União De Sangue- Parte I

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União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Ter 15 Jun - 18:16:20

Prólogo:

Olá! Meu nome e Sara. Nasci na antiga Finlândia,sei de tudo que se possa imaginar no que diz respeito a espionagem de primeira linha.
Tenho meus 18 anos na atualidade em que vivo.Nasci na província de Lapônia.cuja capital e Cidade de Rovaniemi. O que tenho que dei-
xar claro aqui,e que minha pessoa não está aqui para ditar minha vida,mas a pequena hisória que sei,a história que me deparei nesse
grande ínicio de carreira,compreendem:

Me imaginem uma jogem ruiva,cujo os ferozes olhos cinzentos brilham em meio a noite,sempre que sai almeja roupas de camiseta branca,
calça jeans negras,botas curtas,sobretudo negro,um bloco sempre a mão para anotar minhas anotações,é isso tudo ao transcorrer de to-
da abordagem de espionagem.

Quero e tenho que deixar claro que ao decorrer dessa trilógia escrita por mim,desferirei pastas de anotações numeradas e arquivadas no
meu escritório.Sou uma jovem criada no conceito de que devemos abordar,mas sem ter contato.Nesse começo,diante de minhas primeiras
anotações,aviso que o que iremos abordar e uma forma de vê o conceito do mundo em que vivemos.

Espero que a cada anexo de pastas que vou numeras e jogar ao longo dessa trilógia possa começar a entender que coisas jamais antes
vistas pelos seres humanos,podem,se tornar reais! Apôs acreditem! Foi ao decorrer dessa espionagem história que une e vai descrever
a união de dois Clãs unisonos,que em determinado momento de conheceram e se uniram ao decorrer de duas pessoas.

Por favor! Não tentem saber,só leiam e entrem nos anexos e textos de anotações dessas patas numeras por mim. Muitas coisas são trau-
maticas para minha pessoa até os dias atuais,e mesmo assim respiro firme para que tudo se torne real,lindo,belo de se vê.Tudo,tudo que
possam imaginar sobre os conceitos da minha antiga forma de vê o mundo,se foi embora.Antes de fechar meus anexos nestas patas que
agora abro para vocês,pensava eu que apenas o real existia,mas não,vi e passei a acreditar na força do misticismo antigo e atual.

Os dois clãs se chamam "Clã Lioncourt" e "Clã Chariére". Aziel De Lioncourt,pelo visto até o momento o unico ser vivo do Clã Lioncourt se
envolveu com Lilith Chariére(Unica mulher viva do Clã Chariére).Mas bem! Por favor! E apenas um aviso! Eu quero e vou abrir cada pasta
devidamente arquivadas nesse momento em meu escritório da onde dito esses textos e os concluo.

Dessa forma faço com que a vida desses dois seres antes desconhecidos para mim,e agora mágicos,possam ser contada.Ao fim de tudo,
da leitura desses arquivos e textos feitos ao longo de minha espionagem que acorreu por meses! Tirem suas concluções,e não pensem.
A caminhada será longa,mas perfeita e rápida.
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1° PASTA- A história de Lilith Chariére

Mensagem  Ana Nery em Ter 15 Jun - 18:57:20

1° Anotação: Eu tinha acabado de me encontrar com ela,uma dama,uma mulher com seus 30 anos,loira,olhos azuis,cabelos
lisos indo até sua cintura,usava vestido de algodão branco,sobretudo longo negro com faixa pendendo ao lado.É assim eu me sentei na mesa,
ela também,soube nas minhas primeiras e limpidas investigações que ela era a unica descedente do Clã Chariére.Nós olhamos,era noite,meu
carro estacionado do lado de fora,um lugar entanto para a minha pessoa ouvir sua história.

HISTÓRIA: Me chamo Lilith Chariére,sim,anote isso tudo no seu pacato caderno de anotações,sei que e uma espiã entanto,a sua cede por história e ávida,
eu aprecio isso querida,tenho meus 30 anos,sou o que se possa se chamar de Rainha Bestial,mas bem! Deixe eu começar tudo do começo,quando eu era
humana,quando eu me sentia sozinha,antes deu me envolver com meu amado Aziel De Lioncourt.És minha história:

Meus pais morreram quando eu tinha apenas 1 ano de idade,compreende o fato de um bebê como eu na época,ficar sem uma família?Eu não me conhecia
por vida,nem como gente nesse mundo,fui levada para um orfanato,entende?Um orfanato aonde comecei minhas doutrinas de ensino,nasci na Irlanda,isso
é o que sei.Chegados meus 10 anos,eu me deparei com uma nova forma de vê o mundo.

Como?Eu tinha saído de meu colégio naquela linda tarde,acredite!Eu estava sendo levada de carro para o estabelescimento,sempre procurará desde meu
sagrado início reaver o conceito do que eu era,do que eu desejava ser.Tinha uma única meta!Me tornar uma grande engenheira em Quimica,usar isso a fa-
vor de muitas pessoas.

A tarde estava fria,maravilhosa,não quero confeçar a Cidade aonde vivi e cresci na Irlanda,e meu conceito.As ruas eram apinhadas,retas,limpidas como
o céu cinzento nesta tarde silenciosa.Um acidente ocorreu,com meus 10 anos,tive minha vida mudada,o eixo totalmente arrancado de mim,de minhas pró-
pias mãos.

Acordei no início da noite.Uma pessoa me olhava,era uma mulher que até antes era desconhecida para mim,ela tinha chamado socorro por mim,nisso os
médicos me ajudado,salvo minha vida.Ela me olhava,fitava-me com seus brilhosos olhos castanhos,cabelos lisos,negros,vestido ajustado a seu corpo.Eu
ainda não entendia o por que dela me observar daquele modo tão frio,calculista em todos os sentidos!

-Olá,criança.Me chamo Isabel,sabia que sua família e muito antiga? A algum tempinho venho querendo conhecê-la,várias vezes qui falar contigo no seu
antigo orfanato.

Ceus,eu gelei diante dessa situação,sabia pelo mero tom de sua voz que ela tinha me adotado,uma empresária entanto!Como soube disso?Eu gelei,não
soube prever o que ela desejava me falar.Uma observadora silenciosa que me disse friamente.

-Sou uma estudiosa do oculto,deseja aprender comigo Lilith Chariére? Esse e seu sobrenome,sabia? Menina bonita! Entenda,estudei profundamente as
lendas do grandioso Drarytha e Mana,conhece eles?

Gelei mais ainda,o que a fez assentir,não sabia exatamente o que me falar,friamente me sentei,minhas doloridas perninhas esticadas para frente,ela se
manteve observadora quando a mim,deixou seus sedosos dedos se mesclarem sobre meus cabelos,nisso,ela quis se manter ve pé,sua voz saiu suave,a
seda aos meus ouvidos de criança.

-Pode me responder?

-Mas o que e isso?O que eu sou?Pelo visto sabe muito de mim,por quais motivos deseja tanto me ensinar?Seja mais clara comigo.Acabei de sofrer um
maldito acidente e isso me acontece?

-Eu entendo! Minha criança,eu te amo,sempre a amei,mas nunca tive a change de lhe ensinar-Foi o que ela disse friamente,e nisso pensei,ela realmente
sabia muito sobre mim,sabia friamente como lhe dar comigo,sabendo quem eu era e sempre fui.Minha ingenuidade háveria de falar mais alto nesse momen-
to.Acentuei minha sobrancelha lhe respondendo:

-Sem problemas,já,perdi tudo mesmo,correto?Não tenho grande importância para sociedade querida,mas me responda a minha pergunta.

-Sim,e claro,minha irmã,esposa de seu pai morreu,a perdi de vista desde quando foi levada ao maldito orfanato,entende,agora?Vou ajudá-la,fazer o
que minha irmã não pode fazer por você.

Acentuado momento de revelação,correto?Voltei a me sentar,fiquei observando o teto por alguns minutos e mesmo assim queria fazer o que desejava.
Sabia que aquela mulher poderia me ajudar,me tirar do inferno que era minha vida até o momento.Minha única familiar-Sim,deixe com que meu coração
fale por mim-Respondi da forma mais coerênte possivel.

Assim deu-se início a minha juventude,a meus conhecimentos do oculto.Cheguei em sua casa com uma semana apôs o maldito acidente.Ela parou com
o caro enfrente a sua imensa mansão.Abrindo a porta ela saiu,veio me pegar ao abrir a porta de trás,me tirou do banco de trás,me ajudou a ficar de
pé do lado de fora.

Céus,ela tinha mandando até os meus antigos griados no orfanato,colocarem minhas malas no porta malas do carro.Eu a olhava,minhas mãozinhas uni-
das em preces.Pedia a Deus para que ela nunca fosse embora-Deus não existe-me respondeu em tom frio-O que existe e apenas um modo de saber o
que contitui o universo,a evolução e eterna-Concluiu com suas palavras.

Indo até o jardim da mansão,ela colocou as malas no chão,o vento fazia meu vestido de cor verde oscilar,meu laço negro nos cabelos se soltou,tive
que pegá-lo quando abri as mãos.Ela sorriu em resposta-E sua nova vida,espero que faça bom proveito,foi complicadissimo encontrar,você,jamais a
sua pessoa deve reaver seu passado.

-Como assim-Lhe disse chorosa-Nesse momento ela se curvou,segurava a chave da porta-És uma neta distante de Drarytha,acredito que tenhas algo
importante correndo em suas veias-Eu sorri,foi alarmante como isso me deixou pensativa,abrindo a porta ela levou as malas,minhas pequeninas mali-
nhas de criança para dentro,o som do solado de meus sapatinhos de menina ecoaram no piso.As portas se fecharam.

Me sentei ao sofá,ela ageitava as lindas flores sobre o jarro encima da mesinha de centro a frente do sofá-É o que mais?-Lhe questionei a indagando.
O riso foi lindo,percebia como ela era maravilhosa.

-Neta distante da grande Mana,e dela que tua força vêm-Falou em tom imediato.Há,céus,lá estava eu,uma doce criança olhando para uma parente
tão importante,ela que me observada,seu lindo vestido cor de vilho oscilando pela brisa que entrava pela janela.O oculto!O que essa grande dama
tinha á me ensinar?Eu iria vê,enchegar com meus olhos.Um recomeço terrível depois deste acidente,mas necessário,já,que ela tinha me procurado
por anos,tentanto negociar minha adoção,e finalmente conseguido.Reinício do terror para minha vida de pacata menina até o momento.


Última edição por Ana Nery em Qui 17 Jun - 9:30:34, editado 1 vez(es)
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qua 16 Jun - 11:44:16

Mas nem sempre sabemos o que nós espera correto?Nem sempre sabemos como lhe dar com as situações que a vida nos impõe.Fiz disso meu
doce calando de nostálgia apartir desse momento de troca de olhar e palavras com minha doce tia Isabel.Céus!Eu estava faminta,a fome não
me perdoava está noite,de certo modo percebi que ela conseguia cozinhar muito be-O que será que ela faz?O que será que ela deseja fazer
para nosso jantar?-Desse modo eu mesma me questionava na doce espera.

Estava no jardim e claro,que doce momento,eu tinha tomado banho durante esse doce devagar de tempo,o que me fez repensar em algumas
coisinhas alheias.A luz estava bonita,linda!Meu vestido vermelho feito de algodão perfeitamente ajustato com uma linda fita negra de cetim in-
do até atrás de minha cintura a fazer um belo laço.

-Tia Isabel prepara comida,e claro.Espero poder comer puré de batata,carne assada,arroz,salada de ervilhas com agrião e tomates.

Pensava friamente,enquanto isso minha pessoa observava no doce jardim aquele animal tão bonito!Uma linda boboleta pairando acima das fo-
lhas das túlipas do jardim,o gramado perfumado está noite.Andei para vê-la,os carros passavam a frente de nossa imensa mansão,nisso percebi
que o carro de minha tia tinha sido colocado na garagem pelo motorista particular-Céus,pelo visto apartir de amanhã,eu vou estudar com maior
vontade,afina,de qualquer modo,apesar de estar aqui,continuarei na mesma Unidade Escolar-Conclui enquanto olhava a bela borboleta.

Sorri nesse momento,tão linda sua cor negra,as pintinhas vermelhas em suas lindas asas.Nesse momento ouvi minha tia me chamar-Lilith!Venha
comer,já,está na hora-Gritou alto!Me assustanto,quase chorei quando vi a linda borboleta partir voando pelos céus da noite.Andei em sua dire-
ção,o cheiro da comida vindo de longe e claro!Durante todo esse tempinho tinha me sentido em alerta quanto a isso,como deve perceber.

-Entendo,mas será que precisa gritar?Me assustou!-Isso a deixou pensativa,sorriu ao se curvar para me beijar o rosto-Entendo,venha,poderá
comer bastante-É assim seguimos,entramos fechando a porta,nesse momento seguimos em direção a imensa cozinha.O piso de azoalho estava
devidamente encerado,a imensa mesa posta para nós duas:Hávia uma linda tigela de porcelana negra com salada,outra com arroz solto cheio de
pedacinhos de legumes.

Nesse momento senti caláfrios,é em uma bela bandeja a lagosta fumegante recém-cozinha,mas o puré de batatas estava lá,o que me deixou feliz!
Sorri me enchendo de fome e mais alegria.Me sentei quando ela pediu,sentou-se do outro lado.Linda saía negra de cetim que ia até os joelhos,cami-
sa de linho branco ajustada a seu corpo de mangas curtas,a sapatilhas negras a seus pés.

Eu tinha percebido esses detalhes,o que a deixou silenciosa.Aos poucos começamos a comer,bem devagar eu dei as primeiras colheradas no arroz,
ela observava,delicadamente ela cortou algums pedaços da deliciosa lagosta,algo que até então nunca tinha comigo,ela colocou alguns pedacinhos
para mim,assentiu voltanto a sua atenção a seu prato.

-Desculpe,eu já tinha colocado alguma quantidade de comida no prato,mas o que interessa saber Lilith,e se vossa pessoa está disposta,entende
a grávidade do caso?

-Diga-me qual grávidade Tia Isabel.Há coisas que eu ainda preciso entender.

-Sim,e claro!-Revidou enquanto colocava mais um pouco de salada no seu prato-Sabia que Drarytha é o pai dos Seres Bestiais?-O que será que
ela desejava me dizer com essas palavras?Eu continuava comendo,o que pelo visto me distraia,o que ela não queria nesse moment,mesmo assim
ela continuou façando a respeito do assunto.

-Quem sabe não o veja,ele está vivo,anda por esse mundo,um ser com seus 13 mil anos-Eu não conseguia acreditar,mas saiba que nessa epoca de
menina,eu não sabia ou sequer tinha suspeita que Drarytha forá morto com o tempo pelos imortais-Tenho esperança que um dia entenda,possa vê-lo.
E nesse momento me passou algo na mente.

-Ok,mas se ele vive,o que o faz viver todos esses anos?-Ela riu,comeu uma boa quantidade dos pedaços de lagosta no prato,bebeu vinho na taça,
e nesse momento respondeu-Verá,tenha calma,tua força não vem de Drarytha,ele quanto humano não tinha poder algum,mas Mana,ela sim,é ela
que deves entender-Sorri em resposta,comia devagar,com vontade.

-Mana,disse que ela esteve com Drarytha a milênios atrás,Isabel,entendo essa parte,mas o que ela foi?Pode me falar querida Tia?Espero respostas,
o que é o oculto?

-Sim e claro.Mana foi uma grande feiticeira naqueles tempos aureos para o ser humano,saíu da moradia de Drartha carregando um filho dele,pena
que ele nunca soube,e logo depois sumiu,se tornou o que é até os tempos atuais-Assenti conforme comia,ouvia atentamente o que ela dissia,velas
acesas em alguns castiçais de prata sobre a imensa mesa,as janelas da cozinha abertas.

-Deu a luz a um menino,o nome não sabemos,só que pelos textos escritos e achados pela nossa família soubemos desse caso,passamos a entender
o por que tantos de nossos antepassados falarem com espiritos,dominarem almas,emanarem feitiços alheios as pessoas as fazendo morrer-Isso me
deixou arrepiada-É isso que vou aprender?-Disse.

-Sim e claro,tudo isso,seu por deito,direito lhe dado pela imaculada Mana.Logo apôs ela saír da casa dele,como lhe disse,ele foi embora,reencontrou-
se com Herberos,isso já,dominado pela força Bestial dada pela imaculada Fera-Agora eu queria saber quem era ela,mesmo assim ela me quis que eu
não soubesse.Deixou-se ficar calada-E Mana que importa,não ele,entende?-Concluiu comendo algumas colheradas de arros e salda.

-Coma,termine sua refeição,depois terá que dormir,as aulas continuam amanha-Pediu,e assim eu continuei a comer,céus,eu bebi vinho nesta noite
tão importante para mim,quando terminamos de comer nos levantamos,a ajudei a arrumar toda mesa,enquanto ela lavada a louça na pia,eu enjuga-
va e quardava no imenso armário da cozinha.

Quando saímos fomos direto para meu quarto.Ele era imenso,lindo!Tinha estado nele na hora do banho,ficava no 2° andar e claro,ela me ajudou a ti-
rar minhas roupas,me despiu me deixando desnuda,pegou uma linda camisa de mangas longas,botões de prata a frente,doce e sedoso tecido de linho
quanto o toquei,estava apenas de calcinha nesse momento,uma menina ainda aprendendo muitas coisas que ela tentava me explicar.

Ela ficou me olhando,braçoz cruzados,lindo camafeu de ouro sobre seu busto,o cordão relusindo-Tome cuidado,me prometa isso,és o corpo de Fera
caso um dia Drarytha morre,és o gerne para ela,o grande espirito,é isso que quis lhe dizer naquele momento,mas não consegui-A fitei,pensava,será
que eu entendia?Não,naquela época não,ela me vestiu delicsdamente.

Terminando de abotoar a camisa me beijou,me esquivei pela cama,cobertores deliciosos,travesseiros macios,que maravilha,eu me sentia cansada,eu
realmente precisada de uma linda noite de soninho alheio,recuperar minhas escaças forças depois dessa mudança,acidente.Nesse momento quando
ela me cobriu com um dos macios lençois de cor verde,se esquivou sobre a cama.

A brisa entrada através da bela varanda-Boa noite querida,amãnhã tomará café,sairá,continuará sua vida-Assenti escondendo meu rosto sobre o tra-
vesseiro ao me virar deitada de bruços.O vento entrada deliciosamente,ela saiu fechando a porta,só o lindo luar iluminava o quarto,as luzes que vinha
da rua.Sorri olhando de lado,sozinha nesse momento.Lindo cortinado verde oscilando pela brisa da noite.

-Há, espantoso!Ela me entende,e como se ela tivesse esperado para me mostrar tudo que sentia-Disse sussurrando ao apreciar essa linda visão.Nesse
momento senti o sono me envolvendo,claro que apagaria,o que aconteceu ao longo de toda noite,tantos sonhos tenebrosos tive,tantos sonhos bons
eu tive.Claramente que minha pessoa não esperava na manhã seguinte.

Eu começava a despertar,os cantos dos inumeros passaros vinham do jardim ecoando pelo ar no amanhacer desta linda manhã,o calor do sol me foi
sentido de modo anormal.Entende?A minha pessoa assentia com medo,nesse instante tive o prazer de prever tudo que me aconteceria,mesmo assim
não tive medo,abri meus olhos,lá estava a linda visão.

O sol ardendo apesar do clima frio,os cantos dos passaros,a brisa fazendo o cortinado na entrada da varanda se mover,me sentei sobre a cama,não
conseguia entender-Algo estanho acontece comigo,mas o quê?-Falei baixinho.Me levantei andando devagar,eu me sentia tonta,compreende?Como se
algo estivesse tomando conta de mim.

Em pensar que tinha tido uma noite maravilhosa em prol do descanso,céus,mas por quê?Segui em direção a porta,sai pelo corredor me esqueirando pela
parede,alguns quadros eu vi,minha visão turva.Foi nesse momento que assenti,eu vi aquele algo que me matava! Uma senhora me olhando ao fim do cor-
redor,parei,eu respirava profundamente enquanto a olhava.

'É,pelo visto Isabel não perdeu tempo,correto?És tão bonita!Nem parece aquele bebê que nós foi tirado quando seus pais morreram,a perdemos,isso
é o que vim falar querida menina'.

Não acreditava,sério,cheguei a deslizar meus dedos sobre os olhos,ofeguei novamente-Quem e você?-Quis saber,a mulher riu nesse momento,suas
vestes antigas se mesclando a sua visão,nesse momento eu ouvia passos,era tia Isabel vindo a minha procura,sabia que eu tinha me acordado,ainda
me perdia nesse visão.'Sua avó,Lilith,mãe de Isabel e sua mãe'.

Nesse momento ela sumiu,tia Isabel entrou disparada pelo corredor,assustador em todos os sentidos,eu sei!Gritei conforme a olhava,ela me fitou na
sua pequena correria-O que há!?-Gritou desesperada,sabia que eu estava prestes a me desesperar,mas não!Me senti melhor quando ela se ajolhou
na minha frente.

-Nada! Quem é ela!?Falo de vovó!-Disse chorosa,ela me olhou espantada,minhas mãozinhas cruzadas a frente de meu peito,eu não conseguia respi-
rar direito-Minha mãe?Viu minha mãe?-Me perguntou,afirmei que sim,messe momento ela me olhou espantada,se ergueu,a segui,iria comer,mesmo nes-
se estado iria saír depois,claro que meus compromissos me seguiam,não perdoavam queridos amigos.

-Tome cuidado,Lilith!Não fale com eles!Nunca dê atenção a eles!-Me pediu enquanto andavamos,seguiamos.Quando na sala sa mansão no andar de
baixo,ela disse ao se sentar no sofá-Alguns tentarão lhe fazer mau,outros seu bem,saiba decernir isso,mas vá!O café está pronto,a espera na mesa,
a griada fez bem-Concluiu,a ilhei ainda chora,sí em direção a cozinha e nesse momento percebei que derá meus primeiros passos,apesar de assustado-
res.Comeria,iria a escola,ao chegar deveria ter uma séria conversa com ela!
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qua 16 Jun - 15:03:54

De todo modo minha pessoa com isso pensou,devagou no que deveria fazer,e mesmo assim pensava.O casso transcorria as ávenidas,pelo visto eu
chegaria cedo,um pouquinho antes do horário na escola.Estava no banco de trás,o motorista particular prestando atenção.Eu pensava no que aconte-
cerá naquela maravilhosa manhã.

-Mas com que objetivo isso tudo acontece comigo?Oh,céus,até o dia de ontêm minha vida era norma,eu não esperava por essas coisas-O carro con-
tinuava seu percuso e mesmo assim minha pessoa pensava em tudo,absolutamente tudo-Para ir a escola escolherá um vestido negro feito de lã fina,
usava meias negras,sapatos de salto médio,não muito altos,meus cabelos soltos,lisos,não desejei escolher laço para meus cabelos,isso devido ao acon-
tecido deixará-me irritada durante todo café da manhã,assim desejava liberdade.

Não demorou mais do que 30 minutos para eu chegar,o carro parou enfrente ao imenso estabelescimento,o motorista abriu a porta ao sair,quando eu
saltei do carro,visionei-Sim,admito,um novo recomeço e modo de vê as coisas-Disse sussurrando,nesse momento ouvi o motorista falar.Estarei de vol-
ta pelo início da noite como combinado-Sabia que sim,instintivamente sabia que ele falava a verdade.

Desse modo minha pessoa reaveu o silêncio,entrei visionando todas as pessoas.O sinal tocava alto,chamando a todos para as salas de aulas.Mas bem!
A confusão que vou descrever a seguir começou quando eu estava no meio da aula de Biológia,de algum modo eu acatava a essa matéria,simples aos
meus olhos.O professor falava,nós ouviamos,estavamos no intervá-lo de escrita,não precisavamos anotar nada.

Inumeras anotações e temas jogados,anotados no quadro por ele,meus braços cruzados,mantinha o foco,e do nada aquele algo,aquele algo que minha
pessoa não esperava no momento,principalmente quando se tratava do fato deu estar na Escola.Entenda!Eu estava assustada por demais,meu coração
gritava aos poucos,assenti fechando os olhos por alguns instantes,e quando os abri me deparei com o inesperado-Não e justo,não agora-Falei baixinho
nesse momento.

'Há,céus,está ai,céus como você consegue?Que Isabel seja grata por isso,me reconhece menina?'.

Tinha que pensar,não era verdade,não era! Pisquei meus olhos várias e várias vezes tentando fazer com que a imagem sumisse,era mamãe,entendi só
por sentir a aura dela,os pensamentos dela emanando de encontro aos meus,e como isso acontecia?Eu não sabia,não compreendia,mas deixe-me continu-
ar.

-Tome cuidado,por que faz isso?-Brami da forma mais delicada de pude a ela,fazendo com que ninguém me ouvisse,a voz do professor ecoando pela sa-
la,olhava a linda mulher alta,cabelos negros andulados,as longas vestes azuis escuras,a pele alva.Ela andou pelo pequeno corredor entre as cadeiras,não
deixou de me fitar-Entende agora como eu consigo?-Falou da forma mais coerênte possível.

-Passo a compreender,mas não por completo,mas aos poucos eu consigo-Disse,ela sorriu,belo seu sorriso,e nesse momento ela se abrixou ao meu lado,seu
braço curvado sobre a mesa aonde eu me sentava-Lilith,me prometa que não fará nada de errado,e só isso que lhe peço-Assenti ouvido suas palavras,eu
não deixei de sentir algo respingando sobre minha pele,as sensações instintivas.

Matéria particular pensei nesse momento,assim,ela se levantou novamente,suas belas vestes se moverá com seu andar-Passará por sérios problemas,não
deixo de vê,esse é meu aviso pequena-E assim ela sumiu no ar,como se tivesse transposto algum vácuo que eu não conseguisse olhar.Foi nesse momento
que me senti enraivecida,me sobresaltei da cadeira batendo as mãos sobre a base da mesa.

-Não e justo mamãe! Cale-se! Sabes que nunca teria coragem de fazer mau a alguém nesse maldito mundo! Se pensa assim,verá que está totalmente erra-
da!

'Psiu minha criança,eles ouvem coisas,está em perigo agora'

Ela sussurrou mentalmente em resposta,foi nesse momento que me deparei com um susto aterrador! Voltando a mim,percebi que todos me olhavam,enten-
de uma situação dessas?Passeei meus olhos por eles,todos os meus colegas de sala de aula me fitavam,até o professor,ele andou,seu olhar foi de imensa
preocupação-Lilith,você está bem?Querida está preocupada com algo?Precisa beber um pouco de água no bebedor?-Assenti o olhando quando parou na minha
frente.

-Não,muito obrigada,mas e que não estou bem,acredite,eu não estou bem desde que fui morar com minha Tia Isabel-Céus,eu definhei na cadeira!Comecei
a chorar,algumas colegas minhas de apressaram a tentar me acalmar,alguns amigos querendo conseguir algo para eu beber-Nosso professor me olhava,não
deixou de observar-Há,céus!Como queria estar com minha mãe,queria ela do meu lado,não entendo-Brami baixinho em meu choro.

Não demorou,é eu fui chamada pela diretoria ao saberem do caso,apôs beber água dada pelos meus colegas,saí com meu professor acompanhado da diretora.
Andamos pelo corredor,descemos a diretoria e entrando na sala,me sentei no sofá macio.Ela se apressou a ligar para minha Tia Isabel-Sr.Isabel,parece que a
Mrs-Lilih não está bem,pode vir pegá-la?-E assim ao ouvir a resposta desligou o telefone.

-Ela virá,entenda,ela ficou chateada,preocupada,entendo essa fase de mudanças Lilith,és aluna antiga dáqui,não pode se deixar abalar por isso!-Exclamou
me fitando,sabendo que ficaria bem meu professor se andiantou em saír,voltar a sala de aula-Cuide-se menina-Bateu a porta,apartir dai fiquei quieta,espe-
rando minha Tia chegar.

Quando chegou entrou na sala,me olhava transtornada,me levantei pegando minha bolsa,bolsa negra de lado,feita de algodão macio,adorável,broche para
enfeitar de prata.Ela me olhava,nesse momento se curvou beijando meu rosto-Vamos,conversaremos em casa,espero que fique bem-Nesse momento não
deixei de me despedir da diretora,sai com Tia Isabel,passando pelo pátio fomos direto para o lado de fora,entramos no carro.

Sentadas no banco de trás ela qui saber-O que há?O que aconteceu?Posso ajudar em algo?-Ela sabia que poderia me ajudar,e nesse momento disse de modo
descabido que tinha falado com mamãe,e isso em plena sala de aula!-Ela assentiu me puxando para si,manteve seus braços curvados sobre mim,jazia pensati-
va encostada sobre ela-Lilith,as verdades virão,começaram hogê de manhã,o intuito deu ter falado toda verdade,foi o de desenvolver esse seu lado pisicológi-
co,entende?-Citou claramente.

-E como controlo!?Céus,quero morrer-Ela riu de lado,nesse momento pode me responder-Não se abra mentalmente nesses momentos especiais,de quando esti-
ver estudando,ouvindo musica,tudo isso,faça-o quanto estiver sozinha,estava pensando nisso,isso fez a porta de abrir novamente-Olhava de lado enquanto eu
me mantinha encostada a ela,a visão da paisagem passando,correndo enquanto o carro avançada pelas ávenidas.

E me dei conta de que essa tinha sido nossa primeira conversa real sobre esse assunto precioso,nesse momento me deparei com o 1° ensinamento dela:Não se
abra esperitualmente,escolha o momento certeiro para fazê-lo.Assim a viagem seguiu,ela se mantinha acolhedora,meu rosto encostado sobre seu peito,nesse ins-
tante ouvi ela falar-Entende?

-Sim,passo a entender-E ela riu baixinho,beijou meus cabelos-Não faça mais isso,não se permita mais isso,criançã,tome cuidado e tudo dará certo!Está começan-
do a aprender muita coisa-Me mantive silenciosa,por alguns instantes pensei e depois lhe perguntei-Você me ama?-Ela sorriu,voltou a beijar meus cabelos,nesse
momento sua mão se curvou sobre meus cabelos-Eu te amo querida,és filha de quem é,de uma grandiosa mulher que foi sua mãe,minha irmã,descendente dire-
ta dos grandiosos Drarytha e Mana-Assenti silenciosa ao olhar em seus olhos.

-É isso que devo aceitar?-Ela sorriu delicadamente.Me imprecionei de como seu sorriso era tão belo nesse momento-Não só aceitar,nada de pressa,mais compre-
ender,nossa família nasceu para ser grande-Entendi,friamente entendi esse 2° ensinamento dela.E com isso de modo definitivo deu início a minha caminhada.Não
deixo de lembrar de como foi os anos continuos,os meses,semanas!

Aprendi muita coisa com tia Isabel,como falar com esperitos,como fazê-los a trabalhar para mim no sentido de trazer mais riqueza para nossa família.Mas e algo
desmensurado,adorável,apesar de aterrador,nesses anos forá possuida várias vezes enquanto estava sozinha,isso devido a alguns errinhos e sempre Tia Isabel a
me socorrer chegando em casa.

-Infernos Lilith!-Dizia ela sempre que se deparava com isso,e assim esses anos se passaram,mas quero descrever continuamente meu pior momento apôs essa fa-
se de ensinamento.Eu estava tomando banho,tinha meus quatorze anos,faltava apenas uma semana para eu completar meus 15 anos,mês de Março.O som da
água ecoava pelo imenso banheiro feito luxuosamente.O box esquentava com a fumaça da água quente,foi infernal quando senti caláfrios no pé de meu abdômen.
A dor veio,fina como agulha.

Foi como se algo tivesse me espetando,recuei,deixei minha mão se encostar na parede forrada por mármore vermelho,assenti com a visão turva,eu estava
sozinha,e quando vi o piso do banheiro,o que escorria pelo ralo em meio a água,quis chorar-Infernos,não pode ser,não agora,aos meus 18,aos meus 30 anos,
injusto-Sussurrei baixinho,de modo insano minha mestruação tinha vindo,a 1°,cedo demais pensei enquanto olhava aquelas gotas de sangue irem por ralo
adentro.

Rapidamente saí,puxei a toalha que jazia sobre o box pendurada,me enrolei.Caminhei saindo pelo corredor em direção a meu quarto.Odiava saber disso,eu
não pensava,meus olhinhos turvos-Maldita natureza,viu?Qualquer erro agora e sei que poderei me dar mau,muito mal-Sabia de minha genética,tinha enten-
dido e aprendido muito sobre ela.Digamos que algo especial.

Ficará grata pelos esperitos comandados por mim nesses anos,por terem me dito isso,me passado essas informações ao entrarem em mim e investigado mi-
nha estirpe corpora.E assim:Quando se é tocada por um deles,eles tem acesos até a suas memórias passadas,suas vidas passadas,afinal,acredito nisso,mas e
algo pessoal.E assim eu tinha me preocupado.

Isso sinificava festilidade,uma porta aberta a muitos malditos que jazem nesse mundo e que não podem ser vistos pelos humanos normais.Chegado a era
de minha maturidade,apesar,de forçada.Entrei no quarto,iria me arrumar,me organizar,esperar tia Liliyh chegar,está noite sairia com ela para um luxuoso
jantar na mansão de um de seus grandiosos amigos-A fortuna da família Chariére se multiplica,fico grata-Falei ao visionar o armário,a espera seria ardua,eu
apesar de irritada,sabia que necessária,que assim fosse,correto?
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qui 17 Jun - 10:28:58

Não demorou para Isabel chegar querendo saber o que acontecia.Mesmo assim eu mantive toda minha visão enquanto me arrumava.A esperava
para que podessemos ir ao jantar.Tinha escolhido um vestido de seda negro,alças finas,delicadas como fios de prata,a sandália baixa,em cor ne-
gra também.O que uma pessoa como eu deveria esperar depois de tudo isso?

Nada e claro,quando vestida me sentei na mesinha a qual jazia o espelho oval da pendeadeira encostada na parede.Eu escovava meus cabelos e
assim deixava o tempo passar-Nossa,será que ela vai demorar tanto assim?Admito que me sinto chateada-Nem tudo nesse mundo e claro se encon-
trava perfeito,principalmente depois da porta de minha fertilidade ter sido aberta neste momento terrível para mim.

Quando ouvi o som da densa porta se abrir no andar de baixo de nossa mansão,sorri,sabia que poderia ser ela!Há,céus!Quis me levantar,mas não,
esse não seria o momento propicio-Nem tudo nesse mundo e sagrado-Sussurrei ao pousar a escova na pendeadeira.Me deparava encanrando uma
jovem menina com pele alva,clarinha,olhos azuis claredos devido a cor azul-turquesa,os fios lisos e loiros reluzindo sobre as luzes.

Quando ela entrou ao passar pelo corredor me encarou,viu que eu estava arrumada-Se preparou?Acho que não podemos esperar muito tempo,não
posso deixar de falar que Emanuel está a nossa espera-Me levantei,andando em sua direção,ela me fitou em risos delicados,foi nesse momento que
disparou contra mim-Oh!Acho que temos uma nova mulher aqui,só que muito pequena-Arqueei minha sobrancelha,me direcionei a saída do quarto,e
ela me seguiu.

-Lilith,não fique sangada! E natural,cedo ou tarde iria acontecer-A mandei ir ao inferno,me sentia irritada-Não quando se trata de portas do mau aber-
tas contra mim-Ela assentiu,nesse momento andava ao meu lado,descemos a escada,passamos pelo salão da mansão(Pacata imensa sala),saindo para
o lado de fora atravessamos o jardim(Apôs fecharmos a porta).

-Não gosto de ter minha privacidade invadida,mereço coisa melhor,afinal,o que Emanuel quer conosco? Será mesmo que ele nós considera tanto?Não
posso deixar de pensar em coisas melhores para fazer,além de ir a esse jantar.

-Entendo,mas por favor,tenha calma-Entramos no carro apôs ela falar isso,linda ela estava com sua calça justa,a bota pesada aveludada,o lindo casado
de pele negra por cima da blusa de linho,uma dama em todos os sentidos.e com isso o carro deu partida,atravessando Ruas e Ávenidas transcorremos a
pacata viagem em direção a mansão.

Quando na pacata reunião,me deparei com um imenso masuleu de luxo por todo canto,entramos,o nosso carro estacionado a frente da mansão junto á
outros carros.Emanuel nos virá,um homem alto,pele alva,limpida,os cabelos negros cortados curtos,terno e gravada usava,escolhe o perfeito tom negro
para essa ocasião,os vividos olhos azuis passearam por mim e Isabel.

-Achava que não viriam-Falou ao abraçar Tia Isabel,muitos homens e mulheres luxuosos,o imenso lustro acima de nós aceso sobre o teto,velas sobre a
mesa,comida da melhor qualidade como aspargos,lagostas,peixes,vinhos,saladas variadas,tudo isso,e nisso ele me disse-Deseja comer algo? Será que
necessida recuperar suas forças pequena dama?-Não quis responder,mas ri,vi um gargon passando e arranquei uma das taças de vinho branco-Não,eu
preciso pensar primeiro-Conclui.

-Entendo,mesmo assim,saiba que estou atento ao que deseje comer.Qualquer coisa não deixe de me chamar,acho que de algum modo não posso deixar
de compreender vosso pensamento.

Arqueando minha sobrancelha saí,o deixei a sós com tia Isabel-Você,está linda,linda-Ouvi ele falar,e nisso me deparei indo para o imenso jardim aos fundos
da mansão apôs atravessar o salão a qual todos se reuniam.Céus,uma linda picina forá vista por mim,uma menina se encontrava sentada em uma mesa,ela
anotava algumas coisas no seu laptop,lindos e vividos cabelos negros andulados,pele corada,vestido vermelho usada,de algodão e claro,sobretudo da mes-
ma cor aveludado por cima,seus olhos castanhos me fitaram de imediato.

-Olá! És Lilith,não é?A sobrinha de Isabel,estou enganada?-Não compreendia,mas fiquei muito feliz ao saber que ela me conhecia,me sentei na cadeira,a me-
sa redonda nós acolhia muito bem,a fumaça da água da picina subia devido ao frio(Pelo visto aquecida),linda claridade nas luzes do jardim,roseiral que paira-
va por toda murada de pedra.

-Me chame de Lucy,sou filha de Emanuel,ele e muito formal,não se surprenda com isso,papai em certos momentos deseja e faz por onde acolher a seua ami-
gos,já,me acustumei com isso-Ri de suas palavras,e assim nossa conversa começou,por horas e horas conversamos nessa noite.Amedrontar várias formas de
opinar da parte dela,em todos os sentidos minha pessoa entendia,mesmo assim,assustada.

Bebemos muitas taças de vinho,inumeras taças!Tanto vinho branco como tinto,como acompanhamento um pouco de risoto de camarão pedido por ela quando
um dos homens veio.E assim foi,assim,aconteceu enquanto jaziamos nessa conversa.Infelizmente minha pessoa teve que se despedir dela quando Tia Isabel
e Emanuel vieram,nós levantamos os olhando.

-Há!Pelo visto ficaram maior parte do tempo aqui-Sem dúvida que sim,respondi a Emanuel,nisso tivemos que saír,ele e Lucy nos acompanharam em direção a
saída,muitas pessoas ainda se mantinham na mansão,e assim quando entramos no carro ouvimos ele falar-Cuidado pequena,espero vê-la novamente,adorá-
vel conhecê-la-Sorri em resposta,eu nesse momento me mantinha ao lado de Isabel,sentadas no banco de trás,ele fechou a porta,rapidamente o carro deu
partida.

-Nossa,como isso pode acontecer?-Disse a Isabel,ela se sentia fatigada,mas feliz por ter tido a noite que teve com tantas pessoas.Nesse momento deixei minha
cabeça encostar-se em seu ombro,eu me sentia tão cansada que meus olhos se fecharam,e apartir dai começará um processo de sono,o carro partia,a viagem
de volta a nossa mansão continuava e enquanto isso eu sonhava,me envoltia no maldito processo que não esperava acontecer.

'Diga-me que consegue me vê Lilith,será que pode?Use de sua força,desculpe!Mas eu me preocupo com você! Por isso estou fazendo de tudo para entrar em
contato com vossa pessoa'.

Maldição,pensei,ardomecida enquanto a viagem seguia,e isso?Não entendi,tive medo-Pode me mandar ao inferno,mas o que quer?-Qui saber emanando todo
meu pensamento,houve silêncio apartir desse momento,mas depois de alguns segundos ele respondeu,uma voz forte,ronronosa,apesar de doce,como se fos-
se uma voz de anjo e demônio.

'Sabe meu nome?Me chamo Redenção,espero que possa abrir as portas para mim,precisa me vê,Lilith,eu preciso ajudá-la,me preocupo com você,com o que vejo
em seu destino,por favor,abra a porta Lilith'.

E assim veio,em minha mente,nesse devagar de sonho e delírio,eu o vi em minha visão mental,que ele propôrcionava com maestria,assim como nos tempos atuais.
Um ser alto,face rigida,doce apesar disso,ele têm asas negras,imensas,os densos cabelos negros que iam até o ombro,andulados como lava,me encarava,olhava
para ele,minha visão o olhava de frente,ele mesclava uma paisagem de nuvens,como se estivesse em um patamar maior,uma espada ao lado da cintura usava,uma
calça justa,botas pesadas.

'Obrigada,estou em um patamar maior,preciso descer,preciso com que abra a porta para mim,fará isso?Preciso ajudá-la,ajudar no que diz respeito a vossa pessoa
a não entrar em encrencas'.

-Me deixa em paz!-Pedi clamando a ele com a força de meu coração e mente,nesse momento vi como ele estava triste,seus limpidos e doces olhos verdes me olhan-
do com a maior doçura possível,sua voz veio antes de sumir,e nesse momento não deixei de desmoronar sentimentalmente.Quase que ele chorou,o vento do lugar
aonde estava oscilava seus cabelos,céus!Tão forte que cheguei a olhar,encarar seu corpo tão esbelto,ele mantinha sua mão sobre o cabo da espada.

'Preciso descer Lilith,passará por muitos problemas,não deixo de me preocupar,sou forjado por uma força maior,algo que faço segredo,por favor!Pense,e quando
acontecer,me chame'.

E nesse instante sumiu,ele desfez seu contato comigo,é com isso eu despertei,assustada,meus olhos se abriram,o carro acabará de estacionar enfrente a nossa man-
são-Chegamos?-Disse assustada,tia Isabel me fitou de lado,sorriu-Sim querida,chegamos-Saímos quando o motorista abriu a porta,caminhamos e fomos em direção a
entrada passando pelo jardim.

O carro seria estacionado na garagem,algo unicamente respondável pelo motorista.Quando no meu quarto quis ficar sozinha,entrei no imenso banheiro particular,ele
que era unicamente meu ao contrário do outro descrito anteriomente.Tirei meu vestido,o deixei escorregar pelo meu corpo,peguei a bela túnica branca,háviam sepa-
rado para mim,fiquei feliz,a vesti,terminando de abotoar,saí apagando as luzes do banheiro,me sentei na beira da cama,fiquei pensando.

-O que será?Entendo grande parte,mas o que ele é?-E nisso quis levantar-me para apagar as luzes,quando terminado me deitei.Pensei que morreria nessa noite,mas
não,devaguei por alguns momentos antes de apagar.Início da madrugada e claro,terrível em todos os sentidos,eu descansava,ardomecia,ao decorrer da noite,dessa
terrível madrugada que veio a se tornar,senti a lufada do maldito vento entrar pelo quarto.

Acordei irritada pelo frio,fui em direção a varanda,fechei a escotilha de portas de vidro,mas quando estava prestes a fechar os cortinado,dei passos para trás,não dei-
xei de me sentir arrepiada!-Quem é!?O que quer?-Falei sussurrando com medo,algo estava presente,querendo vir a terra-E você?Quer falar comigo novamente?Como
pode me encontrar aqui?-Quis saber,e nisso ouvir sua voz novamente.

'Saia,saia em direção ao próximo bosque,sabe que nessas Terras há muitos bosques Lilith,preciso descer do patamar que estou!Não posso esperar mais tempo!Não ao
saber do perigo que a cerca!'.

-Há!Não!Peça outra coisa!-Falei baixinho,e mesmo assim outra lufada de vento e ar foi sentida por mim,dei passos para trás novamente,e quando fui em direção a por-
ta,soube que estava prestes a fazer algo terrível! Saí andando silênciosamente pelo escuro corredor,chorosa,artomentada-Seu maluco!-Brami segurando o ar,no salão
da mansão abri a porta,o lur iluminava o lugar entrando pelas densas janelas.

No jardim,saí em direção as Ruas,meus pés descalços de encontro ao chão frio das Ruelas pela qual começava a andar.Ele romperá contato comigo enquanto andava,a
minha pessoa não sentia sua presença,sequer contato.Andava,andava a pé,as Ruas á essa hora da noite vázias,poucos carros passando.Tudo fechado,e nisso ainda
precisava saber o que ele queria comigo!

Demorou mais 1:00 Hr para eu encontrar a entrada e trilha para um bosque,o mais próximo,e ele era imenso! Meus olhos se encheram de brilho,sons de corujas ouvidos,
pulei o portão,quando dentro andei,muitas arvores,imensas arvores,o luar reluzindo por todo canto,folhas secas no chão de terra fina,perfumada,andei,andei,andei,nis-
so entrava mais e mais,caminhada pelas trilhas,adentro do bosque eu caminhava.

-Me chamas a esse lugar,o próximo bosque!O que quer!?-Gritei,agora eu poderia gritar,gritar alto!Nisso minha pessoa andava,chamava por ele,não entendi seu silêncio,e
esse processo continuou,porém,o inesperado foi a presença de tantas almas,esperitos querendo ajuda,não podia dar atenção,perigo!E fui,andei,ao fim de uma das imen-
sas trilhas cheguei a um imenso lago,a cachoeira caindo,luar pairando por todos os cantos,me sentei na margem,tentava afugentar os espiritos.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qui 17 Jun - 11:22:13

Tinha me deparado sozinha.Como compreender uma coisa dessas?-Cadê você?-Pedi para ele,perguntei,nisso aos poucos a presença das malditas almas vinham,
sabiam que alguém adaptado a entrar em contato com elas estava presente,mas como tinha raiva!Me mantive sentada,pernas curvadas,braços curvados sobre
os joelhos,queria fugir,ir embora,e quando me deu vontade de me levantar e voltar para meu lar,ouvi o maldito novamente,o seu novo chamado,as almas antes
sentidas,agora,artomentadas.

'Não vá!Precisa ficar,levar isso até o fim,e uma noite maravilhosa,eu sei,tivestes e tens uma vida maravilhosa,mas pelo que és,nã vejo grande coisa,a não ser o
terrível perigo'.

-Qual perigo insano?Em que patamar vive?-Clamei para ele me dizer,e nesse momento as vozes das almas fivaram atenuadas,quase chegava a ouví-las,mesmo a
contra-gosto continuei falando com ele,Redenção me parecia com medo,mas soube responder apesar de tamanha aspereza esperitual.'Não na terra,nem no céu,
ele existe,acredite,vivo a beira do céu'.

-Há!Linda reposta,o que mais?O que tens a me falar para que o traga a está terra?-Susurrei raivosa,olhava fixamente o lago,lustre de luar,encantador como meu
coração,apesar,de sofrido.Caláfrios quando senti sua força,seu cheiro,o contato tinha se tornado tão forte que quase podia trazê-lo a esse mundo,mesmo assim,o
meu medo me tomava,ouvi seu ofegar antes de responder.

'Me responda então:Por que,vocês humanos,tem medo?'-Pude assenti nesse momento de loucura,e nisso me deparei com uma resposta seca,falei bramindo no
choro que me tomava-Odeio o que sou,se és o que és,então venha sozinho Redenção-Ele riu secamente,não podia vê-lo nesse momento,mas claramente que a
sua pessoa se encontrava muito tristinho com tudo.

'Lilith,és o próximo corpo,o próximo receptâculo de Fera,sabe quem ela é?Suspeita e claro,mas não a conhece como eu a conheço,e isso que quero evitar,mas a
gente,seres superiores,não podemos jazer a Terra,sem permissão de algum humano'.

-Há!E isso?Em que sentido receptâculo?-Novamente silêncio,e aos poucos meu descontrole veio,raivosa pedi novamente para ele falar,me explicar,ouvi sua voz,o
ronronar de sua tristeza,cheguei a ouvir o som de suas asas batendo,achei que ele estivesse voando por algum lugar-Está voando mesmo?Por que?-Ele esperava
algo,nesse momento o riso veio aos meus ouvidos.

'Sim,estou voando,voando em direção a saída desse mundo aonde vivo,abra a porta,estou chegando perto,não deve saber até o momento,só que a protegerei,a
minha missão e está'-Pensei friamente,friamente no que deveria fazer,senti tormendo da pate dele quando algo o impediu,minha mente e corpo estavam fechados,
e sem falar na presença de tantos espiritos.

'Vai fazer isso?Deixa eu sair!Lilith,não posso permitir que algo dessa natureza aconteça com você,entende?'-Me levantei,vi como as águas do lago se moveram,mui-
tos espiritos,inumeros!Arqueei minha sobrancelha,soava frio nesse momento,as densas arvores oscilando com o vento,desejava morrer,não queria permitir algo des-
sa natureza,jamais!

-Não sei se devo confiar querido,estou confusa-Ainda observava as águas do lago,nesse momento ele perderá o importante contato comigo,caminhei em direção a
uma arvore,me sentei encostada no tronco dela,pensava friamente,no que acontecerá,no que ele me falou.O tempo era devagante nesse momento,desse geito,a
insanidade me contaminava.

Eu sabia,sabia com toda certeza que algo deveria ser feito-Não devo saber ou sequer tocar o perigo,ele se preocupava mesmo?-As vozes dos espiritos que jaziam
no boque atenuadas,nisso soube,soube por eles,mesmo assim meu coração se partia em inumeros pedaços ao compreender o sentido das vozes,claramente que a
menção de minha palavra e voz,os fez responder desse modo.

'Triste destino,triste ser'-Lapso alheio de terror,meu coração bateu forte,preferia me encontrar no martirio do inferno do que fazer uma coisa dessas,mesmo assim
a menção do que eles falaram,tinha sido forte para mim.De pé,eu o fisguei-Maldito,verás,holocausto!-Brami aos ventos,não deixei de esticar minhas mãos a frente,
de fisgar ele,ele não respondia,sequer falava,mas se mesclava ao meu corpo.

Olhava fixamente para o vácuo,meus olhos fechados,a dor latente em minha pele,atenuado momento,ele percorria meu corpo-Compreende?És muito mau,ainda te-
nho que entender-Assenti quando ofeguei caindo para trás,cai sobre o chão,as folhas secas voando,o canto das malditas corujas sobre as arvores,e sem querer,eu
o vi,estava de pé,me fitava,meus olhos virados para cima o encarando.

-Imensa sorte estar aqui,não tenho como corresponder ou lhe pagar-Que terror!Chorei como criança curvando minha mão sobre meu coração,ele se curvou,deixou
sua mão-direita pousar sobre meu ombro-Lilith,você está bem?-Eu gria artomentada,suas imensas asas negras pairando acima de mim,imensas!-Não sei,estou tentan-
do compreender,como?-Ele sorriu,se manteve ajoelhado a minha frente.

Me tocou o rosto-Por que quis,só por isso minha amada,lhe garanto,nada e ninguém lhe tocará,nem um mau,está e minha missão-Eu tremia,seus vividos olhos enca-
rando cada detalhe de minha pessoa,sua outra mão pousada sobre o cabo da espada ao lado de sua cintura-Veremos,mas o que és?Pode me explicar?Quero saber,
e o minimo que pode fazer depois desta loucura!-Ele se ergueu,sorriu como o ser que é,unisona força.

Me levantei o encarando,o vento fazia as penas de suas asas,agora fechadas,se moverem delicadamente,ele olhou de lado,parecia que falava com algo,uma aura
paurava sobre ele,assim como eternamente pairará-Sou um ajo-demônio,digamos que a união de um demônio e anjo,união de ambas as forças,eu não pertenço ao
inferno,nem ao reino dos céus,se e que acredita neles,vivi em um patamar acima do que a sagrada Terra vive-assenti esticando minhas mãos,lhe toquei os braços,
os ombros,depois seu rosto.

-O negativo e positivo unidos,nunca foi ameaçado?-Qui saber,ele riu,quis me tocar,mas não permiti devido ao medo,nesse momento-Quase,quase ameaçado,mas o
mero fato deu ser um ser como qualquer outro,faz com que os superiores não me destruam-Segurava meu choro,o respondi secamente-Os superiores,entendo,todo
livre-abitrio dá nossa liberdade,desde que saibamos agir-Ele arqueou sua delicada sobrancelha.

-Não te preocupa,saiba que só você pode me vê,eu te amo pequena jovem,te amo desde que soube quem era,estou aqui por isso-Uni minhas mãos a frente,pensei
na união perfeita que ele era-Demônios e anjos,eles existem?-Ele ofegou,respirou profundamente antes de responder-Não posso responder por você,sei o que sei,a
resposta e prova dependerá de você-Sorri sem geito.

Mesmo magoada pode entender o sentido de suas palavras-Passo a acreditar,és a união de ambos,és o unico?-Isso o deixou pensativo,as palavras vieram diretas co-
mo trevas holocaustas-Quer saber?O unico Lilith,se eu morrer,for destruido,não existirá outro como eu-Chorei,tive medo!-Há,não!Agora não falas uma coisa dessas-
O sei riso veio,ele me pegou nos braços.

Saiu andando comigo pela trilha-Tens medo?-Falou sussurrando,meus braços curvados sobre seus ombros-Passo a ter,depois de anos,tenho uma grande companhia,a
Lilith,tem com quem conversar-Ele riu.A caminhada foi ardua até a saida.Não demorou para eu chegar na mansão,fiquei chocada ao me deparar com carros e viaturas
parados enfrente ao meu lar.Tia Isabel parada enfrente ao jardim,conversando com um guarda.

-Sim,senhora,entendo,estamos investigando-A presença de Redenção paraiva no ar,ao longo dessa volta ele sumirá sabendo que eu me aproximava de meu lar,mas a
angustia de Isabel era tamanha que me deparei a encarando silenciosa-Lilith!-Gritou ao atravessar a Rua,ela corria,alguns carros pararam,tinha chorado por alguns mo-
mentos-Aonde estava?Está maluca?-Gritou ao parar na minha frente.

-Qui sair,só isso!-Clamei temendo que ela atenuasse mais sua raiva contra mim-Nunca mais me faça passar por algo assim!-Pediu,os guardas olhavam,sabiam que o insa-
no caso de desaparecimento acabará,as viaturas saindo quando eles entraram,nisso voltei com ela,atravessando a rua,passando pelo jardim,entramos na mansão,ela se
sentou no sofá.

-Quando entrei no quarto e vi que não estava lá!-Me sentei no outro sofá,a mesa de centro pairando entre eu e ela-Entendo,fou imprudência minha sair e não ter falado-
Nesse momento ela me olhou,me fitou-Será que algo mudou em você?Quer mais privacidade,não é?-Assenti rindo,O que a deixou pensativa-Não,não e isso,tenha certeza-
E com isso me levantei indo em direção a escadaria,fui em direção ao meu quarto.

Ela iria descansar,eu precisava descansar.Entrei no meu quarto e me deparei com algo inesperado,uma pena negra encima da mesinha da penteadeira,a segurei,olhei os
detalhes-Mas por que?-Falei para eu mesma-Quando quiser me chamar,use isto-Ouvi ele falar aos meus ouvidos,desmaterializado de manteria até eu querer vossa presen-
ça,nesse instante fechei meus olhos,podia vê-lo.

O ser de imensas asas negras,alto,ávida pele,olhos me fitando,a plena visão de seu rosto.Ofeguei pensando,me direcionei a cama apagando as luzes e me deite,fechei os
olhos-Não vou a escola,preciso descansar-Era o que faria,e quis fazer,dormir,dormir,descansar,alma errante eu tinha adquirido ao longo desses anos,o que pensar?Ainda
precisava me organizar para algumas coisas,e seria na questão profissional.Assim que me acordasse pensaria nisso,estava na hora,até lá só descanso.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Sex 18 Jun - 14:40:37

De todo modo minha pessoa precisava realmente pensar sobre minha questão profissional.Admito que pensei nisso antes de dormir por que meu coração estava
dividido em duas aréas:Física ou Quimica,mesmo assim continuava pensando.No início da tarde acordei,o sol entrava frio pelo quarto,as cortinas oscilando com o
vento.Pensando refleti sobre tudo,mas algo me chamou atenção.

Me sentei sobre a cama,atenueu meus olhos sobre a mesinha da penteadeira-Não pode ser,mas por que ele faria algo assim?-Nesse momento me coloquei de pé,
segui em direção a mesinha da penteadeira.Naruralmente que minha pessoa assentiu esticando as mãos,olhei a pena,sua ponta molhada de gotas vermelhas,não
deixei de vê a escrita sobre a página de meu diário.

-Mas como ele sabia?Como Redenção soube que meu diário fica quardado na gaveta da mesinha da penteadeira?Sorri naturalmente e claro,mesmo assim minha a-
nálise foi a de que ele lerá meu coração,sorri com as linfas palavras escritas na página de papiro de meu diario de capa de couro,ele se encontrava aberto,a pena
jazendo ao lado,as gotinhas de sangue dele recentes.Continuava lendo atentamente,com toda atenção possível para que nada fosse entendido de má maneira.A
sua pessoa tinha sofrido materialmente e espiritualmente para fazer algo assim.

'Lilith?Boa tarde,sabe que fui ousado em escrever algo assim,estou feliz,muito feliz amada menina.Novamente lhe prometo que nada de mau lhe acontecerá,quan-
do em perigo me prometa que me chamará,eu a ajudarei.

Te amo jovem,te amo com meu coração não visto por ninguém a não você,até mais.

Assinado: REDENÇÃO'

-É o filho da mãe ainda assina em maiúculo!-Citei baixinho,fechei o diário,o quardei na gaveta devidamente lacrado,o brasão de um circulo e um dragão a envolvé-lo
estava lá,sinuosamente soube que passava a considerá-lo o símbolo de minha família.Olhei a pena,a peguei entre os dedos,senti a presença dele de imediato!Enten-
der algo assim,dessa magnitude me fez repender em muitas coisas.

-Preciso ir-Eu desejava saír nessa tarde,só pegaria a matéria da Escola ao voltar,sai em passos delicados pelo corredor,claro que tinha deixado a pena junto de meu
diário,ninguém mexeria lá,nem Isabel sabendo a existência dele o fazia.No salão de recepão da mansão me deparei com algo inesperado!Eu não compreendi quando
a minha pessoa visionará o lindo boqué de rosas negras e vermelhas encima da mesinha de centro entre os sofás.

Me sentei,estiquei a mão em direção ao cartão que estava entre as rosas,mas tinha sido estranho por que se não era para minha tia Isabel,para quem seria?Sorri,a
minha pessoa se surpreendeu com a assinatura pacata:EMANUEL.Céus,céus,pensei enquanto tomava coragem para abrir o cartão,fechei meus olhos por alguns segun-
dos e nesse momento a empregada entrou no salão segurando uma bandeja de prata.

-Seu café senhorita-Sorri ao ficar grata,mesmo assim me deparava encarando o cartão-Chegou está manhã,o homem que trouxe disse que era para vossa pessoa-Eu
entendi,olhei ela deixar a bandeja do café da manhã e se retirar para terminar de fazer o almoço-Comer café da manhã nesse momento do dia,ilário-Disse para eu mes-
ma,e tomando coragem deslacrei o envelope tirando o cartão.A escrita em dourado,tinta pignimentada de ouro,meus olhos se arregalaram conforme lia:

'Pode parecer atrevimento,mas por falta de tempo não disse,sequer tive coragem.És bonita,delicada,ciênte de quem é,acho que uma senhorita como você,não pode a-
cordar e não ter flores a sua espera.

E depois de muitos anos que eu mando flores para uma mulher,isso é,uma jovem e claro Mrs.Lilith Chariére.Espero que goste,desculpe por não ter dado devidas atenções
a uma dama como vossa pessoa,não és merecedora de tal descaso,garanto que na próxima estarei ao seu lado,conversaremos muito,por muitas horas.

Adorável vossa pessoa,minha filha Lucy comentou muito de ti apôs o termino da festa.Me despeço deixando abraços e imensos beijos.

Assinado:Emanuel'.

-Nossa,como vou responder a isso?-Nesse instante enquanto segurava o cartão e observava a bandeja com uma tigela de cereais com leite,e biscoitos ao lado,frutas em
outra tigelinha,pensei,francamente sequer tinha coragem de aplicar,desferir alguma resposta a isso.Mesmo assim tive que comer,tomar coragem,pensava,apartir desse
momento enquanto pensava na minha questão profissional,sabia que o mundo da física seria meu primeiro patamar-Quimica,será que vale a pena desistir?-Pensei dando co-
lheradas na tigela de cereais.

-Isabel chegará tarde,terei que pensar em algo importante para responder ao Emanuel-Ouvi a voz de Redenção em minha mente-Não e só isso,pense melhor Lilith,mas a
aconselho a tomar cuidaso querida-Sorri enquanto mordia as lascas de mais cereais na tigela-Entendo meu querido,eu entendo-Falei ao engolir,o sol banhava o salão,mas
eu queria calor,imenso calor.

-Como queria estar em alguma práia,e péssimo morar em um pais aonde se tem sol,mas o frio,o ar frio e gélido reina-Ouvi risos de redenção na mente,isso me fez arrepiar.
A sua pessoa sabia lhe dar comigo.Apartir desse momento minha pessoa sabia que nossa convivência ficaria mais estreita,ou seja,interligada,me levantei,sairia,sem dúvida
que minha pessoa se arrumaria,sairia para fazer algumas comprar-Preciso de um laptop para mim,sinceramente eu precido-Disse subindo as escadas.

E nisso fui ao quarto,me arrumei e em seguida sai as Ruas.Passando de loja em loja de informática tive a plena certeza de que o laptop que escolhera era perfeito:Cor pra-
ta,a tela de plasma fina.O atendente o colocará na caixa,depois dentro de uma bolsa,mas a fome era nostálgica.

Sai da loja,eu usava vestido vermelho de algodão até o joelho,botas também vermelhas,o sobretudo aveludado da mesma cor por cima,a faixa pendendo de lado,andando
pelas Ruas ouvia o som aterrador dos carros.Desejava ir a primeira lanchonete que conseguisse suprir minha fome.Atravessando o sinal ao segurar a bolsa a frente de meu
corpo olhei a imensa lanchonete a minha espera.

Entrei,me sentei em um dos altos banquinhos de mandeira a frente do balcão de mármore negro,os atendentes passando de um lado a outro,pedi batatas fritas,suco de fru-
tas e mais um sanduiche de pressunto,salada e queijo.A surpresa maior me acontecerá quando alguém me tocou o ombro,não quis dar atenção-Ascos,por que me chama,eu
mal o conheço-A voz veio rispida em resposta,o que me provocou arrepior devido a má educação.

-Não me reconhece mesmo? Lilith esteve ontêm em minha mansão-Virei meu rosto,corei de vergonha,o vento entrando,oscilando os meus cabelos-Emanuel!Pensei que fosse
outra pessoa-Ele assentiu me fitando de lado,se virou,me olhava em riso alheio,uma cena calorosa para minha pessoa-Entendo,és nova aqui,sem dúvida apesar desse anos,a
vossa pessoa não se adaptou por completo,não é?-Ri antes de responder.

-Não exatamente,só não confio em todas as pessoas-Ele arqueou sua sobrancelha,vestia um longo sobretudo branco,a camisa de linho negro por baixo,botões prateados,a
gravata de seda branca por cima da camisa,calça jeans negras,botas negras pesadas-Sim,é o que está pensando jovem,estou em pleno intervá-lo de meu trabalho-Deixei as
mãos assentirem enquando vi o prato com minha comida ser posto na mesa.

No mesmo instante veio o dele,começamos a comer,uma conversa alheia acontecia enquanto isso,a vergonha em relação as flores me tomava ainda.Depois disso ouvi o convite
de vossa pessoa para ir a sua empresa.O que não pude recusar,de modo algum pude recusar apesar do receio em ir.Ao saírmos nós direcionados ao carro negro,vidro fumé,eu
vi quando o motorista saiu para abrir a porta-Entre,só tome cuidado para não bater sua cabeça no teto do carro-Entrei me sentado no banco de trás,cruzei as pernas,ele segura
a bolsa de plático longa e negra com a caixa de meu laptop dentro.

-Obrigada-Ouvi ele falar quando o motorista fechou a porta,quando o carro deu partica ouvi ele ofegar,e nesse momento eu senti a força me tomar para agradescer pelas flores
alheias-Não era necessário,eu não entendi,não sabia que tinha ficado tão preocupado-Ele riu de lado,sua visão atenuada a frente,o carro traçava a corrida em direção ao prédio
a qual ele trabalhava,a empre a qual era dono.

-De nada Lilith,a muito tempo não faço algo assim,e como disse,mas se fui ousado demais,eu e que peço desculpas,mas bem!Não que tenha sido uma festa e claro,mas uma
reunião de conhecimentos e relacionamento-Eu ri do modo com que ele falava,e nisso,nesse momento me deparei silenciada com seu geito de olhar,ele piscou algumas vezes
e virou o olhar quando não conseguiu mais trocar olhares comigo.

A viagem acontecia,com 20 minutos chegamos,o carro parou enfrente ao estacionamento do prédio,deu a volta e se dicionou a garagem.Quando parou saimos,Emanuel fechou
a porta e o carro se direcionou para finalmente estacionar por definitivo entre os outros carros,tomando uma das vagas.Com isso tudo o que nós esperava era apenas um modo
de repensar no que tinha acontecido na noite anterior.

Terminado de subir os andares de elevador,saímos pelo corredor nós direcionando ao seu escritório,nós localizavamos no último andar,abrindo a porta me deparei com alguns funcionários
que organizavam alguns escritos,ele pegou uma pasta negra cheia de papeis,pelo visto estaria ocupado até o fim da noite-Não e um momento pripício-Pensei antes de entrarmos no seu
imenso escritório particular-Eles agiram,pensei que fariam diferente-Tinha acabado de me sentar na cadeira a frente de sua imensa mesa.

A pairagem dos prédios jazendo atrás dele,um homem de média idade,soube disso analisando cada detalhe de seu corpo,traços,tiverá Lucy muito jovem,mas quase um senhor
nesse patamar de idade-Ele me olhou apôs fechar a pasta,a colocar de lado-Ainda pensativa?Céus,fiz errado,não era para eu ter mandando as flores-Assenti movendo minhas
mãos a frente-Só surpresa,só isso!-Exclamei deixando claro minha posição.

-Tive Lucy com meus 20 anos,entende isso?Sua mãe,ela morreu de infarto muito jove,e algo que ela luta para entender,mesmo nos dia atuais,Lilith-Ofegou pensando por alguns
intantes-Não tenha medo,não precisa ter vergonha,e sobre Isabel?-Ele riu com a minha palavra-Uma linda mulher,uma linda e imaculada amiga,ela me ajudou,e muito quando eu
tive que aprender a cuidar de Lucy sozinho-Entendi ao fitá-lo.

Uma abertura de segredos começará apartir desse momento,conversamor durante o fim de tarde,todo início de noite!As horas se passavam,muitas coisinhas ele quis deixar para
o dia seguinte,isso pela minha presença,que conversa!Um modo de troca de conhecimentos e palavras jamais sentida por mim.Nunca pensei que um homem de idade matura como
a dele tivesse tamanho talento em me fazer ficar quieta,apenas ouvindo o que tinha a dizer.

Holocausto pensei quando saímos do escritório.Pensava em tudo que ele tinha me dito,me citado tema apôs tema.De volta para casa,na pacata viagem quis chorar,chorar por
algumas coisas que ele tinha dito,mas e claro que são coisas que não quero citar aqui,são profundas e marcantes demais em relação a sua ex-esposa morta por tal desastre de
doença.Durante toda viagem fiquei silenciada,as luzes da noite cintilavam enquanto o carro traçava viagem.

A bolsa com a caixa de meu laptop jazendo sobre meu colo,minhas mãos pousadas acima da caixa dentro da bolsa,o ronronar do carro pacato,quase silencioso.Ele atendeu a uma
chamada de Lucy enquanto jaziamos nessa volta para casa-Estou chegando,só vou deixar Lilith em casa-Nesse momento ele deslizou o célular tão fino,o colocou no bolso so sobre-
tudo.Quando o carro parou enfrente a mansão fiquei fria,gelei.

-Pronto,chegamos-Céus,eu não conseguia falar,pensava em tudo que tinhamos conversado-O que há?Está triste com algo?-Falou ao segurar minha mão-direita,a afastei,tive me-
do-Nada Emanuel,obrigada por tudo!Quem sabe o visite por esses dias,semanas,correto?-Ele sorriu,de curvou beijando meu rosto-Sem dúvida,vá para casa,tenha uma ótima noi-
te de sono,amanhã seus compromissos a chama de volta-Sabia que sim e nesse momento sai,o olhei dentro do carro,sentado no banco,suas pernas cruzadas-De nada-Nisso fechei
a porta,o carro deu partida,vi o veículo de afastando.

Quando entrei no salão da mansão,Isabel estava a minha espera-Aonde esteve?-Tive que rir,deixando a bolsa encima da poltrona me sentei ao seu lado-Passeando pelas lojas,
passei a tarde toda com Emanuel-Ela arqueou sua sonbrancelha-E desde quando ele tem tempo para isso?-Ri novamente,tinha me deitado de lado,cabeça pousada em seu colo,
ela fazia carinho em meus cabelos-Uma lanchonete,fui comer,e ele estava lá-Ela ofegou tomando ar-Céus,que loucura-Compreendi,e com isso um modo holocausto deu tentar me
aproximar daquele solitário homem e quase senhor me cativou,me tomou o coração.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Sex 18 Jun - 15:40:20

Meu coração chora as vezes,digamos que Emanuel foi meu primeiro amante alheio conforme o tempo aconteceu.Se passaram os anos,e mesmo assim nem uma
coragem deu,como a jovem que era,investir,digamos que deixar sobresair meu sentimento que se nutria ao longo desses anos.Eu tinha 16 anos na epoca que
o meu envolvimento com Emanuel ficará forte,digamos que unido.

Foi no mês de agosto que algo me tomou,durante todo esse tempo,antes de tudo acontecer,tudo que eu tinha desenvolvido com ele,era apenas uma amizade
forte,como pai e filha,algo que sequer se passava em minha mente,sobre Lucy?Uma jovem que percebia silenciosamente o que se passava em minha alma,isso
a deixava transtornada,por que sempre que conversavamos ao longo desse passar de tempo,sentia minha falta de coragem.

Mas nessa noite,antes dela sair da mansão aonde morava,disse-Lilith?Estarei a vossa espera,viu?Para com isso!Para de se martinizar,se for para estar lá,que
seja pelas 22:00 Hrs da noite,acho e digo que não quero ninguém com papai,a não ser você,seja sensata!Não poderei esperar mais que issom,querida,tenho
compromissos depois,tem que surpreender,e quando falo supreender,e armar algo que o faça cair,como se ele fosse tomado,que o faça enchergar quem vo-
cê e-E assim fechei a porta.

Como uma garotinha me sentei no sofá,deixei as pernas se curvarem contra mim-O que faço?Céus,por todos os seres do céu,o que faço?-Me questionava,não
pensava,me sentia tão aflita,tomada de dor,queria coragem,coragem de verdade para ir lá e tê-lo para mim-Será que e mau ter um homem maduro como ele?Não
entendo-Susurrava chorava.

'Não e mau desde que o ame de verdade,desde que respeite vosso sentimento por ele.Melhor ter uma pessoa vivida e madura do que algo incerto,Lilith'

Era ele,redenção falava,vi seu rosto no imenso espelho oval na parede do salão-Maldíto és,vens me persuadir como o louco que sempre foi-Ele riu,vi como seu
doce rostinho se atenuou em prece-Vá,siga o conselho de Lucy,ela pensa melhor que ti,terá um grande momento pela frente,seja a mulher que deve se tornar,
vocês,mulheres,são feitas para fazerem os homens felizes-Assenti me levantando,arqueando a sobrancelha.

-Objetos?-Ele riu novamente,riu de meu modo de citar,meu vestido de seda verde oscilou-Não,não isso,quando há felizidade,nada impede de ambos serem feli-
zes-Compreendi e mesmo assim voltei a me sentar,fiquei pensando,refletindo,sentindo a presença de Redenção,as horas passavam,uma profunda conversa se
formava entre eu e ele,tantos conselhos.

Depois disso fui tomar banho no meu banheiro no quarto,me sentia fatigada e claro,pensava em tudo,quando sai do box me enrolei na toalha,olhava a túnica
negra jazendo sobre a base da pia,estava prestes a dormir,eram 22:00 da noite,hora que Lucy disse que caso fosse,estaria a minha espera,me envolvia,nes-
se instante sai do banheiro,estava aflita,algo me tomava-Não posso desistir,o amo,se não o amo,tenho que tentar-Falei,e rapidamente me coloquei a me secar.
Cabelos,braços,pés,todo corpo,vestindo a túnica dei-me a escovar meus longos e lisos cabelos loiros.

-Maldito,o considero maldito Emanuel,se não for isso que eu seja queimada no inferno,no pleno inferno.

Repeti inumeras vezes,terminado peguei as chaves do carro de tia Isabel,ela não estava em casa,que me dana-se caso fosse repudiada por ele,mas iria tenta.
Fui pelo corredor quando apaguei as luzes de meu quarto,só vestida com a maldita túnica negra de linho e calcinha por baixo,o que fazer?Não tinha tempo,se a
minha pessoa deixasse para outro momento,a coragem iria embora.

A tinha agarrado e estava disposta a não desestir.No salão peguei o telefone,tive que ligar para Lucy-Estou indo,me espere nos fundos da mansão,por favor!
Preciso da garagem aberta,estou indo de carro-Ela ofegou tomando ar,ouvi do outro lado da linha-Sim,tome cuidado,venha com os farois apagados,papai ainda
não chegou,não tenho muito tempo-E nisso desliguei,apagando as luzes sai,fechei a porta e fui em direção a garagem.

Tinha noção de como dirigir,e iria fazer proveito,abrindo o carro ao entrar na garagem coloquei a chave no lugar,mantive os farois apagados,porshe negro,isso
me tirou o ar-Loucura!-Sussurrei bramindo-Cuidado-Redenção disse-Não me atrapalha-Pedi,e dei a para trás com o carro,quando no asfalto peguei a Rua princi-
lal,o sinal estava aberto,passei direto,os meus cabelos voando para trás,meus seios desnudos por baixo da túnica quentes,macios,senti conforme o ar transcor-
ria o porshe de minha tia.

E foi assim por toda viagem,foram 30 minutos até eu chegar,estacionar nos fundos da mansão de Emanuel e Lucy,as luzes acesas,ela estava a minha espera,eu
a fitei-Vamos-Ouvi ela falar,entrei direto na garagem,desligando o carro sai,ela me entregou as chaves da mansão-Toma,eu preciso ir,sério,preciro ir por que tenho
um estenso trabalho de faculdade para concluir,sabe que estou adiantando todo esse processo de estudo.

A abracei-Obrigada,tomarei cuidado-E nesse momento nós despedimos,ela saiu e me direcionei a frente da mansão,fechei o portão ao entrar no jardim da frente,
abri a porta,mantive as luzes apagadas,fechando a porta silenciosamente sai a procura,tive que verificar se Emanuel estava realmente fora-Bem!E como ela disse,
ele ainda está para chegar do trabalho.Deixei as chaves na mesa de dentro do salão,imensos sofáres negros forrados de veludo,o luar que entrava pelas janelas
detalhando essa decoração.

Subi até o 3° andar,a cobertura aonde seu quarto fica e bonita,luxuosa,me deparei com todo esse luxo:A varanda saindo para um pequenino jardim feito acima,o
quarto imenso,a cama de dorceu jazendo a minha frente,forrada com lençois negros,travesseiros macios,o cortinado branco oscilando nas janelas-Eu andava,eu
tentava absorver esses detalhes sinuosamente.

1° vez que deparava no quarto dele,me sentei sobre a cama de encontro ao espelho.Teria que esperar,esperar da forma mais maldita que se possa imaginar.Não
me segurei,apaguei quando me deitei de lado,se passaram 1:00 Hr até ele chegar,acordei com o som da porta do quarto abrindo.Vi sua figura entrar,me adiantei
em me sentar sobre a cama,com as mãos pousadas a frente-Emanuel?-Falei,isso o deixou assustado,não tinha me visto no escuro.

Ele acendeu as luzes,ficou me encarando com seus olhos arregados,como se tivesse visto uma aparição,me levantei caminhando em direção a porta,ele ainda sem
o que falar se adiantou sem se sentar a beira da cama,a sua parta jogada sobre a mesinha antes disso.Tranquei a maldita porta,me mantive de pé,braços cruzados!
O encarava friamente,minha perna direita curvada para cima-Demorou,compreendo,Lucy me ajudou-Ele ainda sem o que comentar-Como?Como assim!?-Gruiu ainda
choroso.

-Há,querido,tome cuidado com suas palavras,estou aqui-Andei a sua frente,ele me encarava estupefado,ofegou,bonito com suas vestes negras,tinha tirado o sobre-
tudo negro antes de entrar,ficado apenas com sua camisa de linho branco,tecido delicadissimo!-Quero apenas saber,me responda da forma mais sincera possível:Me
ama ou me odéia?-Isso o assustou,seus cabelos curtos foram acariciados por mim ao me sentar no seu colo,o fitava conforme minhas mãos se curvaram aos seus om-
bros largos,ombros rigidos.

Céus,um homem maduro,mas com um corpo jovial,perfeitamente magro e saudável-Não sei responder,e você?-Penso se o amo desde que mandou aquelas flores naque-
les tempos-Ele ofegou ainda choroso,sua voz saiu embargada-Ainda pensa nisso?Há,céus pequena,sou um fardado,um insano,acho que uma jovem como você,não che-
ga a vê,tanta beleza em um quase senhor como eu-O mandeis e calar,foi quando seus lábios tremeram que o beijei,seus olhinhos se fecharam,ele tremia,suas mãos se
grudaram ao meu rosto.

-Não precisa,não precisa-Bramiu delicadamente-Psiu,por favor!Não me manda embora-Pedi,beijá-lo me fazia ficar quente,meu corpo se aquecia,me curvando sobre ele
me coloquei a desabotoar sua camisa tão delicada,tão magrinho,seus membros delicados,os braços finos beijados por mim,pele macia como seda,aveludada,um homem
que sabia e soube se cuidar-Fique calado,quem sabe depois me mande embora,não é?-Ele riu-Não sei se terei coragem-Respondeu.

Se apoiou para trás,me mantive curvada a sua frente,ele me acarisiava os cabelos enquanto beijava seus ombros rigidos,largos,não queria um garoto!Por ser eu,poderia
acolher o primeiro e jogar fora,mas ele?Um homem cuidado,vivido,cheio de conhecimentos!Algo que uma jovem como eu procurava e queria.Fiquei nesse jogo até ele cair
para trás,suas mãos largas me apalpando a silhueta.O beijava com vontade.

Sua face corada devido a pele tão clarinha,os claros olhos me olharam quando afastei meu rosto.Há!Nada,não teria coragem de falar nada até eu concluir aquilo,o jogo e
feito que eu mesma demorará anos para tomar coragem.Abri seu cinto,o tirei o jogando ao chão,o despi,o despi com vontade,voltei a beijar seus ombros,suas mãos curva-
das sobre meu rosto,ele tinha cuidado,não queria me machucar.

Tudo silencioso,adorável!O som dos cantos dos passaros ecoando pela noite.Quando ele se colocou por cima de mim,desabotou minha tunica,beijou meus seios,eu gemi,o
meu rosto se movendo para trás-Céus,você sabe querido,te adoro,não poderia ser diferente,eu sei-Ele riu baixinho,apertei firme os feios de seus cabelos macios curtos,o
seu perfume marcante emanando pelo ar,fechei meus olhos enquanto eme mordia meus seios.

Eu estava tão quente que não suportava,suas mãos nesse momento se moveram em direção a minha cintura-O que espera?O que espera!?-Clamei ao olhá-lo,ao beijá-no
novamente,seus lábios macios de encontro aos meus-Não posso-Ouvi ele falar-Pode sim,não tenha pena,te adoro,estou aqui por isso-Respondi o beijando,o que fez ele
se encher de coragem!Quando ele se afastou,me coloquei por cima dele,ele que se manteve deitado,sua cabeça pousada no travesseiro.

O olhava,me curvei novamente,minha túnica aberta,só deixou sua coragem o tomar por completo quando o beijei,quando gemi sussurrando em seus ouvidos.Finalmente
unida a ele,meu amado Emanuel estava comigo,apartir desse momento holocausto sabia que não tinha mais volta,soube que gostava dele,uma noite maravilhosa tinha i-
nicio ai,nese momento,se virando por cima de mim,ele me beijava,um ato maciço de amor,acariciava suas costas largar.

-Não faça diferente-Pedi enquanto o beijei novamente,penetrada,unida a ele,assim foi ao decorrer de longas horas,sofri por vários momentos lhe arranhando as costas,o
seu gemido marcante sendo engolido e silenciado pelos meus beijos,o tecido de minha túnica aberta por ele amassado,ao fim de tudo,eu me encontrava amassada,cabelos
desgrenhados,ofegante.Tadinho,penso nisso enquanto descrevo isso,o olhava,meus dedos deslizando pelo seu rosto delicadamente,mordi seus lábios em resposta a mais
alguns beijos,ele devagou passando a beijar meus ombros,seios.Um homem adorável,luxuoso,mas cheio da pacata simplicidade que eu procurava.Quem derá se o destino
não continuasse sendo tão injusto comigo,mas deixe-me continuar.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Sab 19 Jun - 13:51:25

Acordando na manhã seguinte me deparei sozinha,isso me provocou medo,atenuei meus olhos ao abrí-los,nesse momento ofeguei,só o que restava era
as roupas dele presente,jogadas ao chão.Pelo visto alguém jazia no banheiro do quarto.Atenuei meus olhos delicadamente,me desbrucei pela cama,ain-
da despertando me levantei,o sol frio da manhã banhando e iluminando o quarto.

Cheiros de flores pairando no ar,mas jazia de fora.Atenuei meu andar em direção ao banheiro,será que ele me odiaria?Meu susto passou ao saber que a
sua pessoa estava lá,o que me deixou feliz.O som da água caindo,abri a porta do banheiro,a fumaça saindo do boz de vidro liso e escuro(Fumé),pia feita
de mármore negro,que detalhes insano,minha túnica amassada,aberta ainda,admito que tinha sido descuidada o bastante para sequer tirá-la,apesar dele
a ter aberto naquele impasse de desespero.

Eu ri silenciosa,gradualmente fechei a porta do banheiro,olhei o imenso espelho acima do banheiro,sobre a pia(Sua base) inumeros frascos de perfume,gre-
me para pele,tudo isso,delicioso saber que ele é uma pessoa cuidada,ele tomava banho,vi a toalha pendurada na parede do boz,e nisso deixei a minha túni-
ca deslizar pelo corpo,caindo ao chão.

Desnuda consegui anbrir o box afastando a limpida porta de vidro,ele estava lá,tão desatento que não percebeu,o som deixará minha entrada imperceptivel.
Deixei minhas mãos se curvarem sobre sua cintura,isso o fez parar,a espuma caindo pela suas costas resta-Bom dia,acho que não preciso ir embora,correto?-
Ele riu baixinho,se virou,inegavelmente maravilhoso quanto o beijeil.Tomariamos banho áli mesmo,eu precisava disso,principalmente depois de minha loucura.

-Vou embora depois,não se preocupe-Lhe disse conforme o beijava,ele afagava meus cabelos e o tempo correu,aconteceu.Pensei que ele me odiaria,quando
soube que o porshe de Isabel estava na garagem quase enlouqueceu,e isso enquanto se secava no quarto-Lilith,não pedi para que agisse dessa maneira,ela
sabe?Imagino que ela deva estar desesperada-Eu ri,me mantinha sentada a beira da cama,graças que tinha me vestido com a túnica,penteado meus cabelos
e calçado minha sandália pacata.

-Sim,entendo,mas não fica enjuriado,acho que poderia ter escolhido momento melhor e claro,mas Emanuel! Saber que ficaria triste comigo,seria injusto,tudo
por ter demorado meses para tomar coragem.

-Entendo que sim,mas céus! O que vou falar com ela? Coitada!Me considerá um maldito,eu sei,imagina quando ela me olhar,mas bem!Não injusto,com toda ra-
ção Isabel pode reclamar.

Holocausto,pensei,friamente me levantei,ele acabara de pegar sua calma,hávia camisa e sobretudo para ele se vestir antes de sair-Sabe!Poderia ter sido dife-
rente,não desssa forma maluca que fez-Ele estava certo,sabia disso,e desse momento fiquei silenciada,ele se vestia:A calça negra de corte clássico,sapatos de
cor negra,camisa azul-marinho,o sobretudo negro por cima,linda faixa pendendo de lado,e nesse momento penteou seus cabelos rapidamente,estava atrassa-
do.

-Aonde está Lucy?-Quis saber,eu ri caminhando ao vão da porta do quarto,cruzei meus braços ao me encostar na borda-Ela saiu,foi para faculdade,sabia que eu
estaria aqui-Ele arqueou sua linda sobrancelha,que encanto aos meus sinuosos olhos-Precisaremos ter uma conversa depois,eu e ela-Sabia que sim,ele faria isso,
e desse modo pedi-Não faça nada contra ela,ela me ajudou,é muito!-Exclamei em resposta.

Com isso ele saiu ao pegar suas chavez-Vai ficar?-Disse que sim,ele me fitou uma última vez-Coma algo antes de sair,e por favor! Pegue um taxi,não seja louca
de sair dirigindo por ess Cidade,Lilith-Preocupado?Não sabia,mas ri diante dessas palavras-Pode deixar,vá tranquilo,depois conversamos-E nisso ele saiu,o chei-
ro de seu marcante perfume pairando no a,devaguei olhando para o teto,movi o olhar para a cama desforrada,amassada pela gente.

-Sou maldita,eu sei-Citei silenciosamente,e nisso quis dormir mais um pouco,com isso me deitei-Tome cuidado Lilith,me preocupo-Redenção agia como um pai,isso
me irritava nesse momento-Não agora meu querido,depois,quero descansar antes de ir embora-Ele riu,mesmo assim manteve sua presença.Dormir por mais algu-
mas horas,só sai da mansão as 14:00 Hrs da tarde,isso apôs ter forrado a cama e pego uma bela maça na gesta na cozinna.Entrei na garagem,passei as chaves
no carro ao entrar.

Dei saida,quando nas Ruas,eu pensava,uma mão no volante e a outra mesclando a maça para as deliciosas mordidas-Eu gosto dele,agora eu sei,eu o amo,será
que valerá a pena?-Pensei falando e me questionando-Sabe que sim,gosto dele,será um pai entanto para seu filho-Assenti diante das palavras de Redenção,eu
não compreendia,mas absorvi-Já pensa nisso?-Demorou,mas ele respondeu,o porshe corria a alta velocidade pelas Ruas quase vázias-Sim,o escolheu,correto?O
que esperar do tempo caso mantenha esse caso e amor por ele?-Sorri,mais uma mordida na maça.

-Que seja,gosto dele,valeu a pena,o conheço melhor-Ótimo saber que mesmo estranhando o acontecimento,redenção compreendia a questão,e nisso mantive a
velozidade do porshe,meus cabelos jogados para trás pelo frio vento,uma volta maravilhosa,eu sei,mesmo assim temia que Isabel estivesse em casa,me vê che-
gar com seu porshe seria declaração de guerra,questão dela ainda não me considerar aptar a dirigirir tal veículo,mas eu adorava,dirigia maravilhosamente,minhas
mãos pousadas sobre o volante e assim foi.

Não demorou para eu chegar,que maravilha,ela não estava em casa,tudo fechado,sorri,o portão de abriu,entrei indo direto para a garagem.Quando estacionei a
minha pessoa saiu,fechou o veículo e se direcionou a entrada da masão.Abri a porta,tudo silencioso!-É,ela foi trabalhar e agora eu preciso sair para meus compro-
missos na escola!-Redenção riu,tive que ligar para minha escola,sem dúvida háviam estranhado.

-Por favor!Estou indo,desculpem o atrazo-Disse ao telefone,e nisso a resposta da direção-Sua tia ligou avisando,estavamos a sua espera,até mais-Mais tranquila.
Mas antes disso um almoço cheio de proteinas e carboidratos,meu corpo precisava.Háviam separado para mim antes de sairem,pegando a bandeja na mesa da co-
zinha fui direto para o quarto,me sentei na mesinha da menteadeira.

Abri a gaveta e tirei meu diário,lá estava a pena,precisava de todo modo escrever,o prato com salada de tomate e alface-americana,lentinhas,arroz e frango as-
sado jazia na bandeija ao lado,e nisso desferi a ponta da pena sobre meu anti-braço,as gotinhas de sangue vieram,Redenção hávia me dado essa pena,claro que
faço prol do uso dela.Eu passei a escrever,algo sinuosamente aspero para meu modo de pensar,isso sobre o assunto,com meu próprio sangue,o que leva as pala-
vras a serem sagradas:

'Lilith Chariére se sente estranha,esperava que ele me renega-se,mas compreendi,o amo,e como pensei,eu o amo de verdade.Um homem maduro como queria,eu
volto a repetir!

Lilith Chariére prefere um homem mais velho e bem cuidado,do que algo para jogar fora,a doce Lilith Chariére não será de qualquer homem.Desenvolvo sentimen-
to por ele,o querido Emanuel merece tudo,assim como eu,gosto dele'.

-Há,quardarei essas palavras,e ficarei de olho nele-Assenti respondendo ao Redenção-Nem tente!Quero mantê-lo fora disso tudo,viu?Só me avisse quando ele es-
tiver em perigo-Ele riu-Pode deixar-E nisso me coloquei a me arrumar:Escolhi uma calça jeans justa negra,um pá de ténis negros,colocando essas peças de baixo,a
camisa vermelha foi escolhia,de algodão,alças finas,ajustada ao corpo,o sobretudo da mesma cor por cima também de algodão,coloquei luvas negras,apesar de sol,
o cruél frio reinava.

Peguei minha bolsa de lado feita de algodão sedoso(Negra),o meu amado broche enfeitando ao lado,saí,precisava mesmo me adiantar,já tinha perdido algumas au-
las e se fosse,pegaria todas as matérias me mantendo em dia e claro.Estar no Colégial,principalmente na minha condição era e sempre foi uma tarefa ardua,isso
por que todas as aulas sempre foram puxadas,estava indo,apesar de nervosa por estar em uma época importante,eu estava indo.

E desse modo saí da forma mais simples possível,ageitei meu gorrinho na cabeça-Que frio!-Falei ao passar pela Rua apôs fechar a porta.Indo pela Rua procurei o
ponto de ónibus mais próximo,que me dana-se,não podia perder mais tempo,dei sinal chegando ao ponto-Graças!-Exclamei,subi-Ajuda senhorita?-O motorista fa-
lou,e nisso deixei o dinheiro da passagem trocadinho para ele-Não senhor,mas obrigada,viu?-Ele riu,pôs não-E nisso ele fechou as portas movendo a mão pelo bo-
tão,pegando no volante acelorou,fui me sentar,esperaria a chegada.

-Bem que ele falou,viu?-Poderia ter escolhido um momento melhor,mesmo assim,tinha válido a pena,eu ri de lado,imaginava o rostinho de Emanuel em minha mente,
adorável,isso sim,nunca me esquecerei dele,isso jamais,algo que quero deixar claro enquanto dou continuidade.De todo modo tudo acontecia,tudo caminhava,desci
do onibús quando ele parou enfrente a minha UNIDADE ESCOLAR.Sai quando dei sinal,alguns conhecidos estava enfrente ao portão.

Quando me viram do outro lado da Rua me chamaram-Lilith!Está maluca!Não veio,mas por que?-Um colega perguntou alto,aos gritos,atravessei o ponto,e quando
eu me encontrei com eles,entramos-Teremos mais quatro aulas,saíremos um pouco tarde-Diseram-Imagino,não poderia deixar de vir,preciso da materia,isso tento
resolver depois-Alguns riram,andavamos pelo pátio,e nisso entramos,o imenso corredor a nossa frente.

-Pode deixar,depois lhe passamos,não e muita coisa,e só tirar xerox e levar para casa-Me odiava nesse momento,um pouco perdida nesse dia,mas depois sabia que
iria me reorganizar.Em pensar que poderia ter acontecido algo pior,subiamos pelas imensas e luxuosas escadas de másmores,no 3° andar entramos,passando pelo
corredor fomos direto a nossa sala de aula.

Não queria imaginar mais nada,absolutamente nada!E as horas se passaram,o pior,meu coração batia forte,temia pelo que Isabel diria ao conversarmos,mas sabem
o que aconteceu apôs chegar as 19:00 Hrs em casa?Não falou nada,tudo que soube foi que ela conversará a tarde toda por telefone com Lucy,muitas coisas tinham
citado,conversado.

Devaguei me sentado no sofá quando ela me disse,de pé,braços cruzados,andando de lado a outro na minha frente,fiquei tontinha,mente turva,ela me dizia tudo,
palavra por palavra do que conversaram,e quando terminou depois de 1:00 Hr de valatório,concluiu-Lilith,foi injusto,por que não outro?Não tem medo de machucar
o pobre coração de Emanuel?O que fez ontêm indo lá,foi aterrador,digamos que macabro,entende?-Eu ri,tive que responder a altura-Não,sinceramente não,e como
penso-Prefiro algo melhor,não algo para jogar fora,sei que parece impertulância minha,mas e assim que penso-Ela atenuou sua sobrancelha.

Lindo vestido branco de lã fina com faixa negra atada a cintura usada,a sandália linda,baixinha,cabelos soltos-E isso mesmo?Mas sabe que poderia ter sofrido um sé-
rio acidente ontêm,acha que sou tão rigida assim?-Eu ri novamente-Sei que não,mas precisava fazer por mim mesma,e sim,e isso,se quiser me expular,pode me expul-
sar-Ela ofegou emanando tristeza,mas compreenção.

-Hál,sobrinha insana,me faz triste,mas entendo,pensei que gostasse mais de luxuosidade,mas passo a ver que não,tens a simplicidade que nunca tive-Ela andou a
frente,parou me fitando profundamente-Mas isso não quer dizer que seus ensinamentos acabaram,eles só começaram-Proclamou,ofeguei daindo para trás,encos-
tando-me melhor sobre o sofá.

A noite séria longa,eu sabia,por horas a fio conversamos,ela me deixou claro muitas coisas,temia que minha pessoa não entendesse melhor o perigo de Fera,algo
que não conhecia na hora-Não fale com ela,não sei,não sei se acontecerá,mas não lhe dê atenção caso ela veia falar com você-Arqueei minha sobrancelha,pensei
friamente enquanto a olhava sentada no outro sofá do outro lado.

-Inquietude mulher,sinto isso em ti-Ela assentiu silenciosa,e ficamos nessa troca de olhares,o tic-tac do relógio ouvido,eram 23:00 Hrs e estava faminta,nisso levan-
tei-me para jantar,me direcionei a cozinha,ela ficou no pacato salão pensando,refletindo,me acompanharia depois,mas precisava refletir,me sentei á mesa,vi como
o prato estava belo essa noite,nossa empregada antes de ir fizerá macarronada italiana ao molho de frango desfiado,sala na tigela de lentilhas e tomate,azeite no
frasco,suco de frutas para eu,vinho para Isabel,comecei a comer,refletia,pensava-Ela está certa,pense melhor-Mandei ele se calar,redenção sabia que Isabel tinha
a razão áli,e nisso pensaria.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Sab 19 Jun - 14:54:02

Só que um dos meus piores terrores aconteceu quando completará meus 18 anos.Céus,tinha feito três meses que entrará na faculdade de Física.Estava feliz,imensamente
feliz,mas não esperava pelo golpe aterrador que viria a acontecer naquela maldita 4° Feira no mês de maio.Era uma pacata manhã,eu tinha acordado,e nisso ofegado por-
que sabia que um estenso trabalho de estágio teria que acontecer,ser concluido.Joguei o maldito despertador de cor metalica contra a parede.Admito que eu estava feliz
com Emanuel,durante essas últimas semanas tinhamos nós encontrado várias vezes.

Tia Isabel tinha saído,e sabe o que fizerá da forma mais maldita possível na noite anterior?Simesmente jogado ao envocar uma alma errante,dentro de mim,me usará como
receptâculo,o que fizerá ter três horas de trabalho para me livrar da maldita alma!Ma bem!Caso alheio,mas que me deixará furiosa.Entrei no banheiro,fechei a porta,as pe-
quenas janelas abertas,me olhava no espelho,me deparei com uma jovem mulher que acabará de entrar em sua maturidade,densos cabelos loiros e lisos,olhos azuis gélidos.
-Há!Como está horrivel nesse despertar-Disse.

Eu ri,ofeguei bochejando,e quando me deparei com o reflexo de Redenção no espelho dei para trás,infernos,ele tinha se materializado,mas por que?-O que quer?Não falei
para me procurar nos momentos propícios!?-Ele estava triste por algo,eu não entendi,olhei seus frios olhos esverdeados nesse momento,o anjo-demônio de pé,braços cru-
zados,o encarei por longos segundos,segundos que me pareceram intermináveis.

-Há,querida,lamento,pena que foi descuidada,mas teu corpo não suporta mais,não entende?-Arqueei minha sobrancelha,dei passos a frente,mesmo assim ele não falava,a
minha pessoa vestida com uma calça branca de algodão,camiseta também branca(Vestes classicas para dormir)-Como assim?Me fala!-Pedi,e mesmo ele não respondeu,só se
adiantou em segurar pousar suas mãos sobre meu rosto,ele me segurou pelos ombros quando senti algo me tomar.

-Cuidado,falei que anda descuidada demais!Seu corpo não suporta tanta coisa assim-Ouvi ele falar,céus,eu não sabia,sequer tinha me progrado,não sabia ou sequer tinha
a mínima suspeita de que eu estava esperando um bebê de Emanuel e o perderá daquele modo pacato,simplesmente jazia nos braços de Redenção,ele mesmo contra minha
vontade tinha vindo,me ajudava,me segurava pelos ombros enquanto sangrava daquele modo.

Meu corpo agia,ele tinha se programado para expulsar a criança que considerava inoportuna genéticamente.A natureza agia,e mesmo assim eu odiava saber que tinha per-
dido o bebê daquele modo,os fortes braços de Redenção se moveram pela minha cintura,nesse momento conseguiu falar-Céus,desculpe,eu demorei para avisar-Será!?Não,
eu imaginava que não-Não mesmo maldito,você sabia,só não quis me deixar triste-E nesse instante minha mente apagou.

-Lilith!-O ouvi gritar,eu não estava mais em mim,só isso,se passaram horas até Isabel chegar,meio da tarde quando ela entrou no banheiro,me viu jazendo daquele modo ines-
perado,foi desse modo que ela me desperou-Lilith!O que acontece,o que acontece?-Grande e jovem senhora que saia aos berros pelo quarto,ouvi quando ela saiu a procura
de meu Aiphone-Infernos,viu!?-Proclamei,me virei encarando o teto,mãos pousadas sobre meus seios,mãos sujas de sangue seco,ofeguei várias e várias vezes de raiva,quan-
do ela voltou a entrar,qui saber,me ajudou a me levantar.

Jovem dama com saía negra de cetim e camisa justa do mesmo tecido e cor,sapatos de salto-O que tens?-Ofeguei ainda tonta,me encostei na parede,começava a tirar minha
camisa-Preciso de alguma medicação!Infernos!Perdi meu bebê-Ela me fitava,ingrédula ao saber-Tu não sabias?Não sabias?Descuidada!-Gritou chorosa ao se revoltar e saír,eu
entrei no box,deixei a água quente vir!

-Há!Adorável,precisava disso-Mesmo não imaginava,acho que se Redenção mesmo na hora,se não tivesse se adiantado,não estaria preparada pisicológicamente apesar da dor,
deixei meus olhos fitarem o teto,a água caindo pelo meu corpo,nunca tinha sangrado dessa forma,não como esperado!Não quis pensar,não quis sequer imaginar,só quando eu
saí do banho e que vi que a pobre Isabel tinha limpado todo chão do banheiro com minhas roupas.

Simplesmente se desfizerá das roupas,falou ao me vê sair,jazia sentada na minha cama,chorosa ao pensar-Céus,Lilith que loucura foi essa?-Exclamei ao responder-Perdi o bebê
que não sabia que esperava,meu corpo regeitou,foi isso-Seus olhos turvos me encarando-Hum...Emanuel,ele sabe?-Assenti ao procurar roupas limpas em meu armário-Como ele
saberia?Eu não sabia!-Disse firmemente-Ela assentiu ao se levantar.

-Desde quando?Duas semanas?Um mês?-Quis saber,ofeguei ao encontrar uma longa camisa verde de seda dentro da gaveta,peças íntimas como sutiã e calcinha,verdes como
a camisa-Acho que um mês,acho que isso-Ela ofegou novamente,estava nervosa,moveu seus delicados dedos pelos seus cabelos-Há,céus,se eu soubesse não teria feito aqui-
lo,falo de fazê-la trabalhar com a alma-Andei a frente,me vestia,tinha acabado de colocar a camisa,começava a abotoá-la(Botões de ouro).

-Hum...Como assim?-Ela me respondeu-E que só se pode sentir que uma mulher está grávida quando a alma finalmente toma conta do corpo,falo da alma que deve vir,acho que
não compreende-Assenti me sentando na cadeira da mesinha da penteadeira,comecei a escovar meus cabelos-Eu entendo,acho que nesses anos,me fez sofrer experiências pa-
ra não duvidar de tanta coisa assim,correto?-Ela se direcionou a saída do meu quarto-Querida vou providênciar algo para comer,desça,estarei no jardim aos fundos da mansão-E
assim saiu.

Ofeguei,respirei fundo,deixei a escova pousar sobre a mesinha-Será que eu sou tão fraca assim?-Me questionei,a voz embargada de Redenção veio,pelo visto ele tinha chorado
a maior parte do tempo-Querida,lamento,foi injusto,mas e algo a qual nem eu posso lutar-Me curvei sobre a mesinha,quis lamentar,mas não consegui-Há,Redenção!És chato!Me
considera por demais-Ele ofegou,o ouvi fazê-lo.

-Te amo Lilith,prometi cuidar de você,e facassei nesse 1° momento-Compreendi,apartir desse momento quis terminar de escovar meus cabelos,terminado coloquei uma calça negra
de algodão-Realmente nada mais do meu bebê jazia dentro de mim-Um mero pontinho dentro de mim,impercetivel-Proclamei antes de sair.Meu corpo doia,mas se retessava procu-
rando claramente se recuperar.Quando no jardim aos fundos da mansão,fi que Isabel me esperava,um maravilhoso chá tinha sido feito por ele,bolinhos doces na tigela.

-Está melhor?Liguei para lá,não virão mais,sei que se recupera,correto?-Ri secamente-Sim,exatamente-Estiquei a mão em direção a tigela,coloquei alguns bolinhos no pratinho,ela
se adiantou em colocar chá quente nas xicáras de porcelanas negras-Não fiques triste,terás outras changes,és jovem-Pensei,devaguei-Será que e por causa da maturidade dele?
Eu sou jovem demais para ele-Ela ofegou ao pousar o bulé na mesa.

-Pode ser,pode não ser,mas acho que não,Emanuel e um homem saudável-E pensei,devaguei,pensei no nexo da frase "SANGUE FRACO PARA MIM'.Céus,trovões ecoaram em mi-
nha mente,redenção se adiantou me falando 'Pode ser,já,que és o que és'.Meu coração bateu forte e nossa!Não sei descrever o momento,perguntei a doce tia Isabel se ela algu-
ma vez perderá um bebê-Sim,mas nessa época era jovem querida,ainda sou,mas já fico velhinha,né?-Eu ri apesar de chorosa,mas soube.

Eu mordi um bolinho doce,e nesse momento me dei a chorar,chorei muito,muito mesmo!Chorei por que que eu estava certa,pensará certo,entendi também por que ela apesar de
ter engravidado alguma vez,perderá o bebê."SANGUE FRACO".E chorava baixinho enquanto comia os bolinhos,lindo entardecer,correto?Mas jazia naquela verdade que me mágoa-
va,magoava por que fizerá minha 3° descoberta sagrada além dos ensinamentos dela,dados naquela época,e isso sozinha.

A de que nunca conseguiria ter filhos com Emanuel,por mais que o amasse,sangue fraco para mim,pessoa não pertencente a minha estirpe.Sofrido,mas necessário.E desse modo
foi durante todo chá,Isabel ouvia meu choro,quieta,silenciosa,queria falar alguma coisa,mas sabia que no fundo nada com que pudesse atenuar minha dor.Dolorido,mas sensato
eu mesma saber disso,desse secreto e sofrido conhecimento.

No ínicio da noite,estando sozinha em meu quarto,ele chegou,Isabel não se atrevou a falar de nada,ela tinha saído para organizar algumas coisas,eu resolvia sérios problemas da
faculdade,mesmo estando em casa,e lá estava ele parado na entrada do quarto-Está ocupada?-Sorri em resposta,lindo homem vestido unicamente de negro,se sentou na linda pol-
trona ao lado da minha cama,aonde eu jazia com o laptop no colo,sentada e encostada de encontro ao espelho,alguns diários de anotações fechados ao lado,lápis encima.

-Não,estou terminando,mas posso falar com você-Ele riu,o doce Emanuel não sabia do sofrimento que acabará de ter passado,mas escolherá um momento particulamente doloroso
para mim,e lovendo a mão entre seu sobretudo negro tirou aquela caixinha especial,seus olhinhos cintilaram,fiquei parada,o olhando,mesmo vergonhoso ele se levantou,fiquei cala-
da,o fitava-Lilith,Lucy está certa,por mais que eu tente reaver as palavras dela,ela está certa-Pisquei meus olhos por alguns segundos,tirei meus delicados óculos unicamente para
leitura.

-Como assim querido?Fale direito-Ele riu,se mantinha sentado a beira da cama,ao meu lado-Bem!Está em uma época importante,graças que consegui esperar,mas se quiser esperar
mais um pouquinho,alguns anos,tudo bem!Ma acho que é como Lucy pensa,entende?Estava cego para vê,mas quer casar comigo?Não agora,mas futuramente,pode ser minha noi-
va,se eu pensasse diferente,estaria sendo covarde-Pensei friamente enquanto o encarava,ofeguei ao sentir meu coração até então dolorido se encher de um brilho ofuscado pelo
recente e triste acontecimento,que preferi silenciar para ele,não quis deixá-lo triste.

-Hum...É isso mesmo?Querido e uma decisão entanto,eu sei,se for isso,eu quero,só mais um pouco correto?-Ele riu,eu mesma peguei a caixinha preciosa para mim,deixando o laptop
ainda ligado ao lado,a abri,lá estava,o delicado e fino anel com a pedrinha de esmeralda-E simples,eu peço desculpas,eu não pensei,eu,eu,procurei algo melhor na pressa,na angustia
de fazer isso,eu só encontrei esse anelzinho delicado que vi-Eu ri de sua falta de graça,ele corou quando o olhei,tinha acabado de colocar o anel no neu dedo.

-Que nada,não e?Pode vê riqueza em mim,mas não sabes de minha simplicidade,te amo-O puxei para mim,beijei seus lábios tão sedosos-Tem certeza?-Eu ri-Sim,eu tenho,tomaremos
cuidado-E o beijei novamente,afaguei seus sedosos cabelos escuros,suas mãos pousadas sobre minha cintura enquanto eu jazia sentada de encontro ao espelhor da cama.Uma deci-
são holocausta,mas amada por mim,e com isso uma fase especial começou,sem querer ao longo dos meses meu relacionamento com ele ficará tão aprofundado que me assustada,algo
que quero que entendam melhor,mas bem!E sinuoso como deves anotar Sara.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Dom 20 Jun - 18:31:02

Mas foi algo inusitado,mas assustador o que aconteceu apôs esse passar de mes,vou descrever isso antes deu descrever os preparativos para nosso casamento.
O que aconteceu apôs cinco meses desse pedido de noivado,foi que era ínicio de noite quando eu estava no labóratorio da faculdade,alguns conhecidos tinham a-
cabado de se retirar,e eu decidi ficar sozinha fazendo mais algumas analizes.

El relação a física eu queria fazer uma analise de pótons e movimento.As luzes estavam parcialmente desligadas,e nisso minha pessoa se apressou em voltar o fo-
co do olhar no visor do telescópio,eu usava jaleco branco,cabelos amarrados para trás,lá estava o maldido póton,tão minuscto,dando voltar e mais voltadas sobre
sua gravidade,um movimento minusioso,em falar que sofrerá semanas para ter esse direito.

-Céus,e curioso por que ele dá voltas e mais voltas em torno de sua própria e imaculada grávidade-Assenti mantendo o foco,e pegando a caneta ao lado deslizei a
mão sobre meu bloco de anotações.Tive que programas uma formula rápida para calcular a votla do póton,e o fiz,me mantive sentada no banco a frente do balcão.
Um bom telescópico eletrônico ajuda,e muito nessas horas.

É escrevia,anotava,demorou uma hora para eu conclúir minha anotação,e dessa forma o fiz,o fiz,o fiz.Quando terminado eu desliguei o telescópio,tirei meu jaleco
e o dobrando quardei na minha bolsa ao lado,também meu bloco de anotação-Vou repassar isso depois ao chegar,preciso ir embora,precioso descansar,comer algo
apôs esse dia inteiro aqui.

E assim foi,saí pela porta a fechando,quando na saída da faculdade deixei as chaves na recepção,nas Ruas me dei conta de que meu estômago não aguentava,eu
precisava muito comer.Apôs andar três quarteirões me deparei com uma lanchonete imensa-Há!Sanduiche natural-Disse para eu mesma,eu segui atravessando o si-
nal,usava camisa violeta de alças finas,calças jeans justas negras e botas pesadas,pensava friamente como de custume no póton,sim,como sabem!A física se torna-
ria minha vida através dessa decisão importante.

Entrando na lanchonete comprei meu tão sonhado sanduiche(Salada com queijo e presunto),sai novamente pelas Ruas,segui,queria andar,principalmente nessa noite
tão fresca,acalorada,algo que não é normal se tratando da onde vim.E assim fiz,comia o sanduishe enquanto andava,mas o que não esperava era esbarrar com aque-
le maldito marginal,tombei com ele,cai para trás,ele ficou me encarando,um homem loiro,alto,cabelos curtos,vestes negras,e não esperava que ele friamente me fitas-
se com essa profundidade antes de sacar aquela maldita arma.

-Cuidado jovem,acho que não e um bom momento para tombar comigo-O olhava,me mantive no chão,meu sanduiche mordido amassado ao chão,ofeguei enquanto o o-
lhava-Calma ai,não vai fazer essa besteira correto?-Ouvindo ele disse-Não sei-É algumas pessoas que antes passavam sem perceber pararam,o que o fez olhar para e-
le,neutralizadas pelo impacto da cena.

Arquando as mãos para cima disse-Meu nome e Lilith,qual o seu nome?-É eu estava muito nervosa,recentida por isso,injusto,mas foi nesse momento que olhei para trás,
eu vi a figura de Redenção atrás dele,as pessoas pedindo para ele baixar a arma,céus,ouvi quando um homem chamará a polícia ao celular,e mesmo assim o maldito não
desistia,mantinha a arma apontada para mim.

'Não faça nada Redenção!Não é o momento,pode provocar uma loucura aqui !'

Clamei por meus pensamentos,e desviei meu olhar para ele depois disso,ninguém o via,ninguém o olhava,o homem apontava a arma,deu três passos para trás,e nisso eu
fiz o mesmo,as pessoas clamavam,as sirenes da polícia eram ouvidas-Está maluco-Falei sussurrando,e quando ele deixou seu dedo deslizar pelo cano de apoio da arma,eu
não me esqueço do que Redenção fizera,sumirá no ar entre as pessoas,do nada o maldito andou para trás,seus olhos chamuscados de outra cor-Tirem isso de dentro de
mim!-Ele gritava,berrava de dor!

-Redenção!-Gritei andando a frente,sucudindo o homem,as pessoas se apressando em segurá-lo,foram quatro homemes que tombaram com ele ao chão,Redenção estava
dentro dele,percorrendo seu corpo,feridas apariciam em sua pele-Para!-Pedia,pedia aos berros,não queria que ele fizesse isso,não isso!-Cortes como láminas surgiram pelo
seu rosto,os homens o segurando-Segura ele!-Gritaram alto.

A arma antes tombada no chão foi pega por uma mulher,ninguém entendia como aquelas feridas surgia,a pele se rasgando tanto no rosto,braços,pernas!Vi isso pelas suas
roupas ficarem enjarcadas de sangue.Nesse momento soube que deveria ficar calada,o homem comaçára a se sacudir no chão,e aos poucos ofegou tentando levar sua mão
a garganta,ofegou,ofegou ao dar seu último suspiro,morrerá na minha frente,de todos os presentes,a pequena multidão se aglomerava ao redor dele.

-Nossa,olhe para isso!Esse homem e maluco,louco.Como fez isso consigo mesmo?Foi dificil segurá-lo,juro que por alguns instantes pensei que hávia algo dentro dele,mas
eu vejo que não.

Um dos homens disse,e nesse momento a polícia parou,muitos atenuaram seus chamados quando três policiais sairam da viatura.Eles me olharam ao fitarem o corpo-Está bem?-
Eu analisei seus olhares-Sim,eu estou bem-Nesse momento ouvi a resposta-Pode ir,resolvemos isso,sabemos que não você-Céus,não sei como a coragem veio,mas eu o fiz,eu
segui as ordens daqueles homens.Eu sem querer impulsionará Redenção a matar aquele homem!

Andava pelas Ruas,seguia,eu aguentava,chorosa eu segui,artomentada pela cena,peguei um onibús no sinal e claro,segui,saltando no ponto do lado oposto da rua a qual fica
a mansão,segui,atravesse as avenidas e entrei seguindo pelo jardim.O que fiz foi abrir a porta mesmo trémula,sofri para colocar as chaves na fechadura,na salão joguei a bol-
sa no sofá,ninguém e claro!-Que bom que ela não está aqui-Ofeguei.

Fui a cozinha,abri a geladeira apôs pegar um copo de vidro no armário,minhas mãos tremiam,pegando uma garrafa de água de vidro,enchi o copo,bebi vários goles,bebia e bebia
um copo atrás do outro.Foi assim até quando me sentei na mesa,as luzes acesas pelo Redenção-O que foi!?Basta!Você o matou!-Gritei,ele me fitava ao se manter de pé do outro
lado da cozinha,arqueou sua sonbrancelha-Insana!Tens piedade,ele iria matá-la!-Respondeu.

-Eu não pedi,eu não pedi-Falei bebendo mais alguns goles de água,pousei o copo na mesa,ele andou na direção da mesa-Tome cuidado,eu falei,não vés,mas atrai a atenção
de pessoas maldosas e não sente raiva-Me levantei-E deveria sentir?São humanos!-Ele riu,suas asas se abriram ao parar na outra borda da mesa,dei para trás-Não,são pes-
soas possuidas pelo mau,pelo mau,ganância-Ofeguei chorosa.

Desabei ao chão chorando,chorei!-Maldito,és mau,como pensava,és mau-Ele ofegou ao se ajoelhar na minha frente,seu rosto da furia a doçura-Lilith,eu te amo,cuido e quero
proteger você,são pessoas que não merecem o perdão-E nesse momento estiguei minhas mãos ao seu rosto-Se for assim,vá embora,o odeio-E assim ele se ergueu-Não vou,o
meu ser sabe que não quer isso-Me levantei,e nem sei como consegui e tive forças para desferir o corpo contra ele,vi o copo atravessá-lo e disparar contra a parede.

-Não pode me mandar embora-Citou ao aparecer do outro lado,peguei mais copos no armário,joguei contra ele,copos estalando contra a parece-Vai embora!-Pedia,chorava,eu
gruia de choro-Não vou,por que iria?Falhar com minha missão?-Falou aparecendo no vão da entrada na cozinha,suas asas agora fechadas atrás de suas costas-Pode me queimar?
Queime,e quem sabe vou embora-Cruzou os braços-Até lá,vou fazer por onde protegê-la,eu te amo Lilith-Concluiu.

Ofegando e sentindo cansada por ter perdido essa batalha com ele,me sentei ao arrastar uma das cadeiras da mesa,ele me fitou novamente,e dessa fez sentiu pena de mim.
-O odeio,se me ama por que faz isso?-Quis saber-Por que prezo vocês,a quem sente sentimentos-Frieza de sua parte,algo como justiça.E fiquei olhando para ele,sentada,de-
finhando em soluções.

-Para onde eles vão?-Ele respirou fundo,se manteve aonde estava-Para um patamar menor,de baixa evolução,aonde tudo queima,se destroi-Céus,meu coração doeu,minha
voz saiu rispida-E como sãem de lá?-E ele respondeu entre-dentes-Só quando há uma pureza maciça provocada e encontrada por eles mesmos-Me silenciei,meu choro sumiu,e
nesse momento pedi-Posso ir lá?-Sua fúria pelo pedido me doeu a alma-Não,estás viva,és mortal-Gemi de dor no coração.

E meu choro voltou a ecoar-Aceita isso para si Lilith,sua missão nesse mundo e se tornar o próximo corpo de Fera,quero evitar e vou evitar,não vou permitir esse destino tão
cruél para ti-Assenti o olhando furiosa agora-Maldito,minha tia,vocês!Falam dela,mas quem e ela!?-Ele ofegou novamente-Não deves saber,desves fugir,se manter longe dela,
e se ela vier,resista as tentações dela-E assim ficou,o silêncio aterrador que cairá entre eu e ele-Suma de minha frente-Falei com raiva,já,encostada na base da mes,braço pou-
sado sobre a borda.Mesmo choroso ele saiu,sentiu tristeza,sua imagem e presença sairám por completo e soube nesse momento que ele podia ser tão cruél como não imagina-
va ser,e tudo para proteger e evitar uma tragédia.

Agora deixe-me continuar,quero citar como foi preparativos para meu casamento com Emanuel,a viagem antes disso,como tudo acontecia.Céus,um dos poucos momentos feli-
zes que me restam,entende?Tenho isso gravado em minha mente com ardor,mas amor.É isso que quero deixar claro antes deu começar a desbrever.Por favor Sara,continue a-
notando e tenha plena atenção,se veio aqui a esse encontro saber,decirna com amor,deixe-me continuar.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Seg 21 Jun - 13:06:11

Na época eu estava com meus vinte anos,o completará a apenas uma semana,eu me encontrava no meu quarto,algumas custeiras me ajudavam.Lá estava eu de pé,minha
Tia Isabel me fitando,nesse momento me fitava no imenso espelho oval na parede que gravará minha imagem.As duas mulheres desferiam alfinetes pelo tecido,o vestido es-
tava sendo moldado no modelo tomada que caia,a calda não seria muito longa,meu vestido de nova.

Isabel me observava sentada a beira da cama,e nesse momento o tempo transcorria,era uma bela tarde de Domingo,dia ideal que eu escolhi para fazer isso,começar a esco-
lha do tecido.A cor do meu vestido era verde,uma cor diferente do tradicional branco,pura seda,era isso que desejava.E assim continuou,as mulheres tirando minhas medidas,
escolhendo o formado,e nisso disse-Isabel?Por que está assim?-Ela assentiu pensativa.

-Lilith,vai viajar mesmo?-Eu ri nesse momento-E claro que sim,iremos para Noruega,depois para um pais tropical-E nesse momento ela quis saber,quis atenuar todo seu conhe-
cimento-Uma viagem de quanto tempo?-Ofeguei,as mulheres continuavam colocando alguns alfinetes na borda do tecido-Duas semanas,eu não sei Isabel,depederá de minha
vontade-Ela arqueou sua sobrancelha delicadamente,como se isso se tornasse holocausto para ela-Entendo-Concluiu.

Será que ela se sentia frustrada com alguma coisa?Não sabia,eu penso friamente se isso aconceu com ela,o que percebi em seu olhar e que ela ficará triste com algo,e dessa
forma eu organizei meus pensamentos.Gradualmente minha pessoa pensou-Não se preocupe,eu juro que ligarei,não fique preocupada Isabel-E desse modo ela assentiu,quis
sair,pelo visto me esperaria salão.

-Lilith,qual tipo de renda escolherá para o busto do vestido?-Uma das moças quis saber,e o branco me veio a mente-Há!Acho que a delicadissima tira de renda branca cairia de
forma correta com a cor verde do vestido,a renda branca na altura do meu busto-É eu decidi nesse instante por não optar por véu,uma londa tiara prateada me cairia como lu-
va,a olhei quando uma delas vou pegá-a.

O detalhe fino,com aquela pérola ao centro,delicada como rosa,perfeito,uma tiara do geito que queria,como pedi,a mandei fechar a caixa e nesse momento soube que todo o
processo tinha terminado,o tecido antes envolto em meu corpo,tirado por elas conforme os alfinetes eram quardados.Peguei uma toalha para mim,me enrolei,e ao me sentar
na poltrona,soube-O vestido ficará pronto em uma semana querida Lilith,viremos entregar para Isabel-Ótimo!Já que provavelmente eu estaria em viagem.

-Obrigada! Confio em vocês-elas riram,enquanto isso continuavam quardando o tecido,tudo,e terminando se despediram,fecharam a porta com a maioria delicadeza possível,e
nesse momento devaguei,olhei para o teto,pensei-Céus,pela sagrada mãe,será que eu dando os passos certos?-E nesse momento me arrumei,peguei minhas roupas dobradas
encima da cama,e me vesti,um delicado vestido de linho de cor vermelha indo até a altura do joelho,sandália fininha,baixinha de cor branca,cabelos soltos,ajustel as alças.

Sai pelo corredor,no salão da mansão vi que minha tia acabará de se despedir das costureiras-Isabel?O que há com você?-Ela se virou,estava chorosa,seu longo vestido azul
oscilou com seus movimentos,vestido em estilo cigano maravilhoso,ela se sentou no sofá-Há,e que,sabe?Nem parece,tudo passou tão rápido que sinceramente fico triste,não
queria que se casasse,e tão cedo?-Eu ri,me sentei a seu lado.

-Que isso!Não fique pensando que vou deixar você,jamais Isabel-Ela ofegou,segurei suas mãos com força,beijei seu rosto,eu me emocionei-Olha,foi como minha mãe,acho que
até melhor mãe do que ela seria para eu-Ela riu de lado,seus olhinhos brilhosos,uma jovem senhora,isso sim,uma mulher que atingia sua maturidade-Valeu a pena?Querida valeu
a pena?-Eu ri-Sim,claro que valeu a pena querida-E nesse momento ela beijou minha mão.

-Entendo,fico feliz,sei que Emanuel saberá cuidar de você,ele e maduro o bastante para isso,Lilith,confie em minhas palavras-E desse modo me levantei,me direcionei a porta,eu
iria me encontrar com Lucy,ela que me clamará por telefone na noite anterior para eu escolher as alianças com ela,algo que nem Emanuel sabia-Ela a ajudará,Lucy e uma pessoa
maravilhosa,para seres aprovada por ela,e que passou pelas exigências dela-Sorri.

Sim,eu sei que sim-E ela pegou as chaves do carro encima da mesa de centro,caminhou e me entregou justamente a mim-Vá,tome cuidado,prometa que vai voltar cedo-Chorosa
ela ainda estava,tirou um lenço do bolço ao lado da silheta sobre o vestido-Entendo-Fechei a porta,fui até a garagem ao passar pelo jardim,entrando no porshe eu vi o bilhete a
me surpreender feito por ela:

'Querida Lilith,e seu,desde aquela noite em que fugis-tes para os braços de Emanuel,pensei,e sei,tenho outro,algo material e importante,mas não tão importante como algo que
só o espirito pode nós dar'.Asenti pensando e dei partida ao enfiar as chaves,sai com o carro pelas ruas-Céus,tadinha,espero que eu não a esteja chateando-Sorri sentindo meu
doce coração se encher de alegria,muita alegria.

Chegando a mansão estacionei enfrente,Lucy me esperada:Uma jovem mulher vestida de negro,saia de cetim,camiseta de algodão branco,salto alto calçada-Oi! Demorei,descul-
pe-Falei abrindo a porta,ela entrou,deixou sua bolsa no bando de trás,e assim dei partida novamente-Graças que chegou,vamos logo,papai não pode saber,ele desconfia,mas
não sabe que hogê escolheu o vestido,ele pensa-Ri de seu modo pacato de falar.

-Há! Emanuel e suas observações-Ofeguei falando,o vento emenizado pela velocidade baixa do porshe,e desse modo o carro transcorria as avenidas-Está com medo?-Lucu quis
saber-Não,sinceramente não Lucy-Ela riu de lado,sua imaculada pele corada sobre as maças do rosto-Acho que ao longo desses anos devo desculpas,deve me achar chata as
vezes-Ela riu sem graça-Não,sinceramente não-Concluiu.

-Sim e claro,és sensata demais-Sua face ficou rubra,corada,o rosado se acentuou sobre as bochechas-Sim,entendo-E a viagem continuou,Redenção a alguns dias sumido,isso a
minha pessoa não entendia,pensava nós motivos de sua grandiosa presença estar desaparecida por esses tempos.Confeço que minha mente atravessava o espaço e tempo que-
rendo achá-lo.

'Aonde está você?O que há?Me odeia,é isso?'.

E o carro roncava enquanto a viagem acontecia,precisamos chegar a loja,sem dúvida de minha pessoa arqueaou a sobrancelha,a não resposta de Redenção me deixou pensativa.
-Droga,o que será que ele tem?-Falei alto,Lucy quis saber-Falas de quem querida?-Eu ri,descaradamente eu ri,ri e muito!-Nada querida,apenas pensando alto-Ela riu em resposta-
Sabes?Quero que dê certo,papai merece depois de tanto tempo-Arqueei a sobrancelha,as minhas mãos moviam a direção delicadamente,com doçura digamos isso.

-Mantenha esse pensamento-Pedi em risos,e seguimos,seguimos,o chamado continuou,me sentia aflita pelo Redenção não responder.E conclui pensando que ele provavelmente es-
tivesse envolvido em algo importante.Desse modo a centelha de medo por algo ter acontecido com ele veio.Existem espiritos e seres maus nesse mundo,não podem ser vistos pelos
humanos normais,mas capazes de fazerem coisas terríveis! Tive medo dele está metido em algum problema a esse respeito.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Seg 21 Jun - 14:12:39

Céus,o meu rancor almento ao longo das três semanas seguintes.Eu e Emanuel tianhamos viajado,era noite,2° Feira.Uma noite maravilha tinhamos tido,háviamos chegado de um
jantar em um dos restaurantes mais pacatos de Copacanana.Sim,sobre o pais tropical,se trata do Brasil,o hotel aonde estavamos era imenso,eu me sentei a beira da cama por ter-
mos chegado ao nosso quarto na suite principal do apartamento.

A varanda imensa aberta-Céus,me sinto cheia,nunca comi tanta lagosta,entende isso?Tudo delicioso-Ele riu,Emanuel pegará um cigarro,o acenderá erguendo o isqueiro ao cigarro
em sua boca-Entendo,esperava que achasse esse lugar chato,que eu tivesse escolhido mal-Eu ri,não,não escolherá mal,adivinhará o que eu queria,calor,um lugar com muito calor!
-E quando pretende voltar?-Ele se sentou na cadeira á frente da mesinha de escrever-Sinceramente queria ficar mais duas,três semanas,não estou com vontade de voltar agora,eu
preciso respirar-Entendi,ri em resposta.

-Entendo querido-Ele não sabia,mas o que eu precisava fazer era sair novamente,e isso a procura de Redenção.Céus,ele estava cansado,muito cansado,tive pena,receio,um quase
senhor como ele,começara a sentir os efeitos do tempo,me levantei,me curvei me apoiando nos joelhos-Emanuel,está cansado?Quer alguma coisa querido?-Ele riu,deixou suas mãos
se curvarem sobre meu rosto,o cigarro sobre sua boca.

-Não,posso ter certa idade,mas o que não me cansa,entenda-Sorri,me ergui,o beijei quando ele se levantou,o beijei com vontade-Entendo,ficaria chateado se eu tivesse que sair?A
minha pessoa quer andar pela Cidade,por favor!-Ele arqueou sua sonbrancelha-Não precisa pedir,se tiver que ir,vá-Mas seria algo que só faria depois,o vi caminhar até o armário,ele
pegará um sobretudo de seda em tor turquesa,tom escuro.

-Estou de estomâgo cheio,isso me faz ter sono-Assenti indo até a saida,sabia que ele iria se vestir,descansar,sinceramente?Fechei a porta,caminhei pelo pequeno corredor,eu me
sentia com medo,temia pelo Redenção,ele que ainda não tinha aparecido.Na cozinha eu vi uma linda garrafa de vinho na geladeira-Vinho gelado,e disso que preciso-Falei,peando a
taça no armário,a enchi,fui a sala,me sentei no sofá pensando.

-Aonde está ele?-Sussurrei erguendo a taça a boca-Aqui-Alguém falou,assenti movendo meu olhar a frente,ele se encontrava parado,de pé encostado a parede,braços cruzados,a
minha pessoa pensou-Redenção,aonde estava?Me deixou preocupada-Falei baizinho,temia chamar atenção de Emanue-Não te preocupa,ele dorme agora-Atenueu minha sobrance-
lha,mas pelo visto ele se sentia triste por algo.

-Algo te entristese,mas o que?-E nesse momento ele andou,parou ajoelhando-se na minha frente,deixei a taça encima da mesinha ao lado do sofa-Lilith,tenho raiva dele,ele me toma
algo que almejo-O olhava,seus olhos verdes brilhosos pela tristeza alheia,suas asas fechadas para trás-O que almeja,Redenção?-Ele ofegou,eu ofeguei querendo saber,saber que ele
se sentia assim,que podia sentir esses sentimentos me destroçava-Há,céus,eu estou errado,sempre estive-Quando ao que?-Me levantei,o fitei conforme ele andou para trás-Nada,eu
quero que saiba que e nada-Arqueei minhas mãos ao seu rosto.

-Nada?Redenção podes sentir sentimentos como eu,como assim nada?-Ele riu de lado,céus,ele queria chorar,mas não podia emanar suas lágrimas,não um ser como ele-Desculpe pela
ausência,és minha mestra,e nesse tempo vi e descobri que não amar minha mestra-Me espantei,arrepior me percorreram o corpo,o olhava espantada,emanando meu medo-É isso?A-
cha que não pode me amar?Mas por que?-Ele ofegou,rua face corando.

-Lilith! Sou maldito,mais que nunca eu sei,estava refletindo,me sinto triste,meu coração espectral chora,querida eu te amo,e quando falo em amar e desejá-la em todos os sentidos,eu
me sinto frustrado,fracasso.

-Há! Redenção?És penicioso,entende?Eu,sua mestra?Nunca,que isso! Não o controlo,se o troxe para esse mundo e para que o conheça,que tenha liberdade,me ama?É sente o que é
amar,então sabe o que é mau,o que esse mau pode provocar a humanidade que vivemos.

-Sim,eu sei Lilith! E você?O que vê em mim?Um mero demônio-anjo,ou apenas um amigo?-Eu não soube como responder,me senti confusa,andei para trás quando ele andou a minha fren-
te,assenti o fitando amedrontada,eu tremia por estar confusa-Vamos Lilith,me responda,preciso saber,preciso saber para decidir se vou ou não embora-Ir embora?Eu chorei,não queria
que ele fosse embora-Eu,eu não sei querido,eu não sei lhe responder-Ele se silenciou,ficará mais triste.

Suas mãos pousaram na altura de minha cintura,ele me olhava,mantinha a plena atenção-Eu,eu,acho que não o odeio querido,te considero,e muito,muito pelas ajudas que me deu,-Ele
riu delicadamente,seus olhinhos se fecharam delicadamente-Então,então eu sei que valeu a pena,e continuará valendo a pena,novamente te prometo,cuidade de você,até o fim de tua
vida mortal,Lilith-Eu ri ainda nervosa,mas eu não esperava que ele tomasse a iniciativa de me beijar.

Pude sentir o quanto ele era rigido,tão espetral como o anjo-demônio que pe,o beijei,o beijava com vontade,pensava que não tinha vontade,mais eu tinha,meus pés se mexeram,eu ti-
ve a vontade de tirar a sandália conforme os movi-É isso que sente por mim?E essa resposta que tentou encontrar?Absorver em seu sumiço?Sua reflexão?-Ele ofegou,me olhava,suas
mãos pousadas em minha cintura-O pior que sim,queria que fosse diferente,mas é assim-Ele gruiu amedrontado.

-Lamento lhe provocar esses sentimentos querido,eu não queria-Ele riu-Não lamente não,eu sou culpado,culpado de nutrir esse sentimento,mas estou aqui,juro que vou cumprir minha
missão até o fim,de mantê-la afastada de Fera-Quis me beijar novamente,e me beijou-Quem e ela?-Novamente queria saber-Não queira saber,por favor,não queira saber,o terror que
pode destruir sua vida,uma maldição de Drarytha-Assenti,me sentei sobre o tapete.

Me deitei encostanto minha cabeça nos travesseiros,ele queria me beijar,eu permitia,e nesse impasse me pediu-Falas que nunca mais me perguntará sobre isso-O fitava,ele que se man-
tinha deitado sobre mim-Está bem!Se isso o deixa nervoso,com medo,preocupado,eu te prometo-Ele ofegou-Obrigada querida,assim será-Concluiu antes de me beijar novamente,Me sen-
tei,me deixei apoiar sobre meus braços curvados para trás-Céus,admito,és voraz-Ele gruiu baixinho,me segurou pela cintura,beijava meus ombros.

-Seu corpo,por favor,me ceda ele,deixe-me saber como és,preciso disso!-Quase gritou-Psiu!Ele está lá encima,Emanuel precisa descansar-Ele ofegou,me segurava,minhas mãos pousa-
das aos seus ombros,me deixei tombar para trás com ele sobre mim,desferi meus dedos pelo laço atrás de mim,ele puxou a fita de cetim,deslizou sua mão pelas minas pernas.Ofeguei,eu
pensava,pensava,mas não consegui mais pensar.

-Tome cuidado,não me destrua-Disse ao beijar seu rosto,afagar seus cabelos-Nunca querida,nunca-Eu ri,sentir seus beijos delicados pelos meus ombros era marvilhoso,quando minhas
mãos se moveram atrás dele,toquei suas asas fechadas,penas tão macias!Nunca imaginei que pudesse ser assim,e sua boca se grudará a meus ceios quando ele abriu a frente de minhas
roupas,ele mordia os mamilos,os chupava com vontade.

Não pude mais ficar deitada,me sentei,novamente meus braços se curvaram para trás me dando apoio,ele fazia isso me provocando um prazer que eu sofria para conter,queria explodir,
mas sofria para isso não acontecer,sofria de verdade,enquanto ele mantinha essas mordidas e chupadas vorazes sobre os seios cheguei até a morder meus lábios devido a vontade,eu
me segurava,só quando ele curvou seu braço esquerdo pela minha cintura e que senti o apoio.

Me deixei me sentar no seu colo,o beijava,minhas mãos curvadas sobre seus ombros,minhas pernas curvadas sobre sua cintura,ele me segurava,seu braço forte servia como um apoio
que eu não compreendia,um apoio inquebravel,uma força amedrontadora,sua mão deslizava pelas minhas costas,minhas roupas amassadas enquando jaziamos nesse impasse alheio,a
confissão me deixará amedrontada,mas quando cedi desse modo,soube que medo não deveria ter,apenas vontade.

-Há!Maldito,isso,mete esses dedos com vontade-Ele riu com isso,ele que com a outra mão livre enfiara os dedos no meu sexo tão humido,agora sim explodia com vontade,com imensa
vontade,sua boca atenuada a meus seios,uma posição deliciosa,ele sentado daquele modo,eu sentada contra ele com as pernas curvadas sobre sua cintura,mãos aos seus ombros,ele
que me enlaçava com um dos braços,com o outro fazia sua mão agir.

Foi quando meu rosto pousou sobre seu ombro-direito que senti a vontade,a exploção maciça,a exploção contaminante,meus lábios se abrindo,meus olhos fechados,quis chorar,mas
diante de um ato como esse não pude,apertava suas penas das asas fechadas atrás dele,e quando não senti mais a vontade ofeguei ainda abraçada desse modo a ele-És um dos pou-
cos em que posso confiar,queria entender-Citei ao me deitar de lado,ofegante,pensativa.

Eu respirava fundo,sentia meu corpo arder,arder de verdade por esse prazer,ele deixou sua mão me tocar o corpo conforme me olhava e se mantinha sentada ao meu lado-Enderá,a-
penas peça para que nesse momento não sofra-Há!Eu chorei nesse momento,olhei de lado,olhei para a pequenina lareira que continha a madeira que queimava-Acha mesmo?-Ele disse
com sincedirade-Sim,tenha certeza-E nesse momento o olhei-Então,e como pensava,sou maldita-Ele riu-Não Lilith,não és,só se mantenha longe de sua natureza e juro-te!Estará prote-
gida até sua morte,e eu virei te buscar para viver aonde vivi-Arquei meu olhar-Insano-Ele riu nesse momento.

-Nunca querida,apenas proteção-E nesse momento o puxei para mim,ele que se deitou deixando seu rosto pousar sobre meus ceios que nesse momento se encontravam quentes,eu
ainda me recuperava pelo orgasmo maciço provocado por ele,minhas vestes amassadas,abertas,ascos pensei-Me amas,eu sinto isso agora,me ama tanto que sofre por dentro-Ele não
respondeu,mas disse apôs alguns segundos em reflexão-Te amo a ponto de dar minha própria existência-Ofeguei,beijei seus cabelos ao lhe acariciar a cabeça pousada sobre mim.

-Entendo,e fico grata por isso-Mas era tarde,ele dormia,dormia devido ao cansaço,aproveitará esse momento para apagar,dormia contra mim,procurava sua paz apôs esses dias
sumido,refletindo.E nesse momento pensei-Valerá a pena?-Ri descabidamente pensando,a noite acontecia,e com isso as semanas se passaram.Sabia que antes deu partir para ca-
sa,o casamento já estava organizado.Refleti ao entrar no aeroporto com Emanuel-Tudo pronto,será marvilhos-Ele me olhou de lado-Será sim-E nisso devago,devago para uma pró-
xima fase de minha vida.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Ter 22 Jun - 10:42:52

Céus,eu e Emanueu pousamos no aeroporto,Lucy estava a nossa espera quando entramos no imenso salão do lugar.Emanuel a olhava,ele empurrava o carro com as malas que traziamos.
Ele a fitou,bonita estaca com seu vestido branco de cetim,perfeitamente ajustado na altura da cintura,indo até a altura dos joelhos,a sandália branca aos pés baixa,os cabelos soltos,o
sobretudo longo de algodão de cor negra por cima do vestido.

Ela acenou,Emanuel não deixou de sorrir em resposta-Graças que ela veio,como me sinto feliz,viu?-Eu ri também,pelo visto nesses dias que ficamos ausêntes ela estiverá muito ocupada
e desse modo vindo as pressas nos pegar,a observei conforme paramos na sua frente,ela tinha sua mão pousada na alça de sua bolsa de lado de cor branca,feita de tecido de algidão,a
sua observação foi minuciosa-Espero que tenham tido uma ótima viagem,sei que devem ter se divertido muito-Emanuel riu.

-Sim,eu sei que sim-E desse modo saímos em delicada caminhada na direção da saída do aeroporto,Lucy pegou duas malas,uma em cada mão,Emanuel também,peguei a última restante e
com isso assenti quando saímos,olhamos o carro a nossa espera,o motorista presente-Venha papai,quero que saiba antes de tudo que eu e Isabel sofremos,estamos arrumando a festa do
casamento desde que vocês,sairam-Ele riu,eu olhei tenuamente como o sol estava bonito ao estarmos do lado de fora.

Meu vestido se moveu,o vento delicioso,apesar de eternamente frio-Céus,como fez?-Eu quis saber,Lucy riu,deixou-se pensar,e nesse momento o motorista se apressando vindo pegar nos-
sas malas e se direcionou ao porta malas-Bem!Acho que deve saber como Isabel e impetuosa,Lilith,sinceramente sofremos,mas está quase tudo pronto-Eu ri,Emanuel se apressou entrando
no carro-Entendo querida,não me preocupo,sei que devem ter dado tudo de si para fazê-lo-Ela riu novamente e nesse momento quizemos entrar.

Quando o motorista fechou o porta-malas do carro,fechou as portas do carro,e nesse momento troquei algumas palavras com Emanuel,ele estava feliz,dava para vê,senti isso no ar,como
se ele se sentisse vigorado por algo-Papai,você está brilhante-Ele riu de lado com as palavras de Lucy-Acha mesmo?Céus,eu queria sumir dessa Cidade por um tempo,ainda bem que estou
bem,me sinto vigorado-Ela piscou os olhos por alguns segundos-Quando chegarmos,o levarei a mansao de Isabel,será lá,deves conferir como tudo está-Eu arqueei minha sobrancelha,não
conseguia imaginar como tudo deveria estar.

-Acho que a decoração deve ter sido feita da forma mais impassível,não e?Pode me exemplificar Lucy?

-Sim,e claro,escolheremos toalhas verdes para as mesas que ficarão no jardim,a comida será servida a todo momento para os convidados,será durante o dia,começará as 11:00 da manhã e
iremos até o fim da tarde,isso para não ocuparmos as pessoas e nem cansá-las,algo agradável,particular,para os próximos,detalhes brancos.

-Por que verde?-Ele voltou seu rosto a ela,graça que o carro derá partida saíndo do estácionamento,e Lucy falou-Bem!Isso e algo que Lilith explicará-Ele riu nesse momento,voltou seu olhar
para minha pessoa,nós três sentados no banco-É que meu vestido e verde,detalhes de bordado branco sobre o busto,renda sendo mais clara-Ele se expantou,deixou-se pensar para poder
me responder-Verde!?Céus!Pensei que seria tradicional nesse momento-Ofeguei em riso constante,falei:

-Entendo,mas verá,o me vestido e maravilhoso,fiquei gratificada-E assim seguimos a viagem,e novamente pensava:Será que aquilo que fizerá com Redenção era correto?Ofeguei,ainda me
sentia unida a ele,unida por aquele momento inesquecível,maldisto,novamente pensei.E desse modo minha alma e coração se preparavam para a festa,a comemoração alheia só nossa,foram
apôs dias de nossa volta que o casamento aconteceu,um fim de manhã maravilhoso como eu esperada,desejavam.

Muitas pessoas,50 ao total,pessoas que andavam pela mansão de minha tia,eu e Emanuel estavamos no jardim aos fundos do jardim,várias pessoas conversando,musica de boa qualidade por
todo lado,o instrumental perfeito,a gente dançava ao lado da picina pacata,o sol frio ilumando o lugar,as pessoas que comiam,bebiam do bom vinho,eu o fitava,fitava como seu rosto se atenua-
va sobre mim,suas mãos juntas as minhas.

-Tens medo de algo?-Ele perguntou-Não querido,não tenho-Ele riu,uma de suas mãos curvadas sobre minha cintura nesse momento,vestes clássicas negras ele tinha escolhido,lá estava o deta-
lhe da rosa vermelha no bolso de seu terno,corte tão perfeito que meus olhos tentavam encontrar algum erro,mas não aconteceu,o sol agia iluminando e atenuando o verde de meu vestido,e o
tempo passava devagante,delicado,o que eu queria.

Queria que o tempo parasse,isso me deixaria gratificada,entendam.O sol atenuava seus olhos azulados com esmero de algo maior,sua limpida pele clarinha,a face corada por estar pensando
em algo,e queria que a demora fosse maior,o sussurrar das pessoas não me irritava,sussurrar de conversa alheia,teve um instante que beijei seu rosto,e foi nesse momento que suas mãos
se curvaram atrás de minha cabeça,pusada sobre a nuca,tocar morbido de lábios,o beijei com vontade.

E nós mantivemos nesse impasse de dança lenta,a dança alheia para que o tempo parasse,não transcorresse e nós tirasse esse momento.Meu coração batia forte,imensamente cheio de algo
como SATISFAÇÃO.Entende o sentido dessa palavra? E assim continuamos,nós beijando,dançando ao compasso da musica lenta.As pessoas se mantinham servidas,e desse modo respirei,eu
me deixei assenti com o ressentimento alheio,perdoável.

Na virada da tarde para o início de noite,eu me encontrava sentada com Emanuel e Isabel na mesma mesa,as pessoas queriam ficar,se manterem naquele alheio momento de união.Ela estava
bonita nesse dia,não esqueço da cor turquesa de seu vestido de desa,o cordão de prata com o pingente de madri-pérola lhe caindo-lhe ao busco dos fartos seios.Uma mulher conserdada de lin-
das curvas,essa era a realidade.

-Há!Não digam que são tão egoístas a ponto de sumirem-Eu ri nesse momento,eu comia um prato com arroz e legumes,ensopato de carne,tinhamos parado e claro,eu me encontrava faminta
depois de tanta dança,apesar de deliciosa e lenta-Não,pensa diferente,Isabel-Emanue responde,ele que acendeu um cigarro perfumado,cheirinho de canela no ar-Entendo,mas mesmo assim,
eu espero algo diferente-Ele riu ao pousar o cigarro no cinceiro ao lado da bela taça cheia de vinho gelado-Há e claro!-Assentiu erguendo a taça em comprimento a ela no ar.

O seu anel no dedo anelar visto cintilando na luz,a pedra de rubi brilhosa apesar de pequena na frente do dedo,detalhe suberbo,os cabelos curtos cortados,repidados,ofeguei por algum instan-
te,maravilhoso seu olhar azul-Entendo,me prometa-Ele riu novamente,bebeu alguns goles de vinho bem gelado,ele gostava disso-solveu a tala cheia-Prometido-Concluiu ao pousar a taça na me-
sa,pegou o cigarro novamente,comi mais um pouquinho de comida,fome,muita.

-E você,querida?O que tens a dizer?Vai ou não morar comigo na mansão?-Assenti tossindo,eu ri quando passou-Há,Emanuel! Já pensa nesse detalhe?Meu senhor,deixe-mos isso para depois-E
desse modo ele riu-Há!Impetuosa Lilith,pensas demais-Sabia que sim,me foi servido vinho-branco,as pessoas andavam passavam pela nossa frente-Não pense que ela e lindinha,ela e gruél-Eu
assenti indagando Isabel,ela gelou,mas entendeu a graça alheia.

-Holocausto-Respondi,e ela moveu seu olhar,Lucy caminhava em nossa direção,sentou-se ao meu lado,a brancura do seu vestido me foi perfeito-Há,céus,pensei que seria menos complicado-O
insano Emanuel riu-O que lhe e complicado?-Ela o olhou-Cale-se,já,bebeu demais hogê-Ele sabia que,sim,só pela face corada me era percentivel,para todos,mas era um momento que ele esperou
por anos,e finalmente,chegou a ele.

Ao fim de tudo não me imaginava ao fim dessa noite,uma noite que mal começou.Quando na mansão de Amanuel,nós deparamos com algo maldito,em todos os sentidos,e eu rio nesse momento.
Eu tinha acabado de tomar um banho maravilhoso,me vestirá com minha túnica amada,a negritude do tecido me era encantador,me sentei na mesa na frente do imenso espelho,ele observava
um outro algo ao escrever em seu laptop,eu precisava pentear meus cabelos humidos devido ao banho tão esperado.

Céus,o fim da festa forá marvilhoso,as pessoas se despediram afoitas,querendo mais,alguns homens antes cultos,saindo bêbados,bebido bastante,alimentados,digamos que satisfação pela co-
memoração alheia,pessoas como colegas,amigos,amigas,pessoas próximas,váriadamente especiais.A escova deslizada pelos meus cabelos,o desenlinhando,o meu vestido de casamento ficará
na mansão de minha tia,lembrança e claro,vierá para mansão com um mero vestido de algodão de cor violeta,a minha tiará de casamento jazia encima da mesinha.

-Lilith,esses empresários,eles são loucos,nem eu sou louco como eles,entende isso?Querida entende o que uma pessoa injetar grana na econômia e depois perder tudo?

-Malucos?Materialistas,isso sim,querido consegue imaginar um mundo sem isso?-Ele riu de lado enquanto olhava as notícias na telinha do laptop jazendo em seu colo-Sinceramente sim,eu consigo
imaginar-Eu ri,penteava meus cabelos-Ele atensioso,atensioso a ponto de não perder sua concentração-Então e sinal de que entende a coisa-Ele riu,apesar de manter sua atenção,usava roupão
de seda negra,mais vinho jazendo na mesinha ao lado da cama,a taça cheia,ele não parava,resistia bravamente ao vinho.

Foram 20 minutos para secar e escovar meus cabelos,ao fim de tudo deixei a escova pousar ma mesinha de pentear,me levantei deixando a cadeira no lugar,ele focado,vi como o cintilar de
seu anel e aliança unidos no mesmo dedo lhe era encantador.Ele riu quando me sentei a beira da cama,me fitou-Está melhor?Descansada?-Eu ri em resposta,ele deixou seu laptop pousar de
lado-Sim,eu estou,muito melhor,silêncio eu queria-Ele riu,esticou suas mãos ao meu rosto.

-Isso me deixa feliz-E ele me puxou para si,me deitei de lado,encostada contra ele,me deixei acolher pelos seus braços acaladorados,e não deixei de me assustar enquanto jazia nesse acolhi-
mento ao vê Redenção de pé,parado ao se encostar na parede,meu coração almentou de ritmo,batidas fortes,ele me encarava sério,transtornado com algo e sumiu,sumiu sem deixar qualquer
vestígio de sua presença.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Ter 22 Jun - 11:31:02

Entenda,aquilo tinha me assustado,e desse modo me transtornado por dentro.Mas ao decorrer daquele doce fim de noite entregará parte de mim ao meu amado Emanuel,meu
querido de alma alada e perfumada.O luar entrava pelo quarto,a varanda aberta devido as portas de vidro estarem afastadas,o cortinado oscilando com o vento,seu perfume
sentido no ar,seu perfume delicado,marcante!

Isso eu admiro em qualquer homem,tenha certeza.E assim continuavamos,davamos continuidade a nossa noite,unicamente nossa.Minha túnica jazia ao lado da gente sobre a
cama,ele tinha bebido toda garrafa de vinho daquele momento,sua escolha,a taça e garrafa agora vazios ainda jazendo encima da mesinha ao lado da cama.Sequer quis que
os abajures fosse acesos,nada,nada,nem um barulho ou luz,só a gente.

Há!Ele compreendia,seus risinhos delicados e marcantes ecoando sobre meus ouvidos quando me curvei para beijá-lo,o beijei cheia de vontade,meu corpo queimando,suas mãos
pousadas sobre minha silheta,os lençois jaziam sobre a gente,senti nesse devagar como sua pele estava humida,suada,perfumada por tudo.Boca sedosa,deliciosa como que que-
ria,a rigidez de seu corpo sempre inesperada,marcante.

Não que qu devesse ter calma,nem ele,não quisemos.Não para um momento e noite como essa.Eu jazia por cima dele,minhas mãos pousadas sobre seus ombros,agora,deixei uma
das minhas mãos se esticar sobre sua boca que se abriu por alguns instante,meus cabelos longos jogados para trás,ele gemeu baixo,como eu não esperava,união e transa pacata,
precisa,desejava como previa e queria.

Temi que ele apagasse,mas não,ele me agarrou com força,se virou por cima de mim,suas mãos fazendo com que as minhas ficasse pressas sobre os travesseiros,deixei meu ros-
to pender para trás,meus olhos fechados,não que isso doesse,mas indesejado por alguns instante,mas eu gostava,ele tinha vigor,união precisa,penetração forte,ávida como eu
esperava de um homem como ele,lhe arranhei as costas por alguns momentos,ele gemeu devido a pacata dor deliciosa.

O beijei nesse momento enquanto ele continuava mantendo a força,o jorro quente vindo para dentro de mim,eu senti,mas eu sabia e sempre soube que dele nunca teria filhos.
A tristeza por isso já não mais existia,ele era meu,como eu queria,enquanto o beijava,eu gemia,com vontade,quando ele curvou sua mão sobre minha perna,grui alto,mais for-
ça ele colocará,eu não esperava por isso.

Isso me fez me agarrar com mais força a ele,muito mais força.Foi nesse momento que meu rosto se direcionou ao dele,encostanto-se ao lado de seu rosto-Há!Admito,por isso,
esse vigor não esperava-Ele riu,comor esposta voltou a me beijar,e continuava,minhas pernas perfeitamente curvadas sobre sua cintura,céus,quando ele parou,me sentia sem
forças,os orgasmos vieram com força,eu gritei,mas contive meu grito abafado,fiquei grudada a ele nesse momento,sentia como as gotinhas de suor deslizava pelo meu corpo,
pelo dele.

Ofeguei conforme atenuava o toque de meus dedos sobre seus ombros,os movendo ao seu rosto-Não se arrepende,correto?-Perguntei nesse ofegar-Não,e claro que não,não
deixemos de viver correto-Eu ri,me deitei de lado,deixei meu rosto pousar sobre o travesseiro,encarei a parede em riso constante,senti quando ele me tocou o ombro,o beijando.
Mantive meu olhar-Fiz mau em ter agido assim?-Assenti me virando de lado,o encarei,a visão da linda varandaa trás dele.

-Não,sinceramente não,só que para um quase senhor como você,ainda mantém muita força,correto?Admiro isso,quando tiver sua idade,quero estar assim,intacta,pouco
tocada pelo tempo.

Ele arqueou sua sobrancelha,deixou seu braço deslizar por baixo de mim ao me puxar contra ele-Dou-te um conselho querida,nem sempre as pessoas aparentam o que são,
esse vigor,eu lutei,e muito para tê-lo-Atenuei meu olhar,o beijei novamente-É o admiro por isso-Ele riu,olhava para o teto,sua mão livre pousada sobre o peito,ele ofegou fe-
chando os olhos por alguns momentos.

Pelo visto o sono hávia chegado para ele-Lilith,acredita em algo maior?-Atenuei meu olhar,meu rosto pousado sobre seu torax,seu braço que me acolhia curvado sobre mim-Eu
não minto,acredito,só que não da forma convencional-Ele riu,mantinha-se pensativo,olhos fechados-Deus existe,mas há outros seres alados além dele e claro,que nós ajudam-
E ele riu novamente,pelo visto considerava isso importante,minhas palavras importantes-Então se for assim,eu entendo,Deus e poderoso,mas sempre precisará de uma ajuda
para administrar o que é seu-Eu ri em resposta.

-Pensei que depois de tudo provavelmente não chegaria a ter um momento como esse,mas cheguei,se morrer,morrerei feliz,na paz,tenha certeza-Deixei minha mão pousada
sobre ele lhe apertar com força a pele-Não fale uma coisa dessas,jamais,seu louco-E ele riu-Ma e por que eu fui e estou sendo feliz em vida,o mais eu queria ter?-Eu ri,ainda
pensava-Entendo-E entendia realmente.

-Se pensa isso,eu entendo Lilith,penso um pouquinho diferente de ti,mas eu entendo por que te amo,não deixo de entender-Meus olhinhos se fecharam,eu estava com tanto
sono!-Sim,e isso que pensa,estou cansada,soninho,me acordará amanhã?-Ele beijou meus cabelos por alguns instantes-Sim,a acordarei-Eu ri,me envolvia no alado sono,ainda
pensava,mas eu me envolvia nesse sagrado sono.

-Dormirei esperando seu chamado-E assim falei antes de apagar,mas os sonhos malditos que tive,eu não esperava,isso não,não esperava me encontrar com a visão de meu
Redenção chorando daquele modo,e lágrimas de verdade!Entendem o que era para mim me vê andando em sua direção,enquanto o encarava transtornada,ele sentado con-
tra a parede chorando desse geito?

'Redenção! O que há?O que o faz triste!?Ódeio vê-lo triste,o que o transtorna desse geito?Redenção fale comigo! Jaz tão triste assim!?'

Nem uma resposta enquanto parei na sua frente,ele ergueu seu triste olhar-Definho em minha tristeza,Lilith está cada vez mais distante de Redenção-E sumirá,nada restará
dele!Eu me desesperava,o chamava,minha longa túnica violeta oscilando com o vento delicado,a brisa do lugar desconhecido.Eu abri os olhos do nada,meu coração batendo
forte,me assustei,temia pelo meu amado Redenção.

Olhei para Emauel,ele dormia deitado de bruços,suas mãos pousadas sobre o macio travesseiro,o sono sagrado para ele,mas ao vê a varanda ainda aberta,a brisa entrar,eu
soube que deveria descer,nunca me senti tão distante de Redenção,céus,sem querer sentirá a tristeza dele,me levantei,peguei uma camisola de seda,rendada sobre o busto
e a vesti,em seguida vesti o roupão de seda no mesmo tom,conjunto unicamente meu,andei saindo do quarto.

Quando me sentei na poltrona ao entrar no pacato salão da mansão,vi as chamas da lareira,queimante,aconchegante.Pensei ao cruzar minhas pernas a frente-Acho que
ele deve estar me odiando-Citei baixinho,arqueei minha sobrancelha,não temia,apenas sofria ao saber que ele estava triste,algo claro ao decorrer do maldito momento.O
relógio marcada 02:00 Hrs da madrugada na parede.

-O tempo passa,e ele nada fala-Chorei,as lágrimas vieram molhando meu rosto-Ele me odeia,se soubesse que ele ficaria tão triste ao decorrer dos anos,não o traria para
está terra-Resmunguei nesse jazer de choro,as chamas da varanda recerberam por alguns instantes,movendo meus olhos em direção a saída da varanda que dava passa-
gem para o imenso jardim aos fundos da mansão,sabia que ele estaria lá.

Me levantei apressada-Redenção,Redenção!-Chamava,meus cabelos esvuaçantes,longos,brilhosos,sai pelo jardim ao passar pela varanda,a lua iluminando os jarros de
plantas como decoração.Eu sentia a macia grama abaixo de meus pés molhados-Oi,estava aqui,terei que ficar aqui agora,não e?-Eu ri apesar de chorosa,meu coração se
sentia melhor,afagado pela iluminação de conforto.

-Graças que está bem,graças que veio-Apesar de estar presente,sua tristeza era eminente-De nada querida,Lilith,se isso lhe faz feliz,Redenção também está-Parei,olhei
para ele-Não o odéio,nunca!Quero que saiba que nunca o odiaria querido-E ele riu,esboçou um risinho apesar de ainda triste-Mas os sonhos que agora vejo,não foram eu,
Lilith-Assenti pousando as mãos sobre seus ombros,ele se sentou encostando-se ao pé da imensa arvore,a murada envolvendo o jardim(Pedra lisa era feita).O deixei me
acolher,seus rigidos braços curvasdos sobre mim.

-Eu entendo,você veio,isso me conforta-Eu ri-Eu sei que sim querido,nunca o deixaria,e só me chamar-Ele riu também,bem baixinho.Era tão bom estar sentada encostada
a ele,o calor de seu corpo,espectral ao toque-Fiz descobertas que me artomentam,eles,eles estão mais perto do que pensei,só que não sabem-Arqueei minha sobrancelha,
não entendi-Quais descobertas o artomentam meu querido?-Ele riu de modo frustrante-Eles,os bestiais,eles andam pela Cidade-Não senti medo,não dei importância.

Deixei meu rosto pousar sobre seu ombro-Não importa-Conclui,nada ele respondeu,me afagou os cabelos,o rosto,beijei sua mão,e ficamos a jazer nesse momento
em que nossa amizade maldita falava mais alto-Farei algumas investigações,se tiver que afugenta-los,eu faço-O olhei seriamente,ele entendeu a mensagem,não era
preciso,e ele se aquietou,o que ele iria fazer,eu não previa,mas preferi manter-me assim,silenciosa ao me acolher em seus braços.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qua 23 Jun - 11:35:31

Na manhã seguinte os ráios de sol brilharam sobre meu rosto,a luz quente da manhã me acordará e lá estava Emanuel me fitando.Ele me olhava,segurava um
charuro na mão,perfumado,adocicado.Usava roupão de seda negra,calça do mesmo tecido,se mantinha de pés descanços,ele pensava,pensei que ele iria me
mandar embora,e isso logo apôs termos nos casado.

Ele riu,me fitou para depois se ajoelhar na minha frente.Assenti o indagando,nesse momento minha pessoa queria falar,ele quis ouvir-A quanto tempo está no
jardim?-Ele riu,nesse momento erguerá o charuto a sua boca-Sinceramente?A uma horinha querida-O acolhei em meu leito,ele se sentou deitando-se lado,não
deixei de afagar-lhe os cabelos-Entendo,teve medo?-Ele arqueou sua sobrancelha.

-Não,sinceramente não,sabia que estava aqui-Sorri em resposta,céus,não resisti e lhe beijei o rosto,ele assentiu deixando seu braço direito se curvar sobre na
altura de minha cintura,me beijou,com isso apaguei o charuro antes em sua mão.Me levantei o encatrando,ele fez o mesmo,pelo visto queria comer,comer antes
da rotina de sua vida,nossa vida voltar ao normal.

-Deseja comer o que no café da manhã?-Caminhei em direção a entrada dos fundos da mansão,quando passamos pelo salão,fomos direto para a cozinha,ainda
pensava no que eu faria.Tudo que sei e que eu quis preparar panquecas,estava com vontade,lamentei em meu pensamento o fato de Redenção ter ido,sumido
antes de meu despertar,mas ele sabia que Emanuel viria,o que iritaria bastante.

-Emanuel olhava o jornal sobre a mesa,o abriu,arqueou sua sobrancelha enquanto atenuava seu foco,eu começama o preparo da massa de panqueca salgada
para gente,eu queria mesmo comer isso,muita vontade-Gosta de panqueca salgada?-Ele parou de lê,arqueou sua sobrancelha novamente-Nunca comi,admito,
será a primeira vez que comerei panqueca salgada-Eu ri.

Aos pouquinhos eu fazia,ele esperaria pacientemente e por fim,matarianos a fome,e desse modo foi,assim que conclui a massa,comecei o preparo,de panqueca
em panqueca pronta,as colocava na tigela,uma ao lado da outra,preparei recheio de geleia de almora,o que foi rápido,leite quente com chococate,fervente,isso
o animou-Céus,fazia tempos que não tomava isso,finalmente-Ofegou.

-Sabe?Tomo chocolate em raros momentos,isso por que e algo especial para mim,e tão especial devido ao sabor que apenas o tomo em raros momentos,deixo is-
so para momentos oportunos,temo um dia perder esse prazer.

-Entendo,mas mesmo assim,a fome bate-E foi nesse momento que eu me servi,ele encheu a xicará de porcelana violeta com muito leite e chocolate,a fumaça
subia,enquanto em colocava geleia na minha panqueca ainda quente,ele me serviu enchendo mais uma xícará,desferiu algumas sementinhas de pimenta vin-
do de um frasquinho encima de mesa.

O sol entrava pelas imensas janelas,aquecido,apesar do ar frio.E foi desse modo que eu começará minha doce convivência com Emanuel,mesmo com esses anos,a
miinha pessoa considerava isso inesperado,mesmo pensando estar preparada.Tomamos café,comemos o monte de panqueca salgada que eu fizerá,e com isso,ele
teve a má vontade de não querer saír,ficar,ofeguei conforme ele terminava de lê o jornal,de comer a sua última panqueca.

-Não pense dessa forma,simplesmente deixe-se atenuar seu olhar-E nesse momento ele desferiu um piscar de olhos-Entendo princesinha,e que ficar longe me doi
a alma-Eu ri,ele se levantou,correspondi da mesma maneira-Olhe!Quando chegar da faculdade,por favor,me espere um pouquinho,acho que quero saír,quem sabe
comermos algo novo em algum restaurante,comida chinesa,japoresa,um Cinema!-Me espantei.

-Ok,ok,ok! Chegarei e tomarei banho,o esperarei-Ele riu,beijou meu rosto,e com isso saiu pela porta,pensei em riso constante que pelo visto seria feliz,muito feliz.
Ele iria se arrumar,e nesse momento ofeguei,foi quando a campanhia tocou,me direcionei ao salão,abri a porta,era nossa empregada,ela hávia chegado-Oi!-Eu ri,
e nesse momento ela qui saber ao entrar-Como foi o casamento?Foi legal?Muita gente?-Eu ri,me sentei na poltroa-Sim,sem dúvida-Uma doce mulher,isso sim,e que-
ro preservar sua identidade aqui.

-Entendo senhorita Lilith,vou arrumar as coisas,isso vai ser rapido-Já tomamos café,não se preocupe com isso-Entendo-E ela foi em direção a cozinha,foi com 30 mi-
nutos que Emanuel desceu,quando me despedi eu fui direto para o quarto,desejava muito descansar mais um pouquinho antes de ir para faculdade,em pensar que
estava lá,entrando na faze final com esses anos turbulentos para mim.

Entrando no quarto me sentei sobre a cama,devaguei pensando,olhava para o teto,me deixei deitar para trás,abri meus braços,eu pensava,e foi nesse momento
que eu observava o teto que vi a anormalidade feita pelo Redenção,lá estava,escrito pelo seu sangue espectral que só ele podia fazer real,meus olhos se atenua-
ram fixamente tento entender,lê o que isso significava:

'Estava triste ontêm,triste por mim,pelo meu ato,desculpe,o que posso fazer?'.

Eu ri,ri cheia de uma pequena sensação de maldade,mas uma maldade natural,tipica de mim,a maldade do desejo,um desejo saldável.Percebendo a escrita no teto,
eu vi que era imperceptivel de tão delicada e pequenina,e quando isso me veio a mente,fiz algo surpreendente,movi as particulas da tinta no teto,a tinta que deixa
tudo coberto,ela se atenuou,desferiu-se percorrendo as letrinhas e as fez sumir por baixo.

-Redenção venha a mim-Pedi sussurrando,ele se materializou na entrada,quis que a porta se fechasse,ela se fechou mentalmente ao meu comando,isso o fez pen-
sar,ainda triste,mas pensava-Eu quero que faça algo por mim,quero de verdade,e o preço e o seguinte:Esteja no meu corpo,provoque todas as sensações,faça ele
tremer-Ele se espantou,o deixou espantado.

Foi nesse momento que ele andou a minha frente,o sol entrava pela doce varanda,impregnando-se em sua materia feita de particulas transmutadas,e foi nesse ins-
tante que ele sumiu no ar,estiquei meus braços a frente,senti quando essas particulas que provêem dele,me tomaram o corpo e sangue por dentro,assenti deixando
meus olhos se fecharem,eu tremi.

Eu tremi de verdade,senti sua força vir de dentro de mim,ele fazia meus membros se moverem delicadamente,algo notável,uma ligação de sangue perfeita,já,tinha
me sentido quente anteriomente,mas não desse modo,jazia sobre a cama,a macies dos lenções,minhas vestes desabotoan-se sem que eu as tocasse,desejável,eu
tremi novamente.

Meu rosto se aqueceu,senti quando o sangue subiu até meu rosto,minha boca se abriu,meus seios se oscilarem por alguns instantes,era comos e ele emanasse sua
pacata força mental para movê-lo,minha mão pousou encima dele,senti a rigidez me tomar,meu corpor tremia por inteiro,meus gemidos osciosos,queria sair daquele
quarto cansada,sem forças antes de assumir meus compromissos mortais.

-Há,Redenção,por favor,por favor,diga que tem,diga que tem,não me responda de forma contrária,eu quero!-Quase gritei,ele riu,senti o afago do sangue quente
ao meu rosto ele fizerá isso,do nada senti algo precionar minha mão,a fazê-la mover-se para baixo,curvei minha perna,a peça de baixo foi fitara,delicadamente,sua
força era desconhecia,queria saber até ela iria,até onde ele poderia chegar.

-Não sente raiva correto?-Quis saber-Não,jamais,estou aqui,nunca a machucaria,te amo,mesmo,mesmo estando envolta nessa situação-Eu ri,meu doce companheiro
de anos,isso sim,meu amigo unido a mim,um amigo trazido do nada para se tornar tão unido a mim,ofeguei novamente,eu gemi alto,mas contive o grito,sua força pre-
cionava minha mão,minha mão que mesclava seus dedos delicados sobre meu sexo.

-Por favor! Diga que pode fazer,pode fazer-Pedi clamento,ele novamente riu,para ele,para mim,isso era tão natural!-Repita novamente e saberá-Tive que repeti,eu
estava molhada,muito molhada nesse momento,o gozo quente corporal me tomava de verdade-Por favor!-E o riso veio,veio para me destruir quando ele pode ser
visto,ele sairá tão rapido,pelo visto transmutação de tempo e espaço,eu ri em resposta.

Jazia sobre mim,o fitava com crueldade-Vamos,por favor,estou pedindo-Ele arqueou sua sobrancelha,e foi nesse momento que me beijou,seu cálido beijo que fazia
queimar,me fez queimar por completo-Isso meu querido,está despido,como queria,vamos,faça por mim,não aguento-É ele usava,fazia afloras sua personalidade tão
masculina,transavamos desse modo pacato,unido,eu não gritava,não podia,ele fazia sua mão pousar sobre minha boca enquanto nós mantinhamos unidos,eu quei-
mava.

Ele prendia com força minha mão direita sobre o travesseiro,apertava meu pulso,e meu rosto pendeu de lado,meus olhos abertos,encarei a luminosidade da luz por
alguns instantes,fiz essa descoberta,o quanto as vezes em minha condição humana,por mais que fosse sensata,e sempre fui,o quanto eu precisava queimar,desse
prazer sempre necessitaria,virei meu rosto,o beijei,seus macios lábios,alguns particulas de meu adorado anjo-demônio se soltaram das penas,tão alto,robusto,um
ser masculino de verdade-Admirável,sempre será para mim,meu coração Redenção-E ele parou,me beijou novamente,sabia que eu queimava tando que suor brota-
va de minha pele.

-Eu sei,nunca deixei de saber Lilith,mas por favor!Não rompa esse elo,não o rompa,ficará a mercê de grandes perigos,e isso que temo-O olhei seriamente,acaricia-
va seu rosto-Entendo,nunca prometi nada,e fez muito por mim,ainda faz,te prometo-E ele riu,me beijou novamente,ficamos nesse laço de união,meu rosto desliza-
va ao lado do dele,meus olhos fechados,ele beijou meus ombros,ainda nós mantinhamos unidos,e novamente sua força o tomou,a vontade era ferrenha,um novo
ato,uma nova transa esperada,natural,e foi assim até eu decidir que era o momento,que eu precisar assumir meus compromissos humanos.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qua 23 Jun - 12:27:36

Chegando na faculdade,vi que minhas colegas de laboratório andavam preocupadas com algo,três assistentes elas eram,uma ruiva,morena e loira.Entrei no laboratório,elas
estiveram a minha espera-O que há?-Elas riram de lado,pensavam,seus rostos coraram,usavam calças jeans,blusas por baixo,jaleco branco longo por cima-Querida Lilith,a
gente sabe como teve trabalho com o longo trabalho de Póton que vem desenvolvendo desde que chegou aqui,e que perdemos a pasta de anotações-Assenti arqueando a
sobrancelha.

-Minha pasta?Mas eu não a deixo aqui queridas!Eu a mantenho comigo!Se a vêem e que sempre a trago,a pasta está comigo-Elas esbugalharam os olhos,meninas tão adorá-
veis que tive pena de falar isso,eu ri me direciomando ao telescópico eletrônico,elas se sentaram ao meu lado,duas ao meu lado esquerdo e a outra ao lado direito,elas atenua-
ram seus dedos delicados sobre o ajuste da lente de seus telescópicos.

-Bem!Pelo visto vocês,conseguiram repreender,digo apricionar vários pôtons correto?-Dirre me levantando,e foi nesse momento que andei a frente,e ela voltaram sua atenção
a mim,ainda bem que minha bolsa estava encina do balcão de base de mármore negro do outro lado,fui lá e direi minha pasta,voltei rapidamente,e nesse momento abri,elas le-
ram as anotações-O que é isso?Lilith fazer os pótons se moverem?Coledirem?-Eu ri-Sim,tentem!Não e dificil queridas-Apesar de amedrontadas tentaram.

Fui ao lado de Lana,a ruiva,e desse modo olhei no telescópico dela,meu cabelo estava amarrado,em um belo rabo de cavalo,eu usava óculos de visão com lente muito,muito
delicada-Olhe isso querida,mova novamente a lámina,eles se moveram devido a léi do movimento,veja o resultado de quando eles colidem-Ela riu,o fez-quis que eu olhasse e
o fiz me curvando novamente e fazendo o gesto de levante e abaixamento da lámina tão delicada.

Vi como os pótons magneticos se moviam se batendo um contra o outro devido a léi de pressão e movimento,o resultado disso era a união desses pótons e rompidmento deles
fazedo brotar energia,apesar de escaça,energia em uma corzinha tão branquinha,particular.Continuamos nesse processo ao longo de todo expediênte do nosso turno,assim a
pesquisa andava,percorria e se transmutava.

Ao fim de tudo eu tive que passar algumas anotações para elas,eu também anotei muitas coisas nas folhas de minha pasta.Saíndo do laborátorio apagamos as luzes,muitos alu-
nos de outras diciplinas saiam,muitos mesmo.Era um doce início de noite,o sol descia do ceu,e quando sai pelo portão vi que Lucy e Emanuel nós esperavam-Céus!Por que a es-
pera?-Eu ri-Falei que viria,que iriamos saír,correto?-Assenti em riso.Lucy entrou no carro,fechou a porta de trás,me adiantei em sentar atrás com ela,deixei minha bolsa ao lado.

-Para onde vamos?-Emanuel riu,ele que acabava de colocar o cinto de segurança-Comer muita,muita comida chinesa e japonesa-Lucy me olhou de lado-Estou falando,ele e lou-
co,tenho medo-Assenti a olhando-Céus-Muitas pessoas passavam do ladod e fora,e nesse momento Lucy deixou-se seu rosto ao meu ombro,ela estava sonolenta,cansada de
seu dia-Há,que vanguarda,muito sonolenta,preciso de um café-Eu ri,sabia que sim,quem sabe não parariamos em algum lugar antes da comida chinesa,para ela comprar um po-
tinho com um bom café quente.

-Há,amiga Lilith,eu preciso-Emanuel riu,deu partida,o carro saiu pela Rua através do portão do imenso patário-Ok,iremos dar uma parada para comprarmos seu café,admito,an-
da tão esmurecida Lucy-Ela entendia,riu erguendo o rosto para olhar para seu pai,ele riu,deu para vê seu riso se atenua pelo espelhinho do carro,que viagem maravilhosa,eu até
então trajando o jaleco o tireo,o dobrei e Lilih se esquivou-Vamos,deixe eu quardar isso-E ela o fez,o quardou na minha bolsa,tirei meu óculos,e o dobrei,quardei na caixinha,quis
e me sentia feliz por trajar uma calça jeans em tom azul-escuro,ténis negro,camisa branca de mangas curtas.

-O que há?Se sente tão frustrada?-Emanuei perguntou,mantinha sua atenção na velocidade,voltei a acolher Lucy,dessa fez ela deitou-se de lado,quis relaxar seu corpo-Nada!
E que e muita bio-física para um dia só,Emanuel,nem queira sentir isso!-Ele riu,atenuou seu doce olhar-Eu entendo,mas valerá a pena,verá,tudo vale a pena Lilith-me encostei
no banco,atenuei minha mão sobre os cabelos de Lucy,lamentei por ela estar tão cansada.

-Lilith,a lanchonete e cafeteria que compro café fica a dois quarteirões dessa estrada e Rua,me chame quando chegarmos,papai sabe-Ele riu,eu ri-Ok,pode deixar-Ela desejava
tirar um cochilo antes e por isso o fez.Jantar fora!Céus,pensava no monte de comida chinesa iria comer,eu ri sozinha,isso fez Emanuel rir-Louca-Sabia que sim,e assim foi,eu não
me esqueci de nem um detalhe,de como comeramos tanta comida japonesa a ponto de não desejamos comermos mais nada!

Muito maravilhoso,comida que marcou minha memória.Mas novamente o terror do que é a vida se abateu sobre mim,isso apôs um mês,eu estava em casa,acabará de chegar,eu
desejava muito tomar banho,tirei meu casado negro e longo,o deixei encima da poltrona.Ir para casa de Isabel forá maravilhoso!Deixei a bolsa com alguns presentinhos dela na
mesa da sala,e subi para nosso quarto.Emanuel e Lucy não se encontravam,era um dia de Domingo se lembro perfeitamente,folga e claro!

Eu desatava o laço de meu vestido atrás,um vestido de linho puro,finissimo,a cor violeta do tecido encatadora,tirei a fita que se atenuava na altura da cintura formando o laço a-
trás,a segurei na mão,o som da minha bota baixa,aveludada também da cor negra ouvido.Um começo de noite adocicada,cheiro de flores no ar,e soube que era de uma rosa ao
abrir a porta do quarto e vê-la em um frasquinho de água longo encima da nossa mesinha,atenuei a mão sobre meus cabelos.

Essa nova noite estava silênciosa e com isso minha pessoa se desfizerá do vestido ao entrar no banheiro,imenso.O deixei caír ao chão ao deslizar pelo meu corpo,liguei a torneira
da imensa banheira,o imenso box jazendo do outro lado do banheiro,as janelas abertas,luzes ligadas e claro.Esperei enquanto a torneira enchia a banheira,pensava nas coisas a
qual tinha feito no laborário esses dias.

Quando a banheira encheu,desferi sais na água,entrei,a agua morna fez meu corpo relaxar,me desferira uma sensação de sono alheio,sono que mata aos poucos e sonhei,não
deixei de sonhar enquanto relaxava desse modo,jazendo sobre as águas da banheira.Sonhei com uma mulher ruiva,alta,esbelta,pelo visto escandinava,percebi pela ávida clare-
sa desse tom de pele tão raro!

Seus ferozes olhos esverdeados me fitaram,ela que se encontrava sentada na poltrona de minha casa!Uma dama vestida com um longo vestido vermelho,algodão macio,a fita
branca que se atenuava sobre sua cintura como belo ajuste-É,pelo visto esou mais perto do que pensava-Falou piscando os olhos por alguns instes,ela olhava para algo,algo que
parecia ser minha conciência!-Tome cuidado mulher,está em perigo-Quis gritar,mas não consegui,não conseguia pronunciar uma palavra.

E despertará amedrontada,cheia de medo,pavor por esse relaxamente e sono que me proporcionará a união com essa mente tão imediata e desbravoda-Céus!Não sei quem
ela ela,mas sei que ela existe-Sussurei com medo,minha mão direita se ergueu sobre a borda aos e mover para cima,meu rosto pendendo de lado e não acreditei quando minha
outra mão livre deslizou sobre meu seio.

-Hum?Sangue?-Como assim?Meu olhar se moveu sobre as águas,quis gritar alto,alto de tanta raiva,me senti injustiçada nesse momento,injustiçada por novamente perder uma
change de ter um filhote com Emanuel,eu queria tanto!E sabia piamente que nunca teria,mas isso me revoltava,injusto.Curvei minhas pernas contra mim,fiquei chorando como
criança,meu rosto que se aquecia com as lágrimas-Não e justo viu?-Disse.

O sangue jazendo sobre as águas,ofeguei sentindo frieza no meu corpo,minhas pernas curvadas,meus braços curvados a frente,e ouve um bramido sobre o ar,era Redenção
querendo falar-Lilith!O que foi aquilo?Querida não deixa de saber quem aquela mulher que viu em teus sonhos-Como assim querido?-Quis saber,eu ainda chorava-Desculpe,eu
infelizmente perdi mais um bebê,me sinto injustiçada-Ele se sentou sobre o piso,suas pernas se cruzando em seu pelo asentar,asas fechadas,calça negra perfeita,bota típica de-
le.

-Não fica,fejo algo longe Lilith,muito longe-O olhei,atenuado esse momento-Aquela mulher,sim,ela existe,só que quero saber,ainda procuro os malditos,estou próximo,não
vou falhar,repito,eles estão na Cidade-Quem são eles?-Ele riu,de pé se curvou beijando meu rosto-Não queira saber,e sua promessa,nossa promessa,sobre o bebê querida
Lilith,não chore,apenas carne,a alma ainda não hávia reencarnado no feto precioso,não és fraca,jamais,ele tem sangue fraco,humano-Quis que ele repisse,e ele fez com a
profundidade necessária.

-Doce e poderosa Lilith,rainha do sabã de todas as noites,és forte,só que precisa de sangue forte,e questão de genética,a de Emanuel simplesmente não e própicia-Eu ri,eu
compreendi apesar da dor-Entendo,eu entendo-Preciso ir,admito,peguei toda cena memorial de teu doce delírio enquanto o bebê forá jogado para fora,renegado,trarei notí-
cia-E ele sumiu,ficará a promessa dele voltar,de trazer notícias,e fiquei chorando sozinha no banheiro pela perda de meu bebê,encolhida com a pernas curvadas contra mim,o
choro ecoando pelo banheiro.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qui 24 Jun - 11:56:47

E depois disso eu quis de todo coração descansar,meu corpo doia quando sai do banho,enrolada em uma toalha estava,claro que fizerá toda água da banheira ir por ralo
abaixo.Sinceramente minha pessoa haveio de observar o que eu sentia,observava.Me sentei a beira da cama,fiquei devagando,claro que eu esperaria respostas dele,os
sussurros de Redenção ainda ecoava em meus ouvidos,comecei a secar meu corpo,quando terminado me levantei deixando a toalha encima da cama.

Peguei uma calça longa de algodão negra,uma camiseta branca,peças íntimas como uma calcinha e sutiã.Me vesti rapidamente,pegando a escova comecei a pentear os fi-
os de meus cabelos,uma vez ou outra os chacoalhando com a toalha para deixar os fios secos,mesmo com a dor alheia ao pé de meu ventre devido a mais esse aborto na-
tural eu me segurava,me mantinha de pé.

É assim foi,assim se tornou real,rapidamente minha pessoa terminou,deixando a escova pousar na mesinha fui deixar a toalha no gesto no banheiro,desliguei as luzes e sai.
Quis me deitar na cama,meu corpo doia,amedrontada eu ainda estava,não queria passar por algo assim novamente,me mantive deitada de bruços,rapidamente minha pesso-
a esfregou meu rosto sobre o travesseiro e nesse momento senti mais alguns lapsos de dores vindo de mim.

-Há,céus! Estou morrendo,dessa vez foi pior do que na primeira,não suporto,não suporto,em falar que não quero falar,não desejo fazer Emanuel triste lhe falando que eu
perdi dois filhos dele.Como ele falaria comigo?

Há,céus! Não posso,ele não pode saber,correto?Naturalmente que minha pessoa prefere quardar esse sofrimento para mim,dese modo será melhor,pouparel Emanuel de
uma terrível tristeza.

Eu sabia que,sim,diante dessas palavras terríveis!E desse modo apaguei,sonhos melhores vieram e claro,meu coração fora afagado por algo maior,algo que não compreendi,a
minha pessoa sonhou com muitas,muitas flores!Compreendem isso?Há,que paravilha alada meus queridos!Não entendi,mas era como se meus anjos proterores tirassem essa
dor de mim,e as horas passavam,sentia tudo tão silenciosamente enquanto esse sono vinha que naturalmente minha pessoa se enchia de descanso,apesar de escasso.

O tic-tac do relógio oscilando,sendo ouvido,cada som pairando pelo quarto ouvido,a brisa vindo pela imensa varanda,mas foi quando um bafo quente me veio ao rosto que eu
senti,senti o despertar vindo,será que eu estava enganada?Ouvi um riso alheio.Era Emanuel me olhando dormir desde quando chegará.Ele jazia sentado ao meu lado sobre a
beira da cama,um homem bonito me olhava,sorri em resposta.

-Oi,demorou,esteve me esperando acordar esse tempo todo querido?-Ele sorriu novamente,cabelos curtos,casaco longo em cor vinho(Um especie de sobretudo),camisa ne-
gra por baixo,calça negra,sapatos também negros,os botões prateados da camisa cintilando-Sim,eu cheguei e não quis acordá-la,mas esteve dormindo esse ínicio de noite
toda,Lilith?-Eu ri,sonolenta estava-Sim,eu estava,cheguei de tia Isabel cansada,muito cansada querido-Ele riu novamente.

-Entendo,fiquei preocupado,pensei que estivesse doente,algo assim,que estivesse um pouco extressada-Ri devagante esfregando meus olhos e nesse momento ele se ergueu.
Andou pelo quarto observador,o segui até a varanda,ele tinha trazido uma bandeja da cozinha-Não se preocupe,vendo como estava,quis preparar algo simples para comer,nós
comermos-Me sente na mesinha da vatanda,redondam,puro vidro.

-Obrigada! Estava precisando,obrigada mesmo!Adivinhou meus pensamentos querido.

-Não fique grata,e uma simples sopa de legumes com pedacinhos de carne,mas o bastante para repor suas energias-Eu ri novamente,a noite estava maravilhosa,estrelada ape-
sar de fria e claro,existia dois pratros brancos de porcenala,um de frente a ele,outro a minha frente,a tigela prateada sobre a bandeja de prata cheia de sopa,fumegante,uma
concha jazia ao lado,a enchi,coloquei uma boa quantidade no meu prato.

Enchi o prato dele,taça cristalina para gente,uma linda garrafa de vinho tinto,a sopa era cremosa,simplesmente magnanima.Desferi algumas colheradas em minha boca,fome,eu
tremia com fome-Está descorada,como se tivesse perdido sangue,Lilith-Ri novamente-Nada querido,apenas cansaço,não comi quase nada hogê-Ele ofegou,os olhos azulados se
enchendo de preocupação-Tenha calma,mas saiba que fez bem,reporei minhas forças querido.

Ele riu,e desse modo solene continuamos a comer,o luar entrando por toda varanda,e assim mantivemos nossa conversa,reparei que Emanuel era capaz de muita coisa quando
gostava de alguém,principalmente no que se referia a sua família.Eu riu várias vezes com algumas piadas citadas por mim,o mesmo para comigo-Lilith,não sabe de tantas coisas
que aprontei em juventude,não sabe o que é acordar em uma pequena floresta e sair a caça de algo-Assenti comendo mais um pouquinho de sopa.

Coloquei mais um pouco,ele me serviu vinho-Entendo,mas como assim?-Ele arqueou sua sobrancelha-Há!Homens,correto?Sempre gostei de me aventurar,amei muitas mulheres
quando jovem,depois por definitivo tive Lucy,minha unica filha como sabe-Arqueei minha sobrancelha-Está querendo me dizer que não foi tão santo assim?-Ele riu-Não!Claro que
não!Estaria mentindo!Jamais diria que fui sainto,aprontei,e muito quando jovem-Bebi alguns goles de vinho.

-Tadinha de sua ex-esposa-E ele bebeu metade da taça-Não!Soube,tive que fazer minha cabeça quando ela engravidou de Lucy,eu sabia naquele momento de minha responsabi-
lidade,compreende?-Eu ri-Compreendo,homens são assim ao meu ponto de vista:Tem várias,mas entre elas uma predileta,só dão valor a predileta quando correm risco de perde-
la-Ele riu,sua face corada em um belo tom rosado.

-Sim,e por ai-Tive que rir,e desse modo continuamos a comer,a nós deliarmos com a sopa que ele fizerá rapidamente em sua chegada,e foi assim,dessa forma solene que repus
as forças escassas.Mas no fim de tudo eu insisti com ele,meu marido,meu amante,meu esposo,meu querido de corpo e alma.Há,céus alados!Mesmo terrivelmente dolorida eu o
peguei de braços e mãos atadas.

-Há,por favor!Não seja incoerente!-Eu ri,me desbruçava sobre ele na cama,o beijava com vontade,ele acuado ao se manter sentado contra o espelho da cama,a bandeja ainda
na mesa da varanda,algo que arrumariamos só depois que nós considerassemos satisfeitos-Lilith,Lilith,és voraz,deverias tomar cuidado pequena-Eu ri,me mantinha deitada de la-
do sobre seu colo,o beijei novamente.

Me mantinha acolhida,um beijo longo,caloroso,cheguei a sentir o gosto delicioso de vinho sobre sua boca,ele que tinha tomado várias taças.Eu precisava mesmo ter um momento
desses com ele,um momento só nosso,ou eu morreria por dentro.Ele me beijava com toda paixão possível,e foi nesse momento que me movi de lado,ele me manteve grudada ele.
O beijava docemente,beijos longos,atenuados.

E no fim de tudo,ele se deitou de lado,eu ao lado dele,ele que continuava me beijando,seus braços longos,tenuamente fortes me enlaçando desse modo alheio,me sentia confortá-
vel nesse momento,o que eu precisava com toda vontade e força.Foi nesse momento que suas mãos deslizaram por baixo de minha camisa,ele ficará nesse jogo amedronador para
mim,um homem que fervia por dentro,que me fazia fervia,mas de paixão,só isso,e me grudei a ele,ficará abraçava a ele,ele que me afagava os cabelos nesse momento.Sinuoso e
maravilhoso,relaxante como malva de seda.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Qui 24 Jun - 13:02:45

Mas entendem,se lembram do que nosso amado Redenção estava fazendo?Céus,ele mantinha suas investigações ao longo dos dias,eu e claro jamais poderia pausar meus
compromissos-Fique calma,depois conversamos Lilith-E eu sempre me acalmava querendo saber.Mas foi com duas semanas apôs esse aborto maldito que eu me deparei,a
resposta vierá até mim!Entendem uma coisa dessas?E meu,nosso amado Redenção sofrendo em suas procurar,céus!Lamentei e muito nesta noite maldita.

Sábado,dia maldito para mim se tornará.Eu tinha acabado de chegar da faculdade,graças que todo processo com pótons tinha terminado,entrará no processo que incluia o
movimento e pressão,meu porshe entrará na garagem,desliguei o carro e sai.Passando pelo jardim eu senti a presença estranha aos meus olhos e instintos!Eu trajava um
vestido vermelho está noite,algodão e linho,renda branca sobre o busto,faixa negra na cintura como perfeito ajuste.

Meus cabelos soltos,botas negras aveludadas,e pensei ao colocar a chave na fechadura-Loucura-O som das cigarras ecoando pelas ruas,jardins do lugar.Entrando eu senti
com maior força a presença de algo feminino.Eu tentei enchegar no escuro,mas não pude,algo,uma pessoa tinha vindo a minha procura e mesmo assim eu não entendia,não
deixava de sentir caláfrios,ouvi a voz-Pode acender as luzes Lilith-Uma doce voz,poderosa,mas doce,uma voz de anciã.Eu tremi.

Vi sua sombra ao se manter sentada no sofá do salão,caminhei para acender as luzes,a iluminação tomou todo lugar,a vi me encarando,uma mulher alta,pele ávida com cor
de malva da noite de tão clara e limpida,cabelos ruivos,queimantes de tão vermelhos,mas a cor dos olhos,ferozes em cor verde pura,como pedras de esmeralda brilhando pe-
la pura luz.Mas eu não compreendi a sensação de que ela não era humana.

-Não vou machuá-la,mas saiba que mesmo com sua força,eu poderia,eu estive falando com Redenção,ele está com raiva de mim,afinal,por que ele esteve a nossa procura?
Posso entender?

-Entender?Eu e que quero entende.O que faz aqui?Será que invade minha casa e não posso ou tenho o direito de saber? Por que eu tenho a sensação de que não és huma-
na?

Ela riu,sorriu,seu vestido violeta era longo,puro linho,o ajuste do belo broche de prata com pedra de esmerada ao lado da cintura me encantou,sua sandália era em estilo gre-
go,o que chamou atenção-Sim,não sou desses tempos,vivo com eles a mil anos Lilith,fui enclasurada em guerras muito antigas para comprender,me chame de Raquel-Tive von-
tade de morrer por dentro,me sentei na poltrona que ficava do outro lado.

Ela tinha acendido a lareira,e isso me assustou-Foi em minha chegada,está tão desturpada que não compreende isso-Os cabelos soltos ela jogou para trás,e vi nesse momento
como duas orelhas eram retas e pontudas no alto,uma delicadeza de arrepiar,muito,extremamente parecidas com orelhas de elfos e fadas.E nesse momento ela falou-Lilith,esse
e teu nome,fico grata e claro,não se preocupe,seu marido chegará tarde,eu vejo longe-A olhava.

-Graciel ficou irado quando viu Redenção olhando a nossa área,não foi legal de sua parte mandá-lo lá,mas quando ele disse,ele implorou para nós mantermos longe,soubemos,
eu e Graciel vimos no olhar dele-Arqueei minha sobrancelha,me sentia irada com isso-O que virão?-Ela riu,deixou-se pensar,suas unhas cintilantes,pólidas por natureza-Somos
o que pode chamar de Seres Bestiais,herdamos o sangue bestial de Drarytha,rei dos seres bestiais,compreende?-Assenti.

-Há?Há?Tia Isabel estava certa!Há,céus!-Ofeguei com medo e chorosa,me deixei tombar para trás na poltrona-Hum,tem medo do que?Não teriamos a coragem de tocar um dedo
em você,pode nos ser ulti futuramente,caso algo aconteça,tenha certeza disso-A mandei se calar,me sentia frustrada-Por que ficar calada?És uma chave importante,admito,não
deixei de me imprecionar quando eu e Graciel soubemos-Assenti a olhando friamente.

-Hum...Fiquem longe de mim,sequer tentem intervir em minha vida-Ela riu,deixou-se arquear suas sobrancelhas tão vermelhas e delicadas-Há!Não garanto,mas dou-te nossa pa-
lavra mandada por Graciel e o filho de Drarytha,a de que manteremos seu sigilo para sua preservação,só a gente sabe-Assenti me levantando,tive profunda raiva quando ela se
levantou,se direcionou a porta-Por que me fala isso?-Ela assentiu se virando.

-Por que serás ultiu caso algo aconteça!Já falei!-Citou raivosa e saiu,fechou a porta,meu coração nunca setirá tamanha fúria e raiva,e nesse momento Redenção tomará for-
ma-O que disse a eles?-Ele arqueou seu braço,ele temia-Lilith,estive espionando,me viram,sentirão minha presença,olharam em minha alma errante,souberam de imediato pa-
ra que eu estava lá-Ofeguei-Entendo,mas teve medo?-Ele assentiu ainda triste-Medo não,mas forá neutralizado-Entendo.

-Graciel e forte,impiedoso,tive medo,tenho medo desses sentimentos,sentimentos que não servem para mim-Sempre soube-E nesse instante minha pessoa assentiu caminhando
em direção a cozinha-Redenção! Por que ela veio?Ela sequer pensou-Ele caminhava-Lilith!Drarytha ainda e vivo! Enquanto estiveres vivo,você estará salva,mas se ele morrer,a
minha pessoa já não tem certeza-Por que isso?-Rebati de imediato!

-Há querida Lilith! És a fonte,o pote,a reserva de sangue humano de Drarytha,e isso eles almejaram quando algo acontecer com ele,compreende?Não sei o que acontece com
profundidade com os seres bestiais-Eu entrei na cozinha,lá estava sobre a imensa pia de mármore as três panelas de prata,cabo de vidro,devidamente tampadas-Há!Repita,eu
quero que continue-Ele ofegou se mantendo ao meu lado-Calma querida Lilith,pegarei um prato para ti no armário da cozinha-E ele caminhou,eu abri as panelas,lá estava em
uma delas arroz fumegante sequinho,na outra o ensopado de frango ao molho e na outra por fim,a varidade de cenoura,brocolis,lentilhas,ervilhas,milho devidamente revolga-
dos-Nossa!Ela fez fez bem!A empregada deixou comida pronta,como eu queria e vim procurar.

Ele riu apesar de chateado com algumas coisas,acabará de pegar o prato de porcela vermelha,uma taça cristalina-Tome-Eu comecei a me cervir ao colocar a comida,com isso
eu me sentei a mesa,pensava-Olhe!E como falei!Sei o por cima,eles se encontram envolvidos em uma guerra particular que dura séculos,isso desde a rincha criada com Lunnes,
um imortal,digo vampiro-Eu o olhei espantada.

Peguei o garfo e faca que ele separará para mim antes de me entregar o prato e taça,ele me encheu a taça com vinho-Diga-me mais-Pedi,e ele falou-Drarytha está a caça de
Lunnes,deles,falo dos imortais antigos,muito antigos,a guerra ainda e lenta,mas se desenfronha alheiamente-Assenti arqueando minha sobrancelha-Entendo,e o que isso tem
haver comigo?-Ele citou trémulo-Se algo acontecer com Drarytha,tu serás o próximo alvo-Senti caláfrios me tomarem o corpo.

-Há?Alvo e só por que sou uma parte humana de Mana e Drarutha!Malditos viu?Que não venham a minha procura!-Expeli com raiva ao deixar o garfo cair na mesa-Cuidado,eu
tento apenas explicar minha,Lilith,da melhor forma,só isso-Entendi,mesmo me sentindo frustrada-Não vou pagar pelo preço da irresponsabilidade deles-Ele riu secamente,ele a
contra-gosto disse-Eles vão ficar ocupados por mais um tempo,e uma guerra entreçada querida,duas linhagens de imortais que vivem separadamente,não se conhecem,os se-
res bestiais que seguem Lunnes,mas há Deuses de verdade envoltos nessa encruzilhada-Assenti voltando a comer,matando a fome.

-Encruzilhada,e diga-me!Quem pode fazer com que essas encruzilhadas se batam de frente?-Ele assentiu me explicando da melhor maneira-A linhagem de Lunnes,a volta de um
ser maior,Thalwa,não queira entender,Maharet e Mekare não enchergam,vejo elas claramente,mas caminham para essa encruzilhada que jaz desde três milênios atrás,Lestat e
o alvo central,ele não sabe,dará fim a isso,lamentável-Ofeguei.

Nomes jamais citados-Há,meu espião amado,te adoro amigo,guardarei essas palavras-Ele riu secamente apesar de nervoso,mas queria me fazer entender-Guerras acontecem
nesse mundo Lilith,só pessoas como ti,entendem-Eu ri amargamente,voltei a comer,o franco,os legumes e arroz estavam maravilhosos,saborosos,agradeceria e daria um belo
abraço a nossa empregada por ter feito ess agentileza no dia seguinte.

E desse modo Redenção sumiu,ficará comendo,me deliciando,matando a fome apesar da dor no meu coração,a noite transcorreia,pensava nessa visita de Raquel,pedia que ela
não viesse a minha procura,jamais!Ofeguei querendo entender mais querem era Thalwa,Maharet e Mekare,Lunnes!Até mesmo a esse que chamavam de Lestat!Céus!-Que porra
de encruzilhada e essa que eles não vêem que caminham em uma unida direção?Porra!-Gritei alto,me contendo,chinguei com vontade,e assim me deixei elevar,a raiva por isso fo-
ra embora,apôs me alimentar lavaria a louça,guardaria a comida na geladeira,nada de bagunça deixaria para a empregada,ficará grata demais pela gentileza,iria descansar,pôr a
cabeça no lugar depois disso.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Sex 25 Jun - 11:17:24

Se passaram duas semanas depois disso,o que eu quis compreender a respeito de Ralquel,sinceramente não consegui entender,por mais que minha pessoa
tentasse reaver todo conceito alado.Sinceramente me encontrava imensamente nervosa nessa noite,eram 21:00 Hrs e minha pessoa háveria de compreen-
der tudo,mas só que futuramente,deixe-me continuar:E nisso meditava,eu meditava com a maior profundidade possível sobre os meus sentimentos,a minha
íntima sensação de poder e força.

Eu me mantinha deitada sobre o tapete do salão,as chamas do fogo na lareira grespitavam,sinuosamente meus olhos se mantinha fechados,eu vestia uma lon-
ga túnica de cor violeta,só que ela estava aberta,eu a tinha colocado apôs meu banho na chegada,e eu meditava,a cabeça docemente pousada sobre as al-
mofadas.Nesse momento minha pessoa atenuava a doce forma de vê o que podemos chamar de espectral,é o que chamamos de sensitividade diânica.

Era como se eu estivesse em outro mundo,em outro lado do espetrol,e sobre meu corpo jazia uma espada de esgrima longa e fina,a segurava na horizontal,a
sensação era estupenda,esperava ao menos um relaxamento nesse momento de refleção.Sinuosamente minha pessoa conseguiu atenuar esse doce foco e a
mercê de meu próprio corpo,eu me livre dele.

Não que a projeção astral seja aterradora,ela não e,e simplesmente um elo que se deve criar para que possamos vagar livres em nossos momentos de terror.
E isso eu fiz ao me deparar vagando pela mansão,era maravilhoso,e meu corpo jazendo nesse estado catatônico!Simplesmente hostálgico em todos os sentidos.
Por aprazer de momento,eu me deparei cheia de uma presença.

-Céus,ele está aqui,ele chegou,Emanuel chegou,dá para entender algo assim?Mesmo assim eu não quero voltar,quero vagar.Que ele me espere um pouquinho
sentado ao meu lado.

É eu fiz,me deparei atravessando algumas paredes,que magnificência!Quando nas Ruas eu logo me direcionei ao bosque,o eterno bosque que eu mesma
forá encontrar Redenção.Jazia no lago,sentado a sua margem,o vento era frio,estupendamente frio para mim,até nesse estado eu o sentia,como desejei
nesse momento ter nascido em um país frio.

-Redenção,aonde está?-O chamei,e nesse instante o vi percorrer as sinuosas trilhas entre as arvores,me levantei para recebê-lo e com isso ele simplesmente
atenuou seu olhar-Aqui-Assenti querendo saber do que ele sabia-Pelo visto Raquel e Graciel conseguem me manter afastado,e como isso me causa pequenos
ferimentos,mas resisto-Eu ri-Entendo-E com isso ele sumiu,em outro patamar ele precisava ir.

Mas foi nesse instante que eu forá jogada de volta em meu corpo,simplesmente sugada e jogada a ele.Meus olhos se abriram,eu fitei Emanuel que ainda se
mantinha ao lado,ofeguei ainda assustada,ele riu,me fitava cheio de unisono olhar-O que estava fazendo?-Assenti olhando para o lado,movi minhas mãos pa-
ra cima,sinuosamente minha pessoa deixou a espada de esgrima jazer de lado.

-Hum...Meditanto,se acredita nisso,e algo de sua parte,mas eu acredito-Ele riu,se deitou de lado,me fitou novamente,essa noite ele vestia botas curtas,a
calça jeans negra,a camisa longa de cor vinho por baixo do sobretudo negro-Entendo,não és menor que eu por isso-Eu ri devido as palavras,com isso o
fez pensar por alguns instantes.

Me deixei acolher em seus braços,minha cabeça pousou sobre seu peito,com isso ele ofegou olhando para o teto-Haverá de entender,você entende,eu sei-E
com isso beijei seu rosto,ele riu devido a esse gesto,beijava seu rostinho,lhe afagava os cabelos.Ele deixou sua mão deslizar sobre minha cintura,meus seios
despidos pela túnica estar aberta ele beijou.

E desse modo deixará seus lábios se atenuarem a meus ombros-Lilith,me faz feliz,tenho que confeçar-O beijei-Eu também querido-E era uma confissão verda-
deira,cheia de profundidade.Sinuosamente suas mãos subiram,vi como seu rosto ficará rubro!Corado pela vontade queimante-Meu homem tenesioso-Disse,e
ele me olhou-Há,sim,só por você-E o correspondi o beijando novamente.

Me maravilhei quando ele se deixou esticar por cima de mim,seu pedo maravilhosamente delicioso,seus ombros,seus cabelos macios ao afagá-los.Nesse instan-
te eu atenueu meu olhar-Por que eu,Lilith?-O encarei friamente,mas consegui responder-Por que simplesmente és unisono,só por isso,não pense que espero
luxuria de um homem,espero simplicidade-E com isso ele quis saber-E você vê isso e mim?-Concluiu.

-Sim,com toda certeza querido-Ele ofegou ao ser tomado de um sentimento maior,meu ancião provido de humanidade pensei,o beijei com vontade,seu docer cor-
po que ficava quente,aquecido como se fosse chamas sagradas,meus seios volumosos por baixo dele,e ele deixou sua boca se atenuar sobre os mamiros,os mor-
dia com vontade,ele estava perfumado essa noite,deixei meu braço direito se esticar de lado,eu sem querer peguei,estiquei a mão sobre a espada largada.

Ele me segurava com força,apreciava isso-Vamos,vamos,vamos,permita-me-Ele pediu,não respondi,fechei meus olhos,só queria pensar,me entregar,queria um,o
meu momento de paz,minhas pernas se moveram devido a pressão de seu peço,ele se manteve firme,foi quando senti seu orgão tão duro no meio e que quis,ele
ofegou,dois covarder em meio a noite nos tornavamos quando nós encontravamos nesse momento.

Nostálgia! Há! A naturalidade que um homem e mulher exige.Ele usava de suas unhas polidas e curtas para me arrebentar a borda da minha calcinha,ele fervia,a
minha pessoa,na condição de mulher esperava isso-Isso,isso,isso,isso!Com vontade querido-Ele riu quando o beijei,mantive meu outro braço esticado,segurava a
espada de esgrima contra o tapete(O chão)e gemia nesse ato pacificador para mim.

Ele curvado sobre e esticado sobre mim,tomando meu corpo desse modo desejável,seu orgão duro dentro de mim,o que desejar?Ser tomada por ele,meu rosto
pendeu para trás conforme a queima me tomava,me agarrei com maior profundidade a ele-Continue,deixei-me cansada-Ele sabia que sim,era isso que desejava,
e sinuosamente o beijei,ele gemeu,gozou alto,eu também,a dança alheia que toda,a nossa natureza pede,e por fim?Ele que se manteve agarrado a mim,eu que
o beijava delicadamente,lhe afagava os cabelos delicados,macios,a noite que transcorria o tempo






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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Sab 26 Jun - 18:00:10

E com o passar dos dias e noites,eu e Emanuel nós mantivessemos nesse enlaço do sagrado.Só que as vezes os malditos vem até nós e
com isso um modo de proclamarmos o aumento de nossos instintos.Sinceramente eu não esperava que ao chegar na casa de minha tia I-
sabel ela estivesse lá,foi como se meu coração batesse,voltasse ao ritimo em rapidez constante.

Tenuamente minha pessoa andou a frente,Raquel e Isabel conversavam nesse início de noite,como se isso para mim fosse uma volta ao
meu passado terrível(A noite que ela forá me vê),e meus olhos a fitaram,ela usava calça jeans justa negra,camiseta violeta de mangas
longas,o sobretudo negro aveludado por cima.

Nesse momento minha pessoa atenuou os olhos para tia Isabel,ela que usava túnica em cor vinho,detalhes prateados em desenhos de flo-
res,sandália baixa em estilo grego,com isso um repassar de visão a faixa negra atada a cintura,genuino da parte dela mesmo não conhecen-
do pessoa,recebê-la em sua casa,um erro terrível para mim,irá entender depois Laura,anote:

Me sentei ao lado de minha tia Isabel,ela que tecnicamente atenurá seu olhar a mim,ageitei a borda de meu vestido delicado para que eu po-
desse ficar melhor.Quando isso atenurá o foco sobre Raquel,ela disse-Desculpe por não avisar,acho que foi mau educado de minha parte a
minha pessoa não avisar de minha vinda-Assenti arqueando minha sobrencelha.

-Sinceramente não Raquel,disse seu nome a ela,correto?-E nesse momento ela quis se levantar,não permitir a queimando com meu olhar
e isso para mim sem duvida de que se tratava de coisas alheias-Já vai?Tens medo de algo?-E com isso ela riu,se fez atenuar seus olhos na
direção de tia Isabel-Sim,eu entendo-Ofeguei,e rapidamente eu presicei me apressar para que eu pudesse ir,a chamei na direção da porta,
a tia Isabel não entendeu exatamente do que se tratava.

-Já vai Lilith?-Assenti a encarando como se isso me provocasse felizidade-Sim,preciso entender o que Raquel precisava-E com isso saímos,no
jardim enfrente a mansão,a encarei-O que pensa que faz aqui principalmente sabendo do lugar aonde estar Raquel?Não disse que se manteri-
am longe?-Ela assentiu se deixando atenuar o olhar.

-Hum...Eu entendo,não deixo de entender,mas teria coragem de ir a nosso refugio?Foi especificamente para isso que eu vim aqui.

-Louca!-Expeli nervosa,tomava de raiva,e com isso ela respondeu-Graciel queria muito vê-la,saber por si a respeito de você,pode vir?Nova-
mente minha pessoa pede-E com isso oensei por alguns instantes,o que a fez me indagar a algumas coisas-Ok!Se for para me deixar só,eu
vou,mas que seja a primeira e última vez-Ela riu.

-Ok,como desejar-E eu caminhei em direção ao portão,sai com ela,meu carro estacionado enfrente a mansão,Isabel se manteve do lado de
dentro,pelo visto desde o momento que eu falará daquele modo,preferirá se silenciar.Melhor!Para eu e ela! Entrei,Raquel ao meu lado,ela a
colocar minha bolsa no banco de trás,ageitei a chave quando ela me passou em gesto rápido.

Com o carro lugado dei partida e com isso minha pessoa tenuamente falou-Quantos minutos leva?Ela riu disso,riu de minhas palavras
e com isso se refez a atenuar seus gestos.Quando atravessei a Rua principal ao sair pelo portão,peguei a Rua Central,dirigia,ela que
não desgrudava seus olhos em nem um minuto de mim.

-Cuidado,seus olhos podem lhe queimar-Falei,o vento rugia de encontro ao rosto dela,e com isso voltei a atenção a estrada que seguia.
-Não falaria para mim,falaria isso para você,seu último aborto,ele foi um dos piores,acredite,sinto o cheiro da intertilidade a tomando-O
que ela queria dizer com isso?

-Cale-se-Pedi,sinuosamente ela o fez,e seguimos a viagem,pelo visto até chegarmos o silêncio se instauria entre eu e ela,o que a fez as-
ssentir com toda personalidade que possui.Demorou 1:00 Hrs,e meus olhos se atenuaram espantados quando paramos ao fim da estrada
do imenso bosque que haviamos entrado.

Uma estrada decerta que levava a um imenso palácio na frente de uma densa montanha!-Céus,para onde me trouxe?Para o caminho do
nada?-E com isso ela saiu,abri a porta e sai-Para o lugar das revelações,venha comigo-Segui com ela,apressada andavamos,entramos no
pátio,denso,imenso,onipotente.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Dom 27 Jun - 11:44:52

E quando no palácio eu me deparei com a surpreendente visão.Claramente que minha pessoa assentiu se deixando envolver com os detalhes do imenso tapete em tom
vinho,com as estátuas prateadas de homens e mulheres celtas,as almofadas encima do tapete,estantes de livros na parede ao fundo do salão de entrada.A escada de
mármore que subia para os andares de cima.

-O que isso significa-Raquel assentiu se deixando envolver por detalhes sinuosos,como se ela fosse um imã para determinado chamado,quando um homem alto com cabe-
los negros andulados,olhos azuis,pele clara,apareceu no alto da escasa,o encarei.Era ele,Graciel pelo visto atenuava seus pensamentos em minha direção,isso me deixa-
va frustrada.

-Olá,pelo visto não demoraram,pensei que vocês duas,iriam demorar,desculpe mandar Raquel a sua procura,principalmente se tratando de Isabel,uma humana que admi-
to ser perigosa,eu senti daqui-O encarei,Raquel sorriu em resposta a eles,tenuamente minha pessoa absorveu detalhes por detalhes de suas vestes:Um ser alto como des-
crito por mim,vestia calã em cor vinho-escuro ajustada,a bota na mesma tonalidade aveludada,a camisa de linho branquissima de mandas longas,o longo casaco na mesma
cor da calça,mas um cordão ele usava,esses detalhes absorvir quando ele desceu a escada em passos lentos.

Sua mão pousada no corrimão-Raquel!Me deixaria com ela? Conversar com ela?-E com isso ela riu delicadamente-Sim,querido,o esperarei lá encima-E nesse momento ela
se direciu subindo as escadas,gentilmente ele me pediu parra nós direcionarmos a biblioteca-Venha comigo-E o segui,atravessamos um lindo corredor,quadros jaziam nas
paredes,jarros ao chão como paissagem,luzes suaves ao teto.

E entrando me deparei com uma imensa,imensa biblioteca cheia de esgritos,livros,tudo!Tudo que se possa imaginar.Alguns pecaminhos encima da imensa mesa de vidro no
momento que eu me sentei na cadeira de estofado vermelhor,várias Luis.XV nós sentarmos,as luzes se mantinham apagadasmele queria assim,só as luzes do corredor ace-
sas,e rapidamente ele acendeu as velas com um insqueiro prateado em seu bolso.

Velas que estavam postas no belo castiçal de três suportes(Pura prata).Vi como seu rosto se iluminava belamente,ele se curvou belamente a frente,seus braços curvados
sobre a base da mesa,e com isso o indaguei-O que você quer?Será que pode me dizer?-Ele riu,deixou-se pensar por alguns instates-Saber se realmente é o que ela fala,ela
me disse,eu pensei,pense por esses tempos-E com isso ele atenuará seu olhar.

-Entendo,mas eu não,sei,e você? Vés algo estranho em mim? Olha! Não posso ficar muito tempo aqui meu querido,não posso,vim por que ela insistiu,e com isso minha pes-
soa se fez atenuar um olhar macabro sobre ele-Não vejo algo estranho,vejo uma mulher poderosa,até mais do que pensa ser-Isso me fez rir por alguns segundos,com todo
aparato de palavras tive que responder a sua pessoa.

-Graciel,diga-me,como ele é-Ele assentiu piscando e fechando seus olhos por alguns instantes-Fala de Drarytha?Sim,estamos e vivemos em uma guerra,uma guerra que
e inevitável ao se tratar de imortais e seres bestiais-E a curiosidade falou mais alto que eu permitia-Como ele é?Como ele fala de Mana?Aonde ele mora-Isso o fez assen-
tir,deixou-se ofegar por vários momentos e com isso assentiu em curiosidade.

-Drarytha tem seus 13 mil anos,Lilith,sobre Mana,ele só me contou uma fez,e foi na noite que eu enlouquecidamente derá o sangue a Raquel,sim,nós Seres Bestiais,precisamos
de sangue,mas há algo mais importante.

-O quê? Pode me falar Graciel?

-Almas,nosso alimento verdadeiro são as almas que colhetamos apôs matarmos a vitima,elas são alimento de Fera,Fera pede,ela clama,e tentamos entender,não e algo bom,
mas necessário-Isso me assustou verdadeiramente,mas mesmo assim isso o deixava receoso-Entendo,quer dizer que realmente estejam em uma futura encrenca-Ele riu,ele
assentiu envolto em todo um modo de sensações.

-Não sabemos,mas se depender de alguém chamado Lestat,sim,ele não percebe,o espionamos ao decorrer de sua vida,Lunnes também,até mesmo Maharet e Mekare,um
jovem chamado Tompei,e ele que queriamos matar,mas não podemos,ele vive na China,treina dia e noite,uma família que não percebe,mas pode ser a chave para um dese-
cadear para o despertar de Thalwa-Eu ri de suas palavras,ouvirá algo parecido de Raquel,e levará na graça.

-E tem medo?-Ele arqueou sua sobrancelha-Eu?Não,não quero e nem desejo me envolver nisso querida,simplesmente observar-Eu assenti cruzando os braços e dando uma
atenção as velas que ardiam-Mas precisa de algo,o que exatamente?-Ele arqueou sua sobrancelha em resposta-Lilith,me prometa que ficará a salvo,que vossa pessoa até
lá,não conceberá mais um bebê,eu sinto de longe,se tiveres mais um aborto,que e claro terá,caso engravide de Emanuel,ficará esteril,e uma mulher esteril para gente,no caso
de teres sangue ávido e humano de Mana e Lunnes,seria inutiu,principalmente se tratando de uma morte inesperada-Concluiu.

-O que sou para você?-E ele se levantou veio até mim,parou na minha frente,me virei a encarar sua pessoa-A nossa unica chave querida,caso aconteceça um desastre,e
isso tentamos evitar,apesar da recaltada mente de Drarytha,lhe garanto! Não contarei nada a ele,nem ao filho dele,nada!Nada querida,por que a preservaremos,será a
nossa chave que abrirá novamente o portão,e eu lhe abrirei esse portão caso for necessário-O encarei profundamente.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Dom 27 Jun - 12:38:14


E nesse momento me senti envolvida por algo anormal,sua mente que tentava invadir a minha,uma repressão me foi passada,o que causou nausea.Ele assentiu parando
o processo,e nesse instante movi minha mão de encontro a seus ombros.Isso o deixou amedrontado,mas ele arqueou suas sobrancelhas em um olhar unisono,típico dele.
-És maldoso,eu sei,mas é isso que tinha a me dizer?-E nesse momento ele se deixou envolver pela resposta:

-Sim,e só isso que queria deixar claro! Garanto que estará provocando a maior trajédia caso fique esteriu,Lilith,e unicamente por isso que a chamei aqui,para que faça a
promessa alheia-Arqueei a sobrancelha direita,isso me fez pensar enquanto o encarava,e céus,me deparei com a verdade de que eu me sentia curiosa,envolvida pela alma
e sangue,a respeito deles.

-Não prometo nada,mas evitarei,não entendo claramente os motivos,mas se pede,se mostra tua face e que deve ser algo sério para você e ela-E ele riu-Sim,graças que
percebeu,e exatamente isso-E eu não esperava que ele me ajudasse a me levantar como fizerá naquele unico gesto delicado,me mantive alheia a sua atitude,e nesse ins-
tante unico,minha pessoa assentiu se deixando atenuar um olhar observador sobre ele.Só sei que minha mente voltou a ser invadida,me fisgará por completo,me senti mo-
le,sem a força dos membros.

Graciel se aproveitará desse momento para me fazer aquilo,o ato terrível para minha alma,ele que me segurava com um braço a curvar-se sobre minha cintura,o outro
livre a esticar-se a frente,sua mão me tocando o rosto,ele riu,foi assim que eu refiz meu conceito-Fechas os olhos querida,fechas os olhos,te passarei a grande imagem
que almeja ter-Eu não entendi,mas o olhava friamente,sua mão se mantinha estendida sobre meu ombro,o outro braço me segurando contra ele.

E senti aquele golpe fatal,o abrir de sua boca sobre minha garganta,eu tremi!Tive medo!Imenso medo!Queria que ele me soltasse,me largasse!Mandasse-me ebora,não
entendia o que se passava,ele me sugava o sangue,o bebia sem qualquer pretexto ou pedido de licença.À avalanche de imagens me veio,me vi em um imenso salão,pelo
visto uma torre tenebrosa!

Aonde,eu não sabia,era um momento que Graciel usará para usurpar Raquel para si,a sua loucura,ele jogado ao chão,vestido com uma túnica negra,Raquel que no
momento se encontrava fraca e por fim um senhor descendo as escadas,vestido com uma luxuosa túnica de cor negra,faixa branca como algodão,os densos cabelos
negros andulados jogados para trás.

-O que fizes-tes traidor!?-E Graciel morrendo de medo,a Raquel tentando se erguer,nada-Eu a queria!Lhe falei! Demoras-tes a me dar concentimento Drarytha!-E nesse
momento receberá como resposta um tapa em seu rosto-Filhote maldito!Ages como cão feroz,cedento por almas,maldito és!-Graciel simplesmente espantado quando o
Drarytha se fizerá o ato,os ferozes olhos azulados queimando Graciel.

-E o que fará senhor?-Drarytha se virou,lhe respondeu-Cale-se-Pediu,e se curvou ao lado de Raquel,a moça destruida,humana,ruiva,o fitava trémula-Não traição,há
ceus,vou morrer!-Sua garganta sangrava devido a mordida de Graciel-Cuidado grande jovem,viver nesses novos tempos não e fácil-E ele riu,Drarytha que a pegará
nos braços,a fizerá se erguer por completo.

Ragará seu pulso,com os dedos da outra mão espalhara várias quantidades sobre a garganta dela-E,ele soube fazer,mas o maldito não sabe como entregar-Graciel
tinha se levantado,pegará uma cadeira na mesa,se sentou encarando os dois,destruido na alma ele estava,temia pela vida dela-Hum...Lhe perguntarei uma unica e
última vez: Você almeja ou não?Agora sabe da verdadeira natureza dele,por mais doloroso que seja-Ela assentiu,se abaixou se apoiando sobre os joelhos quando ou-
viu as palavras.

-Há! De-me senhor,de-me,saberei o que fazer-E com isso,nesse momento amedrontador,Drarytha rasgará seu outro pulso,deixará o sangue viscoso e quente entrar
pela boca de Raquel conforme o sangue vinha,brotava como mel-Há,sim,entendo-Graciel amedrontado,seus dentes caninos afiadinhos,a amostra conforme ele limpa-
va a boca-Como fui burro!-Ele disse-E Drarytha se ajoelhou,esticará os braços a frente,e na queima terrível Raquel se agarrou a ele lhe mordendo com força sua gar-
ganta.

Há! O que isso era?Acabou!Do nada acordei desse transe de imagens vindas de Graciel,eu me encontrava deitada sobre o tapete do salão do seu palácio,minha cabeça
sobre as almofadas-Lilith?Venha comigo,acho que já sabe o que fazer,o que lhe foi pedido-Me sentei,me sentia tonta,imensamente tonta-Você! Foi dele que bebeu ao
Graciel atacá-la,mostrar sua natureza-Ela riu.

-Sim,querida,venha comigo-E com isso ela me ajudou a me levantar,me ergui visionando tudo turvo-Passei os dedos na minha garganta-Está intacto?Como?-Me ques-
tionei-Sangue ávido demais que faz a pele se curar e se fechar-Me arrepei,sai em direção as imensas portas do palácio,uma noite inesperada-Graciel está nos anda-
res de cima,agora entende?-E com isso a olhei de lado enquanto caminhava-Mais ou menos!-A indaguei.

Quando do lado de fora corri em direção a meu carro,Raquel me jogou as chavez-Lilith! Por favor,pense!-Ela gritou,eu me sentia tão desnorteada que não pensava.
Friamente minha pessoa assentiu enfiando a chave no lugar,acelerei quando o carro ligou e com isso me direcionei a saída.Vi a imagem dela pelo trovisor,de como
Graciel saiu correndo pelas imensas portas e a braçou por trás.

-Malucos!Céus!-E do nada ele veio,Redenção!Só para irritar!-Esteve aqui?O que fizeram?-Assenti o olhando de lado-Eu não sei querido,só que tudo me foi horrivel,o
que devo fazer?-Em uma coisa eles estão certos,se preserve,está a beira de sua esterelidade com esse último aborto-E arquei minha sobrancelha-Suma!-Ele que es-
tava sentado no banco ao lado disse-Não,está nervosa demais,nao era para ter vindo-E o respondi-Para o inferno,preciso de paz!-O carro entrava na estrada.

Meu coração batia com força,e a estrada forá invadida,segui,pensava,minha mente turva começava só nesse instante a se ajustar.O carro(Porshe) seguia pela es-
trada,tenuamente acelerei,fiquei grata por haver poucos carros-Céus,Mana! Quem e você?Por favor! Me amaldiçoas-tes com teu sangue,e isso que vejo-Graças que
ele decidiu me deixar só-Vai se queimar se continuar assim,lhe avisei-Ouvi ele clamando pelos ventos-Me deixa-Pedi calmamente agora e com isso segui,seguia pa-
ra casa.


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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Seg 28 Jun - 10:55:00

E nesse momento tive a plena certeza de que meus sonhos terríveis,que posso considerar como pesadelos poderiam se tornar realidade.Ao
meu vê,ainda precisava reaver muito de meu conceito magistral e com isso minha pessoa seguiu,não demorou tanto para que eu chegasse
a mansão.Graças que não tinha ninguém! O que deixou meu coração cheio de notável momento.

Mas será que mesmo assim isso permaneceria? Céus,pensava friamente no que deveria fazer,e com isso minha pessoa atenuou o olhar,não
deixei de acelerar para que o carro entrasse,fui direto para a garagem,saindo eu peguei minha bolsa no banco de trás.Algo terrível se passou
no meu coração e isso me deixou pensativa.

Meus pensamentos se tornavam tenebrosos,isso a respeito do que eu deveria fazer-Será que eu devo seguir as ordens deles?Por que eles a
contra-gosto me consideram tão importante?-E com isso sai,me direcionei a saída da garagem,fui ao jardim da frente de quando na entrada,a
porta se abriu quando minha pessoa passou a chave.

Eu não esperava por tantas coisas mostradas naquela mera visão e passagem de memórias de Graciel.Eu chorava,compreendem isso?Ainda
me encontrava tão nervosa que desabei na poltrona no são.O maldito Redenção acendeu as luzes do são,e com isso o encarei de pé,ele não
desistia,não desistia em hipótese alguma!

-O que pensas que está fazendo? Eu não falei que quero ficar sozinha?Que esse não é o momento para que eu converse com você?Foi preci-
so entende?Ela me pediu.

'Não lhe falei! Não deixei de avisar,era por isso querida que preferi que deixasse comigo,que a espionagem ficasse por minha conta,sabe que a
minha pessoa é a mais preparada,e mesmo assim,não quis'.

O encarei por alguns instantes,isso me deixou transtornada por alguns momentos,e com isso ele andou se direcionando ao sofá,se sentou,agora
eu conseguia vê-lo por completo,suas asas fechadas para trás,braços cruzados,sentado com o suporte de um martim. Mesmo assim precisava a-
prender o que ele queria falar,aprender e absorver.

-Me responda primeiro Lilith,vai atender ao pedido deles?-Arqueei minha sobrancelha em resposta,o que o deixou pensativo,e com isso tive a
doce impressão de que ele não estava brincando comigo-Não,sinceramente não-E com isso ele atenuou seu olhar,o brilho verde me deixou a
mercê de seus pensamentos e mente.

-E se eu dissesse que e o melhor a fazer?-E nesse momento minha mente clareou,deixou-se clarear absorvendo a verdade que seu olhar tenta-
va me dizer,me transmitir-Foram dois abortos,Redenção,sou jovem,será que isso em tão pouco tempo pode me tirar algo tão precioso?-Ele não
deixou de responder-Sim,pergunte-se e tente vê o por que-E isso me soou como uma exigência dele.

Pensei por alguns instantes,pensei com a maior profundidade possível que me era necessária.Em instantes minha mente retumbou,deixou-se
clarear novamente! Redenção apesar de chateado,se manteve silencioso,esperava com que eu pudesse ver por mesma-Acha que quando se
tem um sangue tão forte,o desgaste para tudo e maior?-É com um gesto notável ele ergueu seu olhar-Achar? Lilith,eu tenho certeza do que
eu lhe falo-E assenti pensativa.

-Redenção,me deixa magoada com isso,me faz me sentir uma inútil.Não tens piedade para tuas palavras? Admito! Pode me queimar,mas eu
admito que tens razão!

Ele se levantou nesse momento,andou em minha direção,se deixou ajoelhar na minha frente,segurou com força,porém,delicadeza minha mão,
o seu olhar foi aterrar,ele se preocupava com muitas coisas-Lilith,eu sou Redenção,esse e meu nome,sou o que sou,e se falo e a tantos anos a-
trás eu te disse que cuidaria de você,eu mantenho minha palavra,mas tens que colaborar,amada-E ri,ri de suas palavras.

-Então achas que eu não posso me cuidar sozinha! Há,redenção! Isso me mágoa mais ainda,pensava que confiasse em mim,Redenção!-Ele à
me responder disse-Confio em você,mas não quando se trata se seres como eles,como eu! Mesmo com a força mental que tens,herdada dela,
a Mana,não confio!-Quase gritou comigo,ele se sentia tão angustiado,que quase chorará!

Só não chorou por que se mantinha preso a matéria espectral,e com isso mantinha o choro,só que em gemidos notáveis,dolorosos de se vê,pa-
ra mim era complicado olhar e lhe dar com um ser que podia se sentir magoado,só que não podia ou pode chorar-Eu te amo Lilith,fiz minha pro-
messa,mas por favor meu amor,mantenha sua índole,para me ajudar-Pensei,e nesse instante me levantei o encarando com profundidade.

-Tudo bem Redenção,se isso te deixa em paz,farei o que me manda fazer,obrigada,mas isso não quer dizer que eu deixe de viver minha vida,a
minha pessoa gostaria,e muito que compreendesse-Ele me correspondeu esticando suas mãos ao meu rosto,me encarava emanando todo pensa-
mento-Isso não me deixaria em paz,seria a melhor solução no momento,Lilith-Eu ri em resposta.

-Sim,Sim,e como me pagará?Como!? Um preço que não será fácil de me pagar Redenção,me sinto amaldiçoada,eu não queria nascer como eu
nasci,não para viver nessas circustâncias de vida-Ele moveu seu olhar sobre mim,atenuou o movimento de seus dedos sobre meu rosto,o que
me provocou caláfrios-Lilith,minha missão para contigo nunca acabará,nunca,entende?Consegue aceitar isso?-Arqueei a sobrancelha pensando.

-Sim,eu começo a entender,tento entender,Redenção-Ele riu,mesmo amargurado ele conseguia sorrir para mim,lembrei-me de quando o trouxe
para esse mundo,e nesse momento meu coração palpitou-se enquanto o encarava.Alguns momentos de silêncio cairam entre nós,o que me fez
assenti deixando minhas mãos passearem por seu ombro-Redenção?Se está bem,eu estou bem-Ele riu novamente.

-Entendo-Manteve o toque ao meu rosto,eu me sentia destruida,conforme o indagava nesse trocar de olhar,pensava piamente em Graciel,na
tenebrosa Raquel.O beijei nesse instante,o beijei por vontade,por que eu tremia de receio a respeito de algumas coisas.Gradualmente minha
pessoa se deixou enlaçar por ele,me surpreendi quando ele me pegou nos braços,quando se deixou me segurar,me levando ao sofá.

-Lilith,não sinta por nada,e isso que tens que aprender-Eu deixava minhas mãos se curvarem sobre seu ombros,mesmo amedrontada por ser tu-
do recente,deixei com que ele fizesse isso.Quando ele me colocou deitada no sofá,se esticou por cima de mim-Redenção,nunca se dará por satis-
feito,não e?-Ele me fitou com tristeza nesse momento solene.

-Não querida,nunca me darei por satisfeito,e consegue imaginar como eles são?Estou falando dos imortais-Friamente pensei,mesclava meus de-
dos sobre seu rosto-Sim,consigo,mas não os conheço-Ele riu,beijou meu ombro direito,depois minha boca-Que ótimo Lilith,entendo,e que mante-
nhasse assim-O beijei em resposta.

-Gradualmente eles se afastaram,eu sei disso,não dê importância a isso-Havia entendido,mas eu não suportava a idéia de que meu corpo fosse
tão importante para eles,Redenção agia tão carinhoso comigo!Gostava disso,desse modo solene com que ele conseguia me acalmar,e novamen-
te eu sentia seu denso calor espectral.

O toque de sua pele,sua mão que deslizou sobre meus cabelos-Tome cuidado,pode me machucar maldito-Ele me indagou me olhando sério por
alguns instantes-Faz tempo que Redenção não voa,acho que minhas asas bem sabem mais o que é se abrirem,Lilith-Assenti o acolhendo contra
mim,densamente quis que ele sentisse minha força-Não sinta isso-Ele riu,mesmo amargurado.

E nesse instante seus dedos se moveram na frente de minhas vestes,ele desabotoou alguns botões,deixará sua boca se atenuar a meu seio,isso
me provocou calor-Preciso voar,preciso abrir minhas asas Lilith-Eu ri,meu rosto pendeu para trás-Eu entendo,entendo-Proclamei em resposta,ele
não se deixou abalar,continuou a ofença contra mim.

-Quando estiveres com seus quarenta,cinquenta anos,digo que vire buscá-la,quem sabe levá-la para um patamar maior-Eu o encarava,ele que a
contra gosto mantinha seus lábios atenuados a meu seio,ele os fazia se mover conforme atenuava seus lábios sobre eles-Há,sim,acho que nesse
momento encontrarei a paz-Ele me manteve contra as almofadas do sofá,o que não me provocou medo algum.

-Eu sei-Respondeu,e nisso ficamos,o beijava com toda paixão possível,seu nervosismo ia embora,desaparecia,o beijava enquanto ele se movia
contra mim,o roçar se seu corpo fazendo meus seios se moverem por baixo dele-Há!-Disse,ele não respondeu,voltei a beijá-lo,minha face corada,
eu me sentia quente,era o que precisava,e sempre que ele me ameaçava em ir embora,implorava para não ir.

Só quando adormeci e que ele foi,se retirou me dando um beijo no rosto conforme me mantinha deitada de lado sobre o sofá,minhas roupas toda
amassadas,meu corpo fervia com esses atos pecaminosos,mas necessários em minha loucura.Eu dormia,eu tinha sentido esse beijo antes dele ir,e
não nego que quase despertei para pegá-lo de volta.

Mas será que o mundo e tão amedrontador?Será que o mundo e tão injusto?Não sabia,sequer soube ou sei como responder,principalmente a res-
peito de todos acontecimentos históricos.Emanuel iria chegar a qualquer momento,e quando chegou me pegou nos braços,me segurou com força-
Lililith,o que faz aqui?Olhe para você!-Me disse,eu sonolenta,ele que subia as escadas em direção ao quarto-Pelo visto esteve envolta em momen-
to de solidão,olhe para você-Eu ri apesar de sonolenta,ele sabia do que uma mulher era capaz em momentos de solidão.
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Re: União De Sangue- Parte I

Mensagem  Ana Nery em Seg 28 Jun - 11:51:32

Mas algo aconteceu depois de duas semanas desse holocausto.Isso me fez chorar,passar pela maior dor que se possa
imaginar nessa vida.Era início de noite de 6°Feira e isso me fez sair com Isabel e Lucy.O que eu não esperava,era como
eles seriam covardes o bastante para fazerem o que fizerem nessa noite.Em pensar que eu tinha passado a tarde toda
cuidando de alguns compromissos na faculdade.

E tinha sido maravilhoso apôs nossa chegada na mansão de Isabel,eu e Lucy tomávamos chá,queríamos algo leve para a
gente se deliciar,estamos na cozinha,tia Isabel acabará de preparar algumas panquecas salgadas recheadas com bananas
e mel.Lucy pegou duas colocando no prato quando Isabel colocou a bandeja na mesa.

Ela se sentou ao meu lado-Lilith,acha que Emanuel vai demorar para chegar em casa?-Eu ri,acabará de beber alguns goles
de chá,Lucy começava a cortar suas panquecas com garfo e faca no prato-Não sei,simplesmente sai,espero que eu possa
analisar as coisas depois-Ela riu,Isabel emanou seu riso delicioso aos meus olhos.

-Entendo-Me respondeu,eu me sentia faminta devido a saída,as compras que fizemos,Lucy de modo descabido disse que a
cada noite se sentia plena,isso devido ao caso alheio que estava tendo-Loucura és,Lucy,não tens que ficar pensando nesse
tipo de coisas-Isabel citou.

Lucy riu por alguns instantes,ageitou a borda de seu vestido branco rendado,usava fita violeta nos cabelos,isso lhe fazia pa-
recer uma boneca-Não exatamente Isabel-E com isso tive que me intrometer na conversa-Há,concordo com Isabel,pena que
esteja nesse caso alheio-Ela riu,erguendo um pedaço suculento de panqueca a boca deixou-se corar-Há! Gosto dele-Nesse a-
nalisar de gesto tive que pensar.

-Há,céus,essas pessoas são loucas-Clamei em voz alta antes de erguear a xícara a boca.E com isso continuamos comendo,eu
não deixei de comer umas cinco panquecas suculentas,mais uma xícara de chá,rapidamente o tempo de passou e tudo que me
restava era me despedir de Isabel,ela que nessa noite iria dormir tarde.

Lamentei ao saber disso na despedida,sai com Lucy pelo jardim,saímos pelo portão e Lucy decidiu pegar um táxi-Não vem comi-
go?-Ela riu-Não querida,não vou,preciso ir até ele,precisamos conversar-Entendo o que ela quis dizer com isso,e nesse instante
saiu caminhando,segurava duas bolsas ao lado.Entrei no carro,dei partida em seguida.

-Graças que deixei as compras no porta-malas-E por isso eu não tinha tido a necessidade de trazer as bolsas,ri pensando desse
momento,indo pela Rua,me deparei pegando um transido rápido,como eu sempre gostei,mas reparem no que eu disse no descre-
ver anterior,e entendam,a destruição de algo especial para mim estava prestes a começar querida Sara.

Céus,seria mais 30 minutos até eu chegar na mansão e me deparar com o inferno caindo sobre minha cabeça,parei o carro,mas
percebendo que o portão estava aberto entrei,direto para garagem e saindo direto para o jardim,fechando o portão me direcio-
nei a entrada,abri a porta,me foi estranho saber que ela estava destravada.

-Nossa,mas por que Emanuel deixaria a porta aberta?-Pensei e proclamei,a fechando segui pelo salão,as luzes apagadas,o luar
entrava pelas imensas persianas descritas por mim anteriomente,segui pela escada,entrando no corredor me deparei com gotas
de sangue no chão,observei por alguns segundos.

-Mas céus,o que acontece?-E nesse instante pensei,repensei em várias coisas alheias para compreender o que acontecia,não dei-
xei de pensar nisso,segui depois desse observar,meu vestido oscilando com meu andar,a cor verde se mesclando pelo tecido de li-
nho,o som de minha sandália ecoando pelo corredor,e abri a porta de nosso quarto.

Não que eu tivesse gritado,mas ficado puta da vida com a cena que me deparei.Emanuel jazia sobre o chão,ele que pelo visto ten-
tou fugir de algo,eu me senti esmagada com a cena.Sua camisa rasgada,suas botas jogadas ao chão,sangue vindo de seus ombros.
-Céus,por que isso?-Disse andando a frente,me abaixando ao seu lado eu vi.

Mordidas e unhas,parecia que quem fez isso,lhe rasgou a pele,observei por vários momentos e segundos,ofeguei respirando fundo.
Fundo como se eu precisasse dessa respiração,e o que aconteceu em seguida?A raiva que se transformou em choro brando,isso me
deixou a mercê de vários sentimentos.

-Será que isso tem explicação?-Me afastei,me deixei encolher,o choro que bramia em soluços dolorosos,ofeguei por vários instantes
e com isso pensei profundamente no que eu deveria fazer-Há,Emanuel,por que querido?-Quis saber ao me questionar,nesse instante
eu olhei a mesinha,segui em sua direção me erguendo,apesar de dolorida e sem forças por dentro.

Lá estava o bilhete que eles haviam deixado para mim,Emanuel,meu doce Emanuel estava morto e nada eu poderia fazer apesar de
chorosa,digamos que revoltada por isso,meus dedos se mesclaram pelo papel aberto,eu lia as palavras frias,frias como gelo,isso me
deixou resolta em fúria,mas me contive em gritos:

'Oi! Aqui quem fala e Graciel,novamente aqui Lilith,desculpe minha querida,querida Lilith. Não encontrei uma solução mais segura de
te manter afastada se não essa,sim,eu estive ai,estive e não consegui fazer diferente apesar de tentar falar com ele.Lilith? Não que
o doce Emanuel tenha sido covarde,ele lutou.

Mas mesmo assim! Mesmo ele nao estando envolvido,não podemos e nem vamos arriscar sua fertilidade tão importante para nós,por
esse caso alheio e passageiro.Em troca? Provavelmente quando tudo vier,quando tudo tiver que ser entregue,serás e terás algo mai-
or Lilith,e meu presente e de Raquel.

Não se preocupe,eu chamei a polícia avisando que alguém tinha se suicidado em sua mansão,tentará avisar,mas não disse meu nome,
a contra gosto,não podemos e nem vamos arriscar!

Assinado: Graciel'.

-Céus! O que eles pensam que são!? Que podem vir aqui e fazer isso!?-Esmaguei o papel,me direcionei em direção a cama e ficando a
encarar o corpo de Emanuel por alguns segundos,me deparei com uma infinidade de imoral do que haviam feito.Bruscamente quis me
sentar ao seu lado.

O segurei por alguns instantes,olhei seu rosto,seus olhos fechados,esmurecido,sem vida alguma!Proclamar uma guerra?Essa seria a me-
lhor solução?Não sabia o que fazer nesse momento terrível,só o que queria era devagar por alguns instantes ao segurar o corpo de meu
Emanuel,frio,gélido como a seiva da floresta fria.

O que aconteceu depois disso e que com alguns minutos com minha chegada,ouvi algumas sirenes da polícia chegar,alguns homens que
entraram,um denso barulho-Emanuel?Não e justo querido,não deveria ter se permitido-Falei,o som dos passos pela escadaria,depois a
virem pelo corredor,eu chorava muito,minhas lágrimas lhe banhavam os ombros,o sangue dos ferimentos.

-Senhorita Lilith?-Ouvi falarem meu nome,um dos policiais-Estou aqui!-Gritei,eles se apressaram,percebi pelo ritimo dos passos e quando
eles entraram me observaram-Há,céus,não entendi,não entendi,isso e ofença,entendem?-Um deles andou a frente-Sim,nós entendemos,
fomos avisados,chegou agora não?-Eu ri amargurada-Não faz nem vinte minutos.

E nesse momento o outro me ajudou a me levantar-Venha comigo,vamos até o salão-E sai acompanhada dele,um polícial alto,fardado em
suas vestes negras e botas pesadas,o cabelo louro,só que cortado curto-Não entendemos,ligaram,avisaram,isso nós deixou desnortea-
dos-E com isso o tempo transcorria,o outro policial iria dar continuar aos processos de retirada do corpo.

-Estive nesse início de noite com Lucy e Isabel,cheguei ainda agora-Ele assentiu quando descemos as escadarias,nos direcionamos ao sa-
lão-Entendo-Me sentei no sofá,fiquei devagando cheia de amedrontamento enquanto muita coisa acontecia lá encima,com isso só o que eu
podia esperar era a retirada do corpo,terrivelmente inesperado tudo isso.

-Outras viaturas vão chegar-Ele me disse,e eu ali,sentada no sofá,tremendo!Angustiada,foram duas horas para eles terminarem tudo,para
eu poder ligar tomar folego e avisar a tia Isabel por telefone,e nisso tudo uma frustração terrível-Lilith,fica ai,não saia dai,estou indo-Nesse
devagar eu até cheguei a ouvir as viaturas saindo,isso pelo som,o barulho do lado de fora.

-Sim,ficarei aqui-E nisso ela desligou.Falo que me deu vontade de ir até o palácio deles,mas seria envão,eles me expulsariam de lá,sequer
eu teria forças para lutar,nem que fosse por alguns instantes.O que esperava apartir dai era algo imemorial a respeito de Emnauel,ele que
por mais duas noites ficará no negreterio.

Duas noites terríveis para Lucy,ela que tentava entender,eu que não conseguia explicar.No terceiro dia,o enterro foi pela manhã,algo que
eu quero deixar claro aqui,antes deu concluir esse fim de faze alheia para mim,dolorosa em todos os sentidos,chovia fino nessa manhã,eu e
tia Isabel olhamos a lápide de Emanuel,o túmulo recém-fechado-Há,céus,eu não esperava isso de papai-Lucy disse,tia Isabel segurava o i-
menso guarda-chuva.

-Será que as coisas acontecem e nem sempre saímos vitoriosos?-Disse,as pessoas que atenuavam seus olhares,muitos homens e mulheres
ainda surpreendidos pelo acontecido,nossos próximos como disse Lucy-Não querida-Isabel me respondeu,sussurros entre as pessoas,ela a
qual tentavam entender,pessoas vestidas de negro,até mesmo eu!Algo que me surpreendi.E ficamos nesse devagar,até o começo da retira-
da ficamos assim,envoltos nesse segrôrio de sofrimento alheio.
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Ana Nery
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Re: União De Sangue- Parte I

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