explicações de como os Viking's no
passar dos anos vinham desenvolvendo toda sua forma de contruir barcos,uma nova forma de Guerras,queriam conquistar o Norte da Europa junto aos Celtas,queriam ao menos poder
aplicar a linha de fronteira contra os Romanos e Gregos,elas ouviram eu mencionar que era de lá,não replicaram e sim elogiaram nossa coragem em termos saido de lá.

'Realmente tiveram muita coragem,devem ter passado por muita coisa nesses três anos de viagens jovens.'

"Depende Senhoras,apenas quero poder saber de que forma a mágia nasce daqui".Elas não tentaram esconder,minha pergunta fora boa para elas,sentiram que ao longo dessa longa e
ardua viagem tinha aprendido muita coisa,falei sobre como os aldeões tinham nos dado sua forma de falar,escrever,aplicar textos,algo que elas adptaram bem a sua cabeça.Ouvimos o
barulho vir das ruelas daquelas Terras,era o momento dos Vinking's chegarem.

Grarion me puxou pelas mãos,graças que já tinhamos comido bem durante essa conversa e vi o que vi com meus própios olhos:Aqueles Guerreiros de cabelos loiros e ruivos,toda uma
ornamentação de seus saiotes feitos a puro linho e toque de couro negro por cima,não isavam parte de cima,as mulheres que estavam ao nosso lado nos explicavam tudo,que eles a
puro orgulho batalhavam a plena força,se moressem que não fossem protegidos e sim com a vida e força ai sim sairia os resultados das batalhas.

-Compreendo,são belos,bem fortes e simplesmente muitissimo aplicados.

'Sim senhorita Thalwa;dissem muitos que eles desceden do Deus Thor,sabes que devido a essa força só poderia ser,não sei se e verdade mais e claro que pelo que vimos greiamos
que sim'.

"Logicamente queridas".Olhava ao lado de Grarion e essas mulheres os Guerreiros virem ao longo da Ruela principal em seus cavalos,olhava aqueles capasetes feito a puro ferro com o
formato em pontas afiadas,alguns os tiravam,estavam um pouco cansados porém bem aplicados em conhecimentos.Os corpos muito esbeltos e claro,o que me fascinava.

Grarion silenciado quando aquelas Guerreiras entravam acompanhadas deles "Mulheres que batalham?".Olhos esbugalhados tentanto captar isso,os cabelos longos e presos para tráz.O
olhar delas era muitissimo frio,ao contrário dos homens usavam algo para encobrir os séios escondidos naquelas armaduras muito senxuais,vi que algumas eram amantes,namoradas e
até esposas de alguns daqueles Guerreiros que passavam por nos.

'Thalwa cuidado ao se misturar com eles,por não ser dáqui pode ser mal compreendida,mas porém sei que teras a força suprema moça.'

A pele de todos aqueles Guerreiros era imaculamente branca,realmente sedora,todos foram se sentando sobre a entranda do imenso estabulo,estavamos na Escandinavia e assim senti
que uma nova fase de minha vida ia começar,Grarion nervosamente sabia que téria que ir tomando amizade com aqueles Guerreiros,porém tinha medo.

"Thalwa?Isso e asustador".Ri com isso,aquelas mulheres e comerciantes estavam nos dando todo acolhimento possível,porém teria que ser treinada por aqueles ácidos Guerreiros que a
longo de eras tinham protegido a Escandinavia.Senti que os Vink's eram mais supremos que os Gregos,todos os escandinavos tinha força maior,porém não conseguiam sobrepor todo o
seu território por causa do pequeno número de pessoas.

"Não tem a quantidade porém a força conseguira fazer com que eles façam a linha de fronteira contra os Gregos e Romanos,vejo que tem bons comerciantes áqui tambem".Grarion
a ponto de desmaiar,tive que seguralo,coragem,fora o que lhe falei.Dali,apartir desse doce momento passou duas semanas,ficamos na pequena moradia em que tinham nos arrumado
as presas,forá uma manha em que bateram a nossa porta,eram os comerciantes junto aos seus mateticosm,conforme falaram tinham comprido seu trabalho.

Os vimos sentar mesmo ainda asusstados e claro,os rebemos com um bom vinho doce em a qual sempre me deliava,estavam envergonhados pela gentileza,comentaram que a mente a
sempre queimar pesando o Ouro,calculando,procurando o lugar em que queriamos estar.Todo trabalho tinha sido muito bem feito.

'Senhores tem riqueza para comprar vários palásios áqui,conforme nos pediram compramos apenas um de médio porte,que tando desejavam,o tesouro forá calculado e realmente todo
o preço,quantida valeria por séculos a frente'

-E pode nos levar a esse palásio em que pedimos?Tudo esta devidamente quardado sobre a vossa responzabilidade?

'Sim senhorita Thalwa,nos acompanhe a vossa nova moradia,quanto ao tesouro?Entregamos os papeis referentes a eles,os quarde com sua vida'

-Agradecemos com isso.

Tudo tinha acabado,saimos com eles,subimos algumas pequeninas colinas,quase todas áli eram baixas devido ao relevo e planalto baixo.Quando chegamos olhamos aquele palásio
a jaser a nossos olhos,tão divino,Grarion queria mais e morrer por isso,não sabia como a vida lhe daria com tais requintes,porém asustado mantinha a força.

"Thalwa amanha de alguma forma devemos procurar os Vinking's,sei que podemos suprir os conhecimentos que já temos com táticas de Guerrass,podemos ajudalos a traçar essa longa
fronteira nas Terras Escandinavas,eles precisam disso".Grarion sériam meu parceiro para os anos a frente,tériamos sim que ter toda paciência possível,isso ele sabia.As chaves com seu
supremo comerciante nos fora entreguê,eles se retiraram,estavam satisfeitos com todo seu trabalho feito.

Destravando aquele imenso portão vimos a decoração tãp antiga,primordial para que nosso orgulho fosse álem do que imaginavamos,tudo em relação a decoração antiga ponham em
suas mentes queridos!Estava em um novo lugar,realmente pronta para me misturar com os bravos Vink's que lá nos esperavam.Muitos já sabiam de nossa presença,isso era toda uma
ponta de linha para contruirmos um vinculo,me deitei junto ao Grarion sobre as almodafas de pena e linho bem sedosas,os tapetes de pele pura jasendo sobre o chão,o palásio tinha
dois grandes andares e qualquer coisa que precisasemos era só falar com os comerciantes que fariam tudo por nos,graças que as almas tinham sido muito bem apostas conosco.Ia me
preparando para o clima de Guerra que enfrentária,fiquei áli com Grarion,olhando todas as chamas daquelas lareiras queimarem,ele dormil em meus braços a tarde toda,tambem com
seu vigor preparava sua alma.

"Thalwa quero morrer nesse palco".Silenciei,passava meus dedos sobre seus cabelos bem escuros e castanhos,toda fala grega muito bela,adorava seu tom de voz ponderada.Toda a
sua respiração era doce "Sei que sim,viveremos nesse palco tão belo e cheio de vidas para destruir a quem quizer invadir".Mais risos vindo dele,me compreendia de forma plena para
seu gosto "Es louca,tão louca quanto eu".Correto!Era mesmo,tive certeza disso.


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O som das trevas-Cap 10

Mensagem  Ana Nery em Sex 23 Jul - 20:15:21

Durante a manha seguinte ouvimos e fomos acordamos por um imenso barulho sobre o portão de entrada do palásio,Grarion que estava dormindo ao meu lado simplesmente desceu para as
pessoas serem atendidas,o segui diante da pequenina baderna,uma voz forte nos chamava ao grito supremo,o portão foi aberto por mim,apareci olhando aqueles Guerreiros sobre a frente a
tentar falar conosco,fiquei arrepiada dos pés aos cabelos,tive recéio pelo o que eles faziam áli a nos encarar e chamar.

Grarion que calçava sua sandália couraçada apenas não acreditava que estava passando por o momento em que esperava,sua túnica branca de tecido fino andulava quando se pos para fora
a atender a todos,os vinguines apenas o redeavan o olhando por inteiro,olhar naqueles olhos a paisana realmente me amedrontou por completo,tomei a ousádia que tambem me pus ao lado
dele que se mantinha inquieto esperando o que os Vinkg's queriam de nos conforme souberam que estavamos na cidade.

-Pelo que ouvimos há novos moradores da Escandinávia,se chama Grárion?Realmente vem da Grécia pequeno?

-Qual seu nome por favor,não posso saber responder se me deixa sem as respostas.

-Karnian,esse e meu nome.

"Obrigada pela resposta,esta correto,tem toda ração no que vem falar a mim".Silêncieo com o olhar desse Guerreiro,os cabelos loiros e andulados caindo a frente dos ombros,algumas meixas
presas por alguns pequeninos apliques de metal,dava algo exótico nele,um tom exótico para as pessoas saberem que ele era o liader dos vinguines que lá moravam.Ele segurava uma lança ao
seu gesto quando apontou para mim,fomos chamados para nos integrar ao grupo,porém só com a prática e que iriamos saber do que e de qual modo poderiamos aprimorar as tecnicas para as
guerras.

"Venham conosco,nos sigam e descidam se realmente desejam Guerrear para manter todos os romanos afastados daqui".Pelo que já estava sabendo os Romanos estavam tentando aniquilar
as tribos pagãns da Europa,isso provavelmente podéria ocasionar uma grande extinsão cultural se se assolase a todo lugar em que conheciamos.Andavamos pelas Ruelas entre os Guerreiros
que seguravam machados afiadissimos,flechas,escudos e pares de adagas,co contrário do que conhecia,Os Vinguines usavam algo para apoiar as ferramentas atráz nas costas,coisa em que
os gregos não faziam,podiam até fazer mais não suportariam o peso.

Vendo assim percebi que os Vimkg's eram mais fortes,altos e compulentos do que Romanos e Gregos,sim!Uma verdade que me asustou bastante mais téria forças para aguentar até o fim a
poder traçar meu destino,aquela Terra erá mágica,explodia em todos os detalhes entre um amplo canal de virtudes.O poder era sentido no ar,na respiração,até nas pessoas em que passea-
vam a nossa frente,algumas davam passagem quando os guerreiros passavam.

"Querida Thalwa quando chegar no campo de treinamento veremos tua estirpe,apenas fico com surpresa em ver que gregos estão áqui".Karnian realmente tinha seu encanto,os olhos verdes a
fuzilar qualquer um que passase por ele,um riso macabro,comandava todos e pelo que senti com toda virtude possível,o tecido escuro de minha túnica balançava com o vento forte,Grarion pode
me segurar forte para não cair.

-Tenha força Thalwa;não se deixe cair por um vendo de nada querida,estamos chegando para o campo de treinamento.

"Não se preucupa,apenas não to acustomada com o clima dáqui".Karnian achava graça as minhas palavras,muitos homens a nossa frente,finalmente com o folego chegamos ao campo,olhamos os
imensos portões serem abertos,todo o peso de ferro caiu para tráz com a força de Grarion junto a Karnian empurrando firme.

A visão me foi aberta de imediato olhando o campo coberto por gramas,algumas catapultas imensas pairando ao vento,as guerreiras ficaram nos olhando,queimavam a mim se perguntando se poderia
suportar áqui,o seus olhares diziam tudo o que queriam.Nada a esconder,uma em espécial levantou do gramado e caminhou a minha frente,alta,cabelos ruivos caindo para traz,estava trançado para
não atrapalhar,os olhos azuis passeando pelos meus braços,um corpo bem vigoroso para minha visão.

"Es muito delicada menina,será mesmo que tem coragem para isso?Não séria melhor voltar para sua casa?"Como fiquei vermelha de vergonha!As mãos dela deslizavam sobre meu ombro,braços,pernas
e até rosto,ela ia absorvendo cada detalhe para ver se podéria suportar,ficou nessa investigação por longos minutos ao lado de Karnian,soube que ela erá esposa dele desde pequena,Grarion olhava em
desden querendo rir mais se segurou,sabia que para mim era humilhante ser chamada de delicada a frente de todos.

"Senhoria Clamia não pense isso de mim!Isso me deixa sem palavras".Era fria mas manteve toda sua indolê com um riso maroto,as mulheres dáli eram altas,me sentia uma inultil diante de todos mas iria
aprender,as palavras dela foram diretas "Nem ouse pegar em uma espada,teus pulsos podem e vão quebrar se o fizer".Uma verdade,olhei para meus pulsos diante disso,tçao finos,delicados que eu não
suportei ver mais e desviei o olhar para ela,a bota de fio de couro mais que perfeito,sem falar em todo charme dela.

-Quando começaremos?Eles esperam o que?O que os fizeram ir ao nosso palásio nos chamar?

-Toda história!E muita coragem para terem viajado por três anos e virem parar áqui!Isso não descartamos ao ouvir a conversa das andeãs.

-Obrigado,me sinto feliz.

"Que ótimo!Então Thalwa ponha-se em ação!".Seria um sofrimento,foi o inicio de tudo,o que me deixou nervosa diante deles,duzentos guerreiros vinkg's treinavam naquele campo imenso,corriam,desciam a
pequenina colina,saiam das arvores para assim tentarem formar alguma tática,ouvi o barulho dos portões serem fechados,o que fez meu coração disparar em batimentos fortes.

"Não fique com medo,e apenas questão de custume querida".Clamia tirava minha túnica devagar,ia me entregando algo mais leve,uma ornamentação altamente leviana,calçava a sandália em fio couraçado e
talhado a mãos,depóis parti para o pequenino saiote feito para as mulheres em que batalhavan,muita e sagramentada vergonha até terminar e tive forças para segurar as duas adagar que me foram entreguê
por ela,Grariom ficária longê,iria se manter com os homens logo a frente.

"Apredera comigo,sera mais facil para ir se adptando conforme pega a força mesmo com tua delicadeza Thalwa e saiba que todos que chegam áqui,se podemos recrutar o fazemos!".O dia ia ser duro,véio um
cintilar de lâminas a encostar,dáli mesmo partimos para os movimentos mesianivos em que aqueles tão primorosos Guerreiros sabiam.Foi um dia forte,pesado e apasiquado diante dos ensinamentos de todos
os movimentos possíveis,suava muito,ela tinha um ritmo forte,tornara-se minha mestra nesse quesito a treinar forte,ensinava muito bem,apenas o começo,o vento corria,vinha e rondava a todos áli,muitos os
critos em volta,não sabem como os homens ao contrário das mulheres eram marginalizados em feito a força!Realmente Deuses de Batalha!


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O som das trevas-Cap 11

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 11:33:42

A cor negra das vestimentas me agradava,foi logo no méio da tarde que fui chamada para ir a campos a frente,Clamia tinha que sair em perseguição a alguns invasores que rondavam toda
a aréia desde sedo,quando ela sentiu que já estava no ponto me pediu para acompanha-la em virtude disso,de modo inesperado tinham pego meu cavalo negro,meus olhos pasmos quando
o trouxeram a mim,estava devidamente selado,vi o pequeno protetor na cabeça do anima,era preciso porque qualquer erro e podéria custar caro ao meu Zeus,tinha dado esse nome a ele a
me lembrar dos Deuses Ompicos,disso nunca iria me esquecer,jamais!

Pude subir e passar as mãos pelo capasete protetor dele,os olhos se sobresaiam sobre toda a abetura daquela mascara de Metal que o ardonava.Soltei um mego riso diante disso,ele tinha
me levado áli e chegara intacto,os guerreiros o tinham alimentado muito bem "Vamos menino e assim quem sabe não faremos histórias".A pequena ornamentação vinguine que vestia fazia
meus braços ficarem desnudos,a finura deles espantou Clamia que já estava ao meu lado em espera completa,os olhos azuis pairavam sobre a cor branca de deu azalão,não o chamava de
nome algum "Poderei sofrer quando ele partir querida".Sabia que sim,saimos em correria para investigar o que os invasores faziam na vizinhaça.

"Thalwa não encare logo de imediato,só quando tive certeza podera simplesmente matalos com mãos frias".O céu estava pesado,lá nevava,a voz de Clamia ecoava aos ventos enquanto todo o
peso do cavalo impulsinonava ao campo,descemos a montanha saindo a um planalto baixo,vi a estratégia dos vinguines:Realmente uma enrascada para qualquer invasor por que eles poderiam
atacar dáli de cima sem problema algum e poucos poderiam ser feridos.

"São espertos querida Clamia,isso me deixa orgulhosa".Comentei a ela do meu pai,como todos os gregos tentavam tambem de manter afastados dos romanos,mas ela me citou algo para aplicar o
ensinamento "Thalwa saiba de uma coisa:Gregos e Romanos nunca vão se enfrentar por que toda sua força belica e se suma ingladade querida!Mas nos?As tribos pagãns do norte?Isso sim todos os
Romanos desejam ultrajar para assim aplicar sua colonização".Estava certa!Não tirei sua razão ao que citara a mim.

Isso me deixou triste,desmoronada porque realmente eles precisavam mais que nunca manter toda a barreira "Os germanicos fizeram isso áqui!Nossos angestrais nos deram o sanguê para ao menos
podermos viver longê deles,o que acho mais curioso e que eles nem sabem direito o que somos".A voz era forte,serviu como meu acordar,voltamos diante daquela pequena pausa a cavalgar sobre os
cavalos,o vento corria forte.

-Se sentir medo volta para casa e volte a si.

-Acho que não será nescessário.

Continuavamos a descer aquela montanha e saindo sobre as colinas,achei divino como Clamia tirou a sua adaga entre os séios,muito esperta,ela olhava os três caveiros lá embaixo,eles não faziam a
minima idêia de que estavam sendo espionados e foi ai que ela critou forte,tinhamos toda visão deles que se viraram a nos,estavam sentados em volta de uma fogueira,a neblima pairava a todo lugar que
olha-se.Não responderam e sim sairam em perseguição "E isso que mais odéio:Nunca querem negociar e sim conquistar".

Ela ficou chateada com isso,tinha desejado conversar,saber o que eles faziam naquele lugar,vi que os celtas eram tão maniacos quanto os vinguines,tinham viajado por semanas,afinal pelo que sabia todos
os celtas moravam mais ao Sul da Europa e para chegarem ao Norte nescessitavam de cobertura.Uma enrrascada em que eles não podiam escapar.

Deixei minha mente expandi,sai em leve calvalgar entendo saber aonde os três estavam,tinham sumido em méio as neblinas,porém Clamia se mantinha atenta a tudo,fiz o mesmo apesar da pouca experiência
em que tinha tomado nesse primeiro dia,o incriavel e que eu não me sentia dolorida no corpo,estava em total vigor,apesar de uma dor no senho da sobranselha pela inrritação do momento.

Esperamos silênciosas,uma ao lado da outra em cima dos cavalos,ouvi um sintilar de três animais vindo a nossa direção,eram eles,agora sim meus nervos tremiam em todo corpo por cauda do perigo,Clamia a
me pedir atenção "É um ótimo momento!Ataque Thalwa e podera aprender mais".O fiz,ouvi toda ordem a emanar para meus ouvidos supremos,meus cabelos pesados e negros junto ao liso andulavam sobre todo
vento cortante.Pude pegar um machado muito afiado que estava ao lado da sela de Zeus,não sabem como sai disparada,realmente focalizei meu olhar no cavaleiro que vinha ao méio e como soltei aquele machado
em sua direção.

Apenas o soltei no ar,ele rigou,rigou,rigou e simplesmente gravou no méio do braço do homen que caia de lado sobre chão empueirado.Clamia não,era suprema!Epenas soltou aquele chicote de couro puro e desceu
para esperar.Foi ai que ela rodou aquele laço no ar e simplesmente ele encaixou em um dos cavalos restantes!O barulho do tombo forá estridênde,o homem caiu rodando até parar a minha frente,fiquei olhando ele
a passos frios.

-O que faço agora?Me faz algo inesperado Clamia!

-Thalwa não tenha piedade,seja fria e maten-no!

Pude sentir a frieza a me tocar,peguêi o machado que estava gravado no braço do outro homen e pude ver a força me tomar naquele momento,senti que as almas observavam tudo o que fázia,não as via mais toda
a presença era forte vindo delas,olhava o homen áli,deitado a esperar a morte e desferi o machado entre a sua cabeça,um golpe fatal a qualquer mortal.Primeira vez que tivera uma experiência assim,o que me fixou
pensativa.

"A vida humana pode ir com tanta fazilidade".Palavras susuradas para mim mesma,me segurei para não vir a chorar na frente de Clamia,ela considerária isso um feito imaturo.Seu caminhar fora apasiquador,subiu de
volta ao seu cavalo,chamei Zeus com um azubio doce,ele me atendeu,passei os dedos em sua testa doce a tomar folego;o subi foi rápido para voltarmos,quando chegamos chamamos Karnian que iria queimar todos
os corpos,o terceiro homen sem sombra de dúvidas séria morto pelos demais,vi a tropa de cem guerreiros a sair em perseguição a esse último invador "Parabens Thalwa,para o começo está ótimo".Palavras citadas
antes dele sair junto aos homens,sabia como agir e o fária de forma magistrál.

"Volte logo".Clamia o encarou ofegante pelo momento,estava ainda em cima de seu anima e Grarion não se conformava,estava ao meu lado,disse que se sentia cansado,seu corpo doia bastante mas porém tinha todo
o gosto de aprender,provavelmente séria o novo estratégista do grupo,fiquei pensando o porque áli só ter os duzentos Vinkg's,Clamia me respondeu que o resto,os mais de dois mil e quinhentos Guerreiros sempre iam
andar nas fronteiras,lá sim e que podia haver invação por completo,compreendi emanando um aseno.Saimos de volta as Ruelas,poderia descansar e a noite já se iniciava,vieram alguns homens restanres conosco,toxas a
ornamentar a iluminação já que a noite começava a cair na Escandinávia,o barulho dos cascos dos cavalos eu ouvia completamente sobre a Terra,o perfume das arvores doce,passaros silenciados pela noite chegando,só
no dia seguinte e que voltária e estava começando a amar estar áli,um começo maravilhoso e não esquecia a sensação de poder abater aqueles homens e por incrivel que pareça a frieza me tomava,essa era a primeira e
grucial meta de Clamia "Não deve temer e sim fazer".Risos entre o silencio,assim calvalgamos até o palásio a qual Grarion e eu moravamos.

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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 12

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 11:37:19

Paramos em frente,de algum modo sabia que essa noite viria a ser espécial,senti todo o cheiro da gostosa comida pairando no vento,as criadas tinham feito um jantar maravilhoso,só aquele
perfume dizia tudo,o que entusiasmou o Grarion de imediato,ele estava machucado na alma a seu tipico momento,fiquei quieta,sabia ser fria para deixa-lo em paz mesmo sendo meu grande
amigo,só seu olhar me dizia muita coisa,a dor lhe fázia tremer um pouco,mais meu Grarion ao seu modo tinha forças para suportar,ri novamente em encara-lo de modo sútil,o que o deixou
vermelho de vergonha,Clamia percebeu isso e me deu um belisção no braço naquele deleite.

"Que coisa Thalwa,seja feliz".Não respondi,afinal não tinha compreendido o sentido daquelas e doces palavras,mas ele via alvo,era claro para mim,todos os outros guerreiros se retiraram ao
comando de Clamia,os vi calvagarem sobre aqueles cavalos,na faixada do palásio realmente a iluminação era bela com a queima das chamas em suas tochas,silênciei completamente ao ver
Grarion entrar,ele se sentou sobre a mesa quieto,estava pensativo quanto a dor no corpo,pude perguntar o que estada acontecendo e ele me responde de imediato.

"Tenho medo querida,apenas tenho esse medo de jamais atingir as metas".Isso me doeu junto a alma,realmente fiquei triste ao ouvir esse tom de voz forte,porém austentada para com todo
o seu destino,me sentei junto a ele naquela mesa imensa,o perfume da madeira talhada era o meu deleite o encarando nos olhos "Não devéria pensar dessa forma meu Grarion,isso e apenas
o começo e estas sendo forte em minha visão".Pude tirar um sorriso daquele rosto vigoriso,ele a seu modo sempre preferia ficar queito,um dom que de forma imprecionante sempre tivera desde
que o encontrara.

As criadas tinham preparado meu banho,elas me avisaram ao virem pela entranda e me chama a me deliciar em água aquecida,morna e deliciosamente perfumada,o meu banho predileto,Grarion
forá servido por elas,deixaram um jantar que ele tanto esperava,estava faminto pelo dia,o palasio tinha tochas sobre as paredes aplicadas em ardencia de chamas,iluminação tipica de meu tempo a
qual um dia sonho em ver,me doi mas e uma pura verdade que vos conto.Tinha sáido para toda a limpeza de corpo,as minhas camareiras tiravam minhas vestes e iam quardando elas,neste juto e
doce momento me encontrada no quarto imenso,dava para ver uma leve neve sair pela varanda a sobresair a frente do quarto,a luz entrava sutilmente,forá para essa varanda enquanto elas iam me
tirando toda ordamentas do meu corpo.

Iam desembaraçando meus cabelos com um pente feito a base de osso polido,assim erá nesse tempo e tinha que aceitar o modo cortez com que elas me tratavam,me diziam enquando isso que tinham as
suas virtudes,que realmente tentariam cuidar de mim e de Grarion,tinham medo pela nossa idade que pudessemos nos atrapalhar,sempre tiveram uma voz doce,gentil,o que me cativou de imediato e meu
manto encobril meu corpo enquanto elas deciam comigo para me banhar,pude entrar em nosso jardim e lá se encontrada o painel imenso de banho,muitas petalas de rosas,pegava um pano humido para ir
limpando a pele,esfregava com toda sutileza possível pelos meus braços,pescoço,rosto,todos os cantos em que deveria me limpar por completo.

Elas esfregavam os fios dos meus cabelos lisos,a cor negra nunca de destacava sobre a pequena escuridão,sempre silênciada pelo coração ferido pela solidão,de alguma forma tinha soudades do meu pai,
mãe,Mergit's que ao meu ver estária chateada até aquele momento pela minha fuga e desaparecimento,sentia a presença das almas forte,as chamas das tochas sobre o jardim andulavam e quando vim a
mover minha visão Grarion me espionava,fingi que não tinha visto,de modo propisital deixei ele com o pensamento viajando "Infeliz,ousado!Isso eu admito".Meigo sussuro que me parou nos lábios,nem pude
terminar de pronunciar,sabia que ele era gentil demais e nunca levantária um dedo sequer contra mim.

-Ele prefere silênciar,o que me inrrita bastante!Ódeio cortesia demais damas.

'Paciência Senhorita Thalwa,nem todos os homens são ousados!Alguns tem todo respeito possível com suas preferidas e teras que entender esse lado de Grarion.Tadinho!Quieto,prefere realmente prender
o seu desejo do que fazer algo estranho a vossa pessoa".

-Isso e uma verdade!Sei disso queridas,gosto dele,muitissimo mesmo por ele cuidar de mim como sempre fez,mas queria as investidas dele!Sua queitude,sua malicia e cortezia me fazem recuar por
não querer ferilo.

'Sabemos que sim,e muito claro a todas nos Thalwa'

"Gostária de amalo porém quero o momento certo".Elas riram,nossa conversa estava sendo muito baixinha para ele não ouvir,fingiamos que nem suspeitavamos de que ele estava me observando a
ter terminado o jantar,confeço que se ele tivesse saido das sombras téria vuado em cima dele aos beijos,infelizmente não o fez,saiu devadar as escondidas,ri novamente agora entre gargalhadas por
sua alta cortezia e jamais aldácia.

Todas ouviam isso e realmente não se conteram,assim elas continuavam a me limpar por inteiro até finalmente me levantar sobre o painel e ser amparada por elas,passaram o manto sobre mim e fui a
me vestir no quarto,chegando lá pentearam meus cabelos,peguêi uma lindissima túnica com mangas curtas,a cor sutil de violeta com os detalhes em branco foram meu deleite,como estava com fome e
não queria mesmo assim jantar me trouxeram vinho e frutas,lá entrava aquele jarro de vinho que eu sempre apreciei,as frutas como maça,uva me entravam pela boca maravilhosamente.

-Quando ele vai agir como homem?Poxa!Queria mais atitude de Grarion.

As criadas me deixaram sozinha e foram cuidar dele entre risos,por incriavel que apareça ele tinha o seu quarto ao mesmo estilo que o meu,ficava no andar de baixo,estava no andar de cima,ele tinha a
chegar a tal ponto de cortezia que isso me dava ascos,fiquei áli me desbruçando deitada sobre aquele tapete sedoso de pele alva,os travesseiros e almofadas gostosos de sentir,olhava a Lua entrar,toda a
neve cair do lado de fora,a imensa varanda dava uma paissagem belissima,fiquei pensando nele,como ele tinha essa coragem "Grarion,me deixas áqui!Sozinha e sem amor mesmo me amando.Como queria
uma atitude sua".

Vi alguns escritos na prateleira,como o quarto era bem iluminado pelas chamadas das tochas me dei ao luxo de ler,viajar nos contos,afinal!Ele não vinha ao meu encontro,o que me deixava chateada!Revolta-
da por demais cortezia em excesso.Pensava nele,lá lia e comia aquelas frutas com vinho deliciosas para me distrair um pouco.Não parava de rir com isso,me lebrando um momento ou outro do que ele fizera a
essa noite "Como ele conseguê?Por Zeus!Faça esse garoto agir,afinal ele e um grego.Por isso imagino o seu geito,deve ser bom de cama!Gregos são bons de cama! Isso e uma verdade".Como ria a imagino as
mil loucuras que fária com ele.

É a leitura corria na mente,fiquei lá,lendo,comendo frutas e bebendo vinho,a fome ia passando as poucos,a noite correndo devagar,deliciosar,apreciava entre as pausas da leitura a paissagem plena,de algum mo-
do queria ir ao encontro dele,mesmo naqueles três anos em nossa viagem jamais ele encostara um dedo em mim,jamais mesmo mantendo seu sentimento tentou algo mais ousado e sim preferia esconder todo o
seu sentimento para não me magoar,gentileza demais,o que inrritava como sabem.

-Ele tem que vir,espero que ele tome a coragem e venha ao meu encontro.

Sussuros plenos imaginando tudo,a forma como ele podéria me satisfazer completamente,meu corpo vinha a queimar por algo desde alguns dias,algo que segurava por demais,cochilei ao me lembrar disso,com esse
sono gostoso e devidamente limpa,o que causava uma sensação maghifica foi asim.Os sonhos vieram com o perfume do banho pleno,o cheiro de neve caindo do lado de fora sempre vir ao meu faro,sonhos plenos a
meu olhar sobre eles,Zeus vinha em plenitude,meu grande cavalo negro que sabia que os cavaleiros cuidariam bem.Via nesse sonho como andava sobre os imensos campos com meu cavalo negro totalmente vesti-
do para a Guerra,Athena ao meu lado a me guiar,a Deusa tinha um vinculo comigo.Sentia sua presença me trazendo calma,isso me trázia paz e a coragem para seguir em frente,um sonho mais que maghifico com as
suas paissagens plenas aos meus olhos cinzentos brilhando ao sol frio da Escandinávia.


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O som das trevas-Cap 13

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 11:41:14

Continuei nesse momento,do nada ao esse sonho terminar me vi plenamente acordada para a coragem me tomar por completo.Meus olhos se abriram num ato de rapidez e me levantei aos
pulos,abri a porta do quarto,a madeira pesada fora destrava e pus meus pés do lado de fora.O silêncio era total,séria meu primeito ataque contra Grarion "Há!Não,esperarei mais não querido
e to tomando folego".Pronúncias enquanto passeava pelos corredores do palásio,fiquei assim a me encontrar no momento de coragem,olhei para as chamas do nosso sagrádo palásio,isso me
deu as forças para seguir em frente,pude descer pela escada imensa para sair para o segundo andar.

Virei a esquerda para me deparar com a porta do quarto dele,olhei áquilo,pude abrir com todo gesto silênciado para não fazer barulho,tambem a temperatura do quarto dele estava aqueci-
da já que ele tambem adorava as chamas do fogo a iluminar o palásio durante a noite,dormia como um anjinho delicioso.As cobertas de linho e de pele realmente o protegiam do frio que a
Escandinávia sempre teve desde esses tempos.Tinha uma cadeira a frente da sua mesinha de leitura,uma pequenina lamparida sobre ela ainda queimando,riso meigo diante da docilidade.E
pude arastar aquela cadeira e me sentei a olhar ele em seu olho pesado.

Dormia pleno,totalmente pleno em sua alma,de apoiava de bruços encostando o rosto sobre as cobertas,os cabelos castanhos escuros e andulandos soltos a se enlinhar em seu rosto delicado
devido a idade jovem,pude com um gesto sutil afastar aquelas cobertas aconhegantes para ver seus ombros bem delineados,a pele clara queimada do sol da Grécia,marca que nunca desapa-
recia dele.Olhava o modo como as paltebras dos olhos estavam fechadas em unisono momento de descanso.

Estava tão fatigado que mesmo dormindo nem sentia minha presença,foi ai que tirei toda a veste e realmente a coragem tinha vindo com plenas forças,meu corpo totalmente despido e pude me
deslizar por debaixo daquelas cobertas,beijava o rosto dele de forma deliciosa até velo abrir os olhos castanhos-escuros,o que para mim jamais irei esquecer "Es muito ousada menina,como o
teu coração lhe deu forças para isso?".Me deliciava com isso,soltei meu riso mais supremo que a alma me permitiu,por debiaxo daquelas cobertas deslizava as mãos por seu abdômen,costas até
encontrarem sua boca "Por nada querido,apenas to queimando de desejo e não vou escapar das argumentações que meu corpo pede".

"Thalwa,não e nescessário querida,nem sei se conseguirei,sou um fracassado e não tenho toda a experiência para o que pede de mim".Isso me deu mais coragem,desferi naquele golpe todos os
melhores beijos possíveis em sua boca,nossos rostos sempre se encontrando de forma graciosa o que me deixava muito aquecida no corpo,ele sabia fazer isso,o seu vigor me transmitia toda a
queima daquele desejo forte.Ele respirava forte enquanto deixava seu corpo se encontrar com o meu,desferia doces beijos entre meu pescoço,rosto,cabelos,ia deslizando por aquelas cobertas a
seu modo de sutileza.

-Não quero machuca-la Thalwa,jamais,o que para mim séria uma maldição.

-Sei que sim Grarion,se fosse o contrário jamais estária áqui.

Ele riu com malicia,algo admiravel porque para aquela época,os homens odiavam demonstrar os seus sentimentos,mas meu Grarion não,ele nesse momento pode deixar sua alma falar alto e ao
seu gesto me deixou tirar a calça de linho branca forjada sobre as mãos daquelas tecelãns que a sua força faziam as melhores roupas que poderiamos encontrar,realmente forá muito ousada em
ser safada com ele,iria machucalo no corpo e com toda honra do mundo,beijava sua boca com a força que me restava no corpo "Se fugir seras covarde!Seja homem Sr.Graion,meu Grarion".Não
pode reagir,suas mãos passaram por detráz dos meus densos cabelos a me puxar contra aquelas cobertas,nos desbruçavamos entre elas,por cima delas.

Ficamos naquelas caricias um bom tempo,ele gostava disso tanto quanto eu,despidos,nús para a visão vir por completo,era vigoroso,forte como eu desejava e o que esperava vir de uma pessoa
a qual queria.Ele pode voltar a me beijar,ia me beijando fazendo com que meu corpo fosse com as locuras da queima aos céus,aplicou uma leve força nesse gesto e desferiu o deslizar daqueles
dedos delicados entre minhas pernas,como gozei com isso,meus critos foram altos,ele era bom! Pude sentir isso naqueles dedos sempre se movendo entre as penas enquando continuava sobre
os beijos.

"Há!Isso e bom e se continuar realmente me sentirei plena".Eu ria com isso,estava querendo ser abusada por demais,gostava de nesse momento ser o mais abusada possível,acho que viram o
que fiz com Lestat em seu**Gêlo De Sanguê**O modo como simplesmente o deixei acabado as plenas forças se esvaindo naquela cama de Maharet,citando isso,a minha primeira noite posso a
deixar as lebranças virem e isso me faz feliz:Acho que uma mulher tem que ser comportada,ao seu momento desferir a Leoa que existe em nos com os homens que amamos,isso que fiz com o
Lestat naquela noite,mas e apenas uma citação,é e claro que fária com meu Grarion,algo que ao meu pedido a narureza do meu corpo pedia.

"Vamos!Se parar saio daqui seu moleque".Estava entusiamado,não parava de mover aqueles seus dedos entre a abertura das pernas,ia gozando bastante,critos insolentes para meu esvair de corpo
e assim senti que ele queimava ao manter aqueles beijos e como o intrumento dele estava ao meu ponto!Ele estava tão rigido que provocada uma pequenina dor,isso dava para sentir pela respiração
ao meu rosto enquanto o beijava,sentia o toque daquela pele gostosa e sedosa por demais.Não me contive mais e naquela ardência dos orgasmos abri as pernas,curvei na altura de sua cintura para
sentir aquele intrumento entrando dentro de mim,soltava critos,critava alto para jamais parar.

"Isso e bom,realmente tem a força!".Seus momentos eram ferozes,algo que admirava,seus braços a me apoiar ao curvarem pelos meus ombros,sentia seus lábios roçarem em meu pescoço,deciam
por ele ao encontro dos meus ombros e subiam até minha boca "Está delicioso,sei disso".Ele fázia de tudo para mostrar a potência do intrumento sempre me atravesendo em movimentos fortes,os
gemidos ecoando pelo seu quarto "Es malvada,como conseguê?".Já estava tão fatigado que tinha que se manter pleno no entrar do seu pau entre as minhas pernas".

-Isso e pouca coisa,esperava mais Sr.Grarion.

-Que injustiça!

Ficara revoltado,tive que por mais palha na fogueira para ferir o orgulho masculino dele,diante do ato realmente não era mais casta,algo que pouco me importava,ele e que era tudo para mim nos
momentos de vida.Pude me levantar,andei até me silenciar encostada sobre a parede,ele veio ao meu pedido e como suas mãos me seguravam forte "Isso feriu meu orgulho!Por demais! Se arre-
pendera menina".Agora sim agia como eu pedia,como estava apoiada sobre a mesa a essa altura pude deslizar meus pés por todo seu abdômen delicioso de se ver,ria de modo malvado,chamava
ele com meus dedos e sinais enloguêntes que qualquer pessoa saberia fazer.

"Vamos,ponha-se em áção".Me jogara contra a aparede e lá finalmente o seu vigor me satifázia por completo,beijos sobre a boca gostasa que ele tinha,deslizei as mãos até encontrar todo seu
intrumento,estava no ponto como antériomente e senti a entranda plena ao abrir as pernas,ele se mantinha de pé a me segurar contra aquela parece aquecida pelas chamas das tochas.Pude
gozarmsentir orgamos,critar de dor,de prazer,tudo que possam imaginar neste momento.Não ia perder nem um momento,ele tinha pego o ritmo,suava bastante,delirava mais ainda com aquele
pele molhada de suor contra meu meu corpo queimando a todo momento.

"Está delicioso querido,continue e me faça gozar até o dia amanhacer".Caimos sobre as cobertas mantendo o ritmo feroz,minhas unhas deslizavam sobre as costas fortes de Grarion,ouvia como
ele gemia de prazer,me sentia gratificada para com sua força,como suspeitava:Gregos tendem a ser bons de cama,realmente algo confirmadissimo quando senti ele se esvair sobre mim.

-Em que engruzilhada me meti Thalwa? Não teve perdão,injustiça.

"Que nada,eu e que estou silênciada".Momento de acorde entre nossa falta de força,ele se mantinha esticado sobre mim,seu corpo jovem,delicioso de realmente sentir a todo momento,respirava ofegan-
te com a cabeça encostada sobre meus ombros,beijava aquela boca até me fartar de desejo,adormecemos aos poucos entre aquelas cobertas deliciosas e mácias.O acolhia como meu anjo obscuro,seria
assim até o fim dos meus dias,queria isso tanto quanto ele.Estava feliz,muito feliz por realmente con- seguir atingir minha meta.

Olhava ele dormindo sobre meu corpo,adormecia junto ao cansaço que provocara nele,vi que o sol ia nascendo aos poucos,anguns passaros cantavam forte e assim quiz sonhar com ele encostado a mim
por inteiro,afagava aqueles cabelos sedosos,brilhantes que escoriam por meus dedos,me dei conta do quanto as cobertas estavam desarrumadas com nossos corpos contra ela,fiquei nesse momento até os
meus olhos fecharem,sonhos,vições,tudo que realmente queria aconteceu nesse passar de noite.Jamais as griadas ao voltarem iam nos pertubar,realmente tériam toda educação para isso.Desse modo quiz e
pude ter aquele amadurecimento de conhecimento de corpo e como delirava em saber o vigor do meu Grarion,o homem era bom demais!Sonhos vinham com isso "Estou feita Zeus,realmente o homem sa-
sabe fazer o serviço muito bem".Palavras susurradas nessas vições plenas vindo em minha mente ao manter o sono delicioso junto a ele"

Com a manha nascida recuperei as forças,ao abrir os olhos vi que as criadas tinham deixado vários pães e frutas para comermos,não tinham nos incomodado ao fazer tal sutileza em sua chegada.Me levantei,ao
meu gesto deslizei um manto fininho pelo meu corpo,me sentei sobre a mesa a comer aquele café muito bem preparado para nos,pena que ele ainda dormia,a luz do sol ardia ao entrar pela grande abertuda do
quarto dele,ouvia os andeões passarem com seus carneiros,carruagens que traziam as leguminosas em que comiamos fartamente,bebia uma mistura de frutas batidas sobre aquela tigêla maciça e Grarion com
o meu olhar deslizando pelo corpo dele estava tão acabado que nem conseguia despertar.

"Por Zeus,será que matei o garoto?Forá tão pervesa assim".Disso e que estava com medo e me levantei novamente deixando a comida de lado sobre a mesinha,o encarava e me dei a dar alguns leves tapas a
seu rosto ainda sonolento,os olhos abriram devagar,literalmente acabado até os fios dos cabelos que caia aos ombros,o olhava naquele desperar,esperava que tambem estivese bem,afinal tive até pena do que eu
tinha feito com ele "Coitado,desculpe!".Passava as mãos pelo rosto,viu a comida em cima da mesinha e se deu a comer ao sentar comigo,tinha tanta pena do que fizera com ele durante aquela noite que nem queria
comentar nada,desviava os olhos em risos doces para deixalo recuperar as forças.De alguma forma diria a pequena comédia de nossa covivência.


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O som das trevas-Cap 14

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 11:44:53

Foi apenas questão de tempo para ele se recompor,agora ia tomando folego enquando comia a deliciosa comida sobre a mesinha,fiquei o fitando por inteiro,aqueles ombros denudos,não que-
ria falar nada,mas tomei a iniciativa de desferir alguns beijos sobre seu rosto,a cor rosada das bochechas me foi tudo,não pude deixar de rir com a expressão facial dele,beijava aquela boca
deliciosa até que senti suas mãos apertarem meus cabelos por detráz da nuca,ouve um pequeno desequilibrio,mas nos mantivemos inteiros sentadoa a mesinha "Não posso dizer nada,nem
pretêndo argumentar".Sabia que sim,suas palavras foram claras,sem dívida nem uma eu tinha pego ele de geito.

"Pena querido Grarion,pena que sejas tão timido assim,porém um pequeno Leão como esperava".Coitado,não pode voltar a argumentar,voltou a comer sey café da manha em silêncio com
a face corada de vermelha.De alguma meneira gostava de morder a orelha só para provocar.Sabia que tinha conseguido atingir minha meta,o que me deixava muito feliz,quando terminei
pudemos sair para assumir nossos compromissos,começamos a nos preparar para ir ao nosso encontro com Clamia que já estava esperando do lado de fora do palásio.

"Sei que vamos caçar o dia todo hogê Grarion,isso me levara as nuvens".Ele sentiu que sim e pode ir comigo apóis nos prepararmos,ao avistarmos Clamia do lado de fora batemos aquele
imenso portão,as criadas tomariam conta do lugar para gente,sempre nos setiamos gratos por seus alfazeres e dedicação,pude me despedir delas e como adorei ao Clamia me entregar as
flechas e arco nas mãos,quanto ao Grarion?Machado brilhante forjado naquele metal latente a brilhar no sol frio,a neve derretia aos poucos,apenas tinha de formado uma camada fina,para
mim delicioso de sentir.

-Quero procurar servos hogê Thalwa,sei que muitas pessoas pedem carne para vender,falta isso para nossos vendedores.

-Será que encontraremos?Vejo que as pessoas tambem sentem fome quando não tem toda Carne possível.

-Exatamente isso do que falo:Sem carne não tem comida.

Já estavamos caminhando entre as pequeninas colinas a frente da Escandinávia,não queria ir a cavalo,sabia que eles estavam sendo preparados,Clamia me disse que de algum modo
a qualquer momento invasores podériam aparecer "Eles tem que ser poupados querida,não me arisco e soube que pegaram o homem que faltava".Justamente como suspeitava,Karnian
realmente não ia deixar barato um invasor a solto nas terras em volta.

"Sabia disso,era de se esperar".E foi mesmo,Clamia nada tinha pena,ela riu ao seu modo com o toque se sua frieza,coisa admiravel que estava apredendo com ela,me questionada na mente
se as almas continuariam a me ajudar,mas vi que erá uma pergunta tola,afinal em nem um dos momentos deixava de sentir a presença delas,entramos colina adentro,a pastagem ia ficando na
densidade forte de se desejar.

Algumas gotas de água que a neve provocava caiam entre as folhas secas das arvores pequenas e jovens,o vento corria frio,opaco,trazendo uma neblina suave em minha visão,tinhamos visto os
Servos correndo entre o lugar,trilhavam tudo quanto e canto se suas moradias,arancavam folhas a comer,comiam a grama e quando sentiram nossa chegaram dispararam em correria.Iamos sair
nessa caçada descomunal,Grarion corria bramindo aquele machado cortante a procura de um,ele ao contrário de mim saberia lhe dar com a situação,afinal desde que o conhecera aprendera essa
tecnica muito bem.

"Caçar pode ser uma ótima forma de tornar-se mais fria Thalwa".Lhe dar com a morte,essa ia ser meu tormento que téria que aprender,as almas queriam isso de mim,foi a primeira coisa em que
elas me pediram,se estava áli e que realmente esses conceitos se aplicavam a todo momento em que viviamos.Já tinha uma boa idéia de lhe dar com arco e flecha e iria por em prática o que iria
aprender,Clamia olhava atentamente e seus olhos brilhavam diante da minha atenção redobrada.

-Isso!Mantenha a força no eslástico Thalwa e aplica a força ao disparar a flecha,e tão simples ao modo que ver.

"Pena que meus pulsos doam com isso,são finos e delicados demais".Ela asentiu mas mandou eu manter o gesto,Grarion já tinha pego dois Servos,o vi saindo entre as arvores,assim eu pude me
inspirar em sua vocalização plena,como adorei sair andando e disparando aquelas flechas sobre os Servos presentes,muitos caiam ao chão enquanto Clamia ia terminando o trabalho de matança
ao aplicar o corte com sua adaga sobre o pescoço deles.

"Es boa Thalwa,estas de parabens".Não parei,sai com Grarion,o segui entrando novamente entre as densas arvores e pastagem e pudemos realmente fazer a nossa pequena festa de caçada as
exasperdas flechadas e golpes de machado.Saiamos arrastando aqueles fortes animais abatidos até o encontro de Clamia que estava muito feliz,satisfeita e grata pelo bom trabalho.Ela os colo-
cava empilhados ao canto.

Com o passar da manha já chegavamos ao começo da Tarde,Karnian véio a aparecer a procura dela,quando viu a pilha de servos tombou para tráz,os cabelos claros chamuscados com algumas
gostas de sanguê.Vi pelo seu ar que tinham matado o invasor que viera ao nosso encontro.Seus gestos foram a confirmação e tambem suas verdadeiras palavras quando forá argumentador por
Clamia.

"O pegamos de forma muito facil minha Clamia,pena que realmente não compreendan em que lugar viera se meter,foi muito triste".Ouvia isso,não oude deixar de rir diante da sena e com o
trabalho já feito Karnian de modo muito inesperado saiu carregando os Servos abatidos sobre os braços fortes,muitos os Guerreiros vinham ajudar a gente,agora tériamos que entregar aos
mercadores na praça principal que ficava logo abaixo da pequena colina.

Dava para vela por completo,vi em segredo as cindo almas correndo entre as arvores chérias da fina camada de neve,foi nesse momento que as vi tomar algumas almas,reconheci todo o
gesto porque realmente a divindade emanava e sempre emana delas,fiquei parada quase aos prantos pena sena e as mãos de Grarion vieram aos meus ombros "Estas bem Thalwa?Como
se sente?".Não respondi,tinha recéio dele não entender,continuava olhando as sombras com a absorvisão de poder.

Elas sentiram esse indagar de espionagem e voltaram sua visão a mim,o rosto negro com toda cosmopológia de que possam imaginar,tremi de arrepior e Grarion me balançava pelos braços.
Mau preságio,tinha medo disso porque se elas tinham me deixado velas com esses três anos e que alguma coisa ia acontecer,coloquei meus pensamentos em ordem e saimos a seguir nossos
mestres,quando chegamos aos mercadores todos saiam limpando os Servos,arancavam a pele,limpavam a carne por completo,saiam cortando os pedaços certos e os colocavam em cima de
uma mesa imensa.

'Ficamos feliz Thalwa!Graças que comida não faltara por longas semanas'.Tinham todo cuidado ao aplicar os temperos conservantes,o cheiro desses temperos,ervas eram delicioso ao faro.O
olhar de Grarion brilhava pelo momento de supremácia.Esfregava meus olhos em pequeno cansaço e quando os voltei a abrilos novamente vi alguêm me olhando de longê,um homem muito
estranho,ele desviara o olhar ao perceber que senti sua presença a me olhar diretamente.Não tinha gostado disso,porém não quiz comentar nada a ninguêm.

-Clamia pode me fazer um favor?Queria que me passase algumas informações se tem Romanos por perto.

-Pelo que vimos não Thalwa,sei que podem sim aparecer a qualquer momento,sempre rondam terras que não conhece.

Asenti,voltei a olhar aquele homem diretamente,os cabelos castanhos e os olhos azuis davam o recado.Tive medo de que fosse espião,o geito dele era de suspeitas,Karnian e Clamia deixaram
o resto do trabalho da cortagem dos servos a pá dos mercadores e se retiraram,ia fazer toda a vistória nas fronteiras e nos deixaram a descansar nesse dia.Graion tinha desejado sair para a
exploração das Terras,queria e tinha sede de conhecer cada detalhe do lugar.

De modo inesperado o homem quando percebeu que tinha ficado sozinha deu a vir em minha direção,tive que começar a desvencilhar das pessoas,comesei a procurar um lugar seco e vázio a
me esconder "Só faltava essa!Perseguição";Fiquei resvoltada,me sobrepunha entre os corpos a sair correndo,pude entrar em um corredor que ficava do lado oposto da imensa aldéia em que
agora morava,a Escandinávia sempre tivera várias aldéias,isso facilitava mais a locomoção das pessoas,claro que morava em uma delas,fiquei áli,nervosa porque o homem realmente estava
disposto a me seguir até o fim do mundo,respirava ofegante "Isso e injustiça,paciência!'"Tive a indolê de me manter áli,esperei até tudo se acalmar".

-Espero que seja o momento certo.

Me levantei e sai caminhando sobre o corredo desse beco lamasento e quando meus pés sairam as Ruelas o ingráto me esperava,ele tinha me dado um golpe forte que me fez cair prá tráz.Era
Romano,senti pelo sotaque da fala "Poderas me dar algumas informações".Andava contra mim,me empurrava até o fim daquele beco,puxava meus cabelos até me jogar contra a fria parede.
Cai no chão,odiava ter que passar por isso mais tive que planejar algo,minha furia começava a queimar quando ele colocou aquelas mãos sonbre minha boca a me manter calada,era forte.Os
dedos realmente me calavam e mantive toda frieza possível.

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Ana Nery
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O som das trevas-Cap 15

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 11:49:15

Tomara forças,respirei fundo fechando os olhos enquanto ele mantinha esse gesto e atitude de franquia,deixei meus joelhos desviarem ao seu torax,o que o fez cair de dor no chão,ia rolan-
do até bater contra a parede,foi assim que pude me livrar mas me sentia ofegante,o vento ia correndo forte e como me asustei ao ver as cinco almas pularem o imenso teto da moradia em
que ficada ao lado.Elas pairavam acima do homem,voltei meu olhar para ver se não tinha nem uma pessoa áli,elas andavam em volta daquele Romano e realmente estavam dispostava para
fazer deles picadinhos de corpo.

'Querida Thalwa deseja alguma coisa?Só peça e faremos.Quem tem a coragem de tocar sobre o corpo da futura progênitora do poder e merecedor de morte'

Cada um pos aqueles pés esqueleticos e escuros sobre o homem caido no chão,tinham força,a cada uma realmente me imprecionava pela força poderosa,os osos do Romano começavam a
e estalar com o pedo,o manto andulava com aquele vento delicioso e cai ao chão ofegante na falta de forças.Olhava chorosa isso tudo,o modo como elas tiravam a vida do espião que tinha
entrando na Escandinávia,o vento continuava nessa briza apasiquadora,suprema que me fez a meu modo chorar de medo "Não e nescessário fazer isso queridas,apenas deixem ele ir".Elas
voltaram seu olhar para mim,como e tenebroso ver aqueles olhos esbranquisados sobresaindo ao rosto negro,tão negro quanto a noite,o mando ardonava aqueles corpo de forma suprema.

'Es amorosa demais para quem tenta levantar as mãos contra você Thalwa!Como ousa ter a compaixão para quem tentou lhe tirar a vida!?'

Lvei os dedos aos meus lábios,vi que os pés delas desciam ainda mais sobre o toraz do homem caido ao chão,ele critava de dor,tentava se desvenvilhar "Desculpa!Desculpa!".foram minhas e
últimas palavras antes dele esvair sobre a morte que as almas provocavam nele,me silênciei a continuar vendo a sena fantasmágorica proporcionada pelas cindo almas,elas sugavam vada e
imaculada fibra da vida dele,dava para ver aquela poeira fina sair de seu corpo,o home secava até começar a mostrar seu esqueleto!

"Parem com isso!"Não atenderam as minhas palavras,continuaram e áli naquele momento pude sentir o quanto apesar de amorosas elas podiam ser tenebrosas,daquele corpo seco começara a
não restar nada do Romano,pensei que para estar áli e que tinham viajado muito,mas engoli as lágrimas por inteiro e não chorei,apenas o que restara era as roupas sobre o chão,me pus de pé
paralisada,neutralizada ao olhar as cinco almas que caminhavam em minha direção.

'Aprenda a ser fria e não faça descaso dos teus inimos porque se manter isso em teu coração o teu sentimento pode lhe levar a morte nas futuras batalhas!'

Sumiram,fiquei encostada sobre a parede,recuperava as forças,lá fiquei até o começo da noite,o So já ia se pondo quando parei de chorar,sai caminhando como um sumbi sem rumo,i impacto a
mim tinha sido forte.Avistei a aldéia imensa,as pessoas começavam a ascender as tochas que a noite iriam iluminar.Esperava que Grarion estivesse em casa e quando entrei no palásio estava.
Estava sentado a mesa comendo,tinha passado o dia se maravilhando não só com a caça e sim a conhecer tudo!

"Grarion pode vir comigo?Pode me seguir?Acho que não estou me sentindo bem".O peso de suas mãos o fez levantar-se ao bater na mesa,seus olhos estavam opacos com meu estado,estava e
pálida ainda me lebrando de tudo.Seus dedos deslizavam sobre meu rosto,por eu querer preferir ficar quieta não perguntou nada,mas meu coração diante de tudo pedia para desferir minha dor
naqueles prazeres alheios,o sai empurrando a parede,o corredor estava logo ao lado dando de entrada ao seu quarto,fui muito louca em fazelo sofrer desse modo.

Pena que ele nem sequer suspeita-se de nada,mas sabéria no momento certo,só não tinha uma noção de quando.Arancava tudo que o filho da mãe vestia,ele mais queria sair em correria mas
o prendi na porta "Há!Isso e abuso!Thalwa esta descontrolada,volte a si,mantenha seu controle se não eu e que realmente me perderei!".Um favor insano,e como desferi aquela maldade sobre
ele.Não que tivesse uma força desmensuara mas forá o soficiênte para jogalo sobre as cobertas e mesmo assim ele resistia.

Tentou até pular pela varanda do quarto,o vi caminhar devagar de desvencilhando e subir sobre a palcada "Eu pulo!Nem que fique em mil pedaços mais eu pulo,esta maluca!".Pena,muita pena a
sua atitude,mas pude puxalo de volta com toda força quando tinha terminado de tirar as vestes a me ardonar por completo "Veremos quem dá a última palavra moleque!".Tive o prazer de desferir
toda raiva que sentia naquele passar de inicio de noite.

Apois aquela resistência ele cedeu,modia aqueles lábios até me fartar,fizemos toda loucura possível durante um bom tempo,fáziamos amor de um modo vigoroso,sem pausa,intervalo ou sequer parava
para respirar.Me dei conta de que quando estava com essa raiva ele e que séria a vitma,todos meus pensamentos maléficos vinham a cada passar de vigor,quando nos cansamos ficamos esvaidos entre
aqueles cobertas,ele não tinha audásia de falar sequer uma palavra,chocado pelo impacto.

Ao menos forá dispertada por uma critária nas Ruas,fui a varanda me ponto de pé e visionei toda as ruelas possíveis,ainda não tinha me vestido,ouvia as pessoas critarem,Kanian e Clamia davam para
serem vistos lá de baixo,tentavam acalmar a multidão que ia se formando,sabia que os Romanos a seu pretesto tinham vindo,deu para sentir no olhar de Kanian enquando andava de um lado a outro
ao lado de Clamia.

-problemas!

Graion já estava a procura de suas roupas,tadinho!Mal respirava diante de tudo,tive muita pena ao velo descer e sair pelo portão ao por suas vestes,o vi sair ao dar a volta,tite total visão deles com a
inquietação.Ouvia tudo de modo claro "E muita coragem!Não sabia que os Romanos estavam com a disposição de virem áqui".Ri com isso,eles realmente queriam aniquilar o que chamavam de tribos
pagãns,não me importava e sabia muito bem que sairiam em mil pedaços.

Curvei meus braços sobre a balcana da varanda,fiquei atenciosa e ainda despida por não ter posto as minhas roupas,as estrelas começavam a arder enquando analizava tudo acontecer,vi alguns dos
guerreiros passarem em cima dos seus cavalos diziam eles que iriam as fronteiras "A noite vai ser suprema,claro que não perco isso!".Muitos dos guerreiros carregavam tochas,realmente deveriam e
iriam ultrajar aos romamos,Karnian ainda tentava acalmar os elfobicos e já se retirava com Clamia para ir junto dos homens que seguiam a frente.

"Ele vai tambem?Que traidor".Grarion tinha pego seu cavalo preso no esbulo,o vi passar pelas pessoas e estava carregando nas mãos espada e machado "Que peténcioso em me deixar áqui!".Me pus a me
arrumar completamente diante disso,desci as escadas para sair a procura de Zeus,me entregaram ele quando cheguei ao nosso estabulo,divino! "Meu querido,espero que tenha forças".Claro que diante da
circustância tinha colocado a veste de treino,preparada para guerra,ao montar sobre ele sai na procuda de Graion,o encontrei quando parei ao seu lado "Traidor!Me deixa sozinha".

"Es louca!Vem assim sem preparo de Guerra menina".Mandei ele ir ao inferno,calou-se porque sabia que estava errado,muitos homens corriam a plenos pulmões sobre os cavalos,o barulho era imenso
que meus ouvidos doiam levemente,quando chegamos as colinas pudemos ver o problema:Muitos os romanos abaixo,tochas ardiam iluminando aquele planalto,algumas catapultas,esperavam alguma res-
posta vindo dos presentes.

-Isso e loucura!Eles acham realmente que passaram pela barreira?

Um questionamento que Karnian fázia a sua Clamia olhando a sena inusitada "Genusidio,realmente eu lamento por isso".Muita coragem,admirava isso que os romanos tinham apesar do momento em que o
chamado tinha vindo "Sabe de o restante das tropas vieram de volta?".Eu mesma indaguei isso sobre Kanian e seu risinho macabro foi a resposta,meus olhos cinzentos passearam pelo orizonte olhando o
pequeno brilho das chamas vindo pela montanha "Calma ai!Eles iriam voltar hogê Karnian!?".Ele fez o gesto unisitado "Sim Thalwa,esse e o problema:Os romanos vieram no momento errado".

Vi que seu cavalo forçava um pouco a pata contra a terra,preparado para a noite de guerra "Não sei! Mais realmente estão com sérios problemas porque conheço como meus homens agirão ao ver essa
sena".Meus lábios tremiam muito,fiquei olhando áli,ao lado de Clamia silenciada,Karnian observando e Grarion atencioso e lá aquelas chamas de tochas de movento entre a montanha,respirava fundo a
precisar de ar "Por Zeus".Karnian voltou seu olhar para mim "Não por Zeus querida e sim THOR!'.Ele saira em correria com Clamia,iria dar toda volta pelo planalto para encaminhar os Guerreiros que eu
via chegando ao orizonte.Só sabia de uma coisa?Soudados como os Romanos apenas batalham em conquista,já guerreiros como os Vinguines ou Vinkg's tinham a capazidade de matar!Isso e o que me
asustava!
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O som das trevas-Cap 16

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 11:55:34

Meus olhos continuavam atentos aos guerreiros que desciam a montanham,tinha medo,recéio.Todo tipo de sentimento que possam vir a pensar se passava em minha mente.Respirei fundo
e me dei a sair em perseguição ao Karnian e Clamia,Grarion véio ao meu lado,lá na parte bem superior da montanha pudemos chegar,os soudados estavam esperando o lider que lá iria por
em prática sua manifestção.Todos os Guerreiros Vinkig's já estavam a saber da presensa dos soudados romanos.Iriam lutar,não tinham medo da batalha,a sua virtude e indolê eram muito
forte ao meu ver.

"Sejam fortes,sintam a presenta de Thor e sairam vitoriosos".Essas palavras me serviram para me animar apesar do medo,não tinha uma boa experiência mais podéria realmente aprender a
me manter forte.Pensava que se fosse morrer que fosse de forma glóriosa,me sentia plena em ajudar a todos,meu Zeus se mantinha quieto,apenas esperando todo o momento certo para as
sua força falar mais alto.Vários soudados se entre-olhavam se pergutando como uma menina a meu feito fázia naquele lugar,mas já sabiam de alguns pedaços dos fatos,alguns comentários ao
que ouvia tinham chegado a eles nas fronteiras lonjiguas da Escandinávia.

Foi assim que saimos em corréria,Kanian tinha me dado algumas adagas e um machado,não sei explicar o que sentia nessa noite,mas sabia que ganharia experiência de que precisava,força e
frieza para matar como eu realmente desejava "Tome querida e não ouse sequer ter piedade".O tom de voz de Karnian erá forte,senti isso,ele bramia o machado de THOR em suas mãos fortes.
Os cavelos andulavam sobre o vento frio enquando calvalgavamos a elo de furia querendo logo expulsar os Romanos.

-Espero que sobreviva,a noite vai ser plena no sanguê!

Palavras de Clamia enquanto mantinhamos aquela correria e quando os romanos nos viram chegar ao plalto não se mantiveram,muitos mal conseguiam segurar suas lanças,espadas,isso por devido
motivo de irá em que os Vinkig's tinham atacado,eu ficara neutralizada com os golpes maciços em que os Romanos eram atacados.Grárion usava sua agilidade na mão para retalhar aqueles invaso-
res.Como sua lâmina cintilava sobre a noite,tochas eram desferidas em cima dos romados para as chamas arderem,os machados pesados dos vinguines deciam pesados sobre braços,pernas,cabeça
e centro do abdômen em que eram atacados.

Meu Zeus corria comigo em cima dele,como era feroz ao me manter sempre intacta,quando sentia a queda de algum romano ao chão o punha para ele simplesmente retalhar ao descer as patas aos
critos em cima dos soudados romanos.Uma carni-ficina que nunca imaginei em minha vida queridos e com toda alma gostária de poder voltar a essa noite!Meu coração ao descrever isso crita com as
lebranças vindo a todo tempo.

-Não tenha pena meu querido! Tenha sua força

"Thalwa!Atráz de você!".Foram os critos de Grarion ao me responder,como encarei aquele general Romano,ele séria minha vitma,de alguma forma ele conseguira me fazer cair ao chão,fora posta a
elmo de Guerra,pegara minhas duas adagas,segurava uma em cada mão e fuzilava de modo neutro a tentar absorver o que ele queria "Pequena!Es muito corajosa".últimas palavras dele,viera com os
seus golpes de espada e como mantive o figo pude erguê as adagas gruzadas uma sobre a outra e assim sair desferindo golpes fortes sobre ele,sua armadura e o que lhe protégia,mas não por muito
tempo.

Deixei os meus chutes sairem fortes,ele caiu ao chão e quando Grarion pode me ajuda ai sim com a força arancava sua proteção;minhas mãos realmente eram fortes apesar de delicadas,isso e o que
me trázia fatisfação.Os cortes foram profundos ao deixas as adagas entrarem sobre sua garganta a ser cortada.O sanguê corria por seu corpo,fiquei olhando isso e pela primeira vez não tive pena em
matar alguêm.Isso e o que Karnian estavam tentando me ensinar.

Enquanto via o homem descer ao chão ao manter a pressão ouvia os critos dos Vinkig's fazendo sua retaliação,quando terminado voltei meus olhos e vi o imenso grupo encuralar todos os romanos em
que podiam "Isso e uma loucura!".Graion asentiu "Não uma loucura minha querida e sim uma Guerra em que perecem".Corremos para ajudar,os Romanos tinham deixado suas armas cairem sobre todos.
Tinham desistido,todos nos olhavamos a sena incredulos.

-Não posso imaginar isso,e algo inusitado

"Sei que sim Thalwa".Olhei para Karnian falando isso,sua pele branquissima estava banhada de sanguê e iria fazer um genusidio áli "Matem a todos!Não deixem sobre nem um vivo!".A ordem,uma fatalidade
a se abater,todos nossos guerreiros caiam de machadas em cima dos romados,os enpurravam para a colina proxima e dessa vez era alta.

"Vai os deixar cair,isso e plenitude".Karnian sabia que sim e nem se deu ao luxo de responder quanto a minha palavra,os romanos aos poucos iam caindo colina abaixo,realmente toro centurião em que todos
os vinguines tinham feito forá o golpe final aos soudados inimigos.Ouvia aquele cair de corpo rolando a colina,fechei os olhos sentindo o vento forte emanar por todo lugar.Precisava respirar para não cair em
desmaio.

"Grarion isso e doloroso demais".Queria chorar mais ele me abraçou firme,escondi meu rosto entre os seus braços,me segurei e continuava ouvindo os critos sobre as colinas "Não se deve ter penas linda".
Soltei um riso meigo,ao menos seu calor era meu acalmante.Pude ver as almas ao alto de toda uma arvore naquela escuridão em que só reinava as tochas,elas olhavam todo genusidio em que aquelas
terras tinham chegado.

Todo meu olhar ficou enublado,pensativo,os dedos de Grarion roçavam meu rosto para me manter em si,senti aquele beijo doce,ele tentava me manter de pé,meu corpo queria apagar mais ele iria manter
ele pleno "Não se deixe esvair,sei que e doloroso demais,porém nescessário".Me mantinha agarrada a ele,roçava meus dedos sobre seus cabelos e escondi meu rosto mais além dos ombros,esperavamos o
fim de tudo,Karnian apenas observava junto a Clamia que sequer tinha pena do que estavam fazendo.

-Vamos para casa Thalwa,esta no momento.

"Preciso isso".Sabia que os guerreiros por si iriam queimar os romanos,virando meu olhar vi as tochas cairem colina abaixo,a fuligem das chamas subiam aos céus o iluminando de uma cor alaranjada,não
quiz voltar,Karnian venho em comprimento a mim "Obrigada Thalwa,vá descansar e o resto todos nos terminamos áqui".Seu abraço era forte,ri com isso apesar da dor.

"Que nada querido,fazemos o máximo".Quando no chão Grarion segurou minhas mãos,estava com os seus sentimentos fervendo diante do acontecimento,descemos a colina,andavamos devagar,silenciosos
como uma Arpia,cansados,fatigados pela falta de forças e com um tempo pudemos ver nosso palásio a nos esperar.Demos a volta e estando na entrada as criadas nos receberam,já tinham preparado todo o
banho para nos dois,queria me esvair apesar da dor.

Passamos pela sala entrando logo ao Jardim,elas iam tirando nossas vestes e as jogando de lado eu ia entrando no painel com água aquecida,Grarion não esperou e logo entrou ficando ao meu lado,queria
ficar sozinha com ele,o resto nos terminariamos,dispensei as mulher para irem descansar.Sozinhos eu o encarava de forma gruel.

"Não tive pena,sabe?Pena nem uma".Ele sabia que não,soriu diante da confisão plena,seus braços me encontraram para eu senti aqueles beijos doces,aos poucos ele esfregaga minha pele,a ia limpando a
tirar aquelas manchas de sanguê seco,desinlinhava meus cabelos em tentativa de mantelos intactos.O seu olhar mais era de recentimento do que qualquer coisa.Não sabia o que fazer,apenas senti que não
tive pena de tudo,esperava quieta aquela limpesa que ele me dava,limpava cada canto do meu corpo. Silenciado,passivo e simplesmente atenciodo "Vai melhorar sei disso".Poucas palavras,era um menino
de poucas palavras,o que levava ao ponto de batelo.

-Fica queito

Me dei ao gesto de tambem limpar deu corpo,ele ficara neutralizado,diante de cortesia demais não me contive e esfregava seus cabelos,braços,todos os cantos.O olhava friamente emanando qualquer sen-
timento,pude sentir aquelas mãos pairarem ao meu rosto de modo inesperado,uma guerra e por fim a sua atitude plena,a confissão "Tive medo,sabia?Medo de não sair vida de lá".Olhos espantados,não ia
reagir,apenas senti aqueles braços me envolverem por completo,paralisada enquanto senti todos seus beijos em meus ombros e boca "Mentiroso".sussuros fortes enquanto continuavamos naquele momento.

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O som das trevas-Cap 17

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 16:40:07

Estendi as mãos para pegar uma manta,me enrolei para poder sair,diante desse pequeno fato eu senti que Grarion aos poucos se soltava em seus sentimentos,isso me fez feliz apesar das
arduas lebranças do combate.Ri com isso,ele me seguil até meu quarto no segundo andar do palásio,todas as tochas ardendo em chamas,isso me aliviava toda tensão possível.Chegando
lá apenas deslizava o pente sobre os fios lisos e negros dos meus cabelos.

"Vai dormir em seu quarto ou ficara ao meu lado?".Ele me olhava,esperava responder em as palavras cortesãns demais,sim,tinha aceitado dormir comigo nessa noite em que considerava
macabra.Não fossemos transar como loucos e sim dormir juntos,olhava aquela comida para a devoração completa,ele se pos a comer,estava despido e isso me dava várias imaginações.

Saira do palco de guerra sem nem um ferimento,isso era admiravel,estendi as mãos apóis os deslizes nos cabelos,beijava suas costas tão bem feitas e semi-delicadas,ele deixava todas as
frutas serem mordidas enquanto mantinha aquelas malicias,pode deixar seus olhos virem em minha direção,porém nada em que ele comenta-se "E muita coragem Thalwa".Claro que não ia
admitir minhas itenções,apenas me recolhi com ele sobre as sobertas.

-O que faço contigo Thalwa?Não me encontro em rumo certo.

-Não diga uma coisa dessas Grarion,nunca o odiei.

-Odiar a mim?Não sabe o que realmente sinto,vejo,penso de tudo o que você e.

-Acha mesmo?

"Sem dúvida nem uma".Foi o últimato para aquele entrelaçar de corpos,sentia sua pele,todo o perfume dela,delicioso,realmente delicioso em todos os sentidos,beijava seu rosto junto aquela
boca deliciosa de sentir,ficamos assim a noite toca,dois fugitivos se amanto apóis todo aquele grande genuzidio.Apóis isso se passoi dois anos,estava com meus 18 anos e me encontrava em
longo treinamento com Clamia,de algum modo aquela Thalwa amorosa aos poucos desaparecia com os anos,ostentava mais força,vigor no meu corpo.

Digo que nesse intervalo muitas das vezes tinha visto as cinco almas e sentia que a cada dia iriam fazer algo comigo,nunca me questionei de nada,me encontrava naquela manha batendo com toda
força sobre a espada de Clamia,desferia muitos golpes e ela segurava firme.Meu corpo tinha com a agilidade mudado um pouco,sempre teve a delicadeza plena!Porém a guerra me dava todo meu
vigor em musculatura e me sentia feliz por não ter séios tão fatos,o que me fária me sentia triste.


"Há!Es forte apesar de fragil!".Citações de Clamia ao pausar,olhei em seus profundos olhos azuis e pude ver friamente sua alma,ri por um momento supremo,confeço que entre esses dois anos a
se passar quase toda noite de forma muito ousada fázia minhas loucuras com Grarion,faziamos a todo passar daquela escuridão amor de forma suprema e fugia a mero passar de toda injustiça na
vida."Eu sei que sim,isso me faz feliz!".Critos fortes,adorava isso.


-Thalwa nunca muda;continua tão ingênua como sempre menina.

"Não me chame de menina Clamia!Esses tempos acabaram".Voz falo que sempre vinha fazendo a perfeição da minha escrita,sempre gostada de estudar esse contexto em meus intervalos e como
eu tinha aprendido com a história,o que me fázia queimar mentalmente diante de toco contraste em que desvencilhava a vida.O barulho era forte,dava para ouvir os homens critando lá do outro
lado do campo.

"Eu pensava que não resistiria muito tempo,mas vejo que e pesistênte Thalwa".Clamia sempre ia dizendo suas palavras enquanto mantinhamos o ritmo,nunca teve filhos,isso a fázia triste por sua
quase infertilidade como ela me dizera a uma semana atráz,quanto a mim?Não comento como eu me gratificava com isso!Afinal até aquela idade meu ventre se mantinha intacto e não sangrara a
nem uma vez sequer.

"Não me importo com isso Clamia apenas quero viver".Mais um riso ao deixar os golpes sairem firme,ela sabia que sim,dizera isso várias vezes a ela pensava em Mergit's,como corria sobre a
sua existência.Com toda certeza estária bela,linda como toda mulher de Athena,toda imagem da meiga sempre vinha em meus sonhos,soudades sim dela,sem dúvida nem uma.

Meus dedos corriam todo apóio da espada e lá saia em perseguição a Clamia,os cabelos ruivos a serem traçados para tráz,toda densidade dos meus cabelos negros e lisos caiam as costas,senti
as mãos dele virem as minhas costas e cai ao chão o encarando com desden "O que fazes áqui? Isso não e lugar para você Grarion,vá monta suas estratégias de Guerra em que Karnian pede".
Ele riu,muito ousado pró meu gosto,tinha perdido aquele toque de cortezia,ele estendê as mãos a me apoiar.

"Nunca muda,sempre a mesma".Sabia que sim,dei de costas já que ele não tinha conseguido ter a força de um Guerreiro,sempre pensativo demais,Karnian por ver sua mente queimante o pos a
forma estratégias de batalhas,eu ri no dia dessa notícia,Grarion tinha insistido muito para conter a força plena mais não,tadinho,tinha sofrido com a noticia.Neste momento me lembrava disso.

-Cuidado moço,pode se queimar...

Seus olhos esbugalhados com meu tom de voz forte apesar do toque feminino,tinha que sair ao seu encontro,queria fazer alguns compradas com ele,Grarion se tornara um jovem ancião apesar
da pouca idade,desci com ele pela colina,sentia um pouco se sono mais seguraria para jamais ir em descaso ao seu pedido.

Olhava como tinha mudado,deixara seus cabelos crescerem mais um pouco,o homem era muito delicado,o que me fázia me sentir exasperada diante dele,não tinha a fortitude de um grego,sua
própia caracteristica lhe dizia isso.Estava pensativo,ria com isso,ele ria do modo em que podia ir se perdendo em suas imaginações,pensava como Grarion apesar de quieto podéria ser louco.

É ele tinha a coragem para isso já que sempre passava algumas noites fora de casa,tornara-se o terror da Escandinávia,que falta de carater!Argumentei isso com ele,não me importava já que
nada do meu comprisso com ele erá sério,brincava com ele,e isso ele nem percebia.Avistamos a pequenina lojinha em que procurariamos alguns tecidos,o comerciante estava esperando por
ele e lhe entregou a caixa com o tecido e saimos para o palásip,nada ele me disse do que iria fazer.


Admirava sua altura,dlicado,cospulento e realmente divino,muitas das moças olhavam para ele ao sempre estar presente,mais que fossem ao inferno.Ele não se importava,entramos pela sala
do palásio indo direto ao retiro do sotão.Lá tinha vários escritos em que eu ou ele poderiam se perder,filosofos em que nunca pensava em conhecer um dia,séria dáli que ele mesmo fária sua
nova veste,saia desferindo aqueles desenhos pensando,iria entregar as tecelãs que iriam fazer todo trabalho.


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O som das trevas-Cap 18

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 16:45:54

Adorava velo sair cortando aquele tecido,dai descidimos fazer nos mesmos o que ele tanto queria.Suas mãos delicadas ia deslizando o corte pelo tecido branco,puramente branco como toda neve a
que conhecemos.Ria maliciosamente enquanto o ajudava,uma vez ou outra ele voltava seus olhos ao desenho sobre o papiro,quando tudo pronto simplesmente foi sair costurando com toda avidez
em que desejavamos,o formato daquele manta belissima ia sendo contruida,uma manta tão linda a meus olhos que me emocionou ver tudo ganhar forma.

"Estive pesando meu querido Grarion que podériamos ir passar alguns dias na Grécia,sabes que as embarcações evoluiram muito esses anos,não e?".Ele fez que sim enquanto mantinha o ritmo de sua
costura plena,eu tambem,meus dedos delicados deslizavam aquela agulha afiada bem delicadamente enquanto conversavamos "Thalwa como dará as caras por lá minha querida?Como seus pais viram a
reagir diante de sua chegada?".Uma boa agumentação para com minha vontade.

"Não que vá ser traumatizante e sim ficarei feliz em ver Mergit's,tenho muitas soudades dela".Ele sabia que simf,ficou pesando por todo tempo enquanto faziamos a bela manta,ela iria ter até um capuz em a
qual ele acreditava que o protégeria dos perigos.Passamos algum tempo naquela costura,enquanto ele fazia isso de decidia se iria ou não comigo,a vontade tinha batido em minha alma e e claro que gostária
de fazelo.

"Irei com você Thalwa,se faz tanta questão de minha presença iremos sim".Saltei em um pulo com toda a felizidade,ele ria com isso,a essa altura do tempo já tiamos até terminado a belissima manta,eu queria
coloca-la nele,mas primeiro iriamos tomar um gostoso banho juntos,queria me limpar mentalmente e no corpo tambem "Vamos tomar banho,depóis irás provar como a manta branca ficou".Saimos daquele tão
tenebroso lugar,fomos direto ao jardim a qual o painel ficava,ele aos poucos ia tirando minhas vestes e pude entrar;claro que o filho da mãe jamais iria perder a oportunidade de fazer o mesmo.

-Imagine Grárion!Estou muito feliz que venha comigo querido,muito mesmo.

-E claro que iria,afinal o que iria ficar fazendo sozinho áqui?E bom porque poderá conhecer como tudo está por lá Thalwa.

"Podemos partir amanha?".O sim foi a resposta,esticou seus braços para me acolher,olhava as petálas de Rosas andulando sobre a água aquecida que sempre as mulheres do palásio mantinha,suas mãos vierem
por detráz de meus ombros,o homem era gruel comigo,isso era o que mais admirava nele:Sua coragem e fortitude de pensamento ao mesmo modo que eu tinha,desviei meu rosto quando seus lábios vieram encos-
tar ao meu rosto "Podéria ter um filho com você,pena que ainda não aconteceu".

Ele ficou chocado com isso,silênciado perânte minhas palavras "Por quê me fala uma coisa dessa Thalwa?" Assenti enquanto me mantinha acolhida em seus braços,iria dar uma resposta bem cética ao Grarion,ele a
meu ponto de vista era maravilhoso,nunca deixava de ser amoro comigo "Sei que séria um ótimo pai,eu apenas tenho a agradecer pela sua indolê,eu te amo,sabia?".Tadinho!Daquele comportamento feroz para
a timidez plena,adorava isso nele.

"Um filho?Está louca Thalwa,nunca pensei nisso e me imagino como um péssimo pai.Não e merecedora disso minha querida".Soltei mais um risinho meigo enquanto continuava beijando sua boca de modo a
delirar "Vamos Grarion,quem sabe não dê certo!Vamos fazer amor essa tarde toda e quem sabe você não consiga junto comigo fazer esse filhote".Ficara desesperado e morto de vergonha,sua face verme-
lha por causa da situação.

-Quer mesmo isso não e?Fazer o teu herdeiro para que tome conta de tudo que temos.

"Obvio que sim Sr.Grarion,não séria louca de deixar tudo isso a paisana do tempo quando vir a morrer". Estava na época certa e por quê não?Queria isso,naquele momento meu desejo falava alto por demais
em querer fazer meu herdeiro melâncolico,Grarion deixava suas mãos deslizava sobre meu rosto,não o queria fazer mau e sim amalo,ele sabia disso,sempre o meu encatador Grarion que pensava se iria me
ajudar em meu desejo.

"Já pensou querido Grarion?".Silêncioso,pensava ao seu modo típico e finalmente me deu a resposta que esperava,sua voz saiu plena,doce porém vigorosa como sempre foi "Posso fazer por você e por mais nem
uma pessoa nesse mundo Thalwa.Não lhe adoro e sim lhe amo de forma completa".Meigo de sua parte,eu daquele sentimento quieto passei a queimar em chamas prazerosas,ficara feliz,realmente gráta por ele vir
a me ajudar naquele segreto desejo.

"Não me considere uma mulher,compreende?E sim uma aventureira que gosta de ultrajar cada lugar desse mundo meu Grarion".Foi áli,perânte minha vontade que ele se tendeu em meus braços,sua força era muito
delicada,tudo em minha vida erá planejado e jamais iria escolher um momento errado para me tornar uma mãe fervente por aventuras como viria a ser.Aos poucos Grarion se rendia aos meus braços,sentia todos os
beijos plenos em meus ombros e boca.

-Obrigada querido,agradesço pela oferta.

Pequeninas citações ao me levantar e sair para meu quarto,ele tomou a iniciativa de me seguir,od eixei vir a entrar comigo,olhava a imensa paisagem vindo a varanda,aos poucos o dia ia embora,a tarde estava aos
prantos de tão deliciosa.Queria que a noite viesse logo,mal via a hora de chegar o dia seguinte,lá e que nos partiamos a Grécia.Deixei esses pensamentos de lado para poder ficar plena naquela tentativa.Podéria ser
uma louca?Não!E claro que não meus queridos.

O momento chega e isso eu não neguêi a meu coração,me deixava cair sobre as cobertas a onde dormia ao apóio de Grarion,ele nunca me decepcionada nesse quesito,porque ele sabia muito bem trabalhar com todos
os desejos alheios,mesmo sendo tão quieto e timido como era.Delirava com aqueles beijos descendo as costas,ele me beijava em cada pedaço do meu corpo para poder ir me aquecendo bem devagar,sentia as mãos
a afastarem meus densos cabelos para beijar minha nuca de forma maliciosa "Isso e bom,realmente sabe o que gosto ou não".Sim,se dúvida nem uma.

Estava deitada de bruços,esticava meus braços a frente para estender minha musculatura levemente dolorida ao longo da semana,ele era alto,delicado e realmente encantador,todos os quesitos que gostária de passar a
meu futuro filhote "Filhotes senhor Grarion,Thalwa quer filhotes e muito bonitos,viu?".Ouvi sua gargalhada aos meus comentários,continuava naquela malicia e agora tinha partido com os beijos aos meus braços.Não queria
parar,o que me deixava muito satisfeita.

Pude me virar para olhar aquele rosto queimante,deslizava meus dedos em seus cabelos castanhos-escuros e me deliciava com o perfume da neve vindo dele,naquele lugar sempre se espera a neve mais mácia e delciosa
possível,agora com aqueles beijos em meus ombros pude sentir o calor forte,sentia aqueles leves mordidas ao meu séio,meus mamilos estavam rigidos com toda queima possível,nos mulheres sabemos disso:E gruel! Todo
seu corpo estava no ponto exato,ouvia seus pequenos gemidos diante do momento.

"Calma!Thalwa não o faça ainda".Hum!Pouco me importava para o que ele mencionava e simplesmente senti toda rigidez do seu intrumento dentro de mim,o silênciei com meus beijos ácidos e insanos que sempre podia
vir a lhe aplicar,todo seu orgasmo era forte,sempre vinha desse modo gruel que me fázia plena,meus critos que viessem as alturas!A tarde séria minha sem dúvida nem uma "Isso!E só continuar Grarion".Soube como
fazer,não parou em nem um momento,minhas unhas deslizavam por aquelas costas fortes e esbeltas.

Eu sabia critar,eu adorava fazer isso para asustalo e ver se ele conseguia suportar e soube!Como soube ao seu modo fazer aquele intrumento funcionar muito bem.Não queria tirar em nem um momento de dentro de
mim,e que fosse assim,estava disposta a suportar toda sua força para que tudo desse certo "Não pare,isso e divino querido,divino!".Estava vigoroso naquele fim de tarde,nos desbruçavamos entre as cobertas,não me
satisfazendo me deitei de lado,senti seus braços me envolverem pela cintura e novamente todo se vigor se pos a prova de tudo,os movimentos maciços a não ter intervalo,gostava daquele calor,dos seus critos sobre
meus ouvidos enquanto ia gozando bem devagar,há!A música plena de toda queima em que conhecemos.Aos poucos iamos nos cansando,ficamos deitamos um sobre o outro e como nosso sono véio,a noite corria e pude
sonhar com minha volta,minha delicada estadia na Grécia,meu Grarion dormia forte em meus braços,ele pode me confeçar que só com minha pessoa conseguia fazer isso:Suportar a dor da distância da alma e assim esvair
em pleno sono de Deuses.


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O som das trevas-Cap 19

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 16:50:34

Podia ver aquelas chamas das tochas postas sobre as paredes do palasio virem arder sobre o meu olhar.Isso me fázia esvair em sono,a noite correu plena naquele momento em que não ia
querer me afastar dele,meus dedos roçavam seus cabelos andulados enquanto o olhava sobre o sono completo.Pude dormir finalmente durante todo tempo,a manha conforme isso acontecia
nascia forte,iluminada para todos olharem.Não queria sair debaixo daquelas cobertas tão bem aconchegantes,sentia aquelas mãos se desbruçando ao meu corpo totalmente despido,Grarion
tinha que persistir para me trazer a mim,estava neutralizada.

"Thalwa está na hora querida,precisamos nos preparar para sair".Sabia que sim,mas mesmo a seu pedido eu não queria sair e seus braços me seguravam firme em meu despertar,todo meu
cabelo desalinhado apesar de tão lisos,sentia a presença das almas mais forte nesse dia,não ia saber o por que tão sedo.Grarion estava de pé andando pelo meu quarto,procurava sua roupa
e não me contive com a sena,meus olhos passeavam pela plena iluminação da manha,assim a meu própio contra gosto me levantei,as mulheres foram avisadas pelo Grarion de nossa sáida
e se pusseram a arrumar algumas roupas.

"Temos que passar nos mercadores,não podemos sair sem alguma alimentação".Ele pode ver a verdade em meus olhos,já tinha terminado de se vestir,ele viu a linda manta branca sobre a
mesa e desceu quando a colocara,iria pegar alguma quantia de moedas de ouro para nos não passarmos por alguma nescéssidade.Claro que não tinha que nos preucupar mais todo cuidado
e de se tomar nesta viagem.Esperava que aquela nossa tentativa tivesse dado certo,saberia ao fim de nossa viagem que levária dois meses completos,tériamos que pegar a embarcação para
sair ao Canal de Bósforo.

-Preciso comer algo Grarion,minha fome e grande.

"Compreendo e volto dáqui a algum tempinho apóis pegar moedas".Desci com ele para comer o café regado a pães,frutas e puro vinho que aquelas mulheres faziam tão bem.As vi sentadas
a meda da enorme cozinha,tinha vestido uma bela túnica da cor marfim,o que fázia todo negro dos meus cabelos se sobresairem muito bem ao meu comando ao mantelos soutos.A mesa já
estava a minha espera,ri diante do feitige delas junto a mim.

'Pode se alimentar Thalwa,coma a vontade'.

Que malicia,adorava isso.Falei a eles novamente apesar de Grarion ter avisado de nossa longa viagem,elas aceiram manter o palásio bem cuidado,provavelmente só voltariamos sobre o fim
daquele ano.Elas não queriamos que fossemos ficar tão longo tempo forá de casa,mas mesmo assim compreenderam.Se levantaram e continuei a comer de forma voraz,admito:Sempre fui
fanâtica pela comida naquela epoca,pena mesmo que não o possa mais,sabem as regras para a grueldade.

Fiquei esperando Grarion,ouvi o barulho do imenso portão bater,ele entrou sentando junto a mim mencionando que poderiamos partir a qualquer momento.Foi justamente como ele falou,podemos
nos retirar,não levariamos muita coisa,apenas um pequeno Báu com algumas vestes,em Athena iriamos nos virar,mal via o momento de ver Mergit's como a meiga estava.Os nossos dois cavalos
estavam do lado de forá a nos esperar,teriamos que cavalgar por duas semanas sobre os campos proximos até chegarmos ao porto de embarcação principal.

Adorei essas duas semanas,sempre armavamos nossas táticas de alimentação dos animais,nosso chegar no porto foi um vislumbre,pairavamos naquela montanha,olhamos o imenso mar em que a
visão nos dava,descemos devagar para chegar,pedimos algumas informações e imediatamente o meu Zeus forá levado ao Barco principal,sairiamos pelo Canal De Bósforo,isso com a transposição
sobre o litoral da Europa até chegarmos na entrada do Meditérraneo.

Isso aconteceu com uma semana,apóis a travéria do Canal De Bósforo forá mais quatro semanas até aportamos em Athena,olhava apóis aqueles anos aqueles imensos barcos gregos parados na
espera de seus soudados,estava parada na borda de sáida quando senti Grarion parar por detráz de mim "Thalwa,está preparada?".Respirava aquele apóis tanto tempo e como me sentia plena ao
finalmente ver as embarcações aportarem no ancoradouro em que eu tinha encontrado as almas naquele noite obscura.Tudo vinha a minha mente de forma gruel.

Quando descemos meu Zeus me foi entreguê imediatamente pelos navegadores,sempre bem cuidado,pleno em toda pelagem negra,Grarion esperava seu cavalo,estava chateado por esperar ao
seu longo momento de velo descendo pelo ancoração do imenso Barco.Obvio que aquela altura a procura por estádia já corria firme,tinhamos saido em direção ao portão de entrada de Athena.

O avistamos logo em frente ao gruzarmos a cordilheira,imediatamente vi como o Paládio do meu pai de mantinha intacto,realmente eles se mantinha lá,dava para ver.Só Selene(Minha mãe) e ele
a manterem toda força por aquelas bandas de cidade tão primordial para mim.Andava pelas ruelas olhando ele logo de longê e podemos parar logo em frente.

-É aqui Grarion!Desça.

"Thalwa nunca mencionou de tudo o que tinha deixado para tráz,e maghifico demais".Ele me tirou de cima de Zeus me segurando pela cintura,mãos fortes como conhecia muitissimo bem.Muitas as
pessoas poderem me reconhecer apesar de tão diferênciada daquele época.Desviava o olhar em tentativa de me esconder "Há!Meu pai ainda e muito conhecido por áqui,tinha que ser general do
exército grego!".Grarion riu com isso.

Um amigo do meu pai venho em minha direção um mercador de feição rigira e cabelos ruivos,ia me levar ao encontro dele,estava elforico pelo meu aparecimento "Thalwa áqui!E realmente uma
benção de Zeus!".O homem mais me carregava pelas ruelas antes da imensa escadária do palásio.Forá deixada sozinha com Grarion e o própio moço tinha levado os nossos animais para todo
estabulo.Batia de forma forte naquele pesadissimo portão,ouvi alguêm descer para olhar quem estava presente.

-Já estou chegando!Já estou chegando!

Conhecia aquela voz apesar de tão cosmolitana,Mergit's estava em casa,ouvi o trincar de toda abertura e olhei firme aquela pessoa me fitando,me olhava sem absorver realmente se era eu
ou não.A menina estava bela demais,realmente toda beleza a tomava plenamente,os fios ruivos a cairem as costas,andulados ao modo que admirava,alta ao meu modo de imaginar,toda pele
branca transparecendo ao sol que batia ao rosto e mesmo assim ela me olhava tentando sentir se era realmente minha pessoa.

"Não vai me deixar entrar Mergit's?".A briza fázia sua túnica andular,a cor azulada lhe caia bem e seus critos foram elforicos ao me abrasarem "Finalmente!Esperava por isso a muito tempo".
Beijava meu rosto de mod foraz,passava as mãos em meus cabelos,deslizava os dedos pelo os braços delicados que sempre tive apesar de fortes "Thalwa!Imaginava que tivesse morrido!Seu
pai quase enloquece,entra!Entra".

Forá convidada a me sentar a imensa mesa,ela fizera o mesmo e ao seu modo descordenado emanava ordens as mulheres para trazer vinho,seus olhos passeavam pelo Grarion que vinha
a andar pelo imenso salão olhando as porcelânas,anterfatos sobre a parede e véio a se esvair quando se serviu de um imenso corpo daquele vinho,claro que ela não se conteve,contava ao
meu modo como tinha chegado a Escandinávia,ela falará que meu pai quase tinha morrido no meu sumiso repentino "Não sabes como Selene chorou querida!Não sabe como Sharian véio a
entrar em depressão ao longo de um ano inteiro".

-Imagino que sim,mas acho que instindo falou alto e isso jamais fujo ao que minha mente pede.

Quando ela soube da minha longa estabilidade a onde morava aos poucos forá respirando forte e tomou folego para continuar,os olhos claros iluminados pela felizidade,eu provavelmente a essa
altura suspeitava sim de como podéria estar esperando meu filhote,isso porque não andava muito tránquila em minhas noites de sono pesado,estavamos no quarto ao mencionar isso a ela,Grarion
estava sendo acolhido pelas criadas e como ela quase critou comigo pela imprudência "Es muito ácida mesmo Thalwa;pensa tudo planejadamente sua louca!".Ela andava de um lado a outro do
meu antigo-quarto.Vi que em nada ele mudou "Há sim Mergit's,não sabe como passei por tantas aventuras em meus três anos de viagem e guerras pela Escandinávia,quero poder ter meu filhote
de modo tránquilo,longê disso tudo".

"Sei que sim Thalwa,concordo com você em todo sentido e realmente declaro isso como forte virtude em pensar em tudo antes de agir".Senti aquele abraço apasiquador,aos poucos me esvair a
puras lebranças de minhas aprontações daquele cidade,ela ia fazendo algumas anotações para o contextos de seu Sográtes tão admirado a anos.Ri com isso "Já pensa em que nome podera vir a
dar a seu filhote tão bem planejado?".Pergunta cortes mas que respondéria com plena virtude que sempre tivera "Deixes para o momento exato,não penso nisso antes de telo em meus braços".Ela
continuava deslizando aquela pena pelo papiro puro,não parava de rir diante disso,estava feliz,isso era muito evidênte,ouvia os critos de Grarion lá embaixo no pedido de que não queria tanta cortesia.

"Calma!Não e nescessário!".Olhei o senho de Mergit's se erguê ao ouvir essas palavras dele,olhava isso mais como pensamento demais "Coitadinho Thalwa,o fazes sofrer em tuas desventuras pelo o
mundo" Seus dedos delicados foram aos lábios em risos,se esvair tentando se segurar diante das situações de Grarion "Cortes demais!Sofre em tuas mãos de ferro".Me rendi as suas palavras e nos
demos a rir diante da imaginação,os braços dela batian sobre a mesinha delicada a qual se mantinha escrevendo e continuavamos ouvindo as palavras dele tentando afastar as criadas.


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O som das trevas-Cap 20

Mensagem  Ana Nery em Sab 24 Jul - 16:55:34

Ficamos por áli mesmo,a tarde vinha chegando fazendo com que as estrelas aparecem para que a noite se ilumina-se,estava deitada cochilando.Mergit's tinha saido com Grarion para o
conhecimento da cidade,todos sabiam que ele apesar de ter nacido em Athena não tivera a oportunidade de conhecer a cidade,ele tinha crescido comigo na nossa Escandinávia e todas
as criadas do Palásio do meu pai não conseguiam acreditar de que estava presente dentro a dormir daquele modo.Sabia disso porque uma vez ou outra elas vinham a bater na porta.Eu
não queria atendêr já que preféria dormir,vinha andando indisposta a alguns dias,isso fez o meu alarme ecoar mentalmente durante aquele sono.

"Não to me sentindo bem,isso realmente não me e normal".Durante esse deleite de palavras eu pude sentir que meu pai tinha chegado,ficara quieta áli,deitada tentando me manter bem
ao meu péssio mau estar.Dava para sentir de forma explicita o como os pés dele zoavam a escada,subia desvairado ao saber pela boca das mulheres que estava presente.Suas batidas
na porta me fizeram feliz,estava vestindo uma linda carmusa vermelha com detalhes na cor prata,as mangas tinham o formato de sino o que dava um constrate belo aos meus braços.

"Thalwa?Estás ai filha?Abra a porta!".Me pus de pé apesar da pequenina fraqueza,pude abrir a porta para velo,estava belo,sepre forá belo em todo momento em que me conhecia como
pessoa nesse mundo,olhava a figura parada me fitando,alto,os densos cabelos negros jogados para tráz em uma escovação maghifica,os olhos violetas brilhosos e a ponto de chorar.
A túnica que vestia era puramente negra,um belissimo tecido feito do mais requintado algodão,o que me deixava translucida com toda beleza vindo dele,a lindissima veste caia até os
seus pés calçados com uma sandália grega muito bem pólida.

"Não vai me deixar entrar Thalwa?Vai ficar parada ai me olhando?".Confeço que nunca pude me conportar daquele modo,estendi meus braços a ele e cai em choros em seus bralos pelo
tempo.Fiquei esvaida naquele estado despresivél,aquele abraço foi o mais espécial em toda minha existência,sentia suas mãos longas e deliciosas afagando meus cabelos,pode falar as
pequenas palavras que ficaram marcadas em minha memória "Pensei que tinha morrido,que hávia caido colia abaixo do Mar Mediterréneo,agradesço a Zeus por ao menos poder vela ao
modo que estar;digo que realmente estas bela pequena".

-Não precisa falar mais nada pai,me deixa ficar áqui,quero poder ficar grudada com você por um pequeno tempo essa noite.

Ele já tinha se encontrado com Grarion nas Ruelas,tinha reconhecido Mergit's bem de longê e correu ao encontro da garota pesando que ele era feitige dela,quase armara uma guerra
com ele e quando ela mencionou que ele era meu adorado quase caiu ao chão pelo todo o susto que levou.Tinhamos nos deitado sobre as almofadas,realmente estava passando mau
e queria algo para beber,para aliaviar toda dor corporal,não queria largalo,preferia ficar aos seus bralos quieta e deitada olhando a noite que começava.

"Sua mãe esta vindo,anda organizando algunas coisinhas para ela querida".Sabia que sim,a nossa Selene sempre fora disso,ri diante da imaginação,me mantinha sonolenta e realmente
só o tempo iria me dizer se minha tentativa de fazer meu flhote tinha dado certo.Comesei a dizer como era a Escandinávia a Sharian,aos poucos ele forá a se aprofundas em todas sua
imaginação mental,absorvia muito bem o contexto do lugar,achara o modo como todos vinquines lutavam uma forma de purificação "Sharian não sei como te dizer o como eles tem a
vontade de matar com tanta facilidade,são mais grueis do que os gregos".

"Realmente uma purificação!O modo como diz me vem a mente em detalhes sublimes".Não se contendo chamou as criadas para fazer um chá de ervas,as vi entrarem ao quarto diante
da sua orden,olhavam para mim risonnhas,já estavam preparando o jantar conforme deveria ser "Tragam o chá muito quênte!Forte como deve ser,Thalwa esta péssinamente enjoada
e provavelmente devem saber o que fazer para ela".Ele estava certo,soltei alguns risos em deleite a sua voz e passei meus olhos quando elas vieram se retirar.

-Não tránquila,precisa descansar,acho que a viagem foi cansatica para você apesar de ter vindo em embarcação Thalwa.

-Não Sharian,acho que e outra coisa que sei muito bem.Fui louca o sofiênte para antes de vir tentar fazer meu filhote.

"Zeus!Isso e uma plena loucura!Como tem essa coragem?Me lembra Hercules diante de sua premonição senhorita".Se pos de pé,expliquei a ele que séria loucura minha se não tivesse
feito,afinal precisava realmente de um protetor,não queria morrer e deixar tudo que tinha a pá de mercenários,citei muito bem a Sharian o quanto tinha sido abeçoada com riqueza em
que tinha que controlar.Ficara silênciado,seu olhar me emanou total compreenção diante das palavras "Há!Sim Thalwa,me falas de forma totalmente direta,o que me agrada muito em vir
me dizer tudo sem me fazer rodéios".

"Por quê o fária?Não tenho motivos para isso e quero ficar áqui o ano todo para ter tranqulidade".Senti aqueles pequenos tapas nos ombros e descemos para o salão de jantar para ir
comer algo,avistei minha mãe sentada cortando algumas frutas e não tinha mudado quase nada,olhava os cabelos loiros e quase cacheados caindo as costas,os olhos cinzas eram as
duas pérolas preciosas em seus beleza queimante,o manto branquissimo com crisantelmo a delinear muito bem suas curvas delicadas.Suas mãos deslizaram sobre meu rosto para que
pudesse aplicar sua imaginação "E verdade,realmente estas áqui e me sinto muito feliz por isso".

Suportara tanto a dor da distância que só se beliscando e que pode se conter e voltar a si.O pleno vigor não desaparecia dela,voltou a cortar aquelas frutas e imediatamente todo jantar
foi servido para nos,Mergit's e Grarion só voltáriam mais tarde,tomei convicção disso e nem me importei em esperar os dois,me servia com alguns tipos de carnes,leguminosas e massa
clássica da época.O vinho estava doce ao modo que sempre hávia gostado,minha mente se perdia pensando se dária tudo certo,olhava as Ruelas do lado de fora atraves da imensa a-
bertura que a porta dava.

As almas estavam por perto,provavelmente viriam a aparecer,queria isso para saber como elas reagiriam diante da plena vida correndo dentro de mim,esperava não ter problemas.A
força era plena para mim e apóis terminar quiz voltar ao meu quarto,as criadas tinha deixado o Chá em cima da mesinha e me sentei a escrever algumas anotações.Sempre bebia o
chá em méio a caretas amargas,o gosto era amargo por demais,porém suportava muito todo gosto.As tochas ardiam em chamas pelas pelaredes do meu quarto,a Lua entrava forte a
iluminar alguns detalhes da cor branca das lápides.

-Não faço a minima idéia em isso vai dar,mais quero poder realmente deixar alguêm nesse mundo em que conheço,tenho essa necéssidade.Espero que entendam.

Não sabia se as almas ouviriam essas palavras,mais pude pronúncialas enquanto me levantei e me deixei sobre as almofadas esticando todo meu corpo,com o tempo Grarion véio a
chegar e subiu imédiatamente para se encontrar comigo,estava revoltado por saber de todo meu mau estar,suportou bem.Mergit's queria ficar com Selene e Sharian,chegara faminta de
fome,todo estampido da imensa porta de abrindo foi plena "Está ai?Pode me responder?".Os barulhos das garsas voando do lado de foram eram música para mim.

"Sim,pode vir seu insolênte".Sempre o respondia dessa maneira quando ele me chamava,os passos foram lentos e pode se deixar deitar ao meu lado,estava um pouco cansado,os seus
braços me envolveram de forma plena,ele ficará catatônico ao saber que tudo podéria vir a ter dado certo,seu espanto foi imediato e seu controle teve que tomalo por inteiro.Iria poder
se acostumar,sabia que tinha maturidade demais para isso.

"Me considero um louco;minha mente fica desvaneada com isso Thalwa".Rosto descordenado,me encostei sobre a parede ao lado,ele queria fugir descomplexado quando viu todos os
meus dedos finos deslizando sobre a pequena fita que ardonava minha roupa,deixei todo o seu braço deslizar em volta de minha cintura para poder ter plena certesa de que fária os
seus medos irem embora "O que inrrita em você e sua cortésia Grarion,mais o fato de sua complexidade ser exasperada e o que me encanta.E seu sanguê e se quizer morrer eu irei
fazelo".O matária com minhas mãos sim se desejase se suicidar,téria coragem para isso.

Ao seu própio gosto sempre adormecia em meus braços,fechara os olhos antes deu puder o termino dessas palavras,durante o inicio da madrugada senti a presença das almas,vinha da
varanda que sobresaia a frente do Palásio,todos estavam dormindo,meu alarme me fez ir a seu encontro,afastei os mantos imensos para ter plena visão delas.Estavam paradas olhan-
do o vento correr em seus corpos sinistros em poder "O que querem comigo?Não sentem os motivos de estar áqui?"

'A vida corre em você Thalwa,o que para nos e asustador se ver e apreciar de longê.Esteja preparada porque dará a lus a dois filhos.Serâo gêmeos,porém não se suma ingladade ou
mesma aparência.Pedimos cordialmente que lhes dê o nome se Sépia e Ardônis,isso trária grande felizidade a nos já que podem vir a serem os futuros Anciões a qual esperamos'.

Como ficara irada com essa aldásia!Toda raiva me corria e realmente senti algo sair de mim que as deixara asustadas,davam passos para tráz diante do pequenino medo,acho que mais
téria sido meu olhar do que qualquer coisa "Saiam do meu caminho! Estou farta de todas as suas palavras!".Jogará quase todos os jarros em direção a ela,os jarros em que sempre es-
tão a decorar aquela varanda,elas silênciaram para depóis falar em seu tom maquiavelico.

'Tome cuidado!Vemos que aos poucos o poder se manifesta em você e isso nos deixa mais gratas ainda por estarmos áqui.Ao fim disso tudo nos vemos.Vai ter volta!'

Ficara desgastada,meu corpo doia quando me esvai sentando ao chão em choro silêncioso.A minha cabeça rodava muito a ponto de me sentir tonta.Estavam certas!Odiava isso,porém a
suas palavras estava certas "Poder!Isso e doloroso demais!".Grarion venho me acolher aos meus gritos,não sabia o porque mais pode ficar comigo.Minha cabeça doia muito por todo o
espasmo de força que tinha sáido de mim.Algo que não controlava ou sequer descernia.


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O som das trevas-Cap 21

Mensagem  Ana Nery em Seg 26 Jul - 13:35:15

Elas sempre me provocavam todo tipo de raiva,mais apesar disso sabia que confiavam em mim.Tinha que admitir essa verdade.Apesar da leve fraquesa corporal diante do caso,toda
força voltava aos poucos,voltamos a dormir,apartir daquela noite elas se mantiveram mais presentes do que nunca,realmente estavam dispostas a ter a plena certesa de que tudo via
a correr bem.Todos os dias,noites,semanas,meses em que toda minha gravidez corria via a cada uma delas emanando toda força possível.Muitos dos momentos quase critava com elas
e tinha que me conter com toda aquela disposição.

Ouvia seus sussuros dizendo que era por preucação,estavam felizes pela minha força,não ia responder a nem um daquelas sussuros e palavras.Sempre silênciada e deixava tudo correr
conforme desejava,tinha realmente focada meu tempo em tentar me sentir calma apesar da insistência delas em me acordar durante as noites,Grarion mais se desesperava perânte os
meus estados em que ele mais considerava delicado demais.Em nem um momento diante o meu descaso aquelas almas me deixavam em paz.

Várias das vezes me acordavam nas madrugadas e não respondia conforme queria,elas iam a loucura por isso,os meses iam passando naquele nosso impasse,me doia na alma porém a
minha alma pédia isso.Quando chegando nas últimas semanas da minha gravidez todo meu vigor ia se esvaindo,durante esse tempo sempre mantinha meus cabelos em longas tranças
para eles não me incomodarem,meu passar de tempo realmente Mergit's me ajudava.Toda sua presença me tranquilizava naquele descaso com as almas incomodando a todo momen-
to.

Foi em uma noite que vim a entrar em processo de parto,Mergit's acordara aos meus critos de desespero,tinha sentido aquelas pontadas que até as criadas ouviram.Ela saira mantendo
a calma,nela sim eu confiava bastante,sempre tinha passado a estar ao meu lado.Selene ao seu chamado dava as Ordens de expulsar Sharian e Grarion de casa.Estava sentada com a
Mergit's ao meu lado olhando como os dois iam sendo expulsos "Saiam dáqui!Voltem só no fim da semana se possível".Sharian critava tentando reconciliar a situação,porém com nossa
Selene não se tinha negociação.

-Thalwa está bem querida?Deixemos tudo aconter naturalmente,será dificil porém pedirei ajuda.

Séria a pior noite de minha vida,minha mãe andava rondando todo palásio,tinha mandando algumas mulheres chamarem a especiasação em partos da cidade,disso ela não tinha medo
não.Seus olhos queimantes de atividade,olhava para Mergit's que mais se mantinha impactada por tudo "Ai meu Zeus!Isso e doloroso Thalwa".Palavras meigas nessa hora,ela piscava
os olhos ainda tentando voltar a si e se levantou a me ajudar a subir aquelas escadas.

Téria que esperar mais um pouco até as criadas chegarem com a moça que iria me ajudar. Mergit's e Selene iam tirando minhas roupas,odiava isso com toda minha alma!Queria poder
correr em fuga,uma inlusão diante da situação.Todas as mulheres possível corriam fazendo os preparativos para aquela noite longa,iria ser longa conforme Mergit's me dizia.Apartir do
momento em que aquela moça jovem entrar acompanhada pelas criadas que a tinham chamado fiquei muito mais tránquila.Era vigorosa com os cabelos castanhos,as vestes delicadas
foram o meu toque de paz.

'Nossa!Tão jovem e disposta a passar por isso tudo'

Estava morrendo de dor,minhas palavras foram grueis a ela "Olha áqui mulher:Se eu vir a morrer eu venho de volta e a mato!".Isso a fez rir diante da sena,Selene tinha descido aos
comandos de Mergit's,iriam esperar atenciosas a tudo.Durante essa maldita noite me esvaia de dor aos comandos das três mulheres que iam me guiando,nunca deixava de obedescer a
palavra de cada uma.Apenas sei que daquela dor descunal fui ao alivio quando virá Sépia a ser colocada em meus braços.Tinha sido a primeira,ouvia aquele choro tão cospulento com
o meus dedos deslizando sobre seu rostinho tão pequeno,isso me fez mais tremer de medo por quase machula "Há!Isso ela tem de mim;adoro esse tom de raiva vindo dela".Ela fora
levada aos devidos cuidados que as mulheres iriam ter.

Todas ficaram descordenadas com minhas primeiras palavras a menina que bramia em seu choro nos braços dela,odiei o fato de Ardônis ter brigado comigo,era como se o filho da mãe
soubese da mãe que tinha varregado ele por todo aquele tempo e foi bastante tempo até o seu corpinho pequenino sair de meu corpo,por não ouvir o choro dele quiz me levantar,mas
fora segurada pela moça que me ajudava "Ele não chora!O que está acontecendo?".Isso foi meu alerta,meus olhos passeavam por ele a ser segurado pela moça e com aquele espasmo
de ar o choro cosmopolento véio "Senhorita Thalwa nem todos nascem tão cordenados pelo choro como pensa".

-Não aceito isso!Injutiça.

"Mesmo passando por essa dor tem força!Isso espanta a todas áqui".Pouco me importava,o meu olhar queimava diante do Ardônis chorando grualmente ao ser levado junto a Sépia,eu
agora e que devéria ser cuidada e graças que toda dor ia embora conforme tudo terminado. A moça que tinha feito tão bem o trabalho de parto dos dois ria diante de minha atitude,sua
indolê era forte,enquanto não se sentise satisfeita jamais terminária.As três moças ficaram comigo enquanto eu tomava um banho na parte supérior do quarto,logo aos fundos em que
ficava a aréa de banho.

Quando terminei com toda certeza minhas forças voltavam de forma completa e vestindo as vestes claras que queria de tecidino fino pude me encaminhar para ver os dois diabinhos em
seu leito,agora sim tive toral visão deles áli deitados na pequena manchedora exclusiva deles.Senti como séria malvada com os dois,a alma realmente nada perdoava "Diabinho!Agora
sim podem viver conforme voz peço".Estavam bem aquecidos com aqueles mantos escuros ardonado aos dois,olhei para Sépia,de alguma forma me sentia mais atraida pela pequena e
ela forá a primeira a ser alimentada por mim.

Fui me acolher sobre minhas almofadas prediletas e pude segurar aqueles bracinhos pequenos que realmente me davam medo de quebrar,deslizava meus dedos sobre os cabelos ne-
gros que ela tinha adquerido de minha parte,andulados como os de Grarion.Silênciosa,opaca como sempre forá desde o inicio.Ela era voraz,realmente forte naquele abraço sobre todo o
meu séio a disponibilizar todo alimento nescessário a ela.

-Isso me deixa indighada menina insolênte.

Fiquei sozinha já que as mulheres tinham ido embora,queria ficar sozinha com elas,como eu me sentia plena com toda força de volta,Sépia continuaria sendo acolhida por mim,Ardônis
que viesse a esperar,Sépia séria minha protegida até dado momento,o vento corria forte ao entrar pela varanda,Ardônis dormia,iria dormir até a fome bater alto,segurava os dedos em
miniatura de Sépia,ela não só estava acolhida por mim e sim pelas almas que olhavam por todo canto "Saiam dáqui!Me deixem em paz!".Obedeceram meu pedido,sairam a noite pelo
meu desejo.

"Homens são fortes desce o inicio querida Sépia,que sejam deixados de lado!A mulheres e que merecem serem cuidadas desde a sua origem,assim será com você".A noite corria e
ela sempre se alimentando muito bem,á apertava entre meus braços,pude analizar todo o contexto do seu corpinho delicado ao coloca-la sobre meu colo,a pele muitissimo branca ao
meu modo junto a alguns traços ingênuos de Grarion,os olhos fechados tive que aceita,só viria a saber da cor depóis de abertos,fiquei olhando para o Ardônis deitado a esperar o
momento.Levei Sépia a colocando em seu sono forte e olhei para aquela criturinha em que descartara até dado momento.Olhei de modo voraz os cabelos fininhos e castanhos quase a
serem claros,a pele minimamente morena como o do seu pai "Zeus;daime paciência porque esse vai me dar nos nervos".

Sei que isso séria verdade,Ardônis brigara comigo até no seu nascimento e agora iria brigar novamente pelo seu alimento,de modo muito gruel o diabinho recem-nacido não queria vir
a se alimentar em meu séio "Que ingrato!Lhe dou a vida é e assim que me agradesce?Vai ir ao inferno por isso Ardônis".Tive que esperar um pouco bem queita até finalmente ele tomar
coragem para se alimentar,sentia aquela boquinha pequenina e maliciosa ardonada a todo o meu séio direito,o segurava forte já que ele queria sair ou fugir dos meus braços diante do
seu desvencilhar,o choro forá impassível,não tive paciência e o coloque de volta até ele se acalmar e vir novamente aos meus braços se alimentar e finalmente de modo educado.Ai
pude vir a pegar todo sentimento possível para com ele,bebia do leite doce que lhe trária forças para viver obviamente,ficara quieto com aquela vontade de matar a fome vindo.Os
olhos apasiquados que tinham vindo a abrir sobre aquela Lua forte entrando no quarto e vi o vislumbre castanho-claro,achei perfeito "Isso!Seja educado e poderei lhe dar forças para
viver,caso contrário te ponho nas Ruelas demõnio".

Pude adoralo de forma completa,voltara ao seu sono doce diante de minha voz,a tinha vindo a reconhecer,algo muito claro para mim,apóis isso dormi com ele ao meu lado a noite toda.
Não queria ser incomodada e o sono foi realmente pesado,algo que véio no momento certo para me trazer alivio,Ardônis permanecia encostado a mim,as mãos pequenias desbruçadas
a meu braço,sentia aquelas perninhas pequeninas desvencilando para cima em tentativa de se afastar,pude abrir meus olhos e olhar suas mãos altamente forazes sobre as almofadas.
Forte,séria forte sim,isso admirei de forma gruel enquanto continuava olhando aquela ser a seu inicio de vida,algo admiravel até na alma.


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O som das trevas-Cap 22

Mensagem  Ana Nery em Seg 26 Jul - 13:40:27


Acordando no dia seguinte Mergit's estava sentada ao meu lado esperando ter me acordado as suas própias iniciativas,sabia que a noite que tivera hávia sido muito complicada,ela tinha feito
alguns pães e acompanhado colocará alguns pedaços de quijo ao meu própio gosto;o leite que acompanhava estava doce ao ponto em que me vázia delirar devido ao gosto maciço,não tinha
dormido bem diante de toda sua mente embaraçada esperando saber se eu estava bem,não a respondi de imediato,desviei meu olhar ao Ardônis dormindo em méio as almofadas enrolado,a
sua manta realmente o aquecia muitissimo bem,apenas ficava chateada pelo tamanho em que ele tinha:Muito pequenino para o meu gosto,confeço que se eu pudesse ter apresado todos os
anos de Sépia e Ardõnis,eu o fária.

"Gostária que trouxe-se Sépia para mim Mergit's,provavelmente deve voltar nos próximos dias e esperária que viesse comigo".Esse foi meu questionamento a ela,ficária feliz em ter Mergit's
ao meu lado,queria uma pessoa para cuidar dela para mim,que me ajuda-se em todos requesitos em que viesse a ter sérias dúvidas.De forma que não consêguia explicar eu do fundo do co-
ração não queria levar Ardônis comigo.Não sei o que aconteceu naquele momento ao vir a olhar para ele,porém eu não o queria ao meu lado.Não citei nada a Mergit's de imediato todo,sabia que
ela podéria a vir desistir de vir comigo caso o tivesse feito "Thalwa!Por quê não ir?Não fiquei tão preocupada que irei com você sim,Grarion espera lá embaixo".

-O quê?Tão cedo?Mais Selele não falou que só voltariam dáqui a uma semana?Vossa pessoa viu como ela reagiu diante de tudo Mergit's.

-Sei que sim,apenas vejo que nem Sharian ou Grarion suportaram ficar sem saber de nada.Pela manhã quase colocaram o portão de entranda do palásio abaixo.

"Isso e o que chamo de linda entrada:Ao modo de Hercules".Ela me entregada Sépia em meus braços,olhava aquele rostinho tão meigo,isso me fázia ir aos céus,pena que seus olhos não vie-
ram a abrir ainda,estiquei meu dedo sobre sua boca que mais me parécia tecido de seda,senti pelo mexer da linguá que estava faminta.Pude me colocar de pé enquanto ela mamava com a
sua força plena,a considerava uma menina muito gulosa devido ao apetite forte.Megit's ficou a olhar Ardônis ainda largado sobre as almofadas dormindo,o pegou nos braços e foi áli que véio
a me questionar a minha atitude "Por quê o deixa assim Thalwa?Vejo que de certo modo vem a tratar teus filhos de forma diferênte".

Andava entre meu quarto,desvencilhava de um lado a outro segurando minha Sépia em todo o seu voraz mamar para simplesmente matar sua fome,indaguêi Mergit's ainda segurando Ardônis
nos braços,ela queria uma reposta a isso e pude dala em plena sinceridade "Não quero quero a presença dele comigo,não o que há com minha mente em relação a ele!Mais não o quero ao meu
lado Mergit's".Foi um golpe para ela,seus olhos claros devidamente iluminados pela luz da manha forte aos céus.Segurou por algum momento sua voz que se prendera no que desejava falar.Ela
em toda sua vida nunca tinha levantado sequer o tom de voz para comigo e mesmos abendo do meu péssimo momento não iria faze-lo.

"Não acho certo,compreende?Mais gostária de saber por quais motivos não o que leva-lo com sua pessoa irmã".Ri diante de suas palavras,foi ai que pude encontrar a resposta que queria,ela véio a
se silênciar esperando,ainda mantinha Ardônis em seus braços;dava para ver que Mergit's mesmo queita do modo que e jamais aceitária tal aldásia de minha parte "Sei que ele vivera melhor áqui;
não quero ver meu filho com pouca idade vindo a correr o risco de perder sua vida em Guerras". Os cabelos vermelhos da nossa adorada Mergit's caiam aos ombros,para mim a perfeição de toda
uma dinástia.

"Por favor Thalwa!Alimente ele,não deixe se comprir seu dever de mestra apesar desse medo em que correr dentro de você.Pode fazer melhor que isso".Que palavras,realmente sabia argumentar
comigo!Isso sim admirava com todo vigor.A vi se levantar mantendo Ardônis em seus braços,ao meu modo não consêguia fazer áqui.Queria correr,fugir,mais não telo que alimentar como ela me
pedia "Vamos Thalwa!E seu filho e não o vai deixar morrer de fome apesar de toda sua magoa".Não que viesse a considerar isso uma dor plena,mas pude ver pelo seu olhar que ele estava com
muita fome sim,quase não tinha se alimentado naquele momento.

"Há!Querido;me deixou tão impaciênte ontem que realmente não pode suprir a força completa".O meu gesto foi altomâtico em tirar ele dos braços de Sépia,o segurava no ar observando todo seu
corpinho pequenino,aquelas mãozinhas sobre sua boca,uma vez ou outra deixava seus gruidos a sair pelo lábios pequenos "Me pedes algo muito inesperado e não posso lutar contra".Tive raiva a
minha própia pessoa pelo ato de alimenta-lo,todo meu ser pedia para expulsar ele e não permitir que viesse a viver,mais não séria tão arrogante comigo mesma,mantive a minha paciência.

Continuei à alimenta-lo até se farta e quando o coloquei de voltar ao seu lugar de sono me senti ao pleno alivio.Mergit's me chamou para descer,claro que de certa forma realmente tinha comido toda
refeição que ela me trouxe,desciamos as escadas e pude ver Grarion sentado na imensa mesa com Sharian ao seu lado "Estás ai,não suportou ficar tão longê".Ele se levantou e de um modo inespera-
teve a coragem de me aplicar aquele abraço.Um abraço em que jamais esperária que ele viesse ter comigo ao longo daqueles pequenos anos ao meu lado.

-Estão lá em cima;pode suvir e velos.

-Selene me contou que trata-se de dois irmãos:Um menino voraz de irá e uma menina plena com a sua docilidade.E isso que desejo ver.

"Vamos!O quê espera então Grarion?".Ele foi a longos passos sozinho,iria ficar lá até realmente ter a certeza de que se sentiria pleno ao ver aqueles dois filhos que o tinha forçado a ter.Isso que vim
a contar a Mergit's em sussuros enquanto viamos a nos sentar.Sharian mal se continha com todo o seu riso,estava feliz porém reagira de forma ácida comigo ao mencionar que pretêndia deixar meu
Ardônis na Grécia,andava de um lado ao outro pensativo,queria esbravejar mais se segurou.Sabia da filha que tinha "Tudo que descide e inrreparavel Thalwa!Sou contra isso!Porém não quero ver o
meu neto a merce de piratas!".

"Ficará com ele então?".Estava revoltado,Selene estava junto as mulheres que fazian o almoço ao nosso gosto,ouvia tudo silênciada.Sabia que Sharian renégária a qualquer prazer alhe-io para vir
a tomar conta do Ardônis.De algum modo sabia da natureza do meu filhote,não odiava ele,mas vi que se ele viesse comigo não podéria controlar toda sua ácida personalidade,isso e o que venho a
me motivar nessa descisão e tinha plena certeza de que Sharian sabéria domalo plenamente.Tinha mãos de ferro ao contrário de mim.

Não deixei de citar isso ao meu pai que ouvia atentamente,eu mesma citei o como Ardônis tinha a seu contra-gosto lutado comigo para vir ao mundo,de modo proposital nem quiz se alimentar.Isso
o deixou de olhos esbugalhados,não acreditava logo de imediato mais venho a captar toda aquela mensagem "Brigar com a mãe desde o nascimento?Um preságio!".O vi subir,venho a me chamar
e ter a própia certeza,Grarion quando entramos o segurava nos braços,mantinha Ardônis pairado sobre o ar,Sharian não pediu licença e logo segurava Ardônis,olhou friamente aqueles olhos com
toda tonalidade de castanho-clara,os cabelos fininhos da mesma coloração,realmente viria a ser o martirio a qualquer um "Considerária isso uma aldásia,o garoto e realmente marcado por algo a
lhe tornar selvagem".

-Thalwa eu sou contra isso!Não deviramos deixalo áqui querida.Não e nescessário já que fomos abeçoados por tanta riqueza!

-Cale-se Grarion!Não vou fazer algo que não posso! Minha natureza pede para me manter bem longê dele.

-É assim que pretêndia se tornar mãe? Manter teu longê de vossa pessoa o fará sofrer tanto quanto você.Thalwa desist dessa idêia.

"Grarion fique calado;conheço muito bem a filha que tenho e realmente quando descide por algo e que não tem volta".Sharian cortará de imediato aquele inicio de briga entre nos dois,segurava
Ardônis nos braços e vi o quanto era fragil,isso que me doeu na alma:Tão fragil e mesmo assim não conseguia telo como meu filho.Selene véio a aparecer na entrada e caminhava junto com a
Mergit's,mencionava que não devériamos entrar em total preucupação já que tanto na Grécia ou Escandinávia ele séria muito bem cuidado.

"Brigam por um motivo tolo!Ardônis e Sépia nasceram em berço de ouro e ainda assim reclaman do que os Deuses nos deram?Riqueza e poder!Parem de ostentar brigas futeis e ajam como dois
mestres em vida,que e o que são".Agora sim Grarion me dera as costas,tinha ficado chateado ao meu pranto em uma vez ou outra olhar Ardônis,Selene estava correta,Mergit's parou ao meu la-
do para me trazer paz,nescessitava disso.

"Posso morrer um dia por isso queria,porém não negarei o que minha alma pede".Ela asentei ao continuar me segurando firme pelos ombros,apartir dáli véio a se passar duas semanas,claro que
jamais deixava de alimentar aos meus dois filhotes,mesmo tendo ficado tão poucos dias com meu Ardônis eu o alimentava sepre.Em nem um momento apesar da retaliação vindo dele o deixava a
pá de sentir fome ou algo aparecido.

Quanto a Sépia?Ela sempre forá uma tránquilidade!Isso o que deixava mais ligada a ela.Nada com que sua natureza lhe fizesse chorar ou sequer esbravejar raiva em estar em meus olhos,mais meu
Ardônis?Era como se desde o inicio tivesse raiva de mim,só em lhe tocar o rosto começava com o seu choro enloguênte que vinha a me tirar a paciência,e assim esses dias curtos se seguiram.Todo
o preparativo da ida de Mergit's corria forte.Nem Selene ou Sharian foram contra,Grarion estava de péssimo humor pela minha descisão,porém a mão cedosa de Mergit's lhe trázia de volta,olhava sua
Sépia e se vanglóriava com isso.

Digo tambem que teve até um dia em que Grarion quase tinha armado uma trama de fuga com os seus dois filhos,porém Sharian o pegara a entrada do imenso Jardim a frente do fundos os palásio.
Não queria viver longê de nem um dos dois,isso que falava ao ser trázido em méio a madrugada.O seu olhar foi gruel e doloroso,pela primeira vez ele chorou como vi ninguêm chorar,tinha até vindo
se ajoelhar a minha frente pedindo que não mantesse eles separados "Não fala algo assim Thalwa!Teu coração suportara,mais a mim?Não sabes como sofro Thalwa!".

Quase vim a dedistir diante disso,e os dias continuavam a passar,tudo estava sendo preparado.Toda noite Grarion ficava o máximo de tempo possível com Ardônis,ao contrário de mim conséguia dar o
total amor aos dois:Adorava tanto a Sépia ou ao Ardônis,olhava esses momentos me sentindo fraca por não poder fazer o mesmo,sabia que o destino tinha sido gruel em ter me dado esses aspectos e
minha recuperação hávia sido rápida nessas duas semanas,apenas fiquei desnorteada por todo meu corpo ter voltado à adquerir todas as formas de antes da gravidez.Me sentia plena!Mergit's e Selene
tinham considerado um talento meu em ter todo aquele vigor e de forma gruel meu corpo aceitar e vir a fazer a plena recuperação e estando de volta a atividade.


Véio a chegar aquele dia em que Grarion mais queria se suicidar,Mergit's que estava terminando as arrumações de suas roupas o tentava consola-lo,Grarion vestia aquela linda manta em que eu e ele
tinhamos feito antes de vir a Grécia,o filho da mãe sempre resaltado por seus dotes de beleza,mas pena que ele não se dava conta disso,foram apenas duas mulheres nescessárias para levar apenas
três báus de Mergit's,a máioria de suas roupas ou eram de linho fino ou adqueria aspectos de seda e algodão selvagem liso.Era simples é e claro jamais precisária de mais nada já que téria de tudo a
chegarmos em nosso Palásio.Descemos a imensa escadária,Mergit's pegara Sépia ardonada sobre a sua bela manta negra,era inicio de tarde,a noite ia chegar rápido e foi preciso que Sharian viesse a
plenas forças empurrar Grarion até as embarcações.Realmente se Grarion pudesse ter fugirdo com os dois aquela noite tinha feito,ria com isso:Afinal ele tinha ração suficiênte para agir daquela forma.

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O som das trevas-Cap 23

Mensagem  Ana Nery em Qua 28 Jul - 13:35:21

Os dois meses de viagem de volta a Escandinávia me foram maravilhosos,passaram rápido ao meu olhar,de forma imprecionante Sépia tinha decidido abrir seus olhos em uma pequena noi-
te em que dormia ao meu lado,em um pequeno dormitório no imenso barco,Grarion dormia ao lado de Mergit's quando senti aquele espasmo,olhe sobre a iluminação feita a base de chamas
para apreciar aquela tonalidade violeta dos olhos,eles piscavam me olhando,esse foi todo meu momento em que lembrei de Ardônis que vivia nos braços de Selene e Sharian:Não sabia caso
ele viesse a viver se viria ao meu encontro;Ardônis corria risco por causa da fragilidade para a não alimetação vindo de minha parte.

"Ola Sépia!Finalmente me olhar querida e isso me deixa feliz em todo meu ardor".Segurei suas mãozinhas pequenas,elas seguravam meus dedos,beijava seu rosto delicado,todo perfume em
que analizava eu apreciava de forma cedosa "Sinto-me uma ingrata quedia Sépia!Uma ingrata por não ter tido forças a manter o seu irmão ao seu lado".Esse meu meu brando se choro que
nem Mergit's ou Grarion ouviram.Apóis isso véio o momento de descermos,forá em uma manha que descemos,sentimos o barco ancorar no porto do litoral da Europa,logo ao norte,séria
mais duas semanas de viagem.

De modo primordia Zeus me foi entreguê,Mergit's não largava Sépia em nem um momento.O cavalo de Grarion estava parado ao lado dela e digo que não trocavamos nem uma palavra.O
golpe forá demais para ele,só voltária a conversa comigo quando sentisse que era o momento certo.As duas semanas passaram rapidinho,entrando na Escandinávia avistamos o Palásio,não
pude me conter ao ver Karnian e Clamia nos esperando logo a frente,os dois trajavam lindas vestes de linho,Clamia vestia a cor esverdeada e passando meu olhar ao Karnian pude sentir
o seu vigor em alto momento sobre aquela cor vermelha,todos os dois realmente divininos.

"Finalmente voltas Thalwa!Pensamos que jamais a veriamos de novo".Não queria soltar aos dois ainda esperando voltar a mim e quanto viram Sépia jasendo nos braços de Grarion tiveram todo
ataque de nervos "Uma filha!Vos tem uma filha!Isso e digho de um banquete!".Entramos com as presenças alhei-as,as almas sempre emanando aquele poder forte,dessa vez estava anormal ao
meu sentir de pensamento.Clamia e Karnian sentaram acompanhandos de Mergit's,Grarion tinha subido ao meu quarto,muito recêntido por tudo,porém estava se recuperando.

-O quê há com ele Thalwa?Grarion volta muito triste.

-Não tenho como mencionar mais irei fazelo Clamia:Ele anda muito chateado por eu ter deixado nosso Ardônis na Grécia,isso foi um golpe doloroso que não sei por onde retroceder,

-Dois filhos?Há!Imagino que a feição de um não e justa para com o outro Thalwa.Corremos esse risco.

Ouvia palavras tentadoras vindo de Clamia,os cabelos ruivos caiam para tráz,estavam destransados desde que eu partira em viagem.Últimamente os vinguines não vinham entrando em Guerra,
porém tudo podéria vir a acontecer "Não mudou em nada,seu corpor realmente e vigoroso apesar de delicado".Requesito dela,isso para mim foi admirável,pensava nesse meu desvanéio o porque
das almas estarem tão presentes últimamente.Nos quatro fizemos nosso pequeno banquete.

Mergit's ainda não conhecia o quanto qualquer vinguine podéria ser voraz,pena que ela era tão calma para não sair a caça de um e assim destroça-lo em qualquer prazer que viesse a ter.os
meus olhos passeavam pela Sépia jasendo nos braços dela,Clamia tinha gostado dela,pediram que entrasse no seleto grupo mais a sinceridade de Mergit's forá alta e clara aos dois quando a
reposta véio "Não me arisco Clamia!Não fui educado desse modo,as vezes tenho medo do como posso ser pacifica".

"Sabemos que sim querida,compreendemos".As citações de Karnian foram grueis para mim,ele fária muito gosto de ter ela junto conosco porém já tinha a plena certeza do quanto nossa Mergit's podéria
se sentir mal apreciando tanta grueldade.Ela subiu com Sépia nos braços,iria cuidar dela já que sua atenção estava redobrada.Pude me despedir dos dois e assim me encaminhar ao encontro de Grarion
que tinha vindo para seu quarto.

-Grarion posso conversa com você? Não vou dizer que estou feliz em está agindo desse modo porque não!

-Depóis de tudo?Há!Prefiro ficar em paz.

Queria me afrontar,porém tentária ser o mais pacifica possível,sabia que ele estava chateado e isso não me fária feliz,entrei com ele,nos deitamos sobre as cobertas,não sabia até dado momento que o
meu Grarion estava plenamente dolorido por estar longê de Ardônis,ele mesmo tendo odiado todo o meu ato não consêguia dar um de durão,Grarion mesmo com toda dor não tinha a coragem de vir as
implicancias que qualquer homem fária com uma mulher da época,algo que nem Karnian ou Sharian,apesar de Generais de seus exércitos tinham.

"Me deixas triste Grarion!Ficar assim realmente me causa dor imensa".Estava chorando,chorava como uma criança desesperada por algo "E se ele não sobreviver?Thalwa ele está sem nada que lhe der as
forças para viver e isso me deixa atormentado".O tom de sua voz saiu rouca,isso devido ao choro em acontecimento,bramia meus delicados dedos por seus bralos sendos e andulados,o toque do castanho
escuro erá o que me encantava "Não e como pensa querido Grarion;Ardônis brigara comigo em todo seu nascimento e isso para mim foi uma afronta.Sei que sobrevivera,Selene e Sharian saberam como
lhe dar com ele".

"Es gruel com teu própio filho,isso me asussta".Concordei com suas palavras,não iria rebater tudo que ele mencionava,beijava seu rosto,fiquei com ele até adormescer,quando ele dormia melevantei,queria
ver Mergit's que não largava Sépia em nem um momento,gostava de alimenta-la,isso eu fázia honra a pegala nos braços e simplesmente sentir aquela fome latênte.A dois meses estava comendo bem,sobre
meu leito realmente se mantinha forte,desalinhava o linho de minha longa túnica negra,deslizava todos os meus dedos sobre o rosto de Sépia até sentir o espamo de fome vindo "Isso,ainda bem que jamais
nega algo como teu irmão".

Claro que ela se alimentava de modo voraz,adorava ver aquelas mãozinhas pairando a segurar todo o séio,passeava meu olhar na sua pele branca,realmente tive a certeza de que séria bela,plenamente ao
queimar de beleza que desejava que tivesse,os lábios rosados sériam toda tentação a qualquer ser que viesse a lhe colocar os olhos,os cabelos negros finos eram cedosos,um ser em que mal estava pondo o
seu própio ar no mundo.

-Como Grarion está Thalwa? Sei que ele anda impaciênte.

-Ainda se encontra no momento Ardônis querida e realmente acho que podéria ajudalo.

-Como assim?O quê quer falar com essas palavras?

-Faça um favor a ele:Vá ao seu quarto e fique com ele a noite toda Mergit's.Saber que ele ao menos viria a ter um momento de prazer me fária feliz.

"Es maluca!Me pede algo que considero um ultraje Thalwa!Não sou louca não,viu?".Fiquei revltada com a resposta,segurava Sépia firme em meus braços,a delicadeza em pessoa não parava de se fartar em
sua fome descumal,segurava suas mãozinhas olhando aquele tom violeta dos seus olhos"Mergits?Não virei a ter com Grarion nem tão cedo,sabes que quero cuidar de Sépia o máximo de tempo possível e
sinceramente tome esse tempo para vossa pessoa,Thalwa está de nova fase".

"Zeus! o que vim fazer!".Ela quase critou,queria chorar,bramir mais compreendia as minhas palavras. Enquanto estivesse com minhas atenções redobradas a Sépia não queria correr o risco de Grarion vir
a cometer suidicio,ele quase o fez na Grécia diante de Ardônis,obvio que Mergit's tinha caido como a luva de Zeus para mim,ela apenas voltou a deitar,se enrolou naquelas cobertas guêntes e voltei a sen-
tir o poder das almas,sabia que iriam aprontar algo,pena que não soubesse de nada.Mergit's não tinha me dado uma resposta,porém esperária.

Foi ai que enquanto amamentava Sépia vi as cinco almas pairando na varanda a frente do quarto,elas me olhavam em silêncio,a neve começava a cair doce como véu de Deuses,os densos mantos negros
que à ardonavam andulavam ao vento,as tochas ardian sobre as paredes do meu imenso quarto.Nada me deixou tão amedrontada como esse momento.

'E bela Thalwa;pena que não permita que possamos vela'

"Me procuram,me caçam em qualquer lugar.Quando vão me deixar em paz?".Elas vieram a entrar em plenas sombras pelo quarto,pararam a minha frente,tinham aproveitado essa change para poder olhar
Sépia bem de perto,ela não parava de se alimentar ainda agarrada ao meu séio esquerdo.Ela estava muito faminta,olhando bem dava para ver algumas gotas do leite cairem por sua boquinha pequenina
e de modo voraz as almas esticaram aquelas mãos esqueleticas a ela,ela realmente nada sentia,seus olhos violetas passeavam pelas almas a queimando em seu modo gruel.

"Não façam nada que eu não me agrade!Posso me jogar em um covil de cobras e morrer para jamais virem a por suas mãos sobre ela".Souberem de meu ataque e deram passos para tráz,não menciova
nada enquanto olhava a sena,sentia algo muito latênte vindo de mim,algo que elas queriam que fosse se tornando grandioso "Vão embora e só voltem no momento em que forem me matar,sei muit bem
que e isso que desejam desejam de mim".Não responderam,sairam a paisana daquela noite em que a neve reinária,tirei minha túnica de linho e realment eo frio pouco de importava,me enfie por entre
as cobertas com Sépia,ela se mantinha agarrada a mim,adorava sentir aquele corpo pequeno sempre a me procurar no olhar queimante de vida.Durante o inicio da madrugada soube a resposta daquela a
qual ficária responzável por manter Grarion exasperado.Mergit's apenas se levantou e vendo que me mantinha acordada porém deitadame chamara de ingráta,desprecivel "Agradeça por toda forte senti-
mento que tenho por você". "Obrigada Mergit's,faça um grandioso trabalho por mim".Ela desceu,com toda sua pacifica personalidade iria se esvair queimando Grarion como eu pedia,sabia que tinha toda
força para isso,me deu a rir áli,deitada ao lado de Sépia que dormia como um demôniozinho em que tanto gostava "E seu pai querida e devemos mantelo junto a nos".Risos não contidos e a madrugada
ia correr.
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O som das trevas-Cap 24

Mensagem  Ana Nery em Sex 30 Jul - 13:42:13

Mesmo assim,ainda me mantendo naquele momento resolvi descer para saber de tudo andava dando certo quanto a tentativa de Mergit's em acatar aquela melâncolia de Grarion,isso foi em
méio a noite que corria plena,deixei Sépia deitada sobre as cobertas aconchegantes.Foi assim que ao parar de frente a porta do quarto dele pude ver tudo por uma janela,realmente todo o
meu plano derá certo,o que me deixava muitissimo feliz.Foquei meus olhos pela abertura em que os me foram vistos,todo quarto de Ardônis estava sendo iluminado por aquelas chamas a
rondar as paredes lisas em sua perfeição.Me mantinha encostada sobre a porta,foi ai que toda a imagem de Mergit's forá viosionada por mim "E isso que prefiro:Ele preso a nos duas do que
longê de sua casa e sem proteção".

Graion a ia deixando fatigada,realmente aquele critos levianos me vieram aos ouvidos mesmo sem querer,o modo como ele a tomava ia deixando Mergit's absolutamente louca em todo seu
orgasmos quase descordenado.As mãos de Grarion apertavam muito bem os seus cabelos em toda sua tonalidade ruiva,todo olhar claro que vinha dela o queimava de modo que nem ele ia
compreender.Ele tinha plena capazidade de manter todo ritmo e ao mesmo tempo desferir os beijos maciços em sua boca delicada porém com o toque do puro vermelho.Derá um golpe as
escuras e pelo que olhava hávia dado certo.

Ele tomou a iniciativa de tirar as cobertas de cima deles,isso o incomodava bastante,a puxou a sua força para que senti-se todo perfume em que o corpo de Mergit's emanava.Ela o fez deitar
contra as cobertas,etava por cima dele,algo em que a fez quase desmaiar de orgasmo,todos o movimento de seu quadril muito leviano,isso provocava o prazer de forma vagarosa,Grarion ao
que sentia podia chegar nos céus por um momento apesar do sofrimento e desgosto por estar a longas distâncias de seu filho.Suas mãos entrelaçaram a cintura de Mergit's e como pode faze-la
gozar novamente,os dedos subiam pelo rosto e de forma forçava e descordenada a pós de pé.

"Pode me apasiquar por uns momentos e me sinto grato por isso".A tinha prendido pelos braços e realmente a mantinha presa contra ele,Mergit's nada mencionou e pode se render até não sentir a
sua força em si,o modo como Grarion mantinha aquele ritmo frenético com ele não dava para vir a suportar,porém ela se manteve forte,aguêntou firme,Grarion mantinha suas pernas muito bem em
seu encontro,curvavam-se na altura da sua cintura em um delicado movimento e assim decidi poder me retirar,subia as escadárias muito feliz por tudo ter dado certo.Tinha sido egoista com Grarion ao
deixar Ardônis na Grécia e agora não iria ser egoista em deixa-lo sofrendo em méio aquela dor.

Apartir dáli passaram-se seis meses,completara meus dezenove anos e realmente sentir a vontade de vir a fazer algo:Era uma manha quando Mergit's tinha descido do seu quarto,tinha separado um
só para ela,usava uma bela túnica de cor de carmusa que me facinava,os cabelos presos para tráz em um lindo chanel de Rainha,impactante pela cor vermelha clarinha que seus cabelos sempre tem.
Sentou junto a mim e mencionara que precisava de argila.Iria fazer algo,de algum modo desde toda aquela noite de minha volta as almas não paravam de me incomodar,queria ver se ao fazer os Jarros
para elas,se poderiam se acalmar.

-Argila?Precisa de Argila Thalwa?

-Sim,Mergit's,irei fazer novos Jarros,algo anda me incomodando.

-Gostária que me fala-se do que se trata querida,podes me contar?

"No devido momento e espero que venha comigo".Saimos imediatamente,Grarion estava com Sépia e passaria a tarde toda com ela quando viesse a se iniciar,nossa filha grescia muito bem,oito meses
e realmente sua beleza vinha a se destacar.Batemos o imenso portão de entrada e saimos pela escadária dando para as Ruelas,nos mercadores compramos Argila e tinta porcelana branca,todos os
fios de pratas que eu apreciava me foram entreguês.Foi um processo muito rápido quando voltamos ao meu palásio.Mergit's iria me ajudar e subimos ao terceiro andar que exclusivamente era meu sa-
lão.

Grarion mesmo não sabendo o porque iria fazer aqueles jarros trouxe água para poder deixar toda argila humida,a tinha colocado no rodapé de cerâmica,a base dada voltas e olhava todo matéria vir
a tomar forma plena.Mergit's ia me ajudando colocando água fresca e assim eu e ela passamos toda tarde naquele processo,a manha tinha passado rápido,quando os cinco jarros estavam prontos a
minha força foi forte,estavam secando para concretizar a estabilização da argila que devéria secar.Olhava a base de cada um,as cindo tampas delicadas pairavam ao lado deles,do lado das bordas as
alças de segurar bem aplicadas:Tinhamos feito um belissimo trabalho.

Mergit's e que iria aplicar aquela tinta branca de cerâmica para dar a finalização.Tinha boas mãos.O seu dedo era muito mais maleavel que os meus,Vos digo que últimamente vinha nevando bastante e
isso me fázia feliz,ia ajudando ela em cada detalhe,a cor branquissima agora ia tomando conta para dar a cor final aos jarros,as tampas foram as últimas a receber esse toque final,mais um tempo para
secar e os fios de prata bailavam nas bordas,o brilho ficara divino!

-Belissimo querida!Mergit's eu só tenho a lhe agradecer irmã!

-Não precisa,ficou perfeito Thalwa.

A noite ia chegando,sentia as almas cada vez mais forte,séria essa a noite em que iria polas a mercê da escuridão:Elas não queriam meu sanguê?Que fosse assim porque jamais admitiria aquela continua
perseguição a mim.Quando os jarros terminaram de secar os coloquei em um manto vermelho,pus o manto negro por cima de minha túnica branca,o capuz caia muitissimo bem ao meu rosto "Vai sair?A
onde pretende ir Thalwa?".Ela me fizera essa pergunta quando estava na escadária de decida "Não vá ao meu encontro querida e não me espere:Se eu não voltar peço que cuide de Sépia para mim".

"Thalwa!Volte áqui!Isso não uma resposta que se dê a uma pessoa!".Ficara nervosa,muito preucupada e quiz até me seguir,porém meu olhar foi a queima entre nosso fio de elo para ela parar e apenas me
olhar sair a bater o portão.A noite se iniciava na Escandinávia,a Lua estava forte nesse momento,chéia a declarar seu poder no mundo "Quero ver o que pretendem;sei que meu sanguê para vocês lhes dar
a vida e existência,se ele e sagrado me obedecerão".Caminhava pelas Ruelas em passos rápidos,como um gato jasendo em sua noite glóriosa,dando voltas em subidas chegava as colinas para ter toda visão
do planalto.

"Sei que andam por qualquer lugar!O quê desejam de mim?".Minha voz ecoava pelo vento frio,olhava a luz da Lua bater no gramado daquele campo,pusera os Jarros sobre o chão humido de goticulas de água.
Obvio que tinha trázido uma adaga comigo para proteção,elas não me respondiam,mas suas presenças sempre me avisavam o recado,fechei meus olhos tentando aspirar aquele odor,meus longos cabelos vi-
nham para tráz com toda força do vento**Jamais faça algo que não deseja**Essas foram minha citação que as fizeram vir a mim.

Foi áli mesmo que desferi toda lâmina em meu pulso,de alguma forma meu extinto me pedia para fazer e como elas reagiram ao estár de frente para minha pessoas que as olhava friamente,queria saber aos
quais motivos vieram a mim,elas pairavam me olhando,tomavam coragem para tentar compreender o porque estava áli "Thalwa!Tem a verdadeira almas e isso e inegavel".Arqueava minhas sobraselhas aos
nossos confrontamentos "Será mesmo?Há de saberem que não sou dona de vocês!Há de saberem que não as quero ao meu lado!Há de saberem que gostária que queimasem no inferno!".

'Como nos deixa tristes com essas palavras querida!Ficamos muito desgostosos com você'

Deu para sentir,esperavam eu me acalmar,tinham olhado meus opulsos sangrando,derramando todo o sanguê nescessário para saber até onde elas iriam,a noite estava bela,porém com o toque da morte.O
meu olhar daquela frieza forá as chamas da perdição,tirei meu manto o deixando cair ao chão e foi áli que elas esticaram seus braços a mim,me pediam para ir ao seu encontro,como desferia minha raiva.
Isso as fázia ir para tráz ao sempre emanar toda força possível "Querem a mim?Só morta!".

Foi nosso último elo de ligação mortal,elas contraporam seu poder ao meu corpo,algo que não sabia da onde vinha "Vai morrer Thalwa e do modo que deseja!Tua missão apenas começa".Minha impulsão foi
de correr de modo descordenado,decia pelo campo a passos extremamente rápidos,elas me seguiam. Estavam dispostas a fazer o que queriam comigo nem que para isso tivessem que tirar minha vida.

Tinha levado uma queda que as fizeram recuar,meus pulsos que sangravam e o que me deixava fraca e sem disposição de agir "Posso morrer áqui,mais não assumo uma responsabilidade que não e minha".
Essa forá minha resposta ao velas a minha frente,tinha começado a chuver neve,o frio podéria ser bem fatal para mim,me pus de pé em brando de indagação,elas andavam contra minha pessoa indagando seu
momento "Olhe por onde onda querida,uma queda e será seu fim!".A última coisa que ouvi foi todo meu crito ecoar pelo vento,elas tinha ultrajado meu corpo,o impacto forá fatal quando cada uma delas corroia
minha vida por inteiro,não respirava e nem me movia áli jasendo no chão,meu corpo queimava como o fogo de larva.Estavam dentro das mais infimas particulas do meu corpo e tiravam minha vida,um ato em
que jamais podéria supor que viesse acontecer,uma tortura para poder fazer aquela ligação letal entre eu e elas.
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O som das trevas-Cap 25

Mensagem  Ana Nery em Sex 30 Jul - 13:51:49

Eu não suava e sim podia queimar,pensava que iria derreter caso continuase daquele modo a situação.Fechei meus olhos e sai andando em tombos pelo campo,elas não queriam sair,iriam
continuar!Meus cabelos estavam molhados pelo suor,escoriam pelas minhas costas,posso até dizer que sentia meu sanguê ferver nas minhas véias,Hávia encontrado uma arvore por perto
e lá me encostei entre toda aquela dor "Estão dentro de mim e não desejavam sair!Como ousam me ultrajar desse modo?".Voz extremecida em todos os detalhes para quem viesse olhar
o momento.Meus dedos passeavam contra meu rosto,tinha rasgado um pegaço do tecido para mantelo limpo,podia critar aos berros mais porém não cessava.

'Deixe-nos continuar Thalwa e assim todo poder renacera'

Enscostei a cabeça de lado sobre o tronco da arvore,me dei a chorar diante da dor,odiava essa dor,odiava tudo que elas vinham fazendo comigo ao longo dos anos,não só as aparecições,mas
tambem suas vozes sempre vindo em meus sonhos,momentos de glória que elas mesma deram a mim "Eu e que devo ficar triste suas almas desumanas!".Vi que tudo em meu corpo mudava a
ocorrer a permanéncia delas dentro de mim,olhava meus pulsos e como eles iam fechando.Meu argumento tinha sido falho e mal sabia como elas viriam a agir ou o que desejavam de mim.

Não tinha mais volta,voz digo que esse forá meu calcalhar de Aquiles que venho a me tirar toda vida.Me mantinha inquieta suportanto toda dor e foi com o tempo que pude sentir a pontada em
que a sede provoca,elas gruelmente provocavam minha morte humana,isso me foi o extremo.A maghitude em que olhava isso foi como se Deuses viessem a me castigar pelos meus pecados,o
pequeno choro forá brando,em plenas garras me segurei ao tronco daquela arvore para poder me erguê.As minusculas particulas delas começavam a sair de meu corpo,olhava o vento andular em
sua volta,cada uma tomava seu formato pleno.

"Há!Como gostária de por os Deuses contra todas vocês!O quê fizeram de mim?".Estavam intruidas em seu silêncio,o peso dos fios do meu cabelos foram meu conforto,me mantinha segurando
aquela arvore que se tornara meu elo de vida.Olhei para a Lua em tentativa de ajuda,mais sabia que não viria à adiantar.O sanguê fervia dentro de mim,o sentia correr como todo elo em que o
nosso brando se aquece.Conforme de pus a caminha sentia as pontadas virem a boca,togo gume em que vivemos de um momento a outro pode se quebrar;entendam desta forma.

'Está morta Thalwa,digamos morta porque realmente teu corpo morreu para o mundo'.

Foi com um fio deslizando em meu braço que vi a sua brancura,todo brilho claro como só a luz da mãe Lua pode ter,tive que deslizar meus dedos para acreditar,deslizei meus dedos sobre todo meu
cabelo para aplicar minha visão sobre a cor tão clara que quase realmente se tornava a ser branco. Engoli meu crito,o suportei por inteiro até o meu último folego,meu corpo pedia por algo,ele até po-
dia clamar por vidas,isso não captava até o momento em que parei de caminhar sobre o campo.

Estava fraca,sem forças ou respiração "Não sei!O corpo pede um genusidio de vidas,um baquete".
Palavras negras,tão negras como eu,de alguma forma aquela ligação entre eu e elas as faziam ir
ao delirio em ordens,queriam ordens!Isso apóis a minha morte?Não indaguêi absolutamentenada
contra elas,que se queimassem em seu silêncio,chegara até o lugar em que os cinco jarros estavam
para de alguma forma sentir o espasmo a fazer com que elas entrassem áli.

Doeu quando fiz tal feitige,nunca tinha conseguido e agora se tornava tão doloroso quanto qualquer ato que viera a ter.Quardadas e intactas,não sabia o motivo daquela sede mais iria seguir todo meu
estinto.Sai em descida as colinas,realmente deixava meu corpo se transpor ao vento,tudo aprendia de forma altomâtica.Era como se minha alma e coração estivessem ligados me ensinando todas as
lições possíveis,estava em um estado deplorável.Carregava os cinco jarros nos braços.Corria como uma sombra para depóis sentir meu corpo sair do chão em vôo supremo,procurava vidas em que o
mal estivesse contido e parei em frente a uma Taberna chéia de homens bebados com vinho ou sua bebida obscura.

Meu estado os deixara em alerta,minhas vestes totalmente sujas e retalhadas em pedaços,os fitava em prol do que meu instinto pedia.Andava como um Corvo em volta das mesas,toda Taberna estava
bem aquecida,não pensava em mais nada,tudo em mim estava tão descontrolado que a única coisa que fiz foi sair fechando a entrada e voltar meu olhar a todos aqueles homens,respirava ofegante ao
meu vigor estar escado,a dor corporal ainda não tinha passado e realmente desferia todos os golpes corporais possíveis a eles.Alguns encurralava contra a parede deixando com que as minisculas presas
entrasem naquela carne tenra,todo necta me entrada me trazendo toda indolê de volta.

"Não sei a onde isso vai dar queridos!Porém precido de comida e matar minha fome".Uma fome em que considerava fatal para mim e para todos presentes,bebia de cada um ao ir largando os corpos
ao chão,quebrava até alguns braços quando a vitma tentava algo contra mim,me espantava com a facilidade do ato.Pensava em Mergit's,se como ela estária no palásio,odiava ver o modo em que os
meus cabelos tinham mudado,quase chorava por isso enquanto mantinha aquele ato de matar,beber e me esvair na sede queimante.

-E doloroso porém nescessário;quem sabe um dia não seja amaldiçoada por isso.

Essas foram minhas últimas palavras a eles,caiam mortos se esvaindo em suas vidas,sabia que todos que viesse a entrar áli apenas recolheriam os cadaveres,jamais tentariam encontrar o culpado justo
pela falta e interesse.Olhei para os jarros sobre a manta e os peguêi e ao sair para forá deixei toda a força ser sentida.O que me deixava mais tránquila era o modo em que o poder falava comigo,ele podia
me guiar naquele alsar de vôo em direção ao palásio,sentia por todos.

Saindo a varanda do meu quarto vi que Mergit's estava dormindo junto com Sépia,me mantinha escondida sobre as sombras e deixei os jarros deslizarem sobre a mesinha junto a parede,me deixei cair ao
choro pensando em tudo que venho à acontecer.Não sabia como isso vierá a cair spbre mim,como meu pecado de querer morrer tinha falado mais alto "Elas falam como!O que me pertuba".Mesmo presas no
jarro elas conversaram em meus ouvidos,levei as mãos tentando tampalos mais não adiantou nada,

As vozes sempre brandas em minha mente "Parem com isso;como me pertubam.Já me causaram dor ao jogar essa maldição contra mim".Silências,porém intactas ao própio poder que corria dentro de mim.Elas
se deixaram falar,não queriam saber de minha dor e sim de toda felizidade em terem me trázido a morte em que anciava,quase critava acordando Mergit's,porém me mantive imovel.

'Estamos vitóriosas Thalwa,todo poder forá reconstituido e não faça descaso dele!Dê o sanguê a nossa Mergit's e assim tenha uma podera força ao seu lado para lhe dar segurança maior.A nossa Guerreira
deve se esconder durante o dia sobre a terra ou qualquer lugar que o sol não se abata.Proteja a si ao se recolher.Beba de Mergit's e apóis isso lhe aplique todo sanguê possível,assim o sanguê e o teu po-
der será distrubuibo.Tudo muito simples e só escolha os mais fortes em prol de tua segurança'.

"Isso e inojavel suas esqueleticas".O crito mental delas fora forte dessa vez,forá uma orden para ser alta intuitiva.Devéria acordar-la,algo que fiz imediatamente em leves tapas no rosto,queria chorar,critar,não
estava em mim,olhei seus olhos se abrire e quando me viu quase que saltara contra a parede em critos. A silênciei mantendo meus dedos contra sua boca "Fique queita Mergit's e nada lhe acontecera".Ela sabia
que não era a Thalwa que viera a conhecer,estava se debatendo pelo meu geito demôniaco em que via claramente em meu olhar,os meus cabelos claros foram o que lhe asustara,todo aspecto sobrenatural ia
lhe fazendo esvair,quando mais calma pude lhe livrar em respiração profunda "Saia de perto de mim!Sua Arpia! Estas possuida por algo e não voz digo que e a Thalwa que conheço".Estava raivoda,nervosa,mas
meu brando de voz foi a verdade em que se abateu sobre ela,seria um processo lento.Não queria discutir e sim lhe aplicar todo Ardil possível,sem justificativas ou argumentos a dar desferi aquele abraço fatal.Ela
jasia em meus braços enquanto ia bebendo o necta,dava chutes e alguns pontapés,ia se esvaindo até que aos poucos desmaiara,fitava aquela pessoa quase sem vida em meus braços pensando no que fazer.Tudo
em minha mente rondava mais séguia tudo que me vinha no instinto,na alma e no vigor.

"Deixar o sanguê entrar,esse e o pedido".Mergit's mais me parecia uma boneca de palha em meus braços. As presas passeavam pela sua carne,bebia de sua garganta a sempre absorver tudo,quando senti todo o
elo foi o mento de olhar aquelas unhas cortantes e cintilantes que tinha adquerido,as desferi sobre minha garganta,a segurava de modo delicado para não faze-la em pedaços "Acorda querida!Isso não e hora de
me deixar sozinha!".Estava ofegante agarrada a mim,o sofiênte ao sentir o sabor do sanguê deixar todo seu vigor falar mais alto.Ela bebia grualmente sem pensar ou perguntar da onde vinha áquilo que lhe en-
trava no corpo "Isso Mergit's,agarre-se a mim e fique ao meu lado".A primeira,a única e imaculada em a qual um dia viria a estar mais proxima de mim no poder.Ficamos agarradas sobre aquelas cobertas,ela
não parava de beber em nem um momento,sofria na dor,no corpo e na alma.As respostas viriam sempre com as almas,elas agora eram o elo de existência.Isso compreendi muitissimo bem ao visionar aqueles
jarros em que jasian adormecidas.Mergit's não se desgrudava daquele elo entre nos duas,bebia para que a vida lhe volta-se.A morte acontecia aos poucos,isso ficou bem claro.



Última edição por Ana Nery em Sab 21 Abr - 21:09:42, editado 1 vez(es)
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Re: ***O som das trevas***(4° Conto)

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